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PRONAC 257763Autorizada a captação total dos recursosMecenato

PROJETO ALEC - CAPOEIRA, GINGA E GUEREIROS DA FÉ.

ASSOCIACAO LIVRES EM CRISTO
Solicitado
R$ 495,5 mil
Aprovado
R$ 495,5 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Capoeira: Apresentação de Dança ou Ação Educativa
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
SP
Município
Americana
Início
2026-01-10
Término
2026-12-10
Locais de realização (1)
Americana São Paulo

Resumo

O projeto ALEC _ Capoeira, Ginga e Guerreiros da Fé propõe oficinas gratuitas de capoeira para crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social em Americana-SP. A iniciativa contempla aulas práticas, rodas culturais, vivências com instrumentos tradicionais, confecção de uniformes e apresentações públicas. A proposta valoriza a capoeira como expressão artística, histórica e educativa, promovendo inclusão, identidade cultural e fortalecimento dos vínculos comunitários.

Sinopse

1. Oficinas de CapoeiraResumo: Aulas práticas e teóricas de capoeira voltadas a crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social, com abordagem dos fundamentos técnicos, movimentos corporais, musicalidade, história e valores culturais afro-brasileiros. As oficinas serão realizadas três vezes por semana, com duração de 1h30, durante 12 meses.Classificação indicativa: Livre2. Vivências MusicaisResumo: Atividades complementares voltadas ao aprendizado dos instrumentos tradicionais da capoeira, como berimbau, pandeiro, atabaque e agogô. Os participantes terão contato com ritmos, cantos e toques que compõem a musicalidade da roda de capoeira. Classificação indicativa: Livre3. Rodas CulturaisResumo: Encontros mensais abertos à comunidade, nos quais os participantes demonstram os aprendizados das oficinas em rodas de capoeira. As rodas incluem canto, percussão, jogo corporal e interação entre os presentes, promovendo integração e valorização da cultura popular.Classificação indicativa: Livre4. Apresentações PúblicasResumo: Espetáculos culturais realizados em escolas, praças e centros comunitários, com demonstrações de capoeira, música e expressão corporal. As apresentações têm caráter educativo e celebrativo, promovendo a cultura da capoeira como patrimônio imaterial brasileiro.Classificação indicativa: Livre5. Exposição Fotográfica ItineranteResumo: Mostra de imagens captadas ao longo do projeto, com registros das oficinas, rodas culturais e apresentações. A exposição será montada em espaços públicos e escolas, acompanhada de textos explicativos e depoimentos dos participantes.Classificação indicativa: Livre6. Material Informativo DigitalResumo: Produção de conteúdo digital acessível, como e-books, vídeos curtos e posts educativos sobre a história da capoeira, seus fundamentos e sua importância cultural. O material será disponibilizado gratuitamente em redes sociais e plataformas digitais. Classificação indicativa: Livre7. Evento de EncerramentoResumo: Atividade final do projeto com apresentação dos participantes, entrega de certificados, exposição fotográfica e roda cultural aberta. O evento celebra os resultados alcançados e promove o reconhecimento da capoeira como ferramenta de inclusão e formação cidadã.Classificação indicativa: Livre

Objetivos

Objetivo GeralPromover o acesso à cultura da capoeira como ferramenta de valorização da identidade, inclusão social e desenvolvimento humano de crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social na cidade de Americana-SP, por meio de atividades regulares realizadas nos contraturnos escolares ao longo de 12 meses.Objetivos Específicos1 - Oferecer oficinas gratuitas de capoeira para 100 crianças e adolescentes, com aulas realizadas 3 vezes por semana, com duração de 1h30 cada, durante 12 meses consecutivos.2 - Realizar aulas práticas de capoeira, abordando fundamentos técnicos, movimentos corporais, disciplina e respeito mútuo.3 - Desenvolver vivências culturais com foco na musicalidade da capoeira, incluindo o uso e aprendizado de instrumentos tradicionais como berimbau, pandeiro e atabaque.4 - Promover rodas de capoeira mensais, abertas à comunidade, como forma de integração, expressão artística e valorização da cultura afro-brasileira.5 - Produzir e distribuir uniformes completos (camiseta, calça e corda) para todos os participantes, reforçando o senso de pertencimento e identidade.6 - Realizar apresentações públicas em espaços culturais, escolas e eventos comunitários, com o objetivo de divulgar o projeto e ampliar o alcance da capoeira como manifestação cultural.7 - Estimular o fortalecimento dos vínculos familiares e comunitários por meio da participação ativa dos responsáveis nas atividades e eventos do projeto.8 - Documentar e registrar as atividades do projeto por meio de relatórios, fotos e vídeos, garantindo a transparência e a comprovação das ações realizadas para prestação de contas.9 - Valorizar a capoeira como patrimônio cultural imaterial, promovendo o reconhecimento de sua importância histórica, educativa e social entre os jovens participantes.10 - Contribuir para a formação cidadã dos beneficiários, incentivando valores como respeito, cooperação, autoestima e superação de desafios.

Justificativa

O projeto ALEC _ Capoeira, Ginga e Guerreiros da Fé propõe a realização de oficinas culturais de capoeira voltadas a crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social na cidade de Americana-SP, nos contraturnos escolares, ao longo de 12 meses. A capoeira, reconhecida como patrimônio cultural imaterial brasileiro, é uma manifestação artística que integra música, dança, oralidade, história e valores comunitários, sendo um instrumento potente de inclusão, educação e valorização da identidade cultural afro-brasileira.A proposta busca atender diretamente 100 beneficiários, com atividades regulares que envolvem aulas práticas, vivências musicais, rodas culturais, confecção de uniformes e apresentações públicas. O projeto será executado por uma entidade sem fins lucrativos, com histórico de atuação social e cultural, e depende do financiamento via Mecanismo de Incentivo Fiscal para viabilizar sua realização, dada a ausência de recursos próprios e a impossibilidade de cobrança de ingresso ou mensalidade dos participantes.O uso da Lei de Incentivo à Cultura é essencial para garantir a gratuidade, acessibilidade e continuidade das ações, permitindo que empresas e pessoas físicas contribuam com a execução do projeto por meio da renúncia fiscal, conforme previsto na legislação.O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei nº 8.313/91:Inciso I _ Apoio a projetos que tenham por objetivo a difusão de bens culturais, especialmente os de pequeno porte e os de natureza local e regional.Inciso II _ Apoio a projetos que visem à formação artística e cultural, inclusive o aperfeiçoamento de profissionais da cultura.Inciso III _ Apoio a projetos que objetivem o estímulo à produção cultural local e regional.Inciso V _ Apoio a projetos que tenham por objetivo a preservação e difusão do patrimônio cultural material e imaterial.O projeto contribui diretamente para os seguintes objetivos da política nacional de cultura, conforme o Art. 3º da Lei:I _ Contribuir para facilitar, a todos, o acesso às fontes da cultura nacional.II _ Apoiar, valorizar e difundir as manifestações culturais populares, indígenas e afro-brasileiras.III _ Preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural brasileiro.IV _ Desenvolver a consciência internacional sobre a cultura brasileira.V _ Estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória.VII _ Estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais.VIII _ Apoiar a presença da cultura brasileira nos meios de comunicação de massa.X _ Estimular o mecenato cultural por meio de incentivos fiscais.A capoeira, além de expressão artística, é uma ferramenta de transformação social. Ao promover o acesso gratuito a essa prática cultural, o projeto contribui para o fortalecimento da autoestima, da disciplina, da consciência histórica e da valorização da diversidade. Em comunidades carentes, onde o acesso à cultura é limitado, iniciativas como esta representam oportunidades reais de desenvolvimento humano e cidadania.A Lei de Incentivo à Cultura, portanto, é o instrumento adequado e necessário para garantir que este projeto alcance seu público-alvo com qualidade, continuidade e impacto social, cultural e educacional.

Estratégia de execução

O projeto ALEC – Capoeira, Ginga e Guerreiros da Fé se destaca por sua abordagem integrada entre cultura, educação, inclusão social e valorização da identidade afro-brasileira.Além das ações descritas nos campos anteriores, há aspectos complementares que reforçam sua relevância:* Envolvimento comunitário contínuo, com participação ativa de familiares, lideranças locais e instituições parceiras.* Formação cidadã e ética, por meio de valores como respeito, disciplina, cooperação e superação, presentes na prática da capoeira.* Promoção da equidade racial e social, ao valorizar uma manifestação cultural afro-brasileira em territórios vulneráveis.* Fortalecimento da autoestima e pertencimento, especialmente entre crianças e adolescentes em situação de risco social.* Criação de legado cultural, com registros audiovisuais, exposições e materiais informativos que permanecem como referência para a comunidade.* Capacitação da equipe técnica, com encontros formativos e troca de saberes entre educadores, mestres e comunicadores.* Ações de sustentabilidade, como uso consciente de materiais, reaproveitamento de instrumentos e incentivo à economia local na produção de uniformes e materiais gráficos.O projeto contribui diretamente para o alcance de diversos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030, conforme descrito abaixo:ODS 1 – Erradicação da PobrezaAo oferecer atividades gratuitas e oportunidades de formação cultural para crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade, o projeto atua na redução das desigualdades sociais e no fortalecimento de redes de apoio comunitário.ODS 3 – Saúde e Bem-EstarA prática da capoeira promove saúde física, equilíbrio emocional e bem-estar coletivo, contribuindo para o desenvolvimento integral dos participantes.ODS 4 – Educação de QualidadeO projeto oferece educação não formal com conteúdo histórico, artístico e ético, estimulando o aprendizado, a criatividade e o pensamento crítico.ODS 5 – Igualdade de GêneroAs atividades são abertas a todos os gêneros, com estímulo à participação equitativa e combate a estereótipos, promovendo respeito e empoderamento.ODS 10 – Redução das DesigualdadesAo atuar em territórios periféricos e oferecer acesso gratuito à cultura, o projeto contribui para a inclusão social e a valorização de grupos historicamente marginalizados.ODS 11 – Cidades e Comunidades SustentáveisA ocupação de espaços públicos com atividades culturais fortalece o senso de comunidade, promove segurança e estimula o uso positivo dos territórios urbanos.ODS 16 – Paz, Justiça e Instituições EficazesA capoeira, como prática coletiva e educativa, promove valores de paz, diálogo e resolução não violenta de conflitos, contribuindo para a formação de cidadãos conscientes e participativos.ODS 17 – Parcerias e Meios de ImplementaçãoO projeto será realizado com apoio de escolas, coletivos culturais, igrejas e empresas locais, fortalecendo parcerias intersetoriais e ampliando o impacto social.Essas contribuições evidenciam que o projeto ALEC – Capoeira, Ginga e Guerreiros da Fé está alinhado com os compromissos globais de desenvolvimento sustentável, promovendo cultura com propósito, inclusão com dignidade e educação com identidade.

Especificação técnica

1. Oficinas de Capoeira1 - 12 meses, com aulas realizadas 3 vezes por semana, 1h30 por encontro, totalizando aproximadamente 192 encontros.2 - Instrumentos tradicionais (berimbau, pandeiro, atabaque, agogô), cordas de graduação, uniformes (camiseta e calça), colchonetes, cones, faixas de marcação, material de apoio visual.3 - As oficinas serão estruturadas em módulos mensais, abordando fundamentos técnicos da capoeira (movimentos básicos, esquivas, golpes, floreios), musicalidade (toques, cantos e ritmos), história e valores culturais afro-brasileiros. A metodologia será participativa, com foco na disciplina, cooperação, identidade e respeito. Serão aplicadas avaliações formativas e rodas de conversa com os participantes.4 - Livre1 - Integradas às oficinas semanais, com foco especial em 1 encontro por mês dedicado exclusivamente à musicalidade.2 - Berimbau, pandeiro, atabaque, agogô, reco-reco, caxixi, folhas de canto, cartazes explicativos, instrumentos adaptados para crianças.3 - As vivências terão como objetivo o reconhecimento dos instrumentos da capoeira, sua função na roda e a prática dos toques e cantos tradicionais. Serão trabalhadas letras de ladainhas, corridos e chulas, com contextualização histórica e cultural. A abordagem será lúdica e sensorial, respeitando a faixa etária dos participantes.4 - Livre3. Rodas Culturais1 - 1 vez por mês, com duração média de 2 horas por roda, totalizando 12 rodas ao longo do projeto.2 - Instrumentos musicais, som portátil, microfone, banners, cordas de graduação, espaço físico adaptado e acessível.3 - As rodas serão momentos de integração entre os participantes, comunidade e equipe técnica. Cada roda terá um tema cultural (ex: ancestralidade, resistência, identidade) e será precedida por ensaio e preparação. Haverá espaço para apresentações, cantos, jogos de capoeira e depoimentos.4 - Livre4. Apresentações Públicas1 - 3 apresentações ao longo do projeto (início, meio e encerramento), com duração média de 2 horas cada.2 - Uniformes, instrumentos musicais, estrutura de som, palco ou espaço adaptado, material gráfico de divulgação.3 - As apresentações serão planejadas como culminância dos módulos pedagógicos, com participação ativa dos alunos. Serão realizadas em escolas, praças ou centros comunitários, com roteiro artístico que valorize a cultura da capoeira e os aprendizados dos participantes.4 - Livre 5. Exposição Fotográfica Itinerante1 - Montagem e circulação nos últimos 2 meses do projeto, com permanência de 1 semana em cada local (escolas, centros culturais).2 - Fotografias impressas em papel fotográfico A3, painéis expositivos, textos explicativos, QR codes com vídeos, estrutura de suporte.3 - Aproximadamente 20 imagens com legendas e textos curtos.4 - A exposição será construída com registros das atividades, depoimentos dos participantes e textos sobre a capoeira. Será acessível com audiodescrição e material em Braille.5 - Livre 6. Material Informativo Digital1 - Produção ao longo do projeto, com publicação mensal de conteúdos e entrega final de um e-book digital.2 - E-book em formato PDF, posts para redes sociais, vídeos curtos, infográficos.3 - E-book com aproximadamente 20 páginas, contendo textos explicativos, imagens e depoimentos.4 - O conteúdo abordará a história da capoeira, seus fundamentos, importância cultural e relatos do projeto. Será produzido em linguagem acessível, com versão em Libras e audiodescrição.5 - Livre 7. Evento de Encerramento1 - 1 dia, com programação de 3 horas, incluindo roda cultural, entrega de certificados, exposição fotográfica e apresentações.2 - Estrutura de som, palco ou espaço adaptado, certificados impressos, decoração temática, instrumentos musicais.3 - O evento será planejado como celebração dos resultados do projeto, com protagonismo dos participantes. Haverá espaço para falas da equipe, apresentações artísticas e confraternização com familiares e comunidade.4 - Livre

Acessibilidade

O projeto ALEC – Capoeira, Ginga e Guerreiros da Fé será desenvolvido com atenção integral à acessibilidade, garantindo que crianças e adolescentes com deficiência possam participar plenamente das atividades culturais propostas. A acessibilidade será abordada em duas dimensões: física e de conteúdo, conforme detalhado abaixo.As oficinas de capoeira serão realizadas em espaços que oferecem condições adequadas de locomoção e permanência para pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida. As medidas previstas incluem:Rampas de acesso para entrada e circulação interna, permitindo o deslocamento seguro de cadeirantes e pessoas com dificuldade de locomoção.Banheiros adaptados, com barras de apoio e espaço para manobra de cadeira de rodas.Piso tátil direcional e de alerta, para orientação de pessoas com deficiência visual.Sinalização acessível em locais estratégicos, com pictogramas e contraste visual adequado.Espaço reservado para cadeirantes e acompanhantes durante apresentações públicas e rodas culturais.Equipe capacitada para acolher e orientar participantes com deficiência, garantindo segurança e autonomia.Para garantir a compreensão e participação plena de todos os beneficiários e público envolvido, o projeto adotará medidas de acessibilidade comunicacional e sensorial:Intérprete de Libras disponível em apresentações públicas, rodas culturais e eventos de encerramento, garantindo o acesso de pessoas surdas à linguagem falada.Material informativo em Braille, incluindo folders, cartazes e convites institucionais, para pessoas com deficiência visual.Audiodescrição nas apresentações culturais, permitindo que pessoas cegas ou com baixa visão compreendam os elementos visuais da performance.Legendas descritivas em vídeos e registros audiovisuais do projeto, ampliando o acesso de pessoas surdas e com dificuldades auditivas.Visitas sensoriais guiadas, especialmente em momentos de exposição de instrumentos e vivências musicais, para estimular a percepção tátil, sonora e olfativa dos participantes com deficiência.Conteúdo digital acessível, com textos em linguagem simples, contraste adequado e compatibilidade com leitores de tela.Essas ações reforçam o compromisso do projeto com a inclusão cultural plena, garantindo que a capoeira — como expressão artística, histórica e comunitária — seja vivenciada por todos, sem barreiras físicas ou comunicacionais. A acessibilidade será monitorada e registrada ao longo da execução, com apoio técnico e acompanhamento da equipe responsável.

Democratização do acesso

O projeto ALEC – Capoeira, Ginga e Guerreiros da Fé tem como princípio fundamental a democratização do acesso à cultura, garantindo que crianças, adolescentes e a comunidade em geral possam participar e usufruir dos produtos culturais gerados de forma gratuita, inclusiva e acessível.Todos os produtos culturais gerados pelo projeto — oficinas, apresentações públicas, rodas culturais, vivências musicais e registros audiovisuais — serão oferecidos gratuitamente à população, sem cobrança de ingresso ou qualquer tipo de taxa. Não haverá comercialização de produtos, reforçando o caráter social e comunitário da proposta.Os uniformes confeccionados para os participantes serão distribuídos gratuitamente, como parte da identidade visual e valorização dos beneficiários. Os registros audiovisuais das atividades (fotos e vídeos) serão disponibilizados em plataformas digitais de acesso livre, como redes sociais e canais de vídeo, ampliando o alcance do projeto para além do território físico.Para garantir que o projeto alcance o maior número possível de pessoas, serão adotadas as seguintes estratégias complementares:* Apresentações públicas gratuitas em praças, escolas, centros comunitários e eventos locais, com divulgação antecipada e acessibilidade garantida.* Ensaio aberto das rodas culturais, permitindo que familiares, moradores da comunidade e interessados acompanhem o processo criativo e pedagógico dos participantes.* Oficinas paralelas de musicalidade e expressão corporal, abertas à comunidade, com foco em adultos e jovens não inscritos no núcleo principal do projeto.* Transmissão pela internet de apresentações e rodas culturais, por meio de lives em redes sociais e publicação posterior dos vídeos, ampliando o alcance para públicos externos e promovendo a cultura da capoeira em ambientes digitais.* Exposição fotográfica itinerante, com imagens das atividades e depoimentos dos participantes, montada em espaços públicos e escolas da região.* Material informativo digital, como e-books e vídeos curtos explicativos sobre a história, os fundamentos e a importância da capoeira, acessíveis gratuitamente.* Parcerias com escolas públicas e instituições locais, para facilitar o acesso dos alunos às atividades e fortalecer os vínculos comunitários.* Ações de sensibilização junto a lideranças locais, igrejas e coletivos culturais, para mobilizar a comunidade e ampliar a participação.Essas medidas reforçam o compromisso do projeto com a inclusão cultural, a formação cidadã e a valorização da diversidade, garantindo que os produtos gerados alcancem não apenas os beneficiários diretos, mas também a comunidade como um todo.

Ficha técnica

A Associação Livres em Cristo, entidade sem fins lucrativos com atuação sociocultural em Americana-SP, será responsável pela gestão integral do projeto ALEC – Capoeira, Ginga e Guerreiros da Fé. A instituição realizará atividades administrativas, pedagógicas e comunitárias, mesmo que em caráter voluntário, assegurando o cumprimento dos objetivos propostos.Principais atividades da instituição:Coordenação geral e acompanhamento técnico das etapas do projetoGestão financeira e administrativa, incluindo prestação de contasSeleção e supervisão da equipe técnica e pedagógicaArticulação com escolas, igrejas e coletivos locais para mobilização comunitáriaPromoção da inclusão e acessibilidade nas atividades culturaisOrganização de eventos públicos, rodas culturais e apresentaçõesDivulgação do projeto em mídias sociais e canais locaisMonitoramento dos indicadores de impacto social e culturalRegistro audiovisual das ações para memória institucionalFERNANDA CAMARA RODRIGO – Coordenadora GeralFundadora e dirigente da Associação Livres em Cristo, Fernanda possui ampla experiência em gestão de projetos sociais e culturais voltados à infância e juventude. Atua na articulação de ações comunitárias, com foco em inclusão, cidadania e formação humana. Responsável pela supervisão geral do projeto, coordenação institucional e relacionamento com parceiros.DANIEL MENDES DA SILVA – Coordenador de ProjetoEducador social e articulador comunitário, Daniel atua em projetos de cultura e educação popular. Possui experiência em planejamento, execução e monitoramento de ações voltadas a públicos em situação de vulnerabilidade. No projeto, será responsável pela coordenação operacional, cronograma de atividades e suporte à equipe técnica.DRIELLE MENDES DA SILVA POLONI – Coordenadora PedagógicaPedagoga com especialização em educação inclusiva, Drielle atua na rede pública de ensino e em projetos sociais voltados à formação de crianças e adolescentes. Tem experiência em metodologias participativas, educação antirracista e cultura afro-brasileira. No projeto, será responsável pela estruturação pedagógica das oficinas, acompanhamento dos participantes e avaliação dos resultados.ANDERSON BARBOSA DA SILVA – Coordenador de ComunicaçãoComunicador comunitário e produtor cultural, Anderson atua na criação de conteúdos digitais, campanhas de mobilização e cobertura de eventos sociais. Possui experiência em gestão de redes sociais, fotografia e audiovisual. No projeto, será responsável pela identidade visual, divulgação das ações e registro das atividades.Professor de Capoeira – David TresanoProfissional com experiência comprovada na prática e ensino da capoeira, com atuação em projetos sociais e domínio dos fundamentos culturais, musicais e históricos da modalidade. Responsável pela condução das oficinas, rodas culturais e apresentações públicas.Monitor de Capoeira – Anderson Basto de SouzaApoiará o professor nas atividades práticas e pedagógicas, auxiliando na organização das turmas, acompanhamento dos participantes e suporte nas vivências musicais. Preferencialmente será selecionado jovem com histórico de participação em projetos culturais e formação básica em capoeira.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.