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O Plano Plurianual de atividades 2026-2028 do Museu Nacional de Belas Artes (MNBA), instituição museológica pública vinculada ao IBRAM, Autarquia Federal vinculada ao Ministério da Cultura/Governo Federal, contempla exposições de artes, publicações, preservação de acervo, podcast, modernização e equipagem das suas instalações, digitalização de acervo, elaboração de projetos executivos e programa educativo.
EXPOSIÇÃO DE ARTESConsiderando a natureza do projeto e a missão institucional do Museu Nacional de Belas Artes, a programação de 13 exposições ao longo dos três anos foi concebida de forma a garantir diversidade curatorial, democratização de acesso e diálogo com diferentes públicos e segmentos artísticos. Nesse momento de inscrição, não é possível antever, de forma fechada, a definição de tamanho, proposta expográfica ou temáticas específicas de cada uma das mostras, pois a linha curatorial será construída de modo processual e participativo entre os setores do Museu. Nesse processo é fundamental considerar também a valorização de artistas e linguagens diversas, respeitando a pluralidade, inclusão e descentralização na escolha dos temas. Porém, primordialmente, é necessário também se adequar ao calendário institucional, às condições técnicas de conservação dos acervos, mas principalmente às oportunidades de captação em um projeto trienal.CATÁLOGOO projeto propõe o desenvolvimento do Guia de Referência do MNBA, em versões impressa e digital, para o Museu Nacional de Belas Artes/IBRAM/MINC, com a intenção de documentar e publicizar os processos de reelaboração conceitual do museu, de requalificação de seus espaços, assim como divulgar suas coleções e colaborar provocativamente na transformação de outras instituições museais. A publicação pretende abordar os diversos aspectos institucionais que fundamentam seu caráter museológico e, nesse sentido, consonantes com a expectativa dos parâmetros basilares de um ente federal que não apenas representa e promove a realidade da cultura brasileira, e em particular do múltiplo e disperso campo das artes plásticas, mas aspectos da transformação institucional que, para além do comprometimento com o patrimônio nacional, espelham um sujeito expressivo, desejante e enunciativo das mudanças em prol do bem estar social, dos direitos humanos e da diversidade. PODCASTO podcast ‘Ouvir a Arte’ tem como missão aproximar o público das obras de arte do MNBA, através do contato com as histórias que elas apresentam. As narrativas propõem uma experiência de fruição estética imersiva na obra e no seu contexto. Experiência que funcionou na última edição, rendendo retornos positivos como: ouvindo a sua narrativa, eu parecia que estava vendo aquelas novelas antigas. Não deixa de ser. Acho que é uma roupagem nova. E a gente se sentia dentro da obra. Aquela narrativa do Simão, eu me sentia dentro do navio com ele. Incrível!(Profª Eliete).
Objetivo GeralPropiciar um escopo de atividades contínuo, atrativo e atualizado para a reabertura do Museu Nacional de Belas Artes, contribuindo com as atividades finalísticas do Museu e a sustentabilidade de um importante equipamento cultural e relevante instituição museal.Objetivos EspecíficoPLANO ANUAL- Manter o quadro de funcionários técnicos que colaboram nas ações continuadas de higienização, identificação e catalogação, preservação, organização, guarda e todas outras de finalidade museal; - Manutenção do ateliê de Gravura com proposição de oficinas de Gravura em Relevo e Calcografia, com aulas práticas e teóricas, garantindo sua função de atêlie pleno;- Conservação e restauração do acervo musealizado; - Catalogação e documentação do acervo musealizado; - Digitalização do acervo musealizado;- Manter as atividades rotineiras de alimentação dos novos itens tratados, na base de dados do acervo museológico do Museu Nacional de Belas Artes, o sistema DONATO;- Propor um rebranding para marca e comunicação visual do MNBA;- Adequação dos espaços do MNBA, visando maior acessibilidade atitudinal, de conteúdo e arquitetônica para o público; MODERNIZAÇÃO E APARELHAGEM DE ESPAÇOS CULTURAIS- Elaboração do Plano museológico e do plano socioambiental do MNBA; - Elaboração de projetos executivos para requalificação do MNBA;EXPOSIÇÃO DE ARTES- Realização de 13 exposições, 9 de pequeno porte e 4 de grande porte; - Produção e distribuição de 13 catálogos das exposições e 6 publicações científicas, com tiragem mínima de 1000 exemplares por publicação; CATÁLOGO- Produzir e publicar 2.000 exemplares do Guia de referência do Museu Nacional de Belas Artes, em versão impressa e digital, trilingue. CURSO / OFICINA / CAPACITAÇÃO / SEMINÁRIO / PALESTRAS - ARTES VISUAIS- Fortalecer o Programa Educativo em suas iniciativas e na reabertura;- Realizar 1 oficina e seminário/palestra por mês, ligada às 13 exposições lançadas, conforme plano metodológico;- Programa de acolhimento da equipe de vigilância, que propõe treinamento mensal com sensibilização sobre o ambiente onde esses profissionais estão cotidianamente envolvidos. - Serão tratados temas como: atendimento ao público, história do museu e de seu acervo, arte, memória, patrimônio, acessibilidade, troca de experiências. - Oferecer aulas teóricas e práticas de Gravura em Relevo para 2 turmas - Oferecer aulas teóricas e práticas de Calcogravura para 2 turmas PODCAST- Produção de uma série de 10 novos episódios do podcast ‘Ouvir a Arte’, apresentando em forma de narrativa as histórias contadas em 10 obras de arte selecionadas do acervo do Museu Nacional de Belas Artes.
O Museu Nacional de Belas Artes (MNBA), fundado em 1937, é uma das instituições mais relevantes para a preservação e difusão da memória artística e cultural do Brasil. Como unidade museológica vinculada ao Instituto Brasileiro de Museus (IBRAM), integra a rede nacional de museus e desempenha papel fundamental na valorização da arte, na formação cultural de públicos diversos e na salvaguarda de um acervo singular, que ultrapassa 22 mil itens museológicos, 35 mil metros lineares de documentos arquivísticos e cerca de 47 mil obras bibliográficas.Ao longo de sua trajetória, o MNBA consolidou-se como um centro de referência nacional e internacional, abrigando obras de valor incomensurável que abrangem desde o período colonial até a contemporaneidade. Tal diversidade não apenas atesta a riqueza e complexidade do patrimônio artístico nacional, mas também o potencial pedagógico e social que o Museu pode oferecer à sociedade.Um acervo com essa relevância histórica e artística demanda preservação contínua e permanente. A manutenção constante assegura a integridade das coleções e garante que as futuras gerações tenham acesso a esse patrimônio em condições adequadas de fruição e pesquisa.O presente Plano Trienal de Atividades ganha caráter estratégico por estar vinculado ao período de reabertura do MNBA, garantindo que a retomada das visitas ocorra com programação estruturada, diversidade de exposições, ações educativas, acessibilidade, atividades de conservação e preservação e manutenção contínua de um renovado equipamento cultural . Dessa forma, o mecanismo de fomento junto à um equipamento público federal fortalece a reinserção do Museu no circuito cultural e turístico do Rio de Janeiro e do país, ampliando sua relevância cultural, social e econômica. Essas ações encontram respaldo direto nos objetivos da Lei 8.313/91, em especial:Art. 1ºI _ Facilitar a todos os meios de livre acesso às fontes da cultura e ao pleno exercício dos direitos culturais;III _ Apoiar, valorizar e difundir as manifestações culturais e seus criadores;VI _ Preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro.Art. 3ºIII _ Preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante:a) manutenção, ampliação e equipamento de museus, bibliotecas, arquivos e outras organizações culturais, bem como de suas coleções e acervos;b) conservação e restauração de prédios e espaços tombados.
OFICINAS TEMÁTICAS DAS EXPOSIÇÕESTurmas de até 15 alunos. Carga horária de 2h-4h a depender da temática. As oficinas ocorrerão mensalmente sempre em consonância com a exposição lançada com seleção aberta ao público. Público alvo: Jovens e adultos, acima de 16 anos, pesquisadores, jovens artistas e público em geral interessado em técnicas artísticas.CATÁLOGOS EXPOSITIVOSOs catálogos serão desenvolvidos conceitual e programaticamente em conjunto com a curadoria das exposições em momento oportuno ao seu planejamento. GUIA DE REFERÊNCIA DO MNBA Diferente das publicações que acompanharão as exposições, o Guia de Referência será apresentado como uma publicação mais completa e com uma configuração mais robusta, estando apartada em orçamento e edição das outras produções técnicas. Considerando que essa publicação não tende a variar como no caso dos catálogos expositivos, a especificação técnica trazida como parâmetro em termos orçados compreende:Capa em 4x4 cores em 400 g. CTP, VincoPágs em 0x0 cores em Color Plus a Definir 180 g. Dobramiolo em 4x4 cores em Off Set 150 g.CTP, Dobra Alceamento, Costura Miolo, Colagem de Guarda,Lombada Colada, Corte RetoOFICINAS ATELIÊ DE GRAVURAOferecer aulas semanais teóricas e práticas de Gravura em Relevo e Calcogravura para 2 turmas cada (15 alunos por turma), ao longo de 6 meses. O plano pedagógico das oficinas será definido oportunamente após contratação do consultor para alinhamento da proposta do Atelier em consonância com o Projeto Educativo Cultural e o Plano Museológico do Museu; Seleção aberta ao público; Público alvo: Jovens e adultos, acima de 16 anos, pesquisadores, jovens artistas e público em geral interessado em técnicas artísticas.PODCAST10 episódios de podcast, com duração de aproximadamente 15 minutos cada um, apresentando em forma de narrativa as histórias contadas em 10 obras de arte selecionadas do acervo do Museu Nacional de Belas Artes. Os episódios serão veiculados no Youtube e/ou canais de streaming de áudio.
PRODUTO PLANO ANUALAcessibilidade arquitetônica – A edificação é acessível com rampas e elevadores, além de contar com banheiro para cadeirantes. Os salões expositivos garantem uma circulação adequada para cadeirantes e pessoas com baixa mobilidade. Acessibilidade de conteúdo - Das entregas externas previstas no produto podemos destacar o rebranding de marca e comunicação visual, que contará em relevância com comunicações voltadas ao visitante com deficiência, de natureza física, visual e auditiva, principalmente.MODERNIZAÇÃO E APARELHAGEM DE ESPAÇOS CULTURAISAcessibilidade arquitetônica – O plano de atividades também prevê a manutenção preventiva dos elevadores e a elaboração do projeto executivo de instalação de elevadores para o terraço e a cúpula central, garantido, a médio prazo, que o Museu seja um equipamento cultural acessível em sua totalidade.Acessibilidade de conteúdo - Não se aplica.PRODUTO EXPOSIÇÃO DE ARTESAcessibilidade arquitetônica - As exposições estão previstas para acontecer nas galerias do MNBA, que garantem a acessibilidade física nos ambientes.Acessibilidade de conteúdo - As exposições contarão com consultoria para implementar recursos de multisensorialidade possíveis dentro da proposta expositiva, além de contar com libras, audiodescrição, braile, sempre que aplicável.CATÁLOGOAcessibilidade arquitetônica - Apesar de um guia impresso não apresentar medidas de acessibilidade física, a publicação contribuirá para abordar e replicar os processos que tratam a conceitualização e requalificação do MNBA, proporcionando um registro visual e textual de suas obras, levando em consideração o esforço das intervenções voltados para a acessibilidade do espaço. Acessibilidade de conteúdo - O Guia será publicado em versão impressa e digital. Sua versão digital compreenderá recursos de acessibilidade como áudio dos verbetes, audiodescrição de imagens e legendas, ajuste de contraste e aumento de fonte.PRODUTO CURSO / OFICINA / CAPACITAÇÃO / SEMINÁRIO / PALESTRAS - ARTES VISUAISAcessibilidade arquitetônica - As oficinas, palestras e seminários terão suas realizações previstas nos espaços do MNBA, que garantem a acessibilidade física nos ambientes.Acessibilidade de conteúdo - As oficinas/seminário/palestras serão abertas ao público, podendo receber inscrições de pessoas com deficientes auditiva, que contarão com intérprete de libras. Para os catálogos expositivos, as versões digitais contarão com recursos de acessibilidade como aumento de fonte, ajuste de contraste e audiodescrição. PRODUTO PODCASTAcessibilidade arquitetônica - Não se aplicaAcessibilidade de conteúdo - Cada episódio acompanhará um verbete que sintetiza as trocas e informações apresentadas sobre as obras, a fim de garantir a acessibilidade de pessoas com deficiência auditiva. Além disso, a narrativa acerca das obras tornam-se acessíveis ao público de pessoas cegas ou com baixa visão, pois podem ter uma experiência estética com uma obra de arte visual através da mediação pela imersão sonora proporcionada pelo podcast.
A proposta prevê a oferta gratuita de ingressos em todas as exposições realizadas no período, garantindo acesso amplo e irrestrito ao público visitante. Para ampliar o alcance, o Museu disponibilizará conteúdos digitais das exposições e atividades educativas em suas redes sociais, com recursos de Libras e audiodescrição, assegurando acessibilidade comunicacional. O podcast também será disponibilizado através de QR Codes nas galerias e em plataformas de streaming com acesso gratuito. As ações formativas e oficinas gratuitas vinculadas às exposições, fortalecem o Programa Educativo aproximando novos públicos, podendo receber educadores nas especializações mais diversas das artes visuais. O museu também conta com oferta de ônibus e lanche para educandos, o que garante uma experiência de qualidade com visitas escolares/acadêmicas e continuidade das ações do programa educativo, mesmo no período do Museu fechado. Importante ressaltar uma medida democrática que o Museu atende quanto a sua localização geográfica. Sediado no centro do Rio, o deslocamento físico ao Museu, especialmente considerando grupos com maiores barreiras de acesso, é totalmente facilitado pela vasta oferta de transporte na região e circuitos turísticos culturais do entorno. Por fim, o projeto prevê a adequação dos espaços físicos do Museu para acessibilidade arquitetônica e atitudinal, e a realização de um programa de acolhimento e formação da equipe de vigilância, ampliando a qualidade da experiência do público e fortalecendo o caráter inclusivo. Dessa forma, o Plano Trienal de Atividades do Museu Nacional de Belas Artes contempla medidas de democratização do acesso em consonância com o disposto no Art. 47 da IN MinC nº 23/2025, nas seguintes previsões:I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, além do previsto no art. 46, inciso III, totalizando 20% (vinte por cento);II - oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos, incluindo os seus acompanhantes;III - disponibilizar, na internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referentes ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição;IV - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos;V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições e oficinas;X - outras medidas sugeridas pelo proponente, a serem apreciadas pela Comissão Nacional de Incentivo à Cultura.
O proponente será responsável pela coordenação administrativa-financeira do projeto, possuindo aptidão comprovada na gestão administrativa, financeira e operacional, como pode ser observado na execução de outros projetos com recursos da Lei Federal de Incentivo à Cultura.AMNBAASSOCIAÇÃO DE AMIGOS E COLABORADORES DO MUSEU NACIONAL DE BELAS ARTESCoordenador Geral: João Henrique Queiroz de Araujo Graduado em Produção Cultural (IFRJ) e Psicologia (UERJ), com título de Doutor em Psicologia Social pela UERJ. É Diretor da Pacová Consultoria Criativa e Projetos Culturais e Coordenador Geral da Associação de Amigos e Colaboradores do Museu Nacional de Belas Artes. Nos últimos anos, atuou na Coordenação de Produção das exposições coletivas “Pequenas Cosmogonias” (2023), “Stella do Patrocínio” (2022) e “Arte Ponto Vital” (2021), no Museu Bispo do Rosario, no Rio de Janeiro; Coordenação Geral do projeto "Colônia Juliano Moreira: do hospício ao território de memórias" (2025), para restauração de prédio histórico tombado, localizado no bairro de Jacarepaguá, no Rio de Janeiro; Produção nas exposições “Horizonte Cerrado” (2025), no Centro Cultural da Justiça Federal, e Exposição Itinerante do Museu de Imagens do Inconsciente (2024), no Rio de Janeiro; Entre 2017 e 2023, atuou na pesquisa e gerenciamento de recursos de emendas parlamentares para o desenvolvimento do Catálogo Raisonné das obras do artista Arthur Bispo do Rosario, Requalificação das Galerias e Catalogação do Arquivo Histórico do Museu Bispo do Rosario.Coordenação Executiva: Mariana RigoliBacharel em Artes e Design(UFJF), especialista em Museologia pelo MBA em Gestão de Museus(UCAM/ABGC), pós-graduanda em Gestão e Avaliação de Políticas Públicas (PPGSP – Iuperj), Mestre e doutoranda em Museologia e Patrimônio (PPG-PMUS – Unirio/MAST), onde desenvolve pesquisa acerca da participação dos públicos em museus de arte. Tem experiência em gestão de projetos, pesquisa,curadoria, produção e planejamento de exposições de arte.MNBAMUSEU NACIONAL DE BELAS ARTESDiretora: Daniela Matera do Monte LinsMuseóloga, com especialização em História da Arte e Arquitetura no Brasil, pela PUC-Rio. Mestre em Museologia e Patrimônio pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (2012). Ingressou no Ibram em 2010, atuando como Coordenadora Técnica no MNBA e Coordenadora de Cultura e Coordenadora Técnica do Museu da República. Têm experiência na gestão de acervos artísticos, documentação museológica e curadoria.Seu interesse de pesquisa dentro da História da Arte fixa-se nas décadas de 1950-70, em especial os artistas Hélio Oiticica e seus contemporâneos;Coordenador Técnico: Daniel BarretoPossui graduação em Museologia pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro, tendo se especializado em Educação Estética pela mesma universidade (2004). Mestre em Letras (2006) pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, está a cursar o Doutoramento em Arte Contemporânea do Colégio das Artes, na Universidade de Coimbra. Ingressou no IPHAN em 2006 e foi Diretor do Museu Regional Casa dos Ottoni, na cidade do Serro (MG). Está lotado no MNBA desde 2010 onde, pela segunda vez, exerce a função de Coordenador Técnico.Arquiteto: João Legal LealArquiteto e Urbanista formado pela Universidade Federal da Bahia. Servidor público do IPHAN desde 1974, com atuação na área técnica e de intermediação com a área administrativa, exerceu a função de coordenador administrativo/financeiro na FundaçãoNacional Pró-Memória na Bahia entre 1986 e 1989, e na fundação das Artes do Estado da Bahia entre 1990 e 1991; Desenvolve ações de fiscalização, acompanhamento e gerenciamento de obras de restauração de bens edificados do patrimônio nacional tombado; Analisa projetos e orienta a elaboração para intervenções em bens edificados do patrimônio nacional tombado; Coordenou o inventário de bens da extinta RFFSA na Bahia; Coordenou/executou os trabalhos de documentação fotográfica, campo, laboratório e arquivo, das obras de restauração, e dos trabalhos de desenho arquitetônico do Iphan/BA entre 1978 e 1986; participou da missão de estudos "postgrado en intervención Del patrimonio Construido" de 05/2008 a 03/2009 na UPC em Barcelona/ES. Exerceu a coordenação de planejamento da superintendência do Iphan/RJ entre 2012 e 2015 e fiscalizou a elaboração do projeto de restauração do Palácio Gustavo Capanema de 2014 a 2017 e as obras da terceira etapa de restauração, incluindo a elaboração de projetos e obras complementares, entre 2018 e 2021. Atualmente fiscaliza as obras de restauração do Museu Nacional de Belas Artes.Arquivo Institucional: Danielle SalvioliNascida no Rio de Janeiro, Arquivista, com especialização em Administração e Sistemas de Informação pela Universidade Federal Fluminense (UFF). Atuou como Arquivista em Projetos para a Petrobas pela empresa Amec Foster Wheeler Brasil S.A e como Analista em Documentação pela empresa Flexibras Tubos Flexíveis Ltda, também em projetos voltados para engenharia naval. Ingressou no Instituto Brasileiro de Museus - Ibram em 2010 como técnico em assuntos culturais, participando da Implementação do Programa de Gestão de Documental e Sistema Eletrônico de Informação. Foi integrante da Subcomissão do Sistema de Gestão de Documentos de Arquivo do Ministério da Cultura - SubSIga/MINC. Foi também Coordenadora Substituta da Coordenação de Arquivos e Bibliotecas - CAB/CGSIM/ibram. Tem experiência em gestão documental nas áreas de museologia e engenharia naval. Atualmente é Arquivista do Museu Nacional de Belas Artes, responsável pelo Arquivo Institucional.Restauração e Conservação de pintura: Larissa LongFormada em Belas Artes (pintura) pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, possui pós-graduação em Conservação e Restauração de Bens Móveis Culturais pela Universidade Federal de Minas Gerais. Membro da Associação Brasileira de Conservadores e Restauradores (Abracor). Ingressou no Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional em 2010. Atua, desde 2012, como conservadora- restauradora de pinturas no Museu Nacional de Belas Artes. Nessa instituição, coordenou o grupo de trabalho que elaborou o Plano de Gerenciamento de Risco para o Acervo e ocupou o cargo de coordenadora de Conservação e Restauradora de 2012 a 2015.
DILIGÊNCIA RESPONDIDA PELO PROPONENTE.PROJETO LIBERADO PARA DECISÃO DO ANALISTA.