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O projeto Dançar para Amar oferece formação gratuita em danças brasileiras para crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social nos municípios do Rio de Janeiro e Duque de Caxias. As aulas abordarão estilos como samba, frevo, maracatu, forró, passinho, ballet contemporâneo, hip hop e outras manifestações culturais. O curso visa desenvolver habilidades técnicas, fortalecer a autoestima, estimular a valorização da cultura nacional e promover apresentações em eventos culturais. Ao final, os jovens formarão um grupo artístico que se apresentará em escolas, praças públicas e centros culturais da região.
Oficinas de DançaResumo:Oficinas formativas de dança brasileira serão realizadas semanalmente durante 9 meses com 120 crianças e adolescentes. Os conteúdos abrangem técnica, criação coletiva, expressão corporal, valorização identitária e desenvolvimento socioemocional. As oficinas ocorrerão em dois polos (Duque de Caxias e Grajaú), com acessibilidade pedagógica e arquitetônica garantida.Classificação indicativa etária:Público-alvo direto: crianças e adolescentes de 8 a 17 anos.Participação indireta: livre.Espetáculo de DançaSeminários ou Rodas de Conversa (Socioeducativas)Resumo:Serão promovidas rodas de conversa durante o processo formativo com temas relacionados a cultura, território, autoestima, convivência, cidadania e diversidade. Essas atividades terão caráter formativo e serão conduzidas por profissionais da equipe técnica (assistente social, pedagoga/o, oficineiros).Classificação indicativa etária: Indicado para maiores de 8 anos.Performance Cênica/Dança - Grupo Artístico JovemResumo: Ao longo do projeto será formado um grupo artístico com os jovens participantes, que irá realizar intervenções culturais e performances nos territórios atendidos. Essas ações reforçarão o protagonismo juvenil, a valorização da cultura local e a ocupação simbólica dos espaços públicos por meio da arte.Classificação indicativa etária: Livre.Espetáculo de DançaResumo: As apresentações finais do projeto serão espetáculos de dança baseados em coreografias criadas coletivamente pelos alunos. As performances abordarão temas como identidade cultural, pertencimento, diversidade e cotidiano da juventude periférica, utilizando ritmos brasileiros como samba, frevo, forró, maracatu, funk e hip hop. Serão realizadas três apresentações públicas gratuitas em praças, escolas e centros culturais, com acessibilidade garantida (intérprete de Libras e audiodescrição nos registros audiovisuais).Classificação indicativa etária: Livre para todos os públicos.Documentação AudiovisualResumo: O projeto prevê a produção de um vídeo institucional e de três vídeos das apresentações finais. O conteúdo será disponibilizado gratuitamente em plataformas digitais, com recursos de acessibilidade como audiodescrição e legendas. O material servirá para registro, difusão cultural e promoção do acesso ao trabalho desenvolvido.Classificação indicativa etária: Livre.
3.OBJETIVOS3.1. Objetivo Geral: Promover formação em danças brasileiras para crianças e adolescentes, contribuindo para sua inclusão social, valorização cultural e desenvolvimento pessoal. 3.2. Objetivos Específicos:- Realizar um curso gratuito de danças brasileiras para 120 crianças e adolescentes, com duração de 9 meses, atendendo crianças e jovens das casas São Mathias - Duque de Caixas, Rio de Janeiro e Casa Dom Hélder Câmara - Grajaú, Rio de Janeiro- Trabalhar ritmos como samba, frevo, forró, maracatu, funk, ballet contemporâneo e hip hop.- Desenvolver coordenação motora, postura, ritmo e expressão corporal dos participantes.- Formar um grupo artístico para apresentações culturais abertas ao público.- Estimular o trabalho em equipe e a convivência comunitária.- Exibir as apresentações em espaços públicos e escolas da região, alcançando cerca de 300 pessoas diretamente.- Garantir ações de contrapartida com oficinas e demonstrações em instituições públicas de ensino.
O projeto Dançar para Amar surge da necessidade de ampliar o acesso de crianças e adolescentes das periferias do Rio de Janeiro e Duque de Caxias às artes e à cultura. A dança é uma linguagem universal de empoderamento e identidade, com grande potencial formativo. Os jovens atendidos pela Associação AMAR enfrentam múltiplas vulnerabilidades sociais. Oferecer uma formação em danças brasileiras resgata saberes populares, reforça o pertencimento e fortalece trajetórias de cidadania ativa.Além de contribuir para o desenvolvimento físico e emocional, o projeto promove a integração cultural e a prevenção da violência por meio da arte. A valorização das expressões culturais nacionais se soma à urgência de políticas de inclusão e formação para a juventude negra e periférica, reafirmando o papel da cultura como direito fundamental.O projeto "Dançar para Amar" atende ao Artigo 1º da Lei nº 8.313/91, pois contribui diretamente para facilitar o acesso à cultura para crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social dos municípios do Rio de Janeiro e Duque de Caxias. Através da gratuidade das aulas de danças brasileiras, o projeto garante o livre acesso às fontes da cultura nacional, valorizando a diversidade e a pluralidade cultural do país.Art. 1ºI _ Facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; essa meta será atingida através da gratuidade das oficinas de dança, promovendo acesso a expressões culturais historicamente marginalizadas e fortalecendo o direito à cultura para a juventude periférica.II _ Promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;essa meta será atendida por meio da formação técnica e vivencial em ritmos como maracatu, forró, frevo, samba, passinho e outras manifestações brasileiras, ministradas por profissionais atuantes na região.III _ Apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; essa meta será alcançada com a realização de apresentações públicas gratuitas, levando ao público coreografias baseadas nas danças tradicionais brasileiras e nos temas culturais propostos pelos próprios jovens.VIII _ Estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; essa meta será contemplada com a documentação audiovisual das apresentações finais e com a produção de vídeos com audiodescrição, a serem disponibilizados gratuitamente em plataformas digitais.Art. 3ºI incentivo à formação artística e cultural, mediante c) _ Instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação e aperfeiçoamento na área da cultura; essa meta será atingida com a oferta do curso gratuito de formação em danças brasileiras, voltado ao desenvolvimento artístico e pessoal de 120 crianças e adolescentes.II fomento à produção cultural e artística, mediante:e) Realização de espetáculos e eventos culturais; essa meta será atendida com a realização de três apresentações públicas, abertas à comunidade, em praças, escolas e centros culturais locais.IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) Distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais;essa meta será alcançada com a gratuidade integral das apresentações e atividades formativas, garantindo que toda a comunidade tenha acesso irrestrito ao conteúdo artístico produzido.
Metodologia 1. Abordagem EducativaA metodologia do projeto baseia-se nos princípios da educação popular, da arte-educação e da pedagogia da presença. Considera a dança como um instrumento de expressão pessoal, pertencimento cultural, convivência comunitária e transformação social. O processo formativo será vivencial, colaborativo, contínuo e contextualizado, respeitando os saberes prévios e a realidade dos participantes.Turma: Crianças e adolescentes de 8 a 17 anosDuração da aula: 1h30Frequência: 2 vezes por semanaEstilo da aula: Vivencial, expressiva, formativa2. Eixos Metodológicosa) Formação Técnica e Expressiva-Introdução aos fundamentos da dança: ritmo, postura, coordenação motora, respiração, espacialidade.-Técnicas corporais adaptadas às danças brasileiras: samba, frevo, maracatu, forró, funk, passinho, entre outras.-Atividades de improvisação, criação coletiva e expressão corporal.-Construção de coreografias de forma participativa.b) Valorização Cultural e Identitária-Estudo e vivência das manifestações culturais brasileiras como patrimônio vivo.-Dinâmicas de reconhecimento e valorização da identidade negra, indígena e periférica.-Rodas de conversa sobre cultura, território, diversidade e autoestima.c) Desenvolvimento Socioemocional-Atividades para fortalecimento da autoconfiança, cooperação, empatia e comunicação.-Dinâmicas de grupo e jogos cooperativos com foco na convivência e respeito às diferenças.-Encontros de escuta ativa com equipe técnica (assistente social, pedagogo/a).d) Participação e Protagonismo-Estímulo à participação ativa dos alunos nas decisões coreográficas, organização das apresentações e atividades do grupo artístico.-Oficinas criativas onde os jovens possam propor temas, movimentos e intervenções culturais.-Avaliação formativa com protagonismo juvenil: os participantes avaliam o processo, dão feedbacks e sugerem melhorias.
1. Oficinas de Dança Brasileira (Curso Principal)Paginação:2 polos de atendimento.9 meses de duração (fev a out).120 beneficiários (crianças e adolescentes de 8 a 17 anos).Duração: 2 aulas por semana por turma (carga horária média: 72h por aluno).Material:Colchonetes, tecidos, figurinos, caixa de som, espelhos, materiais audiovisuais.Recursos pedagógicos inclusivos: estímulos visuais, táteis e sonoros.Projeto pedagógico:Baseado em quatro eixos: técnica/expressão, identidade, desenvolvimento socioemocional e protagonismo.Estilos abordados: samba, frevo, forró, maracatu, funk, hip hop e ballet contemporâneo.Metodologia vivencial e participativa com criação de repertório próprio.2. Rodas de Conversa e Seminários TemáticosPaginação:Atividades mensais.Realização em sala de aula ou auditório dos polos.Abertos também a familiares e membros da comunidade.Duração: 60 a 90 minutos cada.Material:Círculo de cadeiras, flipcharts, papel kraft, canetas, vídeos de apoio.Projeto pedagógico:Eixo “Valorização Cultural e Identitária” e “Desenvolvimento Socioemocional”.Temas: autoestima, cultura negra, identidade periférica, diversidade e convivência.Encontros mediados por pedagogo/a, assistente social e oficineiros.3. Espetáculo de Dança - Apresentações FinaisPaginação:Três apresentações públicas.Locais: uma escola pública, uma praça comunitária e um centro cultural local.Cada apresentação será realizada em um espaço diferente nos municípios do Rio de Janeiro e Duque de Caxias.Duração:60 minutos por apresentação.Material:Figurinos personalizados para 120 alunos.Equipamentos de som e iluminação.Estrutura de palco, transporte e alimentação para os participantes.Comunicação visual com banners e painéis.Projeto pedagógico:Resultado do processo formativo de 9 meses.Coreografias criadas coletivamente com os alunos.Os temas abordam identidade, cultura brasileira, pertencimento e cotidiano periférico.Integra os eixos “Formação Técnica e Expressiva” e “Participação e Protagonismo”. 4. Vídeos das Apresentações Paginação:1 vídeos das apresentações finais (cerca de 10 a 15 minutos cada).Publicação em canais da AMAR no YouTube e redes sociais.Duração:Total estimado: 45 a 60 minutos de conteúdo audiovisual.Material:Filmagem com câmeras HD, microfones, iluminação básica.Edição profissional com legendas, audiodescrição e trilha sonora.Projeto pedagógico:Registro do processo e dos resultados artísticos.Difusão digital como instrumento de acesso à cultura.Incentivo à autoavaliação e valorização do percurso formativo.5. Performance Cênica com Grupo Artístico JovemPaginação:Intervenções culturais espontâneas realizadas por grupo selecionado entre os alunos.Locais diversos: pátios escolares, praças e eventos da comunidade.Duração: Até 20 minutos por performance.Material:Figurinos, instrumentos de percussão e adereços cênicos.Equipamento portátil de som.Projeto pedagógico:Formação continuada dos participantes mais engajados.Criação livre orientada por oficineiros, com temáticas sociais e culturais relevantes.Estimula o protagonismo, a comunicação e a improvisação artística.
O projeto foi concebido com base no princípio da inclusão plena, garantindo que todas as pessoas, independentemente de suas condições físicas, sensoriais ou cognitivas, possam participar e usufruir das atividades propostas. A acessibilidade não é tratada como um complemento, mas como um eixo estruturante das ações, tanto no âmbito pedagógico quanto na difusão cultural.Todos os espaços utilizados durante o projeto – para aulas, ensaios e apresentações – serão acessíveis, contando com rampas de acesso, banheiros adaptados e circulação adequada para pessoas com mobilidade reduzida ou que utilizem cadeiras de rodas. A escolha dos locais levará em consideração a infraestrutura existente, priorizando ambientes que já atendam aos padrões de acessibilidade arquitetônica.Durante a apresentação pública, a presença de intérprete de Libras será garantida, assegurando o acesso à comunicação para pessoas surdas. Essa presença será anunciada previamente nas peças de divulgação, para que o público saiba que o evento é acessível. Além disso, os vídeos finais das apresentações incluirão recursos de audiodescrição, permitindo que pessoas com deficiência visual possam compreender não apenas o conteúdo falado, mas também os aspectos visuais e expressivos das cenas.No âmbito pedagógico, os oficineiros envolvidos no projeto receberão capacitação específica para adaptar exercícios e dinâmicas às necessidades de crianças e adolescentes com deficiência física, auditiva, visual ou intelectual. Serão utilizadas metodologias inclusivas e flexíveis, que respeitam o ritmo e as particularidades de cada participante. Também serão adotados recursos multissensoriais nas aulas, com o uso de estímulos visuais, sonoros e táteis, promovendo uma aprendizagem mais acessível e eficaz.O projeto ainda prevê o acompanhamento de educadores ou monitores de apoio, quando necessário, para garantir a participação efetiva de alunos com deficiência. Em caso de necessidade, será possível desenvolver planos pedagógicos individualizados para atender de forma mais precisa determinados perfis de estudantes.Com esse conjunto de ações, o projeto se alinha às diretrizes da Lei Brasileira de Inclusão (Lei 13.146/2015), assegurando o direito à participação cultural e ao desenvolvimento artístico de pessoas com deficiência, e reforçando seu compromisso com uma cultura verdadeiramente democrática, plural e acessível
A proposta do projeto está profundamente comprometida com a democratização do acesso à cultura, adotando estratégias concretas para garantir que crianças, adolescentes e a comunidade em geral, especialmente aqueles em situação de vulnerabilidade social, tenham oportunidades reais de participação.O curso será totalmente gratuito, sem cobrança de mensalidades, taxas de inscrição ou quaisquer custos para os participantes, assegurando que barreiras econômicas não impeçam o acesso às atividades formativas. A seleção dos alunos será feita com atenção especial às populações periféricas, buscando atender prioritariamente jovens de escolas públicas e moradores de comunidades com baixo índice de oferta cultural.Para ampliar o alcance do projeto, a divulgação será feita por meio de redes comunitárias, associações de moradores, equipamentos públicos de assistência social e instituições de ensino da rede pública, garantindo que a informação chegue diretamente às famílias do território. Serão utilizadas também mídias sociais, rádios comunitárias e panfletagens locais, com linguagem acessível e alinhada à realidade da população-alvo. As apresentações finais, resultado do processo formativo, serão abertas ao público e realizadas em espaços populares, como praças, centros culturais comunitários ou escolas, fortalecendo o vínculo entre os participantes e seus territórios. A escolha desses locais visa aproximar a arte da comunidade, promovendo encontros e vivências culturais inclusivas.Por fim, todas as apresentações serão registradas em vídeo e disponibilizadas digitalmente, tanto para valorização do trabalho dos alunos quanto para alcançar públicos que não puderem estar presentes fisicamente. Essa estratégia amplia o alcance do projeto, permite sua circulação em redes sociais e plataformas digitais e contribui para a multiplicação do impacto cultural e educativo da iniciativa.
A AssociaçãoBeneficente Amar, na condição de representante legal da instituição proponente, terá participação ativa no acompanhamento e execução do projeto Dançar para Amar. Sua atuação não será remunerada pelo orçamento do projeto, configurando-se como trabalho voluntário, reforçando o compromisso institucional com a causa.As funções a serem desempenhadas incluem:-Coordenação: supervisão de todas as etapas do projeto, garantindo que os objetivos pedagógicos, culturais e sociais sejam cumpridos conforme o plano aprovado pelo Ministério da Cultura.-Gestão Administrativa: organização documental, controle de prazos e acompanhamento das exigências do SALIC, incluindo prestação de contas e relatórios.-Articulação Institucional: contato com parceiros, espaços culturais, escolas e órgãos públicos para viabilizar a execução das atividades e apresentações.-Captação de Recursos: prospecção e diálogo com possíveis patrocinadores e apoiadores, apresentando o projeto e alinhando as contrapartidas.-Acompanhamento Pedagógico: monitoramento do trabalho dos oficineiros, garantindo a qualidade e a coerência com a proposta metodológica da AMAR.-Representação Oficial: presença em eventos, reuniões e apresentações, representando o projeto perante a comunidade e parceiros.Paralelamente, a Associação AMAR, como instituição proponente, colocará à disposição sua estrutura física, rede de contatos e equipe técnica para apoiar integralmente o desenvolvimento do projeto.FICHA TÉCNICA1. Coordenação GeralVinícius de Souza Rodrigues, 35 anos, é graduado em Produção Cultural pelo IFRJ (2014) e técnico em Administração pelo SENAC (2013), com formações complementares em produção, gestão e prestação de contas de projetos culturais, produção de eventos, audiovisual e operação de áudio. Possui conhecimentos avançados em informática, edição intermediária de imagens e vídeos, e inglês intermediário.Atua há mais de 10 anos no setor cultural e de eventos, com experiência em produção executiva, elaboração de projetos, direção de eventos artísticos, culturais e socioesportivos, e realização de oficinas. É CEO da VSR Produções desde 2018, tendo atuado anteriormente em empresas como Ingresso Rápido, REBL Eventos, JW8 Produtora, Secretaria de Cultura de Nilópolis e TV Globo (como jovem aprendiz).Dentre suas competências destacam-se: facilidade de adaptação, proatividade, comunicação, flexibilidade, dinamismo, resolução de problemas e foco em resultados. Possui portfólio online disponível para consulta.2. Oficineiros de DançaTaiane Capella, professora e coreógrafa com mais de 15 anos de experiência em dança, atuando na formação de crianças, adolescentes e jovens. Licenciada em Dança, construiu carreira em instituições renomadas como a Escola de Dança Petite Danse, onde exerceu funções de professora e coordenadora pedagógica, responsável pelo planejamento de aulas, criação de coreografias, preparação de grupos para festivais, espetáculos e concursos, além do acompanhamento do desenvolvimento artístico dos alunos. Com sólida trajetória como educadora, alia conhecimentos pedagógicos à vivência prática, fortalecendo a formação cultural e artística dos alunos e contribuindo para o desenvolvimento de competências socioemocionais por meio da dança.Bruna Dias, 21 anos, é bailarina e professora de balé clássico, entre outros, formada pela Escola Estadual de Dança Maria Olenewa (Theatro Municipal do RJ), onde estudou entre 2015 e 2024. Tem experiência como integrante da Companhia de Dança Bemo, participando de grandes remontagens de balé clássico no Theatro Municipal (2021–2024). Possui habilidade em danças brasileiras como samba, frevo, maracatu, forró, passinho e funk 3. Assistente de ProjetosCremilce Ramalho de Anunciação, conhecida artisticamente como Milse Ramalho, é atriz, pedagoga e pós-graduada em Arteterapia na Saúde e Educação, com especialização em Teatroterapia pela Ateneo – Faculdade Italiana de Ciências Psico-Sócio-Educativas. Possui ampla experiência como professora de Artes Cênicas em escolas públicas, privadas, ONGs e projetos sociais, além de atuação como idealizadora e coordenadora de iniciativas culturais, pedagógicas e terapêuticas. É fundadora da Arteducadora – Agência de Teatro, Arte Pedagógica e Terapêutica, do Projeto MotivAção (presencial e online) e do Espaço CAASA, atuando com teatro, arteterapia e ações de inclusão social, especialmente com PcD e comunidades em situação de vulnerabilidade. Desenvolveu projetos como Empoderada Tá na Moda, voltado ao fortalecimento de mulheres, e foi produtora do I e II Fórum de Inclusão Socioprodutiva e Emprego Verde. Também atua como apresentadora de festivais musicais e instrutora de teatro pedagógico e terapêutico.Sua formação inclui cursos de extensão em Teatro do Oprimido, Arte na Educação, Dança, Psicopedagogia, Liderança e Empreendedorismo. Tem histórico em projetos de formação profissional, inserção de jovens no mercado de trabalho, inclusão social e desenvolvimento de atividades artísticas para fins educativos e terapêuticos.4. Assistente SocialDenise Francisca de Oliveira Roque é assistente social formada pela PUC-RJ, com pós-graduação em Responsabilidade Social (Universidade Veiga de Almeida). Possui sólida experiência no atendimento a crianças, adolescentes e famílias em situação de vulnerabilidade, com atuação em políticas públicas, reintegração escolar, fortalecimento de vínculos e coordenação de projetos sociais.Atua desde 2004 na Associação Beneficente Amar, desenvolvendo projetos de apadrinhamento à distância, empoderamento feminino (Meninas do Rio), apoio pedagógico, contraturno escolar e cursos profissionalizantes em parceria com empresas como a Petrobras, além de participação em fóruns de garantia de direitos. Trabalhou também na SMDS (Programa PETI), no CEMASI e no Banco da Providência. Sua formação complementar inclui cursos e seminários em direitos humanos, elaboração de projetos sociais, prevenção da violência contra meninas e mulheres, seguridade social ampliada, gênero e etnia, e atualização em gestão de direitos humanos. Tem experiência em articulação intersetorial, visitas domiciliares, oficinas educativas, reuniões socioeducativas e coordenação de equipes técnicas.5. Pedagogo/aCristiane Teixeira da Silva, 43 anos, é pedagoga graduada pela UERJ (2008), técnica em Produção Cultural (2001) e possui curso de aperfeiçoamento em Transpsicomotricidade Educacional e Clínica (2022). Tem experiência no desenvolvimento de projetos socioeducacionais, atividades lúdicas e motrizes, aplicando metodologias que facilitam os processos pedagógicos de aprendizagem.Atualmente é pedagoga na Associação Beneficente Amar – Unidade de Acolhimento. Atuou como auxiliar de turma na Escola Contemporânea da Travessa (2017–2021), professora de reforço escolar pelo Projeto Novo Mais Educação (2017), arte-educadora e brincante em diversas empresas voltadas à infância, além de experiências como bolsista de iniciação científica na FAPERJ (2007–2008) e auxiliar pedagógica na CUFA e Instituto Treinar (2007).7. Social Media / ComunicaçãoA Jabuticaba Marketing é uma agência especializada em comunicação digital e produção de conteúdo audiovisual, que atua na construção e fortalecimento da presença digital de empresas dentro e fora do Rio de Janeiro. Seu diferencial está em unir criatividade, inovação e estratégia, oferecendo soluções personalizadas que destacam cada marca com exclusividade e sofisticação.A equipe é formada por profissionais diversos, como videomakers, produtores executivos, gestores de tráfego e social mídia, o que permite uma abordagem completa e integrada. Entre seus serviços estão: gestão de redes sociais, anúncios online, produção de vídeos, fotos e música, criação de identidade visual, design gráfico e web design.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.