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PRONAC 257803Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Arquitetura brasileira

OBRA EDITORA E COMUNICACAO LTDA
Solicitado
R$ 360,6 mil
Aprovado
R$ 360,6 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Livro/Obra Refer impres/eletrôni valor Art/Lit/Hum
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2025-10-09
Término
2027-05-09
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

Um livro que explora a arquitetura brasileira, moderna e contemporânea com novas perspectivas através do olhar experiente do fotógrafo de arquitetura — e especialista em arquitetura moderna — Leonardo Finotti. Finotti sabe, como poucos, reconhecer as ideias propostas pelos arquitetos em suas obras, e jamais faz de suas fotos um mero exercício formal de exploração da arquitetura. São fotos que revelam detalhes pouco ou jamais percebidos pela maioria do público e que, ao mesmo tempo, reforçam os conceitos sugeridos pelos arquitetos nestas obras, valorizando os espaços de rica expressão cultural que a arquitetura brasileira materializa em diferentes contextos.

Sinopse

Desde a antiguidade, templos, palácios e castelos são construídos em escala monumental. É a escala monumental que dá a medida da distância entre o poder e a sociedade. No passado, essa arquitetura exaltava alguma fé ou um poder absoluto. No começo do século XX, a imponência dos prédios públicos misturava estilos de um passado considerado clássico e grandioso. Grandes escadarias, colunas, cúpulas e esculturas, eram utilizadas tanto em Prédios da Alemanha nazista, da Itália fascista, da União Soviética e dos Estados Unidos. A arquitetura clássica estava para os palácios assim como os desenhos de Hugo Boss estavam para os uniformes dos soldados alemães. Naquele momento, um dos dilemas dos arquitetos modernos era conseguir conciliar funcionalidade, leveza, a escala do homem e pureza de formas com monumentalidade e impacto. Encurralados pela herança dos grandes edifícios clássicos, os arquitetos modernos ainda não sabiam exatamente como fazer um prédio público que fosse imponente, monumental e moderno. Algumas casas modernas já tinham sido construídas por Warchavchik em São Paulo, e o Rio, a capital federal que iria ser renovada, estava por ganhar dezenas de edifícios públicos. Para o mais importante deles, Lucio Costa conseguiu convencer o governo a trazer da Europa o mentor da arquitetura moderna: Le Corbusier. O que é interessante é que a equipe brasileira, aceita muito bem as ideias do Le Corbusier, mas as transformam, segundo os nossos próprios parâmetros. Porque era evidente, o modernismo chegaria ao Brasil de um modo ou de outro. Era inexorável, chegou em todos os países da América do Sul, chegou aos Estados Unidos através de ex-professores da Bauhaus. O que é notável é o modo como ele chega no Brasil. Porque ele chega com um Le Corbusier que é submetido a uma antropofagia do Lúcio Costa, do Oscar Niemeyer, do Burle Marx e do Affonso Reidy. Eles em momento algum são vassalos das teorias do Le Corbusier, sem críticas ou sem dar a sua contribuição. O edifício sede do ministério da educação marca, junto com a sede da Associação Brasileira da Imprensa, o início da supremacia moderna na arquitetura moderna. Uma supremacia que vai nos legar obras primas como a Pampulha, o Ibirapuera e vai culminar em Brasília. Uma supremacia que vai envolver centenas de arquitetos, de pensadores da arquitetura, que iriam fazer com que um país de terceiro mundo tivesse destaque em uma área normalmente reservada aos países mais desenvolvidos. Uma escola que ainda permitiu que, mesmo com o esgotamento de alternativas e modelos estéticos, permitisse um prédio como a FAU em São Paulo, ou o surgimento de uma arquitetura contemporânea que agora, na segunda década do século 21, começa a despontar internacionalmente.

Objetivos

Objetivo Geral Mostrar a importância e a riqueza da arquitetura moderna e contemporânea brasileira.Mostrar com novos ângulos obras consagradas de mestres como Lucio Costa, Oscar Niemeyer, Affonso Reidy, Lina Bo Bardi e Rino Levi, entre outros.Contar como os arquitetos modernos brasileiros tiveram um papel decisivo na formação de um projeto moderno para o país, nos campos sociais, através da habitação social e do urbanismo moderno, e no campo cultural, com a incorporação de elementos típicos de nossa natureza e de nossas matrizes culturais, portuguesas, indígenas e africanas, criando espaços de rica expressão cultural que dialogam com a identidade nacional. Objetivos específicosa) Produzir, publicar e distribuir 3000 exemplares do livro "Arquitetura brasileira".b) Realizar até três palestras, com duração de 60 minutos cada, para professores e alunos de escolas públicas, onde serão apresentadas e desenvolvidas as técnicas utilizadas na criação do livro, atingindo um público total de 300 pessoas.c) Realizar lançamento do livro em local que possua todas as condições de acessibilidade exigidas conforme a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência, Nº 13.146 Art. 42, com entrada gratuita a toda população

Justificativa

A arquitetura moderna brasileira representa um dos capítulos mais significativos da história cultural do país, resultado de intensos debates estéticos e sociais que marcaram o século XX. Como relembrou Oscar Niemeyer em seu depoimento para o documentário "A Vida é um Sopro", a disputa entre uma arquitetura meramente decorativa e uma arquitetura verdadeiramente moderna revelou-se decisiva para a consolidação de uma linguagem própria, capaz de unir técnica, inovação e identidade nacional. Pouco tempo depois, com o reconhecimento internacional em revistas especializadas, o Brasil passou a ser visto como referência na produção de uma arquitetura que soube reinterpretar influências externas, especialmente de Le Corbusier, de forma criativa e original, incorporando elementos da paisagem tropical, da tradição portuguesa e das matrizes indígenas e africanas.Essa trajetória resultou em obras-primas como o conjunto da Pampulha, o Parque do Ibirapuera e Brasília, marcos de um movimento que inseriu o Brasil no mapa mundial da arquitetura moderna e que ainda hoje inspira novas gerações de arquitetos. São espaços de rica expressão cultural, que traduzem em formas e estruturas a identidade brasileira. Preservar e difundir essa herança é fundamental não apenas para a memória nacional, mas também para reafirmar a arquitetura brasileira como patrimônio cultural de relevância internacional. Este livro se justifica pela necessidade de registrar, valorizar e tornar acessível ao grande público esse legado único, assegurando sua difusão como patrimônio cultural imaterial e fortalecendo sua preservação para as futuras gerações. A publicação se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8.313/91:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais.VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações.E nos seguintes incisos e alíneas do Art. 3º da Lei 8.313/91:II - fomento à produção cultural e artística, mediante:b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes.IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos.

Especificação técnica

Características técnicasEdição bilíngue: português e inglêsTiragem: 3000 (três mil) exemplaresFormato fechado: 20,5 x 20,5 cmFormato aberto: 20,5 x 41 cmQuantidade de páginas: 192 páginasFormato do livroCapa: brochura, impressa 4x0 coresMiolo: papel couché 150 gramas, impresso a 4x4 core

Acessibilidade

LIVROAcessibilidade físicaO lançamento do livro será realizado em local que possua todas as condições de acessibilidade exigidas conforme a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência, Nº 13.146 Art. 42, com entrada gratuita a toda população. Além disso, o livro também estará disponível nas livrarias.Acessibilidade para deficientes visuaisO livro será disponibilizado em audiolivro, onde o leitor portador de necessidades especiais poderá utilizar o conteúdo para seu conhecimento ou entretenimento. O audiolivro é referente ao item orçamentário "Transcrição”.Acessibilidade para deficientes auditivosNão se aplica, visto que o produto principal é um livro.Acessibilidade para pessoas com deficiência intelectualA obra é essencialmente ilustrada o que garante pleno acesso das pessoas com deficiência intelectual ao conteúdo do livro. Nos textos, o uso de linguagem clara e objetiva completa essa garantia. O projeto gráfico também será desenvolvido com atenção à hierarquia das informações, de modo a tornar a leitura mais intuitiva e inclusiva.CONTRAPARTIDA SOCIALAcessibilidade físicaA contrapartida social será realizada em local que possua todas as condições de acessibilidade exigidas conforme a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência, Nº 13.146 Art. 42, com entrada gratuita a toda população.Acessibilidade para deficientes visuaisOs portadores de deficiência visual terão a sua disposição a explicação do Palestrante e de alguns profissionais que participaram do projeto, possibilitando que participem da palestra. Também estará disponível, gratuitamente, o audiolivro.Acessibilidade para deficientes auditivosOs portadores de deficiência auditiva terão auxílio do Intérprete de Libras a fim de repassar todo o conteúdo do palestrante e ampliar o acesso à cultura no país.

Democratização do acesso

Referente à distribuição, adotaremos os expostos nas seguintes alíneas do Inciso I, III e IV do Art. 46, Seção II, Capítulo IV, INSTRUÇÃO NORMATIVA MINC No 23, DE 5 DE FEVEREIRO DE 2025, a saber:I - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores, havendo mais de um receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado;Serão destinados até 10% (dez por cento) do total dos exemplares (até 300 exemplares) para os patrocinadores da obra.III - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, incluindo professores de instituição públicas de ensino;Serão destinados 10% (dez por cento) do total dos exemplares (300 exemplares) com caráter social ou educativo.IV - mínimo de 20% (vinte por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem R$ 50,00 (cinquenta reais).Serão comercializados 20% (vinte por cento) do total dos exemplares (600 exemplares) ao valor de R$ 45,54 (na data de hoje, 09/09/2025, o salário-mínimo nacional é de R$ 1.518,00, logo foi calculado 3% em cima deste valor, resultando em R$ 45,54).Adotaremos também, o exposto no Inciso I do Art. 47, Seção III, Capítulo IV, INSTRUÇÃO NORMATIVA MINC No 23, DE 5 DE FEVEREIRO DE 2025, a saber:I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, além do previsto no art. 46, inciso III, totalizando 20% (vinte por cento);Serão destinados 10% (dez por cento) do total dos exemplares (300 exemplares) com caráter social ou educativo.Além disso, como contrapartida social, adotaremos o seguinte inciso do Art. 49, Seção IV, Capítulo IV, INSTRUÇÃO NORMATIVA MINC No 23, DE 5 DE FEVEREIRO DE 2025:II - oferecer ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições e oficinas; ouContrapartida social: Realizar até três palestras, com duração de 60 minutos cada, para professores e alunos de escolas públicas, onde serão apresentadas e desenvolvidas as técnicas utilizadas na criação do livro, atingindo um público total de 300 pessoas.

Ficha técnica

Leonardo FinottiArtista visual e tem sua trajetória estruturada sobre dois pilares complementares, empreendendo, pela fotografia, tanto uma exploração rigorosa da Arquitetura Moderna quanto uma investigação dos espaços urbanos anônimos ou informais. Após graduar-se em Arquitetura (UFU) e concluir uma pós-graduação na Bauhaus Foundation (Dessau, Alemanha) começa sua carreira como fotógrafo em Portugal, onde viveu por seis anos, colaborando com os mais importantes arquitetos portugueses. Inicia então um projeto sistemático de releitura do Modernismo em diferentes continentes, que prossegue quando do seu retorno ao Brasil. Contribui internacionalmente com diferentes arquitetos e publicações, ao mesmo tempo em que desenvolve diversos projetos pessoais (exposições e publicações) tendo a arquitetura e a cidade como eixo principal de sua pesquisa visual: Pelada (2014), Latinitudes (2015), Rio Enquadrado (2016), Brutiful (2017), para citar apenas alguns. Já realizou diversas exposições individuais e coletivas e seu trabalho faz parte de coleções de algumas das mais importantes instituições públicas e privadas, tais como Bauhaus (Alemanha), Fundação EDP (Portugal), AzW (Áustria), Buendner Kunstmuseum (Suíça), Cité de L'Architecture & du Patrimoine (França), MAR (Brasil), entre outras. Representou o Brasil em duas Bienais de Arquitetura de Veneza, na Bienal de Shenzhen, na X Bienal de Arte do Mercosul e foi premiada na XV Bienal Internacional de Arquitetura de Buenos Aires. Em 2008, Finotti foi convidado por Barry Bergdoll, então curador-chefe do MoMA-NY, a fazer parte da exposição “Latin America in Construction: Architecture 1955-1980”. O projeto, desenvolvido ao longo de sete anos, reinterpreta visualmente o legado da arquitetura moderna na América Latina. O trabalho além de integrar a exposição, teve 15 obras adquiridas para sua coleção permanente e recebeu um capítulo no catálogo, sob a forma de portfólio.Pedro Fernandes SaadCom grande experiência na área cultural, Pedro Saad coordenou mais de 100 projetos no âmbito nacional e internacional, tendo sido o editor chefe de importantes obras como o livro sobre os "70 anos da UNESCO" que foi distribuído para 193 líderes mundiais signatários da ONU, e os livros “Patrimônio Mundial do Continente Africano” e “Patrimônio da Humanidade no Brasil”.Advogado, pós-graduado no Curso de Especialização em Administração para Graduados (CEAG) pela FGV/SP, mestre e doutor em administração de empresas pela PUC-SP. Professor do curso de pós-graduação em Gestão Cultural da PUC-SP, professor convidado da FGV e ESPM. Diretor de Desenvolvimento Sustentável e Investimentos de Impacto da Câmara de Comércio Brasil-Califórnia (BCCC), diretor da Câmara de Comércio e Indústria Luso-Brasileira (CCILB), membro associado da Aliança Francesa e membro do Conselho Consultivo da Instituição R20 Brasil, organização fundada pelo ex-governador da Califórnia Arnold Schwarzenegger. Diretor fundador da Editora Brasileira, Produtora Brasileira e World Observatory.Elaborou diversos projetos nas áreas: cultural; educacional e dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU, que foi tema da sua tese de doutorado intitulada "Empresas e ODS - priorizando as ações sustentáveis de maior retorno econômico, social e ambiental para a humanidade”.Coordenou e coproduziu importantes projetos com a ONU, PNUD, UNESCO, UNICEF, OIM/ACNUR, ONU Mulheres, Itamaraty, MASP, Pinacoteca, MAM, USP, FGV, PUC-SP e com grandes empresas como: Bloomberg, Deloitte, PwC, Coca-Cola, At & t, General Motors, Zurich Insurance, Allianz, Basf, Bayer, Wolkswagen, Peugeot, Renault, Citröen, BNP Paribas, Saint-Gobain, Fiat, Anglo American, EDF, Petrobras, Itaú, Bradesco, instituições nacionais e internacionais, entre elas União Europeia (Serviço de Publicações), Fundação Leonardo DiCaprio, Rede Brasil do Pacto Global da ONU, Aliança Francesa, Instituto Goethe, AlmapBBDO, Amazon, Atos, BCG, DataLab, Edelman, IOC Brasil, Instituto Ethos, Microsoft, Turma do Jiló, UOL, Folha de S. Paulo, Falconi, CEPAL, Sebrae MG, Natura, entre outras.Cláudia FonsecaCláudia Fonseca é jornalista com mestrado em Comunicação e desenvolveu atividades em rádio, jornais, revistas e assessoria de imprensa. Foi também professora da Faculdade de Comunicação de Santos. Formada em História, em 2001, atuou em projetos de memória institucional e corporativa como coordenadora, pesquisadora e curadora de exposições para organizações como Petrobras, Votorantim, Volkswagen, Fundação Bradesco, Pão de Açúcar, Unimed do Brasil, Dieese, Instituto Ethos, jornal Estado de S.Paulo, Alcoa e Leroy Merlin, entre outras. É autora dos livros Pátria Vermelha (2001); Educar para o Futuro - 50 anos da Fundação Bradesco (2003); O futuro é nossa energia - 50 anos da Petrobras/RPBC (2003); História do inox através das pessoas - Memória da Acesita (2005), laureado no Prêmio Aberje (Associação Brasileira de Comunicação Empresarial); Cooperativismo médico no Brasil - 40 anos de Unimed (2005); Memória da luta pela autonomia política no Distrito Federal (2007); Raízes do Brasil (2013); Temperos do Brasil (2015); Construindo o Futuro - Grupo Lwart - 40 anos (2016); Brasil e Portugal: do descobrimento até os dias atuais (2017) e Construtores de sonhos - 20 anos da Leroy Merlin no Brasil (2019).Matthew ShirtsJornalista e escritor. É autor do livro, Emergência Climática: O aquecimento global, o ativismo jovem a luta por um mundo melhor, publicado pelo selo ClaroEnigma em 2022, em parceria com Greenpeace Brasil. É co-fundador da plataforma de comunicação, Fervuranoclima, dedicada a encontrar novas abordagens no jornalismo, arte e humor para o aquecimento global. Colabora regularmente para a editora de livros e produtora de vídeos especializada em desenvolvimento sustentável, Observatory of Human Affairs, Produtora Brasileira e Editora Brasileira com textos, traduções, entrevistas e consultoria. É autor de textos para os livros Brasil visto de cima (Cássio Vasconcellos), Amazônia (Marcos Piffer), Rio visto de Cima (Cássio Vasconcellos), Parques Nacionais e Festas Brasileiras, entre outros. Apresenta e ajudou a roteirizar o filme Carbono Zero, realizado pela Produtora Brasileira. Shirts lançou a edição brasileira da revista National Geographic e dirigiu a publicação durante 14 anos, até 2013. Continuou como colunista da revista até 2019. Ajudou a criar o Planeta Sustentável, a maior plataforma de sustentabilidade em língua portuguesa (2007-2015) para a editora Abril, desenvolvendo cursos, eventos, branded content e livros e dirigindo o seu site. Escreveu crônicas para a Veja São Paulo de 2011 a 2015 e para o Estado de São Paulo, de 1994 a 2011. Cobriu, como colunista, duas Copas do Mundo e uma Olimpíada. Pautou, escreveu e apresentou na rádio Bandnewsfm a coluna diária, “São Paulo para paulistanos,” junto com o jornalista Eduardo Barão, de 2016 a 2019.Foi editor do caderno de Negócios da Folha de São Paulo no início da carreira. É autor de dois livros de crônicas, O jeitinho americano (Realejo, 2010), e A feijoada completa (Realejo, 2015), e editor (junto com João Kulcsar) da coletânea de ensaios sobre as culturas americana e brasileira, A herança compartilhada (Edições Sesc, 2013). Equipe TécnicaFotografias: Leonardo FinottiCoordenação: Pedro SaadPesquisa: Claudia FonsecaTradução para o inglês: Matthew Shirts Obs.: Informamos que a equipe técnica será efetivamente definida e contratada após a captação de recursos, de acordo com a disponibilidade de cada profissional.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.