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PRONAC 257822Autorizada a captação residual dos recursosMecenato

Plano Anual da Fundação Patrimônio Histórico da Energia e Saneamento – 2026

FUNDACAO PATRIMONIO HISTORICO DA ENERGIA E SANEAMENTO
Solicitado
R$ 12,00 mi
Aprovado
R$ 11,77 mi
Captado
R$ 500,0 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (1)
CNPJ/CPFNomeDataValor
23096269000119RIO PARANA ENERGIA S.A.1900-01-01R$ 500,0 mil

Eficiência de captação

4.2%

Classificação

Área
—
Segmento
Planos Anuais Manutenç e Elabor de Planos Museológ
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Plano anual
Ano
25

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2026-01-01
Término

Resumo

O projeto visa garantir a manutenção da Fundação Patrimônio Histórico da Energia e Saneamento (FES) e a realização de atividades rotineiras, de preservação e de divulgação do patrimônio cultural sob a sua guarda, executadas em suas unidades e fora delas. O projeto contempla, ainda, os seguintes produtos secundários: Exposições, Livros e Cursos/Oficina/Capacitação.

Sinopse

EXPOSIÇÕES ITINERANTES Exposição histórica: patrimônio da energia (título provisório) Fotografias, experimentos e painéis interativos contam a trajetória e desafios da geração de energia no estado de São Paulo.Exposição meio ambiente e cultura (título provisório) O modo de se relacionar com o meio ambiente também é cultura: os saberes dos povos originários, as práticas de agricultura, as lendas das florestas.A exposição apresenta, por meio de painéis, telas interativas e recursos cenográficos, a relação cultural do homem com o meio ambiente.Diálogos de cultura, ciência e tecnologia (título provisório) A interlocução da cultura, ciência e tecnologia é o tema dessa exposição que, por meio da linguagem expográfica, aborda as perspectivas futuras da relação do homem com a tecnologia do ponto de vista das manifestações culturais.Exposição histórica: patrimônio da água (título provisório) Fotografias, experimentos e painéis interativos contam a trajetória e desafios do saneamento no estado de São Paulo.EXPOSIÇÃO DE LONGA DURAÇÃOA exposição de longa duração do Museu da Energia de São Paulo pretende ser um espaço de reflexão, questionamento e informação acerca da geração de energia no estado de São Paulo sob a perspectiva de seus aspectos históricos, o trabalho no presente e os caminhos futuros.Por meios de recursos interativos, analógicos e imersivos, a mostra promove narrativas visuais utilizando o acervo da Fundação Energia e Saneamento e discutindo desafios da atualidade como a crise climática e o hiperconsumo.LIVROSCaderno História e Energia (título provisório) Uma nova edição da publicação histórica da Fundação Energia e Saneamento. Trata-se de uma revista que atualiza um antigo projeto editorial para uma nova linguagem, com nova roupagem, abordando temas históricos e perspectivas futuras.Fotógrafos em 200 imagens (título provisório) O livro apresenta uma seleção de 200 imagens do acervo da Fundação Energia e Saneamento, com foco nos fotógrafos mais importantes da época.Atlas dos conjuntos aerofotogramétricos - Obras da Serra (título provisório) Reunirá um grupo de foto-índice resultantes de um extenso trabalho técnico de tratamento, organização e pesquisa da documentação aerofotogramétrica sob a guarda da Fundação Energia e Saneamento. A área geográfica contemplada pelo Atlas é de alta relevância histórica, ambiental e urbana para a cidade e o estado de São Paulo, abarcando territórios diretamente impactados por importantes obras de infraestrutura, como usinas, represas e reservatórios. O projeto busca oferecer ao público um panorama visual preciso e contextualizado dessas intervenções, promovendo o acesso e a valorização desse valioso acervo técnico.Almanaque da Usina (título provisório) A publicação reúne informações sobre a história da usina e da cidade de Salesópolis, sobre a fauna e a flora da região, a história da cidade, bem como os aspectos científicos dos equipamentos que compõem a usina e o processo de geração de energia elétrica — tudo ricamente ilustrado.CURSO/OFICINA/CAPACITAÇÃO FAZENDO A DIFERENÇA Oficinas culturais formativas, abordando temas relacionados a paisagens, cultura local, expressões artísticas e memórias da história de ocupação do território, a serem realizadas em quatro cidades.A iniciativa tem como objetivo fortalecer os vínculos comunitários e promover a identificação das comunidades com seu território e sua cultura. Busca-se despertar a cultura da autonomia, do protagonismo e da força criativa, por meio de um processo de mobilização social que investiga e mapeia as singularidades de seus povos e paisagens.Nesse processo, a natureza e a cultura local são os protagonistas. Oficinas de trocas de saberes, compartilhamento de conteúdo e atividades práticas (“mão na massa”) criam o ambiente para que a comunidade se reconheça e se mobilize em torno da produção e manifestação cultural.A permacultura é utilizada como metodologia de leitura de paisagem e de planejamento das intervenções em espaços escolhidos pela comunidade. Essa intervenção, em regime de mutirão, funciona como dispositivo de união e rompimento de barreiras de socialização que possa haver entre as pessoas. Concomitantemente durante esse processo, rodas de conversa e encontros sobre a arte e cultura do território são realizados. Paisagem, território, pessoas e suas manifestações culturais são evidenciadas para fortalecer um sistema saudável. Cuidado com as pessoas, cuidado com a terra. Como produtos desse percurso, estão previstos:Um vídeo-documentário, que narrará as histórias que marcam a cultura e o território, destacando a relação afetiva das pessoas com o espaço e como as oficinas de intervenção inspiraram novos laços comunitários;Um Festival de Arte e Cultura Popular, concebido como palco de valorização e difusão das expressões locais — dança, artesanato, música, culinária, arte cênica e outras manifestações artísticas —, fortalecendo a identidade cultural e a autoestima da comunidade.OLIMC - OLIMPÍADA CULTURAL DO ALTO TIETÊ 2026Ações formativas e oficinas artísticas que incentivam o protagonismo estudantil e o acesso à cultura, promovendo vivências criativas e educativas com estudantes da rede pública estadual de nove cidades do Alto Tietê (SP).A OLIMC nasce da escuta ativa de estudantes do Ensino Fundamental II e do Ensino Médio da Rede Estadual de Ensino, que compartilharam suas percepções sobre a ausência de práticas culturais em seu cotidiano escolar. A partir de visitas presenciais realizadas nas escolas, foi evidente o desejo dos jovens por mais espaços de expressão artística.Essa escuta revelou uma necessidade urgente: criar oportunidades que ampliem o repertório cultural dos jovens, promovam sua autonomia e despertem seu potencial criativo.A OLIMC responde a essa demanda com uma proposta cultural ampla, inclusiva e educativa, estruturada por meio de oficinas de linguagens artísticas e encontros formativos. A cada edição, um tema central guia as ações e inspira as produções dos participantes, conectando arte, território e juventude.As ações acontecem em três frentes principais: oficinas online, encontros presenciais nas escolas e participação em um edital público de criação artística. A seleção via edital tem papel pedagógico: apresenta aos jovens o universo das políticas públicas culturais, os processos formais de inscrição e estimula seu envolvimento em práticas criativas e cidadãs. Todo o processo é acompanhado por formações acessíveis, que orientam os alunos passo a passo.A OLIMC é um espaço para que os estudantes sejam reconhecidos como criadores, mobilizadores e agentes culturais de suas comunidades.

Objetivos

Considerando o artigo 6º da Instrução Normativa 23, de 5 de fevereiro de 2025, com a determinação de que Pessoas Jurídicas sem fins lucrativos podem apresentar propostas culturais na forma de plano anual ou plurianual de atividades e, ainda, o artigo terceiro do Decreto nº 11.453, de 2023, que indica, entre as finalidades dos projetos a serem apoiados pelo PRONAC, o incentivo à "ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais" (inciso V) e o apoio ao "desenvolvimento de ações que integrem cultura e educação" (inciso XV), o objetivo geral do projeto é garantir, em 2026, a manutenção da Fundação Patrimônio Histórico da Energia e Saneamento e a realização de atividades de preservação e de divulgação do patrimônio cultural dos setores de energia e saneamento paulistas, sob a guarda da entidade (acervo este de grande relevância para a história do desenvolvimento urbano, industrial e social do estado de São Paulo, e que tem como uma de suas formas de extroversão os Museus da Energia, geridos pela mesma entidade); bem como garantir a realização de exposições Itinerantes e de longa duração, livros e cursos/oficinas.A) Produto PLANO ANUAL: Realizar as ações cotidianas de manutenção da Fundação Patrimônio Histórico da Energia e Saneamento e ações de pesquisa, preservação e difusão dentro e fora das suas unidades (Acervo Fundação Energia e Saneamento, Museus da Energia. B) Produto secundário EXPOSIÇÃO: produzir quatro exposições itinerantes e uma exposição de longa duração;C) Produto secundário LIVRO: quatro livros;D) Produto secundário CURSO/OFICINA/CAPACITAÇÃO: realizar uma programação de oficinas formativas culturais: "Fazendo a Diferença" e "OLIMC - Olimpíada Cultural do Alto Tietê 2026".CONTRAPARTIDA SOCIAL - OBSERVAÇÕES: A rede de Museus da Energia oferece visitas mediadas e atividades educativas, como a Hora da Energia, dentre outras ações formativas ligadas a exposições temporárias, de forma gratuita. Oferece também edições de atividades extramuros, no formato itinerante, como Intervalo com Energia, que permite levar para escolas conhecimentos e experimentações ligadas ao desenvolvimento energético. O Plano Anual 2026 prevê o fornecimento de ônibus e lanches para grupos agendados (escolas públicas e instituições que atendem pessoas em situação de vulnerabilidade social) em visitas mediadas e/ou atividades educativas nos Museus. Dessa forma, com base no Artigo 49, § 3o, da IN 23, de 5 de fevereiro de 2025, e considerando que o projeto contém ações formativas/programas educativos gratuitos, a proponente entende estar desobrigada de apresentar ações formativas culturais, "adicionais às atividades previstas, preenchendo o produto cultural secundário Contrapartidas Sociais no Plano de Distribuição, com rubricas detalhadas na Planilha Orçamentária". No entanto, no cadastramento da proposta, o Salic, acusou a necessidade de cadastro de contrapartida. Dessa forma, disponibilizaremos mais ônibus e lanches para o atendimento de público de forma gratuita, conforme Planilha do produto "Contrapartida Social".

Justificativa

Considerando o artigo 6º da Instrução Normativa 23, de 5 de fevereiro de 2025, com a determinação de que Pessoas Jurídicas sem fins lucrativos podem apresentar propostas culturais na forma de plano anual ou plurianual de atividades, o projeto Plano Anual da Fundação Patrimônio Histórico da Energia e Saneamento - 2026 permitirá à instituição continuar suas atividades de preservação e difusão do patrimônio histórico e cultural dos setores de energia e saneamento paulistas sob sua guarda, e a realização de ações educativas e culturais em suas unidades museológicas e fora delas. A Fundação Patrimônio Histórico da Energia e Saneamento, mais conhecida como Fundação Energia e Saneamento (FES), é uma instituição cultural de direito privado, sem fins lucrativos, criada em 1998 para preservar, pesquisar e divulgar o patrimônio histórico dos setores que lhe deram origem. Orienta suas ações a partir dos valores da ética, democracia, sustentabilidade, boas práticas e inclusão, tendo como eixos temáticos inspiradores: "História, Memória, Cultura e Sociedade"; "Educação, Sustentabilidade e Bem-Estar" e "Ciência, Inovação e Tecnologia" para criar as cidades do futuro. Em seus esforços, busca articular os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) 3, 4, 5, 6, 7, 10, 11, 12, 13, 14, 15 e 17 do Pacto Global das Nações Unidas e o Marco Conceitual Comum em Sustentabilidade (MCCS), elaborado pelo Ibermuseus.A Fundação reúne o maior acervo histórico a respeito da eletrificação do Estado de São Paulo, composto por mais de 1.600 metros lineares de documentos técnicos e gerenciais, 260 mil documentos fotográficos, 4.050 objetos museológicos, 50 mil títulos na biblioteca (uma das maiores especializadas em energia do Brasil), 10 mil mapas e desenhos técnicos, além de documentos audiovisuais, sonoros e da coleção de entrevistas de História Oral, reunidos a partir de meados do século XIX e provenientes de diversas fontes. Uma equipe multidisciplinar atua na organização, conservação e divulgação pública dos acervos arquivístico, bibliográfico e museológico da instituição em suas unidades.Esse valioso acervo é complementado por um patrimônio arquitetônico composto de edificações históricas emblemáticas do desenvolvimento hidrelétrico e urbanístico paulista e brasileiro, que deram origem ao programa de Museus da Energia da Fundação. Seu patrimônio arquitetônico engloba edifícios históricos em centros urbanos e Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs), que, na nova classificação da matriz energética nacional, passaram a ser denominadas Centrais Geradoras Hidrelétricas (CGHs). São eles: Museu da Energia de São Paulo (São Paulo, SP), Museu da Energia de Itu (Itu, SP), Acervo da Energia (Jundiaí, SP), Usina Parque Museu da Energia de Salesópolis (Salesópolis, SP), Usina Parque do Jacaré (Brotas, SP), Usina Parque São Valentim (Santa Rita do Passa-Quatro, SP) e Usina Parque do Corumbataí (Rio Claro, SP).Nos Museus da Energia, o público tem a oportunidade de aprender e vivenciar experiências educativas e de lazer, através das quais questões sobre o passado, o presente e o futuro da energia e da água, no Brasil e no mundo, são tratadas de maneira didática e divertida. Esses espaços oferecem aos visitantes atividades culturais voltadas para todas as idades, e que reforçam conceitos de cidadania e incentivam o uso responsável de recursos naturais, explorando tais questões por abordagens históricas, científicas e sociais.O patrimônio de cunho arquivístico, bibliográfico, museológico e arquitetônico salvaguardado pela Fundação Energia e Saneamento, para além de contar a história de setores específicos, integra um registro material que auxilia na compreensão das transformações da sociedade brasileira a partir da expansão da urbanização e industrialização das cidades, abrindo amplas possibilidades de pesquisa sobre os aspectos sociais, econômicos e, também, relacionados à construção da memória e identidade das culturas locais, diante da marcha da "modernidade" empreendida, a partir do século XX, com a ajuda do impulso elétrico. Vale destacar que a Fundação Energia e Saneamento, ciente da importância de suas finalidades institucionais, vem ampliando sua atuação de maneira a contribuir, cada vez mais estrategicamente, para:Proporcionar a igualdade de condições de acesso a bens culturais de qualidade, por meio de sua preservação e divulgação, e da promoção de estratégias de valorização e fruição do patrimônio cultural material e imaterial dos setores de energia e saneamento ambiental, constituindo-se em caminho e fonte de contribuição estratégica para o desenvolvimento humano, social, criativo e econômico sustentável. Ampliar expressivamente a atuação no setor cultural, especialmente nos campos patrimonial e museal, a partir das expertises adquiridas no último quarto de século, para intensificar o cumprimento de seus propósitos institucionais relacionados ao desenvolvimento de programas estratégicos de cultura, arte, educação patrimonial e científico-tecnológica, e educação ambiental e à pesquisa e desenvolvimento de soluções inovadoras para a construção de sociedades sustentáveis, considerando que o fortalecimento e a valorização dos museus e do patrimônio histórico-cultural paulista podem desempenhar papel cada vez mais relevante para a consolidação de uma política cultural que ajude a construir um mundo mais sustentável, justo e solidário. esta forma, dada a importância da sua missão, a Fundação Energia e Saneamento - instituição cultural privada, sem fins lucrativos e sem mantenedores fixos - apresenta seu Plano Anual de Atividades - 2026, para que possa manter e ampliar sua atuação no cenário cultural paulista e brasileiro. Considerando os apontamentos acima, destacamos, na sequência, que o projeto se enquadra nos seguintes incisos do Artigo 1º da Lei 8313/91:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;O projeto tem por finalidade (dentre as elencadas no Artigo 3º da Lei 8313/91):II - fomento à produção cultural e artística, mediante:c) realização de exposições, festivais de artes, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore.III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante:a) construção, formação, organização, manutenção, ampliação e equipamento de museus, bibliotecas, arquivos e outras organizações culturais, bem como de suas coleções e acervos.

Estratégia de execução

PRODUTO - CONTRAPARTIDA SOCIAL:NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: as atividades serão realizadas nos Museus da Energia. Valem as informações contidas acima em “Acessibilidade - Plano Anual”.NO ASPECTO COMUNICACIONAL E DE CONTEÚDOAcessibilidade para pessoas com deficiência visual: as atividades serão realizadas nos Museus da Energia. Valem as informações contidas acima em “Acessibilidade - Plano Anual”.Acessibilidade para pessoas com deficiência auditiva: as atividades serão realizadas nos Museus da Energia. Valem as informações contidas acima em “Acessibilidade - Plano Anual”.Outros tipos de acessibilidade: as equipes do receberão formação e orientações de um consultor em acessibilidade contratado pela proponente, com foco nos aspectos práticos e comportamentais, promovendo o cuidado, a escuta ativa e o atendimento humanizado como pilares de uma produção cultural verdadeiramente acessível.OBS.: Os custos relacionados à acessibilidade de todos os produtos, inclusive os referentes ao aspecto de comunicação e divulgação acessíveis do projeto (disponibilização de materiais em formatos acessíveis, contendo informações sobre as medidas de acessibilidade das ações a serem executadas) foram considerados no grupo de despesas “Acessibilidade, Comunicação e Divulgação Acessíveis”.

Especificação técnica

LIVROSCaderno História & Energia (título provisório) Capa flexível:Tamanho fechado: 21 X 28 cmPapel: Cartão supremo, 350 gm g/m24x4 coresMiolo: 21 X 28 cmNúmero de páginas: 80Papel: couche fosco 150 g/m2 impressos em 4x4 coresQuantidade: 1000 exemplaresAtlas dos conjuntos aerofotogramétricos - Obras da Serra (título provisório) Capa flexível:Tamanho fechado: 33 X 48 cmPapel: Cartão supremo, 350 gm g/m24x4 coresMiolo: 33 X 48 cmNúmero de páginas: 180Papel: couche fosco 150 g/m2 impressos em 4x4 coresAcabamentos: Laminação Fosca. Nesse livro, seria bom ter 2 mapas dobrados, colados na página, tamanho 66 X 48 cmQuantidade: 2000 exemplaresAlmanaque Usina (título provisório) Capa flexível:Tamanho fechado: 23 X 21 cmPapel: Cartão supremo, 350 gm g/m24x4 coresMiolo: 23 X 21 cmNúmero de páginas: 180Papel: couche fosco 150 g/m2 impressos em 4x4 coresQuantidade: 1000 exemplaresFotógrafos em 200 imagens (título provisório) Capa dura:Tamanho fechado: 30 X 30 cmPapel: Cartão supremo, 350 gm g/m2, Revestimento em couche fosco, 90 g/m24x4 coresMiolo: 30 X 30 cmNúmero de páginas: 180Papel: couche fosco 150 g/m2 impressos em 4x4 coresQuantidade: 1000 exemplares

Acessibilidade

A) PRODUTO: PLANO ANUALNO ASPECTO ARQUITETÔNICO As atividades serão realizadas na sede do Acervo da Fundação Energia e Saneamento, na sede da instituição e nos Museus da Energia. A seguir, as informações relativas a cada uma das unidades: Acervo Histórico em Jundiaí - SP: possui rampas de acesso e banheiro adaptado; Museu da Energia de São Paulo (e sede da instituição): rampas de acesso, elevador (apenas no Museu) e banheiro adaptado. Museu da Energia de Itu: rampas de acesso (não fixas), elevador e banheiro adaptado; Museu da Energia de Salesópolis: rampas de acesso e banheiros adaptados; OBS.: os elementos já constam nos edifícios.NO ASPECTO COMUNICACIONAL E DE CONTEÚDO Acessibilidade para pessoas com deficiência visual: as atividades serão realizadas na sede da instituição e nos Museus: Acervo Histórico em Jundiaí - SP: a FES prevê a reformulação de seu site institucional para ser plenamente acessível (para deficientes visuais e auditivos), inclusive com a contratação de um consultor de acessibilidade para viabilizar a acessibilidade do sistema de pesquisa ao acervo. Museu da Energia de São Paulo (e sede da instituição): os textos da exposição de longa duração já estão disponíveis em caderno em braile; há placas táteis da arquitetura com legendas em braile; reprodução de peças acervo disponível para toque inseridas ao longo da exposição; objetos em 3D para toque (turbina e vertedouro de usina hidrelétrica); identificação em braile nas rampas de acesso, maquete da sede do museu e mapa tátil com legenda em braile. Museu da Energia de Itu: a unidade já conta com caderno em braile com textos da exposição de longa duração; dois objetos 3D e duas placas com detalhes da arquitetura do sobrado que abriga o Museu; Museu da Energia de Salesópolis: possui em seu espaço expositivo duas maquetes táteis (área do museu e casa de máquinas da usina), dois objetos em 3D (gerador e turbina de hidrelétrica) e caderno em braile com textos sobre a história da usina e geração de energia.Acessibilidade para pessoas com deficiência auditiva: as atividades serão realizadas na sede da instituição e nos Museus da Energia: Acervo Histórico em Jundiaí - SP: havendo demanda de agendamento para pesquisador com deficiência auditiva, será contratado intérprete de libras para acompanhamento no dia agendado. Museu da Energia de São Paulo: na exposição de longa duração há vídeo-libras com legenda disponível no site, youtube e com QR code no espaço. Museu da Energia de Itu: no Museu há vídeo-guia sobre a exposição de longa duração "História, Energia e Cotidiano" e o sobrado do Museu da Energia de Itu; Museu da Energia de Salesópolis: estão disponíveis nas redes sociais da Fundação dois vídeos já produzidos sobre o Museu, com a participação de educadora surda. Além disso, todos os vídeos produzidos pela Fundação no exercício deste Plano Anual, em 2026, para divulgação nas redes sociais, serão legendados. Outros tipos de acessibilidade: como parte do compromisso da FES com a inclusão e o respeito à diversidade, será contratado um consultor em acessibilidade que conduzirá uma formação específica dos profissionais dos Museus e Acervo que trabalham com atendimento ao público, tendo em vista os vários tipos de acessibilidade, incluindo público autista e pessoas com de psicossocial ou múltipla. Além disso, o consultor vai orientar o desenho dos painéis expositivos e layout das salas, redação de conteúdo etc., considerando o Guia de Acessibilidade do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania.B) PRODUTO: EXPOSIÇÃO CULTURAL NO ASPECTO ARQUITETÔNICO As exposições serão instaladas nos Museus da Energia ou em espaços a serem selecionados. Portanto, valem as informações mencionadas para o produto “Plano Anual". NO ASPECTO COMUNICACIONAL E DE CONTEÚDOAcessibilidade para pessoas com deficiência visual: estão previstos serviço de audiodescrição e áudio guia disponíveis por QR Code, impressão de placas em braile e mapa tátil e desenvolvimento de material educativo multissensorial. Acessibilidade para pessoas com deficiência auditiva: durante o período de vigência das exposições, haverá a contratação de intérprete de Libras para atendimento de público nos Museus, em datas a serem definidas durante a etapa de produção. O site da instituição será atualizado com a instalação do Pluggin V Libras para leitura na língua de libras . Outros tipos de acessibilidade: a acessibilidade para as exposições serão desenvolvidas de acordo com a orientação da consultoria em acessibilidade contratada com o objetivo de promover recursos acessíveis da forma mais integrada possível à exposição. Assim, a adoção do design acessível permite atender amplamente com recursos para pessoas autistas e para pessoas com deficiência (intelectual, física, auditiva, visual, psicossocial e múltipla.C) PRODUTO SECUNDÁRIO: LIVRO NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: Não se aplica. NO ASPECTO COMUNICACIONAL E DE CONTEÚDOAcessibilidade para pessoas com deficiência visual: produção da versão audiolivro da publicaçãoAcessibilidade para pessoas com deficiência auditiva: uma versão em PDF do livro ficará disponível no site da instituição, que será atualizado com a instalação do Pluggin V Libras para leitura na língua de libras .Outros tipos de acessibilidade: a versão em PDF do livro facilita o acesso para diferentes públicos. D) PRODUTO SECUNDÁRIO: CURSO/OFICINA/CAPACITAÇÃO: “Fazendo a Diferença” e “OLIMC - Olimpíada Cultural do Alto Tietê 2026”.NO ASPECTO ARQUITETÔNICOOs locais de realização das oficinas do “Fazendo a Diferença” serão definidos no período de pré-produção, garantindo a utilização de espaços que ofereçam segurança e autonomia.No caso da OLIMC, o evento final será realizado em local com infraestrutura acessível, com banheiros acessíveis, rampas de acesso na entrada principal e para o acesso ao palco. Haverá assentos sinalizados/reservados para pessoas com deficiência e mobilidade reduzida.NO ASPECTO COMUNICACIONAL E DE CONTEÚDOAcessibilidade para pessoas com deficiência visual: “Fazendo a Diferença”: os oficineiros oferecerão apoio ao participante com deficiência visual, descrevendo objetos e orientando a utilização dos mesmos. “OLIMC - Olimpíada Cultural do Alto Tietê 2026”: as oficinas culturais online contarão com recursos de acessibilidade para pessoas com deficiência visual. Os vídeos terão audiodescrição, permitindo que o conteúdo visual seja compreendido por meio da narração de elementos importantes da cena, linguagem corporal e demais aspectos visuais relevantes. Acessibilidade para pessoas com deficiência auditiva: “Fazendo a diferença”: haverá intérprete de Libras para a oficina, caso haja pessoas com deficiência auditiva inscritas. Os vídeos conterão legendas e tradução em Libras. “OLIMC - Olimpíada Cultural do Alto Tietê 2026”: os vídeos das oficinas também contarão com legendas e tradução em Libras, assegurando a compreensão total dos conteúdos. No evento final, haverá intérprete de Libras no palco, com transmissão simultânea em telão, garantindo acessibilidade durante as apresentações e falas ao vivo.Outros tipos de acessibilidade: as equipes receberão formação e orientações de um consultor em acessibilidade contratado pela proponente, com foco nos aspectos práticos e comportamentais, promovendo o cuidado, a escuta ativa e o atendimento humanizado como pilares de uma produção cultural verdadeiramente acessível.OBS.: Os custos relacionados à acessibilidade de todos os produtos, inclusive os referentes ao aspecto de comunicação e divulgação acessíveis do projeto (disponibilização de materiais em formatos acessíveis, contendo informações sobre as medidas de acessibilidade das ações a serem executadas) foram considerados no grupo de despesas “Acessibilidade, Comunicação e Divulgação Acessíveis”.PRODUTO - CONTRAPARTIDA SOCIAL: As informações encontram-se no campo “OUTRAS INFORMAÇÕES"

Democratização do acesso

Como política de democratização de acesso, a rede de Museus da Energia (nas cidades de Itu - SP, Salesópolis - SP e São Paulo - SP) pratica a cobrança de entrada a preços populares (R$ 10,00 a inteira), além das seguintes categorias de meia-entrada e isenção:Meia-entrada: Estudantes, pessoas com deficiência e um acompanhante, jovem de baixa renda com ID Jovem. Diretores, coordenadores pedagógicos, supervisores e titulares de cargos do quadro de apoio das escolas das redes públicas estadual e municipais de ensino. É necessário a apresentação de comprovante.Ingresso-família: crianças até 07 anos são isentas e os responsáveis pagam meia-entrada.Isenção: Moradores dos municípios de cada unidade museológica (e moradores do território - região central, no caso da unidade de São Paulo - SP), professores, maiores de 60 anos, guias e monitores de turismo. É necessário a apresentação de comprovante.O produto “exposições culturais” que integram este projeto, além de exibidas nas unidades da Fundação, poderão ser levadas a espaços externos ainda não definidos, tendo como premissa de seleção a circulação em locais públicos e outros em que haja entrada gratuita e/ou acesso amplo.30 % dos livros serão distribuídos de forma gratuita e 20% a preço popular. As oficinas “Fazendo a Diferença” e “”OLIMC - Olimpíada Cultural do Alto Tietê 2026”, ocorrerão de forma totalmente gratuitaAlém das condições acima, como medida de ampliação do acesso, conforme Artigo 47 da Instrução Normativa 23/2025, esta proposta cultural irá:V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições e oficinas.

Ficha técnica

Fundação Patrimônio Histórico da Energia e SaneamentoA Fundação Patrimônio Histórico da Energia e Saneamento será a responsável pela gestão do projeto, desde o planejamento, coordenação, acompanhamento e execução dos trabalhos de pré-produção, produção e até a pós-produção das diferentes atividades. Realizará, também, a contratação e acompanhamento do trabalho de prestadores, profissionais e técnicos externos que não componham seu quadro de funcionários, quando necessário.Rita de Cassia Martins SouzaFUNÇÃO NO PROJETO: Diretora Executiva da Fundação Patrimônio Histórico da Energia e Saneamento e dirigente legal da instituição. Responsável pela gestão de todo processo decisório, por todas as ações realizadas no âmbito deste projeto e da instituição.CURRÍCULO RESUMIDO: Rita Martins é advogada, especialista em Direito Processual Civil pela PUC/SP, pós-graduada em Direito do Terceiro Setor pela ESA (Escola Superior de Advocacia) - OAB/SP e em Direito da Energia Elétrica pela Faculdade de Direito da Universidade Cândido Mendes/RJ. Desde 1999 atua na Fundação Energia e Saneamento como Assessora Jurídica, e em 2013 foi nomeada como Diretora Executiva da instituição. A Proponente, dirigente da Pessoa Jurídica, é a representante legal da Fundação Patrimônio Histórico da Energia e Saneamento (nomeada como Diretora Executiva em 23/10/2019 para um mandato de 4 anos), de acordo com o disposto em seu Estatuto Social em vigor, como segue: Seção III – Diretoria - Art. 14. A Diretoria é o órgão gestor da Fundação e é constituída por 03 (três) Diretores, um deles o Diretor Executivo, eleitos pelo Conselho de Administração para mandato de 04 (quatro) anos, sendo permitidas reconduções. Art. 17. Compete ao Diretor Executivo, isoladamente: a) Dirigir e orientar a administração da Fundação, zelando pelo cumprimento das diretrizes de trabalho e das normativas que venham a disciplinar suas funções pelo Conselho de Administração (documentação regularizada no cadastro da Proponente).Profissionais participantes:NOME: Natalia MoriyamaFUNÇÃO NO PROJETO: Coordenadora de Desenvolvimento InstitucionalCURRÍCULO RESUMIDO: Bacharel em Comunicação Social - ESPM e MBA em Gestão de Projetos - USP. Passou 18 anos no mercado de TI e desde 2009 atua na Cultura. Atuou gestão de projetos culturais e captação de recursos, tendo passado duas vezes pela Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo, onde foi diretora do Sistema Estadual de Bibliotecas Públicas do Estado de SP e responsável pelas parcerias de economia criativa. Foi coordenadora de Desenvolvimento Institucional no Museu Afro Brasil, produtora cultural autônoma e parecerista de editais de fomento. Atualmente é responsável pela área de DI da Fundação Energia e Saneamento, atuando como articulador estratégico com vistas à sustentabilidade, visibilidade e fortalecimento da instituição, por meio de captação de recursos, gestão de parcerias, de projetos e comunicação institucional.NOME: Marina de Castro Melo CasimiroFUNÇÃO NO PROJETO: Coordenação geral - atua como gestora das atividades nos Museus da Energia ligadas à educativo, programação cultura e projetos expositivos, bem como atua nas estratégias de preservação e monitoramento do acervo museológico da Fundação Energia e Saneamento.CURRÍCULO RESUMIDO: Museóloga, formada pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO, 2016-2022), discente técnico em Conservação e Restauro no Templo da Arte (2025-2027) e artista plástica com especialização em Design gráfico pelo SENAC-RJ. Atuou como coordenadora de projeto cultural na Casa Pacheco Leão do Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Participou de projetos de exposições físicas e virtuais, além de ter atuado no setor de educativo em instituições culturais no Rio de Janeiro e em projetos de pesquisa para formação de acervo no Museu de Astronomia e Ciências Afins e no Museu Nacional de Belas Artes.NOME: Maria Celina Pedroso AlvesFUNÇÃO NO PROJETO: Coordenadora - Atua como responsável pelo acompanhamento técnico e operacional da equipe de profissionais do acervo, realizo a gestão da reserva técnica nos aspectos ambientais voltados a preservação dos documentos, elaboração de projetos de tratamento dos diferentes conjuntos documentais e seus suportes, gestão dos procedimentos de preservação e difusão do arquivo, orientação e assessoria a pesquisadores (internos e externos), organização e articulação de convênios e parcerias.CURRÍCULO RESUMIDO: Geógrafa, mestranda pela UNESP/PP (2024-2026), Pesquisadora CNPq – Educação e Juventude – 2019/2020, Pesquisadora Capes – Pibid - 2018/2019. Atuai no tratamento técnico da cartografia do Fundo Eletropaulo, período de 1998-2003, foi Gerente e Superintendente da Fundação de Amparo ao Preso - 2003 a 2016, em projetos educativos, culturais, profissionais e de geração de trabalho e renda, retornando ao acervo da Fundação Energia e Saneamento em 2017, como técnica e atual coordenadora, desde 2024.NOME: Fernando Ferreira de Sousa LimaFUNÇÃO NO PROJETO: Coordenador editorial e de exposições da Fundação, responsável pela coordenação e acompanhamento técnico dos produtos do projeto, como expografia e a edição das obras.CURRÍCULO RESUMIDO: Graduado em Produção Editorial pela Universidade Anhembi Morumbi e pós-graduado em “Comunicação e Estratégias Digitais nas Organizações” (SENAC). Atua como coordenador editorial e de exposições, com experiência de mais de 20 anos em, produtos editoriais (livros, revistas e catálogos), exposições (designer e expografia) e comunicação institucional.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.

2026-12-31
Locais de realização (7)
Selvíria Mato Grosso do SulBrotas São PauloItu São PauloJundiaí São PauloRio Claro São PauloSalesópolis São PauloSão Paulo São Paulo