Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.
"Meu nome é Cem" é um projeto cultural que homenageia o cantor, compositor e artista plástico Antônio Carlos Belchior, falecido em 2017 e que completaria 80 anos em 2026. Idealizado e coordenado por sua filha, a cantora Vannick Belchior, o projeto tem caráter multiartístico, com foco principal na música, mas integrando também literatura e artes visuais, refletindo a multiplicidade da trajetória artística de Belchior. A proposta prevê a realização de oito shows em seis estados brasileiros, nos quais Vannick interpreta o repertório do pai. Além dos espetáculos musicais, o projeto inclui exposições de artes plásticas e lançamentos de livros ligados à obra e ao legado do artista, promovendo um panorama sensível e abrangente de sua contribuição para a cultura brasileira.
“Meu nome é Cem” é um projeto cultural que celebra a vida e a obra de Antônio Carlos Belchior — cantor, compositor e artista plástico que faleceu em 2017 e completaria 80 anos em 2026. Idealizada e coordenada por sua filha, a cantora Vannick Belchior, a iniciativa assume caráter multiartístico, tendo a música como eixo central, mas dialogando também com a literatura e as artes visuais, em sintonia com a multiplicidade da trajetória do artista.A proposta contempla a realização de oito apresentações musicais em seis estados brasileiros, nas quais Vannick interpreta o repertório do pai. Além dos shows, o projeto contará com exposições de artes visuais que reúnem pinturas, desenhos e registros gráficos assinados por Belchior, revelando ao público uma faceta menos conhecida de sua produção criativa. Essas mostras pretendem aproximar espectadores da sensibilidade plástica do artista, evidenciando como sua expressão visual dialoga com a poesia e a música que marcaram sua obra.Também estão previstos lançamentos de livros relacionados ao legado de Belchior, ampliando o alcance do projeto e oferecendo um panorama sensível e abrangente de sua contribuição para a cultura brasileira.
Objetivo Geral: Celebrar, preservar e difundir o legado artístico e intelectual de Antônio Carlos Belchior, por meio de uma proposta cultural multiartística que una música, literatura e artes visuais, promovendo o acesso à cultura, a valorização da memória e o estímulo à produção artística nacional. A proposta vai além de apenas rememorar o artista, ela busca manter vivo o impacto cultural de sua obra, conectando diferentes públicos e linguagens artísticas. Objetivos Específicos: - Realizar oito apresentações musicais presenciais, com a cantora Vannick Belchior interpretando o repertório do pai, abrangendo desde os grandes sucessos até canções menos conhecidas. Os shows contarão com direção musical, figurinos e cenografia inéditos, concebidos em diálogo com a estética e a poética de Belchior. - Promover exposições de artes visuais com obras de artistas brasileiros que, ao longo do tempo, retrataram Belchior ou se inspiraram em sua obra. As exposições terão curadoria artística e serão adaptadas conforme a estrutura de cada local de apresentação. - Lançar e divulgar livros relacionados à vida, obra e influência de Belchior na cultura brasileira, criando espaço para reflexões críticas, literárias e afetivas sobre sua trajetória. As ações literárias poderão incluir lançamentos, rodas de leitura, bate-papos com autores e mediações culturais. - Estimular a transversalidade entre linguagens artísticas, fortalecendo o diálogo entre música, artes visuais e literatura, e incentivando novos olhares sobre a obra de Belchior, além de expandir o repertório cultural do público. - Ampliar o acesso à cultura em diferentes regiões do Brasil, com foco na descentralização geográfica das ações, oferecendo atividades gratuitas ou de baixo custo em estados das regiões Nordeste, Sudeste e Centro-Sul do país, atendendo a públicos diversos. - Preservar e valorizar a memória de Belchior, contribuindo para o reconhecimento de sua importância como figura essencial da música popular brasileira, bem como de sua atuação como artista visual e pensador da cultura. - Contribuir para a formação de público e a educação artística, especialmente entre jovens e estudantes, ao possibilitar o contato com diferentes linguagens e com o legado de um artista que ultrapassou gerações com sua voz singular e sua visão crítica do mundo.
A proposta "Meu nome é cem" nasce da urgência de preservar, valorizar e difundir a obra de Antônio Carlos Belchior, um dos mais influentes compositores da música popular brasileira, cuja produção transcende os limites da canção ao dialogar com a literatura, as artes visuais, a crítica social e a filosofia. Falecido em 2017, Belchior completaria 80 anos em 2026, o que reforça o caráter comemorativo e simbólico deste projeto, que propõe revisitar e reinterpretar sua obra por meio de uma abordagem multiartística.Mais do que um tributo, "Meu nome é cem" busca construir pontes entre gerações, estilos e linguagens. Ao reunir música, literatura e artes plásticas, a proposta reconhece e honra a complexidade criativa de Belchior, que não foi apenas um cantor e compositor, mas também um artista plástico autodidata e leitor voraz, profundamente influenciado por poetas, filósofos e movimentos sociais. Sua obra é marcada por temas atemporais como identidade, liberdade, desigualdade, juventude e crítica ao conformismo — assuntos que seguem atuais e merecem ser revisitados sob novas perspectivas.A proposta também tem um compromisso com a democratização do acesso à cultura, com a realização de eventos em diferentes estados do Brasil (Ceará, São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Bahia e Pernambuco), alcançando públicos diversos, dentro e fora dos grandes centros urbanos. As ações culturais serão oferecidas gratuitamente ou com ingressos populares, garantindo ampla participação e inclusão.Além disso, o projeto contribui para o fomento à produção artística contemporânea, ao convidar artistas plásticos e escritores que dialogam com a obra de Belchior, promovendo uma renovação simbólica de sua memória e um incentivo à criação cultural baseada em referências nacionais. A curadoria musical será conduzida por Vannick Belchior, filha do artista e cantora com trajetória própria, o que agrega autenticidade e continuidade afetiva ao projeto.Do ponto de vista das políticas públicas, a iniciativa se alinha aos princípios da Lei de Incentivo à Cultura ao:- Promover o acesso à produção artística de qualidade;- Valorizar o patrimônio cultural imaterial;- Estimular a diversidade estética e regional;- Fomentar ações formativas e reflexivas por meio da arte.Por fim, considerando o Artigo 1º da Lei 8.313, o projeto se enquadra aos seguintes incisos:I - Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - Promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileiraVIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória.Portanto, "Meu nome é cem" é uma ação estratégica de valorização da memória cultural brasileira, ao mesmo tempo em que propõe novas formas de ler, ouvir e enxergar a obra de um artista que continua a inspirar gerações. Sua realização é fundamental para manter vivo o diálogo entre passado, presente e futuro da arte nacional.
Como forma de garantir o retorno social do investimento público e ampliar o alcance do projeto para públicos diversos, “Um Canto a Palo Seco” prevê a realização de contrapartidas sociais em todos os estados onde ocorrerão apresentações e ações culturais. Tais atividades buscarão promover a inclusão, a formação de público e a valorização da cultura local, com foco em estudantes, educadores, artistas emergentes, pessoas em situação de vulnerabilidade social e pessoas com deficiência.As contrapartidas incluem:1. Distribuição gratuita de ingressosEm cada cidade onde houver apresentações, será destinada uma cota mínima de 15% dos ingressos para distribuição gratuita, por meio de parcerias com escolas públicas, ONGs, associações culturais, instituições de assistência social e coletivos comunitários.A seleção dos beneficiários será feita em articulação com redes locais, priorizando públicos historicamente afastados do acesso à cultura.2. Roda de conversa ou oficina culturalEm cada localidade do projeto, será realizada pelo menos uma roda de conversa ou oficina gratuita, voltada a jovens, estudantes, artistas locais e interessados em arte e cultura.Os temas poderão incluir: a vida e obra de Belchior, o processo criativo da música brasileira, a relação entre arte e crítica social, ou ainda experiências de bastidores de produção cultural.As atividades serão conduzidas por integrantes da equipe artística ou técnica do projeto, com linguagem acessível e metodologia participativa.3. Mediação cultural nas exposições e lançamentos literáriosNos eventos paralelos (exposições ou lançamentos de livros), será oferecido um momento de mediação cultural gratuita, com acompanhamento de educadores, curadores ou artistas participantes.O público-alvo incluirá estudantes da rede pública, idosos, grupos culturais locais e pessoas com deficiência, com linguagem adaptada conforme necessário.
Atividades Principaisa) MúsicaNúmero de apresentações: 8 showsLocais: teatros e espaços culturais em seis estados brasileirosRepertório: canções de Antônio Carlos Belchior, interpretadas por Vannick BelchiorFormato: show com banda completa, iluminação cênica e projeções visuaisb) Artes VisuaisExposição: Mostras de pinturas, desenhos e registros gráficos de BelchiorAcervo: obras originais e reproduções autorizadasEspaço expositivo: galerias ou áreas anexas aos teatrosRecursos técnicos: painéis expositivos, iluminação museográfica, vitrines e recursos multimídiac) LiteraturaLançamentos de livros: obras inéditas ou reedições relacionadas à vida e ao legado de BelchiorAções integradas: sessões de autógrafos, rodas de conversa e debates com pesquisadores e artistas convidados Infraestrutura NecessáriaPalco com estrutura de som (P.A.) e iluminação profissionalTelão para projeções de imagens e vídeosEspaço expositivo climatizado e com iluminação adequadaEquipe técnica especializada (produção, montagem, som, luz, cenotécnica)Material gráfico de apoio (catálogos, programas, folders)
O projeto “Meu nome é Cem” se compromete com a acessibilidade física, sensorial e comunicacional, garantindo que diferentes públicos — incluindo pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida — possam usufruir plenamente das atividades culturais propostas.As medidas de acessibilidade previstas incluem:- Locais de apresentações com acesso adaptado para cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida;- Disponibilização de intérprete de Libras (Língua Brasileira de Sinais) durante os shows;- Disponibilização de audiodescrição para trechos selecionados dos espetáculos, quando tecnicamente viável;- Produção de materiais gráficos acessíveis (digitais e impressos), com versões em fonte ampliada e alto contraste para pessoas com baixa visão;- Capacitação da equipe de produção e recepção para o atendimento inclusivo e respeitoso ao público com deficiência.Essas iniciativas reafirmam o compromisso do projeto com a equidade de acesso, garantindo que a fruição cultural não esteja condicionada a barreiras físicas, sensoriais ou cognitivas.
“Meu nome é Cem” será inteiramente voltado a ações de democratização simbólicas, com foco em atingir a diversidade de públicos, incluindo populações periféricas, estudantes, artistas locais, educadores, idosos e jovens em situação de vulnerabilidade social.A democratização se expressa nos seguintes eixos:- Descentralização geográfica: os shows e ações paralelas acontecerão em diferentes estados brasileiros, contemplando capitais e cidades com tradição cultural diversa (Ceará, São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Bahia e Pernambuco);- Parcerias com escolas, universidades e instituições culturais locais, visando o engajamento de estudantes e educadores por meio de ações educativas ligadas ao projeto (como rodas de conversa, visitas mediadas e distribuição de materiais sobre a obra de Belchior);- Ações complementares de formação de público, como rodas de leitura, bate-papos com artistas e mediação das exposições, buscando aprofundar o contato do público com a obra de Belchior e com o fazer artístico em geral.Com isso, o projeto atua diretamente na ampliação do acesso à cultura de qualidade, especialmente em um momento histórico em que o fomento público é fundamental para garantir o direito à arte como parte da cidadania.-Toda a gravação dos shows serão que integraram o produto audiovisual será lançada de forma gratuíta no término no projeto para os públicos que não puderam ir aos eventos ao vivo tenha acesso.
Vannick Belchior - Coordenadora Geral do Projeto - Cantora, intérprete e filha do icônico compositor cearense Belchior. Com uma voz marcante e presença cativante, Vannick transita por gêneros como MPB, pop e regional, trazendo em seu trabalho uma fusão entre a herança musical nordestina e a contemporaneidade. Seu repertório valoriza composições autorais e releituras emocionadas da obra de seu pai, com quem compartilha não apenas o sobrenome, mas o compromisso com a arte como expressão da identidade cultural brasileira. Ao longo da carreira, tem se apresentado em diversos palcos do país, conquistando público e crítica. Também atua em projetos que celebram a memória da música brasileira. Vannick é reconhecida por sua autenticidade, sensibilidade artística e engajamento na preservação do legado musical de Belchior.Lu de Souza - Maestro e diretor Musical - Lu de Souza é músico, arranjador, cantor e multi-instrumentista cearense, com atuação destacada na cena musical do Nordeste. Com sólida formação em música popular, desenvolve trabalhos que transitam entre o canto coral, a música regional e a canção brasileira contemporânea. Como diretor musical e instrumentista, tem contribuído com diversos espetáculos, grupos vocais e projetos de valorização da cultura local. Lu de Souza é reconhecido por sua versatilidade artística, sensibilidade nos arranjos e compromisso com a educação musical. Ao longo da carreira, participou de festivais, gravações, trilhas sonoras e projetos de circulação pelo Ceará e outros estados. Sua música dialoga com as raízes nordestinas, ao mesmo tempo em que incorpora elementos modernos, resultando em um trabalho original e expressivo. Isabel Colasanto Produtora do Projeto- Produtora cultural brasileira com uma trajetória de destaque no campo das artes e entretenimento. Ela é reconhecida por seu trabalho na organização e realização de eventos culturais, exposições, espetáculos e projetos relacionados à cultura. Isabel Colasanto, desde 2001 atua como produtora executiva e gerente de produção em diferentes projetos, colaborando com artistas, músicos, atores e outros profissionais da indústria criativa. Ela desempenha um papel fundamental no planejamento, coordenação e execução de eventos culturais, trabalhando em estreita colaboração com equipes de produção, fornecedores, patrocinadores e parceiros. Sua expertise abrange áreas como curadoria, gestão de projetos, orçamentação, contratos, logística e promoção. Isabel Colasanto é conhecida por sua capacidade de criar experiências imersivas e impactantes, garantindo a qualidade e o sucesso dos eventos culturais em que está envolvida.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.