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"Nós Que Amávamos Tanto os Cinemas" e´ a proposta para um média-metragem do gênero documentário com 60 minutos de duração sobre a história das salas de cinema de 20 cidades de Minas Gerais e a relação de seus habitantes com a sétima arte. O documentário será construído por entrevistas e relatos, textos jornalísticos e literários e registros gráficos e audiovisuais, tendo como protagonistas pessoas que mantêm ou mantiveram ligação íntima com a atividade cinematográfica em Minas Gerais: espectadores, cinéfilos, críticos, historiadores, cineastas, exibidores e outros profissionais do setor.O formato de finalização do filme/resolução do video será de 2k.
"Nós Que Amávamos Tanto os Cinemas" é um média-metragem documental com 60 minutos de duração, sobre a história das salas de cinema de 20 cidades de Minas Gerais e a relação de seus habitantes com a sétima arte. Os episódios serão construídos por entrevistas e relatos interligados com textos jornalísticos e literários e registros gráficos e audiovisuais, tendo como protagonistas pessoas que mantêm ou mantiveram ligação íntima com a atividade cinematográfica em Minas Gerais: espectadores, críticos, historiadores, cineastas, exibidores e outros profissionais do setor.A produção terá como suporte narrativo a trajetória da exibição cinematográfica no estado - desde as primeiras sessões, no início do século XX, até os dias de hoje -, a partir de registros de jornais, revistas, rádio e TV. A narrativa vai focalizar a expansão das salas de exibição, sua modernização, os filmes que marcaram época, as modas e polêmicas que provocaram, a decadência das grandes salas, o surgimento dos shoppings e a chegada entretenimento doméstico e potencialmente individual. Contudo, não se pretende em "Nós Que Amávamos Tanto os Cinemas" fazer apenas um registro histórico da decadência dos antigos cinemas, mas realizar um experimento estético na área audiovisual a partir do exercício da lembrança e do avivamento da memória afetiva. A obra pretende dar espaço às pessoas para que elas possam contar o que viveram e o significado que as salas de cinema e os filmes tiveram para si e para a cultura, o lazer e a economia de suas cidades.
OBJETIVO GERAL:Este projeto tem como objetivo principal registrar a história das salas de cinema em Minas Gerais do ponto de vista dos espectadores e dos profissionais do setor, nesses mais de cem anos de relacão da sociedade mineira com a indústria cinematográfica. E assim apresentar e privilegiar a memória afetiva dos habitantes das cidades que tiveram na sétima arte seu principal momento de lazer. Mostrar, encenar, contar, apontar, discutir as cenas culturais que formam uma história "cinematográfica", repleta de dramas, risos e mistério. Juntar cenas dispersas, entrelaçar experiências, descobrir conexões, revelar nossa identidade cinematográfica e provocar reflexões sobre a importância das salas de cinema no estado.Pretende também diagnosticar a relevância da atividade cinematográfica na vida pública e íntima dos mineiros.OBJETIVO ESPECÍFICO:Produzir um fime média-metragem com duração de 60 minutos, no formato 2K, onde será construído um mapeamento da expansão e transformação das salas de exibição e as relaçõs dos habitantes de Minas Gerais com esses locais. Muitos desses espaços, um dia majestosos, distintos e que comportavam mais de 2 mil espectadores em uma única sessão, desapareceram. Hoje temos salas de projeção instaladas em shoppings e que comportam, no máximo, 300 lugares. Antes, o cinema era o único programa do dia (ou da noite), hoje, e´ um item no passeio pelo shopping. Queremos, ainda, compor a odisseia sentimental dos espectadores mineiros, destacando os filmes e acontecimentos que marcaram a história de nossas cidades e a vida de algumas pessoas em particular. Pretendemos, também, revelar aspectos do cotidiano e da vida cultural das cidades nesses últimos 80 anos, visto que as salas de cinema serviram sempre de ponto de encontro para namoro, conversa, debate, fofoca e política. Vamos pesquisar e perguntar às pessoas, entre outras questões: - Como o cinema influenciou o cotidiano da sua cidade? - Em quais aspectos e momentos houve atuação singular da exibição de cinema na cidade? - Quais os filmes marcaram a história das cidades que protagonizam este projeto? - Quais foram os grandes sucessos e os fracassos memoráveis? - Quais filmes influenciaram no comportamento dos habitantes de sua cidade? Por fim, com "Nós Que Amávamos Tanto os Cinemas" pretendemos apresentar e restituir ao público mineiro, através da montagem e edição de muitos fragmentos, a formação de uma longa e contínua história.Serão gravadas cenas e depoimentos em 20 cidades de Minas Gerais, a saber:Abre Campo(Cine Paratodos), Andrelândia (Cine Gloria), Abaeté (Cine Abaeté), Baependi (Cine Centenário), Cambuquira (Cine Elite), Cruzília (Cine Vitória), Curvelo (Cine Virgínia), Manhuaçu (Cine Dom Bosco), Martinho Campos (Cine Teatro Abadia), Matipó (Cinema São João), Ouro Preto (Cine Central), Pompéu (Cine Marabá), Rio Acima (Cine Paroquial), Sabará (Cine Borba Gato), São João del Rei (Cine Glória), São Tiago (Cine Odeon), Serro (Cine São José),Teófilo Otoni (Cine Metrópole), Uberaba (Cine Metrópole) e Visconde do Rio Branco (Cine Brasil).O média-metragem terá duração de 60 minutos e será gravado e editado no fomato 4k.
"O Século do Cinema" "Alguém deve rever, escrever e assinar os autos do passado antes que o tempo passe tudo a raso", escreveu Cora Coralina. Mais que um polo produtor de filmes, o estado de Minas Gerais e´ conhecido como centro de reflexão sobre a atividade cinematográfica (em caráter particular) e sobre a vida cultural (num plano mais amplo). Notáveis cineastas mineiros formaram-se, primeiramente, através do exercício da crítica, da reflexão sobre a arte, sua permanência e influência no cotidiano da comunidade. E Minas Gerais tem uma experiência cinematográfica e vida cultural distinta e única em vários aspectos. E o cinema tem lugar especial na memória afetiva dos mineiros. Muitos espaços de cultura e lazer que tiveram grande importância ate´ o final do século XX estão hoje relegados ao esquecimento, perdidos no tempo. Construções centenárias são demolidas, ruas e avenidas são redesenhadas, praças desfiguradas, antigos estabelecimentos comerciais e de lazer são transformadas e ganham outras funções... enfim, uma história enterra a outra. A trajetória dos cinemas mineiros não poderia ser exceção a essa regra nacional. Muito em razão do crescimento das cidades e da especulação imobiliária nas últimas décadas do século XX, os cinemas da capital e de tantos outros municípios do interior mineiro sofreram transformações irreversíveis. Milhares de salas foram fechadas ou adaptadas para outras atividades. O propósito de "Nós Que Amávamos Tanto os Cinemas" e´ registrar a história dessas salas e a importância que elas tiveram no cotidiano das pessoas e das cidades. Tendo como ponto de partida o resgate da memória afetiva ligada ao ato de sair de casa para ver um filme e todo um conjunto de atividades e costumes no qual o cinema esteve/está histórica e socialmente incluído, "Nós Que Amávamos Tanto os Cinemas" sera´ uma proposta a uma reflexão sobre os hábitos culturais coletivos e a recente ascensão do entretenimento doméstico e potencialmente individual. São inumeráveis as histórias sobre amizades, namoros e amores iniciadas ou encerradas num cinema; os dramas, tragédias e situações cômicas; os rituais das soirées no meio da semana, sábados e domingos, e as matinées domingueiras; as esperadas pré-estreias, os trailers, fotos e cartazes que muitos amantes da sétima arte colecionavam como objetos preciosos; os filmes que inspiraram atitudes ou mudanças radicais na vida; os maiores sucessos, os grandes fracassos. Sem esquecer, claro, da paixão arrebatadora pelo cinema que, muitas vezes definiu a vida pessoal e profissional de uma pessoa."Cinema, a maior diversão" Durante quase um século o cinema foi uma atividade constante _ e muitas vezes a principal _ no cotidiano das pessoas. As pessoas se preparavam para ir à exibição de um filme, marcavam encontro. Até há quatro décadas, a sessão de cinema era o evento principal da tarde ou da noite na vida de muitas pessoas (hoje faz parte de um programa mais extenso e variado). Os cinemas de rua eram o ponto de encontro, o lugar para ver e ser visto. Ir ao cinema consistia-se num ritual, um evento, uma satisfação. Havia integração com o movimento da cidade, as salas eram muito grandes, eram salas de espetáculo, de socialização, verdadeiras "paroquias culturais" das cidades. A história das cidades mineiras com o cinema, iniciada ainda no raiar do século XX, e? rica em acontecimentos históricos e experiências particulares, situações que transformaram Minas Gerais em um dos principais mercados cinematográficos e cenários intelectuais do país. "Paróquias Culturais" Na década de 40, com o surgimento de salas majestosas, o cinema conquistava definitivamente lugar de destaque no cotidiano das populações e as salas transformavam-se em verdadeiras "paróquias culturais" e referências na geografia de cada cidade . Ja´ nos anos 70, os mineiros chegaram a bater recordes nacionais de frequência nos cinemas. A partir dos anos 80, os grandes cines são substituídos por pequenas salas e as empresas familiares dão lugar às corporações, impondo um novo perfil de exibiça~o e modificando, mais uma vez, o hábito dos frequentadores. Os nomes majestosos são trocados por denominações genéricas (Shopping Sul, Sala 1, 2, 3...). Os shopping centers contribuíram para o desaparecimento dos cinemas de rua, com seus espaços de exibição múltiplos, alegada segurança oferecida a seus frequentadores e melhor qualidade de sistema de som e projeça~o. Essa nova realidade impôs novos ha´bitos à populaça~o, determinando o surgimento de uma geração enclausurada nos modernos templos de lazer e consumo. Atualmente em Minas Gerais apenas 30 cidades têm salas de cinema em operação constante, sendo, em sua grande maioria, localizadas em shoppings. O documentário tem como objetivo resgatar e contar a história dos cinemas de rua de 20 cidades de Minas Gerais e a lei federal de incentivo à cultura, pela tipologia do projeto, pode proprocionar o incentivo e as condições para a viabilização do projeto, que não tem necessariamente apelo comercial para sua realização.Para a realização do projeto "Nós que amávamos tanto os cinemas", inteiramente gratuito, é preponderante o apoio do Governo Federalatravés da chancela via Lei Rouanet, mecanismo de viabilização financeira junto à iniciativa privada.Referente ao Art. 1º da Lei 8.313/91, o projeto se enquadra:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitosculturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursoshumanos e conteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;VII _ desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores deconhecimento, cultura e memória;Para cumprimento das finalidades do Art. 1º, o projeto se enquadra no Inciso II - alínea "e"; e no Inciso IV - alínea"a" do Art. 3º, a saber:II - fomento à produção cultural e artística, mediante:a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural;IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos;
- Declaramos, para os devidos fins, que obteremos autorização dos titulares dos direitos autorais, conexos e de imagem em relação aos acervos, às obras e imagens de terceiros como condição para utilizá-los no projeto, conforme determina a legislação vigente. - Declaramos para os devidos fins que obteremos alvará ou autorização equivalente emitida pelo órgão público competente para os eventos realizados em espaços públicos, conforme legislação vigente. - O projeto contará com mídia espontânea nos veículos de comunicação (programas voltados a entretenimento, rádios, cadernos culturais, sites especializados) e, além disso, o proponente possui uma lista de endereços eletrônicos para divulgação ao público especializado. - A planilha orçamentária proposta para o projeto prevê verba para contratação de um eficiente plano de divulgação a fim de garantir a visibilidade e repercussão do projeto e atrair o maior número possível de espectadores para suas edições.- Os trechos terrestres são estimados, uma vez que não houve definição dos deslocamentos, que se dará na etapa de pré-produção, de acordo com as agendas dos responsáveis em cada munícipio.
produto média matragem do gênero documentário, com captação de imagens em 4k e saída final em 2k, com duração de 60 minutos.
Visando promover a acessibilidade da Lei nº 13.146, de 6 de julho de 2015, do art. 46 do Decreto nº 3.298, de 20 de dezembro de 1999, do Decreto nº 9.404, de 11 de junho de 2018, disponibilizaremos:ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: não se aplica, visto que o média-metragem será disponibilizado de forma virtual apenas.ACESSIBILIDADE NO ASPECTO COMUNICACIONAL E DE CONTEÚDO:Para pessoas com deficiência auditiva: O documentário terá versão editada com intérprete de LIBRAS (que indica, para surdos, a narrativa na Língua Brasileira de Sinais) e ainda geração de legendas nas versões finais. Para pessoas com deficiência visual: audiodescrição (que possibilita que os usuários cegos e/ou com baixa visão tenham acesso ao conteúdo do documentário com autonomia)Essa versão será disponibilizada gratuitamente via plataformas de video youtube e vimeo e constará em todos os arquivos finalizados e copiados com a série documental, que também serão distribuídos gratuitamente.Para pessoas com deficiência auditiva: - O média-metragem terá versão editada com legendagem descritiva e libras (que indica, para surdos, ruídos e sons importantes para a construção da narrativa e na Língua Brasileira de Sinais) e ainda versão com audiodescrição (que auxilia os cegos na compreensão da mensagem, com a narração de informações visuais). Tais versões serão disponibilizadas gratuitamente via plataformas de video youtube e vimeo, acessadas de maneira gratuita, contribuindo também com a democratização do acesso.
As medida de “ampliação de acesso” adotadas no projeto, conforme artigo 47 da IN 23/2025, são:I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, além do previsto no art. 46, inciso III, totalizando 20% (vinte por cento);- o projeto é inteiramente gratuito.III - disponibilizar, na internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referentes ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição;- serão disponibilizadas gratuitamente via plataformas de video youtube e vimeo, acessadas de maneira gratuita, contribuindo também com a democratização do acesso.IV - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos;- O documentário será disponibilizado para a Rede Minas Cultural e Educativa e outras TVs públicas, que são emissoras de TV abertas e gratuitas. A facilitação do acesso pela população se dará também através da disponibilização de registros audiovisuais das atividades desenvolvidas pelo projeto na internet. Além disso, o documentário será colocado nas plataformas de video gratuitas como Vimeo e YouTube e terão seus acessos divulgados amplamente. Serão distribuídas cópias para as 20 cidades previstas no projeto. Os episódios serão disponibilizados para as 20 cidades parceiras do projeto, além da capital Belo Horizonte, para uso em seus canais próprios de divulgação, incluindo redes sociais. Além disso, todas as escolas e faculdades de cinema em Minas Gerais receberão material de divulgação e cópias dos episódios, com permissão para uso em salas de aula.
BELLINI ANDRADE: diretor e diretor de fotografia:O dirigente e único sócio Bellini Sebastião de Andrade da empresa proponente Espinha de Bacalhau Conteúdo Audiovisual Ltda, é o autor do projeto e exercerá as funções de diretor e diretor de fotografia.Bellini Andrade é diretor da produtora Espinha de Bacalhau, criada para dar continuidade aos trabalhos do diretor e produtor cultural. Na Espinha de Bacalhau desenvolve atividades como diretor de cena e fotografia de documentários, ficção e trabalhos culturais, função a ser exercida no projeto cultural proposto nesse edital. Atuou ainda como coordenador das oficinas de video sobre educação patrimonial. Formação Acadêmica: Bacharel em Jornalismo e Publicidade e Propaganda pela UFMG, com conclusão em 1988. Experiências Acadêmicas: Professor da Oficina de Video nos Festivais de Inverno da UFMG, em 1990 e 1991. Professor das Oficinas de Video no Projeto Trem da Vale sobre Educação Patrimonial, em Ouro Preto e Mariana, em 2006 e 2007. Professor das Oficinas de Video no Projeto Imagens do Futuro, sobre Educação Patrimonial, em Barão de Cocais e Ouro Branco, em 2009.-Formatou e dirigiu o documentário "Mestre Belini – O Choro do Cerrado", realizado com recursos da Lei Paulo Gustavo e LMIC BH, em 2025;-Formatou e dirigiu o documentário "Do mato à mesa", vencedor do Fundo Estadual de Cultura da Secult-MG, sobre o uso das PANC`S na culinária mineira, em 2023;-Formatou e dirigiu o projeto "Rumos de Minas" com 50 videos e exposição sobre bens culturais e patrimoniais de Minas Gerais, em 2022, com direção geral da Espinha de Bacalhau;-Roteirizou e dirigiu o video sobre a restauração do miniteatro de óperas do projeto Óperas em Cena, da Funarte/MG, em maio de 2021; - Dirigiu a série de 4 videos temáticos do projeto Óperas em Cena, da Funarte/MG, em janeiro de 2021;-Membro da equipe de roteiristas do projeto “Núcleo Emvideo”, contemplado no edital “FSA 2019: DESENVOLVIMENTO, PRODUÇÃO E COMERCIALIZAÇÃO”, do programa “BH nas Telas, Cinema e TV” da Secretaria de Cultura de BH, linha de desenvolvimento 01: desenvolvimento, categoria: núcleo criativo, em 2019;-Dirigiu a videoinstalação "Vozes da Cidade", em cartaz no Memorial Minas Gerais Vale de outubro a dezembro de 2018, realizada com recursos da Lei Municipal de Incentivo à Cultura de BH;-Dirigiu a série documental "18 km", sobre o entorno da Lagoa da Pampulha, lançada na Rede Minas em 2017, com recursos da Lei Municipal de Incentivo à Cultura de BH; FÁBIO LEITE: RoteiristaExperiência profissionalTELEVISÃO/VÍDEO- Editor-chefe do programa Agenda (Rede Minas, 2012)- Roteirista da série "Memórias - Fragmentos da História da Justiça Eleitoral" (Brasília, TV Justiça, 2005 - 10 Episódios).- Roteirista da série de microprogramas “Você Sabia”? (TV Justiça, 2010/2016).- Script doctor dos projetos da produtora Emvideo (“Cemitério do Peixe”, “O Caminho de Guermantes”, “O Doido no Portão”).-Crítico colaborador do programa Agenda (Rede Minas, 1988-2010)IMPRENSA- Editor-adjunto do caderno Cultura do jornal Hoje em Dia (1996 a 2010)- Crítico de cinema, literatura e quadrinhos do Hoje em Dia (1988 a 2011)- Colaborador de O Pasquim (Rio de Janeiro, 1980-1985)- Roteirista e tradutor da revista Mad (RJ, 1980/1986)- Articulista e roteirista de O Cometa Itabirano (1988-1996)- Crítico da Seção de Cinema do Estado de Minas (1980-1986)- Assessoria de imprensa: “Corpo 12”, de Marcus Nascimento, “Colisão de Colibris”, de Marcelo Braga- Naza Music – Produção e consultoria de textos e releases.CINEMA:- Comissão de Seleção do Festival Internacional de Curtas de BH (2002)- Comissão de Seleção da Mostra de Cinema de Tiradentes (2009)LIVROS:- Paulo Moura e a Bossa Nova Instrumental”, de Cléber Alves – Consultoria e revisão- "O Fim das Coisas - As Salas de Cinema de Belo Horizonte", de Ataídes Braga (CRAV/PBH, 1995) - editor, revisor e redator.- "Cinema em Palavras", organização de José Zuba Jr (CRAV/PBH, 1995) - editor, revisor e coautor.- "Presença do CEC - 50 Anos de Cinema em Belo Horizonte" (editora Crisálida, 2001): co-autor.- “Os Filmes Que Sonhamos” (Editora Lume, 2011): co-autor.TEATRO/ESPETÁCULOS:"Você Estava Ótimo" (1996): direção, tradução e adaptação (textos de Dorothy Parker). Com Christiane Antuña e Sérgio Leite Souza Penna."Com o Diabo no Corpo" (montado pelo grupo Quimera em 2004): dramaturgia.“O Menino do Planeta Arco-Íris” (infantil, RJ, 1981): textos."Brasil de Cabo a Rabo – musical com Colé e Lady Francisco (1982). Textos. RÁDIO- Programa Videopress (Rádio Alvorada, BH, 1986 a 1991) – concepção, redação, apresentação- Cultura Geral (Rádio Guarani) – colunista de cinema, música e quadrinhos.INTERNET- Orquestra Filarmônica de Minas Gerais – Produção para o site de textos sobre obras e seus compositores JOACÉLIO BATISTA: Montador e editor de imagensBacharel em AnimaçãoEscola de Belas Artes - Universidade Federal de Minas Gerais (2001) -Bacharel em DesenhoEscola de Belas Artes - Universidade Federal de Minas Gerais (2003) -Mestrado em Criação Artística Contemporânea,Universidade do Aveiro, Portugal, (2014).Direção em Filmes:2005 - Artificios do olhar (África do Sul)2007- Se me pergunto, porque meus lábios negam respostas?2009 - Bolívia te Extraño2009 - Entre o terreiro e a cozinha2010 - Luruskan (Indonésia)2010 - O menino que colhia cascas2012 - fugaz2018 - Ich bin der Übernebsh!2020 - O manual do zueiro sem noçãoFotografia e Montagem de filmes2019 - Pela Pele (Marco Paulo Rolla)2017 - Mémoria Viva do Sertão (Beth Zianni)Edição e Montagem2025 - Mestre Belini - O Choro do Cerrado (Bellini Andrade)2023 - Do Mato à Mesa (Bellini Andrade)2023 - Rumos de Minas (Chico de Paula e Bellini Andrade)2006 - M2 (Ines Link e Louise Ganz)2007 - O Quadrado de Joana (Tiago Mata Machado)2010 - Os Residentes (Tiago Mata Machado)2010 - Banda do Sete (Sara Ramo)2019 - Lindalocaviejabruja (Sara Ramo)Prêmios e Bolsas2021. Menção honrosa - II Festival Zona de Cinema - Rio de Janeiro, .2012. Troféu Filme Livre – Mostra do Filme Livre 2012 – RJ, RJ2011. Troféu Filme Livre – Mostra do Filme Livre 2011 – RJ, RJ! 2010. Vivo Arte.Mov Festival Internacional de Arte em Mídias Móveis – BH, MG. CAIO GRACCO GUIMARÃES: Masterização e produção musicalIniciação musical, treinamento básico e introdução às técnicas de execução (violoncelo) com Marco Antônio Guimarães - Fundação de Educação Artística (1976 a 1982)XI Festival de Inverno da UFMG - Oficina de Execução (Marco A. Guimarães) e Oficina básica de composição (H. J. Koellreutter)XII Festival de Inverno da UFMG – Composição (Lindembergue Cardoso), Improvisação Coletiva (Léon Birioti), violoncelo(Thomas Jucksch)XIII Festival de Inverno da UFMG - Oficinas básicas de Composição(Marco A. Guimarães) e Violoncelo (Eugen Ranevsky)IV Curso Internacional de Brasília – Coral (Gerald Kegelmann), Violoncelo (Piero Bastianelli), Orquestra “B”(Emílio C. de Carvalho) , Composição (Christopher Bochmann)XIV Festival de Inverno da UFMG – Composição (Lindembergue Cardoso), Música Cênica (Rufo Herrera), Análise (Willy Correa de Oliveira), Orquestra Laboratório (Jorge Salim);III Oficina de Música de Curitiba - Estética e Composição Coletiva (H.J.Koellreutter, 1983)XVI Festival de Inverno da UFMG - Composição e Orquestração(Dante Grela)EXPERIÊNCIA PROFISSIONALVioloncelista da primeira Orquestra Jovem Experimental da Fundação Clóvis Salgado(1979) e da Orquestra Jovem de BH (1982/1984)Festival de Cinema de Tiradentes 2023, Orquestra Olé Consignado 2023, Ana Couttinho, Sílvia Negrão, Banda Zeeper, Márcio Gato, Teca Rabelo, Fran Acuña, Márcio Diniz, Vinício Tiso , Flávio Henrique, Teresa Morales, Sérgio Moreira, Titane, Chico Amaral, Rubinho do Vale, Saulo Laranjeira, Toninho Horta, Lombinho com Cachaça, José Namem, Beto Lopes, Eduardo Delgado, Gilvan de Oliveira, Marcus Vianna, entre outros.Produção musical, arranjos e criação para diversas peças de propaganda e vídeos institucionais. Produção/direção musical e criação de trilhas sonoras:Shows : Histórias da Arca, Aquático, Sobre o Tempo e Poemas Musicados de Ana Couttinho, Artistas Mineiros in Concert IX” (set/2002) e Artistas Mineiros in Concert X - com arranjos para a Orquestra de Cordas do SESI (set/2003),Diversas produções para vídeo (institucionais, propaganda e autorais) , destacando:Vídeo de animação De Déu em Déu Casa Volante (2019) - Prêmio Iluminando Talentos, Energia da Cultura 2023.Vídeo-dança Balanço" da Cia No Ar de Dança (2021)Projeto Rumos de Minas (bens culturais de Minas Gerais, 50 vídeos, 2023) e Coletando Memórias (mini-biografias de prefeitos de Itabirito,16 vídeos, 2023)Criação musical e produção de áudio para a Estação Ciência Anglo American em Conceição do Mato Dentro (2019).Produtor/arranjador de trinta e um CD's (diversos artistas e gêneros).Áudio-livros Histórias da Arca 1 & 2 e Aquático (Ana C.) ,Bichos De Versos (Pierre André -2012) e Depois do Sol de Beatriz Myrrah (2022).Prêmio SINPARC 2006 - melhor trilha sonora original para dança com "Città" - Cia No Ar de Dança.Indicado ao 25o Prêmio da Música Brasileira categoria Infantil com Rabiola-Ola-Catibiribola, de Sílvia Negrão – 2014. Curador na primeira mostra Cílio – Circuito de Linguagens Originais 2024.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.