Metis
metis
Inteligência cultural
Início
  • Meus projetos
  • Nova análiseAI
  • Prestação contas
  • Alertas
  • Favoritos
  • Chat IAAI
  • Insights IAAI
  • Newsletter
  • Relatórios
  • Oportunidades🔥
  • Projetos
  • Proponentes
  • Incentivadores
  • Fornecedores
  • Segmentos
  • Locais
  • Mapa Brasil
  • Estatísticas
  • Comparativos
  • Visão geral
  • Comparar
  • PNAB (Aldir Blanc)
  • Lei Paulo Gustavo
  • Cultura Afro
  • Bolsas
  • Minha conta
  • Filtros salvos
  • Configurações
Voltar📄 Gerar Relatório Completo
PRONAC 257846Autorizada a captação residual dos recursosMecenato

PLANO ANUAL MMGV/ICV – 2026

INSTITUTO VALE
Solicitado
R$ 21,98 mi
Aprovado
R$ 19,95 mi
Captado
R$ 2,01 mi
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (1)
CNPJ/CPFNomeDataValor
33592510000154VALE S.A.1900-01-01R$ 2,01 mi

Eficiência de captação

10.1%

Classificação

Área
—
Segmento
Planos Anuais Manutenç e Elabor de Planos Museológ
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Plano anual
Ano
25

Localização e período

UF principal
MG
Município
Belo Horizonte
Início
2026-01-01
Término

Resumo

O presente plano tem como objetivo coordenar e executar, ao longo do ano de 2026, a manutenção e administração geral da instituição, da equipe e predial, as exposições permanente e temporárias, a programação cultural composta por artes cênicas e música, a itinerância, as ações formativas e educativas, os editais (convocatória e premiação) e as estratégias de ampliação e acolhimento de público no MMGV.

Sinopse

PROGRAMAÇÃO O projeto de programação anual de 2026 do MMGV nasce como desdobramento da reabertura do museu e da inauguração de sua nova expografia permanente, propondo ações que integrem arte, educação, patrimônio e território. A proposta contempla uma agenda contínua, acessível e diversa, com atividades formativas e culturais que envolvem artistas, curadores, educadores e o público em geral. Ao valorizar a produção artística local e ampliar os canais de diálogo com diferentes comunidades, o projeto reafirma o compromisso do Museu com a democratização do acesso à cultura e com a construção de um espaço vivo, pulsante e conectado à cidade e ao seu tempo. LINHAS DE PROGRAMAÇÃO EXPOSIÇÕES DE ARTES - Exposição Permanente: O MMMGV renasce para trazer à luz um novo olhar sobre aspectos da grande diversidade física e humana do estado, em toda a sua complexidade e beleza. Com uma nova perspectiva sobre a formação histórica, social e cultural de Minas, e com uma expografia que mescla objetos antropológicos e artísticos de diferentes épocas, propõe um diálogo entre o ontem, o hoje e o amanhã no qual o visitante é o protagonista. O projeto prevê a realização de visitação espontânea à essa nova exposição do MMGV durante 8 meses, com abertura às terças, quartas, sextas e sábados de 10h às 18h, quintas de 10h às 21h e domingos de 10h às 18h. Exposições Temporárias: O programa exposições de artes, prevê cinco exposições para a realização durante o ano de 2026, dentre pequeno, médio e grande porte. As exposições previstas, propõem o objetivo de levar ao público às discussões mais pertinentes da contemporaneidade, o acesso a produção artística atual e o fomento da cultura mineira. O edital Novos pesquisadores que contempla a oferecer um espaço de exposição e debate para os/as pesquisadores/as que defenderam Dissertações ou Teses a partir de 2026 e cujos conteúdos dialoguem com o acervo e a expografia do Memorial Minas Gerais Vale e/ou com os Percursos Temáticos propostos pela Equipe do Educativo. A Exposição anual no Café com Imagens será realizada no ano de 2026, uma exposição fotográfica no espaço do Café do Memorial propondo uma integração do espaço ao museu através da linguagem fotográfica. Buscando a ocupação do espaço com esta exposição, cria-se um estímulo visual criativo enquanto o público visitante encontra uma pausa aconchegante entre um aroma e outro do café. O Edital Novos Artistas conta com a seleção de jovens artistas mineiros com tempo inferior a 10 anos de trajetória, propondo acompanhamento por nomes renomados do campo e uma exposição coletiva com publicação de catálogo. Tem por objetivo, levar ao público às discussões mais pertinentes da contemporaneidade, o acesso a produção artística atual e o fomento da cultura mineira. Voltado para novos artistas da cena visual, residentes em Minas Gerais, o edital prevê uma exposição coletiva em 2026 com os selecionados no Memorial Minas Vale. As exposições temporárias configuram parte determinante no museu. Para o ano de 2026, são propostas duas: A chamada “CRUZAMENTO DE DIREÇÕES OPOSTAS CROISEMENT DE DIRECTIONS OPPOSÉES”, surge de uma integração com a França e o Museu da Arte da Pampulha promovendo o intercâmbio entre os países Brasil e França e os museus Memorial Minas Vale e MAP – Museu de Arte da Pampulha “É uma mostra que busca evidenciar e provocar encontros entre alguns elementos da coleção do Museu de Arte da Pampulha (MAP), museu municipal de Belo Horizonte fundado na década de 1950, e os Fundos Regionais de Arte Contemporânea, política descentralizada de colecionismo financiada pelo estado francês desde a década de 1980.” A exposição temporária Darcy Ribeiro, reflete a trajetória do grande antropólogo, historiador e sociólogo brasileiro. Nascido em Montes Claros, Minas Gerais, a vida e trabalho de Darcy, deixaram grandes e positivos rastros para a educação e sociologia do país. Propondo grandes reformas universitárias e em diálogo com outros países da América-Latina. Para o Memorial, é uma grande honra poder propor uma da linha do tempo e a contribuição sociocultural de Darcy para Minas Gerais e para o Brasil. MOSTRA/FESTIVAL (INFRA-ESTRUTURA)Estrutura para os eventos culturais e educativos do Museu Minas Gerais Vale como Boa Noite Museu, Kebrada, apresentações musicais e de artes cênicas, Quintal do Museu e demais eventos culturais educativos do museu. APRESENTAÇÃO MUSICAL Realizar 79 ações musicais, propondo manifestações culturais tradicionais e populares e manifestações musicais contemporâneas, conforme descrito abaixo: Quintal do Museu (4 edições com um total de 28 atrações) O Quintal do Memorial é uma ação cultural do Memorial Minas Gerais Vale, enquanto são realizadas as obras de renovação do edifício-sede do museu na Praça da Liberdade. Ações educativas e culturais gratuitas são oferecidas para diversos públicos, buscando manter viva a essência e o espírito do Memorial Vale, durante o período de fechamento para instalação de uma nova expografia permanente. A Praça da Liberdade é o palco central da ação e cenário de atividades que incluem apresentações teatrais, atividades recreativas, shows, performances, oficinas criativas, visitas patrimoniais na praça e muito mais. Em meses com efemérides importantes, a Alameda da Educação é ocupada pelo Memorial Vale, com palcos e espaços de convivência, oferecendo ao público atrações artísticas, educativas e patrimoniais. Apresentações Musicais (21 ações)A programação musical do museu propõe realizar 21 atividades diversas. Esta linha de ações visa contemplar artistas locais e do estado, fomentando a criação musical e a memória da música mineira dentro dos circuitos artísticos, assim como o contato do público com artistas nacionais nos grandes eventos de forma gratuita. Boa Noite Museu (01 edição com 20 atrações) A tradicional virada criativa do Memorial Vale com uma programação diversificada para todos os públicos. Ao todo são 20 atrações, entre shows de música de vários estilos, baile, performance, oficina, DJs, entre outros que acontecerão dentro e fora do museu. O evento começa do lado de fora do Memorial, na Alameda da Educação (em frente o museu) e na praça Carlos Drummond de Andrade, que fica ao lado, para reforçar a ideia do museu além dos muros. Kebrada - 10 edições com 01 atração em cadaO projeto Kebrada, é uma parceria entre artistas, produtores, gestores, grupos culturais de várias comunidades da periferia de Belo Horizonte e o Memorial Minas Gerais Vale. Antes, o projeto vinculava-se ao programa Diversidade Periférica, que tinha por objetivo promover a inclusão e o acesso dos moradores destas comunidades à programação e às ações culturais realizadas pelo museu. Intensificando esta narrativa, o programa Kebrada, estabelece um diálogo com uma equipe de curadores formada por representantes de diferentes linguagens e áreas de atuação artísticas das próprias comunidades periféricas, auxiliando na aproximação com este público que por vezes não é representado nos espaços dos circuitos centrais da cidade. O projeto conta com a proposta de 10 edições para 2026. ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICASRealizar 35 espetáculos da vertente de artes cênicas, propondo ações de teatro, dança e circo ao longo do ano de 2026 , que compõem a programação regular e educativa, conforme descrito abaixo: O programa de espetáculos de artes cênicas confere 35 espetáculos que propõe desde a ocupação do auditório, da Praça Carlos Drummond de Andrade, até a ocupação dos espaços internos do museu. Em sua perspectiva, o projeto visa fomentar a cultura mineira e propor o atendimento aos grupos teatrais, companhias de dança e performers, compreendendo estreias, temporadas e circulação. CONCURSO / PREMIAÇÃO Realizar 01 lançamento do edital de premiação, que busca reconhecer e fomentar iniciativas culturais mineiras de diversos segmentos e 01 convocatória, que busca o compromisso com a promoção cultural regional e o reforço às nossas produções mineiras, conforme detalhado abaixo: Convocatória - Artes Cênicas - (16 ações)A renovação do Memorial Minas Vale, também expande o olhar para outras atividades que fomentem às artes e explorem o uso dos espaços internos do museu, entendendo também a formação de público a partir da perspectiva artística-cultural. O auditório e o pátio do museu, já foram grandes espaços para realizações de atividades culturais nos últimos anos. Para este novo momento, surge a Convocatória de Ocupação do Teatro e do Pátio, propondo o uso do espaço aos artistas da cidade de Belo Horizonte e região metropolitana. Em sua base, o projeto visa fomentar a cultura local e propor o atendimento aos grupos teatrais, companhias de dança e performers, compreendendo a necessidade de espaço para estreias, temporadas e circulação de produtos culturais destes artistas. Tendo como um dos pilares o fomento à cultura, O Memorial Minas Vale propõe esta convocatória afirmando também o compromisso com a promoção cultural regional e o reforço às nossas produções mineiras. Edital Apoia - (40 premiados) O Edital Apoia é um importante mecanismo de fomento a produção artística e ao fortalecimento das manifestações e culturas populares mineira. O edital, se faz mediante apoio financeiro a título de prêmio, à produção realizada por artistas, produtores, detentores, grupos, agentes, fazedores da cultura popular e comunitária mineira em sua diversidade de expressões e linguagens artísticas (artes visuais, expressões cênicas, música, dança, artesanato, festejos e celebrações etc.), como reconhecimento pelos seus trabalhos. Entende-se por culturas populares o fruto do fazer tradicional e contemporâneo, de comunidades, em grupo ou isoladamente, fundado na tradição e na capacidade humana de criar, recriar e transmitir saberes e práticas de forma plural. São a resposta e a comunicação das necessidades cotidianas e extra-cotidianas, por meio do fazer prático, poético e estético, do qual emanam saberes que reforçam identidades locais e coletivas, fomentando, articulando e desenvolvendo as comunidades em que se encontram. São festividades, danças, costumes, saberes, ofícios tradicionais, músicas, expressões cênicas, plásticas, literárias da arte popular e artesanato, de tradição cultural, cultura material e imaterial de cada região, estado, município e povoado do país. CURSO / OFICINA / ESTÁGIO (AÇÕES FORMATIVA DE PROGRAMAÇÃO)O Setor de Educação do Memorial Minas Gerais Vale apresenta sua programação anual sistematizada para 2026, composta por programas, projetos e ações educativas que visam promover experiências de fruição, criação, diálogo e aprendizado por meio da história, da arte e da cultura. Responsável por articular as atividades e os conteúdos do Museu, o Setor contribui para o cumprimento da missão institucional, desenvolvendo pesquisas, metodologias e curadorias voltadas a todos os públicos, tanto dentro quanto fora da instituição, incentivando a participação e a inclusão em suas múltiplas formas. 1. Programa de Pesquisa, Curadoria Educativa e Formação Continuada – 62 ações O Programa de Pesquisa, Curadoria Educativa e Formação Continuada da Educação do Memorial Minas Gerais Vale estrutura-se como um campo integrado de investigação, criação e capacitação, voltado ao aprimoramento contínuo das práticas educativas, à renovação crítica das narrativas museais e à qualificação dos públicos internos e externos. Ao articular teoria e prática, reafirma o compromisso do setor com a educação museal como espaço de produção de conhecimento, diálogo interdisciplinar e participação social. A) Apoio técnico em educação, arte e cultura – 10 encontros consultivos de apoio técnico Nesse processo formativo, parcerias com profissionais especializados nas áreas de educação, arte e cultura contribuem para o desenvolvimento de projetos, materiais pedagógicos, metodologias e para o acompanhamento das práticas educativas. Essa colaboração enriquece o trabalho do setor com novas perspectivas, abordagens inovadoras e uma escuta crítica e sensível às demandas contemporâneas da educação museal. B) Formações Continuadas para público interno – 40 encontros de formação de equipe semanais com duração de 4 horas e 10 encontros com especialistas mensais com duração de 4 horas As formações destinadas à equipe educativa são estruturadas em três modalidades complementares: . Grupos de Pesquisa, organizados por temáticas e responsáveis por investigações, estudos e registros. Cada grupo possui um foco específico: Geraes: núcleo crítico voltado a pautas éticas e sociais contemporâneas, como questões étnico-raciais, de gênero, inclusão social e acesso à cultura, abordando temas frequentemente silenciados pelo discurso institucional. Metodologias: dedicado à análise das práticas cotidianas do educativo, avaliando sua consonância com a PNEM e com os debates atuais, por meio de relatórios, avaliações de visitação e observações. Públicos: investiga os diferentes perfis dos visitantes, suas expectativas, experiências, ausências e condições de acessibilidade, visando tornar a mediação mais inclusiva e significativa. Territórios da Criação: explora como o ato de criar — por meio de oficinas, ateliês e experiências estéticas — pode materializar as pesquisas do setor, aproximando os públicos das questões museais por meio das linguagens artísticas. . Formações de Equipe, encontros gerais voltados ao estudo e ao desenvolvimento de ações educativas, envolvendo também outros trabalhadores do Memorial, quando necessário. . Encontros com Especialistas, formações conduzidas por curadores, artistas, pesquisadores e outros profissionais vinculados às exposições e eventos do Memorial. C) Seminário de Educação, Arte e Cultura - 1 seminário ao ano Como desdobramento das ações formativas, o Seminário de Educação, História, Arte e Cultura é organizado com recortes temáticos e promove a divulgação de pesquisas e reflexões do Memorial. Dialoga com a comunidade acadêmica, museal e o público em geral, reforçando seu papel como espaço de formação crítica e debate público. D) Publicações Educativas – 1 publicação educativa Por fim, as publicações que sistematizam as práticas e reflexões do setor ampliam o alcance das ações educativas e contribuem para o debate público sobre educação museal e patrimonial. Em 2026, está prevista uma edição especialmente dedicada à nova expografia do Memorial, voltada ao público das visitas mediadas, sobretudo escolares. 2. Programa de Visitação Educativa – ações continuadas O programa propõe visitas e atividades educativas concebidas em consonância com a expografia do museu e orientadas pelas concepções pedagógicas do setor educativo, que valorizam a pluralidade de experiências e a participação ativa do público. As ações exploram temas contemporâneos que atravessam o tecido social, como questões étnico-raciais, de gênero, de acessibilidade e de democratização do acesso, buscando fomentar reflexões críticas e coletivas a partir das exposições. Ao longo de 2026, serão promovidas aproximadamente 100 visitas mediadas e atividades de aproximação às exposições de longa duração e temporárias, destinadas a públicos diversos — comunidades escolares e universitárias, público infantil, adulto, idoso e pessoas com deficiência. As visitas contemplam tanto grupos agendados quanto públicos espontâneos, assegurando acolhimento e mediação em diferentes formatos e perspectivas. As visitas se articulam diretamente às linhas de pesquisa desenvolvidas pelo Memorial: educação em museus; narrativas e representações em Minas Gerais; patrimônio e formação de identidade; e experiências estéticas. Essa vinculação permite que cada ação educativa se inscreva em um campo mais amplo de reflexão crítica, no qual o museu é compreendido como espaço de produção de narrativas sobre Minas. Ao assumir a mineridade como objeto de debate, reconhece-se que toda escolha expográfica implica posicionamento, abrindo espaço para que os públicos confrontem interpretações, problematizem identidades e ampliem a consciência sobre os modos como a história é narrada e apropriada. A) Serviço de atendimento telefônico – atendimento telefônico durante todo o funcionamento do museu e serviço de agendamento de terça a sexta Contratação de Serviços de Atendimento Telefônico para informações sobre programação do Memorial Minas Gerais Vale, agendamentos de visitas e demais eventos que carecem de inscrição prévia. B) Visitas mediadas agendadas – 5 horários diários de terça a sexta. Podendo contar com a presença de um intérprete de Libras As visitas mediadas agendadas são experiências de visitação ao Museu destinadas a grupos diversos, como estudantes de escolas e universidades, comunidades, coletivos, instituições de diferentes naturezas e demais interessados. Essas visitas podem ocorrer nas exposições de longa duração, nas mostras temporárias ou ainda no próprio edifício do Museu, com foco em seu valor patrimonial. Com duração de até 1h30, cada visita é adaptada ao perfil do grupo, considerando linguagem, percursos temáticos e recursos de acessibilidade. Conduzidas pela equipe de educadores, as visitas podem ser realizadas em português, inglês ou espanhol, e contar com intérprete de Libras, mediante solicitação prévia C) Visita mediadas espontâneas - 4 horários diários sábados, domingos e feriados, sendo 1 horário por dia com a presença de um intérprete de Libras As visitas mediadas espontâneas são voltadas ao público que visita o Museu sem agendamento prévio. Essas visitas oferecem percursos temáticos conduzidos pela equipe de educadores, em horários definidos aos finais de semana e feriados. Com duração de até 1h, as mediações são adaptadas ao perfil e ao interesse dos visitantes presentes, promovendo o diálogo e a aproximação com os conteúdos das exposições. Essas visitas podem ocorrer nas exposições de longa duração, nas mostras temporárias ou ainda no próprio edifício do Museu, com foco em seu valor patrimonial. As visitas podem ser realizadas em português, inglês ou espanhol e contar com intérprete de Libras, em horários pré-determinados 3. Programa de acesso e participação – ações continuadas O Programa de Acesso e Participação tem como propósito ampliar e qualificar a presença dos mais diversos públicos no Memorial Minas Gerais Vale, reconhecendo a educação como ferramenta de transformação social e de promoção da equidade. A partir do estudo contínuo dos perfis e necessidades dos visitantes, o programa desenvolve estratégias que garantem o direito à cultura, ao conhecimento e à experiência museal para pessoas com deficiência, em situação de vulnerabilidade social e pertencentes a grupos historicamente marginalizados. As ações do programa são orientadas por uma perspectiva antirracista, anticapacitista e interseccional, comprometida com a superação de barreiras físicas, simbólicas e atitudinais. A escuta ativa, o acolhimento e o respeito às singularidades de cada sujeito são princípios fundamentais que orientam a construção de práticas educativas sensíveis, acessíveis e transformadoras. O Programa de Acesso e Participação reafirma o compromisso do Memorial com uma educação museal democrática, plural e comprometida com a justiça social, contribuindo para a construção de um museu mais aberto, inclusivo e em diálogo com as urgências do presente. Por meio de iniciativas como o Projeto Circularidades, o Apoio Técnico em Acessibilidade, a oferta de visitas mediadas com intérprete de Libras, o desenvolvimento de materiais inclusivos e a adaptação de conteúdos e metodologias, o programa busca garantir que todos os públicos possam acessar o museu, se reconhecer nele, participar ativamente e construir sentidos a partir de suas próprias experiências. A) Apoio técnico em Acessibilidade – 10 encontros consultivos de apoio técnico Com o compromisso de promover uma educação museal inclusiva, sensível e acessível, o Memorial Minas Gerais Vale propõe a contratação de especialistas em acessibilidade para integrar o planejamento e a execução das ações educativas ao longo de 2026. O objetivo é qualificar as práticas do Setor de Educação, assegurando que os conteúdos, metodologias e espaços estejam alinhados às necessidades de pessoas com deficiência e a outros públicos com barreiras de acesso. O apoio técnico em acessibilidade será prestado por profissionais com experiência nas áreas de acessibilidade comunicacional, arquitetônica, atitudinal e pedagógica. Esses especialistas atuarão de forma colaborativa com a equipe educativa, contribuindo para o desenvolvimento de materiais acessíveis (como recursos táteis, audiodescrição, Libras e legendas), a adaptação de roteiros de mediação, a formação continuada da equipe e a avaliação das condições de acolhimento no museu. Além de garantir o cumprimento das diretrizes legais e éticas, essa atuação busca fortalecer uma abordagem anticapacitista e interseccional, que reconhece a diversidade como valor e a acessibilidade como direito. O apoio técnico em acessibilidade amplia, assim, a capacidade do Memorial de dialogar com diferentes públicos e de consolidar-se como um espaço verdadeiramente democrático, plural e comprometido com a justiça social. B) Intérprete de Libras para visitas mediadas agendadas e espontâneas – 124 horas de intérprete de Libras para todas as ações educativas Com o compromisso de garantir o acesso pleno à cultura e à educação, o Memorial Minas Gerais Vale conta com a atuação de Intérpretes de Libras (Língua Brasileira de Sinais) em suas visitas mediadas e eventos educativos. Essa iniciativa integra as ações do Setor de Educação voltadas à promoção da acessibilidade comunicacional, assegurando que pessoas surdas possam participar ativamente das experiências oferecidas pelo museu. Os intérpretes atuam em visitas agendadas e espontâneas, oficinas, encontros formativos e demais atividades da programação educativa. Planejada em diálogo com a equipe do Setor de Educação, sua presença fortalece o compromisso do Memorial com uma educação anticapacitista, sensível às diferenças e comprometida com a equidade. C) Projeto Circularidades – 20 ônibus para visitas ao museu O Projeto Circularidades é uma iniciativa voltada a coletivos, comunidades e projetos sociais que atendem crianças, jovens, mulheres, idosos e pessoas com deficiência em situação de vulnerabilidade social e/ou residentes em territórios periféricos. A proposta contempla o oferecimento de transporte para visitação ao Memorial Minas Gerais Vale, acompanhado de duas visitas dos educadores às instituições participantes, uma anterior e outra posterior ao passeio. Nessas visitas, a equipe educativa amplia a experiência museal por meio da realização de ações pedagógicas e oficinas criativas nos próprios espaços das instituições. Fundamentado na escuta ativa, na aproximação com os grupos e na adaptação das práticas educativas aos seus perfis, o projeto valoriza o afeto como eixo central das experiências. Por meio de rodas de memória, oficinas artísticas, contação de histórias e outras atividades, o Circularidades busca fortalecer vínculos, promover a inclusão e assegurar o direito à cultura e à cidade. 4. Programa Ateliê MMGV – ações continuadas Em 2026, o Memorial Minas Gerais Vale inaugura seu Ateliê, novo espaço do Setor de Educação inteiramente dedicado às práticas artísticas. Concebido como um ambiente de experimentação e criação, o Ateliê integra um programa contínuo de investigação e prática, oferecendo ao público oportunidades de explorar diferentes materialidades e processos criativos em experiências que estimulam a imaginação, a invenção e o fazer coletivo. O espaço acolhe oficinas, vivências educativas, mediações de leitura e outras atividades que demandem condições adequadas para a criação artística. Para o aprofundamento dessas experiências, o Ateliê contará com a presença de atelieristas convidados, que compartilharão saberes e práticas próprias do universo criativo. A) Oficinas criativas – 2 oficinas por final de semana, aos sábados, uma por turno Com foco na experimentação, imaginação e expressão cultural, essas oficinas promovem o contato direto com diversas linguagens artísticas, como pintura, desenho, escultura, colagem, arte circense e muito mais. Cada oficina é pensada para estimular o olhar criativo, o trabalho coletivo e o respeito à diversidade, dialogando com temas contemporâneos e históricos B) Ninho de Leitura – 2 sessões de 40 minutos aos domingos, uma dedicada aos bebês de colo, a segunda aos bebês engatinhantes O Ninho de Leitura é uma ação voltada à formação de leitores desde a primeira infância. Pensado como um espaço sensível e acolhedor, o projeto convida bebês e crianças pequenas, acompanhadas de seus cuidadores, a vivenciarem experiências literárias que integram arte, escuta e imaginação. A compreensão do mundo através da triangulação do livro, adultos e bebês/crianças é o ponto central da proposta. Por meio de palavras, imagens, sons, texturas e gestos, o Ninho de Leitura promove o encantamento com a linguagem e fortalece os vínculos afetivos entre adultos e crianças. As sessões são organizadas por faixas etárias e desenvolvidas em ambientes cuidadosamente preparados, que favorecem a curiosidade, a escuta ativa e a construção de repertórios simbólicos desde os primeiros anos de vida. C) Atelieristas: encontros com artistas e educadores convidados – 6 artistas convidados ao longo do anoO Atelierista Visitante é uma ação educativa que convida artistas, artesãos e criadores de diversas linguagens e territórios a compartilharem suas práticas em encontros formativos com o público. Realizada em seis edições anuais, a proposta busca ampliar o repertório artístico e pedagógico do Setor de Educação, promovendo o diálogo entre diferentes modos de fazer e pensar a arte e os espaços de criação. Cada edição é concebida como uma residência breve, em que o atelierista convidado compartilhar uma prática, em experimentações abertas ao público. O Ateliê torna-se, assim, um espaço de troca, invenção e interculturalidade, fortalecendo o vínculo entre o museu e as comunidades criativas. D) Projeto Férias Divertidas – duas edições, com ações durante as férias escolares de janeiro e julho de 2026 O Projeto Férias Divertidas é uma das ações mais aguardadas da programação educativa do Memorial Minas Gerais Vale, voltada para crianças, adolescentes e suas famílias. Realizado durante os períodos de férias escolares, em janeiro e julho, o projeto oferece uma programação gratuita, lúdica e acessível, que alia arte, cultura e lazer em experiências criativas e acolhedoras. A proposta busca fortalecer o vínculo entre o público e o museu, promovendo o acesso à cultura por meio de atividades que estimulam a imaginação, a convivência e o aprendizado. A cada edição, o projeto apresenta uma diversidade de ações como oficinas de pintura, carimbos e estandartes, jogos educativos, visitas brincantes, contação de histórias, caçadores da memória e experiências sensoriais, sempre adaptadas a diferentes faixas etárias. As atividades são conduzidas por educadores do Memorial e convidados especiais, como artistas, contadores de histórias e oficineiros, que compartilham seus saberes em propostas que valorizam a criação coletiva e o brincar como forma de conhecimento. 5. Programa Formações e Capacitações – 30 ações formativas Reconhecendo a carência de formação e aperfeiçoamento na cadeia profissional da cultura, este programa oferece ações formativas permanentes e gratuitas. Inclui encontros com professores (itinerantes e no museu) e encontros formativos temáticos. Estão previstas 30 ações durante o ano de 2026, com foco em temas diversos através de oficinas, palestras, bate-papos, encontros e debates, voltados para artistas, técnicos, estudantes e público em geral. A) Encontro com professores – 20 encontros com professores, acontecendo uma vez por mês O Encontro é uma atividade formativa voltada para professores e agentes culturais, com o objetivo de fortalecer os vínculos entre as práticas educativas museais e a comunidade escolar. A proposta busca criar espaços de diálogo, troca de experiências e construção coletiva de saberes, valorizando a diversidade cultural e os processos de ensino-aprendizagem. Durante o encontro, os participantes são convidados a refletir sobre metodologias que integram arte, educação e cultura, por meio de vivências práticas, rodas de conversa e oficinas inspiradas em abordagens contemporâneas. A metodologia adotada é participativa e dialógica, promovendo o envolvimento ativo dos educadores em atividades adaptáveis aos diferentes níveis de ensino. Os materiais pedagógicos apresentados, como cadernos educativos e recursos audiovisuais, oferecem subsídios teóricos e práticos para aplicação em sala de aula, ampliando o repertório dos professores e estimulando a integração entre os conteúdos escolares e as experiências vividas no museu. A formação ocorre no Memorial Minas Gerais Vale e em ações itinerantes por diferentes municípios de Minas Gerais, com formatos flexíveis em carga horária e profundidade. B) Encontros formativos temáticos – 10 encontros formativos ao ano Os Encontros Formativos Temáticos configuram-se como espaços de diálogo e intercâmbio de saberes, reunindo artistas, artesãos, educadores, lideranças, pesquisadores, pensadores, especialistas, fazedores de cultura e outros agentes de diversas áreas do conhecimento. A proposta visa integrar saberes acadêmicos, populares e tradicionais, promovendo a partilha de práticas, experiências e reflexões no ambiente do Memorial Minas Gerais Vale. Esses encontros são organizados a partir de temáticas que estabelecem conexões entre os conceitos e narrativas do Museu e as datas comemorativas e efemérides do calendário anual, ampliando o alcance e a relevância das ações educativas e culturais desenvolvidas Obs.: - Programação Anual Sistematizada - MMGV 2026 em anexo. - Indicação Etária: Sempre que indicado pela normatização pertinente, a proponente divulgará informação destacada sobre a natureza do espetáculo e a faixa etária especificada no certificado de classificação, conforme a Lei nº 8.069, de 13 de julho de 1990.

Objetivos

Objetivo Geral:O objetivo geral do projeto é assegurar a salvaguarda e manutenção contínua do seu edifício-sede do MMGV, um patrimônio tombado pelo estado de Minas Gerais (IEPHA MG), bem como garantir a manutenção da equipe necessária para a plena execução de suas ações. Paralelamente a essa preservação fundamental e sustentação operacional, o projeto visa promover o acesso democrático e gratuito à cultura e arte-educação, oferecendo uma vasta gama de atividades que incluem exposições, espetáculos de artes cênicas, apresentações musicais, festivais, mostras, e ações formativas e educativas, além de fomentar editais e convocatórias. Essas iniciativas são realizadas tanto no edifício-sede, a partir de sua abertura pós-reforma com nova expografia (quando passará a se chamar Museu Minas Gerais Vale), mantendo e ampliando a visitação de público espontâneo, visitas mediadas e escolares, quanto fora dos muros do museu através do projeto Memorial Vale Itinerante, alcançando Belo Horizonte e outros municípios de Minas Gerais. O projeto também se dedica a manter e expandir as ações culturais e de preservação com foco na ampliação e inclusão de públicos diversos, como pessoas com deficiência, mobilidade reduzida, idosos, crianças, jovens de regiões periféricas, pessoas em situação de vulnerabilidade social, racializadas, indígenas, quilombolas e LGBTQIAPN+, sendo tudo isso apoiado por ações estratégicas de comunicação e publicidade para divulgar a programação e maximizar o alcance da instituição.Objetivos Específicos: I. PRODUTO PRINCIPAL PLANO ANUAL Coordenação Geral e Ações Administrativas: realizar a manutenção, planejamento de atividades, planejamento orçamentário, gestão financeira, gestão do espaço, gestão da equipe, contratação e acompanhamento de serviços de manutenção e programação, contratação de transporte para visitação escolar e de grupos, aquisição de materiais e equipamentos necessários para manutenção e programação, avaliação periódica das ações, acompanhamento de dados de visitação, definição de ações de treinamento e capacitação da equipe, produção de relatórios, relacionamento com instituições públicas e privadas (universidades, instituições culturais, secretarias de cultura, prefeituras, organizações do terceiro setor etc.). Manutenção do Edifício: O prédio sede onde o Museu está situado é uma edificação histórica e tombada pelo IEPHA-MG e, portanto, necessita de cuidados especiais no que se refere à sua manutenção. Está localizado em frente à Praça da Liberdade, local este que é ponto turístico da cidade de Belo Horizonte e para sua manutenção é necessário realizar sua conservação realizando variados serviços: pintura nas trocas de programação, limpeza de pisos, limpeza de vidros em altura, manutenção da rede elétrica e hidráulica, manutenção do telhado (telhas e calhas), higienização de caixas d'água, limpeza de caixas de gordura, higienização de bebedouro, higienização de estofados etc., manutenção da calçada, além do controle frequente de pragas; manutenção de máquinas e equipamentos (sistema de combate ao incêndio, ar-condicionado, elevador, nobreak etc.); recarga de extintores de incêndio e manutenção nas mangueiras; manutenção de informática; sistema de segurança: monitoramento de câmeras, manutenção de jardim ao seu entorno. A manutenção predial e a operação contínua do Museu são essenciais para garantir a preservação do patrimônio histórico tombado, a segurança dos visitantes e colaboradores, e a plena realização das atividades culturais, educativas e administrativas da instituição. O projeto contempla um conjunto de ações técnicas e operacionais, distribuídos entre serviços especializados, aquisição de materiais, contratação de equipes, infraestrutura e conservação. As principais rubricas incluem: ITENS E SERVIÇOS OPERACIONAIS (PREVISÃO 2026):A partir de maio de 2026, a previsão é de que as obras de renovação do Museu Minas Gerais Vale estejam concluídas. Neste período o museu continua desenvolvendo atividades extramuros. A partir de maio de 2026 o museu estará reaberto. Dessa forma, a operação durante o ano não segue um mesmo padrão. . Água _ Durante o ano de 2026, realizar 12 pedidos de compra de água a ser utilizada diariamente e em eventos do Museu. . Aluguel de espaço da companhia _ Locação pelo período de 03 meses no início do ano de 2026 para guarda de moveis, exposições, equipamentos. . Automação _ Contratação de empresa para realizar a manutenção e suporte do sistema de automação (incêndio, ar-condicionado, iluminação, sonorização, etc), a ser iniciado antes da abertura do museu para testes (abril), sendo o período estimado de 09 meses de prestação do serviço. . Consertos e reposições _ realização de diversos serviços de consertos e reposições durante 8 meses de 2026. . Conservador para limpeza de expografia _ Contratação de empresa específica para a realização de limpeza de obras de arte que ficarão expostas em todo o museu por 9 meses . Elevador _ manutenção _ Serviço de manutenção e reposição de peças em elevador durante o ano de 2026 (mesmo fechado durante o período de obras, o elevador continua funcionando). . Jardins/Equipamentos _ Serviço e aquisição de itens para a manutenção de jardim no entorno do prédio, durante o ano de 2026. . Manutenção de Informática _ Empresa especializada em dar suporte técnico aos itens: câmeras, telefonia, cftv, dentre outros, contratação está a ser iniciada antes da abertura do museu para testes, sendo o período estimado de 09 meses de prestação do serviço: abril _ museu em teste - e de maio a dezembro. . Manutenção do Sistema de Ar-Condicionado _ Contratação de serviço de manutenção, conservação do sistema de ar-condicionado estimado em 9 meses: abril _ museu em teste - e de maio a dezembro. . Manutenção e Materiais hidráulicos _ Contratação de empresa que realiza o tratamento de Água e Ar em cumprimento à Resolução RE 09 de 16/01/2003 do Ministério da Saúde e da Lei Municipal de Belo Horizonte (Portaria 2914 de 12/12/2011): 9 meses: abril _ museu em teste - e de maio a dezembro. . Manutenção predial _ Contratação de empresa e aquisições para realização de manutenção predial diversa: 9 meses: abril _ museu em teste - e de maio a dezembro. . Material de consumo _ Durante o ano de 2026, realizar 07 pedidos de material de consumo e de higiene pessoal, a ser utilizado pela equipe do museu, visitantes, artistas no dia a adia e programações de eventos. . Material permanente _ Realizar a aquisição de 05 pedidos de materiais diversos de informática a serem utilizados no museu durante o ano de 2026 e 01 compra de lixeiras a serem instaladas em todo o espaço. . Museólogo _ contratação de serviço para confecção de Manual de acervo museológico e apoio técnico: 9 meses: abril _ museu em teste - e de maio a dezembro. . Recepcionista _ Contratação de empresa especializada para realizar serviços de call center e agendamento de público durante 12 meses e atendimento receptivo in loco pelo período de 08 meses, iniciando o serviço no primeiro mês de abertura do museu em 2026. Apesar do espaço fechado de janeiro a parte de maio, o serviço continua ativo para as demandas extramuros do espaço. . Reparos e manutenção - Refere-se ao serviço de pequenos reparos e pintura eventual na edificação: 8 meses de maio a dezembro. . Segurança _ Contratação de equipe de vigilância patrimonial, portaria e monitoramento de CFTV - 9 meses: abril _ museu em teste - e de maio a dezembro. Equipe: 1 VIG 24h; 3 VIG 12h diurno; 2 Porteiros 12h diurno; 1 Operador CFTV 12h diurno. . Seguro (pessoas, obras e equipamentos) _ Seguro para cobertura durante 12 meses de pessoas, obras, equipamentos e eventos externos (edifício em funcionamento mesmo durante as obras). . Serviço de limpeza _ Contratação de empresa especializada para realizar a limpeza e conservação de todo o espaço: 9 meses, abril _ museu em teste - e de maio a dezembro. . Supervisão técnica _ contratação de técnico em segurança do trabalho para acompanhar a segurança dos frequentadores do espaço durante o ano de 2026 (serviço contínuo mesmo durante a obra); . Transporte Local / Locação de Automóvel / Combustível _ Contratação de serviços de transporte diversos para atender os deslocamentos necessários ao desempenho das atividades das equipes, artistas, convidado do museu durante o ano de 2026. . Treinamento _ Treinamentos para melhoria e desempenho da equipe durante o ano de 2026. . Uniforme _ Contratação de empresa para desenvolver layout e gerenciar a confecção de peças de uniforme a ser utilizado durante os 9 meses de 2026. . Aprovações, licenças e alvarás _ Pagamento de taxas, impostos etc., para autorizações de serviços e comprovações de legislação durante o ano de 2026. . Material de Escritório _ Realização de 09 pedidos de compra de itens diversos de escritório para o desempenho das atividades do museu durante o ano de 2026. . Motoboy _ Contratação de serviço de motoboy para envio de documentos, equipamentos etc. durante os 12 meses do ano de 2026. . Água e esgoto _ Pagamento de consumo de água e esgoto durante o ano de 2026. . Contratação de técnicos (Dedetização) _ Contratação de serviços necessários contra pragas urbanas durante o ano de 2026. . Energia Elétrica _ Pagamento de consumo de energia durante o ano de 2026. . Sítio de Internet _ Hospedagem _ Contratação de serviços para todo o ano de 2026. . Telefone _ Pagamento de consumo de telefonia e internet durante os 12 meses ano de 2026. . Aluguel de sala administrativa _ Locação de espaço/escritório para atendimento as equipes durante parte do ano de 2026: janeiro a abril de 2026. Essas ações são indispensáveis para garantir a integridade do edifício tombado, a conservação dos acervos expostos, a sustentabilidade, a acessibilidade universal e o funcionamento pleno das atividades culturais e educativas. A operação do museu durante o período de reforma será mantida por meio de ações extramuros e digitais, assegurando a continuidade da missão institucional de democratizar o acesso à cultura e preservar a memória de Minas Gerais. PROGRAMAÇÃO CULTURAL E EDUCATIVA 2026 (IN LOCO, VIRTUAIS E/OU EXTRAMUROS):II. PRODUTO EXPOSIÇÕES DE ARTES - Exposição Permanente: Realizar a visitação espontânea à nova exposição permanente do MMGV durante 8 meses, com abertura às terças, quartas, sextas e sábados 10h às 18h, quintas de 10h às 21h e domingos de 10h às 18h. - Exposições temporárias: Realizar 05 exposições no museu, dentre exposições temporárias, edital novos artistas e novos pesquisadores, de pequeno, médio e grande porte ao longo do ano de 2026. III. PRODUTO CONCURSO / PREMIAÇÃO - Realizar 01 lançamento do edital APOIA de premiação de 40 projetos, em dinheiro, que busca reconhecer e fomentar iniciativas culturais mineiras de diversos segmentos, durante o ano de 2026 (minuta do edital em anexo). - Realizar 01 lançamento da convocatória da programação com 16 ações, que tem como objetivos: a) fortalecer e potencializar a produção cultural e artística; b) promover uma programação cultural diversa e qualificada ampliando para os ambientes virtuais; c) difundir o trabalho de artistas, coletivos e grupos locais com comprovado histórico de realizações na área (minuta do edital em anexo). IV. PRODUTO ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS - Realizar 35 espetáculos da vertente de artes cênicas, propondo ações de teatro, dança e circo, que compõem a programação regular e educativa. V. PRODUTO APRESENTAÇÃO MUSICAL - Realizar 79 ações musicais, propondo manifestações culturais tradicionais e populares e manifestações musicais contemporâneas. Sendo 10 atrações do Kebrada, 20 atrações do Boa Noite Museu, 28 atrações do Quintal do Museu, 21 ações que compõem a programação regular e educativa. VI. PRODUTO CURSO / OFICINA / CAPACITAÇÃO (AÇÕES FORMATIVA DE PROGRAMAÇÃO) Programa de Pesquisa, Curadoria Educativa e Formação Continuada:. Realizar 10 encontros de 'Apoio técnico em educação, arte e cultura'; . Realizar 40 encontros de formação de equipe semanais com duração de 4 horas e 10 encontros com especialistas mensais com duração de 4 horas, totalizando 50 encontros formativos continuados de equipe; . Realizar 1 'Seminário de Educação, Arte e Cultura'; . Desenvolver e imprimir 1 'Publicação Educativa' sobre a nova expografia. Programa de Visitação Educativa:. Realizar visitas agendadas em horários diários de terça a sexta; . Realizar visitas espontâneas em 4 horários diários aos fins de semana e feriados. Programa Ateliê MMGV: . Realizar 2 sessões de Oficinas Criativas semanais, aos sábados; . Realizar 2 sessões do Ninho de Leitura, aos domingos; . Realizar 6 Encontros anuais com Artistas e Educadores Convidados; totalizando 166 oficinas realizadas ao longo de 10 meses; . Realizar 2 edições do 'Projeto Férias Divertidas' (janeiro e julho); Programa de Formações e Capacitações:. Realizar um total de 30 ações formativas, incluindo 20 'Encontros com professores' e 10 'Encontros formativos temáticos' voltados para artistas, técnicos e público em geral. VI. FESTIVAL, BIENAL, FESTA OU FEIRA (SOMENTE ESTRUTURA) . Estrutura para os eventos culturais e educativos do Museu Minas Gerais Vale como Boa Noite Museu, Kebrada, apresentações musicais e de artes cênicas, Quintal do Museu e demais eventos culturais educativos do museu.

Justificativa

Inicialmente, tem-se que o projeto aqui apresentado atende prioritariamente aos seguintes objetivos e finalidades da Lei 8.313/91: Artigo 1º Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: I - Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - Promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - Proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - Salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - Preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro e [...] VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Artigo 3º Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: I - Incentivo à formação artística e cultural, mediante: [...] b) concessão de prêmios a criadores, autores, artistas, técnicos e suas obras, filmes, espetáculos musicais e de artes cênicas em concursos e festivais realizados no Brasil; c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; II - Fomento à produção cultural e artística, mediante: a) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore e b) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: a) construção, formação, organização, manutenção, ampliação e equipamento de museus, bibliotecas, arquivos e outras organizações culturais, bem como de suas coleções e acervos; b) conservação e restauração de prédios, monumentos, logradouros, sítios e demais espaços, inclusive naturais, tombados pelos Poderes Públicos; Desde a abertura, em novembro de 2010 a julho de 2025, o Memorial recebeu 1.636.220 visitantes. Até julho de 2011, o Museu operou em caráter de soft open, estendendo os dias e horários de funcionamento a partir desta data. Em 2024, 131.309 pessoas passaram pelo Museu, entre público espontâneo, projetos educativos, projetos de itinerância e extramuros, e participantes da programação cultural e artística. Desde julho de 2024, o edifício-sede do museu está fechado ao público pois passa por uma reforma e troca de exposições permanentes. A renovação permitirá reposicionar o museu como um laboratório de experiências históricas, culturais, étnicas, raciais, de gênero, classe e religião, promovendo reflexões sobre os múltiplos marcadores sociais que compõem a identidade mineira. A previsão de conclusão e abertura ao público é para o segundo semestre de 2026. Desde o fechamento do edifício, a instituição fomentou o projeto "Memorial Vale Itinerante", uma iniciativa própria que surgiu como resposta ao período de obras do museu. O projeto tem como proposta trabalhar o museu como extramuros, movimentando acervo, educadores e artistas, levando cultura e educação para regiões ou grupos sociais com pouco acesso a manifestações artísticas. Mais do que uma solução temporária, o projeto se consolidou como uma estratégia de democratização do acesso à cultura, levando ações para diversas cidades de Minas Gerais, mantendo vivos os programas e projetos da instituição. Em 2025, mais de dez cidades foram atendidas no interior de Minas Gerais. Até julho de 2025 mais de 100 mil pessoas foram beneficiadas com atividades educativas, culturais, mostras e exposições gratuitas. Com a implementação de uma nova expografia permanente e a reabertura do museu prevista para ocorrer em maio de 2026 _ quando o equipamento passará a se chamar Museu Minas Gerais Vale - as ações descritas neste plano buscam ampliar o vínculo com os públicos já existentes, ao mesmo tempo em que atraem novos visitantes e parceiros. Nesse sentido, este plano também visa manter em atividade o projeto Memorial Vale Itinerante ao longo de 2026, garantindo a presença institucional em diferentes territórios e fortalecendo a difusão cultural para além dos muros do museu, assim como as atividades dentro do edifício-sede após a sua inauguração, enquadrando assim o Plano Anual 2026 diretamente no Artigo 3º da Lei nº 8.313/91, especialmente no inciso II, que trata do fomento à produção cultural e artística. As ações previstas, como os programas de música, teatro, dança, exposições e espetáculos realizados tanto no edifício-sede quanto por meio do Memorial Vale Itinerante, atendem às alíneas "a" e "b" do referido artigo, ao promover a realização de exposições, mostras e espetáculos de artes cênicas, de música e outras manifestações artísticas. Projetos como o "Quintal do Museu", "Saberes do Museu", "Circularidades" e "Férias Divertidas" respondem diretamente aos objetivos da referida lei, promovendo atividades de formação, experimentação e convivência que fortalecem o papel do museu como espaço de articulação entre cultura, território e comunidade, como apresentado no inciso I do artigo 1º, que estabelece como finalidade dos incentivos à cultura contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais. Além disso, a proposta contempla ações que ampliam o impacto cultural e social do museu ao fortalecer redes locais de produção artística e fomentar a circulação de bens culturais. Iniciativas como a "Convocatória", os programas de música, teatro, dança e os editais "Novos Artistas" e "Novos Pesquisadores" visam consolidar o museu como espaço de difusão da produção mineira contemporânea, promovendo o protagonismo de artistas emergentes e consagrados. Esses programas reforçam o compromisso com a diversidade de linguagens e com a inclusão de vozes periféricas e populares, promovendo um panorama plural da arte produzida no estado. Nesse sentido, as iniciativas atendem as finalidades da Lei nº 8.313/91, especialmente no que se refere ao inciso II do artigo 1º, que estabelece como objetivo dos incentivos à cultura promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais. Ao priorizar produtores de cultura de Minas Gerais, o museu reafirma seu papel como agente ativo na valorização da cultura regional e no fortalecimento das expressões artísticas locais. A programação de 2026 responde às transformações urbanas, culturais e institucionais vivenciadas pelo museu, consolidando estratégias que integram comunicação, turismo, educação e patrimônio. A exposição dedicada a Darcy Ribeiro exemplifica o desejo de conectar o museu à cidade e à memória coletiva mineira. Dessa forma, a programação proposta não apenas reverbera o novo projeto museográfico, curatorial e educativo do museu, como também posiciona a instituição como um agente ativo na construção de cidadania, identidade cultural e desenvolvimento territorial sustentável, atendendo assim o inciso VIII do artigo 1º da lei que institui o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac) que trata de estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. A realização e manutenção de ações educativas do Memorial Minas Gerais Vale para 2026 se justificam pelo compromisso contínuo da instituição com a formação crítica, a democratização do acesso ao patrimônio e a valorização da diversidade de saberes, experiências e linguagens. Ao assumir a educação como eixo estruturante de sua missão, o museu reafirma sua função de articular os conteúdos e práticas do museu com as demandas sociais contemporâneas, fortalecendo o vínculo com públicos diversos e assegurando processos de inclusão e participação. Essa trajetória é sustentada por iniciativas de longa duração que consolidaram o museu como referência em educação museal. Projetos como o Africanidades, premiado pelo Ibermuseus em 2015, e publicações como o fanzine Ori (2018), o livro ZigZar (2020) e a coleção Oriará (2025), evidenciam a capacidade da instituição de transformar pesquisas e mediações em experiências significativas, ampliando o diálogo entre arte, história e sociedade. A recente exposição Oriará _ Arte e Educação em Movimento, lançada em 2025 e desenvolvida dentro do Memorial Vale Itinerante, exemplifica esse processo ao percorrer dez cidades mineiras com obras de artistas negros e indígenas, realizando formações locais, mediações em espaços públicos e atividades voltadas à valorização da ancestralidade, da oralidade e dos territórios. O Plano Anual MMGV ICV - 2026 vai ao encontro a várias metas previstas no Plano Nacional de Cultura, política norteadora da cultura brasileira e dentre elas merecem destaque: As atividades de arte e cultura são elementos fundamentais para garantir a melhoria na qualidade do ensino nas escolas públicas. Além disso, as atividades optativas contribuem para ampliar a permanência dos alunos nas escolas e assim promover a educação em tempo integral. Essas atividades podem ser relacionadas a todas as áreas, tais como arte e cultura, esporte e lazer, meio ambiente e educação econômica, entre outras. A ampliação de atividades optativas nas escolas é também um dos objetivos do Ministério da Educação (MEC) para melhorar o processo educativo, ampliar o espaço da escola e unir novos atores, práticas e conhecimentos na vivência escolar. A meta nº 14 é de oferecer atividades de arte e cultura em 100 mil escolas públicas de educação básica, desenvolvendo permanentemente atividades de arte e cultura, com a finalidade de garantir a melhoria na qualidade de ensino, uma vez que atividades culturais auxiliam no processo de aprendizagem. Para que a cultura se transforme em um direito pleno é preciso que os cidadãos tenham mais acesso aos serviços e bens culturais, para tal é necessário não apenas acessibilidade, mas atividades de comunicação que visem atrair o público, utilizando a linguagem dele, formando com isso público consumidor de cultura. Nesse sentido, é preciso que eles possam participar de atividades fora do âmbito domiciliar ou próximo de suas casas. Para isso as políticas públicas devem, ao mesmo tempo, ampliar a oferta de eventos e espaços voltados a atividades culturais e aumentar os estímulos para que os cidadãos frequentem mais museus, exposições, teatros, cinemas, espetáculos de dança e circenses, além de shows de música. A meta nº 28 é justamente essa: aumentar o número de pessoas que vão a museus, centros culturais, cinemas e espetáculos artísticos. A acessibilidade é uma das questões centrais para a qualidade de vida e o pleno exercício da cidadania das pessoas com deficiência. As instituições culturais no país precisam obedecer às leis existentes a esse respeito. Ou seja, têm de eliminar as barreiras ao acesso físico das pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida. O acesso dessas pessoas aos espaços culturais, seus acervos e atividades deve ser viabilizado de duas maneiras: - Adaptar o espaço físico para essas pessoas; e - Oferecer bens e atividades culturais em formatos acessíveis. A meta nº 29 do PNC é de garantir que as pessoas com deficiência possam ter acesso aos espaços culturais, seus acervos e atividades. 100% de bibliotecas públicas, museus, cinemas, teatros, arquivos públicos e centros culturais atendendo aos requisitos legais de acessibilidade e desenvolvendo ações de promoção da fruição cultural por parte das pessoas com deficiência. O Memorial Minas Gerais Vale sempre busca melhorias contínuas tanto na equipe quanto na estrutura do prédio. No item Acessibilidade é possível identificar as ações tomadas e serviços oferecidos para garantir a acessibilidade a multipúblicos. A Meta 34 do PNC prevê que as instituições culturais e museais devem oferecer aos cidadãos acervos atualizados e conservados, instalações adequadas, equipamentos modernos e em funcionamento, o que vai de encontro à necessidade de reforma do prédio tombado onde o MMGV está instalado bem como a de renovar sua exposição permanente, tornando o conteúdo e o espaço físico mais acessíveis. A expectativa, com o Plano Anual MMGV ICV - 2026 e sua aprovação, é de continuar promovendo e incentivando o acesso à cultura para um número considerável de pessoas além do edifício-sede do museu. Para isso, a proposta visa manter o projeto Memorial Vale Itinerante em atividade durante o ano de 2026, somada à programação educativa e cultural do edifício-sede após a conclusão das obras de renovação predial e abertura ao público. Além disso, o plano também contempla o fortalecimento das ações de comunicação e publicidade, com o objetivo de ampliar a visibilidade do Memorial e atrair um número crescente de visitantes tanto para as atividades no edifício-sede quanto para as ações que ocorrem fora dos muros do museu. Pelo exposto, o apoio da Lei Federal de Incentivo à Cultura é imprescindível para a realização do projeto.

Estratégia de execução

Justificativa – Adequação à Realidade de ExecuçãoConforme demonstra o documento em anexo, quando do envio da proposta que originou o presente Pronac, em 30/08/2025, o limite da séria histórica do Proponente, conforme dados do SALIC COMPARAR, era de R$22.906.374,88. Porém naquela data, o SALIC – de forma equivocada – não permitiu o envio da referida proposta com o valor total solicitado de R$21.980.890,33 tendo com fonte única de recursos “Incentivo Fiscal Federal”. Isso porque, à ocasião, o SALIC apontou a seguinte pendência: “Para proponentes sem série histórica ou com uma série histórica de captação inferior a R$10.000.000,00,o valor máximo permitido no Plano Anual é de R$15.000.000.00” Para contornar a situação e permitir o envio da proposta no prazo legal, o Proponente então escolheu determinados itens orçamentários no montante de R$5.316.955,13, e os inseriu no SALIC com a fonte “Recursos Privados de Terceiros”, deixando apenas o montante de R$14.962.509,58 com a fonte “Incentivo Fiscal Federal”. Sendo assim, nessa fase de adequação à realidade de execução, o Proponente corrigiu a situação, alterando a fonte de recursos daqueles itens orçamentários que haviam sido inseridos em “Recursos Privados de Terceiros” para a fonte de recursos correta, qual seja, “Incentivo Fiscal Federal”, sendo o total solicitado para o projeto em tal fonte única o de R$21.980,890,33.***1. JUSTIFICATIVA PARA RUBRICAS "EM LARANJA" NA PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: ORÇAMENTOS E MEMÓRIAS DE CÁLCULO - em anexo.2. PROJETO PEDAGÓGICO - em anexo. 3. EXPOSIÇÕES: PLANTAS/LAY OUTS DOS ESPAÇOS, CARTAS DE ANUÊNCIA, APRESENTAÇÕES E MEMÓRIAS DE CÁLCULO - em anexo. 4. MINUTAS DOS EDITAIS (Apoia, Convocatória de Programação, Novos Pesquisadores e Novos Artistas) - em anexo. 5. PROGRAMAÇÃO ANUAL SISTEMATIZADA - MMGV 2026 - em anexo. 6. PLANO DE DISTRIBUIÇÃO - PRODUTO PLANO ANUAL: Refere-se à Manutenção e Gestão do MMGV e Equipe. A quantidade de público foi registrado como "1", de forma simbólica e por exigência do SALIC, tendo em vista que o público beneficiário já se encontra registrado nos demais produtos culturais.7. PLANO DE DISTRIBUIÇÃO - PRODUTO FESTIVAL: Refere-se à infra estrutura das apresentações musicais e de artes cênicas. A quantidade de público foi registrado como "1", de forma simbólica e por exigência do SALIC, tendo em vista que o público beneficiário já se encontra registrado nos demais referidos produtos culturais.8. DETALHES DOS DESLOCAMENTOS PROGRAMADOS PARA O PROJETO: O planejamento de deslocamentos do projeto prevê uma série de viagens aéreas, cada uma com seu propósito e detalhamento específicos, conforme descrito abaixo: Deslocamento Aéreo 1: De Belo Horizonte (Minas Gerais) para Belém (Pará). Quantidade de passagens: 5. Produto do Programa/Atividade do Projeto: Plano Anual. Beneficiários das passagens: Equipe em geral e fornecedores. Função no projeto: Gestão/Administrativo/Produção/Educativo e Prestadores de Serviços. Necessidade do Deslocamento: Visitas técnicas e reuniões. Deslocamento Aéreo 2: De Belém (Pará) para Belo Horizonte (Minas Gerais). Quantidade de passagens: 5. Produto do Programa/Atividade do Projeto: Plano Anual. Beneficiários das passagens: Equipe em geral e fornecedores. Função no projeto: Gestão/Administrativo/Produção/Educativo e Prestadores de Serviços. Necessidade do Deslocamento: Visitas técnicas e reuniões. Deslocamento Aéreo 3: De Belo Horizonte (Minas Gerais) para Recife (Pernambuco). Quantidade de passagens: 5. Produto do Programa/Atividade do Projeto: Plano Anual. Beneficiários das passagens: Equipe em geral e fornecedores. Função no projeto: Gestão/Administrativo/Produção/Educativo e Prestadores de Serviços. Necessidade do Deslocamento: Visitas técnicas e reuniões. Deslocamento Aéreo 4: De Recife (Pernambuco) para Belo Horizonte (Minas Gerais). Quantidade de passagens: 5. Produto do Programa/Atividade do Projeto: Plano Anual. Beneficiários das passagens: Equipe em geral e fornecedores. Função no projeto: Gestão/Administrativo/Produção/Educativo e Prestadores de Serviços. Necessidade do Deslocamento: Visitas técnicas e reuniões. Deslocamento Aéreo 5: De Belo Horizonte (Minas Gerais) para Rio de Janeiro (Rio de Janeiro). Quantidade de passagens: 15. Produto do Programa/Atividade do Projeto: Plano Anual. Beneficiários das passagens: Equipe em geral e fornecedores. Função no projeto: Gestão/Administrativo/Produção/Educativo e Prestadores de Serviços. Necessidade do Deslocamento: Visitas técnicas e reuniões. Deslocamento Aéreo 6: De Rio de Janeiro (Rio de Janeiro) para Belo Horizonte (Minas Gerais). Quantidade de passagens: 15. Produto do Programa/Atividade do Projeto: Plano Anual. Beneficiários das passagens: Equipe em geral e fornecedores. Função no projeto: Gestão/Administrativo/Produção/Educativo e Prestadores de Serviços. Necessidade do Deslocamento: Visitas técnicas e reuniões. Deslocamento Aéreo 7: De São Paulo (São Paulo) para Belo Horizonte (Minas Gerais). Quantidade de passagens: 10. Produto do Programa/Atividade do Projeto: Plano Anual. Beneficiários das passagens: Fornecedores. Função no projeto: Prestadores de serviços. Necessidade do Deslocamento: Visitas técnicas e reuniões. Deslocamento Aéreo 8: De Belo Horizonte (Minas Gerais) para São Paulo (São Paulo). Quantidade de passagens: 10. Produto do Programa/Atividade do Projeto: Plano Anual. Beneficiários das passagens: Fornecedores. Função no projeto: Prestadores de serviços. Necessidade do Deslocamento: Visitas técnicas e reuniões. Deslocamento Aéreo 9: De Porto Alegre (Rio Grande do Sul) para Belo Horizonte (Minas Gerais). Quantidade de passagens: 10. Produto do Programa/Atividade do Projeto: Plano Anual. Beneficiários das passagens: Fornecedores. Função no projeto: Prestadores de serviços. Necessidade do Deslocamento: Visitas técnicas e reuniões. Deslocamento Aéreo 10: De Belo Horizonte (Minas Gerais) para Porto Alegre (Rio Grande do Sul) . Quantidade de passagens: 10. Produto do Programa/Atividade do Projeto: Plano Anual. Beneficiários das passagens: Fornecedores. Função no projeto: Prestadores de serviços. Necessidade do Deslocamento: Visitas técnicas e reuniões. Deslocamento Aéreo 11: De Belém (Pará) para Belo Horizonte (Minas Gerais). Quantidade de passagens: 5. Produto do Programa/Atividade do Projeto: Curso / Oficina / Capacitação. Beneficiários das passagens: Fornecedores. Função no projeto: Prestadores de serviços. Necessidade do Deslocamento: Programação cultural e artística. Deslocamento Aéreo 12: De Belo Horizonte (Minas Gerais) para Belém (Pará). Quantidade de passagens: 5. Produto do Programa/Atividade do Projeto: Curso / Oficina / Capacitação. Beneficiários das passagens: Fornecedores. Função no projeto: Prestadores de serviços. Necessidade do Deslocamento: Programação cultural e artística. Deslocamento Aéreo 13: De Recife (Pernambuco) para Belo Horizonte (Minas Gerais). Quantidade de passagens: 5. Produto do Programa/Atividade do Projeto: Curso / Oficina / Capacitação. Beneficiários das passagens: Fornecedores. Função no projeto: Prestadores de serviços. Necessidade do Deslocamento: Programação cultural e artística. Deslocamento Aéreo 14: De Belo Horizonte (Minas Gerais) para Recife (Pernambuco). Quantidade de passagens: 5. Produto do Programa/Atividade do Projeto: Curso / Oficina / Capacitação. Beneficiários das passagens: Fornecedores. Função no projeto: Prestadores de serviços. Necessidade do Deslocamento: Programação cultural e artística. Deslocamento Aéreo 15: De São Paulo (São Paulo) para Belo Horizonte (Minas Gerais). Quantidade de passagens: 5. Produto do Programa/Atividade do Projeto: Curso / Oficina / Capacitação. Beneficiários das passagens: Fornecedores. Função no projeto: Prestadores de serviços. Necessidade do Deslocamento: Programação cultural e artística. Deslocamento Aéreo 16: De Belo Horizonte (Minas Gerais) para São Paulo (São Paulo). Quantidade de passagens: 5. Produto do Programa/Atividade do Projeto: Curso / Oficina / Capacitação. Beneficiários das passagens: Fornecedores. Função no projeto: Prestadores de serviços. Necessidade do Deslocamento: Programação cultural e artística. Deslocamento Aéreo 17: De Belém (Pará) para Belo Horizonte (Minas Gerais). Quantidade de passagens: 4. Produto do Programa/Atividade do Projeto: Apresentação Musical. Beneficiários das passagens: Fornecedores. Função no projeto: Prestadores de serviços. Necessidade do Deslocamento: Programação cultural e artística. Deslocamento Aéreo 18: De Belo Horizonte (Minas Gerais) para Belém (Pará). Quantidade de passagens: 4. Produto do Programa/Atividade do Projeto: Apresentação Musical. Beneficiários das passagens: Fornecedores. Função no projeto: Prestadores de serviços. Necessidade do Deslocamento: Programação cultural e artística. Deslocamento Aéreo 19: De Rio de Janeiro (Rio de Janeiro) para Belo Horizonte (Minas Gerais). Quantidade de passagens: 8. Produto do Programa/Atividade do Projeto: Apresentação Musical. Beneficiários das passagens: Fornecedores. Função no projeto: Prestadores de serviços. Necessidade do Deslocamento: Programação cultural e artística. Deslocamento Aéreo 20: De Belo Horizonte (Minas Gerais) para Rio de Janeiro (Rio de Janeiro). Quantidade de passagens: 8. Produto do Programa/Atividade do Projeto: Apresentação Musical. Beneficiários das passagens: Fornecedores. Função no projeto: Prestadores de serviços. Necessidade do Deslocamento: Programação cultural e artística. Deslocamento Aéreo 21: De São Paulo (São Paulo) para Belo Horizonte (Minas Gerais). Quantidade de passagens: 8. Produto do Programa/Atividade do Projeto: Apresentação Musical. Beneficiários das passagens: Fornecedores. Função no projeto: Prestadores de serviços. Necessidade do Deslocamento: Programação cultural e artística. Deslocamento Aéreo 22: De Belo Horizonte (Minas Gerais) para São Paulo (São Paulo). Quantidade de passagens: 8. Produto do Programa/Atividade do Projeto: Apresentação Musical. Beneficiários das passagens: Fornecedores. Função no projeto: Prestadores de serviços. Necessidade do Deslocamento: Programação cultural e artística.

Especificação técnica

I) Programa Educativo (Projeto Pedagógico): em anexo.II) Oficinas:As oficinas serão realizadas em dois módulos: 1. Oficinas para programação cultural e artística do MMGV Voltadas para a experimentação estética e a criação coletiva, integrando linguagens artísticas e culturais: . Oficina de Artes Visuais: pintura, desenho e colagem com temáticas relacionadas às exposições e à cultura mineira. . Oficina de Escultura e Modelagem: exploração de formas e materiais, inspirada em elementos do patrimônio cultural. . Oficina de Arte Circense: práticas corporais e expressivas, estimulando ludicidade e movimento. . Oficina de Música e Percussão: vivências sonoras com instrumentos tradicionais e experimentais. . Oficina de Bordado e Tecelagem: saberes manuais e memória afetiva, dialogando com tradições populares. . Encontros com Atelieristas: seis edições anuais com artistas convidados para práticas abertas ao público. 2. Oficinas lúdico-pedagógicas para diversos públicos Realizadas ao longo do ano e com destaque nas Férias Divertidas (janeiro e julho), contemplando bebês, crianças, adolescentes, adultos e idosos: . Ninho de Leitura: sessões literárias para bebês e crianças pequenas, com estímulos sensoriais e afetivos. . Oficina de Carimbos e Estandartes: criação coletiva com tintas e símbolos culturais. . Oficina de Jogos Educativos e Caçadores da Memória: atividades que conectam história e brincadeira. . Oficina de Contação de Histórias: narrativas orais e interativas, valorizando a cultura popular. . Oficina de Experiências Sensoriais: exploração de texturas, aromas e sons, estimulando percepção e imaginação. . Oficina de Motivos Culinários: práticas simples que dialogam com a gastronomia mineira e suas tradições. . Oficina de Shantala e Cuidados Afetivos: voltada para bebês e cuidadores, promovendo vínculo e bem-estar. Carga horária: variável (2h a 6h), conforme tipologia e público. Conteúdos transversais: artes cênicas, música, artes visuais, cultura popular, arqueologia, literatura, culinária. Professores/ministrantes: educadores do Memorial, artistas visuais, músicos, mestres da cultura popular e convidados. III) Editais Apoia, Convocatória de Programação, Novos Pesquisadores e Novos Artistas: em anexo. IV) Programação Anual Sistematizada - MMGV 2026: em anexo. V) Impressão de Livro de publicações educativas e culturais desenvolvidos pelo setor Educativo, de Produção Cultural e Comunicação do Memorial Minas Gerais Vale ao longo de 2026: . Capa: 672x340mm, 4x1 cores, Tinta Escala em Couche Fosco LD 170g. Prova Xerox. Prototipo no (Papel Orçado). . Papelão: 2 folhas, 302x304mm, sem impressão em Papelão Paraná 1.9MM. . Guarda: 4 pgs, 600x300mm, 4 cores, Tinta Escala em Couche Fosco LD 210g. Prova Xerox. . Miolo: 144 pgs, 300x300mm, 4 cores, Tinta Escala em Couche Fosco LD 150g. Prova Xerox. . Luva: 720x515mm, 4x0 cores, Tinta Escala em Cartão Supremo LD 350g. Prova Xerox. . Pré Impressão, Laminado Fosco, Número de lados 1(Capa,Guarda,Luva), Vincado e Dobrado(Guarda), Dobrado(Miolo), Intercalado(Miolo), Alceado(Miolo), Costurado(Miolo), Capa Dura Brochura, -, 2 Cabeceados, -, 2 Guardas Coladas no Miolo, Faca de Corte(Luva), Shrink Individual, Embalagem em Caixa, corte/cola luva, c/ reforço.

Acessibilidade

I. PRODUTO: PLANO ANUAL a) Acessibilidade Arquitetônica: As pessoas com mobilidade reduzida têm acesso facilitado a todos os espaços/ambientes do Memorial, a saber: 1) Acesso universal pela entrada principal da edificação além do portão lateral para funcionários e equipe técnica onde há acesso ao elevador; 2) O elevador dá acesso a todos os andares e possui: - sinalização em braile e alto relevo que indica o andar, tanto nas botoeiras internas quanto do lado de fora, em cada piso; - anúncio verbal e dispositivo de comunicação para pedido de auxílio (botão amarelo); e, - barras de apoio; 3) Disponibilização de quatro cadeiras de rodas em tamanhos diferentes, sendo duas para crianças e duas para adultos; 4) Bebedouros instalados em todos os pisos seguindo as normas de acessibilidade; 5) Banheiros adaptados para deficientes físicos em todos os andares, inclusive com espelhos inclinados e vestiários para funcionários adaptados para PCDs. 6) Auditório com palco, camarins e plateia com acesso universal, espaço reservado par cadeiras de rodas e assentos de tamanhos especiais. Quanto às atividades em espaços de terceiros, em observância ao §1º da IN MinC 23/2025, que exclui da obrigatoriedade do Inciso I os projetos executados em equipamentos culturais cuja propriedade, pleno domínio ou gestão do imóvel não recaia sobre o proponente, informa-se que a gestão da infraestrutura arquitetônica permanente de tais espaços compete aos respectivos administradores e proprietários. Apesar de tal exclusão formal, o projeto reitera seu compromisso com a promoção da acessibilidade. Para tanto, a produção adotará as seguintes medidas: - Priorização e Adaptação: Será dada preferência a locais que já disponham de infraestrutura de acessibilidade arquitetônica consolidada. Contudo, para garantir o acesso e a participação de pessoas com deficiência, com mobilidade reduzida e idosas, a produção providenciará as adaptações temporárias e complementares que se fizerem necessárias no local, observando o conceito de adaptações razoáveis que não acarretem ônus desproporcional e indevido em cada caso, assegurando a fruição das atividades culturais e o acesso a facilidades essenciais, como sanitários acessíveis e rotas de circulação seguras. - Ações Específicas em Espaços Públicos: Nas atividades realizadas em espaços públicos, serão demarcadas e sinalizadas áreas especificamente reservadas para cadeirantes, pessoas com deficiência e idosos, assegurando a fruição das atividades culturais e o acesso a facilidades essenciais, como sanitários acessíveis e rotas de circulação seguras. b) Acessibilidade Comunicacional e de Conteúdo do projeto: b.1) Deficientes Visuais: 1) Disponibilização de objetos táteis educativos, acesso tátil à algumas obras do acervo; 2) O site seguirá as recomendações de acessibilidade na rede (Web Content Accessibility Guidelines) emitidas pelo World Wide Web Consortium (W3C); 3) O site do Memorial possui visita virtual à edificação e as exposições de longa duração contendo audiodescrição do conteúdo; 4) Linguagem oral nas visitas mediadas espontâneas e agendadas com educadores do próprio Memorial. 5) Placas de sinalização do prédio com fonte de tamanho e contraste adequados para a leitura de pessoas com baixa visão. b.2) Deficientes Auditivos: 1) O site do Memorial possui uma ferramenta tecnológica ("Hand Talk") que traduz simultaneamente conteúdos em português para a língua brasileira de sinais promovendo assim a acessibilidade às pessoas surdas. A ferramenta pode ser conferida no site www.memorialvale.org.; 2) Serviço especializado de audiodescrição e/ou legendagem de vídeos do espaço (institucionais, informativos e de divulgação); 3) Ofertas de visitas mediadas e demais programações com a presença de intérpretes de Libras. b.3) Pessoas com deficiência intelectual: 1) Uso de linguagem simples em todo o percurso do Museu, desde textos curatoriais expositivos à sinalização do edifício; 2) Visitas mediadas educativas adaptadas, com recursos sensoriais e metodologias dirigidas às demandas de cada pessoa ou grupo com deficiência; 3) Adaptação das programações educativas para acolhimento e participação das pessoas com deficiência intelectual. c) Acessibilidade de Comunicação e Divulgação acessíveis:Este projeto visa implementar práticas de comunicação e divulgação acessíveis, alinhadas às diretrizes do WCAG (Web Content Accessibility Guidelines) e à Lei Brasileira de Inclusão (LBI), promovendo equidade, autonomia e respeito à diversidade, tendo como objetivos: . Eliminar barreiras de acesso à informação em canais digitais. . Promover conteúdos acessíveis para diferentes perfis de usuários. . Orientar equipes de comunicação para produzir conteúdo acessível em diferentes formatos. Em ambientes digitais, os materiais de divulgação adotarão como padrão textos com estrutura acessível (ordem direta, parágrafos curtos, alinhamento à esquerda). As imagens serão acompanhadas com texto alternativo descritivo. Vídeos, podcasts e transmissões online terão a oferta de interpretação em libras e legendagem. Os materiais gráficos criados terão como premissa contraste adequado entre fundo e texto. No ambiente digital, a interface responsável será adotada bem como fontes legíveis e áreas de clique em tamanho não tão pequenos, também não será utilizada animações no site por se configurar como modal complexo e de baixa acessibilidade conforme estabelece o Guia de Boas Práticas para Acessibilidade Digital do Programa de Cooperação entre Reino Unido e Brasil em Acesso Digital. Os materiais gráficos impressos sempre informarão ao público os recursos acessíveis disponíveis para aquela atividade por meio de texto escrito e com o uso de símbolos gráficos de acessibilidade reconhecidos internacionalmente (de desenho branco e fundo azul). Espera-se que com essas ações reduza-se as barreiras de acesso nos canais digitais e que se aumente o engajamento e a presença de pessoas com deficiência na programação cultural do museu. II. PRODUTO: EXPOSIÇÃO DE ARTES a) Acessibilidade Arquitetônica: As pessoas com mobilidade reduzida têm acesso facilitado a todos os espaços/ambientes do Memorial, a saber: 1) Acesso universal pela entrada principal da edificação além do portão lateral para funcionários e equipe técnica onde há acesso ao elevador; 2) O elevador dá acesso a todos os andares e possui: - sinalização em braile e alto relevo que indica o andar, tanto nas botoeiras internas quanto do lado de fora, em cada piso; - anúncio verbal e dispositivo de comunicação para pedido de auxílio (botão amarelo); e, - barras de apoio; 3) Disponibilização de quatro cadeiras de rodas em tamanhos diferentes, sendo duas para crianças e duas para adultos; 4) Bebedouros instalados em todos os pisos seguindo as normas de acessibilidade; 5) Banheiros adaptados para deficientes físicos em todos os andares, inclusive com espelhos inclinados e vestiários para funcionários adaptados para PCDs. 6) Auditório com palco, camarins e plateia com acesso universal, espaço reservado par cadeiras de rodas e assentos de tamanhos especiais. Quanto às atividades em espaços de terceiros, em observância ao §1º da IN MinC 23/2025, que exclui da obrigatoriedade do Inciso I os projetos executados em equipamentos culturais cuja propriedade, pleno domínio ou gestão do imóvel não recaia sobre o proponente, informa-se que a gestão da infraestrutura arquitetônica permanente de tais espaços compete aos respectivos administradores e proprietários. Apesar de tal exclusão formal, o projeto reitera seu compromisso com a promoção da acessibilidade. Para tanto, a produção adotará as seguintes medidas: - Priorização e Adaptação: Será dada preferência a locais que já disponham de infraestrutura de acessibilidade arquitetônica consolidada. Contudo, para garantir o acesso e a participação de pessoas com deficiência, com mobilidade reduzida e idosas, a produção providenciará as adaptações temporárias e complementares que se fizerem necessárias no local, observando o conceito de adaptações razoáveis que não acarretem ônus desproporcional e indevido em cada caso, assegurando a fruição das atividades culturais e o acesso a facilidades essenciais, como sanitários acessíveis e rotas de circulação seguras. - Ações Específicas em Espaços Públicos: Nas atividades realizadas em espaços públicos, serão demarcadas e sinalizadas áreas especificamente reservadas para cadeirantes, pessoas com deficiência e idosos, assegurando a fruição das atividades culturais e o acesso a facilidades essenciais, como sanitários acessíveis e rotas de circulação seguras. b) Acessibilidade Comunicacional e de Conteúdo do projeto: b.1) Deficientes Visuais: Visitas mediadas gratuitas a exposições para pessoas com deficiência visuais realizadas pela equipe de educação, por meio de linguagem acessível e anticapacitista, que contará com a contribuição de um Apoio Técnico em Acessibilidade para sugestão e implementação de outras medidas de acessibilidade. b.2) Deficientes Auditivos: Visitas mediadas gratuitas a exposições para pessoas com deficiência auditiva em língua de sinais (Libras), com a presença de intérpretes de Libras e/ou contratação de Apoio Técnico em acessibilidade que contribuirá com sugestão e implementação de outras medidas de acessibilidade. b.3) Pessoas com deficiência intelectual: 1) Uso de linguagem simples em todo o percurso do Museu, desde textos curatoriais expositivos à sinalização do edifício 2) Visitas mediadas educativas adaptadas, com recursos sensoriais e metodologias dirigidas às demandas de cada pessoa ou grupo com deficiência. 3) Adaptação das programações educativas para acolhimento e participação das pessoas com deficiência intelectual. 4) Avisos de advertência sobre conteúdos que possam causar algum desconforto para pessoas sensíveis a luz e som. c) Acessibilidade de Comunicação e Divulgação acessíveis: Em ambientes digitais, os materiais de divulgação adotarão como padrão textos com estrutura acessível (ordem direta, parágrafos curtos, alinhamento à esquerda), seguindo as recomendações de acessibilidade na rede (Web Content Accessibility Guidelines) emitidas pelo World Wide Web Consortium (W3C). As imagens serão acompanhadas com texto alternativo descritivo. Quando houver vídeos, podcasts e transmissões online, os materiais audiovisuais terão a oferta de interpretação em libras e legendagem. Será ofertado no site do museu uma ferramenta de tradução simultânea de textos escritos (Handtalk) para a língua brasileira de sinais, promovendo assim a acessibilidade às pessoas surdas. Os materiais gráficos criados terão como premissa contraste adequado entre fundo e texto. Os materiais impressos sempre informarão ao público os recursos acessíveis disponíveis para aquela atividade por meio de texto escrito e com o uso de símbolos gráficos de acessibilidade reconhecidos internacionalmente. III. PRODUTO: CONCURSO/PREMIAÇÃO a) Acessibilidade Arquitetônica: Não se aplica, pois se trata de Editais.b) Acessibilidade Comunicacional e de Conteúdo do projeto: Os editais são aberto também a pessoas com deficiência. c) Acessibilidade de Comunicação e Divulgação acessíveis: Em ambientes digitais, os materiais de divulgação adotarão como padrão textos com estrutura acessível (ordem direta, parágrafos curtos, alinhamento à esquerda), seguindo as recomendações de acessibilidade na rede (Web Content Accessibility Guidelines) emitidas pelo World Wide Web Consortium (W3C). As imagens serão acompanhadas com texto alternativo descritivo. Quando houver vídeos, podcasts e transmissões online, os materiais audiovisuais terão a oferta de interpretação em libras e legendagem. Será ofertado no site do museu uma ferramenta de tradução simultânea de textos escritos (Handtalk) para a língua brasileira de sinais, promovendo assim a acessibilidade às pessoas surdas. Os materiais gráficos criados terão como premissa contraste adequado entre fundo e texto. Os materiais impressos sempre informarão ao público os recursos acessíveis disponíveis para aquela atividade por meio de texto escrito e com o uso de símbolos gráficos de acessibilidade reconhecidos internacionalmente. IV. PRODUTO: ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS (CONJUGADO COM PRODUTO "FESTIVAL, BIENAL, FESTA OU FEIRA - ESTRUTURA" ) a) Acessibilidade Arquitetônica: As pessoas com mobilidade reduzida têm acesso facilitado a todos os espaços/ambientes do Memorial, a saber: 1) Acesso universal pela entrada principal da edificação além do portão lateral para funcionários e equipe técnica onde há acesso ao elevador; 2) O elevador dá acesso a todos os andares e possui: - sinalização em braile e alto relevo que indica o andar, tanto nas botoeiras internas quanto do lado de fora, em cada piso; - anúncio verbal e dispositivo de comunicação para pedido de auxílio (botão amarelo); e, - barras de apoio; 3) Disponibilização de quatro cadeiras de rodas em tamanhos diferentes, sendo duas para crianças e duas para adultos; 4) Bebedouros instalados em todos os pisos seguindo as normas de acessibilidade; 5) Banheiros adaptados para deficientes físicos em todos os andares, inclusive com espelhos inclinados e vestiários para funcionários adaptados para PCDs. 6) Auditório com palco, camarins e plateia com acesso universal, espaço reservado par cadeiras de rodas e assentos de tamanhos especiais. Quanto às atividades em espaços de terceiros, em observância ao §1º da IN MinC 23/2025, que exclui da obrigatoriedade do Inciso I os projetos executados em equipamentos culturais cuja propriedade, pleno domínio ou gestão do imóvel não recaia sobre o proponente, informa-se que a gestão da infraestrutura arquitetônica permanente de tais espaços compete aos respectivos administradores e proprietários. Apesar de tal exclusão formal, o projeto reitera seu compromisso com a promoção da acessibilidade. Para tanto, a produção adotará as seguintes medidas: - Priorização e Adaptação: Será dada preferência a locais que já disponham de infraestrutura de acessibilidade arquitetônica consolidada. Contudo, para garantir o acesso e a participação de pessoas com deficiência, com mobilidade reduzida e idosas, a produção providenciará as adaptações temporárias e complementares que se fizerem necessárias no local, observando o conceito de adaptações razoáveis que não acarretem ônus desproporcional e indevido em cada caso, assegurando a fruição das atividades culturais e o acesso a facilidades essenciais, como sanitários acessíveis e rotas de circulação seguras. - Ações Específicas em Espaços Públicos: Nas atividades realizadas em espaços públicos, serão demarcadas e sinalizadas áreas especificamente reservadas para cadeirantes, pessoas com deficiência e idosos, assegurando a fruição das atividades culturais e o acesso a facilidades essenciais, como sanitários acessíveis e rotas de circulação seguras.s. b) Acessibilidade Comunicacional e de Conteúdo do projeto: b.1) Deficientes Visuais: Linguagem oral e/ou contratação de um Apoio técnico em acessibilidade que contribuirá com sugestão e implementação de outras medidas de acessibilidade; b.2) Deficientes Auditivos: Intérprete de Libras nos espetáculos e/ou contratação de um Apoio Técnico em acessibilidade que contribuirá com sugestão e implementação de outras medidas de acessibilidade. b.3) Pessoas com deficiência intelectual: 1) Uso de linguagem simples em todo o percurso do Museu, desde textos curatoriais expositivos à sinalização do edifício 2) Visitas mediadas educativas adaptadas, com recursos sensoriais e metodologias dirigidas às demandas de cada pessoa ou grupo com deficiência. 3) Adaptação das programações educativas para acolhimento e participação das pessoas com deficiência intelectual. 4) Avisos de advertência sobre conteúdos que possam causar algum desconforto para pessoas sensíveis a luz e som. c) Acessibilidade de Comunicação e Divulgação acessíveis: Em ambientes digitais, os materiais de divulgação adotarão como padrão textos com estrutura acessível (ordem direta, parágrafos curtos, alinhamento à esquerda), seguindo as recomendações de acessibilidade na rede (Web Content Accessibility Guidelines) emitidas pelo World Wide Web Consortium (W3C). As imagens serão acompanhadas com texto alternativo descritivo. Quando houver vídeos, podcasts e transmissões online, os materiais audiovisuais terão a oferta de interpretação em libras e legendagem. Será ofertado no site do museu uma ferramenta de tradução simultânea de textos escritos (Handtalk) para a língua brasileira de sinais, promovendo assim a acessibilidade às pessoas surdas. Os materiais gráficos criados terão como premissa contraste adequado entre fundo e texto. Os materiais impressos sempre informarão ao público os recursos acessíveis disponíveis para aquela atividade por meio de texto escrito e com o uso de símbolos gráficos de acessibilidade reconhecidos internacionalmente. V. PRODUTO: APRESENTAÇÃO MUSICAL (CONJUGADO COM PRODUTO "FESTIVAL, BIENAL, FESTA OU FEIRA - ESTRUTURA") a) Acessibilidade Arquitetônica: As pessoas com mobilidade reduzida têm acesso facilitado a todos os espaços/ambientes do Memorial, a saber: 1) Acesso universal pela entrada principal da edificação além do portão lateral para funcionários e equipe técnica onde há acesso ao elevador; 2) O elevador dá acesso a todos os andares e possui: - sinalização em braile e alto relevo que indica o andar, tanto nas botoeiras internas quanto do lado de fora, em cada piso; - anúncio verbal e dispositivo de comunicação para pedido de auxílio (botão amarelo); e, - barras de apoio; 3) Disponibilização de quatro cadeiras de rodas em tamanhos diferentes, sendo duas para crianças e duas para adultos; 4) Bebedouros instalados em todos os pisos seguindo as normas de acessibilidade; 5) Banheiros adaptados para deficientes físicos em todos os andares, inclusive com espelhos inclinados e vestiários para funcionários adaptados para PCDs. 6) Auditório com palco, camarins e plateia com acesso universal, espaço reservado par cadeiras de rodas e assentos de tamanhos especiais. Quanto às atividades em espaços de terceiros, em observância ao §1º da IN MinC 23/2025, que exclui da obrigatoriedade do Inciso I os projetos executados em equipamentos culturais cuja propriedade, pleno domínio ou gestão do imóvel não recaia sobre o proponente, informa-se que a gestão da infraestrutura arquitetônica permanente de tais espaços compete aos respectivos administradores e proprietários. Apesar de tal exclusão formal, o projeto reitera seu compromisso com a promoção da acessibilidade. Para tanto, a produção adotará as seguintes medidas: - Priorização e Adaptação: Será dada preferência a locais que já disponham de infraestrutura de acessibilidade arquitetônica consolidada. Contudo, para garantir o acesso e a participação de pessoas com deficiência, com mobilidade reduzida e idosas, a produção providenciará as adaptações temporárias e complementares que se fizerem necessárias no local, observando o conceito de adaptações razoáveis que não acarretem ônus desproporcional e indevido em cada caso, assegurando a fruição das atividades culturais e o acesso a facilidades essenciais, como sanitários acessíveis e rotas de circulação seguras. - Ações Específicas em Espaços Públicos: Nas atividades realizadas em espaços públicos, serão demarcadas e sinalizadas áreas especificamente reservadas para cadeirantes, pessoas com deficiência e idosos, assegurando a fruição das atividades culturais e o acesso a facilidades essenciais, como sanitários acessíveis e rotas de circulação seguras. b) Acessibilidade Comunicacional e de Conteúdo do projeto: b.1) Deficientes Visuais: Linguagem oral e/ou contratação de um Apoio Técnico em acessibilidade que contribuirá com sugestão e implementação de outras medidas de acessibilidade. b.2) Deficientes Auditivos: Intérprete de Libras nos espetáculos e/ou contratação de um Apoio Técnico em acessibilidade que contribuirá com sugestão e implementação de outras medidas de acessibilidade. b.3) Pessoas com deficiência intelectual: 1) Uso de linguagem simples em todo o percurso do Museu, desde textos curatoriais expositivos à sinalização do edifício 2) Visitas mediadas educativas adaptadas, com recursos sensoriais e metodologias dirigidas às demandas de cada pessoa ou grupo com deficiência. 3) Adaptação das programações educativas para acolhimento e participação das pessoas com deficiência intelectual. 4) Avisos de advertência sobre conteúdos que possam causar algum desconforto para pessoas sensíveis a luz e som. c) Acessibilidade de Comunicação e Divulgação acessíveis: Em ambientes digitais, os materiais de divulgação adotarão como padrão textos com estrutura acessível (ordem direta, parágrafos curtos, alinhamento à esquerda), seguindo as recomendações de acessibilidade na rede (Web Content Accessibility Guidelines) emitidas pelo World Wide Web Consortium (W3C). As imagens serão acompanhadas com texto alternativo descritivo. Quando houver vídeos, podcasts e transmissões online, os materiais audiovisuais terão a oferta de interpretação em libras e legendagem. Será ofertado no site do museu uma ferramenta de tradução simultânea de textos escritos (Handtalk) para a língua brasileira de sinais, promovendo assim a acessibilidade às pessoas surdas. Os materiais gráficos criados terão como premissa contraste adequado entre fundo e texto. Os materiais impressos sempre informarão ao público os recursos acessíveis disponíveis para aquela atividade por meio de texto escrito e com o uso de símbolos gráficos de acessibilidade reconhecidos internacionalmente. VII. PRODUTO: CURSO/OFICINA/CAPACITAÇÃOa) Acessibilidade Arquitetônica: As pessoas com mobilidade reduzida têm acesso facilitado a todos os espaços/ambientes do Memorial, a saber: 1) Acesso universal pela entrada principal da edificação além do portão lateral para funcionários e equipe técnica onde há acesso ao elevador; 2) O elevador dá acesso a todos os andares e possui: - sinalização em braile e alto relevo que indica o andar, tanto nas botoeiras internas quanto do lado de fora, em cada piso; - anúncio verbal e dispositivo de comunicação para pedido de auxílio (botão amarelo); e, - barras de apoio; 3) Disponibilização de quatro cadeiras de rodas em tamanhos diferentes, sendo duas para crianças e duas para adultos; 4) Bebedouros instalados em todos os pisos seguindo as normas de acessibilidade; 5) Banheiros adaptados para deficientes físicos em todos os andares, inclusive com espelhos inclinados e vestiários para funcionários adaptados para PCDs. 6) Auditório com palco, camarins e plateia com acesso universal, espaço reservado par cadeiras de rodas e assentos de tamanhos especiais. Quanto às atividades em espaços de terceiros, em observância ao §1º da IN MinC 23/2025, que exclui da obrigatoriedade do Inciso I os projetos executados em equipamentos culturais cuja propriedade, pleno domínio ou gestão do imóvel não recaia sobre o proponente, informa-se que a gestão da infraestrutura arquitetônica permanente de tais espaços compete aos respectivos administradores e proprietários. Apesar de tal exclusão formal, o projeto reitera seu compromisso com a promoção da acessibilidade. Para tanto, a produção adotará as seguintes medidas: - Priorização e Adaptação: Será dada preferência a locais que já disponham de infraestrutura de acessibilidade arquitetônica consolidada. Contudo, para garantir o acesso e a participação de pessoas com deficiência, com mobilidade reduzida e idosas, a produção providenciará as adaptações temporárias e complementares que se fizerem necessárias no local, observando o conceito de adaptações razoáveis que não acarretem ônus desproporcional e indevido em cada caso, assegurando a fruição das atividades culturais e o acesso a facilidades essenciais, como sanitários acessíveis e rotas de circulação seguras. - Ações Específicas em Espaços Públicos: Nas atividades realizadas em espaços públicos, serão demarcadas e sinalizadas áreas especificamente reservadas para cadeirantes, pessoas com deficiência e idosos, assegurando a fruição das atividades culturais e o acesso a facilidades essenciais, como sanitários acessíveis e rotas de circulação seguras. b) Acessibilidade Comunicacional e de Conteúdo do projeto: b.1) Deficientes Visuais: Linguagem oral nas atividades do eixo formativo e/ou contratação de um Apoio Técnico em acessibilidade que contribuirá com sugestão e implementação de outras medidas de acessibilidade. b.2) Deficientes Auditivos: Intérprete de Libras, conforme necessidade indicada nas inscrições e/ou contratação de um Apoio Técnico em acessibilidade que contribuirá com sugestão de outras medidas de acessibilidade. b.3) Pessoas com deficiência intelectual: 1) Uso de linguagem simples em todo o percurso do Museu, desde textos curatoriais expositivos à sinalização do edifício 2) Visitas mediadas educativas adaptadas, com recursos sensoriais e metodologias dirigidas às demandas de cada pessoa ou grupo com deficiência. 3) Adaptação das programações educativas para acolhimento e participação das pessoas com deficiência intelectual. 4) Avisos de advertência sobre conteúdos que possam causar algum desconforto para pessoas sensíveis a luz e som. c) Acessibilidade de Comunicação e Divulgação acessíveis: Em ambientes digitais, os materiais de divulgação adotarão como padrão textos com estrutura acessível (ordem direta, parágrafos curtos, alinhamento à esquerda), seguindo as recomendações de acessibilidade na rede (Web Content Accessibility Guidelines) emitidas pelo World Wide Web Consortium (W3C). As imagens serão acompanhadas com texto alternativo descritivo. Quando houver vídeos, podcasts e transmissões online, os materiais audiovisuais terão a oferta de interpretação em libras e legendagem. Será ofertado no site do museu uma ferramenta de tradução simultânea de textos escritos (Handtalk) para a língua brasileira de sinais, promovendo assim a acessibilidade às pessoas surdas. Os materiais gráficos criados terão como premissa contraste adequado entre fundo e texto. Os materiais impressos sempre informarão ao público os recursos acessíveis disponíveis para aquela atividade por meio de texto escrito e com o uso de símbolos gráficos de acessibilidade reconhecidos internacionalmente. OBS. 1. Como medida alternativa (Enunciado nº 33 da CNIC) para os itens em que não foi possível o atendimento à acessibilidade plena comunicacional e de conteúdo, o Proponente realizará o seguinte: i) PROGRAMA DE ACESSO E PARTICIPAÇÃO: De forma transversal a todos os produtos, o projeto implementa o Programa de Acesso e Participação, que visa ampliar e qualificar a presença de públicos diversos por meio de uma perspectiva antirracista, anticapacitista e interseccional, comprometida com a superação de barreiras físicas, simbólicas e atitudinais. Por meio de iniciativas como o Apoio Técnico em Acessibilidade, a oferta de visitas mediadas com intérprete de Libras, o desenvolvimento de materiais inclusivos e a adaptação de conteúdos e metodologias, o programa busca garantir que todos os públicos possam não apenas acessar o museu, mas também se reconhecer nele, participar ativamente e construir sentidos a partir de suas próprias experiências. Apoio técnico em Acessibilidade: Serão realizados 10 encontros consultivos de apoio técnico. Intérprete de Libras para visitas mediadas agendadas e espontâneas: Oferta de 124 horas de intérprete de libras para todas as ações educativas. ii) A formação de um COMITÊ com pessoas diversas, inclusive com deficiência, para propor as diretrizes das ações de diversidade e inclusão tanto na programação quanto na fruição pelo público-alvo; iii) A contratação de uma CONSULTORIA EM ACESSIBILIDADE para propositura dos melhores recursos de acessibilidade para cada produto cultural previsto no projeto. 2. Conforme Art. 23 da N MINC 23/2025, os custos das ações de acessibilidade estão previstos no percentual destinado à acessibilidade, de comunicação e divulgação acessíveis.

Democratização do acesso

I. Plano de distribuição: Conforme plano de distribuição, os produtos culturais resultantes do projeto serão 100% gratuitos e abertos à população em geral. II. Outras medidas de ampliação de acesso (artigo 47 da IN 02/2025): - Art. 47, incisos II, VI e VII - Medida Prevista: Realizar o Projeto Circularidades: Serão ofertados 20 ônibus, 20 visitas ao museu e 40 visitas nas instituições participantes. O Projeto Circularidades é uma iniciativa voltada a coletivos, comunidades e projetos sociais que atendem crianças, jovens, mulheres, idosos e pessoas com deficiência em situação de vulnerabilidade social e/ou residentes em territórios periféricos. A proposta contempla o oferecimento de transporte gratuito para visitação ao Memorial Minas Gerais Vale, acompanhado de duas visitas dos educadores às instituições participantes, uma anterior e outra posterior ao passeio. Nessas visitas, a equipe educativa amplia a experiência museal por meio da realização de ações pedagógicas e oficinas criativas nos próprios espaços das instituições. Fundamentado na escuta ativa, na aproximação com os grupos e na adaptação das práticas educativas aos seus perfis, o projeto valoriza o afeto como eixo central das experiências. Por meio de rodas de memória, oficinas artísticas, contação de histórias e outras atividades, o Circularidades busca fortalecer vínculos, promover a inclusão e assegurar o direito à cultura e à cidade.

Ficha técnica

I) PROPONENTE: INSTITUTO VALE - MEMORIAL MINAS GERAIS VALE . FUNÇÃO NO PROJETO: Coordenador geral e Gestão Administrativa e Financeira– O Proponente será remunerado por tal função, conforme consta na planilha orçamentária do projeto (plano anual e custos vinculados, respetivamente). . CURRÍCULO: O Instituto Vale - MMGV é uma instituição sem fins lucrativos e que atua exclusivamente no campo da cultura, empreendendo esforços para a boa gestão e a plena realização dos objetivos do Memorial Minas Gerais Vale. É a entidade gestora do MMGV - o qual se encontra em funcionamento desde 2010 - e responsável pelo estabelecimento das parcerias importantes para a atuação do MMGV, tendo, por meio de incorporação jurídica, recebido todo o legado e histórico-cultural construído pela Associação Memorial Minas Gerais Vale, do qual é sucessora. II) EQUIPE CLT: DIREÇÃO: NOME: WAGNER LUIZ GOMES TAMEIRÃO - profissional não remunerado pelo projeto, mas com recursos de outra fonte. . FUNÇÃO NO PROJETO: Responsável pelo planejamento geral de atividades; pelo planejamento e gestão orçamentária; pelo estabelecimento de parcerias institucionais; pelo relacionamento com artistas e realizadores; pelo estabelecimento de parcerias com eventos locais e nacionais; pela supervisão das coordenações de gestão, público, comunicação e produção, zelando pela manutenção do conceito que orienta a instituição e pelo cumprimento de seus objetivos. . CURRÍCULO: Formado em Comunicação Social - Publicidade e Propaganda, pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais, e pós-graduado em Administração em Marketing pela Fundação João Pinheiro. Tem diversos cursos na área de gestão cultural. Trabalha na área cultural há 23 anos. Atualmente é Gerente do Memorial Minas Gerais Vale, integrante do Circuito Cultural Praça da Liberdade e foi Presidente da Estação Conhecimento Vale do Jequitinhonha. Também atua como professor de gestão e produção cultural. Dirige o "Horizontes Urbanos - Mostra Internacional de Dança em Espaços Urbanos" e o “1, 2 na Dança” em parceria com Jacqueline Castro. Trabalhou na gestão do Teatro Alterosa de 1994 a 2011, tendo criado projetos culturais que promoveram o mercado cultural da cidadeEQUIPE ADMINISTRATIVA: . NOME: BIANCA DIAS PEREIRA . FUNÇÃO NO PROJETO: Analista Administrativo Instituto Vale . CURRÍCULO: Profissional graduada em Contabilidade com ênfase em Controladoria e Administração e Marketing, ambos cursados na Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC Minas). Possui cursos de extensão e atualização profissional em Compliance e Anticorrupção pela Fundação Getúlio Vargas e Ibmec BH. Possui vasto conhecimento e vivência na elaboração de relatórios quantitativos e qualitativos de projetos incentivados pela Lei Federal de Incentivo à Cultura. Amplo conhecimento sobre revisão fiscal de empresas de pequeno e médio porte, apuração de tributos, obrigações acessórias e demais rotinas contábil e financeira. NOME: Cláudia Maria Salviano da Silva FUNÇÃO NO PROJETO: Analista administrativo Senior CURRÍCULO: Administradora e Publicitária. . NOME: Mireille Silva . FUNÇÃO NO PROJETO: Analista administrativo . CURRÍCULO: . NOME: ELENICE APARECIDA MARTINS. . FUNÇÃO NO PROJETO: ANALISTA ADMINISTRATIVO PLENO. . CURRÍCULO: Graduada em Gestão Financeira e pós-graduada em Gestão Estratégica em Finanças. Atuação em segmentos diversificados em área administrativa e financeira em Museu, empresa de inovação tecnológica de meio ambiente, área hospitalar e cooperativa médica, promovendo gestão setoriais e interagindo com as demais áreas da empresa, proporcionando qualidade ao atendimento aos clientes, parceiros e colaboradores. Acompanhamento do desempenho da empresa, posicionando e emitindo relatórios para a gestão. Ampla vivência na coordenação de equipe e setorial com ênfase em planejamento organizacional e expressivos resultados na racionalização e redistribuição de fluxos de trabalho. Interesse em atuar na supervisão e coordenação de equipes administrativas e financeiras. . NOME: CLAUDINEY ANTONIO MARTINS . FUNÇÃO NO PROJETO: TÉCNICO EM OPERAÇÕES CULTURAIS II . CURRÍCULO: Técnico Operacional . NOME: DAVIDSON CEZAR NUNES . FUNÇÃO NO PROJETO: TÉCNICO EM OPERAÇÕES CULTURAIS II CURRÍCULO: Técnico Operacional . NOME: RICARDO CAVALCANTI GOMES . FUNÇÃO NO PROJETO: TÉCNICO EM OPERAÇÕES CULTURAIS II . CURRÍCULO: Técnico Operacional EQUIPE PRODUÇÃO: . NOME: Gabriella de Oliveira Seabra . FUNÇÃO NO PROJETO: Produtor cultural Instituto Vale . CURRÍCULO: Doutoranda em Artes pela Universidade Federal de Minas Gerais, Mestra em Artes pela Universidade Federal de Minas Gerais e Bacharela em Artes Cênicas pela Universidade Federal de Ouro Preto. É produtora cultural, atriz e iluminadora cênica. Integrou companhias teatrais na cidade de Belo Horizonte, Ouro Preto e Poços de Caldas. . NOME: Rafael Perpétuo de Souza . FUNÇÃO NO PROJETO: Produtor cultural Instituto Vale . CURRÍCULO: É pesquisador, curador, escritor e gestor cultural. É doutorando em Artes pela UFMG. Foi coordenador do Museu de Arte da Pampulha, do Museu Mineiro e foi professor no Arena da Cultura. Como curador já trabalhou com artistas como Sebastião Miguel, José Bento, Décio Noviello entre outros. . NOME: Gustavo Ruas Soares . FUNÇÃO NO PROJETO: Produtor cultural Instituto Vale . CURRÍCULO: Produtor e programador com mais de 15 anos de atuação em projetos de artes visuais, cinema e teatro. Trabalhou em instituições como o Memorial Minas Gerais Vale, Museu de Arte da Pampulha e Museu Histórico Abílio Barreto. No cinema, atuou em diversos longas e curtas premiados, colaborando com produtoras de destaque como Filmes de Plástico, Anavilhana, Apiário e Conspiração Filmes — em produções como Marte Um, A Fera na Selva, Ana, en Passant e Canção ao Longe. Foi também coordenador de produção do Galpão Cine Horto importante centro cultural do Grupo Galpão. É bacharel em Cinema e Audiovisual pela UNA. EQUIPE EDUCATIVA: A equipe do Setor Educativo é composta por profissionais qualificados e experientes, com formações multidisciplinares, que atuam de forma articulada para pesquisar, planejar, desenvolver e realizar um Programa Político Pedagógico alinhado aos objetivos institucionais. Essa organização é estruturada em quatro funções principais: O Coordenador Educativo é responsável pela coordenação pedagógica do setor. Ele realiza o planejamento estratégico, acompanha a execução dos projetos e gerencia a equipe, garantindo que as ações estejam alinhadas às diretrizes institucionais. (1 posição) Nome: Pompea Auter Tavares Currículo: Mestre em Artes pela Universidade do Estado de Minas Gerais – UEMG (2018), na linha de pesquisa Processos de Formação, Mediação e Recepção com pesquisa financiada pela CAPES. Sob orientação do professor Dr. José Márcio Pinto de Moura Barros, realizou a pesquisa SÓLO ES POSIBLE CONSERVAR AQUELLO QUE SE TRANSFORMA: Estudo do Ferrowhite – museo taller e seus processos de mediação. Possui especialização em Gestão Estratégica de Marketing, com ênfase em Marketing Cultural, pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (2012), graduação em Comunicação Social pela Faculdades Promove (2008), graduação em Artes Plásticas pela Escola Guignard da UEMG (2012). Foi Diretora de Desenvolvimento de Linguagens Museológicas da Superintendência de Museus e Artes Visuais da Secretaria de Estado de Cultura de Minas Gerais (2014 – 2018), Coordenadora Pedagógica do Programa CCBB Educativo – Arte & Educação, desenvolvido pelo JA.CA Centro de Arte e Tecnologia, no Centro Cultural do Banco do Brasil de Belo Horizonte e do Rio de Janeiro (2018 - 2021). Atua como Coordenadora Pedagógica, Gestora Cultural e Assistente Curatorial em projetos de residência artística, educação patrimonial, educação artística e mediação cultural em Museus e Centros Culturais. Desde 2023 é Coordenadora Educativa no Memorial Minas Gerais Vale. O Analista Educativo atua no apoio técnico e organizacional das atividades. Ele acompanha o desenvolvimento dos projetos, elabora relatórios e indicadores, organiza rotinas de trabalho e contribui para a pesquisa e formação da equipe. (2 posições). Nome: Larissa Altemar Currículo: Larissa Maria Santos Altemar atua no Memorial Minas Gerais Vale desde 2017, onde já desempenhou as funções de Educadora, Assistente Educativo e atualmente Analista Educativo. Nessa trajetória, contribui com a criação, execução e avaliação de projetos de mediação cultural, formações e práticas artísticas, oferecendo suporte pedagógico e fortalecendo parcerias que ampliam a visibilidade dessas ações. É Mestre em Educação e Inclusão Social, Especialista em Direitos Humanos, graduada em Pedagogia e Licenciada em Teatro. Possui experiência com projetos de arte-educação e responsabilidade social em espaços escolares e culturais, além de atuar como consultora e formadora em temas relacionados aos direitos das crianças e à linguagem teatral na infância. É cofundadora do Coletivo Geral Infâncias, grupo que mobiliza espaços de participação das diferentes infâncias em Belo Horizonte e região metropolitana. Nome: Smally Rodrigues Currículo: Smally Rodrigues, atua no Memorial Minas Gerais Vale desde 2013, onde já desempenhou as funções de Estagiário, Monitor, Educador, Assistente Educativo e atualmente Analista Educativo. Graduado em História pelo Centro Universitário de Belo Horizonte (UniBH, 2015). Atua na articulação entre curadoria educativa, mediação cultural e práticas pedagógicas desde 2013, com ênfase no fortalecimento da função educativa dos museus. Seus estudos estão relacionados à educação museal, com foco nas interações entre narrativa expográfica e ensino de História. O Produtor Educativo é responsável por planejar, produzir e executar a programação educativa, assegurando que as atividades estejam integradas ao planejamento pedagógico e ocorram de forma coordenada com os demais membros da equipe. (1 posição) Nome: Ulisses Passos Currículo: Ulisses Passos, produtor cultural desde 2013 e atualmente no Instituto Cultural Vale. Graduado em Gestão de Produção de Eventos (UniBH) e mestre em Estudos Culturais Contemporâneos (FUMEC). Atua na área de produção cultural e eventos educativos, com passagem pelo Sesc em Minas, Editora Fórum e projetos independentes em música. Seus estudos estão relacionados às práticas de produções culturais e curadoria , com interesse especial em projetos que aproximam público, patrimônio e arte. O Educador atua na mediação com os públicos do Museu, fundamentada a partir de um processo de pesquisa, desenvolvimento e realização de projetos, ações educativas diversas, materiais pedagógicos, publicações, metodologias, roteiros, relatórios de atividades, dentre outros. (12 posições) Nome: Amanda Ribeiro Marzano Currículo: Amanda Ribeiro Marzano, educadora no Memorial Minas Gerais Vale desde 2024. Graduada em Museologia pela Universidade Federal de Minas Gerais (2020), mestre pelo PROMESTRE-FAE/UFMG, mestrado em Educação e Docência, na linha de pesquisa de educação em museus e divulgação científica (2023). Atua como educadora museal desde 2016, com experiências em museus de ciências, museus históricos e museus de arte contemporânea. Sua pesquisa está ligada aos processos de mediação, educação museal e formação de educadores museais. Nome: Camila Cardoso Currículo: Camila Cardoso, educadora no Memorial Minas Gerais Vale desde 2023. Graduada em Artes Visuais – Licenciatura pela UEMG e especialista em Ensino das Artes Visuais e Tecnologias Contemporâneas pela UFMG. Desde 2015, atua como arte-educadora em instituições de ensino formal e não formal, além de mediadora cultural em instituições museais. Seus estudos se dedicam à potência da mediação cultural como caminho para uma educação libertadora. Nome: Dyego Henrique Machado de Souza Currículo: Dyego Henrique Machado de Souza, educador desde 2024 no Memorial Minas Gerais Vale. Graduado em Artes Visuais, bacharel em Desenho pela EBA-UFMG. Atua como artista, curador independente, pesquisador e arte-educador desde 2017. Sua pesquisa está relacionada às práticas artísticas como ferramenta de mediação cultural, história da arte afrocentrada em equipamentos museais e acessibilidade e inclusão em práticas educativas. Nome: Gerson Melo Currículo: Gerson de Melo, educador desde 2019 no Memorial Minas Gerais Vale. Mestre em Artes (UEMG) e licenciado em Artes Visuais (UFMA). Atua na educação desde 2018, transitando entre a educação escolar e não escolar, com experiência na Educação Básica: Ensino Fundamental, Ensino Médio e Educação de Jovens e Adultos. Seus estudos estão relacionados a metodologias educativas, formação de educadores e ferramentas de mediação. Nome: Gustavo Rodrigues Currículo: Gustavo Rodrigues, educador no Memorial Minas Gerais Vale desde 2014. Graduado em Artes Visuais – Licenciatura pela Escola de Design/UEMG, técnico em curadoria pelo CEFART/Fundação Clóvis Salgado, especialista em Artes Plásticas e Contemporaneidade pela Escola Guignard/UEMG. Desde 2010, atua como educador e mediador cultural em instituições museais, como Inhotim, Bienal de SP e do Mercosul. Seus estudos se embasam no cenário artístico visual e contemporâneo, pautas de diversidade e de gênero. Nome: Júlia Mendes Currículo: Julia Mendes, desde 2024 no Memorial Minas Gerais Vale. Graduada em Design de Produto pela UEMG e técnica em Arte Dramática pelo CEFART da Fundação Clóvis Salgado. Atua desde 2015 com arte-educação e direitos humanos, em espaços que atendem populações com direitos sociais desrespeitados. Atualmente, pesquisa linguagens artísticas, ateliê e suas potências como ferramentas sociais e de mediação cultural — pesquisa que se mistura às pesquisas que desenvolve nas suas produções cênicas. Nome: Liliane Augusta Moreira Currículo: Liliane Augusta Moreira Turismóloga pela UFVJM – campus Diamantina, mestra em Ambiente Construído e Patrimônio Sustentável pelo Programa de Pós-Graduação em Ambiente Construído e Patrimônio Sustentável/UFMG, especialista em Políticas Públicas pelo Departamento de Ciências Políticas/UFMG. É educadora no Memorial Minas Gerais Vale/Instituto Cultural Vale. Pesquisa o patrimônio, sua relação com o espaço urbano e a participação popular na conservação de bens culturais. Na educação museal, se interessa por investigações ligadas aos museus e à hospitalidade, amparando-se nos estudos contemporâneos relacionados ao turismo. Além disso, pesquisa temas relacionados à etnicidade, sendo inclusive curadora da exposição de arte negra e indígena Oriará: arte e educação em movimento, realizada pelo Setor Educativo do Memorial Minas Gerais Vale no primeiro semestre de 2025. Nome: Maicon Jefferson da Cruz Currículo: Maicon Jefferson da Cruz é educador no Memorial Minas Gerais Vale desde 2022. Graduado em Artes Visuais – Licenciatura pela Escola de Design/UEMG, atua na área da educação museal desde 2019. Sua trajetória inclui experiências como educador estagiário no JA.CA (Centro de Arte e Tecnologia), educador estagiário no Sapoti (CCBB-BH) e monitor de exposições no CâmeraSete (Fundação Clóvis Salgado). Seus estudos estão voltados para a investigação das culturas afro-brasileiras, com ênfase em práticas artísticas, conhecimentos ancestrais e modos de (rê)existência. Atualmente, integra o Grupo de Trabalho Públicos, no educativo do Memorial Minas Gerais Vale, onde pesquisa múltiplas acessibilidades em espaços museais e culturais. Essa investigação se desdobra na proposta de elaboração de uma cartilha de acessibilidade museal. Nome: Maryslãne Raissa de Freitas dos Santos Currículo: Maryslãne Raissa de Freitas dos Santos, Mell Santos, educadora desde 2019 no Memorial Minas Gerais Vale. Graduada em Artes Visuais, bacharel em Gravura pela Escola de Belas Artes da UFMG. Atua na área da arte e educação desde a graduação, em ateliês de serigrafia, com passagem pelo ateliê da Escola Livre de Arte NUFAC Arena da Cultura e por grupos de pesquisa em história das artes de Belo Horizonte. Esteve à frente do percurso Africanidades e Memória do Memorial Minas Gerais Vale e atuou como curadora da exposição Oriará: arte e educação em movimento, focada em arte negra e indígena. Seus estudos estão relacionados às relações étnico-raciais, com ênfase em práticas afrocentradas, filosofias africanas e ateliês de arte. Nome: Stephanie Nunes de Limas Currículo: Stephanie Nunes de Lima, educadora desde 2023 no Memorial Minas Gerais Vale. Licenciada em História pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e especialista em Arte-Educação pelo Centro Universitário SENAC. Atua desde 2018 na área da mediação cultural, pesquisa histórica e documental em acervos de guarda permanente e ensino de História em instituições de educação não formal, com passagem pelo Museu da Imagem e do Som (MIS-BH), Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais (TJMG) e projetos de exposições de arte itinerantes. Seus estudos estão ligados à relação entre educação museal e ensino de História, acessibilidade cultural e práticas educativas, com ênfase nas narrativas museais. Observação: Duas vagas para educadores se encontram em processo seletivo, os novatos têm previsão de início em Novembro de 2025. EQUIPE: COMUNICAÇÃO NOME: BRUNO HENRIQUE PINHEIRO DE AZEVEDO FUNÇÃO NO PROJETO: Analista de Comunicação CURRÍCULO: Possui especialização em MBA em Digital Business pela USP, especialização em MBA Comunicação e Marketing pela PUC-Minas, graduação em Publicidade e Propaganda pela PUC-Minas e Técnico em Rádio e Televisão pelo Centro Universitário Newton Paiva. Atuou em empresas públicas, culturais, de saúde e mineração. Possui vivência e experiência nas áreas de produção gráfica, fotografia, edição de vídeo, produção de conteúdo para mídias sociais, assessoria de comunicação, planejamento de mídia e de comunicação, redação jornalística e publicitária, concepção de eventos corporativos, culturais e ações de marketing. NOME: Fernando Henrique Araujo FUNÇÃO NO PROJETO: Assistente de Comunicação CURRÍCULO: Profissional Graduado em Comunicação Social – Relações Públicas pelo Centro Universitário UNA. Atuando como Assistente de Comunicação com foco em apoio estratégico e operacional nas áreas de comunicação interna e externa, produção de conteúdo e redes sociais. Com habilidades em relacionamento interpessoal, contribuindo para fortalecer a imagem institucional e garantir a fluidez das informações entre equipes e públicos-alvo.

Providência

Transferência de recursos entre conta captação e conta movimento no valor de R$2.009.770,17 em 01/04/2026.

2026-12-31
Locais de realização (1)
Belo Horizonte Minas Gerais