Metis
metis
Inteligência cultural
Início
  • Meus projetos
  • Nova análiseAI
  • Prestação contas
  • Alertas
  • Favoritos
  • Chat IAAI
  • Insights IAAI
  • Newsletter
  • Relatórios
  • Oportunidades🔥
  • Projetos
  • Proponentes
  • Incentivadores
  • Fornecedores
  • Segmentos
  • Locais
  • Mapa Brasil
  • Estatísticas
  • Comparativos
  • Visão geral
  • Comparar
  • PNAB (Aldir Blanc)
  • Lei Paulo Gustavo
  • Cultura Afro
  • Bolsas
  • Minha conta
  • Filtros salvos
  • Configurações
Voltar📄 Gerar Relatório Completo
PRONAC 257796ArquivadoMecenato

Mulheres de Terra e Tempo

GTN PRODUCAO E GESTAO CULTURAL LTDA
Solicitado
R$ 2,49 mi
Aprovado
R$ 2,49 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.

Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição Cultural / Artística
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Exposições de artes visuais, culturais, com museografia ou acervos de museus
Ano
25

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2026-06-04
Término
2027-06-04
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

Pelo olhar dos silenciados, principalmente mulheres, propomos um diálogo transterritorial que revela pontos de convergência nas experiências subjetivas de resistência pela existência, permanência e perpetuação de povos e territórios originários como espaços de cooperação, em experiência territorial e respectivas formas de organização dentro dos territórios do Curdistão e Amazônia. Traçando paralelos com os conceitos de CORPO-TERRITÓRIO e TEMPO-ESPAÇO, em que corpos e territórios são tempo e lugar, matéria e espírito, indivíduo e coletivo, que carregam história, saberes e tradições, e como espaço de colaboração e liberdade, pela recuperação de uma cosmopercepção de que território é corpo, espírito, vida, natureza, em que tudo está interligado, num contínuo envolver e recriar de ciclos de vidas. Por acreditarmos na importância e relevância da representatividade, as obras apresentadas foram produzidas por artistas dos povos aqui retratados.

Sinopse

A Mostra será composta por: Exposição interdisciplinar e de multilinguagem que visa integrar os conceitos de corpo-território e tempo-espaço e dar visibilidade aos povos e suas lutas e à visão de pertencimento e liberdade - uma vez que tudo está interligado: corpos, natureza, solo, tradições, e a própria existência, através de um conjunto de linguagens (imagens, fotografias, mapas, objetos, projeções, vídeos, intratividades) pelo olhar e produção de artistas locais, e cujas expressões e consequente reflexões abrem um diálogo direto entre público e as duas culturas. Classificação indicativa: 10 anos.Peças de teatro/Dança: Durante o período da mostra, teremos a apresentações de: 01 monólogo em peça teatral que narra a trajetória de uma figura de grande relevância na Revolução das Mulheres de Rojava como agente de projeção da causa pelo mundo. Classificação indicativa: 16 anos; e 01 espetáculo de Dança com atores de diferentes etnias da Amazônia.Classificação indicativa: Livre.Projeção de filmes: Teremos a exibição de 02 filmes produzidos e dirigidos por artistas das duas regiões abordadas na mostra: 01 longa documental e 01 curta documental, com o objetivo de não só ampliar o entendimento dessas culturas, mas também mostrar as relações entre memórias, corpos e seus territórios. Classificação indicativa: 16 anos.Mesas de Debate: Pautas a agendas relativas aos conceitos propostos na Mostra, de maneira a esclarecer, explanar, ampliar repertórios tanto da produção artística quanto dos cotidianos que permeiam as culturas apresentadas. A mesa principal, que contará com a presença de personalidades relevantes de cada cultura, terá transmissão ao vivo e contará com acessibilidade e tradução simultânea. Classificação indicativa: 16 anos.Rodas de Conversa: Conversas em formato mais orgânico que acontecem após as apresentações de teatro, dança e projeção de filmes, abordando temas diretamente ligados a estas atividades. Classificação indicativa: 16 anos.A mostra também contará com atividades voltadas às crianças e jovens com atividades criativas, brincadeiras e trocas de conhecimento e vivência através de tradições orais, como comida e vestimenta. Classificação indicativa: Livre.TODAS AS ATIVIDADES SERÃO GRATUITAS

Objetivos

GeraisO principal objetivo da mostra é sensibilizar e conscientizar o público de que movimentos e lutas por reconhecimento, pertencimento e liberdade de existir são convergentes e urgentes; mesmo subjetivos, independem de onde acontecem ou de como se manifestam. Através de um conjunto de linguagens e reflexões interdisciplinares em um diálogo direto pelo olhar e produção de artistas locais, apresentaremos duas culturas que, mesmo distantes e com expressões distintas, representam formas de resistência, existência e convivência.Específicos1. Exposição: Promover e compartilhar os saberes e informações sobre essas duas culturas através de exposição de fotografias, mapas, textos, conteúdo audiovisual, objetos e interatividade com obras produzidas por artistas locais.2. Peça de Teatro/Dança: Promover as formas de existir dos povos envolvidos na Mostra através da história oral, apresentando diferentes linguagens, hábitos e maneiras de se comunicar através de música, dança, indumentárias e ritos;3. Projeção de Filmes: Promover as formas de existir e as trajetórias de mulheres em suas lutas e territórios, através de documentário e histórias;4. Rodas de Conversa: Acontecem após as apresentações e projeção, para promover o intercâmbio entre as culturas e seus representantes locais através de falas e conversas livres; As mesas e rodas de conversas serão compostas por artistas ligados aos movimentos e por representantes de etnias apresentadas na mostra.5. Mesas de debate: Promover o debate de questões sensíveis aos povos originários, além de informar e educar sobre a universalidade desses movimentos de resistência, compartilhando experiências, desafios, vivências, movimentos e todas as formas de integração entre povos e seus territórios. As mesas e rodas de conversas serão compostas por artistas ligados aos movimentos e por representantes de etnias apresentadas na mostra.

Justificativa

A consciência de que os atuais modelos econômicos, políticos e de ocupação são ameaças ao meio ambiente e ao planeta como um todo, traz à luz diferentes abordagens na reflexão sobre nossa existência. Ao apresentarmos as realidades de duas culturas tão distantes e aparentemente sem correlação, ambas representadas por mulheres em resistência, mobilizadas contra narrativas de opressão e silenciamento em meio à natureza - nas montanhas do Curdistão ou na floresta Amazônica - demonstramos a convergência da experiência de resistência, e reafirmamos a necessidade e urgência de olharmos para os povos originários como referência para a criação de modelos de existência possíveis, e portanto para a reconexão com nossa própria humanidade. Através da Lei de Incentivo à Cultura, acreditamos que podemos revelar novo olhar sobre o tema, além de ampliar o alcance de informações sobre esses povos ao público em geral, justificando a utilização de mecanismos de incentivo e fomento à produção cultural e preservação do patrimônio cultural.

Estratégia de execução

Apresentamos aqui informações básicas complementares sobre a região Curda e o movimento das mulheres de Rojava, assim como alguns links relevantes para melhor compreensão do tema Curdo."Rojavâ é o nome que os curdos dão ao leste e significa "pôr do sol". Se você passar uma semana aqui, entenderá que é o melhor nome que poderiam dar. Esta área, em mapas que não reconhecem o povo curdo, é designada como o norte da Síria.Em 2012, durante a revolta da Primavera Árabe e os confrontos entre o Estado Islâmico e o exército sírio, os curdos decidiram abrir um terceiro caminho — o da sua independência — e aproveitaram a conjuntura para começar sua revolução sob a ideia escrita por seu líder, Abdullah Öcalan: o confederalismo democrático. Öcalan expressa ao seu povo que não há libertação possível sem a libertação da mulher, e esse é sem dúvida o maior logro desta revolução, com mulheres protagonizando em cada setor da nova organização: mulheres governando, mulheres jornalistas, mulheres fazendo cinema, mulheres defendendo a população, mulheres criando novas imagens para as meninas que virão.Além do enfoque na libertação da mulher, o confederalismo democrático propõe um sistema de autogoverno através de assembleias comunitárias, autodefesa para toda a população, aceitação e autonomia das diferenças religiosas, e uma regulamentação das atividades produtivas centradas no cuidado com o meio ambiente.Em 2022, essa revolução completou dez anos e é um dos poucos focos de insurreição anti-estatal no mundo."- <https://www.youtube.com/watch?v=9aRR-22k57I> (historia Curda)- <https://www.youtube.com/watch?v=06LlkqoABp8> (Amor)- <https://www.youtube.com/watch?v=sNq7ZdrQOFs> (historia)- <https://www.youtube.com/watch?v=BAZlDG73Vvs> (historia e humor)- <https://www.youtube.com/watch?v=VlHuQrM89Zs> (Cultura)- <https://www.youtube.com/watch?v=2sKUvpHvxFI> (Historia)

Especificação técnica

1. Mostra:Exposição de fotografias, documentos, materiais e objetos diversos, mapas, textos, conteúdo audiovisual, projeções e interatividade com obras produzidas por artistas locais. O recorte considera a apresentação de aproximadamente 120 fotografias/obras, 40 objetos/impressos/documentos cartográficos e de outras naturezas, 1 mapa interativo, 3 vídeos, 2 projeções em formatos diversos para interação do público, e jogos manuais de interatividade.2. Apresentações de Teatro: (a) Alina ViveA dramaturgia da peça de teatro Alina Vive foi criada por Marina Corazza e Natalia Gonsales. A dramaturgia adentra no movimento da Revolução de Rojava que, no Norte da Síria, cria e desenvolve um sistema político, econômico e cultural organizado por princípios e estratégias de democracia radicalmente participativa, com forte participação das mulheres, se colocando no olho do furacão deste movimento revolucionário ao evidenciar a trajetória de Alina Sánchez, médica argentina que se integra ao movimento curdo, adotando Legerin como seu nome de luta, que significa “aquela que busca” em Kurmandi. Assim, esse monólogo se propõe a ser tecido e orientado pela trajetória de Alina Sánchez enquanto tronco principal, mas ressoando vozes de outras lutas como galhos e frutos que se comunicam.Em cena uma atriz: Natalia GonsalesDireção: Clara CarvalhoDramaturgia: Marina Corazza e Natalia GonsalesComposição Musical: Mehmud Berazî(b) Pindorama - Território AncestralEste espetáculo é uma adaptação do original apresentado ao Sesc em 2020, que mistura danças, músicas e encenações.O espetáculo é composto por um grupo de 08 atores e se constrói como o parimento de um filho: Partindo do conceito de início e do olhar decolonial, a peça apresenta referenciais de padrões estéticos, manifestações culturais e expressões ancestrais sob o olhar dos silenciados, invisibilizados, anulados e negados que habitam os territórios desde o início.Produção Artística: NoaStudio ProduçõesDireção Artística: Maira LimaCoreógrafas: Maira Lima, Ludmilla Lima, Letícia Lima, Jaiane Novais.Figurinistas: Maira Lima, Ana Novais, Lucas Mura e Tati Mura.3. Projeção de Filmes:(a) O documentário "Legerin, Em Busca de Alina" narra a jornada de Alina Sanchez, uma médica argentina, desde sua formação em Cuba, passando por suas experiências na Europa, até sua chegada a Rojava, na Síria, onde ela se envolve com a causa curda. O filme explora a transformação de Alina em Legerin, refletindo a luta das mulheres por liberdade e o movimento "Mulheres Vida Liberdade". A narrativa conecta lutas aparentemente distantes, como as dos zapatistas em Chiapas, com a causa curda, mostrando a importância da luta das mulheres por direitos em escala global. O documentário detalha a trajetória de Alina, começando por sua formação em Cuba, onde ela estuda medicina social, e seu contato com o movimento zapatista no México. A viagem de Alina a Rojava, na Síria, onde ela se envolve com a causa curda, é um ponto central da narrativa. O filme também mostra sua passagem pela Europa, onde ela se aproxima de outras lutas por direitos das mulheres. A diretora María Laura Vázquez destaca a resiliência e a agência das mulheres, mostrando como suas experiências em diferentes contextos se conectam. "Legerin, Em Busca de Alina" é um filme falado em espanhol e curdo, com legendas em português. Direção: María Laura Vásquez e Mauricio CenturionRoteiro: Paula Bartolome e Marcela MarcoliniProdução: Valeria RoigDuração: 90 min*Nota: Enquanto a peça "Alina Vive" aborda as emoções e experiências de Alina no contexto individual de ancestralidades, o documentário explora a trajetória de Alina dentro do contexto de suas relações com a causa curda.(b) "Expedição Rabeta – Cartografias do Amor" é um curta documental de 15 minutos que propõe um mergulho sensível e poético nas camadas afetivas de mulheres ribeirinhas das comunidades de São Carlos e Nazaré, em Rondônia.A narrativa se estrutura a partir de entrevistas com moradoras locais, que compartilham vivências de amor, abandono e desejo. Esses depoimentos serão atravessados por textos poéticos da realizadora.Na Amazônia, a rabeta é mais do que um transporte: é um elo vital, um símbolo de deslocamento e resistência. No filme, ela será metáfora de travessia emocional e geográfica, refletindo o vai e vem de quem parte e de quem espera.A linguagem visual buscará texturas locais, sons naturais e planos que traduzam os afetos invisíveis da margem. A diretora, uma artista trans amazônida, atua como corpo-narradora, entrelaçando suas próprias vivências com as histórias das entrevistadas.Direção: Rafaela CorreiaRoteiro: Ana Clara RibeiroProdução Executiva: Val BarbosaDuração: 15 min4. Mesas de debate e rodas de conversa: 01 Mesa principal promove o encontro de representantes e artistas relevantes das culturas amazônica e curda com o objetivo de debater e reiterar a universalidade das existências e resistências de povos originários, e apontar caminhos de melhor convívio e compreensão das relações com o território e ancestralidade. Essa mesa terá transmissão ao vivo via canal do YouTube para ampliação do alcance e interação com os pessoas interessadas que se encontram distantes geograficamente.01 Mesa com representates femininas da Amazônia para argumentar a importância e com mais profundidade as características e formas de resistência destes povos, e debater os caminhos que ainda precisamos percorrer na proteção destes povos e suas culturas.01 Mesa com representates femininas de Rojava para argumentar a importância e com mais profundidade as características e formas de resistência destes povos, e debater os caminhos que ainda precisamos percorrer na proteção destes povos e suas culturas.01 Mesa com as curadoras e consultores da mostra para debater sobre os desafios e as experiências na composição de temas complexos e delicados, mas de extrema pertinência e relevância nos dias de hoje.5. Rodas de Conversa:As rodas de conversa serão formadas a partir do público interessado ao término das apresentações de espetáculos e filmes, não tendo pautas definidas e permitindo maior interação e reflexão do público.TODAS AS ATIVIDADES SERÃO GRATUITAS

Acessibilidade

A Mostra será pensada para acessibilidade total, com:1. Materiais em Braille - textos e legendas;2. Audiodescrição (em 2 línguas) de todo o conteúdo através de QRCode acessível por celular;3. Libras (para o caso de audiovisual);4. Tradução simultânea durante as mesas;5. Peças/obras táteis e mapas táteis;6. Ergonomia do mobiliário expográfico.O espaço onde a mostra acontecerá (a ser definido) contará com infraestrutura acessível.

Democratização do acesso

1. A Mostra terá acesso gratuito e contará com visitas guiadas agendadas; 2. As apresentações serão seguidas de rodas de conversa;3. Mesas principais com transmissão online e gravação para acesso posterior;4. Acesso gratuito ao conteúdo da Mostra: Site e Canal no YouTube;5. Plano de Distribuição: A entrada da mostra e acesso a todas as atividades serão gratuitas. Os ingressos estarão disponibilizados em aplicativo especializado e na bilheteria nos horários de funcionamento.

Ficha técnica

A GTN Produção e Gestão Cultural será responsável pela Direção Executiva e Suporte Administrativo: definição e aplicação das diretrizes do projeto e do plano de ação desde a pré-produção até entrega final junto ao Ministério ou Secretaria de Cultura, supervisionando todas as etapas e garantindo a correta execução do projeto e aplicação dos recursos conforme aprovado.Gabriela Nakagawa, fotógrafa formada em Arquitetura e Planejamento Urbano e Regional pela Universidade de Waterloo, e desde 1997 atua em diferentes frentes das artes visuais com projetos que envolvem acervo, pesquisa e curadoria, expografia e cenografia, coordenação, produção e gestão, tanto na elaboração/concepção, quanto execução e montagem de grandes exposições, feiras, peças de teatro e outros projetos nacionais e internacionais; E Maíra Ramos, arquiteta, formada pela FAUUSP; trabalha com projetos culturais desde 2005, tendo passado pelo Museu do Futebol, onde foi responsável pela área de exposições; e pela Fudação Bienal São Paulo, ambas à frente da Curadoria e Projeto Expográfico: Responsáveis pela concepção do projeto e definição dos aspectos conceituais e estéticos da mostra, e pela edição e escolha final dos conteúdos textuais, das obras e itens de acervo iconográfico; e responsáveis pela solução expográfica e cênica, na definição de materias construtivos em linha com a Curadoria, com memorial descritivo detalhado com desenhos técnicos, anteprojeto, projeto executivo, RRTs, e acompanhamento dos processos de confecção/execução e instalação/montagem.Nos últimos anos, a GTN, através da Gabriela Nakagawa em parceria com Maíra Ramos, foi responsável pela produção de mostras e feiras de arte relevantes, tanto no âmbito nacional quanto em parcerias com instituições internacionais, destacando-se os mais recentes:2023 - Museu da Estrada de Ferro Madeira Mamoré, Porto Velho, RO, projeto de Compensação Sócio-ambiental patrocinada pela Santo Antônio Energia SA, em que a GTN foi responsável por toda a concepção, elaboração, criação, construção, execução e implementação museológica e museográfica de mostra de longa duração e permanente; 2024 - Instituto Jô Soares – (a) Formação do acervo: levantamento, catalogação, criação de banco de dados e guarda; (b) Formação, criação e implementação da figura jurídica do instituto, que visa preservar e promover o acervo e legado do artista icônico;2025 - Museu da Baleia Jubarte – Em andamento: Concepção, curadoria, expografia, produção e implementação do museu em nova Unidade de Conservação em Ilhabela, São Sebastião, SP para o Instituto Baleia Jubarte.Natalia Gonsales - Consultoria especializada de cultura do território Curdo de Rojava, apoio e suporte na mediação, contatos com os artistas que participarão nas mesas/rodas de conversa provenientes do território Curdo/Rojava.Natalia é atriz, bailarina, professora e preparadora de dança e teatro, coreógrafa e produtora. Fundadora da Cia Teatro Documentário, sob direção de Marcelo Soler. Foi integrante da Cia Pia Fraus e do Grupo Tapa. Últimos trabalhos idealizados por Natalia: FESTA, FALA COMINGO ANTES DA BOMBA CAIR (Prêmio Zé Renato), A ÚLTIMA DANÇA, CARMEN, FÓSSIL (prêmio APCA circulação), VIDAS À MARGEM; BAILEGANGAIRE; No cinema trabalhou como atriz e coreógrafa com grandes diretores como: Michel Tikhomiroff, Arnaldo Jabor, Ugo Giorgetti, Guilherme de Almeida Prado, além de diversos curtas e vídeo dança. Desde 2022, Natalia tem desenvolvido um trabalho com Curdos, Árabes, Armênios e Assírios no Curdistão Sírio. Além de atuar no espetáculo teatral EVDALÊ ZEYNIKÊ (Curdistão Sírio) é responsável por coreografar clipes musicais e produções cinematográficas, e está se preparando para ministrar aulas em duas universidades na Síria sobre o Teatro do Oprimido, baseado em Augusto Boal.Mauricio Centurión - Consultoria especializada de artistas visuais do território Curdo de Rojava na indicação e facilitação de contato e tratativas com artistas e direitos de divulgação de obras provenientes do território Curdo/Rojava. Maurício é cineasta, fotojornalista e psicólogo social argentino; trabalhou em diversos contextos internacionais, destacando-se no fotodocumentarismo e no fotojornalismo com comunidades camponesas e na cobertura de temas de resistência e transformação social — experiência que também marcou sua colaboração no Curdistão, onde realizou um documentário e um ensaio fotográfico sobre as lutas das comunidades curdas em resistência. Com obras expostas em prestigiadas galerias e eventos internacionais em cidades como Londres, Suíça, Itália, Grécia, Áustria, Espanha, Portugal e Bélgica, destaca-se seu trabalho na Síria e na Revolução das Mulheres em Rojava. Também atuou como diretor de fotografia do longa-metragem Legerîn: Em busca de Alina e realizando integralmente o curta “Lo más maravilloso”, que narra como filhos de camponeses da Sierra Maestra, em Cuba, tentam fazer um documentário sobre as maravilhas de seu povo.Marcia Mura - Consultoria especializada de cultura Amazônia Meridional, apoiando e mediando contato com artistas e respresentantes das etnias participantes. Marcia Mura nasceu em Porto Velho. É indígena, educadora, contadora de histórias e escritora. Graduada em história pela Universidade Federal de Rondônia (Unir), mestre em sociedade e cultura na Amazônia pela Universidade Federal do Amazonas (Ufam) e doutora em história social pela Universidade de São Paulo (USP). Atualmente, é professora da rede estadual de educação de Rondônia, na escola Francisco Desmorest Passos. Aprendiz dos conhecimentos repassados pelas mais velhas e pelos mais velhos, é autora de livros e textos literários que apresentam histórias vivenciadas em meio ao seu povo, no território Mura, entre as águas do rio Madeira. Faz parte do movimento Wayrakuna, do Mulherio das Letras Indígenas, da Articulação de Indígenas Mulheres Mura e do Coletivo Mura de Porto Velho/RO.Fabiana Farias - Responsável pela Coordenação de Produção, acompanhando e supervisionando todas as etapas, contratações e entregas do projeto, desde a concepção até desmobilização. Fabiana Farias é especialista em figurino para cinema, atuando como produtora de Figurino e de Objetos, além de assinar trabalhos como Diretora de Arte e como Produtora de exposições de arte pelo Brasil, tais como 50 anos de Realismo no Centro Cultural Banco do Brasil, Transletras na Biblioteca Mário de Andrade em comemoração aos 80 anos de Augusto de Campos, Ziraldo a A a Zi no Sesc Interlagos, Outros Navios de Eustáquio Neves nos Sescs Ipiranga e Rio Preto, Xilo: corpo e paisagem nos Sescs Guarulhos e Pinheiros, Margens de 22 no Sesc Carmo, Fabricação Própria da artista Lotus Lobo no Sesc pompeia, Ofício:fio: Martinho Patrício no Sesc Pompeia, Mulher Esqueleto da artista Lidia Lisboa nos sescs Pompeia e Araraquara, Ofício: Barro: Gabriella Marinho: Argila-Griô no Sesc pompeia, O Quilombismo: Documentos de uma militância Pan-Africanista de Abdias Nascimento em montagem no Sesc Franca, Rascunhos de Arnaldo Antunes no Instituto de Arte Contemporânea, entre outras.

Providência

Projeto arquivado em razão da omissão do proponente na regularização da ocorrência: Perfil agência incompatível com o tipo de pessoa , o que impediu a abertura das contas e a continuidade processual. *Eventual desarquivamento poderá ser solicitado em até 30 dias pelo email salic@cultura.gov.br.*