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Este projeto visa garantir as atividades continuadas do Grupontapé de Teatro prevendo uma circulação teatral do Grupontapé por 4 cidades de 2 regiões brasileiras, com espetáculos e atividades formativas e oferecer em sua sede uma programação artística e formativa, com apresentações de espetáculos do Grupontapé, de grupo convidado e de espetáculos locais selecionados via edital. Como atividades formativas serão oferecidos bate-papos, oficinas de teatro, roda de danças circulares e ainda como contrapartida social rodas de conversa e palestras.
Produto: ESPETÁCULOS ESPETÁCULOS EM REPERTÓRIO AS CENTENÁRIAS A peça acompanha a história de amizade entre duas comadres carpideiras, em dois planos, passado e presente. No passado, Socorro tenta enganar a Morte quando esta vem buscar o filho de sua comadre, Zaninha. No presente, elas aguardam um moribundo ‘se adecidir’ morrer para começar a carpir, enquanto isto não acontece, ressuscitam relatos de velórios e de sua história juntas, mas acabam confrontadas com um segredo que julgavam bem guardado. Texto: Newton Moreno - Direção: Cris Lozano - Elenco: Kátia Bizinotto, Katia Lou e Fernando Neves (ator convidado) - Preparação Vocal: Babaya Morais - Preaparação de elenco: Fernando Neves - Trilha sonora original: Makely Ka - Efeitos e ambientação: Morris Picciottto; Cenário e desenho de luz: Marisa Bentivegna; Figurinos e adereços: Flávio Arciole. BALAIO POULARConcebido na linguagem vibrante do teatro de rua, o espetáculo se desenrola em um círculo de balaios, de onde brotam objetos e imagens que dão vida às narrativas. Com leveza e simplicidade, Balaio Popular celebra a arte de contar histórias, evocando a inocência da infância e convidando o público a mergulhar no imaginário da cultura popular, repleto de lendas, parlendas, cantigas e brincadeiras que atravessam gerações.Roteiro: Katia Lou / Direção original: Fernando Limoeiro / Elenco: Grupontapé e músico convidadoQUESTÃO DE HÁBITO Com 30 anos de trajetória e mais de um milhão de espectadores a peça faz parte do repertório do teatro aplicado desenvolvido pelo Grupontapé e aborda a importância das escolhas e dos hábitos na vida das pessoas, tocando em temas relativos ao dia a dia de dos trabalhadores que tem suas demandas profissionais, familiares e pessoais. Desde sua estreia em março de 1996, "Questão de Hábito" se consolidou como um dos espetáculos mais impactantes e duradouros do Grupontapé de Teatro. Ao longo dessas três décadas, o espetáculo passou por diversas formações de elenco, com inúmeros atores trazendo sua contribuição para a interpretação e evolução da obra. A peça se adaptou a diferentes contextos e, durante a pandemia, foi transformada na videopeça "Questão de Hábito em Tempo de Isolamento", mantendo sua essência e atualizando suas mensagens para o momento.Texto e Direção: Katia Lou - Elenco: GrupontapéSE LIGA NO PLANETA! Se Liga no planeta é uma ação cênica, lúdica, informativa e interativa. Em cena, dois personagens - duas crianças interessadas em aprender sobre os cuidados com o meio ambiente, encontram com a apresentadora Aquática que comanda toda a ação. As crianças estão a procura de informações para fazer um trabalho da escola e junto com Aquática, vão aprendendo e ensinando sobre o cuidado com a natureza e com o lixo. Além das cenas, músicas, brincadeiras e gincana envolvem o público que participa e se envolve com a proposta, reforçando que a sustentabilidade do planeta também depende das nossas ações. Texto e Direção: Katia Lou - Elenco: Grupontapé REPERTÓRIO DE ATIVIDADES FORMATIVAS Oficina "TEATRO E AUTOCONHECIMENTO" Voltado para pessoas com ou sem experiência em teatro, que desejam experimentar, por meio de expressões cênicas e de autoconhecimento, jogos e exercícios fundamentados no estudo da Psicologia Positiva e em Técnicas Teatrais, com foco em desenvolvimento de habilidades e competências profissionais, cognitivas, pessoais e em grupo. Será realizada de forma híbrida, online e presencial. Oficina "JOGOS TEATRAIS" A oficina de Jogos Teatrais oferece conteúdo prático e teórico relacionados ao Teatro, com foco no desenvolvimento pessoal e coletivo. Por meio de jogos de improvisação, criatividade e trabalho em grupo, possibilita a experimentação cênica e a reflexão ativa como caminho para a aprendizagem de habilidades teatrais. RODA DE DANÇAS CIRCULARES A dança é uma das mais importantes atividades simbólicas humanas e que pode ser considerada uma das primeiras manifestações artísticas da humanidade e à partir deste aprendizado da fundadora do Grupontapé, Katia Lou, as danças já fizeram parte da preparação e da cena do espetáculo "Tempo de Águas" e desde então, as rodas são oferecidas na Sede do Grupontapé em geral de forma gratuita ou com a doação (livre) de alimento não perecível que é levado à instituições sociais da cidade. PALESTRA "ARTE E TRABALHO" Compartilhar com jovens as etapas do fazer teatral e sua cadeia produtiva no intuito de despertá-los para a valorização do fazer artístico e para o empreendedorismo cultural à partir da vivência do Grupontapé. RODA DE CONVERSA “DIREITO DAS MULHERES” Unindo o Teatro e o Direito, o Grupontapé aborda a temática da violência contra a mulher afim de cumprir sua missão que é promover o desenvolvimento humano por meio do teatro.
OBJETIVO GERAL:Garantir as atividades continuadas do Grupontapé no ano de 2026 contemplando uma circulação teatral em 4 cidades de 2 regiões brasileiras e a manutenção de sua estrutura física, elenco e pessoal de produção, e oferecer para sua cidade, Uberlândia-MG, uma programação artística e formativa de qualidade em sua sede que consolidou-se como teatro alternativo de referência na região.OBJETIVOS ESPECÍFICOS:Este projeto foi estruturado em 2 eixos e cada um conta com os seguintes objetivos e ações: Eixo 1 _ Circulação - Prevê levar ao público das cidades por onde irá circular espetáculos de qualidade artística que promovam a reflexão e a sensibilidade e atividades formativas que contribuam para o desenvolvimento das pessoas, ampliando seus horizontes e perspectivas de vida sensibilizando para a pratica da empatia e do auto desenvolvimento, contemplando as seguintes ações:- Visitar as 4 cidades, sendo 3 da região Sudeste: Belo Horizonte-MG, Paracatu-MG e São Paulo-SP e 1 da região Nordeste: Fortaleza-CE, levando espetáculos e atividades formativas;- Realizar 8 apresentações de espetáculos do repertório do Grupontapé nas cidades visitadas, sendo no mínimo 1 apresentação em cada cidade.- Realizar 3 atividades formativas do repertório do Grupo nas cidades visitadas conforme demanda das localidades. Eixo 2 - Manutenção e Programação na Sede - Prevê a manutenção da estrutura física do grupo, seu elenco e pessoal de produção e oferecer para sua cidade, Uberlândia-MG, uma programação artística e formativa na sede do Grupo, contemplando as seguintes ações:- 4 apresentações de espetáculos do Repertório do Grupontapé;- 5 atividades artísticas selecionados por edital de ocupação com isenção de taxa de utilização do espaço;- 1 apresentação de espetáculo convidado;- 7 atividades Formativas, sendo 6 oferecidas pelo Grupontapé (oficinas teatrais, palestras, rodas de conversa e rodas de danças circulares) e 1 bate-papo com espetáculo convidado. E ainda, oferecer como Contrapartida Social: - 7 atividades formativas a serem oferecidas, sendo 2 Rodas de Conversa "Direito das Mulheres" e 5 Palestras "Arte e Trabalho" a serem realizadas em escolas da rede pública de ensino, ONGs, Centros Comunitários, etc. Com este conjunto de atividades em Uberlândia o Grupontapé pretende fortalecer a cultura local por meio da continuidade e aprimoramento contínuo de seu elenco visando seus próprios trabalhos artísticos e da melhoria de sua sede como espaço alternativo vocacionado para o teatro na cidade, promovendo e acolhendo uma programação artístico-cultural de qualidade e ações formativas do próprio Grupontapé e de diversos outros grupos, artistas e produtores, especialmente os locais.
Desde 1994 em atividade profissional continuada é uma referência teatral sendo um dos mais antigos grupos em atividade de todo o interior mineiro conhecido por gerar oportunidades para profissionais da área, movimentar a cena e desbravar caminhos. Montou 24 espetáculos, nestes quase 31 anos, além de diversos cursos, oficinas e festivais. Em sua sede mantém uma escola livre onde ministra seus cursos e uma sala de espetáculos com programação alternativa que recebe inúmeros grupos e artistas locais e de outras regiões. Trabalha com a linguagem do Teatro Aplicado que usa as ferramentas do teatro com finalidade pedagógicas para contribuir com os processos de educacionais para ampliação do conhecimentos e melhoria das competências pessoais. O Grupontapé se destaca pela simples existência que inspira ou por cada uma das atividades que desempenha ao longo de sua trajetória pois estas impactam fortemente no público e na vida dos artistas, grupos e público das cenas local e mineira. No livro "A nau a deriva", que traça um panorama do teatro produzido em Uberlândia entre os anos de 1997 e 2011, o jornalista e pesquisador Carlos Guimarães Coelho destacou na página 161 que "o Grupontapé tornou-se referência para o teatro local, estabelecendo-se não somente como um modelo de organização, mas também como um local de trabalho, uma vez que atores...tiveram oportunidade de trabalho e retorno financeiro". Em 2017, Eduardo Moreira, autor do livro que conta a trajetória do grupo, "Grupontapé, a construção de uma maioridade" assim se referiu ao coletivo de atores: "Em todos os festivais em que participamos com Grupo Galpão em Uberlândia, o Grupontapé sempre estava radicalmente engajado e participando. Além disso, o Grupontapé criava bons espetáculos, tinha uma produção audiovisual, uma sede com uma escola." Nestes quase 30 anos o grupo desenvolveu mecanismos de produção e gerenciamento dos recursos que administra (públicos ou privados) para garantir sua sustentabilidade e consequente eficiência das suas ações para assim ajudar a atingir os objetivos da agenda 21 da Cultura, no que tante ao seu art. nº 18 que orienta os governos locais: "Apoiar e promover, mediante diferentes meios e instrumentos, a manutenção e ampliação dos bens e serviços culturais, buscando a universalização do acesso a estes, a ampliação da capacidade criativa de todos os cidadãos, a riqueza que representa a diversidade lingüística, a exigência artística, a busca de novas formas de expressividade e a experimentação com as novas linguagens, a reformulação e a interação das tradições, os mecanismos de gestão cultural que detectem os novos movimentos culturais, o novo talento artístico e o potenciem para que possa chegar à sua plenitude". Hoje, mantém uma equipe de 13 pessoas com contrato anual de trabalho entre elenco fixo e pessoal de produção. Historicamente o grupo atuou não só em sua sede, mas também em 18 estados brasileiros e no distrito federal e em 2 países da América Latina atingindo mais de 100 outros municípios.Desde 1994 em atividade profissional continuada é uma referência teatral sendo um dos mais antigos grupos em atividade de todo o interior mineiro conhecido por gerar oportunidades para profissionais da área, movimentar a cena e desbravar caminhos. Montou 24 espetáculos, nestes quase 31 anos, além de diversos cursos, oficinas e festivais. Em sua sede mantém uma escola livre onde ministra seus cursos e uma sala de espetáculos com programação alternativa que recebe inúmeros grupos e artistas locais e de outras regiões. Trabalha com a linguagem do Teatro Aplicado que usa as ferramentas do teatro com finalidade pedagógicas para contribuir com os processos de educacionais para ampliação do conhecimentos e melhoria das competências pessoais. O Grupontapé se destaca pela simples existência que inspira ou por cada uma das atividades que desempenha ao longo de sua trajetória pois estas impactam fortemente no público e na vida dos artistas, grupos e público das cenas local e mineira. No livro "A nau a deriva", que traça um panorama do teatro produzido em Uberlândia entre os anos de 1907 e 2011, o jornalista e pesquisador Carlos Guimarães Coelho destacou na página 161 que "o Grupontapé tornou-se referência para o teatro local, estabelecendo-se não somente como um modelo de organização, mas também como um local de trabalho, uma vez que atores...tiveram oportunidade de trabalho e retorno financeiro". Em 2017, Eduardo Moreira, autor do livro que conta a trajetória do grupo, "Grupontapé, a construção de uma maioridade" assim se referiu ao coletivo de atores: "Em todos os festivais em que participamos com Grupo Galpão em Uberlândia, o Grupontapé sempre estava radicalmente engajado e participando. Além disso, o Grupontapé criava bons espetáculos, tinha uma produção audiovisual, uma sede com uma escola." Nestes quase 30 anos o grupo desenvolveu mecanismos de produção e gerenciamento dos recursos que administra (públicos ou privados) para garantir sua sustentabilidade e consequente eficiência das suas ações para assim ajudar a atingir os objetivos da agenda 21 da Cultura, no que tante ao seu art. nº 18 que orienta os governos locais: "Apoiar e promover, mediante diferentes meios e instrumentos, a manutenção e ampliação dos bens e serviços culturais, buscando a universalização do acesso a estes, a ampliação da capacidade criativa de todos os cidadãos, a riqueza que representa a diversidade lingüística, a exigência artística, a busca de novas formas de expressividade e a experimentação com as novas linguagens, a reformulação e a interação das tradições, os mecanismos de gestão cultural que detectem os novos movimentos culturais, o novo talento artístico e o potenciem para que possa chegar à sua plenitude". Hoje, mantém uma equipe de 13 pessoas com contrato anual de trabalho entre elenco fixo e pessoal de produção. Historicamente o grupo atuou não só em sua sede, mas também em 18 estados brasileiros e no distrito federal e em 2 países da América Latina atingindo mais de 100 outros municípios.Assim, considera-se que este Projeto está alinhado com os seguintes itens do Art. 1° da Lei 8313/91:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;IX - priorizar o produto cultural originário do País. E, atinge os seguintes objetivos estabelecidos no Art. 3º da referida norma:I - incentivo à formação artística e cultural, mediante:c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos;II - fomento à produção cultural e artística, mediante:e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres;III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante:d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais;IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;Assim, compreende-se que o Projeto Manutenção do Grupontapé _ Plano Anual 2026 compreende uma ação de continuidade e fortalecimento do Grupo integrando criação, formação, difusão e memória, seja por viabilizar a existência do próprio Grupo, enquanto um núcleo de referência no teatro brasileiro no interior de Minas Gerais, seja pela produção artística ou ainda pelas ações formativas que realiza para além dos palcos, sempre comprometido com o desenvolvimento humano e com a democratização do acesso à arte e à cultura.
Nota de esclarecimento: O projeto concebido originalmente tinha o mesmo valor do Plano Anual vigente, mais que o dobro. No entanto ao submetermos em junho foi recusado em virtude da regra de captação histórica para Plano Anual. Esta informação é relevante na medida em que o projeto foi pensado para contemplar maior quantidade de atividades e de cidades visitadas, mas tivemos a planilha drasticamente. Entretanto, tentamos manter as principais atividades e cidades de 3 diferentes regiões. Assim, ainda que tenhamos tido todo o cuidado de manter uma coerência, como algumas atividades foram suprimidas pode ter passado alguma correção importante textual, mas que de pronto faremos a correção se for o caso. E, por fim, fica também esclarecido o motivo que algumas rubricas contemplam 12 meses e outras tiveram um número menor.
PLANO PEDAGÓGICO DAS ATIVIDADES FORMATIVASO repertório de atividades formativas elencadas neste Plano estão divididas em 1 - atividades formativas do projeto e 2 - contrapartida social 1 - Atividades Formativas - Eixo 1 - Circulação (3) e Eixo 2 - Manutenção e Programação na Sede (7):Oficina "TEATRO E AUTOCONHECIMENTO" Ementa: Voltado para pessoas com ou sem experiência em teatro, que desejam experimentar, por meio de expressões cênicas e de autoconhecimento, jogos e exercícios fundamentados no estudo da Psicologia Positiva e em Técnicas Teatrais, com foco em desenvolvimento de habilidades e competências profissionais, cognitivas, pessoais e em grupo. Ministrante: Grupontapé - integrantes do Grupo se dividirão nesta atividade Recursos Didáticos: Sala/Equip. Som/Data show/materiais pedagógicos Público: Interessados em geral acima de 14 anos. Qtde oficinas: 2 Duração: 3 horas Qtde participantes: 15 por oficina Total de participantes: 30 Local: à definir Oficina "JOGOS TEATRAIS" Ementa: A oficina de Jogos Teatrais oferece conteúdo prático e teórico relacionados ao Teatro, com foco no desenvolvimento pessoal e coletivo. Por meio de jogos de improvisação, criatividade e trabalho em grupo, possibilita a experimentação cênica e a reflexão ativa como caminho para a aprendizagem de habilidades teatrais. Ministrante: Grupontapé - integrantes do Grupo se dividirão nesta atividade Recursos Didáticos: Sala/Equip. Som/Data show/materiais pedagógicos Público: Interessados em geral divididos por faixa-etária Qtde oficinas: 3 Duração: 3 horas Qtde participantes: 15 por oficina Total de participantes: 45 Local: À definir Rodas de DANÇAS CIRCULARES Ementa: A dança é uma das mais importantes atividades simbólicas humanas e que pode ser considerada uma das primeiras manifestações artísticas da humanidade e à partir deste aprendizado da fundadora do Grupontapé, Katia Lou, as danças já fizeram parte da preparação e da cena do espetáculo "Tempo de Águas" e desde então, as rodas são oferecidas na Sede do Grupontapé em geral de forma gratuita ou com a doação (livre) de alimento não perecível que é levado à instituições sociais da cidade. Público alvo: Interessados em geral No. De Participantes: até 40 Qtde: 4 Duração: 1h30 horas Local: À definir Bate-papo com os GRUPO CONVIDADO Ementa: Troca de experiências entre estudantes e artistas locais com Grupos convidados. Público alvo: Artistas, estudantes e interessados em geral No. de Participantes: até 40 Qtde: 1 Duração: 1h Local: Uberlândia (1) 2 - Atividades Formativas - Contrapartida Social (7) Palestra: ARTE E TRABALHO Ementa: Será compartilhado nesta ação dois aspectos do trabalho na arte, em especial no teatro, sendo eles: 1) Todas as etapas do fazer teatral e 2) A cadeia produtiva do teatro, ampliando assim a visão dos estudantes para a valorização do trabalho artístico, bem como o conhecimento de todas profissões que fornecem produtos e serviços para a área teatral. Ministrante: Grupontapé - integrantes do Grupo se dividirão nesta atividade Recursos Didáticos: Sala de aula e datashow Público: estudantes de escolas públicas/ONGs Qtde palestras: 5 Duração: 50 min. Qtde participantes: 30 por turma Qtde total de participantes: 150 Local: À definir Roda de Conversa: DIREITO DAS MULHERES Ementa: Unindo o Teatro e o Direito, o Grupontapé aborda a temática da violência contra a mulher afim de proporcionar reflexão e conscientização. Ministrante: Grupontapé Recursos Didáticos: Auditório / Espaços alternativos Público: ONGs/estudantes de escolas públicas/outras organizações Qtde palestras: 2 Duração: 50 min. Qtde participantes: 20 por turma (podendo atingir números maiores) Qtde total participantes: 40 Local: À definir * OBS: AS ATIVIDADES FORMATIVAS ESPECIFICADAS PARA AS CIDADES VISITADAS PODEM SER ALTERADAS SE HOUVER INTERESSE DOS AGENTES LOCAIS POR OUTRA ATIVIDADE CONTIDA NO REPERTÓRIO.
Produtos: PLANO ANUAL / ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS Na realização de todas as atividades contidas no Projeto serão observadas a acessibilidade para pessoas com deficiência física, auditiva e visual conforme segue abaixo: Acessibilidade Física: Idosos, pessoas com deficiência física ou mobilidade reduzida Estratégia: Todos os espaços serão acessíveis a idosos e deficientes, com reserva de lugares (espaço para cadeira de roda) e acento para idosos e pessoas com dificuldade de locomoção, nas proporções estabelecidas pela Legislação (Lei no 13.146, de 2015 e Decreto no 9.404, de 2018. Metodologia: Reservar dois por cento de espaços para pessoas em cadeira de rodas, com a garantia de, no mínimo, um espaço; e dois por cento de assentos para pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida, com a garantia de, no mínimo, um assento. Ítem da planilha orçamentária: Locação de Cadeiras para espaços alternativos ou ruas e em caso de sala de teatro, será realizado em espaços que tenham as especificações de acessibilidade estabelecidas na Legislação. Acessibilidade de conteúdo e comunicacional Pessoas com deficiência auditiva: (Grupo já utiliza intérprete em praticamente todas as apresentações artísticas) Estratégia: Realizar a transmissão de legenda de todas as atividades ou libras, conforme a necessidade. Metodologia: Será incluída na divulgação das atividades do projeto a comunicação de acessibilidade a deficientes auditivos; no caso de haver parcerias em cada localidade, sem custo para o projeto, poderá haver também a interpretação em libras das atividades a serem realizadas. Ítem da planilha orçamentária: Interpretação em libras. Pessoas com deficiência visual e Pessoas com deficiência intelectualEstratégia: Contratar uma consultoria específica para estudar a viabilidade técnica para analisar a viabilidade técnica e planejar com o Grupo como tornar acessivel as atividades que o Grupo faz. (Item alterado após realização da CNIC em Uberlândia) Ítem da planilha orçamentária: Custos de Divulgação e Comunicação Acessessível - Consultoria.O proponente buscará ampliar o acesso de suas ações ao máximo possível com base na INSTRUÇÃO NORMATIVA MINC Nº 5/2023 buscando criar políticas em suas ações para ampliar o acesso da PCDs em lugares de protagonismo, para além da fruição.
I - Da Democratização de Acesso Todas as atividades do projeto serão gratuitas. As atividades formativas e espetáculos serão inteiramente gratuitos para todos os beneficiários, não gerando receita com a venda dos produtos culturais. Será lançado edital com isenção de taxa de utilização do teatro da Escola Livre do Grupontapé e serão selecionadas 5 (cinco) propostas, afim de facilitar o acesso aos artistas que necessitam de espaço para realizar suas atividades. II - Da Ampliação de Acesso Conforme descrito no Art. 47 da IN 23/2025 como medida de ampliação de acesso o projeto prevê: I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, além do previsto no art. 46, inciso III, totalizando 20% (vinte por cento); V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas;
Nome: GRUPONTAPÉ DE TEATRO Rubrica: Grupo Teatral Currículo: O Grupo será remunerado pelas atividades artísticas contidas neste projeto durante o período de 12 meses: treinamento, ensaios, apresentações e atividades formativas. Ao Grupo cabe também a Administração Geral e Financeira do Projeto que será coordenada pelos profissionais elencados abaixo conforme a especificidade de cada atividade e de cada setor. Currículo do Grupo - Celebrando em 2024, 30 anos de trabalho continuado, o Grupontapé foi criado em 1994, durante a montagem do espetáculo “A Mulher Sem Pecado”, de Nelson Rodrigues. Tendo como princípio à pesquisa e difusão das Artes Cênicas comprometidas com o desenvolvimento sócio-cultural, o grupo faz um trabalho contínuo de criação em diferentes linguagens, particularmente ligada às manifestações populares. Durante esse período manteve-se em um constante processo de aperfeiçoamento artístico e estrutural. Profissionalizou-se, montou peças de vários autores e de própria autoria, promoveu cursos, workshops e oficinas, lutou pela organização e representação política da atividade teatral na cidade, tornando-se uma significativa referência nas artes cênicas, com atuação em âmbito nacional. Criou e mantêm a Escola Livre do Grupontapé que oferece uma programação cultural permanente na cidade, em sua maioria gratuita ou a preços populares. Importante destacar algumas atividades: Entre 2004 e 2007 realizou o projeto "Oficina em Ação", com 60 crianças da periferia da cidade, atendidas pela ONG Ação Moradia; realizou atividades artístico-culturais em 27 cidades do país e foi contemplado com o Prêmio Funarte Myriam Muniz de Teatro 2006 para uma de suas pesquisas que resultou na montagem do espetáculo “Balaio Popular: Cordel e Mamulengo” e em parceria com a Universidade Federal de Uberlândia, realizou o I Encontro de Artes Cênicas do Cerrado (2007), evento que reuniu representantes de mais de 20 grupos com programação gratuita e levou um público estimado de duas mil pessoas às suas diversas atrações, com a participação de importantes nomes da cena teatral brasileira, como Antônio Araújo, Celso Frateschi, Luis Alberto de Abreu, Wellington Nogueira, Chico Pelúcio, Centro do Teatro do Oprimido (RJ), Grupo Giramundo (MG) e foi contemplado com o Prêmio Cena Minas. No ano de 2008, o Grupo realizou a Turnê Pé na Estrada, por 11 cidades de diversos estados do país, realizou a gravação do filme “Asas” e a Turnê mineira do Espetáculo "O Santo e a Porca". Em 2009 o Grupo realizou apresentações em 20 cidades do país, lançou o filme "Asas ao Redor de Mim" e estreou os espetáculos "A Rainha do Rádio" e "Estranhas Galinhas", promoveu o "Seminário Economia da Cultura e Diversidade Cultural" e o II Encontro de Artes Cênicas do Cerrado (2009). De 2010 a 2012 o Grupo circulou com o espetáculo "Estranhas Galinhas" e “Balaio Popular” e pela primeira vez alcançou âmbito internacional, levando até o XII Festival Internacional de Teatro de Grupo de Lima Peru, realizado pelo Grupo Cuatrotablas espetáculos, palestras e oficina e promoveu em Uberlândia o “Provisões” (2012) que contou com profissionais do Brasil, Peru e Argentina. Em 2013 foi realizador do média metragem "BRAVO" e apoiador do II Seminário de Economia da Cultura. De 2014-2017 realizou a I e II Jornada de Produção e Gestão Cultural levando a 8 cidades mineiras um compartilhamento de seus processos de produção e gestão cultural; - produziu e circulou por diversas cidades com o Espetáculo "Por de Dentro" - Direção: Eduardo Moreira e Katia Lou (2015) e Espetáculo “Tempo de Águas” – Direção: Inês Peixoto (2017), dando continuidade do trabalho de fortalecimento de redes, por meio dos Intercâmbios com outros Grupos, com estruturas diferenciadas, desde ícones do teatro latino-americano como Grupo Galpão (BH-Brasil) e Cuatrotablas (Lima-Peru); Teatro da Pedra (São João Del-Rei-MG), In Bust Teatro com Bonecos (Belém-PA), MECA (Ituiutaba-MG), Trupe de Truões (Uberlândia-MG), a Grupos iniciantes como Cia Máxima de Teatro (Patrocínio-MG); Manteve a Escola Livre do Grupontapé com suas atividades pedagógicas e formativa e eventos como: Festival de Cenas Curtas, Um Banquete para Todos e a Ocupação do Teatro por diversos grupos e artistas locais e de fora, inclusive internacionais. Em parceria com o Grupo de Pesquisa Pétala foi co-realizador de Festival Latino Americano Ruínas Circulares (2015). De janeiro a setembro de 2018 circulou os espetáculos em repertório por diversas cidades mineiras (Araxá, SJD-Rei, Divinópolis, Tiradentes; Barbacena, Sete Lagoas e Araxá); Lançou o workshop “Cultura como mediadora de conflitos” em Uberlândia e prepara o lançamento do Livro que conta a história do Grupo por Eduardo Moreira “Grupontapé – a construção de uma maioridade”; Em 2019 estreou o espetáculo “#Preciosas – Uma comédia livremente inspelhada na obra de Molière”. De 2020 a início de 2022 o Grupo produziu trabalhos virtuais em virtude da Pandemia, por meio dos projetos aprovados na Lei Aldir Blanc - Retaguarda em Cena (bastidores da produção teatral); Lembranças do Ponta (Documentário sobre o Grupo e a Escola Livre do Grupontapé); Pelos projetos da Rouanet ofereceu oficinas e espetáculo em formato virtual. Já em 2022, no período híbrido pós-pandemia, retomou com a circulação de apresentações teatrais em diversas cidades com o projeto Grupontapé na Estrada II e também com seu projeto de Manutenção. Em 2023/2024 circulou com o projeto: A CULTURA E O AMANHÃ - Caminhos do Desenvolvimento, por 10 cidades além de Uberlândia, promovendo Seminários, palestras, oficinas e apresentações de Espetáculos do repertório. Em 2025 estreou e realizou 2 temporadas da nova montagem: As Centenárias, de Newton Moreno com direção de Cris Lozano além de realizar algumas melhorias na sede, em especial na sala de espetáculo. Nome: Rubem Silveira dos Reis Rubrica: Coordenador de Produção (Prestador Serviço) Breve Currículo: Empreendedor por natureza e com uma sensibilidade artística herdada da família materna, já se arriscou por diversos caminhos, desde uma empresa de pão integral (1984 a 1992) a uma empresa de treinamento para á área corporativa (1992 a 1996), mas foi na Produção Cultural que encontrou a sua verdadeira vocação. Materializar idéias o impulsiona e foi em 1996, que ao conhecer o Grupontapé de Teatro, viu a possibilidade de desenvolver um belo trabalho, unindo os sonhos e desejos do Grupo ao seu. Então mudou-se para Uberlândia-MG, criou junto ao Grupo um projeto de sustentabilidade, passando a produzir todos os espetáculos e projetos do Grupo.É idealizador e produtor do "EACC-Encontro de Artes Cênicas do Cerrado" I e II, realizado em parceria com a UFU - Universidade Federal de Uberlândia e que reúne grandes nomes do das artes cênicas no Brasil, entre artistas, diretores, pesquisadores, professores, produtores e interessados. Idealizador e produtor do Seminário de Economia da Cultura em parceria com a UFU e da "Semana de Cultura Popular" (em parceria com o SESC-MG - Unid. Uberlândia) realizadas em 10 edições. Produziu o CD "Cantigas do Cerrado", com Pena Branca e músicos de Uberlândia. Foi o criador da APCULT-Associação de Produtores Culturais do Triângulo Mineiro e com a entidade propôs várias discussões envolvendo o tema da cultura. Ministra cursos e seminários sobre Economia da Cultura e Gestão de Grupos.Foi membro suplente do CONSEC-MG de 2012 a 2014 e reeleito como titular para a gestão 2014 a 2016. No CONSEC foi coordenador da Câmara de Financiamento e Fomento, fez parte da Comissão Executiva para criação do 1º Plano Estadual de Cultura de Minas Gerais (2013) e foi eleito Vice Presidente do Conselho em maio de 2015. Em 2016 fez palestras representando o CONSEC em 10 cidades que receberam o Fórum Técnico do PEC idealizado pela ALMG. Foi nomeado Coordenador do Comitê de Acompanhamento que assessora os deputados da ALMG no processo de implantação do PEC. Nome: Kátia Bizinotto Macêdo dos Reis Rubrica: Coordenação Geral (Prestação de Serviços) Faz a coordenação geral do projeto em relação ao acompanhamento e c cumprimento das atividades artisticas, de produção até a prestação de contas. Atriz e advogada é co-fundadora do Grupontapé. Nascida em 1975 na cidade de Uberlândia e em 1994 se lançou junto na ideia de alguns jovens, de montar um espetáculo. A peça era “A Mulher sem Pecado”, de Nelson Rodrigues e o grupo foi chamado de Grupontapé de Teatro. Registrou-se junto ao SATED em 04/10/1996 e à partir desta escolha profissional sua história de formação e atuação na área se confunde com a história do próprio Grupo que já desenvolveu uma série de espetáculos, filmes, encontros, jornadas e seminários de produção e gestão cultural, dentre outros. Em 1998 fundou com o grupo a própria escola de teatro, passando a interagir com professores e outros artistas para a formação própria e de outras pessoas e que em 2001, com a conquista da sede, batizada de Escola Livre do Grupontapé de Teatro, que abrigaria os cursos e um teatro alternativo. As trocas se intensificaram. Além de atriz, tendo trabalhado com diversos diretores: Irley Machado, Fernando Limoeiro, Fransérgio Araújo, Eduardo Moreira e Inês Peixoto, dentre outros, desenvolveu-se também no campo da produção e gestão cultural e da luta pelas políticas culturais e, nesse contexto, esteve à frente da diretoria da ATU - Associação de Teatro de Uberlândia por uma década (1999 a 2009) e 2017-2018. Em 2009 iniciou uma formação acadêmica no curso de Direito (Uniube) e em 2013 graduou-se tendo como foco de pesquisa os direitos culturais. Em 2014 começou a atuar como advogada culturalista, assessorando artistas e grupos e no mesmo ano fundou Comissão de Cultura da OAB-Uberlândia, da qual está como presidente, com a missão de lutar pela efetivação dos direitos culturais. Nome: Katia Lourenço Alves Rubrica: Coordenação Pedagógica (Prestação de Serviços) Como atriz fez parte de todas as montagens do grupo, destacando: 1994 - "A Mulher Sem Pecado", de Nelson Rodrigues, direção de Umberto Tavares; 1995 - “Questão de Hábito” de Katia Lourenço direção Grupontapé; 1998 - “O Palhaço Nu” de Alcione Araújo – Direção: Rose Batistella; 2002 - “O Beijo na Terra", de Marcus Vinícius de A. Camargo, direção de Rose Batistella; 2003 - "O Santo e Porca", de Ariano Suassuna, direções: Irley Machado e Roberto Mallet; 2003 - "Balaio Popular“ roteiro Katia Lourenço direção Fernando Limoeiro; 2005 - "Balaio Popular Cordel e Mamulengo" (atriz e roteirista) direção Fernando Limoeiro (BH-MG); 2008 - "Estranhas Galinhas", de Fernando Limoeiro- participou da direção coletiva - com assessoria artística de Cris Lozano; 2011 - Iniciou o processo de pesquisa intitulado 2K, em parceria com o diretor peruano Mário Delgado (Cuatrotablas-Perú) e a também atriz do grupo Katia Bizinotto; 2014 - “Por de dentro" de Eduardo Moreira - atriz e co-direção com Eduardo Moreira; 2017 - “Tempo de águas” de Patricia Zangaro - direção Inês Peixoto; Assistente de direção: 2007 – Espetáculo "Asas" Texto: Irley Machado e Direção: Fransérgio Araújo; - Foi presidente e membro da Diretoria da Associação de Teatro de Uberlândia no período de 1998 a 2008, onde empreendeu e produziu inúmeras atividades com o foco no desenvolvimento teatral de Uberlândia. - Participou como pesquisadora do GPECPOP - Grupo de Pesquisa em Educação e Culturas Populares do Programa de Pós-Graduação da Faculdade de Educação da Universidade Federal de Uberlândia (2012-2013); - Docente da Escola Livre do Grupontapé de Teatro desde 2014; - Coordenadora Geral da Escola Livre do Grupontapé de Teatro. (atualmente); - Pós-Graduação em Psicologia Positiva pelo (em andamento). Nome: Marisa da Cunha Barbosa Rubrica: Produção Executiva (CLT) Breve Currículo: Funcionária do Grupontapé com 26 anos de casa, faz parte da equipe de produção, tendo trabalhado na execução dos diversos projetos do Grupo e ainda: Semana da Cultura Popular; I ao V Seminário de Economia da Cultura; I e II EACC - Encontro de Artes Cênicas do Cerrado; Jornada de Produção e Gestão Cultural; II Jornada de Produção e Gestão Cultural; 7º Festival Latino Americano, entre outros. Nome: Aline Aparecida França Gonçalves Rubrica: Produtora Artística (CLT) Breve Currículo: Funcionária do Grupontapé com 17 anos de casa, faz parte da equipe de produção, tendo trabalhado passado por diversas áreas da produção, pelo departamento financeiro, responsável pela execução orçamentária dos projetos durante muitos anos e, atualmente é responsável pela Produção Artística do Grupo. Os demais artistas e profissionais serão mantidos e/ou contratados após a aprovação/captação.
SITUAÇÃO CORRIGIDA AUTOMÁTICAMENTE PELO SISTEMA. PROJETO COM CAPTAÇÃO DE RECURSOS.