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PRONAC 257946Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Integrasons

PABLO PANARO DO NASCIMENTO
Solicitado
R$ 465,9 mil
Aprovado
R$ 465,9 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Erudita
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2026-01-01
Término
2026-09-30
Locais de realização (1)
Rio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

O projeto propõe a realização de concertos de música clássica, recitais didáticos e masterclasses, em localidades com baixa oferta de concertos de música clássica na região metropolitana do Rio de Janeiro. Todas as ações do projeto serão gratuitas, acessíveis e abertas ao público, com atenção especial à inclusão de pessoas com deficiência, mobilidade reduzida ou baixa escolarização. Destinado especialmente a estudantes de música, professores da rede pública, músicos locais em formação e público geral, o projeto estimula o protagonismo dos músicos das comunidades atendidas, integrando-os ativamente aos concertos do projeto.

Sinopse

Os programas dos concertos e recitais didáticos serão definidos ao longo da etapa de pré-produção;Classificação indicativa livre.

Objetivos

Objetivo GeralRealizar o projeto Integrasons como uma ação de circulação artística e educativa na região metropolitana do Rio de Janeiro, contribuindo para a descentralização da música de concerto, historicamente concentrada nas capitais, e fomentando processos de formação musical e valorização simbólica por meio da integração entre artistas do projeto e músicos locais.Objetivos EspecíficosProduto APRESENTAÇÃO MUSICAL: Realizar quatro concertos públicos de música de câmara, com entrada gratuita, em quatro localidades do Rio de Janeiro (Complexo do Alemão, Duque de Caxias, Nova Iguaçu e São Gonçalo) entre abril e julho de 2026, impactando diretamente um público de 1000 pessoas ao longo do circuito (média de 250 pessoas por localidade).Realizar quatro recitais didáticos em escolas públicas destas mesmas localidades, beneficiando diretamente um público estimado de 400 estudantes (média de 100 estudantes por escola), com carga horária por localidade de 1h10min (40 minutos de apresentação musical + até 30 minutos de interação com os alunos).Contribuir diretamente para a geração de oportunidades de trabalho no setor cultural, com a contratação de aproximadamente 30 profissionais ao longo das três etapas de realização (pré-produção, realização e pós-produção), incluindo músicos da Unirio (cerca de 12 participantes entre docentes e discentes), técnicos de som, equipes de produção local, designer gráfico, assessor de imprensa, consultor em acessibilidade, gestor de mídias sociais, profissionais de vídeo e fotografia, produtores executivos e motoristas.Produto Curso/Oficina/Capacitação-MúsicaOferecer quatro masterclasses destinadas a músicos em formação vinculados a instituições locais dos quatro territórios atendidos, beneficiando diretamente cerca de 80 músicos (estimativa média de 20 participantes por atividade), com carga horária por localidade de 2h.

Justificativa

O projeto Integrasons nasce da urgência de ampliar o acesso à música de concerto em regiões historicamente excluídas da circulação cultural mais ampla. No Brasil, a produção da música de concerto ainda permanece fortemente concentrada nas capitais e em espaços tradicionalmente associados a públicos especializados, o que limita o seu alcance e aprofunda desigualdades no acesso à arte. Frente a essa realidade, este projeto se propõe como uma resposta concreta, articulando excelência artística, inclusão cultural e compromisso efetivo com acessibilidade e democratização do acesso.O conceito artístico do projeto é fundamentado na valorização da música de câmara, cuja formação instrumental, de até cinco músicos, permite versatilidade, proximidade com o público e inserção em espaços diversos, como igrejas, praças, escolas e teatros municipais. A curadoria do repertório buscará obras-primas da música de câmara dos grandes compositores estrangeiros e brasileiros, priorizando aquelas com forte capacidade de comunicação e impacto emocional, de modo a demonstrar que a música de concerto não é uma linguagem elitizada, mas uma forma artística potente, acessível a qualquer pessoa desde que lhe seja dada a oportunidade de vivenciá-la.O projeto se destaca também pela excelência artística de seus intérpretes: docentes e discentes da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Unirio), músicos com reconhecida trajetória e desempenho artístico. Cada grupo de câmara será formado por professores _ músicos consagrados e com vasta experiência _ e estudantes em fase final de curso, selecionados dentre aqueles que já demonstram elevada expertise artística, domínio técnico e vivência de palco. Essa combinação entre músicos consagrados e jovens talentos garante apresentações de alto nível, além de propiciar um ambiente de troca artística qualificada e intergeracional. A excelência do grupo não se limita aos palcos: ela atravessa todas as ações do projeto — concertos, recitais didáticos e masterclasses — assegurando qualidade em cada etapa do processo artístico e formativo.Ao mesmo tempo, o projeto também contribui para fortalecer a formação dos estudantes envolvidos. Embora esses discentes já recebam sólida preparação como intérpretes, as Universidades de música no Brasil ainda oferecem poucas oportunidades de formação complementar nos campos da mediação cultural, produção e circulação artística — áreas fundamentais para a atuação profissional contemporânea no setor musical. Nesse contexto, o projeto atua como uma plataforma de formação ampliada, que não substitui, mas enriquece a trajetória acadêmica tradicional, preparando os estudantes para uma inserção profissional mais plural, crítica e alinhada com os desafios do fazer musical no Brasil de hoje.Integrações artísticas com músicos locaisUm dos diferenciais metodológicos e artísticos do Integrasons é a forma como propõe integrar músicos locais aos concertos do projeto. Essa proposta não se limita a uma participação pontual, mas busca estabelecer uma troca artística horizontal e colaborativa, que valorize os saberes musicais dos territórios envolvidos e promova experiências de reconhecimento e pertencimento mútuo.A direção artística do projeto realizará, na fase de pré-produção, um mapeamento de músicos atuantes em cada uma das quatro localidades atendidas, com base em critérios como desempenho técnico e artístico, relevância cultural e visibilidade dentro da comunidade local. A partir desse levantamento, serão convidadas até duas parcerias artísticas por território, totalizando até 8 músicos locais integrados ao circuito.Essas parcerias se materializarão de três formas possíveis, a depender do perfil dos músicos e da curadoria de cada recital:1. Integração dos músicos locais no repertório dos artistas do projeto: os músicos locais se integram diretamente à formação de câmara do projeto, participando da execução de uma ou mais obras do repertório. Essa modalidade estimula o intercâmbio técnico e artístico em ensaios conjuntos e na performance.2. Integração dos artistas do projeto no repertório dos músicos locais: os músicos do projeto se somam ao grupo ou proposta musical trazida pelos artistas locais, executando obras representativas de seu repertório e práticas musicais. Essa abordagem reforça o reconhecimento institucional das expressões culturais presentes nos territórios atendidos.3. Integrações alternadas no recital: os músicos locais apresentam seu trabalho artístico como parte da programação do recital, em alternância com o repertório trazido pelos músicos do projeto. Esse formato propicia uma convivência estética plural, em que diferentes linguagens musicais compartilham o mesmo espaço de escuta.Todas as formas de participação valorizam igualmente práticas de música de concerto e outras tradições musicais, incluindo expressões da música popular, formações híbridas e repertórios autorais. A pluralidade é vista aqui como uma qualidade estética e como uma ferramenta de aproximação entre públicos diversos.A integração dos músicos locais aos concertos tem múltiplos impactos: amplia a identificação do público com o evento, fortalece a autoestima simbólica das comunidades, valoriza a cultura produzida em cada território e contribui para a construção de uma experiência artística genuinamente compartilhada. Além disso, oferece aos músicos locais novas oportunidades de formação, visibilidade e reconhecimento.As apresentações serão antecedidas por ensaios colaborativos e reuniões de preparação, garantindo qualidade técnica e liberdade criativa. As experiências de integração serão registradas em vídeo e fotografia, incluindo depoimentos dos músicos envolvidos, e poderão compor materiais de divulgação e memória do projeto, reforçando seu caráter inovador, inclusivo e formativo.Diante do exposto, o projeto atende aos Incisos I, II, III, VIII do Art. 1º da Lei 8313/91, a saber:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; O projeto também atende às finalidades expressas no Artigo 3º da Lei 8313/91, da referida norma, a saber:II - fomento à produção cultural e artística, mediante:c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;

Especificação técnica

As ações educativas do Integrasons estão organizadas em três frentes complementares, voltadas a diferentes públicos e etapas da formação musical: os recitais didáticos, as masterclasses e a integração artística com músicos locais. Cada uma dessas ações se estrutura a partir de metodologias específicas, com foco na ampliação do acesso, no estímulo à escuta sensível e no desenvolvimento de competências musicais e simbólicas.1. Recitais DidáticosPúblico-alvo: Estudantes da rede pública de ensino básico, preferencialmente do Ensino Fundamental e Médio, com idade entre 7 e 14 anos.Objetivos pedagógicos:· Estimular a escuta musical sensível e crítica desde os primeiros anos de escolarização;· Despertar o interesse pela música de concerto como experiência estética e expressiva;· Apresentar os instrumentos e os elementos básicos da linguagem musical de forma lúdica e acessível.Procedimentos metodológicos:Os recitais didáticos serão realizados em escolas públicas das localidades atendidas pelo projeto, sempre em diálogo com as equipes pedagógicas de cada instituição. O roteiro será previamente preparado pelos músicos do projeto, incluindo explicações sobre os instrumentos, trechos comentados das obras, curiosidades sobre os compositores e atividades participativas com os alunos (como acompanhamento rítmico, associação de imagens ou pequenas improvisações guiadas). Os conteúdos serão apresentados em linguagem simples, clara e acessível, de modo a garantir a compreensão por estudantes com diferentes níveis de alfabetização ou deficiência intelectual leve.Ações de acessibilidade específicas:· Será assegurado que os espaços escolares utilizados tenham acesso físico adequado (rampas, banheiros adaptados);· Os materiais impressos de apoio (como programas ilustrados) utilizarão fontes ampliadas e contraste adequado, beneficiando estudantes com baixa visão;· Presença de intérprete de Libras nos momentos de fala, garantindo o acesso dos estudantes surdos;· O projeto disponibilizará abafadores de som e, quando necessário, óculos com lentes escuras para estudantes com hipersensibilidade sensorial, como no caso de autistas. Carga Horária estimada por ação (por localidade):1h10 (sendo 40 minutos de apresentação musical + até 30 minutos de interação com os alunos).Critérios de articulação: As escolas serão selecionadas em conjunto com as Secretarias Municipais de Educação e com base na disponibilidade de espaço físico adequado para a apresentação e no interesse demonstrado pelas equipes pedagógicas em participar da ação. 2. MasterclassesPúblico-alvo: Músicos em formação vinculados a instituições locais, como bandas, escolas de música, orquestras juvenis, projetos sociais ou cursos técnicos de música.Objetivos pedagógicos:· Contribuir para o aprimoramento técnico e artístico de músicos em formação;· Fortalecer vínculos entre o ensino superior e os espaços de formação musical de base comunitária;· Oferecer um espaço de troca, orientação e escuta entre professores e estudantes da área musical.Procedimentos metodológicos: As masterclasses serão organizadas com foco em instrumentos específicos (como piano, violino, flauta, violoncelo) e práticas de conjunto. Os participantes serão previamente inscritos com o apoio das instituições parceiras locais. Cada atividade incluirá momentos em que os participantes executam uma peça de seu repertório individual, seguidos por intervenções técnicas, sugestões interpretativas e orientações realizadas pelos músicos do projeto. Reconhecidos por sua excelência artística e experiência profissional, os músicos do projeto atuarão como orientadores das atividades, oferecendo aos participantes uma oportunidade formativa enriquecedora, com foco no aprimoramento técnico, na expressividade musical e na reflexão crítica sobre a prática interpretativa. A metodologia priorizará o trabalho com obras trazidas pelos próprios participantes, valorizando seu repertório e contexto formativo.As masterclasses serão abertas ao público, funcionando como uma aula aberta. Mesmo aqueles que participarem apenas como ouvintes, poderão se beneficiar amplamente do conteúdo compartilhado, observando os processos de orientação e construção musical. A presença de intérprete de Libras em todas as atividades garante que participantes e ouvintes surdos sinalizantes tenham pleno acesso às informações transmitidas, promovendo inclusão e equidade no ambiente formativo.Carga Horária estimada por ação (por localidade): 2 horasCritérios de articulação: A seleção dos participantes será feita por indicação das instituições locais, priorizando jovens músicos com atuação constante e interesse em desenvolvimento técnico-artístico. 3. Integração Artística com Músicos LocaisPúblico-alvo: Músicos atuantes nas localidades atendidas pelo projeto, com reconhecida presença nas cenas culturais locais, sejam da área da música de concerto, popular ou de formações híbridas.Objetivos pedagógicos e simbólicos:· Promover o reconhecimento institucional de práticas musicais diversas, oriundas dos próprios territórios;· Estimular processos de formação continuada por meio da troca artística direta e da prática compartilhada;· Ampliar o pertencimento simbólico e o engajamento das comunidades locais com as ações do projeto.Procedimentos metodológicos: A direção artística do projeto realizará, na fase de pré-produção, um mapeamento de músicos locais, com base em critérios como qualidade artística, relevância cultural e inserção comunitária. A partir desse levantamento, serão convidadas até duas parcerias artísticas por território. A integração se dará por meio de ensaios colaborativos, reuniões de preparação e apresentações conjuntas durante os concertos. Serão adotados três formatos possíveis de integração1. Músicos locais se integram aos grupos de câmara do projeto para a execução de peças específicas;2. Artistas do projeto se juntam aos músicos locais na execução de obras representativas de seus repertórios;3. Apresentações intercaladas no concerto, promovendo uma convivência estética plural.Carga Horária estimada por ação (por localidade):Mínimo de 2h de ensaio + 1h15 de apresentação.Critérios de articulação: A seleção dos músicos locais será conduzida pela equipe de coordenação artística do projeto, com o apoio de lideranças culturais e instituições locais. As parcerias priorizarão músicos com trajetória consistente e disponibilidade para participar de ensaios e apresentações.

Acessibilidade

Ações de Acessibilidade FÍSICA:O acesso físico será determinante para a escolha de todos os locais onde haverá ações do projeto, como os concertos, recitais didáticos e masterclasses, priorizando espaços com infraestrutura adequada para receber pessoas com mobilidade reduzida, como rampas de acesso, banheiros adaptados e ausência de barreiras arquitetônicas. Essa ação beneficia diretamente pessoas com deficiência física, idosos, gestantes e outros indivíduos que enfrentam limitações de locomoção;Ações de Acessibilidade de CONTEÚDO:Todos os materiais impressos e digitais do projeto adotarão uma linguagem acessível, clara e objetiva, evitando jargões técnicos e estruturas complexas. Essa diretriz será aplicada especialmente aos programas dos concertos e dos recitais didáticos, assim como aos textos publicados no site e nas redes sociais do projeto. O objetivo é facilitar a compreensão das informações por um público amplo e diverso, inclusive por pessoas com baixo letramento, estudantes em fase de alfabetização, pessoas com deficiência intelectual leve e público em geral não especializado. Essa ação beneficia especialmente aqueles que, por diferentes razões, enfrentam barreiras linguísticas no acesso à informação cultural, promovendo a inclusão e o engajamento com as atividades do projeto.Todas as imagens utilizadas nos materiais digitais do projeto — incluindo publicações em redes sociais e no site oficial — contarão com texto alternativo (alt text). Essa medida garante que o conteúdo visual seja também acessível em formato textual, descrevendo de forma objetiva os elementos essenciais das imagens, como cenários, ações e expressões. Essa ação beneficia principalmente pessoas com deficiência visual total ou parcial, permitindo que tenham acesso pleno às informações visuais e que participem de maneira equitativa da experiência comunicativa e estética do projeto.Haverá tradução em Libras (Língua Brasileira de Sinais) durante os concertos, recitais didáticos e eventos formativos do projeto. Embora os concertos sejam centrados na performance musical, muitos deles incluem momentos de fala por parte dos artistas, seja para contextualizar as obras, apresentar os músicos ou interagir com o público — especialmente nos recitais didáticos, que têm caráter mais explicativo e participativo. A presença de intérpretes de Libras nesses momentos garante que pessoas surdas usuárias da Língua Brasileira de Sinais possam compreender plenamente os conteúdos transmitidos oralmente. Essa ação beneficia diretamente o público surdo sinalizante, promovendo o acesso igualitário às dimensões informativas e educativas das apresentaçõesO projeto disponibilizará recursos de regulação sensorial, como abafadores de som e óculos de proteção com lentes escuras, para o público que necessitar de suporte durante os eventos presenciais. Esses itens poderão ser utilizados por pessoas que apresentem hipersensibilidade a estímulos auditivos ou visuais, comuns em contextos de neurodivergência, como no autismo ou no TDAH. A presença desses recursos contribui para a criação de um ambiente mais acolhedor e menos sobrecarregado sensorialmente. Essa ação beneficia especialmente pessoas neurodivergentes com sensibilidade sensorial aumentada, promovendo conforto, segurança e maior permanência durante as atividades do projeto.

Democratização do acesso

O projeto atende ao artigo nº47 da IN 23/2025, incisos I e V, através da realização das seguintes ações:Todas as ações do projeto serão inteiramente gratuitas, sem cobrança de ingressos ou taxas de participação. Isso inclui concertos, recitais didáticos e masterclasses. Essa gratuidade beneficia diretamente pessoas de baixa renda e populações com acesso restrito a atividades culturais pagas, eliminando a barreira econômica como impeditivo ao consumo de música de concerto e formação artística.O projeto atuará de forma descentralizada, priorizando localidades que tradicionalmente não recebem programações de música de concerto: Complexo do Alemão, Duque de Caxias, Nova Iguaçu e São Gonçalo. A escolha desses locais permite que os moradores dessas regiões tenham acesso à programação sem custos de deslocamento ou necessidade de transporte até regiões centrais. Essa ação beneficia moradores de áreas periféricas e regiões com escassez de oferta cultural, ampliando o alcance territorial das ações e promovendo equidade de acesso.O projeto estabelecerá parcerias com escolas públicas e instituições comunitárias para realização de recitais didáticos diretamente nesses espaços. Ao levar a atividade para dentro do ambiente escolar, elimina-se a necessidade de deslocamento dos estudantes e evitam-se custos logísticos para as instituições parceiras. Essa ação beneficia especialmente crianças e adolescentes de comunidades de baixa renda, promovendo o contato direto com a música ao vivo em seu cotidiano.A programação do projeto será organizada em horários acessíveis, considerando as rotinas e condições de mobilidade do público-alvo. Os concertos ocorrerão nas tardes dos fins de semana, permitindo que as pessoas participem sem prejuízo de suas atividades laborais. Já os recitais didáticos e masterclasses acontecerão nos turnos da manhã ou da tarde, de forma a atender estudantes e demais públicos disponíveis nesses períodos. Nenhuma ação será realizada no turno da noite, em respeito às condições de segurança e deslocamento nos territórios atendidos. Essa organização beneficia trabalhadores, estudantes e moradores de regiões com limitações de transporte e segurança à noite, promovendo a participação com conforto e tranquilidade.Será feita ampla divulgação das atividades em meios acessíveis e populares, como redes sociais, rádios comunitárias, grupos de WhatsApp locais e cartazes em espaços públicos de circulação. A comunicação será adaptada à realidade das comunidades atendidas, com linguagem simples e canais acessíveis. Essa ação beneficia públicos com acesso limitado a meios tradicionais de informação cultural, garantindo que saibam da existência dos eventos e possam participar.

Ficha técnica

Direção Geral e ProponenteNome: Pablo Panaro Função: Proponente e Diretor Geral Atribuições no projeto:Coordenação artística e administrativa do projeto;Planejamento e acompanhamento das ações (concertos, recitais didáticos e masterclasses);Gestão da equipe de músicos e parceiros institucionais;Articulação com instituições parceiras e espaços culturais;Supervisão de comunicação e relatórios para prestação de contas.Breve currículo: Pianista especializado em música de câmara, é pianista correpetidor da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO) desde 2014. Atuou como pianista do Coro de Crianças da Orquestra Sinfônica Brasileira entre 2010 e 2016. Premiado em concursos e festivais de música de câmara, possui sólida experiência como camerista e colaborador em projetos de extensão e formação musical. É idealizador e coordenador do Recitais Unirio, projeto de Extensão e Cultura da UNIRIO, que já realizou dezenas de concertos públicos e ações educativas em museus e escolas públicas do Rio de Janeiro. Em 2025, foi selecionado para a Incubadora Cultural Conexões Musicais, da Fundação Orquestra Sinfônica Brasileira, na qual vem aprimorando competências em gestão cultural, elaboração de projetos, orçamentos e captação de recursos.Principais artistasEstes músicos atuarão em três frentes principais:Concertos de música de câmara e recitais didáticos, em cada uma das quatro localidades do projeto;Masterclasses, voltados à formação de estudantes de escolas públicas e instituições locais;Ensaios de integração com músicos discentes da UNIRIO e até dois músicos locais. Maria Teresa Madeira – Piano Currículo: Pianista e professora titular de piano e música de câmara da UNIRIO, possui doutorado pela mesma instituição, mestrado pela Universidade de Iowa (EUA) e bacharelado pela UFRJ. Premiada no Prêmio da Música Brasileira e no Prêmio Bravo! de Cultura, tem carreira multifacetada como solista e camerista, com mais de 30 CDs gravados, incluindo a integral da obra de Ernesto Nazareth. Atuou com orquestras como a Sinfônica Brasileira, Petrobras Sinfônica e USP, além de se apresentar em países como França, Alemanha, EUA e Argentina. Reconhecida pela difusão da música brasileira, é também autora da edição crítica “Chiquinha Gonzaga para Todos” e lançou em 2025 o álbum “Francisca Gonzaga por Maria Teresa Madeira”, pela gravadora Biscoito Fino. Mariana Salles – Violino Currículo: Professora de violino, música de câmara e pedagogia de cordas da UNIRIO, é doutora e mestre pela mesma instituição. Foi 1ª solista da Orquestra do Teatro Municipal do Rio de Janeiro (1996–2000) e integrou os quartetos da UFF e Paulo Bosisio. Tem sólida atuação como solista e camerista, com participação em Bienais de Música Contemporânea e gravações ao lado de artistas como Gal Costa, Caetano Veloso e Djavan. Possui discografia dedicada à música brasileira, incluindo a integral das sonatas para violino e piano de Claudio Santoro. Mantém atividades internacionais com turnês na Europa e América Latina e é autora dos livros Arcadas e Golpes de Arco e Ciência na Arte – Arte na Ciência. Marina Spoladore – Piano Currículo: Pianista premiada em mais de 30 concursos nacionais e latino-americanos, é doutora em Performance Musical pela Universidade de Aveiro (Portugal) e UFMG, mestre em Musicologia pela UNIRIO e bacharel pela UFRJ. Professora da UNIRIO, tem intensa atuação como solista e camerista, com apresentações nas principais salas de concerto do Brasil e em festivais de música contemporânea. Foi integrante do grupo PianOrquestra, realizando turnês pela Europa e América Latina, e do Trio Paineiras, com obras encomendadas para a formação. Como solista, apresentou-se com orquestras como OSB, USP e UFF, sob regência de maestros como Roberto Duarte e Ligia Amadio. Duo Barrenechea – Flauta e Piano (Sérgio Barrenechea e Lúcia Barrenechea) Currículo: Formado em 1989, o Duo Barrenechea (flauta e piano) dedica-se à divulgação da música brasileira e latino-americana, incluindo estreias de obras de compositores nacionais. Com turnês pela Europa, Américas e Canadá, já se apresentou em festivais como o Villa-Lobos, o Festival Internacional de Flautistas (Peru) e a Convenção da National Flute Association (EUA). Lançou diversos CDs e DVDs, incluindo a integral da obra para flauta de Francisco Mignone. Lúcia Barrenechea é pianista, doutora pela University of Iowa (EUA) e professora titular da UNIRIO, com sólida atuação como solista e camerista. Sérgio Barrenechea, doutor pela UNIRIO, é professor titular de flauta da mesma instituição, integrante do Quinteto Brasília e idealizador de projetos como a Orquestra Carioca de Flautas. Marco Túlio – Saxofones Currículo: Doutor e mestre em Música pela UNIRIO e bacharel pela UFRJ, é professor associado da UNIRIO, atuando tanto no programa acadêmico (PPGM) quanto no profissional (PROEMUS), do qual foi coordenador (2020–2022). Autor do livro Saxofone Fácil e coautor do Manual do Mestre de Banda de Música (FAPERJ), tem carreira marcada pela versatilidade, atuando em orquestras, bandas sinfônicas e projetos de música popular. Já trabalhou com artistas como Gilson Peranzzetta, Nivaldo Ornelas, Luiz Melodia e Jorge Vercillo. Foi integrante da UFRJazz Ensemble e membro-fundador da Banda Filarmônica do Rio de Janeiro.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.