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Circulação da montagem do espetáculo A PESTE nas cidades de Goiânia, Brasília, Vitória, Salvador, Aracaju e Maceió
Dizem que “quando os ratos abandonam o navio, alguma desgraça está para acontecer”! Isso poderia ser verdade com uma cidade inteira? Chega o momento em que os habitantes de Orã, que até então queixavam-se apenas de um malestar desagradável, e que disfarçavam sua inquietação com gracejos e piadas, começam a entender que, com tantos ratos mortos, alguma coisa realmente ameaçadora está para acontecer na cidade. Neste monólogo, baseado no livro de Albert Camus, o doutor Bernard Rieux conta como a pequena cidade de Orã luta para sobreviver ao terrível e devastador flagelo da peste.
Objetivo Geral:Promover e democratizar o acesso da população carioca ao espetáculo A PESTE baseado no romance literário do escritor franco-argelino Albert Camus, protagonizado pelo ator Thiago Lacerda e dirigido pelo diretor Ron Daniels.Objetivos Específicos:a)Realizar circulação do espetáculo A PESTE nas cidades de Goiânia, Brasília, Vitória, Salvador, Aracaju e Maceió, realizando, ao todo 13 apresentações;b)Realizar 02 apresentações em Goiânia;c)Realizar 03 apresentações em Brasília;d)Realizar 02 apresentações em Vitória;e)Realizar 02 apresentações em Salvador;f)Realizar 02 apresentações em Aracaju;g)Realizar 02 apresentações em Maceió.
Com tradução de Valerie Rumjanet, adaptação e direção de Ron Daniels, atuação de Thiago Lacerda _ recentemente indicado ao Prêmio Bibi Ferreira de Melhor Ator por sua interpretação neste espetáculo _, A PESTE ganha os palcos como um poderoso diálogo entre arte e sociedade contemporânea.Baseado no romance de Albert Camus, o espetáculo parte do relato do médico Bernard Rieux, que vivencia a devastação da cidade argelina de Orã diante da chegada da peste. A narrativa, ao mesmo tempo fluida e reflexiva, expõe o medo, a resistência e as escolhas coletivas diante de um flagelo que, mais do que doença, representa a miséria moral de uma civilização em crise.Publicada em 1947, a obra se tornou um clássico do século XX e foi uma das razões que levaram Camus ao Prêmio Nobel de Literatura em 1957. Sua atualidade é inegável: ao revisitar a metáfora da epidemia, A PESTE ressoa de forma contundente com experiências recentes da humanidade, como a pandemia da COVID-19, que expôs nossas vulnerabilidades, mas também a força da solidariedade e da coletividade.Foi justamente essa urgência que inspirou Ron Daniels e Thiago Lacerda a trazerem o texto para o teatro. "Em 2020, em meio à angústia coletiva, Ron trouxe a ideia de adaptarmos A Peste e me pareceu urgente. Convite aceito", relata Lacerda. Daniels completa: "As coincidências são muitas se comparadas à nossa situação atual. Mas o que mais se destaca na obra é a forma sensível e perspicaz com que Camus aborda a condição humana no amor, no sofrimento, na luta pela justiça e na coletividade".Assim, o espetáculo não apenas preserva a densidade literária de Camus, mas amplia sua força ao convidar o público brasileiro a refletir sobre nossa própria realidade. A montagem se torna um espaço de encontro e de partilha, em que a arte cumpre seu papel de provocar, consolar e transformar.O projeto prevê ainda acessibilidade, com recursos físicos e comunicacionais, garantindo a participação de pessoas com deficiência.Trata-se, portanto, de uma iniciativa cultural de grande relevância artística e social, que mobiliza mais de 15 profissionais diretamente e movimenta dezenas indiretamente, contribuindo não apenas para a difusão de uma obra-prima universal, mas também para o fortalecimento da cena teatral brasileira, a formação de plateia e a valorização de artistas e técnicos.Por fim, o projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso as fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;IX _ priorizar o produto cultural originário do País.Dentre as finalidades elencadas no Art. 3º da Lei 8313/91, podemos destacar: II - fomento à produção cultural e artística, mediante:c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;
PRODUTO PRINCIPAL - ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS -02 apresentações em Goiânia;-03 apresentações em Brasília;-02 apresentações em Vitória;-02 apresentações em Salvador-02 apresentações em Aracaju-02 apresentações em MaceióTotal de apresentações: 13
Acessibilidade FísicaO espetáculo será realizado em espaços que sejam acessíveisAcessibilidade AuditivaHaverá intérprete de LIBRAS disponível para as apresentações em que haja deficientes auditivosAcessibilidade VisualHaverá áudio descrição disponível para as apresentações em que haja deficientes visuais
Em cumprimento ao Art. 47 da IN MinC 23/2025, iremos adotar a seguinte medida:VI - Realizar ação cultural voltada para crianças, adolescentes, jovens e seus educadores; A ação a ser adotada será um ensaio aberto.Em cumprimento ao Inciso II, do Art. 49 da IN MinC 23/2025, iremos ofertar a alunos e professores de instituições públicas de ensino palestra cujo tema será “OS BASTIDORES DO ESPETÁCULO: O QUE ACONTECE ANTES DA CORTINA ABRIR".
Texto: Albert CamusTradução: Valerie RamjanekAdaptação e Direção: Ron DanielsAtuação: Thiago LacerdaCenário e figurinos: Márcio MedinaIluminação: Fábio RettiSonoplastia: Aline MeyerDireção de imagem e Videomapping: André Grynwask e Pri ArgoudFotografia: Mônica CôrtesDesigner Gráfico: Gustavo BlaauwDireção Executiva: Bruno BarrosDireção de Produção: Érica TeodoroDiretor Técnico: Marcos LoureiroAssistência de Direção: Bia FelixAssistência de Iluminação: Kim RettiAlfaiate: Alex LealConfecção Painéis e piso: Enrique CasasMaquinista: Chim QuirinoSonorização: Aline Meyer e Renato GarciaOperação de Som: Renato GarciaOperação de Vídeo: Pri ArgoudOperação de luz: Ademir MunizRevisão de textos: Ofício das letrasMídias Digitais: Wesley SouzaProdução Executiva: Nélio TeodoroAdministração: Flandia MattarRealização: 101 Produções e Ibirapema Produções CURRÍCULOS Nome: Ron DanielsFunção: Direção ArtísticaCurrículo resumido: Ron Daniels é diretor de teatro, de ópera e de cinema com atuação internacional. Nasceu em Niterói, residiu mais de 30 anos em Nova York. Atualmente vive em Londres. Fez parte da formação amadora do Teatro Oficina. É diretor honorário da Royal Shakespeare Company e foi diretor artístico do The Other Place, o teatro experimental da RSC. Encenou mais de trinta obras de Shakespeare na Inglaterra, Estados Unidos, Japão e Brasil. Dirigiu, entre outros, Ian McKellen, Glenda Jackson, Claire Bloom, Dianne Wiest, Gary Oldman, Patrick Stewart, Ralph Fiennes, Derek Jacobi, Juliet Stevenson, Mark Rylance, Kathleen Turner e Mikijiro Hira. Em 2009, assinou seu primeiro longa-metragem, Os Meninos da Guerra. Foi diretor do Instituto de Treino Avançado da Universidade de Harvard e lecionou interpretação e direção na Real Academia de Arte Dramática de Londres e ainda nas universidades de Yale, Nova York e Columbia, nos Estados Unidos, e no Teatro-Escola Célia Helena, no Brasil. Em 2000, encenou Rei Lear com Raul Cortez e em 2012, Hamlet e 2015 Macbeth e Medida por Medida, com Thiago Lacerda. Nome: Thiago LacerdaFunção: AtorCurrículo resumido: Ator com mais de 25 anos de profissão, Thiago Lacerda iniciou a carreira em 1998, desde então, protagonizou novelas, séries, minisséries na Rede Globo, entre elas: Terra Nostra e A Casa das Sete Mulheres. No teatro, atuou em O Evangelho Segundo Jesus Cristo, com direção de José Possi Neto, e Calígula, encenação de Gabriel Villela. Fez o papel-título no Hamlet dirigido por Ron Daniels, em 2012. Em 2015, protagonizou Macbeth e atuou em Medida por Medida “ Repertório Shakespeare”, ambos dirigidos por Ron Daniels. No cinema, protagonizou, entre outros filmes, O Tempo e o Vento, de Érico Veríssimo, com direção de Jayme Monjardim.Nome: Érica TeodoroFunção: Direção de ProduçãoCurrículo resumido: Érica Teodoro é diretora de produção e fundadora da Companhia da Memória. Foi sócia-fundadora e diretora de produção do Centro Internacional de Teatro Ecum. Por seu trabalho junto ao CIT-Ecum, foi indicada ao Prêmio Shell de Teatro SP 2013 na categoria inovação, “pela realização plural de seu projeto artístico-pedagógico”. Realizou a produção executiva da 1ª Mostra Internacional de Teatro de São Paulo, a MITsp. No teatro, trabalhou com Ruy Cortez, Cia. do Quintal, Roberto Lage, Grupo Nós do Morro e Juca de Oliveira. É diretora de produção do Repertório Shakespeare “ Macbeth e Medida por Medida”, de William Shakespeare, com Thiago Lacerda e direção de Ron Daniels, desde 2015. Fez a direção de produção do projeto de Circulação SESI SP 2017, com o espetáculo As aventuras do menino iogue.Nome: Bruno BarrosFunção: Direção ExecutivaCurrículo resumido: Bruno Barros é jornalista de formação. Como idealizador e diretor geral do Conexão (antigo Circuito Cearense de Teatro), dedica-se a aproximar grandes espetáculos e artistas do público, promovendo circulação cultural e democratização de acesso.Com ampla experiência em direção de produção, coordenação e gestão executiva, assinou importantes projetos no teatro brasileiro, entre eles o Festival Plínio Marcos 80 Anos (SESI SP), os musicais Gonzagão – A Lenda, Ópera do Malandro e Bilac Vê Estrelas (Prêmio Bibi Ferreira), além de montagens consagradas como Balada de Um Palhaço, Plínio e a clássica Paixão de Cristo do Eusébio/CE.Foi responsável por levar espetáculos nacionais a mais de 90 cidades brasileiras e portuguesas, com destaque para Dois Perdidos Numa Noite Suja. Além disso, foi responsável por promover um importante intercâmbio cultural com Angola, levando nomes como Paulo Betti, Vera Fischer, Emílio Dantas e André Gonçalves ao público africano.No Rio de Janeiro, entre 2014 e 2023, atuou como Coordenador de Planejamento e Relações Institucionais da Sarau Agência de Cultura Brasileira, onde colaborou em produções de enorme repercussão, como os musicais ELZA, Suassuna – O Auto do Reino do Sol, Gota D’Água [a seco] e A Hora da Estrela, todos aclamados pela crítica e transformados em versões televisivas em parceria com o Grupo Globo e a Bandeirantes.Com um percurso que une visão estratégica, experiência em gestão cultural e sensibilidade artística, Bruno Barros construiu uma carreira marcada por grandes realizações, impacto social e reconhecimento da crítica e do público, consolidando-se como um profissional versátil e essencial no cenário cultural brasileiro.Remuneração prevista para o proponente:- Coordenação Administrativo-Financeira- Coordenador do Projeto- Remuneração para captação de recursos- Direção Geral
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.