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Este projeto consiste na realização de apresentações musicais do compositor e intérprete Tadeu Franco, com entrada gratuita.
1) CLASSIFICAÇÃO ETÁRIA LIVRE. 2) Música regional brasileira, em especial das tradições musicais do Vale do Jequitinhonha e de Minas Gerais.SOBRE TADEU FRANCO:Cantor e compositor mineiro, estreou profissionalmente em 1984, com o disco "Cativante" (Ariola), produzido por Miton Nascimento, com direção musical de Túlio Mourão e arranjos/regência de Wagner Tiso. No ano seguinte participou do Festival dos Festivais, promovido pela Rede Globo, com a música "João Rosa", de Nivaldo Ornelas. Em 1990 seu segundo disco, "Alma Animal" foi lançado pela via independente, com a participação de outros mineiros ilustres, como Toninho Horta, Nelson Ângelo, Túlio Mourão e Nivaldo Ornelas. Dono de bela voz, gravou pela Velas em 1995 o CD "Orlando", com repertório consagrado por Orlando Silva ("Rosa", "Lábios que Beijei", "Carinhoso" etc.). Além de seus próprios álbuns, participou como convidado de outros discos, como "Ânima" (de Milton Nascimento), "Andaluz" (Beto Guedes), "Certas Canções e Palavras" (Sá & Guarabira). Também fez carreira em festivais do interior, arrebanhando prêmios em Avaré (SP), Lambari (MG) e Juiz de Fora (MG).
São Objetivos deste projeto: GERAIS: - Impulsionar a cultura mineira a partir da valorização de seus artistas; - Incentivar a formação de plateia e o consumo da produção artística mineira a partir da oferta de entrada franca nos shows; - Descentralizar a produção cultural mineira por meio da realização de shows em Montes Claros Itaobim, Salinas, Porteirinha e Francisco Sá; - Dar continuidade à carreira artística de Tadeu Franco; ESPECÍFICOS: - Realizar 05 (cinco) shows nas cidades de Montes Claros Itaobim, Salinas, Porteirinha e Francisco Sá.
ECONFORME LEI 8.313, ESTE PROJETO SE JUSTIFICA, POIS ELE: I - contribui para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promove e estimula a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III - apoia, valoriza e difundi o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;IV - protege as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveispelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguarda a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimula a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - prioriza o produto cultural originário do País. Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, o projeto cultural em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderá o seguinte objetivo: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: Apresentação musicalPOR QUE A LEI DE INCENTIVO À CULTURA?- O projeto não terá cobrança de ingressos. Assim não há geração de receitas o que torna o projeto inviável financeiramente sem a utilização da lei de Incentivo
12 músicas autorais; utilização de 60 períodos de estúdio; capa do Cd 4x4 cores, papel cartão; encarte será 4x4 cores, 14 páginas, papel couchê liso, 120g;
Não se aplica.
A Acessibilidade deste projeto, se dará: Nos Shows:- Acessibilidade FÍSICA: o local onde acontecerá o show tera acessibilidade plena com rampas, banheiros adaptados e local de acolhimento.- Acessibilidade de CONTEÚDO: teremos monitor especial para espectros especiais
A Democratização do projeto se dará:- Entrada franca nos Shows Art. 46 da IN nº 23/2025 abaixo será adotada no projeto: III - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, incluindo professores de instituição públicas de ensino; Art. 47 da IN nº 23/2025 . Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, além do previsto no art. 46, inciso III, totalizando 20% (vinte por cento);
TADEU FRANCO (PROPONENTE): Exercerá a COORDENAÇÃO GERAL E FINANCEIRA (+ compositor/intérprete ) e receberá pela rubríca COORDENAÇÃO GERAL. GERALDO TADEU PEREIRA FRANCA, "TADEU FRANCO" CURSOU O SEGUNDO GRAU DA ESCOLA FORMAL; AUTODIDATA, APRENDENDO SOZINHO A CANTAR COMPOR E TOCAR VIOLÃO COM MAESTRIA. - Estreou em Belo Hrizonte estréia no Projeto Fim de Tarde, na Sala Humberto Mauro, do Palácio das Artes; - Viajou no "Expresso Melodia", caminhão-palco cujo show é transmitido pela Rádio Inconfidência; - Shows nos Teatros Palácio das Artes, Francisco Nunes, Imprensa Oficial, Sesi Minas, , etc.; - Participação dos festivais, com vários prêmios de Primeiro Lugar: - Festivais dos Festivais - Rede Globo; - Festival de Música de Avaré-SP; - Festival Som das Águas - Lambari; - Festival de Juiz de Fora-MG; - Festival de Música de Boa Esperança-MG, etc. - Shows em centenas de cidades mineiras e também de outros estados; - Diversas participações em programas de televisão e rádio; - Cinco discos gravados com canções próprias e de outros compositores lançados e distribuidos no Brasil e exterior: 1- Cativante - Gravadora Ariola; 2- Alma Animal - Independente; 3- Orlando-Gravadora Velas; 4- Em Nome do Amor - Lei de Incentivo Estadual de Incentivo à Cultura de Minas Gerais; 5- Pop Roça - Lei Estadual de Incentivo à Cultura de minas Gerais; - Participação de outros discos: ÂNIMA - Milton Naswcimento - Faixa : Comunhã; ANDALUZ - Beto Guedes - faixa: Choro de Pai; CARTAS CANÇÕES E PALAVRAS - Sá e Guarabira - faixa: Barqueiro de Vela; 25 ANOS DE TRAVESSIA - Fernando Brant - faixa: Manoel, O Audaz; MOMENTO VELAS - faixa: Sertaneja; TIRADENTES NOSSO HERÓI - faixa: Coração Civil; RIBEIRÃO ENCHEU - Pena Branca e Xavantinho - faixa: Congo; CORAÇÃO MATUTO - Pena Branca e Xavantinho - faixa: Divina Estrela. SOLANGE VIEIRA - Produção executiva. ADVOGADA - FORMADA NA FACULDADE DE DIREITO MILTON CAMPOS EM JULHO/94 - OAB/MG 64.104 - Assessora o cantor e compositor Tadeu Franco em todas as suas apresentações , projetos e produçãoes de discos . GERALDO VIANA - Diretor Musical; Geraldo Vianna é violonista, compositor, arranjador e produtor musical. Em sua carreira solo possui 14 CDs e 03 DVDs, lançados e distribuídos para o Brasil e exterior. Atuou como produtor e arranjador em trabalhos de importantes nomes da música brasileira. Entre eles, Amaranto,Fátima Guedes, Fernando Brant,Helena Penna, Jackson Antunes, Juarez Moreira, Paula Fernandes, Renato Andrade, Tadeu Franco,Tavinho Moura, e toda a nova geração de artistas mineiros. Nos últimos anos produziu para as principais gravadoras atuantes no Brasil: Sony, Universal, Eldorado, Velas e Movieplay, entre outras. Participou como orquestrador e produtor musical de trilhas para cinema, em filmes como “Amor e Companhia” (Helvécio Ratton), “O tronco” (João batista de Andrade) entre outros importantes nomes do cinema nacional. Escreveu e dirigiu, em 2006 o documentário “Violões de Minas”, lançado posteriormente em DVD. Atua periodicamente como violonista em shows por todo o Brasil e na Europa (Portugal, Espanha, França e Dinamarca). Há oito anos Geraldo Vianna está à frente da Gvianna Produções Culturais, onde produz e grava CDs e DVDs, além de desenvolver trabalhos de pesquisa e vários projetos de cunho cultural e de interesse da classe artística. Com uma crescente atuação no mercado nacional a empresa incorporou o catálogo do músico, lançando-se como selo musical com propostas de ampliação e de divulgação da música instrumental e vocal desenvolvida em Minas Gerais. BETO LOPES - Baixo Alberto Lopes Cançado nasceu em Pitangui, Minas Gerais, em 15 de novembro de 1961. Filho de Maria Lopes dos Santos e de Cornélio Lopes Cançado Filho, começou a tocar cavaquinho e violão ensinado por sua mãe quando ele tinha cerca cinco anos. Mudou-se para Belo Horizonte e com seis anos passou a acompanhar os irmãos mais velhos, também músicos, cantando em matinês de bailes. Aprendeu acordeom, bandolim e piano. Porém, o violão e a guitarra foram os instrumentos que sempre o atraíram. Aos 18 anos, começou a tocar profissionalmente e conheceu os músicos que formavam o Clube da Esquina. Desde 1986, vem acompanhando na guitarra diversos músicos brasileiros como Hermeto Pascoal, Nivaldo Ornelas, Beto Guedes, Lô Borges, Toninho Horta, Tavinho Moura, Milton Nascimento e Fernando Brant, entre outros. Fez parte do projeto Convite Instrumental (1992), do BDMG – Cultural, com o saxofonista Idriss Boudrioua como convidado. Participou do Free Jazz ao lado de Túlio Mourão (1990) e acompanhando Flávio Venturini (1992). No Heineken Concerts, tocou ao lado de Lô Borges, Andy Summers, Milton Nascimento e Uakti e viajou pelos EUA em turnê com Lô Borges (1996). O músico e compositor Beto Lopes foi um dos quatro vencedores do III Prêmio BDMG – Instrumental em 2003. DOCA ROLIM - Guitarra Autodidata, iniciou-se aos 07 anos na música quando ganhou sua primeira guitarra. É músico acompanhando a mais de vinte anos de cantores mineiros, do Clube da Esquina como Toninho Horta, Celso Adolfo, Lô Borges. Acompanha Tadeu Franco em seus shows a mais de dez anos. MÁRCIO HALLACK - Teclados Inicialmente, atuou como pianista em vários eventos e em festivais no Cine Theatro Central, em sua cidade natal. Por essa época, integrou vários grupos. Em 1979, no Hotel Nacional no Rio de Janeiro, participou do "Festival Brahma MPB", classificando em 3º lugar o choro "Um presente pro titio", de sua autoria com arranjos do Maestro Gaya, tendo a participação do flautista Copinha. Por essa época, venceu um concurso de piano em Barbacena, Minas Gerais. No início da década de 1980, atuou em várias gravações com diversos artistas: Galo Preto, Hermeto Pascoal, Tom Jobim e Paulinho da Viola. No ano de 1989, apresentou-se no festival "Free Som", organizado por Paulinho Albuquerque e realizados no Cotton Club, em São Paulo e no Rio Jazz Club, no Rio de Janeiro. Neste mesmo ano, lançou seu primeiro disco individual. No LP contou com as participações de Nelson Ângelo, Mauro Senise, Fernando Leporace, Novelli e Telma Costa. No ano de 1993, abriu o show de Vitor Biglione realizado no Front, em Juiz de Fora. Neste mesmo ano, participou, ao lado de Robertinho Silva e Raul de Souza, do "II Pró-Jazz Festival", realizado na Escoila Pró-Música, em Juiz de Fora. No ano seguinte, em 1994, atuou como pianista e arranjador ao lado de Hérmanes Abreu na faixa "Um talvez", do disco de Lígia Alcantarino. Além disso, realizou show em Belo Horizonte no projeto "Tríade Instrumental". Em 1995, gravou o disco "Tudo azul", no qual participaram Raul de Souza, Mauro Senise, Robertinho Silva, Nico Assumpção e Adriano Giffoni. No ano seguinte, fez show de lançamento na Casa Rosada, com a participação de Toninho Horta na guitarra. No ano de 1997, participou, juntamente com Mauro Senise, Robertinho Silva e Adriano Giffoni, do programa da TV Educativa do Rio de Janeiro. Por essa época, atuou como arranjador e pianista no filme "O Rei do Samba", de José Sette, sobre a vida de Geraldo Pereira. Atuou ainda do disco "Contrabaixo brasileiro", de Adriano Giffoni. Neste mesmo ano, participou de diversos programas: "Canal Jazz", de Roberto Moura na TVE, "Arrumação", de Saulo Laranjeiras na TV Alterosa (SBT). Em 1998, ao lado de Kim Ribeiro, participou do programa "Ao Vivo Entre Amigos", de Ricardo Cravo Albin, na Rádio MEC/AM. Neste mesmo ano, apresentou-se com Robertinho Silva no projeto "Rock In Rio Instrumental" e, no ano seguinte, a dupla se apresentou no Anfiteatro da Companhia de Força e Luz de Cataguases, no qual foi gravado um CD ao vivo. No ano 2000, compôs a trilha sonora do filme "Lanterna Mágica", de Alexandre Alvarenga. Integrou o quinteto de Vitor Biglione, com o qual se apresentou no Mistura Fina (RJ), Teatro Alfa Real (SP), Museu do Telephone (RJ), Sesc - Bauru (SP), Hotel Copacabana Palace (RJ), Sesc - Vila Mariana (SP), e no Teatro Rival (RJ). Ainda neste ano, ao lado de Miéle, o Quinteto e Vitor Biglione apresentaram-se na Universidade Estácio de Sá, no Rio de Janeiro. Participou como convidado de saxofonista canadense Jean Pierre Zanella do show "Música Instrumental", na Casa de Cultura Laura Alvim, em Ipanema, no Rio de Janeiro. Neste mesmo ano, participou da gravação da trilha sonora do filme "Janela do Caos", de José Sette, sobre a vida do poeta Murilo Mendes. Nesta trilha, constam duas composições de sua autoria. Ainda em 2000, apresentou-se no "Projeto Instrumental", do Espaço Arte Sumária, no Rio de Janeiro, além de fazer show no La Taberna, em Belo Horizonte e de participar do "IV Festival de Jazz do Pró-Música", de Juiz de Fora. Entre 1979 e 2002, participou de vários discos, entre eles, do LP do pianista Sérgio Souto, grupo Choro Galo Preto, CD "Contrabaixo brasileiro", de Adriano Giffoni, "Duo Robertinho Silva e Márcio Hallack, gravado ao vivo no Teatro da Cia Força e Luz de Cataguases, mas ainda não lançado. CD "O tempo e o lugar"de Fernanda Cunha, "Ararinha Azul", CD de Aleuda Silva, como pianista ao lado de Hermeto Paschoal na faixa "Campos de morangos". Em 2002 lançou o CD "De manhã".
Projeto arquivado em razão da omissão do proponente na regularização da ocorrência: Perfil agência incompatível com o tipo de pessoa , o que impediu a abertura das contas e a continuidade processual. *Eventual desarquivamento poderá ser solicitado em até 30 dias pelo email salic@cultura.gov.br.*