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Trata-se do Plano Anual de Atividades da Associação Grupo Cultural Jongo da Serrinha composto pelo(a): Manutenção da Sede Comunitária "Casa do Jongo da Serrinha", site e ações institucionais; Oficinas Artísticas e de Educação Patrimonial/Escola do Jongo - Jongo, Capoeira, Samba, Percussão Afro e Ritmos Populares, Percussão Jongo, Artes Plásticas, Cordas/Harmonia (violão /cavaquinho) e Danças (samba/afro/ritmos populares) - para crianças e adolescentes e Formação em Afroempreendedorismo na Economia Criativa - Produção Cultural e Marketing Digital e Audiovisual - para jovens e; Apresentações Musicais Artísticas.
SEDE COMUNITÁRIA / CASA DO JONGO DA SERRINHAA Casa do Jongo da Serrinha, com 2000m2, é um espaço de desenvolvimento comunitário, artístico, social e político, reunindo a Escola de Jongo, o escritório administrativo, o museu e a base de articulação para a rede de comunidades jongueiras do interior do Estado. Possui em sua estrutura: Estúdio para gravação musical; Ateliê de costura; Sala de Cinema; Cozinha industrial; Máquina de sublimação; Loja; Ampla sala de dança; Biblioteca e centro de memória. Em 2016, a Casa ganhou destaque na Bienal de Arquitetura de Veneza como um dos 15 projetos de maior impacto social do país e, hoje, é considerado um dos espaços mais importantes da cultura negra no país. O horário de funcionamento é das 09h às 20 horas. Classificação: livreOFICINAS ARTÍSTICAS E DE EDUCAÇÃO PATRIMONIAL/ESCOLA DE JONGO DA SERRINHAHá 23 anos, a Escola de Jongo atende crianças de ensino fundamental e médio com atividades gratuitas e complementares ao ensino formal ligadas às culturas de matriz africana, oferecendo, diariamente, aulas de jongo, capoeira, percussão, dança - samba, ritmos populares e afro - cordas /harmonia e artes plásticas. Trata-se de uma troca intergeracional, que mantém viva a cultura jongueira.As quatro escolas públicas da Serrinha são parceiras do projeto que há 10 anos também atua em parceria com a Universidade Federak do Rio de Janeiro (UFRJ), por meio do seu programa de extensão, recebendo, mensalmente, bolsistas para ministrarem algumas atividades. As aulas têm duração de 2 horas de duração, 1 vez por semana. Classificação: a partir de 4 anosFORMAÇÃO EM AFROEMPREENDEDORISMO NA ECONOMIA CRIATIVA - PRODUÇÃO CULTURAL & MARKETING DIGITAL e AUDIOVISUALAs oficinas formativas têm como objetivo promover a inserção de jovens das comunidades jongueiras no mercado da economia criativa. A metodologia adotada concilia capacidades estruturais da Casa do Jongo aos interesses dos jovens do território e a práticas de museologia social. As formações em produção cultural emarketing digital e audiovisual farão conexão entre novas tecnologias e a preservação da cultura do jongo, atraindo a juventude para um empreendedorismo que conjuga: tradição com as novas ferramentas do mercado, interesse pelo território cultural e geração de oportunidades de trabalho e renda. Classificação: a partir de 15 anosAPRESENTAÇÃO ARTÍSTICA - JONGO DA SERRINHA O espetáculo combina pontos do Jongo da Serrinha e Sambas Enredos da Império Serrano. Essa combinação permite uma intervenção que dialoga com o passado e o presente, de modo a reunir a riqueza da ancestralidade da música e dança, com alegria, interatividade, sintonia de coração a coração numa crescente e incessante participação do público, fazendo do palco verdadeiros “terreiros” de encantamento, fomentando o eterno legado de tradição e cultura do bairro de Madureira.Classificação: livre
Objetivo Principal: Realizar ações previstas no Plano Anual 2026 da Associação Grupo Cultural Jongo da Serrinha com cunho formativo, de preservação da memória, disseminador e valorizador da cultura afro-brasileira, buscando impactar, diretamente, crianças, adolescentes, jovens e adultos tanto da comunidade da Serrinha, em Madureira, no Rio de Janeiro, como de comunidades jongueiras do Estado do Rio de Janeiro. OBJETIVOS ESPECÍFICOSPLANO ANUALRealizar a manutenção da infraestrutura básica e administrativa da Sede Comunitária/Casa do Jongo da Serrinha e do site (www.jongodaserrinha.org), para que as pessoas tenham acesso às atividades e as produções realizadas, bem como a troca de experiências. A Casa do Jongo da Serrinha possui em sua estrutura: estúdio para gravação musical; ateliê de costura; sala de cinema; cozinha industrial; máquina de sublimação; loja; ampla sala de dança, biblioteca e centro de memória. Já o site, além das informações sobre a Casa e a Programação, possui o Acervo Tia Maria do Jongo (Museu virtual). No plano anual também estão previstas 5 (cinco) visitas à comunidades jongueiras e/ou quilombola no Estado do Rio de Janeiro (Angra dos Reis-Bracuhy/ Quissamã/ Miracema / Quilombo São José - Valença/ Vassouras) para troca de experiências e fortalecimento da comunidade jongueria. Como indicadores, a previsão é de 1000 visitas/mês na Casa e 1000/mês acessos ao site. Há o controle de visitantes e participantes de ações na casa, o acesso ao site por meio do Google Analytics e relatórios com a documentação das visitas. CURSO/OFICINAS/CAPACITAÇÃOOficinas Artísticas e de Educação Patrimonial/Escola de Jongo: realizar 8 (oito) modalidades de oficinas gratuitas como Jongo, Capoeira, Samba, Percussão Afro e Ritmos Populares, Percussão Jongo, Artes Plásticas, Cordas/Harmonia (violão / cavaquinho) e Danças (samba/afro/ritmos populares), da Escola do Jongo, durante 12 (doze) meses para até 20 (vinte) vagas em 2 (duas) turmas em cada modalidade, para alunos de 04 a 18 anos, beneficiando 320 estudantes. As oficinas acontecem 1 vez por semana e têm a duração de 2 horas, totalizando 8h/mês, e são realizadas no contraturno escolar, segundo a Lei 10.639 e o Programa Nacional de Escola Nego Bispo (Portaria MEC No 537). As matrículas são gratuitas e realizadas em parceria com as escolas públicas da Serrinha, sendo que as aulas podem acontecer na Casa do Jongo da Serrinha ou na escola parceira. Como indicadores de resultado serão consideradas as presenças e a participação dos(as) estudantes durante as aulas. Oficinas de Formação em Afroempreendedorismo na Economia Criativa- Produção Cultural e Marketing Digital e Audiovisual: realizar formação empreendedora para 40 jovens de 15 a 29 anos da região, com a duração de 4 horas por semana, totalizando 16 horas mensais. O curso tem como objetivo apresentar para os(as) jovens oportunidades profissionais na Cultura e Economia Criativa e desenvolver competências multidisciplinares para atuarem na Produção Cultural e Marketing Digital e Audiovisual. Os indicadores de resultado serão medidos por meio da frequência e participação nas aulas, bem como a entrega dos trabalhos e produções que serão realizadas durante o curso. APRESENTAÇÃO MUSICALRealizar, por meio do Grupo Cultural e Artístico, uma temporada com 8 (oito) apresentações em 1 (um) teatro no Rio de Janeiro com roteiro de jongos e sambas, permitindo um diálogo entre passado e presente e a valorização da ancestralidade por meio da música e da dança. Cada apresentação terá a duração de 1h30 horas e contará com a participação de até 50 integrantes do Grupo e convidados. Em cada apresentação, estima-se a presenla de 150 pessoas, totalizando 750 pessoas.Como resultados, serão consideradas a quantidade de ingressos distribuídos e o número de participantes dos eventos.
O Plano Anual de Atividades da Associação Grupo Cultural Jongo da Serrinha atende às finalidades previstas no art. 1º e pelos objetivos indicados no art. 3º da Lei nº 8.313, de 1991, conforme abaixo:Art. 1º III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; IX - priorizar o produto cultural originário do País.Quanto às finalidades do art. 3º, atende-se as que se encontram abaixo:I - Incentivo a formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; d) estímulo à participação de artistas locais e regionais em projetos desenvolvidos por instituições públicas de educação básica que visem ao desenvolvimento artístico e cultural dos alunos, bem como em projetos sociais promovidos por entidades sem fins lucrativos que visem à inclusão social de crianças e adolescentes; III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: a) construção, formação, organização, manutenção, ampliação e equipamento de museus, bibliotecas, arquivos e outras organizações culturais, bem como de suas coleções e acervos; d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais.O jongo, ritmo considerado o ritmo avô do samba carioca, é um patrimônio imaterial do sudeste registrado pelo IPHAN desde 2005 a pedido do Jongo da Serrinha e do Quilombo de São José. Criado na década de 60 pela família Monteiro, de Mestre Darcy do Jongo e Vovó Maria Joanna Rezadeira, no centenário Morro da Serrinha, o grupo se solidificou como uma das principais referências da cultura afro-brasileira no país. Preocupados com o processo de extinção das rodas de jongo ao longo do século 20, Mestre Darcy e Vovó Maria inovaram ao introduzir crianças nas rodas, incluir instrumentos de harmonia na música e ao criar um espetáculo a partir daquela dança de roda ancestral. Em 2000 o Jongo da Serrinha se expandiu e criou uma Organização da Sociedade Civil com a missão de combater o racismo estrutural brasileiro por meio de ações de arte, cultura, educação e cidadania de forma intergeracional e interseccional.A herança cultural de matriz africana é principal ferramenta da Organização para a construção de uma consciência crítica capaz de criar fundamentos e ferramentas para a construção de uma vida sustentável, ética, justa e autônoma, para enfrentar tais violências históricas.Por ter sua base comunitária há mais de 60 anos, a cultura e memória da Serrinha são usadas como ferramentas para enfrentar problemas socioeconômicos como a vulnerabilidade da juventude negra, violência contra mulher, déficits educacionais e desemprego. O legado do jongo é justamente ser uma tecnologia ancestral de resistência e invenção.Desta forma, o Plano Anual de Atividades Associação Grupo Cultural Jongo da Serrinha está totalmente alinhado às diretrizes da Lei nº 8.313, de 1991 e colabora para o desenvolvimento social do país, preservando a diversidade cultural.
Não se aplica
OFICINAS ARTÍSTICAS E DE EDUCAÇÃO PATRIMONIAL/ESCOLA DO JONGO A Escola de Jongo oferece diariamente aulas de jongo, capoeira, percussão, dança - samba, ritmos populares e afro - cordas /harmonia e artes plástocas. A continuidade deste trabalho de troca intergeracional (iniciada na Serrinha por Vovó Maria Joana) é o que torna possível a cultura jongueira se manter preservada.Alinhamento: Este plano de aula está totalmente alinhado à Lei nº 10.639/2003 e às diretrizes do Programa Nacional de Escola Nego Bispo (Portaria MEC Nº 537). Contribuir para a valorização dos saberes tradicionais afro-brasileiros, o fomento ao protagonismo dos detentores de patrimônio imaterial e o enfrentamento ao racismo estruturaDetalhamento das atividades:OFICINA DE JONGOEMENTAA oficina de Jongo vai contar a história do Jongo - tombado em 2005 pelo IPHAN como primeiro Patrimônio Imaterial do Sudeste, do canto, da dança, do ritmo com todos os seus elementos que deram origem ao samba e, além disso, reverenciar todas as comunidades jongueiras.O grupo composto por jongueiros, contará sua história, bem como a história de uma vida dedicada a esta tradição, com temas sobre a Serrinha, do Jongo ao Samba, a história de vida de grandes Mestres Jongueiros que, mesmo falecidos , deixaram um legado histórico, um conteúdo composto por jongos, sambas de terreiro e partidos-alto.A oficina reunirá imagens históricas para contar a influência do ritmo na música popular brasileira. Tido como “o pai do samba”, o jongo éuma herança cultural dos negros Bantus, trazidos para o trabalho forçado nas fazendas de cafédo Vale do Paraíba no início do século XVIII. Sua história se mistura com a da cidade, do surgimento das primeiras favelas e do samba.A atividade cultural do Grupo Cultural Jongo da Serrinha, vai conduzir o público a uma imersão de conhecimento e envolvimento com a culminância na apresentação da “Roda de Jongo”, momento sagrado na vida de um Jongueiro que terá integração com todo o público.OBJETIVOS:● Preservar o jongo como patrimônio imaterial; ● Apresentar aos participantes roteiro musical composto por jongos antigos e históricos, além de composições atuais; ● Promover o sentimento de pertencimento em relação à Cultura do Jongo, visando fortalecer o sentimento de identidade a Cultura Brasileira; ● Apresentar os ritos, a dança, os pontos (cânticos) e toques dos tambores do Jongo da Serrinha, assim como os toques de diferentes grupos que fazem parte da Rede de Memória do Jongo;● Apresentar os elementos presentes na Roda de Jongo e os passos básicos; ● Observar e conhecer as rimas, repetições e estrutura textual presentes no Jongo; ● Incentivar a participação na roda coletiva; ● Promover o conhecimento da forma prática e teórica e suas relações com a sociedade; ● Vivenciar e conhecer através de depoimentos dos jongueiros, suas histórias de vida e de seus antepassados e a influência e herança deixada pelos negros na nossa cultura.METODOLOGIAA proposta é de interação com o público através da vivência do jongo. Além de conhecerem o jongo, os alunos poderão participar no final entrando na roda com os jongueiros, sendo orientados por eles durante toda a oficina.RECURSOS DIDÁTICOSInstrumentos musicais; Vestimentas típicas; Composições ancestrais e contemporâneas de pontos de Jongo (material cedido pela proponente).Informações GeraisCarga horária total: 72 horas total de oficinas e eventos 27 horas de reunião pedagógicaFaixa etária: entre 4 e 18 anos Duração de cada aula: 2hAulas semanais: 1 aulaQuantidade de turmas: 2Quantidade de alunos: até 20 Forma de seleção: inscrição Forma de avaliação: presença e participação nas aulas. Certificação: Participação em 75% das aulas.OFICINA DE PERCUSSÃO/JONGOEMENTAAulas práticas e teóricas nas quais os aprendizes irão conhecer a percussão do jongo e, em geral, a afro-brasileira, seus ritmos, histórias e cânticos.OBJETIVOSA oficina tem como objetivo fortalecer os laços entre a comunidade e a cultura popular brasileira, para sua preservação e memória, além de introduzir uma forma tradicional de expressão cultural e musical através do aprendizado de técnicas de percussão.METODOLOGIAApresentar a tradição oral, que é um dos principais aspectos da cultura afro-brasileira. Apresentar os instrumentos musicais, sua história e o cuidado. Os alunos aprenderão como tocar os instrumentos de forma técnica para obter o som de maneira correta, mostrando as diversas possibilidades que o instrumento musical pode proporcionar. Para isso, serão realizados exercícios de coordenação motora e habilidades para compreender as notas do instrumento. A aprendizagem deve ser vivencial e baseada em atividades práticas, com o mínimo possível de palestras expositivas.RECURSOS DIDÁTICOSInstrumentos musicais; Composições musicais.Informações GeraisCarga horária total: 72 horas total de oficinas e eventos 27 horas de reunião pedagógicaFaixa etária: entre 4 e 18 anos Duração de cada aula: 2hAulas semanais: 1 aulaQuantidade de turmas: 2Quantidade de alunos: até 20 Forma de seleção: inscrição Forma de avaliação: presença e participação nas aulas. Certificação: Participação em 75% das aulas.OFICINAS DE PERCUSSÃO/SAMBA EMENTAA oficina trará grandes nomes do samba e sua diversidade de ritmo e instrumentos musicais, com o intuito de valorizar a tradição do samba e sua variedade, não somente como cultura, mas também como fonte de renda e economia.OBJETIVOSO ritmo de samba tem como objetivo fortalecer os laços que a comunidade tem com o samba. Serrinha é a comunidade onde nasceu uma das principais e mais importantes escolas de samba do Brasil, a Império Serrano.METODOLOGIAA proposta é de apresentação dos instrumentos musicais, estilos, e nomes de artistas que até hoje são referência de luta através de suas composições e interpretações musicais de samba.RECURSOS DIDÁTICOSInstrumentos musicais; Composições musicais; Artistas referências.Informações GeraisCarga horária total: 72 horas total de oficinas e eventos 27 horas de reunião pedagógicaFaixa etária: entre 4 e 18 anos Duração de cada aula: 2hAulas semanais: 1 aulaQuantidade de turmas: 2Quantidade de alunos: até 20 Forma de seleção: inscrição Forma de avaliação: presença e participação nas aulas. Certificação: Participação em 75% das aulas.OFICINAS DE DANÇA - SAMBA, RITMOS POPULARES E AFROEMENTAA oficina trará ritmos da dança brasileira e sua diversidade de estilos e movimentos, com o intuito de valorizar as tradições populares não só da Serrinha, mas do nordeste brasileiro em sua variedade, não somente como cultura, mas também como linguagem corporal, forma de resistência e fonte de identidade coletiva.OBJETIVOSAs danças brasileiras tem como objetivo fortalecer os laços que a comunidade tem com suas manifestações culturais como o samba, o funk, o passinho e o jongo mas também apresentando outras expressões populares. No encontro com ritmos como côco, samba de roda, frevo e maracatu, os participantes reconhecem na dança a preservação da memória, o fortalecimento das raízes e o estímulo à criação artística.METODOLOGIAA proposta é a vivência prática de diferentes estilos de dança brasileira, por meio de exercícios corporais, sequências coreográficas, rodas de conversa e estudo de artistas e grupos que até hoje são referência de luta, tradição e inovação cultural.RECURSOS DIDÁTICOSEspaço para prática corporal; Músicas tradicionais brasileiras; Vídeos e registros coreográficos; Artistas e grupos de dança como inspiração como Lia de Itamaracá, Mercedes Batista, Dona Selma do Côco e Valéria Monã.Informações GeraisCarga horária total: 72 horas total de oficinas e eventos 27 horas de reunião pedagógicaFaixa etária: entre 4 e 18 anosDuração de cada aula: 2hAulas semanais: 1 aulaQuantidade de turmas: 2Quantidade de alunos: até 20Forma de seleção: inscriçãoForma de avaliação: presença e participação nas aulas.Certificação: Participação em 75% das aulas.OFICINA DE CAPOEIRA EMENTAA oficina de capoeira tem como foco a transmissão da cultura afro, além da saúde e bem-estar e os ensinamentos de autocontrole, equilíbrio e irmandade típica da dança/luta.OBJETIVOS● Preservar a cultura popular brasileira; ● Promover o sentimento de pertencimento em relação à cultura, visando fortalecer o sentimento de identidade a Cultura Brasileira; ● Apresentar os ritos, a dança, toques dos tambores; ● Apresentar os elementos presentes na roda de capoeira; ● Apresentar os movimentos da dança/luta da capoeira, como forma de concentração, equilíbrio e atenção com a saúde, ● Incentivar a participação na roda coletiva;● Promover o conhecimento da forma prática e teórica e suas relações com a sociedade; ● Vivenciar e conhecer através de depoimentos dos mais velhos, suas histórias de vida e de seus antepassados e a influência e herança deixada pelos negros na nossa cultura.METODOLOGIAA proposta é de interação com o público através da capoeira, trabalhando o coletivo, a concentração e o bem estar do corpo e da mente.RECURSOS DIDÁTICOSInstrumentos musicais; Vestimentas típicas; Composições musicaisInformações GeraisCarga horária total: 72 horas total de oficinas e eventos 27 horas de reunião pedagógicaFaixa etária: entre 4 e 18 anos Duração de cada aula: 2hAulas semanais: 1 aulaQuantidade de turmas: 2Quantidade de alunos: até 20 Forma de seleção: inscrição Forma de avaliação: presença e participação nas aulas. Certificação: Participação em 75% das aulas.OFICINA DE ARTES PLÁSTICASEMENTAA oficina explora a riqueza da arte negra, promovendo o conhecimento e a valorização das expressões artísticas de comunidades negras do Brasil e do mundo. Serão abordados movimentos artísticos, estilos e influências culturais, além de artistas negros que transformaram o panorama da arte através da pintura, escultura, música, literatura, dança, fotografia e artes visuais. A proposta é construir uma ponte entre história, identidade e criação artística, com atividades teóricas e práticas que fomentem o senso crítico, a empatia e a criatividade dos participantes.OBJETIVOSReconhecer a contribuição de artistas negros para a história da arte; Desenvolver o senso crítico sobre as relações entre arte, história e identidade; Promover a criação de obras artísticas inspiradas em artistas negros; Estimular a diversidade e a inclusão nas práticas artísticas e culturais. METODOLOGIAO curso combina estratégias interativas e participativas, integrando teoria e prática em um ambiente acolhedor e dinâmico. 1. Aulas Expositivas e Dialogadas: ○ Apresentação de conteúdos históricos e culturais com uso de recursos multimídia (imagens, vídeos, música). ○ Discussões mediadas para estimular reflexão e troca de experiências. 2. Atividades Práticas: ○ Oficina de pintura: criação de retratos ou abstrações inspirados em artistas negros. ○ Oficina de colagem e grafite: exploração de temas como identidade e resistência. ○ Escrita criativa: produção de poemas ou narrativas inspiradas em histórias e experiências da diáspora negra. 3. Estudo de Caso: ○ Análise de obras de artistas como Arthur Bispo do Rosário, Jean-Michel Basquiat, Abdias do Nascimento, Kara Walker, e Rosana Paulino, Mary Sibande, Ibrahin MAhama, Grada Kilomba Conteúdos: 1. Introdução à Arte Negra: Conceitos e panorama histórico. 2. Arte Negra Brasileira: Movimento de Arte Negra, Modernismo, e artistas contemporâneos. 3. Arte Negra Internacional: Harlem Renaissance, arte africana tradicional e contemporânea, e expressões da diáspora como Afropunk, Afrofuturismo, Afrogalonismo 4. Técnicas Artísticas: Estudo de mídias como pintura, colagem, grafite, poesia e música. 5. Arte e Resistência: Como a arte negra reflete lutas sociais e políticas.RECURSOS DIDÁTICOSLápis HB, lápis de cor, borracha, tesoura, caneta hidrocor, papel A4 e A3, revistas, tecidos, cola, sucatas diversas.Informações GeraisCarga horária total: 72 horas total de oficinas e eventos 27 horas de reunião pedagógicaFaixa etária: entre 4 e 18 anos Duração de cada aula: 2hAulas semanais: 1 aulaQuantidade de turmas: 2Quantidade de alunos: até 20 Forma de seleção: inscrição Forma de avaliação: presença e participação nas aulas. Certificação: Participação em 75% das aulas.OFICINAS DE CORDAS E HARMONIA - VIOLÃO E CAVAQUINHO EMENTAIntrodução ao violão e cavaquinho (faixa etária de 4 a 18 anos),utilizando os ritmos de jongo e samba. O objetivo é valorizar a cultura afro-brasileira, a ancestralidade e o patrimônio imaterial da comunidade da Serrinha.OBJETIVOS• Ensinar técnicas básicas (acordes, ritmos) de violão e cavaquinho, focando no repertório de jongo e samba;• Promover o aprendizado oral e auditivo e a transmissão intergeracional de saberes com a participação de mestres, em consonância com o Programa Nacional de Escola Nego Bispo;• Fortalecer a identidade cultural, registrando o jongo e o samba como tecnologias de resistência e combate ao racismo;• Estimular o diálogo, a autoexpressão e a consciência crítica, alinhados aos princípios de Paulo Freire.METODOLOGIA Utilização da "roda de aprendizagem" , priorizando a oralidade e a vivência musical. Haverá interação com mestres e jongueiros da comunidade para troca de saberes e histórias. A abordagem é dialógica e participativa, evoluindo o desenvolvimento da consciência crítica e autoexpressão.Recursos Didáticos Violões, cavaquinhos, instrumentos de percussão (tambores de jongo, como Angoma, Candongueiro, Caxambu). A presença de mestres e jongueiros, convidados, integra a proposta.Informações Gerais:• Carga horária total: 72 horas (oficinas).• Faixa etária: 4 a 18 anos.• Duração e frequência: Aulas de 2 horas, 1 vez por semana.• Quantidade: 2 turmas, com até 20 alunos por turma.• Forma de seleção: Inscrição gratuita.• Forma de avaliação: Presença e participação ativa nas aulas.• Certificação: Participação em 75% das aulas.OFICINAS - FORMAÇÃO EM AFROEMPREENDEDORISMO NA ECONOMIA CRIATIVA - PRODUÇÃO CULTURA e MARKETING DIGITAL E AUDIOVISUALMetodologia: será centrada nas capacidades estruturais da Casa do Jongo conciliadas aos interesses dos jovens do território e a práticas de museologia social. Parte dos jovens participantes das oficinas serão contratados para prestarem serviços durante o próprio projeto, como a organização do acervo e das lojas. Formação em afroempreendedorismo: produção cultural e marketing digital. A oficina em afroempreendedorismo será um espaço dinâmico voltado para capacitar jovens da Serrinha, de maioria negra, em produção cultural e criação e venda de produtos relacionados à cultura jongueira. Seguirão os módulos: criação de produto; elaboração de projetos; prospecção e captação de recursos; produção, venda e e-marketing. Os alunos serão orientados desde a elaboração conceitual de um produto ou projeto até a sua fruição. Serão realizadas oficinas práticas de projetos e de técnicas de aplicação de estêncil, impressão sublimação, desenvolvimento de produtos (canecas, camisas, embalagens, quadros, postais, etc.), embalagens customizadas, modelagem e costura de roupas. Todos os produtos desenvolvidos serão comercializados na loja virtual do site do projeto e na loja física da Casa do Jongo da Serrinha com renda direta voltada para os jovens. Por meio do levantamento das vocações, capacidades e especificidades das comunidades jongueiras, os alunos desenvolverão produtos que serão comercializados nas lojas física e virtual. Com a estruturação da loja física oferecendo maior diversidade de produtos elaborados na oficina e com a criação da loja e-commerce, alcançaremos um público amplo, gerando renda para subsidiar o projeto de forma sustentável. Informações geraisFaixa etária: 15 a 29 anosDuração: 4h semanaisCarga horária/mês: 16 horasQuantidade de alunos por turma: 20 alunos Formas de seleção: inscriçãoForma de avaliação: presença, entrega de trabalhos e participação nas aulasFormação em AudiovisualCurso de preparação básica para instrumentalizar os participantes a registrarem a memória da rede jongueira e desenvolverem narrativas em audiovisual. Através do processo criativo de uma obra, cada participante será estimulado a trazer seu olhar e estética próprios, assumindo autoria de sua visão sobre o meio em que vive, comunidade e identidade. Serão estimulados a captar registros para memória e atuarem em seu território na produção de registros audiovisuais. Informações GeraisFaixa etária: 15 a 29 anosDuração: 4h semanaisCarga horária/mês: 16 horasQuantidade de alunos por turma: 20 alunos Formas de seleção: inscriçãoForma de avaliação: presença, entrega de trabalhos e participação nas aulas
A acessibilidade está prevista da seguinte forma:Acessibilidade atitudinal: as pessoas serão acolhidas em todas as atividades previstas no Plano Anual independente de sua raça, cor, gênero, orientação sexual, classe social e deficiência. Os conteúdos e temas das ações formativas valorizam a inclusão e a diversidade como prioridades, uma vez que as questões abordadas pelo Jongo da Serrinha - há 62 anos- estão ligadas ao combate à desigualdade social brasileira que vem gerando diversas violências: social, simbólica, econômica, física e psicológica. É nessa perspectiva que o legado do jongo é valorizado, por ser uma tecnologia ancestral de resistência e invenção.PLANO ANUALArquitetônica: A sede da Associação Grupo Cultural Jongo da Serrinha está localizada na Rua Silas de Oliveira, 101 – Madureira, Rio de Janeiro – RJ, e possui rampas, portas e banheiros adaptados segundo a legislação. Será desenvolvida uma maquete tátil da casa. Comunicacional e de Conteúdo: Casa- Pessoas com deficiência auditiva: Tradução em libras, em visitas guiadas, quando participantes com deficiência auditiva. - Pessoas com deficiência visual: Será desenvolvida uma maquete tátil da casa. Site do Jongo da Serrinha (www.jongodaserrinha.org): consolida informações sobre as ações e produtos resultantes dos projetos e atividades realizadas pela organização e, também, o Acervo Tia Maria do Jongo. Conta com os seguintes itens de acessibilidade:- Pessoa com deficiência visual: ALT TEXT: descrição dos elementos visuais de uma imagem. Esse mecanismo executa um programa de leitura de tela que faz a leitura em voz alta de um texto alternativo, descrevendo a imagem para a pessoa com deficiência visual.- Pessoa com deficiência auditiva: audiodescrição e/ou tradução em libras para grupos de arquivos, conforme a composição do material que faz parte do acervo digital.Comunicação e Divulgação: disponibilização dos materiais de divulgação em formatos acessíveis e com linguagem simples. CURSO/OFICINAS/CAPACITAÇÃO Arquitetônica: será realizado na sede da Associação que possui rampas, portas e banheiros adaptados, de acordo com a legislação vigente. Comunicacional e de Conteúdo: - Pessoas com deficiência auditiva: as palestras e oficinas contarão com tradução e interpretação em libras, caso estudante com deficiência auditiva. - Pessoas com deficiência visual: no caso das oficinas, serão disponibilizados arte-educadores capacitados para receber e orientar o público com deficiência.A equipe está preparada para acolher estudantes com espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos, assim como pessoas que desconhecem as linguagens. Os arte-educadores serão orientados a utilizarem falas com vocabulário simples e de falas pausadas, buscando facilitar o entendimento de todos os públicos.Comunicação e Divulgação acessíveis: disponibilização dos materiais de divulgação em formatos acessíveis e com linguagem simples. APRESENTAÇÃO ARTÍSTICAArquitetônica: será realizado em um local acessível, tendo em vista que tanto os equipamentos e espaços culturais devem cumprir as medidas de acessibilidade de acordo com a legislação vigente.Comunicacional e de conteúdo: - Pessoas com deficiência visual: audiodescrição.- Pessoas com deficiência auditiva: tradutor de librasComunicação e Divulgação acessíveis: disponibilização dos materiais de divulgação em formatos acessíveis e com linguagem simples.
As atividades previstas no Plano Anual são gratuitas e abertas ao público em geral e amplamente divulgadas por meio do site Jongo da Serrinha e imprensa. A organização é aberta ao público e recebe estudantes das creches, escolas públicas, universidades e turistas - nacionais e internacionais - para visitas guiadas na Casa e, também, atividades gratuitas. Além disso, o site conta com o Acervo da Tia Maria do Jongo/Museu Virtual, constantemente difundidos por meio de ações de comunicação.
ASSOCIAÇÃO GRUPO CULTURAL JONGO DA SERRINHA – COORDENAÇÃO GERAL (Proponeten)O jongo, ritmo considerado o ritmo avô do samba carioca é um patrimônio imaterial do sudeste registrado pelo IPHAN desde 2005 a pedido do Jongo da Serrinha e do Quilombo de São José. Criado na década de 60 pela família Monteiro, de Mestre Darcy do Jongo e Vovó Maria Joanna Rezadeira, no centenário Morro da Serrinha, o grupo se solidificou como uma das principais referências da cultura afro-brasileira no país. Preocupados com o processo de extinção das rodas de jongo ao longo do século 20, Mestre Darcy e Vovó Maria inovaram ao introduzir crianças nas rodas, incluir instrumentos de harmonia na música e ao criar um espetáculo a partir daquela dança de roda ancestral. Em 2000 o Jongo da Serrinha se expandiu e criou uma Organização da Sociedade Civil com a missão de combater o racismo estrutural brasileiro por meio de ações de arte, cultura, educação e cidadania de forma intergeracional e interseccional.Por ter sua base comunitária há mais de 60 anos, a cultura e memória da Serrinha são usadas como ferramentas para enfrentar problemas socioeconômicos como a vulnerabilidade da juventude negra, violência contra mulher, déficits educacionais e desemprego. O legado do jongo é justamente ser uma tecnologia ancestral de resistência e invenção.Como reconhecimento do seu trabalho, o Jongo da Serrinha foi contemplado com diversos prêmios, entre eles:2019- Prêmio SIM de Igualdade Racial BR (Instituto de Igualdades do Brasil)2015- Prêmio Afro- Fluminense de Cultura (Governo do Estado RJ)2010 - Prêmio Asas (Ministério da Cultura)2005 e 2007 - Prêmio Itaú Unicef2004 - Prêmio Golfinho de Ouro/Secretaria de Cultura do Estado do Rio de Janeiro2004 - Prêmio Somos Patrimônio / Convênio Andrés Bello (Colômbia) 2003 - Medalha de Honra ao Mérito Cultural / Presidência da República do Brasil2002 - Prêmio Petrobras Rival "Resistência Cultural" pelo CD-livro “Jongo da Serrinha”/ Petrobras2002 - Prêmio Orilaxé de tradição afro-brasileira / AfroreggaeDYONNE BOY - DIRETORA GERALComeçou sua carreira profissional como artista em 1987. Fundou em 1989 o grupo de teatro Troglô em que atuou por cinco anos com direção de João Brandão e integrantes como Pedro Brício e Danielle Barros em parceria com Deborah Colker, Gringo Cardia e Intrépida Trupe. Foi aluna da Escola Nacional de Circo por dois anos, de 1991 a 1993.Como atriz trabalhou também com Moacyr Góes e Cristiane Jatahy. Estudou inglês na University of Pennsylvania, na Filadélfia, EUA, durante um ano. Cursou a faculdade de comunicação social na PUC-Rio tendo se especializado em jornalismo. Paralelo ao seu ofício de jornalista, em 2000, fundou a ONG Grupo Cultural Jongo da Serrinha, onde exerce a função de Coordenadora Executiva. De 2003 a 2005, foi Coordenadora na ONG Spectaculu, dirigida por Gringo Cárdia. Em 2006, concluiu o Mestrado em Projetos Sociais e Bens Culturais na Fundação Getúlio Vargas (FGV) Formada em Dança Contemporânea pela Escola Angel Vianna em 2008 étambém artista plástica tendo ganhado em 2008 o Prêmio Retalhar da ONG Coopa Roca/ Renner e integra desde 2009 a Cia de dança contemporânea dirigida por Gustavo Ciríaco.LAZIR SYNVAL - DIRETORA ARTÍSTICASambista de berço, descende da Alta Magestade fundadora do G.R.E.S. Império Serrano. É sobrinha de Jacira,( a primeira porta-bandeira da Escola.), sobrinha-neta de Tia Eulália (considerada a Mãe do Império Serrano), de Tia Maria do Jongo e de Sebastião de Oliveira, o Tio Molequinho, fundador e compositor da Escola da Serrinha. No exterior fez sucesso com o espetáculo Brasil Brasileiro, de Cláudio Segóvia. Esteve em Paris, Lyon, Madri, Barcelona, Londres, Toulouse, ao lado dos melhores cantores, músicos e bailarinos do país.● Atual integrante do Grupo Cultural Jongo da Serrinha● Atual Integrante do Grupo Razões Africanas● Atual integrante do Grupo “ Meninas da Serrinha”● Musical “ O Último Dia” de Marcelo Fager Lande – CCBB● Musical “ Geraldo Pereira” de Ricardo Hofstetter – Teatro Miguel Falabella ● Espetáculo “Brasil Brasileiro” de Cláudio Segóvia – viajou para França, Espanha, Inglaterra e Bahrain.● Ex-integrante do Grupo de Artes ILÊ OFÈ DE CHARLES NELSON● Ex- integrante do Grupo Magia da Bailarina Márcia Barros● Ex- Coreógrafa do Grupo de Teatro Infantil “ Cambalhota” de Jorge Rui● Vocalista em 82 da Cantora Beth Carvalho (Disco Suor no Rosto e etc..)VALÉRIA MARCHON - COORDENADORA ADMINISTRATIVA E FINANCEIRATrabalha como gestora administrativa e de operações para o Grupo Cultural Jongo da Serrinha desde 2003.Entre 2001 e 2003 foi prestadora de serviço administrativo e gestão cultural para o Grupo Cultural Nós do Morro (ONG).LERRÂNIA DE OLIVEIRA LIMA - PRODUTORA EXECUTIVAProdutora cultural, atua em projetos de diferentes diretrizes e diversidade cultural. Com experiência na realização e coordenação de projetos artísticos, culturais e sociais. Atuando na elaboração, formatação, mobilização, comunicação, execução, prestação de contas, produção de conteúdos e relatórios. Responsável pela organização, planejamento, comunicação, logística, agenda, etc. dos eventos que atuou. Experiência em articulação, com capacidade de liderança, para a promoção e realização de eventos como encontros, feiras, reuniões, seminários, etc.Trabalhou como produtora na área da elaboração, articulação, execução financeira e administrativa, em projetos e eventos firmados entre MinC – Ministério da Cultura, SNJ – Secretaria Nacional da Juventude, UFRJ – Universidade Federal do Rio de Janeiro, Secretaria de Cultura Municipal e Estadual de São Paulo, Secretaria de Cultura Municipal do Rio de Janeiro, Emendas Parlamentares, entre outros.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.