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PRONAC 257916Autorizada a captação residual dos recursosMecenato

ORQUESTRA INFANTIL DE PAQUETÁ

PAQUETA PRODUCOES CULTURAIS LTDA
Solicitado
R$ 199,8 mil
Aprovado
R$ 199,8 mil
Captado
R$ 88,8 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

44.4%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Erudita
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2026-01-01
Término
2026-12-31
Locais de realização (1)
Rio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

O projeto irá promover apresentações musicais gratuitas da Orquestra Infantil de Paquetá, com repertório de compositores brasileiros. Participam da Orquestra e das apresentações crianças do projeto Bem Me Quer Paquetá, desenvolvido pela Casa de Artes Paquetá na ilha de Paquetá. São elaborados arranjos específicos para o grupo e os ensaios são abertos ao público. As crianças não somente participam da preparação musical como acompanham todo o processo de preparação da apresentação, conhecendo desde cedo o processo de economia criativa envolvido: figurinos e adereços, sonorização, criação das artes, divulgação, o produto musical, etc. Como Contrapartida Social o projeto oferece oficinas de capacitação musical para crianças da comunidade, todos alunos da única escola pública municipal da ilha. As oficinas de musicalização podem incluir, flauta doce, canto coral, cordas, sopros, percussão e prática de conjunto.

Sinopse

Não aplicável.

Objetivos

Objetivos Gerais O projeto atende diretamente vários incisos do artigo 02 do Decreto 10.755, de 2021: I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão; II - estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira; IV - promover a preservação e o uso sustentável do patrimônio cultural brasileiro em sua dimensão material e imaterial; V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais; VI - fomentar atividades culturais com vistas à promoção da cidadania cultural, da acessibilidade artística e da diversidade; VII - desenvolver atividades que fortaleçam e articulem as cadeias produtivas e os arranjos produtivos locais que formam a economia da cultura; VIII - impulsionar a preparação e o aperfeiçoamento de recursos humanos para a produção e a difusão cultural; Os incisos são atendidos das seguintes formas: - O projeto Bem Me Quer Paquetá sempre trabalha com as crianças temas relacionados a história e identidade da ilha, promovendo a inserção da criança em seu universo cultural. - O projeto promove ideais de estímulo a práticas cidadãs, das crianças e da comunidade, buscando permanentemente aumentar o leque de colaboradores e corresponsáveis pelo seu sucesso. O Padrinhos Culturais do projeto por exemplo, ajudam de formas diversas as crianças mais carentes do projeto. - Além de seu trabalho técnico o projeto promove noções de preservação da memória da Ilha e de divulgação e democratização de informações e conhecimentos do bairro, sua história e vida cultural e da APAC Paquetá _ Área de Preservação do Ambiente Cultural. Considerando o processo de perda de identidade que vinha caracterizando a vida da Ilha nas últimas décadas, o projeto cumpre importante papel de resgate do orgulho e autoestima das crianças e de toda a comunidade. - O projeto se apresenta como exemplo e modelo de atividade de revitalização cultural e social para a Ilha e Baía, que respeita, preserva e trabalha seu patrimônio e identidade como matéria prima básica e inspiração, que promove o desenvolvimento do turismo cultural sustentável, que tem as crianças e a comunidade com atores e beneficiários. Objetivos Específicos - Criar oportunidades para que se evite a perda de talentos e vocações, diminuindo a falta de perspectivas nos jovens, preparando-os para exercer atividades culturais e artísticas geradoras de trabalho e renda. - Criar produtos musicais, artísticos e culturais que consolidem e perpetuem o trabalho. - Criar novos atrativos culturais e artísticos que se insiram no quadro de revitalização turística da Ilha de Paquetá e possam ser oferecidos aos visitantes. - A partir do trabalho de nossos preparadores de naipe e regência, produzir para o público, 4 apresentações da Orquestra Infantil Paquetá, 2 ao longo do ano e 2 ao final do ciclo de formação do projeto, com a participação de em torno de 30 crianças em cada apresentação. O público estimado em cada apresentação é de 200 pessoas. - Como Contrapartida Social, oferece oficinas de formação/capacitação musical para em torno de 60 crianças da Ilha de Paquetá, alunos da escola pública municipal Joaquim Manuel de Macedo. As oficinas serão de musicalização: flauta doce, cordas, sopros, percussão e prática de conjunto. As oficinas acontecem uma ou duas vezes por semana em função de dinâmicas e evolução dos alunos e durante 10 meses.

Justificativa

O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Artigo 1º da Lei8.313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; O projeto tem por finalidade (dentre as elencadas no Artigo 3º da Lei 8.313/91): Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; De 2005 até 2016 nosso projeto teve algum tipo de patrocínio pela Lei Rouanet. Fomos patrocinados pela Petrobras e pelo Grupo CCR que opera a travessia marítima para nossa ilha. Por estratégia participativa do projeto sempre cultivamos Padrinhos Culturais, de nossa comunidade ou mesmo de fora da ilha. Os Padrinhos acarcavam com algumas despesas não contempladas pelo patrocínio, que por sua vez sempre foi pequeno em relação ao valor autorizado para captação. Sem patrocinadores, temos valorizado e ampliado a parceria com novos Padrinhos, que não só são certificadores da seriedade e qualidade do trabalho, como colaboram financeiramente e permitem a continuidade dos núcleos principais do projeto. A expectativa que temos para esse projeto com a Orquestra Infantil de Paquetá é de captarmos doações de Padrinhos pessoas físicas, com o uso da Lei Rouanet de renúncia fiscal, cientes que estamos das dificuldades de patrocínio.

Estratégia de execução

Apesar de separarmos claramente em nossa proposta, o Produto Apresentação Musical, fruto da formação regular do projeto Bem Me Quer Paquetá, e as Oficinas de Contrapartida Social, todo o projeto é uma grande ação sócio cultural. Nosso projeto promove a formação musical por música de concerto, de forma gratuita, para crianças e jovens da ilha de Paquetá desde 1999, tendo atendido a milhares de crianças nesses 27 anos.

Especificação técnica

Objetivos Gerais - O projeto Bem Me Quer Paquetá sempre trabalha com as crianças temas relacionados a história e identidade da ilha, promovendo a inserção da criança em seu universo cultural. - O projeto promove ideais de estímulo a práticas cidadãs, das crianças e da comunidade, buscando permanentemente aumentar o leque de colaboradores e co-responsáveis pelo seu sucesso. - Além de seu trabalho técnico o projeto promove noções de preservação da memória da Ilha e de divulgação e democratização de informações e conhecimentos do bairro, sua história e vida cultural e da APAC Paquetá – Área de Preservação do Ambiente Cultural. Considerando o processo de perda de identidade que vinha caracterizando a vida da Ilha nas últimas décadas, o projeto cumpre importante papel de resgate do orgulho e autoestima das crianças e de toda a comunidade. - O projeto se apresenta como exemplo e modelo de atividade de revitalização cultural e social para a Ilha e Baía, que respeita, preserva e trabalha seu patrimônio e identidade como matéria prima básica e inspiração, que promove o desenvolvimento do turismo cultural sustentável, que tem as crianças e a comunidade com atores e beneficiários. Objetivos Específicos - Criar oportunidades para que se evite a perda de talentos e vocações, diminuindo a falta de perspectivas nos jovens, preparando-os para exercer atividades culturais e artísticas geradoras de trabalho e renda. - Criar produtos musicais, artísticos e culturais que consolidem e perpetuem o trabalho. - Criar novos atrativos culturais e artísticos que se insiram no quadro de revitalização turística da Ilha de Paquetá e possam ser oferecidos aos visitantes. - Oferecer oficinas de formação/capacitação musical para em torno de 60 crianças da Ilha de Paquetá, alunos da escola pública municipal da ilha, Escola Joaquim Manuel de Macedo, através: musicalização, flauta doce, prática de conjunto, percussão e cordas. Justificativas - As oficinas estão alinhadas com os objetivos do projeto como um todo e reforçam a formação das crianças para que as apresentações finais do projeto sejam ainda melhores. - Não existe qualquer outro projeto de capacitação ou formação cultural | musical para crianças e jovens da ilha de Paquetá. - O acesso a cursos de formação fora da ilha é praticamente inviável em função dos horários de barca para levar a criança ao continente e trazer de volta não são compatíveis com os horários de aula na escola pública de Paquetá. - Nosso projeto tem boa parceria com o corpo docente da escola e as ações do projeto tem mais eficácia considerando o conhecimento que temos da relação da criança com sua comunidade escolar. - Temos um relacionamento próximo com os pais e responsáveis pelas crianças, com espaço para termos nas famílias o apoio doméstico para os estudos domiciliares que o projeto demanda. Carga horária As aulas de formação de cada núcleo são ministradas presencialmente uma ou duas vezes por semana por cada professor.Público alvo direto As oficinas estão dimensionadas para atender diretamente a 60 crianças da Ilha de Paquetá, na faixa de 0 a 10 anos, em sua grande parte alunas da escola pública municipal da Ilha, Escola Joaquim Manuel de Macedo (não existem escolas particulares em Paquetá). Indiretamente o projeto beneficia toda a comunidade da Ilha, sendo um atrativo para visitante, estimulando o turismo sustentável e a revitalização cultural da Ilha, com geração de renda e emprego. Metodologia aplicada Todos os novos alunos passam por um período inicial de musicalização e percepção musical, assim como, oficinas para desenvolvimento da coordenação motora e expressão corporal. O processo de capacitação vai além do ensino de um instrumento musical. Objetivamos permitir à criança ter acesso a um painel de linguagens e novos universos artísticos e culturais, onde ela possa desenvolver sua criatividade, potencial artístico, trabalhar em equipe, e vislumbrar oportunidades profissionais. É amplamente valorizado o trabalho coletivo a associativo. Material didático utilizado Livros básicos de técnica e repertório para cada instrumento utilizado; Partituras diversas do repertório tradicional da música erudita, com ênfase na música para orquestra; Acervo das composições e arranjos elaborados no projeto dos anos anteriores; Instrumentos disponibilizados ainda gratuitamente: Kit de percussão, incluindo algum material Orff 3 pianos – uma de cauda e dois de armário 5 violoncelos 8 violinos 2 violas 1 Contrabaixo 4 flautas transversas 2 clarinetas Diversas flautas doces (sopranino, soprano, contralto, tenor e baixo); Estantes diversas, metrônomos e afinadores. CONTEÚDOS QUE SERÃO MINISTRADOS Musicalização | Flauta doce | percussão | cordas | prática de conjunto a) Musicalização Infantil e Flauta Doce – As crianças que participam dessas oficinas são direcionadas para vivências em grupo onde vários conceitos básicos da música (sons, melodia, ritmo) são lançados de forma lúdica, despertando o interesse pelo aprendizado. O primeiro instrumento utilizado é a flauta-doce por ser de fácil manuseio e em poucas aulas a criança já pode tocar em pequenos grupos. b) Oficinas de Ritmo | Percussão – Os conceitos básicos da estruturação do ritmo e da leitura musical são desenvolvidos nessa disciplina que permeia todo o estudo musical do projeto. O aprendizado será sempre aplicado na Prática de Conjunto e Prática de Orquestra. A Oficina de Ritmo é o fio condutor para uma perfeita compreensão da idéia musical. c) Prática de Conjunto – Disciplina que acompanha a Musicalização. É desenvolvida pela prática da Flauta Doce (flauta soprano e contralto) que é ensinada em pequenos grupos e direcionada para os princípios básicos da experiência musical em grupos. d) Percepção Musical – É a continuação da Oficina de Ritmo, agora com conceitos mais aprofundados, estabelecendo conceitos novos de harmonia de estética musical e de estilo de composição. Um foco extra será dado na evolução da História da Música, preparando o aluno também para a trajetória histórica da música. Essa disciplina é fundamental para aqueles alunos que optarem pelas Universidades de Música. e) Prática de Orquestra – Para os alunos mais adiantados e que já tenham escolhido seus instrumentos definitivos. Serão distribuídos nos diversos naipes que compõem a orquestra e o repertório desenvolvido será o mais eclético da música sinfônica, estabelecendo novas aquisições musicais, desenvolvendo estilos e apurando o aprendizado técnico de cada instrumento. f) Instrumentos específicos – Depois de passado por todo o processo de musicalização, e pelos conhecimentos básicos da teoria musical, as crianças são convidadas a escolher o seu instrumento definitivo objetivando serem incorporadas à orquestra.

Acessibilidade

Para as apresentações MusicaisPara as Apresentações Musicais, tanto os ensaios gerais, que são abertos ao público visitante da instituição, como as apresentações finais, serão na sede da Casa de Artes Paquetá. O espaço permite acesso e tem equipe regularmente no local para orientação do público em geral, e de portadores de necessidades especiais.Para os dias das apresentações da Orquestra estamos prevendo adicionalmente:Acessibilidade física: O espaço oferece acessibilidade física na entrada, para a área das apresentações e banheiros a portadores de necessidades especiais. Estamos também prevendo um monitor(a) especialmente dedicado a essa orientação (incluído na Planilha Orçamentária).Acessibilidade visual: Nosso monitor(a) estará também dedicado a essa orientação facilitando o acesso do deficiente a área do concerto e outras área da instituição .Acessibilidade auditiva: Estamos também prevendo um tradutor para libras nos 4 dias de apresentação da Orquestra Infantil.Para as Oficinas de ContrapartidaCabe destacar que as Oficinas de Contrapartida acontecem para crianças, alunas da Escola Municipal Joaquim Manuel de Macedo de Paquetá (só existe essa escola municipal funcionando na ilha de Paquetá e nenhuma escola estadual ou particular). Nosso projeto está em andamento continuamente desde 1999, e como sempre acontece, sabemos de antemão a situação e condição de cada criança inscrita (diferentemente das apresentações que são finais abertas ao grande público), nossa comunidade é pequena e a relação do projeto com a escola, familiares e as crianças é sempre muito próxima.De certa forma, isso permite que as medidas de acessibilidade física, auditiva e visual que serão tomadas sejam bem eficazes e programadas de antemão, sabendo da situação real de cada criança.De toda maneira descrevemos a seguir as medidas mínimas que serão adotadas de modo a atender os portadores de deficiência física, auditiva e visual que vierem a se inscrever para as ações de contrapartida do projeto.Acessibilidade Física:O espaço na Casa de Artes onde acontecem as oficinas presenciais, oferece as facilidades necessárias para a acessibilidade física. Para os dias de oficinas estamos também prevendo um monitor(a) especialmente dedicado ao apoio às eventuais crianças com limitações de acesso. Estamos prevendo também a disponibilização de um conjunto de 4 videoaulas de modo a atender as oficinas de musicalização, onde as crianças poderão participar sem necessariamente estarem presentes na instituição.Acessibilidade Visual:Estamos prevendo a elaboração de um conjunto de quatro vídeo aulas de modo a atender os núcleos de oficinas de musicalização. As videoaulas terão uma preocupação especial com sua áudio descrição de modo a atender particularmente aquelas crianças portadoras de deficiência visual.Acessibilidade Auditiva:Estamos prevendo a elaboração de um conjunto de quatro vídeo aulas de modo a atender os núcleos de oficinas de musicalização. As vídeoaulas terão um tradutor para linguagembrasileira de sinais de modo a atender ao conjunto de crianças e particularmente aquelas portadoras de deficiência auditiva.AÇÕES DE ACESSIBILIDADE INTELECTUAL- Cabe destacar que as Oficinas de Contrapartida acontecem para crianças, alunas da Escola Municipal Joaquim Manuel de Macedo de Paquetá (atualmente só existe essa escola municipal funcionando na ilha de Paquetá e nenhuma escola estadual). Nosso projeto está em andamento continuamente desde 1999, e como sempre acontece, sabemos de antemão a situação e condição de cada criança inscrita, nossa comunidade é pequena e a relação do projeto com a escola, familiares e as crianças é sempre muito próxima.Dessa forma isso permite que as medidas de acessibilidade que serão tomadas sejam bem eficazes e programadas de antemão, sabendo da situação real de cada criança.- Nossas oficinas de contrapartida são abertas a qualquer criança da ilha. Existe uma preocupação estratégica do corpo docente de conhecer cada criança e suas características particulares. No ato da inscrição para o projeto, tanto a criança quanto o responsável é entrevistado, na busca desse conhecimento a no envolvimento dos responsáveis como parceiros dos objetivos gerais e específicos do projeto.- Nossa equipe é capacitada para lidar com essas crianças.- Todas as crianças do projeto estão inseridas em turmas ou grupos. Temos o cuidado de incluir crianças com deficiências em turmas menores. Valorizamos em nossa pedagogia a Prática de Conjunto, onde toda e qualquer criança do projeto participa.- As aulas são formatadas para um maior trabalho corporal.- Disponibilizamos material didático lúdico e especial para esse atendimento.- Sempre incluímos um mediador das famílias dentro da sala com a criança.- Além de turmas, ações de formação particular para algum aluno específico também ocorrem em função de necessidades diversas.- Estímulo a alunos sem deficiência para ajudar os alunos com deficiência.Desenvolver habilidades artísticas que são fundamentais para a inclusão de pessoas com deficiências diversas. Além da experiência de aprendizado musical, tais vivências estimulam a criatividade, sensibilidade, sociabilidade, expressividade e auxilia no desenvolvimento motor habilidades estas que vão além da formação estético-musical.

Democratização do acesso

As apresentações da Orquestra são livres para todas as idades e com entrada franca. O público estimado é de até 200 pessoas por apresentação. Boa parte desse público é da própria comunidade da ilha, de uma maneira geral de baixa renda. O evento recebe também público visitante que vem do continente de perfil variado. Para os patrocinadores | doadores reservamos a cota de 10% dos ingressos. Além das apresentações serem gratuitas focamos ainda a divulgação junto às escolas públicas de Paquetá estimulando outras crianças da ilha a assistirem o espetáculo (a ilha não tem escolas particulares, apenas as da rede municipal e estadual). Como ações previstas no Art.30 da Instrução Normativa n 1, de 24 de junho de 2013, adotamos as seguintes medidas: - O projeto é desenvolvido na ilha de Paquetá, local de difícil acesso a bens e atividades culturais oferecidos na cidade do Rio de Janeiro; - Permitimos a captação de imagens das atividades preparatórias do espetáculo e autorizamos sua veiculação por redes públicas de televisão; – Os ensaios do espetáculo acontecem na instituição e são abertos ao público gratuitamente. A Casa de Artes Paquetá é aberta à visitação diária e gratuitamente;

Ficha técnica

Nome: Josiane Kevorkian Função: Direção Musical Principais Realizações - 1.000Pianista, estudou com Pascal Rogé, mestrado na City University em Londres. 1º prêmio no concurso “WorshipfulCompanyofCordwainers”, bolsa estudo Londres com Norman Beedie, Vanya Elias e Richard Smith. Vencedora concursos e solista de várias orquestras. Forma com Patrícia Bretas o Duo Bretas-Kevorkian, com recitais no Brasil e na Europa. 1º Prêmio no Concurso Artlivre de Duos em São Paulo e lançou seu 1º CD, aclamado pelo público e crítica. Membro da Academia Internacional de Cultura e Academia de Letras e Música do Brasil. Troféu Mulher-2000 da AIC pelos trabalhos na Casa de Artes Paquetá. Foi Diretora Cultural da Latin American Association em Londres, coordenando PopolVuh – Ritual Exhibition, patrocínio do London ArtsBoard, em cartaz dois anos na Casa Latino Americana, no InstituteofContemporaryArts e Barbican Centre. Diretora Artística do Projeto Bem Me Quer Paquetá desde 2000, Instituto Zeca Pagodinho desde 2011, com diversos espetáculos montados.Nome: Bruno Jardim Função: Regência Principais Realizações - 1.000Iniciou seus estudos com a flauta doce, integrando projeto de formação artística com Tina Pereira na Pro Arte e graduou-se em Licenciatura em Música pela UNIRIO. Participou dos Flautistas e Orquestra de Sopros da Pro Arte, com os quais excursionou pelo Brasil e Áustria. Estudou flauta transversal com a professora Andrea Ernest Dias, mas seus interesses se voltaram para a regência. Aluno de maestros como J. Moretzsohn, E. Lakschevitz e Osvaldo Ferreira, fez cursos com os maestros Lutero Rodrigues, E. Aguiar, Daisuke Soga e Peter Gülke. Atualmente se especializa com Roberto Tibiriçá. É assistente de produção do Blim-blem-blom – música clássica para crianças, de Tim Rescala para a Rádio MEC FM. É professor na Casa de Artes Paquetá e no Instituto Zeca Pagodinho e regente da Orquestra Jovem Paquetá, com a qual tem se apresentado em espaços do RJ e realizou turnê pela Alemanha. Com o mesmo grupo, trabalhou em estreias de obras de Tim Rescala, EdinoKrieger, E. Villani-Cortes e J. G. Ripper.Nome: Carla Rincón Função: Preparação de Cordas Principais RealizaçõesFormação no Sistema Nacional de Orquestras da Venezuela, onde aperfeiçoou seu talento ao violino como solista de importantes orquestras, como a Simón Bolívar, excursionando pela América do Sul, Ásia e Europa. Premiada com bolsa integral pelo Conselho Nacional de Cultura da Venezuela e da North Carolina SchooloftheArts, graduou-se nos EUA, aluna e assistente de Kevin Lawrence. Desenvolve trabalho de música de câmara no Quarteto Radamés Gnattali e no Duo Imago Mundi. Viajou com o Quarteto pelo Brasil, África do Sul, Alemanha, Suíça, América do Norte e Sul, realizando concertos e workshops com repertório de música brasileira em turnê a convite da Califórnia State University. Assina coordenação pedagógica dos concertos didáticos do quarteto e atua como professora e coordenadora das cordas no Projeto Bem Me Quer Paquetá e Instituto Zeca Pagodinho, implantando junto à comunidade o mesmo sistema musical que propiciou sua aproximação à atividade sinfônica e profissionalização na Venezuela.Nome: Victor Hugo RegoFunção: Preparador Sopros e regênciaBacharel em clarineta professores José Batista Jr. e Cristiano Alves - Escola de Música da UFRJ. Participou de diversos Masterclasses e Festivais, tendo como professores Luis Rossi (Argentina), Juan Ferrer (Espanha), Michel Lethiec (França), Nuno Pinto (Portugal), Ovanir Buosi, Andre Moisan (Canadá), José Freitas entre outros. Se apresentou em importantes salas de concerto, como a Sala São Paulo, Sala Cecília Meireles e Theatro Municipal do Rio de Janeiro com diversas orquestras, entre elas, Orquestra Petrobras Sinfônica, Orquestra Sinfônica Nacional, Orquestra Filarmônica de Goiás e Orquestra Sinfônica Brasileira. Diversas premiações como concurso para solistas da Orquestra Sinfônica da UFRJ (2015), I Concurso para Jovens Solistas da Orquestra Sinfonica Nacional (2017) e segundo colocado no II Concurso para Jovens Solistas do Festival Gramado in concert (2019). Como solista apresentou-se com a Orquestra Sinfônica Cesgranrio, Orquestra Sinfônia da UFRJ e a Orquestra Sinfônica Nacional. Como camerista é integrante do Duo Bifonia, com o qual obteve o primeiro lugar no VI concurso de Música de Câmara do Festival Villa Lobos (2016) além de participar nos anos de 2018 e 2019 do importante festival de música de câmara Ilumina, colaborando com músicos como Tai Murray, Cristian Budu e Jakob Koranyi. Recentemente esteve em curso de aperfeiçoamento em performance em Buenos Aires tendo aulas com Mariano Rey.Nome: Fausto Maniçoba Junior Função: Preparador Percussão e Oficinas de Musicalização Iniciou seus estudos de percussão em 2009 com Lourenço Dias de Vasconcelos. Em 2017 formou-se Bacharel em Percussão pela Escola de Música da UFRJ - professores Pedro Sá e Daniel Serale. Participou de diversos festivais com professores como: Carlos Tarcha (ALE), Isao Nakamura (ALE), Malcon Lim (CANADÁ), Ronni Kot Wenzell ( DINAMARCA), entre outros. Percussionista da Orquestra Jovem Paquetá onde em 2014 fez uma turnê pela Alemanha tocando em diversas cidades. Na Orquestra tocou musicais comissionados por Edino Krieger, Tim rescala, João Guilherme Ripper, Edmundo Villane Cortês e outros. Participou da Orquestra Petrobrás Sinfônica e Banda Filarmônica do Rio de Janeiro. Em 2017 foi artista convidado no 1° Festival de Música da UFF. Foi Professor de Percussão na Escola de Música de Manguinhos, Ministrou oficinas de Musica para crianças da rede publica de ensino entre 2012/2013 e 2016. Atualmente leciona no Instituto Zeca Pagodinho atuando como professor de Percussão, Flauta doce e Musicalizão infantil. Formação Acadêmica: Formação Artística Festival de Musica de Londrina - (2010) Festival de Musica de Sarzedo - (2012) Festival Brasil - Alemanha - (2013) Festival de Musica nas Montanhas - 2016 Curso Método Dalcroze, com o professor Iramar Rodrigues - (2013) Curso de Musicalização infantil com Maria Fernanda Montero (VNZ) - (2015) Concertos realizados pelas orquestras: Orquestra Petrobrás Sinfônica Orquestra Sinfônica Cesgranrio Orquestra Jovem Paquetá Orquestra Sinfônica da UFRJ Orquestra de Sopros Banda Filarmônica do Rio de Janeiro Professor de Percussão e Musicalização: Professor de Percussão, Musicalização e Flauta Doce – Projeto Bem Me Quer Paquetá ( 2011 – 2017) Projeto Segundo Turno - Escola Pedro Bruno - Prefeitura - (2012 - 2013) Escola de Musica de Manguinhos - (2013 - 2014) Instituto Zeca Pagodinho - (2012 - 2019)

Providência

Transferência de recursos entre conta captação e conta movimento no valor de R$88.750,00 em 27/03/2026.