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PRONAC 257956Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Gonzaguinha

ALVOROCO CRIACAO E PRODUCAO CULTURAL LTDA
Solicitado
R$ 3,85 mi
Aprovado
R$ 3,85 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Teatro Musical (c/ dramaturgia, danças e canções)
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Teatro musical
Ano
25

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2028-07-01
Término
2029-03-31
Locais de realização (2)
Rio de Janeiro Rio de JaneiroSão Paulo São Paulo

Resumo

Realização de um espetáculo teatral em homenagem o grande compositor da música brasileira Luiz Gonzaga do Nascimento Júnior, o Gonzaguinha. Reconhecido como um dos maiores intérpretes e compositores de seu tempo, artista de postura ativista, falou de amor, de liberdade e direitos humanos em um período espinhoso de nossa história. As canções de Gonzaguinha atravessaram gerações e por isso o tornaram um dos maiores ícones da nossa história.

Sinopse

Uma homenagem ao grande compositor brasileiro Luiz Gonzaga do Nascimento Júnior, conhecido como Gonzaguinha. Reconhecido como um dos maiores intérpretes e compositores de sua época, Gonzaguinha era um artista de postura ativista que, através de suas canções, abordou temas de amor, liberdade e direitos humanos durante um período desafiador da história brasileira. Suas músicas transcenderam gerações, solidificando seu status como um dos maiores ícones culturais do país. A montagem celebra o ano em que Gonzaguinha completaria 80 anos. Este espetáculo promete uma vibrante e emocionante homenagem a um dos maiores compositores da música brasileira, cujas canções continuam a ressoar com força e relevância nos dias de hoje.

Objetivos

OBJETIVO GERAL Realizar a montagem e circulação do espetáculo de teatro musical "Gonzaguinha" com a Cia Barca dos Corações Partidos, que evidencia a vida e obra de um dos maiores artistas nacionais. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Realizar 1 Temporada no Rio de Janeiro com 16 apresentações; Realizar 1 Temporada em São Paulo com 16 apresentações; Realizar sessões acessíveis com recursos de acessibilidade atitudinal, comunicacional e físicos; Divulgar para as novas geraçõs um dos maiores cantores e compositores de todos os tempos da música popular brasileira; Contribuir pra que a população receba um projeto com qualidade técnica inquestionável.

Justificativa

Em 2012, quando Luiz Gonzaga, o pai, completava 100 anos, é claro que várias homenagens foram realizadas, inclusive o filme "Gonzaga de pai para filho", mas que acabou sendo lançado depois do centenário. A Barca estava em Exu, no dia do aniversário de Seu Lua, com parte da família dele, comemorando com toda a cidade a felicidade de ter realizado dois lindos espetáculos, para seis mil pessoas, ao ar livre. Foi uma comoção, as crianças queriam subir no palco, abraçar o elenco, todos choravam. Ninguém queria ir embora. E choveu... Chuva no sertão é alegria. Saíram de lá com aquele espetáculo, uma joinha que durou quatro anos, uma companhia que já dura doze e uma missão de levar a cultura brasileira pelos palcos do Brasil e quicá do mundo. Apresentamos Gonzagão na abertura do Festival Iberoamericano, em Bogotá. A Barca hoje tem mais de 600 mil espectadores, 50 prêmios, é uma baita conquista para uma trupe tão jovem. E nessa trajetória passaram alguns ícones da nossa cultura, como Luiz Gonzaga, Jackson do Pandeiro, Suassuna, mas também temas relevantes, literatura, como Macunaíma. Mas consideramos importante remexer nesse repertório "gonzagueano junior", que traz um período histórico tão emblemático do Brasil e também uma formação de consciência social, democrática da juventude. Acabamos de relembrar 60 anos do golpe militar de 1964. Gonzaguinha é jovem, a juventude canta, as rodas de samba não param de exaltar e cantar e é por isso que o teatro precisa homenagear Gonzaguinha e a sua obra gigante. Gonzaguinha (RJ, 22/09/1945 _ 29/04/1991) era o apelido carinhoso de Luiz Gonzaga do Nascimento Júnior. Sua carreira decolou na década de 1970, quando suas composições se tornaram um sucesso no cenário musical brasileiro. Entre suas canções mais famosas estão "O Que É, O Que É?", "Comportamento Geral" e "Explode Coração". Infelizmente, faleceu precocemente em um acidente de carro, aos 45 anos de idade. No entanto, seu legado perdura através de suas composições atemporais. A partir do Art. 1º da Lei 8313/91, o projeto se enquadra nos seguintes incisos: IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; eVIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. A partir do Art. 3º da Lei 8313/91, o projeto tem como objetivos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres.

Estratégia de execução

Não se aplica.

Especificação técnica

PRODUTO PRINCIPAL - ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS Montagem do espetáculo 01 Temporada no Rio de Janeiro 01 Temporada em São Paulo 01 Circulação em Belo Horizonte 01 Circulação em Fortaleza 01 Circulação em Recife AÇÃO FORMATIVA DE CONTRAPARTIDA SOCIAL Realizaremos um ensaio aberto do espetáculo com audiodescrição, intérprete de libras e monitor para apoio de pessoas com deficiências intelectuais antes da estreia do espetáculo. Realizaremos uma palestra sobre o processo de criação e desenvolvimento do espetáculo após o ensaio aberto.

Acessibilidade

PRODUTO ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICASACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO:Os teatros selecionados asseguram acessibilidade plena em sua infraestrutura física, com a presença de rampas de acesso, sanitários adaptados, sinalização adequada e demais recursos previstos na legislação vigente.ACESSIBILIDADE PARA PcD VISUAIS:Audiodescrição em 1 sessão por cidade;Descrição de imagens em todas as postagens nas redes sociais do projeto, acompanhadas da hashtag #PraCegoVer, garantindo acessibilidade comunicacional.ACESSIBILIDADE PARA PcD AUDITIVOS:Presença de intérprete de Língua Brasileira de Sinais (Libras) em todas as sessões do espetáculo.ACESSIBILIDADE PARA PcD INTELECTUAIS:Disponibilização de abafadores de ruído durante todas as sessões, com o intuito de atender pessoas com hipersensibilidade auditiva ou com autismo. PRODUTO SECUNDÁRIO: CONTRAPARTIDAS SOCIAISACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO:O teatro selecionado assegura acessibilidade plena em sua infraestrutura física, com a presença de rampas de acesso, sanitários adaptados, sinalização adequada e demais recursos previstos na legislação vigente.ACESSIBILIDADE PARA PcD VISUAIS:Disponibilização de assentos em local estratégico para pessoas com baixa visão;Descrição de imagens em todas as postagens nas redes sociais do projeto, acompanhadas da hashtag #PraCegoVer, garantindo acessibilidade comunicacional.ACESSIBILIDADE PARA PcD AUDITIVOS:Presença de intérprete de Língua Brasileira de Sinais (Libras) na atividade.ACESSIBILIDADE PARA PcD INTELECTUAIS:Disponibilização de abafadores de ruído, com o intuito de atender pessoas com hipersensibilidade auditiva ou com autismo.

Democratização do acesso

Conforme art. 46 da IN23/2025 o projeto irá oferecer o seguinte plano de Democratização do acesso:Medida de DEMOCRATIZAÇÃO DO ACESSO, por meio da distribuição de ingressos:I - até 10% para distribuição gratuita promocional por patrocinadores, havendo mais de um receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado;II - até 10% para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto;III - mínimo de 10% para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, incluindo professores de instituição públicas de ensino;IV - mínimo de 20% para comercialização em valores que não ultrapassem R$ 50,00.Medida de AMPLIAÇÃO DE ACESSO:Conforme art. 47 da IN 23/2025, a proponente irá adotar a seguinte medida:V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições e oficinas.

Ficha técnica

Leila Maria Moreno - Diretora de projetos Diretora da Alvoroço Cultural é formada em Artes Cênicas pela Uni-Rio, possui 25 anos de experiência profissional nas artes cênicas. Ela começou como atriz e assistente de direção, mas há 17 anos atua como produtora. Trabalhou com renomados diretores, produtores e criadores, coordenando a produção de diversos projetos, desde sua concepção até a prestação de contas, com vasta experiência em leis de incentivo à cultura e editais. Sua trajetória inclui colaborações com importantes companhias teatrais cariocas, como Cia. Fodidos e Privilegiados, Cia. Ensaio Aberto, Cia. O Mondé e Cia. Barca dos Corações Partidos. Ao longo dos anos, Leila participou em mais de 10 espetáculos e produziu dezenas de projetos culturais, incluindo edições de grandes festivais de teatro do Rio de Janeiro. Muitas de suas produções foram amplamente reconhecidas, circulando pelo Brasil e participando de festivais nacionais e internacionais. Leila também coordenou a produção de eventos em palcos abertos e teatro de rua em mais de 20 cidades brasileiras, incluindo o musical "Gonzagão - A Lenda", que alcançou públicos significativos. Por mais de uma década, foi coordenadora de produção na Sarau Agência de Cultura Brasileira e desenvolveu projetos artísticos na Aventura, além de atuar como professora de Gestão e Produção Cultural. Andréa Alves - Diretora de criação A carioca Andréa Alves fundou a Sarau Agência quando concluía seus estudos em jornalismo, nas Faculdades Integradas Hélio Alonso, e produção cultural, na Universidade Cândido Mendes. O prazer pela música encostou no apreço pela escrita e pela história da cultura nacional. Junto a um lado bastante pragmático de organização e gestão, construiu uma trajetória sólida, alcançando reconhecimento no Brasil, com a idealização e realização dos espetáculos de maior sucesso de público e mais premiados nos últimos anos. Em 2018, o jornal Folha de São Paulo a procurou para fazer uma matéria sobre a originalidade e brasilidade de suas produções, que reinventaram o mercado de musicais no Brasil: http://bit.ly/AndreaFolhaSP_SP Alfredo Del-Penho - Direção musical É um dos mais incensados cantores de samba da nova geração. Se apaixonou pelo gênero nas rodas e tocatas de Niterói onde viveu por mais de 20 anos e se tornou pesquisador, músico e compositor. Um dos nomes da tão decantada geração da Lapa, foi o primeiro a receber o Prêmio da Música Brasileira, o mais importante do Brasil, como melhor cantor de samba. Tem em sua discografia mais de 10 discos como cantor, integrante de grupos ou produtor musical, a maioria com indicações a prêmios e críticas elogiosas. Alfredo também é ator e faz parte da cia Barca Dos Corações Partidos na qual também é diretor musical, e estreou em 2016 o espetáculo Auê, escolhido como melhor espetáculo do ano pelos prêmios, Cesgranrio, Bibi Ferreira, APTR, Reverência e Botequim Cultural. Ganhou, ao lado de Beto Lemos, os Prêmios Cesgranrio e Aptr de Melhor Música, pela direção musical do espetáculo. Duda Rios - Dramaturgia É um dos fundadores da Barca dos Corações Partidos, atualmente uma das companhias mais destacadas e premiadas do Brasil, pela qual já participou de diversos espetáculos e assina a dramaturgia do espetáculo Jacksons do Pandeiro, além da assistência de direção do espetáculo Auê e codireção do clipe Calcanhar de Elba Ramalho com participação da companhia. Adaptou a peça A Gaiola, de Adriana Falcão, com direção de Duda Maia, pela qual ganhou o Prêmio CBTIJ de melhor texto adaptado; escreveu o espetáculo Contos Partidos de Amor, indicado a melhor texto original no prêmio Zilka Sallaberry; e colaborou para a série Louco por Elas da Rede Globo. Integra o Patuanú - Núcleo de Pesquisa em Dança Pessoal, sob a coordenação de Carlos Simioni (LUME Teatro). Em 2010 e 2011 compôs o elenco dos Doutores da Alegria, uma organização mundialmente reconhecida, que utiliza a arte do palhaço para intervir junto a crianças, adolescentes e outros públicos em situação de vulnerabilidade e risco social. Luiz Carlos Vasconcelos - Direção Luiz Carlos Vasconcelos nasceu na cidade de Umbuzeiro, na Paraíba, em 25 de junho de 1954. Ele é formado em Letras. Estudou, porém, Artes Cênicas, na Dinamarca. Só depois, no Brasil, incorporou-se ao grupo teatral “Trupe”. Em 1978, em João Pessoa, Luiz Carlos Vasconcelos criou um personagem que, até os dias atuais, ele interpreta: o palhaço “Xuxu”. Mesmo quando está fazendo novela ou outra atividade artística, Luiz Carlos consegue um tempo para ser Xuxu, e se apresentar em comunidades carentes. Também foi em 1978 que o ator, apaixonado por circo, fundou a “Escola Piollin”, em João Pessoa. Piollin foi um antigo e importante palhaço paraibano, que fez nome em todo o Brasil. O complexo, além de ser o espaço onde Luiz Carlos e sua trupe ensaiam, é também a sede onde é desenvolvido um trabalho de educação popular. Em 1984, Luiz Carlos Vasconcelos mudou-se para o Rio de Janeiro, onde criou a Escola Nacional de Circo. Foi Xuxu, o palhaço criado por ele, quem o sustentou pelas duas décadas em que viveu no Rio. Pouco tempo depois, também foi trabalhar em novelas e participou de filmes nacionais. Na televisão, o paraibano começou na Rede Globo em 2000, quando atuou no extinto seriado “Você Decide”. Em 2002, participou de “Pastores da Noite”. Já em 2004, fez a novela “Senhora do Destino”. No ano seguinte, entrou no seriado “Carga Pesada” e “Carandiru, Outras Histórias”. Também atuou em “A Pedra do Reino”, “Faça Sua História”, “Dicas de Um Sedutor”, “Casos e Acasos”, “Queridos Amigos” e o especial “O Natal do Menino Imperador”. Em 2011, fez a novela “Araguaia” e “A Vida da Gente”. No cinema, Luiz Carlos Vasconcelos também já registrou seu nome com importantes e conceituados filmes, como “Baile Perfumado”, “O Primeiro Dia”, “Eu, Tu, Eles”, “Abril Despedaçado”, “ Carandiru”, “Árido Movie”, “Romance do Vaqueiro” e “Mutum”.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.