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"Imagem e memória dos povos indígenas no Brasil" propõe a criação, produção e circulação de uma exposição do acervo do Vídeo nas Aldeias em 4 cidades, contendo um recorte dos arquivos imagéticos de 13 povos indígenas no Brasil. Além das projeções fílmicas, a instalação irá exibir um recorte de 300 fotografias, que testemunham a singularidade e a diversidade cultural destes povos. Realizaremos também um fórum de debates nas 4 cidades.
Imagem e memória dos povos indígenas no Brasil é um projeto de criação, produção e circulação de uma exposição em 4 cidades do Brasil que irá apresentar um recorte dos arquivos imagéticos de 13 povos indígenas no Brasil. Além disso, realizaremos um fórum de debates com três mesas de debates em cada cidade.
Objetivo Geral: O projeto "Imagem e memória dos povos indígenas no Brasil" propõe a criação, produção e circulação de uma exposição do acervo do Vídeo nas Aldeias em 4 cidades do Brasil que irá apresentar um recorte dos arquivos imagéticos de 13 povos indígenas no Brasil _ Krahô (TO), Gavião (PA), Xavante (MT), Huni Kui (AC), Mbya-Guarani (RS), Kaiowá (MS), Kuikuro (MT), Yanomami (RR), Isolados do Omerê (RO), Enawenê Nawê (MT), Ashaninka (AC), Tariano (AM) e Kisêdjê (MT). Além das projeções dos arquivos, a instalação exibirá um recorte de 300 fotografias, que testemunham a singularidade e a diversidade cultural destes povos e a projeção dos cinco episódios da série Arquivo Aberto, que apresenta a devolutiva desses arquivos para as comunidades retratadas. Objetivos Específicos:- Realizar uma exposição a partir do acervo de imagens do Vídeo nas Aldeias, em 4 cidades do Brasil, durante 30 dias em cada cidade;- Realizar um fórum de debates, no formato de seminário/curso, com 3 dias de mesas de discussão, em cada uma das 4 cidades da exposição;- Produzir um catálogo crítico com textos e imagens sobre a exposição, com previsão de 400 unidades por cidade, num total de 1600 unidades.
Criado há 38 anos, o Vídeo nas Aldeias construiu, ao longo de sua trajetória, um acervo de mais de 8 mil horas de imagens e sons, além de cerca de 12 mil fotografias, produzidas junto a mais de 40 povos, constituindo-se como um dos mais importantes acervos audiovisuais indígenas do Brasil. Esses registros remontam às origens do projeto (1986), com as primeiras experiências de Vincent Carelli, que colocava, em suas próprias palavras, "a câmera a serviço dos indígenas", como ferramenta de denúncia e de luta política, de registros extensos e contínuos das tradições e do cotidiano, de intercâmbio de imagens entre os distintos povos, passando pela formação de cineastas indígenas, às devoluções dos arquivos nas comunidades, até as atuais experiências de realização colaborativa entre realizadores indígenas e não-indígenas. Hoje, passados 25 anos desde a primeira oficina de formação audiovisual que reuniu dezenas de povos no Posto Djawarum, no baixo Xingu (MT), o arquivo passou, também, a abrigar milhares de horas de imagens produzidas por coletivos de cinema e cineastas indígenas, reunindo parte significativa do acervo audiovisual dos Kuiruro, Huni Kuin, Ashaninka, Mbya-Guarani, Xavante e Panará, dentre outros.Com curadoria coletiva de Ailton Krenak, Vincent Carelli, Patrícia Para Yxapy, Takumã Kuikuro, Ana Carvalho e Tita, o presente projeto propõe a criação, produção e circulação de uma exposição que irá apresentar um recorte dos arquivos imagéticos de 13 povos indígenas no Brasil _ Krahô (TO), Gavião (PA), Xavante (MT), Huni Kui (AC), Mbya-Guarani (RS), Kaiowá (MS), Kuikuro (MT), Yanomami (RR), Isolados do Omerê (RO), Enawenê Nawê (MT), Ashaninka (AC), Tariano (AM) e Kisêdjê (MT). Os fragmentos, hoje abrigados no acervo do projeto Vídeo nas Aldeias, serão apresentados em sequências brutas, sem tradução para o português, num fluxo contínuo de imagens e sons, propondo uma imersão sensorial na duração dos rituais, cantos e cerimoniais indígenas, intercalados com o ritmo prosaico da vida cotidiana dessas comunidades. Realizada a partir de imagens de autoria indígena de distintos povos ou pela câmera do indigenista e documentarista Vincent Carelli _ empunhada a serviço das comunidades _, a videoinstalação será composta de fragmentos que expressam a pluralidade presente em diferentes regiões do território nacional, constituindo um corpo significativo das manifestações dos povos originários no Brasil. Além das projeções fílmicas, a instalação irá exibir um recorte de 300 fotografias, que testemunham a singularidade e a diversidade cultural destes povos, e a projeção de 5 episódios da série Arquivo Aberto, que apresenta as devolutivas desses arquivos para as comunidades filmadas.Simultaneamente, será proposto um fórum de debates com três mesas compostas por artistas, curadores, pesquisadores e cineastas indígenas e não-indígenas, tendo como temas centrais memória, imagem e identidade dos povos originários. A ação tem como objetivo a troca de saberes e o fortalecimento da rede dos atores envolvidos. Aberto ao público, o fórum propõe, ainda, um debate sobre os desafios da preservação da memória audiovisual dos povos indígenas: políticas de devolução, acesso e salvaguarda. As mesas acontecem nos espaços expositivos das cidades que irão abrigar a exposição Recife (PE), Belém (PA) e Brasília (DF) _, ativadas pelas projeções, num ambiente criado excepcionalmente para abrigar a ação no momento de sua realização. Os registros em vídeo dos debates serão disponibilizados gratuitamente no canal YouTube do Vídeo nas Aldeias, instituição parceira da proponente Papo Amarelo, com recursos de acessibilidade em LIBRAS, ampliando o acesso ao pensamento e às reflexões travadas no contexto da produção artística e audiovisual indígena no Brasil. As exposições ficarão abertas ao público por 30 dias em cada uma das cidades previstas. Num contexto de retomada dos direitos políticos dos povos originários do Brasil, da proteção da integridade de seus territórios, corpos e identidade, o projeto propõe um mergulho na diversidade de imagens históricas destes povos, fazendo ressoar o chamado para experimentar outras concepções e formas possíveis de vida no planeta, revelando _ de maneira original e inédita _ a beleza e a diversidade das manifestações culturais indígenas e suas diferentes formas de viver e conviver. Dessa forma, a proposta apresenta expressiva relevância cultural e temática no circuito das artes visuais e no debate da arte contemporânea no país. A proposta de realização do projeto converge com as finalidades do artigo 1º da Lei 8.313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País.Ementa Curso/Fórum de Debates:O curso (fórum de debates) tem como temas centrais: memória, imagem e identidade dos povos originários no Brasil, com foco sobre os desafios e caminhos para a preservação da memória audiovisual dos povos indígenas _ políticas de devolução, acesso e salvaguarda.Com a participação de cineastas e artistas indígenas, curadores e pesquisadores indígenas e não indígenas, o fórum assume importância central no projeto e sua difusão é fundamental para ampliação do acesso ao pensamento e às reflexões travadas no contexto da ação. A proposta é que o fórum aconteça nos três dias subsequentes à abertura das exposições em cada uma das cidades.As falas serão mediadas pela equipe de curadores, a partir dos temas propostos e tendo as imagens de arquivo que compõem a videoinstalação como provocadoras das falas e reflexões junto aos convidados, não sendo possível fornecer de antemão uma ementa específica para cada digressão dos convidados.As mesas acontecem nos espaços expositivos das cidades que irão abrigar a exposição ativadas pelas projeções, num ambiente criado excepcionalmente para abrigar a ação no momento de sua realização. Os vídeos serão disponibilizados de maneira assíncrona, gratuitamente, no canal YouTube do Vídeo nas Aldeias, instituição parceira da proponente Papo Amarelo.Carga horária: 4h diárias. Por três dias em 04 cidades. Carga horária por cidade: 12h. Carga horária total: 36h.
ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS DO PRODUTOEspaço aberto para visitação Os horários de funcionamento serão de acordo com cada local de realização.Atividades Diárias e Mensais A agenda mensal da exposição, das palestras e das exibições acontecerão de acordo com os locais de realização. Tais informações serão disponibilizadas quando da definição das datas e divulgação da programação.SINOPSE DO PROGRAMA EDUCATIVO O programa educativo contempla palestras. As especificidades serão desenvolvidas a partir da execução do projeto e escolhas dos professores e temáticas. As mesas de debates pretendem discutir:Imagens Indígenas nas Escolas é uma atividade educativa voltada para estudantes do ensino fundamental e médio, que busca promover o reconhecimento e a valorização das culturas indígenas a partir da mediação de imagens, vídeos e relatos de diversos povos originários do Brasil. A ação está alinhada com a Lei nº 11.645/2008, que estabelece a obrigatoriedade do ensino da história e cultura indígena no currículo escolar. Por meio de materiais visuais e utilização do material interativo em PDF produzido no contexto do projeto, a atividade propõe um olhar sobre os modos de vida, saberes e resistências indígenas, contribuindo para o enfrentamento de estereótipos e para o fortalecimento de uma educação antirracista, plural e inclusiva.Professoras aprendendo com educadores indígenas é uma atividade formativa que promove o diálogo entre educadoras não indígenas e educadores indígenas formados por programas de licenciatura intercultural. A proposta busca valorizar os saberes tradicionais e as práticas pedagógicas desenvolvidas nas comunidades indígenas, incentivando a troca de experiências e a construção conjunta de conhecimentos. Por meio de rodas de conversa, oficinas e atividades colaborativas, a iniciativa visa fortalecer uma educação intercultural que reconheça e respeite a diversidade cultural, contribuindo para a implementação efetiva da Lei nº 11.645/2008, que estabelece a obrigatoriedade do ensino da história e cultura afro-brasileira e indígena nas escolas brasileiras.DIVULGAÇÃO O plano de comunicação será executado por uma equipe de profissionais especializados e contará com a contratação de uma empresa de comunicação com experiência na divulgação dos segmentos de artes visuais e audiovisual no Brasil. O principal objetivo da estratégia é ampliar o alcance da exposição e dos conteúdos do projeto, atrair público para as ações presenciais, valorizar os temas abordados e garantir o retorno institucional para os apoiadores e patrocinadores.1. Objetivos de ComunicaçãoAmpliar a visibilidade do projeto nas cidades em que será realizado.Gerar interesse e engajamento nas redes sociais e mídias tradicionais.Democratizar o acesso às obras e às temáticas do projeto.Estimular a participação de públicos diversos, com atenção especial à juventude e aos povos indígenas.Divulgar as ações de formação e as visitas mediadas.Assegurar ampla cobertura da mídia espontânea e contratada.Promover acessibilidade nos conteúdos e peças de comunicação.2. Público-AlvoInteressados em cinema, antropologia, artes visuais e documentário.Juventude conectada às redes sociais.Professores, estudantes e escolas públicas e diferenciadas indígenas.Pesquisadores, profissionais da cultura e da arte.Comunidades e comunicadores indígenas.Público geral interessado em ações culturais e temas contemporâneos.3. Canais de Comunicação e Estratégiasa) Redes Sociais e Marketing DigitalSerá criada uma presença digital sólida com perfis dedicados no Instagram e Facebook, gerenciados pela equipe de marketing digital contratada. As redes sociais divulgarão:Bastidores do projeto e insights sobre os processos criativos.Depoimentos, teasers e trechos do documentário.Agenda das exposições e visitas mediadas.Conteúdos educativos e reflexivos sobre os povos retratados.Serão produzidas 50 postagens, com textos alternativos para leitores de tela, legendas descritivas para vídeos, e hashtags inclusivas, promovendo acessibilidade para pessoas com deficiência visual e auditiva. Todas as postagens terão impulsionamento direcionado ao público-alvo e conterão as marcas dos apoiadores institucionais, como o Governo Federal, Governo Estadual e Petrobras, conforme exigências.b) Mídia Tradicional, Patrocinada e EspontâneaO plano prevê o envio de releases com textos explicativos, depoimentos e vídeos para veículos impressos e digitais. A assessoria de imprensa entrará em contato com a mídia local e nacional para cobrir as aberturas nas três cidades, incluindo: G1, Folha de S. Paulo, Revista Cult e Revista Piauí.Contatos com veículos especializados em arte, cultura, educação e direitos indígenas.A estratégia buscará também alcançar mídia espontânea, com matérias em revistas de arte e cultura, perfis especializados no Instagram, e compartilhamentos orgânicos por influenciadores e parceiros.c) Google Ads e Links PatrocinadosCampanhas de links patrocinados no Google Ads utilizarão palavras-chave relacionadas à exposição, às temáticas do projeto e às localidades onde o projeto acontece. A segmentação garantirá que o conteúdo chegue a públicos interessados, inclusive em regiões mais distantes dos grandes centros urbanos.d) Parcerias com Mídias Alternativas e UniversitáriasO projeto realizará parcerias com rádios comunitárias, universitárias e TVs alternativas que atuem com ênfase na cultura e na pesquisa. Essas mídias terão acesso ao material promocional do projeto e serão convidadas a cobrir os eventos.e) Produção Audiovisual e Plataformas OnlineUm vídeo institucional de até 1 minuto e 30 segundos será amplamente divulgado nas redes sociais do projeto, perfis da equipe e canais próprios no YouTube e Vimeo, com acesso gratuito. O conteúdo apresentará os objetivos da exposição e convidará o público a participar.f) Materiais GráficosCatálogo impresso e online (2.000 exemplares - 500 por cidade), com textos críticos e imagens da exposição Folder de programação (4.000 unidades - 1000 por cidade), distribuído em pontos culturais, escolas e eventos.Cartazes (400 serigrafia - 100 por cidade e 1000 offset - 250 por cidade), afixados em locais estratégicos.Banners (8 unidades - 2 por cidade).g) Ações Educativas e Mobilização EscolarSerá organizada uma ação específica de mobilização junto a escolas públicas e diferenciadas indígenas, incentivando a visitação guiada às exposições. Como contrapartida, será disponibilizado um caderno educativo online, com informações sobre os povos retratados e propostas pedagógicas para professores e estudantes.h) Rede de Comunicadores IndígenasA equipe irá articular a divulgação junto a comunicadores indígenas e instituições parceiras, ampliando a capilaridade e a diversidade da audiência, com respeito à pluralidade cultural.i) Mailing e ConvitesO projeto utilizará os mailings da produtora, da proponente e do patrocinador para divulgar convites para os eventos de abertura, atividades formativas e ações públicas. As aberturas em cada cidade contarão com presença de curadores, artistas, críticos e profissionais do setor cultural.4. Avaliação e MonitoramentoDurante toda a execução do projeto, será realizado monitoramento constante do desempenho das ações de comunicação, com análise de métricas em redes sociais, engajamento e alcance. Os feedbacks serão considerados para ajustar as estratégias em tempo real.A equipe de assessoria de imprensa realizará o clipping completo do evento e uma avaliação final da mídia, documentando os resultados de alcance e visibilidade.Todos os materiais seguirão as diretrizes de aplicação das marcas dos patrocinadores e do edital.IMPACTO AMBIENTALCaso os espaços onde ocorrerão as exposições possuam programas relacionados, ao longo da exposição em cada local, os resíduos recicláveis serão enviados para uma associação de catadores.
No contexto de retomada dos direitos políticos dos povos originários do Brasil, da proteção da integridade de seus territórios, corpos e identidade, o projeto propõe um mergulho na diversidade de imagens do acervo do Vídeo das Aldeias, fazendo ressoar o chamado para experimentar outras concepções e formas possíveis de vida no planeta (outras cosmologias), revelando de maneira original e inédita, a beleza e a diversidade das manifestações culturais indígenas e suas diferentes formas de se expressar, viver e conviver. Realizada a partir de imagens de autoria indígena de distintos povos ou pela câmera do indigenista e documentarista Vincent Carelli, empunhada a serviço das comunidades, a videoinstalação será composta de fragmentos que expressam uma diversidade de rituais, práticas cerimoniais e cenas da vida cotidiana. Uma pluralidade linguística expressa nos distintos pontos do território nacional, constituindo um corpo significativo da expressão e das manifestações dos povos originários no Brasil.Por sua temática e pelos acervos que compõem a instalação — registros audiovisuais históricos que retratam rituais, cerimônias e aspectos da vida cotidiana em comunidades indígenas de diversas regiões do Brasil — o projeto possui forte vocação para colaborar com campanhas de conscientização ambiental.O projeto curatorial terá a seguinte linha:13 povos indígenas no Brasil – Krahô (TO), Gavião (PA), Xavante (MT), Huni Kui (AC), Mbya-Guarani (RS), Kaiowá (MS), Kuikuro (MT), Yanomami (RR), Isolados do Omerê (RO), Enawenê Nawê (MT), Ashaninka (AC), Tariano (AM) e Kisêdjê (MT). Além das projeções fílmicas, a instalação irá exibir um recorte de 300 fotografias, que testemunham a singularidade e a diversidade cultural destes povos. Realizaremos um fórum de debates em cada uma das 4 cidades.Os fragmentos serão apresentados em sequências brutas, sem tradução para o português, num fluxo contínuo de imagens e sons, propondo uma imersão sensorial na duração dos rituais, cantos e cerimoniais, intercalados com o ritmo prosaico da vida cotidiana dessas comunidades. Além das projeções fílmicas, a instalação irá exibir um recorte de 300 fotografias, que testemunham a singularidade e diversidade cultural destes povos.Apresentamos, em anexo, o caderno do projeto com a primeira pesquisa do corpo de imagens do acervo proposto para este edital. A seleção final dos fragmentos que irão compor a videoinstalação será feita coletivamente pela equipe curatorial a partir da pesquisa e imersão nos arquivos de imagens dos 13 povos envolvidos na proposta.Projeto Curatorial: Justificativa ConceitualA proposta apresenta uma instalação audiovisual imersiva que celebra os 40 anos do projeto Vídeo nas Aldeias. Serão exibidos fragmentos brutos de imagens captadas por cineastas indígenas e pelo indigenista Vincent Carelli, em diferentes décadas e territórios. As sequências, apresentadas sem tradução ou legendas, preservam a integralidade sonora e visual dos registros, e convidam o público a uma escuta descolonizada das formas de vida e expressão dos povos originários. Ao propor um deslocamento da mediação explicativa para a vivência sensorial, a curadoria afirma a potência estética, política e cosmológica dessas imagens, recusando a lógica expositiva que submete o olhar indígena a um regime de representação ocidental. Trata-se de experienciar o tempo e os gestos de outras formas de habitar o mundo, num chamado à escuta radical e ao reconhecimento da multiplicidade das culturas indígenas no Brasil.Metodologia A curadoria estrutura-se a partir de uma ética da escuta e do respeito às temporalidades indígenas. Os vídeos serão apresentados em fluxo contínuo, sem cortes ou interferências, possibilitando uma experiência sensorial expandida. Essa opção metodológica afirma a autonomia das imagens e o gesto autoral de cineastas como Kamikiã Kisêdje, Divino Tserewahú, Zezinho Yube, Ariel Kuaray Ortega, Patrícia Pará Yxapy, Takumã Kuikuro, entre outros, cujas obras integram o acervo do Vídeo nas Aldeias. A exposição não estabelece uma linearidade ou recorte temático fechado, mas aposta na potência dos encontros entre sons, corpos, cantos e rituais. Fotografias também selecionadas do acervo, acompanham a instalação e ampliam a presença visual dos territórios e sujeitos filmados. A curadoria se dá, portanto, como articulação de presenças e como escuta ativa, que reconhece os fragmentos como formas plenas de saber.FormatoA instalação será composta por projeções de vídeos em sequência bruta, sem tradução ou legendagem, mantendo as línguas indígenas, os sons ambientes e as durações originais. O formato adotado valoriza a dimensão imersiva e convida o público a uma experiência de percepção prolongada, na qual as imagens falam por si. As exibições serão realizadas em espaços expositivos preparados para acolher a pluralidade dos materiais, acompanhadas por uma seleção de cerca de 300 fotografias. As mesas de debate ocorrerão nesses mesmos espaços, ativando a instalação como lugar de encontro e pensamento coletivo. Os registros dos debates serão disponibilizados gratuitamente no canal do Vídeo nas Aldeias, com tradução em LIBRAS, garantindo acessibilidade e ampliando o alcance das reflexões propostas.
Para o Fórum de debates (produto: Seminário / Simpósio / Encontro / Congresso / Palestra / Vernissage), o projeto prevê recurso de acessibilidade em LIBRAS em 1 dos 3 dias em cada cidade, totalizando 4 sessões com apoio de um intérprete de LIBRAS. Para a Exposição (produto: Exposição Cultural / de Artes) , os vídeos que compõem a instalação serão na língua original indígena. Os recursos de acessibilidade utilizados serão a audiodescrição das 5 telas com utilização de fones e legenda descritiva nos vídeos. Dessa forma, preservamos o impacto das imagens conjugadas à língua nativa, aprofundando a experiência do visitante nos registros do cotidiano e tradições desses povos originários.Todos os equipamentos culturais da Exposição e do Fórum de debates são preparados para receber portadores de deficiência física, obesos e idosos, de acordo com a Lei Brasileira de Inclusão de PcD 13.146/2015, do art. 23 da Lei nº 10.741, de 1º de outubro de 2003, de acordo com as regras de acessibilidade do município e da ABNT NBR 15599/2008, que visa atender aos direitos de acessibilidade a todos os sujeitos.Há rampas de acesso com corrimão, elevadores com botoeira em braile, marcação no piso, bilheteria com balcão rebaixado, banheiros adaptados e espaços/cadeiras com a devida sinalização, podendo haver também vagas de estacionamento exclusivas, de acordo com a Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, promulgada pelo Decreto nº 6.949, de 25 de agosto de 2009.Haverá também linhas de ônibus que atendem à legislação, incluindo estacionamento veicular disponível.Os monitores serão oferecidos pelos próprios locais onde ocorrem as exposições.Nos eventos presenciais, tanto na exposição quanto no fórum de debates, será adotada acessibilidade atitudinal propiciando acesso amigável para PcD intelectuais. Para o Catálogo (produto: Periódico / Catálogo / Cartilha / Programa ) será disponibilizado o mesmo conteúdo do impresso na versão PDF acessível, que é um documento estruturado com marcações que permitem que ele seja lido corretamente por leitores de tela e outras tecnologias assistivas.PRODUTO 1: EXPOSIÇÃO DE ARTESAcessibilidade física:Todos os equipamentos culturais da exposição são preparados para receber portadores de deficiência física, obesos e idosos, de acordo com a Lei Brasileira de Inclusão de PcD 13.146/2015, do art. 23 da Lei nº 10.741, de 1º de outubro de 2003, de acordo com as regras de acessibilidade do município e da ABNT NBR 15599/2008, que visa atender aos direitos de acessibilidade a todos os sujeitos.Há rampas de acesso com corrimão, elevadores com botoeira em braile, marcação no piso, bilheteria com balcão rebaixado, banheiros adaptados e espaços/cadeiras com a devida sinalização, podendo haver também vagas de estacionamento exclusivas, de acordo com a Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, promulgada pelo Decreto nº 6.949, de 25 de agosto de 2009.Haverá também linhas de ônibus que atendem à legislação, incluindo estacionamento veicular disponível.Acessibilidade de conteúdo:DEFICIENTES AUDITIVOS:- A exposição contará com legenda descritiva nos vídeos- Quantidade: 1 vídeo - Total: 1 vídeoDEFICIENTES VISUAIS:- As obras audiovisuais possuem audiodescrição- Quantidade: 1 unidade do vídeo- Total: 1 unidade do vídeoPRODUTO 2: OFICINA/CURSOAcessibilidade física:Cada espaço está e obedece aos parâmetros de acessibilidade para idosos, crianças e pessoas com mobilidade reduzida.Acessibilidade de conteúdo:DEFICIENTES AUDITIVOS:4 palestras contarão com um mediador intérprete de Libras.- Quantidade: 01 palestra por cidade- Total: 4 unidadesDEFICIENTES VISUAIS:Os filmes em língua nativa, verificar se dá pra ter audiodescrição e legenda descritiva (fone)- Quantidade: 1 vídeo- Total: 1 vídeoPRODUTO 3: CATÁLOGOAcessibilidade física: não se aplica.Acessibilidade de conteúdo:DEFICIENTES AUDITIVOS: não se aplica.DEFICIENTES VISUAIS: audiodescrição
As exposições terão acesso livre e gratuito para o público de todas as idades e acontecerão nos dias e horários de funcionamento de cada espaço. O projeto conta com um plano e equipe de comunicação especializado, buscando atingir e mobilizar, sobretudo, o público das artes, antropologia, cinema, políticas de acervo e o público em geral. A comunicação conta com assessoria de imprensa, coordenação de comunicação e se dará, principalmente, nas redes sociais, divulgação em mídia paga e espontânea, anúncio e impulsionamento de mídia. O projeto prevê, ainda, a parceria com uma extensa rede de comunicadores indígenas já consolidada no país - tais como 4Mídia Índia, Rádio Yandê, Rede de Comunicadores do Xingu, Visibilidade Indígena, Agência de Notícias Indígenas, entre outras - para a divulgação e difusão das ações propostas, ampliando a participação dos atores indígenas nas ações e corpo de colaboradores do projeto, atingindo um público diferenciado e diverso. O projeto irá mobilizar, também, organizações indígenas e não-indígenas parceiras, destacando a APIB, Instituto Socioambiental, CIMI, UFMG, UFAC, UFPA, UFPE, UnB, etc., para fins de divulgação e difusão das ações e dos resultados do projeto. Atenção especial será dada à exposição em Brasília/DF, que está prevista para o mês de abril, a fim de que seja incorporada ao calendário das ações e eventos do Abril Indígena, buscando uma expressiva participação e presença dos indígenas – que se deslocam das mais variadas regiões do país para o DF durante o Acampamento Terra Livre – além da participação de representantes do MPI (Ministério dos Povos Indígenas) e Funai, com ampla repercussão na mídia nacional. Uma campanha de mobilização específica será realizada junto a escolas públicas e escolas diferenciadas indígenas nas cidades de abrangência e circulação da exposição, a fim de mobilizar estudantes e professores do ensino fundamental e ensino médio, para a visita guiada da instalação e participação no fórum de debates.O projeto atende os seguintes incisos da legislação para atendimento das medidas:Art. 28. Em complemento, o proponente atenderá pelo menos uma das seguintes medidas de ampliação do acesso:VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas;IX - estabelecer parceria visando à capacitação de agentes culturais em iniciativas financiadas pelo poder público;
Organização Geral | Papo Amarelo Produções Cinematográficas LTDA – ME & Vídeo nas Aldeias: com uma equipe de colaboradores multidisciplinar, entre cineastas, artistas e técnicos, a Papo Amarelo – empresa proponente – e o Vídeo nas Aldeias – organização parceira vinculada – possuem ampla experiência e reconhecimento na produção audiovisual brasileira e no campo da curadoria e da criação em artes visuais, participando de exposições nacionais e internacionais, com destaque para: 32ª Bienal de Arte de SP; MIRA! – Artes Visuais Contemporâneas dos Povos Indígenas; 21ª e 22ª Bienal SESC- Videobrasil; A queda do céu (Caixa Cultural Brasília); Inéditos Inevitáveis (Palácio das Artes/MG), entre outras. Coordenação Geral. Ailton Krenak: Escritor, ativista do movimento socioambiental e de defesa dos direitos indígenas. Doutor Honoris Causa pela UFJF e membro fundador do comitê gestor da Reserva da Biosfera da Serra do Espinhaço (UNESCO). Participou da fundação da União dos Povos Indígenas e da Aliança dos Povos da Floresta. É autor dos livros Ailton Krenak – Encontros, com organização de Sergio Cohn (Azougue); A Vida Não é Útil, O amanhã não está à venda e Ideias para adiar o fim do mundo (Companhia das Letras), que foi publicado na França, Argentina, Canadá e Itália. Vincent Carelli: Indigenista e documentarista, fundador do Vídeo nas Aldeias (1986), organização voltada ao fortalecimento das culturas e povos indígenas mediado pela imagem e à formação de cineastas indígenas. Recebeu o Prêmio Unesco pela promoção da diversidade cultural e busca por relações de paz interétnicas. Vídeo nas Aldeias recebeu a Ordem do Mérito Cultural. Sua trilogia Corumbiara, Martírio e Adeus, Capitão foi premiada em diversos festivais. Recebeu o Prêmio Prince Claus nos Países Baixos por sua militância pelo cinema indígena. Dedica-se, atualmente, à devolução e abertura do acervo constituído pelo VNA aos diferentes povos com os quais trabalhou durante toda a vida.Curadoria Vincent Carelli. Ailton Krenak. Takumã Kuikuro: Cineasta, membro da aldeia indígena Kuikuro, atualmente vivendo na aldeia Ipatse, no Parque Indígena do Xingu. Takumã é reconhecido nacional e internacionalmente pelos seus filmes, tendo sido premiado pelos festivais: Festival de Gramado, Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, Olhar de Cinema, Jornada Internacional de Cinema da Bahia, Festival de Filmes Documentário Etnográfico, Festival Presence Autochtone de Terres en Vue. Em 2017, recebeu o prêmio honorário “Bolsista da Queen Mary University London”. Foi o primeiro jurado indígena do Festival de Cinema Brasileiro de Brasília (2019). Patrícia Para Yxapy: Realizadora audiovisual Mbya-Guarani, vive na Aldeia Ko’enju (São Miguel das Missões/RS), onde é professora desde 2006. Fundou em 2007 o Coletivo Mbya-Guarani de Cinema e é uma das cineastas do projeto Vídeo nas Aldeias. Codirige TEKO HAXY – ser imperfeita e finaliza seu primeiro longa autoral. Entre seus prêmios, destacam-se o Cora Coralina (FICA 2011) e Menções Honrosas em festivais como FICA, forumdoc.bh e CachoeiraDoc. Participou de residências com cineastas Inuit no Canadá e dirigiu quatro filmes entre 2011 e 2014. Ana Carvalho: artista, documentarista e produtora cultural. Há mais de 20 anos atua com povos indígenas e comunidades tradicionais em criações colaborativas em cinema, patrimônio imaterial e artes visuais. Colabora com o Vídeo nas Aldeias desde 2007, coordenando projetos, oficinas, filmes e publicações. Co-realizou a instalação “O Brasil dos Índios” (32ª Bienal de SP, 2016) e “Jeguatá: Caderno de Viagem” (21ª Videobrasil, 2019), premiado pelo Itaú Cultural. Participou das exposições SEIVA (RJ) e De tudo que há no mundo (MG, 2022). Atua também como curadora e produtora em mostras como Forumdoc.bh, Cine Kurumin, Mostra Ameríndia, DocLisboa e MIRA. Tatiana Almeida - Tita: Atua como diretora, roteirista e montadora de cinema, vídeo e artes visuais. Co-dirigiu e montou Adeus, Capitão e Martírio, com Vincent Carelli. Participou da criação da instalação O Brasil dos Índios (32ª Bienal de SP). Foi montadora de filmes de Gabriel Mascaro e videoinstalações de Jonathas de Andrade. Desde 2009, integra o Vídeo nas Aldeias. Atua no desenvolvimento de projetos, oficinas de formação e obras audiovisuais com povos indígenas. Desenvolve trabalhos colaborativos em diversas regiões do Brasil.Coordenação de Produção: Ana Carvalho: Artista, documentarista e produtora cultural. Há mais de 20 anos trabalha junto a povos indígenas e comunidades tradicionais na criação compartilhada nos campos do cinema, patrimônio imaterial e artes visuais. Desde 2007 é colaboradora do Vídeo nas Aldeias, atuando na elaboração, coordenação e gestão de projetos, redação e edição de publicações e oficinas de audiovisual, realizando filmes e livros. Com Vincent Carelli e Tita, realizou a instalação “O Brasil dos Índios: Um arquivo aberto” (2016), obra comissionada para a 32a Bienal de São Paulo – Incerteza Viva. Em 2019, em colaboração com Patrícia Ferreira Para Yxapy, Ariel Kuaray Ortega e Fernando Ancil, participou da 21a Bienal de Arte Contemporânea Sesc-Videobrasil, com a instalação Jeguatá: Caderno de Viagem, premiado pelo Itaú Cultural. Em 2022, integrou as exposições coletivas SEIVA (C. Galeria, RJ) e De tudo que há no mundo (Museu Mineiro, Belo Horizonte, MG). Atua, também como curadora e produtora cultural em mostras e festivais de cinema e artes visuais, destacando o Forumdoc.bh – festival do filme documentário e etnográfico de Belo Horizonte, Cine Kurumin – Festival de Cinema Indígena, Mostra Ameríndia: Percursos do Cinema Indígena no Brasil, DocLisboa, e MIRA – Artes Visuais Contemporâneas dos Povos Indígenas.Projeto expográfico e direção de montagem: Fernando Maculan – MACh: É arquiteto e urbanista formado pela UFMG (1997). Foi professor de arquitetura na Universidade de Itaúna e Uni-BH (2003). Fundador da revista mdc - mínimo denominador comum e co-editor de seus primeiros números. Sócio-fundador da Molmaculan design, com premiações em design de joias. Atuou no escritório Hayano Gumi, no Japão (2004-2005). Desde 2005, integra o A&M Arquitetura, com projetos institucionais, culturais, residenciais e urbanos. Participa do Laboratório Piracema de Design, com oficinas em comunidades artesãs. Premiado em concursos nacionais de arquitetura. Sócio da MACh Arquitetos, projetou exposições para o Inhotim (Cláudia Andujar, Yayoi Kusama, entre outros). Atua em territórios como a favela da Serra (BH) e lidera o projeto Território-Parque em Brumadinho. Denilson Baniwa: artista visual, curador e ativista indígena do povo Baniwa, nascido na aldeia Darí, em Barcelos (AM). Reconhecido como uma das vozes mais influentes da arte contemporânea brasileira, Denilson iniciou sua trajetória em Manaus, atuando na COIAB e como produtor de rádio, e estudou Ciências da Computação na Universidade do Estado do Amazonas. Em 2013, cofundou a Rádio Yandê, primeira rádio indígena do Brasil. Sua obra combina técnicas tradicionais e contemporâneas — como performance, pintura, projeções a laser e arte digital — abordando questões de identidade, território, colonialismo e direitos dos povos originários. Vive e trabalha no Rio de Janeiro, participando de exposições, residências e mesas de debate em todo o país.Identidade visual (arte e criação, comunicação visual, sinalização, catálogo): Priscila Gonzaga: nasceu em Petrolina (PE) e vive no Recife, onde dirige a Editora–Aplicação como editora e designer em publicações, exposições, filmes e sites. Com 15 anos de experiência, colaborou com artistas como Marcelo Silveira, Denilson Baniwa e Jonathas de Andrade. Criou identidades visuais para exposições e projetos do Vídeo nas Aldeias, incluindo Martírio e Adeus, Capitão. Formada em Comunicação Social pela UFPE, é mestre em Design pela Zürcher Hochschule der Künste (Suíça), onde desenvolveu pesquisa sobre gêneros editoriais e cultura local.Organização do catálogo: Ana Carvalho, Vincent Carelli e Tatiana Almeida - Tita Edição de vídeo e fotografia (instalação): Tatiana Almeida - Tita :Atua como diretora, roteirista e montadora de cinema, vídeo e artes visuais. Montou e co-dirigiu Adeus, Capitão, em colaboração com Vincent Carelli; Martírio, em colaboração com Vincent Carelli e Ernesto de Carvalho; e a instalação O Brasil dos índios: um arquivo aberto, obra concebida para integrar a 32a Bienal de Artes de SP, em colaboração com Vincent Carelli e Ana Carvalho. Foi montadora de Avenida Brasília Formosa e As Aventuras de Paulo Bruscky, de Gabriel Mascaro, e das videoinstalações O Peixe, O levante, Jogos dirigidos e 4.000 disparos, do artista plástico Jonathas de Andrade. Desde 2009, integra a equipe do Vídeo nas Aldeias atuando na concepção e desenvolvimento de projetos, na coordenação de oficinas de formação audiovisual e na direção, roteirização e montagem de obras em parceria com comunidades de povos nativos em todo o país.Finalização e masterização de som: Sound8: É uma equipe especializada em Sound Design com mais de 12 anos de experiência e 120 projetos audiovisuais realizados. Baseada no Recife, polo cinematográfico inovador do Brasil, atua em produções nacionais de destaque internacional. Com forte potencial criativo e domínio técnico, a Sound8 usa a tecnologia para ampliar suas ideias, adaptando soluções para projetos de diversos tamanhos, orçamentos e contextos, sempre valorizando o trabalho colaborativo para garantir o sucesso audiovisual.Gestão financeira | Claudiane Fidelis Mulher preta, cis, pernambucana, residente em Olinda/PE, e atualmente estudante de Gestão Financeira. Atua em gestão de projetos culturais como Assistente de Produção e de Produção Executiva no Vídeo nas Aldeias, organização que apoia as lutas dos povos indígenas por meio da produção audiovisual. Tem colaborado em importantes projetos, como os longas A Vingança dos Espíritos, de Vincent e Rita Carelli, e Desfazenda, de Tita e Fábio Costa Menezes. Também integra a equipe da série Arquivo Aberto, dirigida por Vincent Carelli e Ana Carvalho. As produções são financiadas pela Lei Paulo Gustavo, Funcultura/PE e Fundo Setorial do Audiovisual.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.