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Um livro que mostra os principais marcos arquitetônicos de Brasília, desde os clássicos palácios governamentais e o conjunto de prédios da Esplanada dos Ministérios e do Eixo Monumental, até aspectos inusitados da ocupação urbana, os arredores da cidade, as cidades satélites, os bairros ao redor do lago e da ponte da Asa Sul, o CONIC e a Catedral. A obra busca revelar a cidade em sua essência mais representativa, valorizando tanto sua arquitetura quanto seus moradores, como espaços de rica expressão cultural, por meio de uma narrativa visual e culturalmente significativa.
Antes mesmo da inauguração de Brasília, o Itamaraty montou uma estratégica série de visitas internacionais para divulgar a nova capital. Em 1959, passaram por lá celebridades do cinema como o diretor Frank Capra; da realeza, como Catarina, Duquesa de Kent; da política, como a chanceler de Israel, Golda Meir; da esquerda revolucionária, como Fidel Castro; além dos membros do Congresso Internacional dos Críticos de Arte. No resto do mundo, a arquitetura moderna estava em crise: o CIAM, entidade máxima da arquitetura moderna, havia se autodissolvido, e críticos de modo geral consideravam que o nível da arquitetura estava enfraquecido. Nem a inauguração do Museu Guggenheim de Nova Iorque, naquele mesmo ano, conseguiu mudar essa percepção.Foi nesse contexto de descrença que figuras como Stamo Papadaki, Bruno Zevi, Charlotte Perriand e mais de 80 críticos de arte do mundo inteiro foram recebidos por Mário Pedrosa, Oscar Niemeyer e pelo próprio presidente do Brasil. O país tinha um presidente que recebia pessoalmente críticos internacionais. Como era de se esperar, muitos voltaram para casa sem saber se haviam visitado uma cidade ou um grande canteiro de obras. Mas a estratégia do Itamaraty havia funcionado. Giulio Carlo Argan, futuro prefeito de Roma, registrou em seu diário: “Em Brasília fomos testemunhas de uma coisa muito rara para nós, críticos de arte: o nascimento de uma cidade. Falamos sempre sobre monumentos e planos de urbanismo, mas pela primeira vez pudemos ver como um plano urbanístico se torna realidade e como nasce uma cidade.”Este livro apresenta Brasília em sua plenitude, décadas após sua inauguração: uma cidade que cresceu além das expectativas, que precisou se adaptar a novas demandas populacionais e de serviços, mas que permanece como um marco da arquitetura moderna e da capacidade do Brasil de surpreender o mundo ao criar novas formas de arte e de civilização.
Objetivo Geral Trazer um novo olhar sobre a arquitetura de Brasília e sobre a ocupação urbana do plano piloto.Mostrar detalhes pouco explorados da arquitetura da cidade, incluindo prédios públicos menos conhecidos, quadras comerciais e quadras residenciais das Asas Sul e Norte.Ressaltar como muitas obras tiveram sua relevância e função modificadas ao longo do tempo: a rodoviária e a torre de TV, ambas projetadas por Lucio Costa, são alguns exemplos, assim como os setores bancários e hoteleiros.Destacar como o tombamento foi fundamental para a preservação do plano piloto, contrastando com bairros mais afastados, onde gabaritos altos descaracterizaram a identidade urbana.Explorar os marcos significativos da cidade, seus principais prédios e vias, sublinhando a contemporaneidade e a atualidade de sua arquitetura, reconhecendo-os como espaços de rica expressão cultural. Objetivos específicosa) Produzir, publicar e distribuir 3000 exemplares do livro "Brasília".b) Realizar até três palestras, com duração de 60 minutos cada, para professores e alunos de escolas públicas, onde serão apresentadas e desenvolvidas as técnicas utilizadas na criação do livro, atingindo um público total de 300 pessoas.c) Realizar lançamento do livro em local que possua todas as condições de acessibilidade exigidas conforme a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência, Nº 13.146 Art. 42, com entrada gratuita a toda população
O Plano Piloto concebido por Lucio Costa para Brasília partiu de um gesto simples e carregado de simbolismo: o sinal da cruz feito pelos portugueses no descobrimento. Brasília nasceu desse gesto e se inscreve na longa tradição das utopias americanas, concebida como a materialização de um novo mundo. Graças à visão obstinada de Juscelino Kubitschek, aliado a arquitetos como Lucio Costa e Oscar Niemeyer, o país conquistou um status inédito: não havia outro lugar no planeta onde o moderno estivesse tão consagrado. Mas Brasília não foi apenas estilo arquitetônico: foi também a crença de que a arquitetura moderna poderia criar uma sociedade mais democrática e igualitária.O surgimento da nova capital simbolizou o ápice de décadas de debates e batalhas intelectuais pela afirmação de uma arquitetura autenticamente brasileira, que soube reinterpretar influências internacionais e transformá-las em expressão própria. Assim, Brasília tornou-se o maior ícone da arquitetura moderna nacional e um dos patrimônios mais reconhecidos do mundo. Este livro se justifica pela necessidade de registrar e difundir esse legado, valorizando Brasília como um dos mais emblemáticos espaços de rica expressão cultural, assegurando sua preservação como patrimônio cultural imaterial do Brasil e fortalecendo a consciência de sua importância para as futuras gerações. A publicação se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8.313/91:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais.VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações.E nos seguintes incisos e alíneas do Art. 3º da Lei 8.313/91:II - fomento à produção cultural e artística, mediante:b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes.IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos.
Características técnicasEdição bilíngue: português e inglêsTiragem: 3000 (três mil) exemplaresFormato fechado: 20,5 x 20,5 cmFormato aberto: 20,5 x 41 cmQuantidade de páginas: 200 páginasFormato do livroCapa: brochura, impressa 4x0 coresMiolo: papel couché 150 gramas, impresso a 4x4 cores
LIVROAcessibilidade físicaO lançamento do livro será realizado em local que possua todas as condições de acessibilidade exigidas conforme a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência, Nº 13.146 Art. 42, com entrada gratuita a toda população. Além disso, o livro também estará disponível nas livrarias.Acessibilidade para deficientes visuaisO livro será disponibilizado em audiolivro, onde o leitor portador de necessidades especiais poderá utilizar o conteúdo para seu conhecimento ou entretenimento. O audiolivro é referente ao item orçamentário "Transcrição”.Acessibilidade para deficientes auditivosNão se aplica, visto que o produto principal é um livro.Acessibilidade para pessoas com deficiência intelectualA obra é essencialmente ilustrada o que garante pleno acesso das pessoas com deficiência intelectual ao conteúdo do livro. Nos textos, o uso de linguagem clara e objetiva completa essa garantia. O projeto gráfico também será desenvolvido com atenção à hierarquia das informações, de modo a tornar a leitura mais intuitiva e inclusiva.CONTRAPARTIDA SOCIALAcessibilidade físicaA contrapartida social será realizada em local que possua todas as condições de acessibilidade exigidas conforme a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência, Nº 13.146 Art. 42, com entrada gratuita a toda população.Acessibilidade para deficientes visuaisOs portadores de deficiência visual terão a sua disposição a explicação do Palestrante e de alguns profissionais que participaram do projeto, possibilitando que participem da palestra. Também estará disponível, gratuitamente, o audiolivro.Acessibilidade para deficientes auditivosOs portadores de deficiência auditiva terão auxílio do Intérprete de Libras a fim de repassar todo o conteúdo do palestrante e ampliar o acesso à cultura no país.
Referente à distribuição, adotaremos os expostos nas seguintes alíneas do Inciso I, III e IV do Art. 46, Seção II, Capítulo IV, INSTRUÇÃO NORMATIVA MINC No 23, DE 5 DE FEVEREIRO DE 2025, a saber:I - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores, havendo mais de um receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado;Serão destinados até 10% (dez por cento) do total dos exemplares (até 300 exemplares) para os patrocinadores da obra.III - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, incluindo professores de instituição públicas de ensino;Serão destinados 10% (dez por cento) do total dos exemplares (300 exemplares) com caráter social ou educativo.IV - mínimo de 20% (vinte por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem R$ 50,00 (cinquenta reais).Serão comercializados 20% (vinte por cento) do total dos exemplares (600 exemplares) ao valor de R$ 45,54 (na data de hoje, 09/09/2025, o salário-mínimo nacional é de R$ 1.518,00, logo foi calculado 3% em cima deste valor, resultando em R$ 45,54).Adotaremos também, o exposto no Inciso I do Art. 47, Seção III, Capítulo IV, INSTRUÇÃO NORMATIVA MINC No 23, DE 5 DE FEVEREIRO DE 2025, a saber:I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, além do previsto no art. 46, inciso III, totalizando 20% (vinte porcento);Serão destinados 10% (dez por cento) do total dos exemplares (300 exemplares) com caráter social ou educativo.Além disso, como contrapartida social, adotaremos o seguinte inciso do Art. 49, Seção IV, Capítulo IV, INSTRUÇÃO NORMATIVA MINC No 23, DE 5 DE FEVEREIRO DE 2025:II - oferecer ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições e oficinas; ouContrapartida social: Realizar até três palestras, com duração de 60 minutos cada, para professores e alunos de escolas públicas, onde serão apresentadas e desenvolvidas as técnicas utilizadas na criação do livro, atingindo um público total de 300 pessoas.
Leonardo FinottiArtista visual e tem sua trajetória estruturada sobre dois pilares complementares, empreendendo, pela fotografia, tanto uma exploração rigorosa da Arquitetura Moderna quanto uma investigação dos espaços urbanos anônimos ou informais. Após graduar-se em Arquitetura (UFU) e concluir uma pós-graduação na Bauhaus Foundation (Dessau, Alemanha) começa sua carreira como fotógrafo em Portugal, onde viveu por seis anos, colaborando com os mais importantes arquitetos portugueses. Inicia então um projeto sistemático de releitura do Modernismo em diferentes continentes, que prossegue quando do seu retorno ao Brasil. Contribui internacionalmente com diferentes arquitetos e publicações, ao mesmo tempo em que desenvolve diversos projetos pessoais (exposições e publicações) tendo a arquitetura e a cidade como eixo principal de sua pesquisa visual: Pelada (2014), Latinitudes (2015), Rio Enquadrado (2016), Brutiful (2017), para citar apenas alguns. Já realizou diversas exposições individuais e coletivas e seu trabalho faz parte de coleções de algumas das mais importantes instituições públicas e privadas, tais como Bauhaus (Alemanha), Fundação EDP (Portugal), AzW (Áustria), Buendner Kunstmuseum (Suíça), Cité de L'Architecture & du Patrimoine (França), MAR (Brasil), entre outras. Representou o Brasil em duas Bienais de Arquitetura de Veneza, na Bienal de Shenzhen, na X Bienal de Arte do Mercosul e foi premiada na XV Bienal Internacional de Arquitetura de Buenos Aires. Em 2008, Finotti foi convidado por Barry Bergdoll, então curador-chefe do MoMA-NY, a fazer parte da exposição “Latin America in Construction: Architecture 1955-1980”. O projeto, desenvolvido ao longo de sete anos, reinterpreta visualmente o legado da arquitetura moderna na América Latina. O trabalho além de integrar a exposição, teve 15 obras adquiridas para sua coleção permanente e recebeu um capítulo no catálogo, sob a forma de portfólio.Pedro Fernandes SaadCom grande experiência na área cultural, Pedro Saad coordenou mais de 100 projetos no âmbito nacional e internacional, tendo sido o editor chefe de importantes obras como o livro sobre os "70 anos da UNESCO" que foi distribuído para 193 líderes mundiais signatários da ONU, e os livros “Patrimônio Mundial do Continente Africano” e “Patrimônio da Humanidade no Brasil”.Advogado, pós-graduado no Curso de Especialização em Administração para Graduados (CEAG) pela FGV/SP, mestre e doutor em administração de empresas pela PUC-SP. Professor do curso de pós-graduação em Gestão Cultural da PUC-SP, professor convidado da FGV e ESPM. Diretor de Desenvolvimento Sustentável e Investimentos de Impacto da Câmara de Comércio Brasil-Califórnia (BCCC), diretor da Câmara de Comércio e Indústria Luso-Brasileira (CCILB), membro associado da Aliança Francesa e membro do Conselho Consultivo da Instituição R20 Brasil, organização fundada pelo ex-governador da Califórnia Arnold Schwarzenegger. Diretor fundador da Editora Brasileira, Produtora Brasileira e World Observatory.Elaborou diversos projetos nas áreas: cultural; educacional e dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU, que foi tema da sua tese de doutorado intitulada "Empresas e ODS - priorizando as ações sustentáveis de maior retorno econômico, social e ambiental para a humanidade”.Coordenou e coproduziu importantes projetos com a ONU, PNUD, UNESCO, UNICEF, OIM/ACNUR, ONU Mulheres, Itamaraty, MASP, Pinacoteca, MAM, USP, FGV, PUC-SP e com grandes empresas como: Bloomberg, Deloitte, PwC, Coca-Cola, At & t, General Motors, Zurich Insurance, Allianz, Basf, Bayer, Wolkswagen, Peugeot, Renault, Citröen, BNP Paribas, Saint-Gobain, Fiat, Anglo American, EDF, Petrobras, Itaú, Bradesco, instituições nacionais e internacionais, entre elas União Europeia (Serviço de Publicações), Fundação Leonardo DiCaprio, Rede Brasil do Pacto Global da ONU, Aliança Francesa, Instituto Goethe, AlmapBBDO, Amazon, Atos, BCG, DataLab, Edelman, IOC Brasil, Instituto Ethos, Microsoft, Turma do Jiló, UOL, Folha de S. Paulo, Falconi, CEPAL, Sebrae MG, Natura, entre outras.Cláudia FonsecaCláudia Fonseca é jornalista com mestrado em Comunicação e desenvolveu atividades em rádio, jornais, revistas e assessoria de imprensa. Foi também professora da Faculdade de Comunicação de Santos. Formada em História, em 2001, atuou em projetos de memória institucional e corporativa como coordenadora, pesquisadora e curadora de exposições para organizações como Petrobras, Votorantim, Volkswagen, Fundação Bradesco, Pão de Açúcar, Unimed do Brasil, Dieese, Instituto Ethos, jornal Estado de S.Paulo, Alcoa e Leroy Merlin, entre outras. É autora dos livros Pátria Vermelha (2001); Educar para o Futuro - 50 anos da Fundação Bradesco (2003); O futuro é nossa energia - 50 anos da Petrobras/RPBC (2003); História do inox através das pessoas - Memória da Acesita (2005), laureado no Prêmio Aberje (Associação Brasileira de Comunicação Empresarial); Cooperativismo médico no Brasil - 40 anos de Unimed (2005); Memória da luta pela autonomia política no Distrito Federal (2007); Raízes do Brasil (2013); Temperos do Brasil (2015); Construindo o Futuro - Grupo Lwart - 40 anos (2016); Brasil e Portugal: do descobrimento até os dias atuais (2017) e Construtores de sonhos - 20 anos da Leroy Merlin no Brasil (2019).Matthew ShirtsJornalista e escritor. É autor do livro, Emergência Climática: O aquecimento global, o ativismo jovem a luta por um mundo melhor, publicado pelo selo ClaroEnigma em 2022, em parceria com Greenpeace Brasil. É co-fundador da plataforma de comunicação, Fervuranoclima, dedicada a encontrar novas abordagens no jornalismo, arte e humor para o aquecimento global. Colabora regularmente para a editora de livros e produtora de vídeos especializada em desenvolvimento sustentável, Observatory of Human Affairs, Produtora Brasileira e Editora Brasileira com textos, traduções, entrevistas e consultoria. É autor de textos para os livros Brasil visto de cima (Cássio Vasconcellos), Amazônia (Marcos Piffer), Rio visto de Cima (Cássio Vasconcellos), Parques Nacionais e Festas Brasileiras, entre outros. Apresenta e ajudou a roteirizar o filme Carbono Zero, realizado pela Produtora Brasileira. Shirts lançou a edição brasileira da revista National Geographic e dirigiu a publicação durante 14 anos, até 2013. Continuou como colunista da revista até 2019. Ajudou a criar o Planeta Sustentável, a maior plataforma de sustentabilidade em língua portuguesa (2007-2015) para a editora Abril, desenvolvendo cursos, eventos, branded content e livros e dirigindo o seu site. Escreveu crônicas para a Veja São Paulo de 2011 a 2015 e para o Estado de São Paulo, de 1994 a 2011. Cobriu, como colunista, duas Copas do Mundo e uma Olimpíada. Pautou, escreveu e apresentou na rádio Bandnewsfm a coluna diária, “São Paulo para paulistanos,” junto com o jornalista Eduardo Barão, de 2016 a 2019.Foi editor do caderno de Negócios da Folha de São Paulo no início da carreira. É autor de dois livros de crônicas, O jeitinho americano (Realejo, 2010), e A feijoada completa (Realejo, 2015), e editor (junto com João Kulcsar) da coletânea de ensaios sobre as culturas americana e brasileira, A herança compartilhada (Edições Sesc, 2013). Equipe TécnicaFotografias: Leonardo FinottiCoordenação: Pedro SaadPesquisa: Claudia FonsecaTradução para o inglês: Matthew ShirtsObs.: Informamos que a equipe técnica será efetivamente definida e contratada após a captação de recursos, de acordo com a disponibilidade de cada profissional.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.