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O projeto consiste na realização da exposição "Posso Falar?", de Malu Rogers, com curadoria de Claudia Calirman, em versão presencial no Centro Cultural Correios Rio de Janeiro, e uma versão digital acessível. A mostra reúne pinturas, esculturas e objetos que abordam temas como silenciamento, padrões de beleza e autoimagem feminina. Inclui ações educativas, acessibilidade, visitas mediadas e palestra com a artista visual e a curadora.
- Exposição Posso falar?" O projeto consiste na exposição “Posso Falar?”, da artista Malu Rogers com curadoria de Claudia Calirman, abordando de maneira sensível os dispositivos de silenciamento e padronização que moldam os corpos femininos na sociedade. Por meio de pinturas, esculturas e objetos, a mostra questiona os padrões de beleza impostos às mulheres, a padronização estética e os dispositivos de silenciamento que afetam, sobretudo, corpos femininos, LGBTQIA+ e em situação de vulnerabilidade social. Na exposição, rostos e bocas uniformizados denunciam um universo de imagens programadas, em que a juventude e a perfeição são exigências inatingíveis. Malu Rogers cria figuras que apresentam simultaneamente opressão e resistência, encenando a performance do feminino como um campo de disputa entre desejo e controle, identidade e apagamento. A pergunta “Posso falar?” ressoa como uma provocação à cultura do silenciamento e convida o público a refletir sobre os mecanismos de poder que moldam os corpos para o consumo.- Exposição Posso falar?" O projeto consiste na exposição “Posso Falar?”, da artista Malu Rogers com curadoria de Claudia Calirman, abordando de maneira sensível os dispositivos de silenciamento e padronização que moldam os corpos femininos na sociedade. Por meio de pinturas, esculturas e objetos, a mostra questiona os padrões de beleza impostos às mulheres, a padronização estética e os dispositivos de silenciamento que afetam, sobretudo, corpos femininos, LGBTQIA+ e em situação de vulnerabilidade social. Na exposição, rostos e bocas uniformizados denunciam um universo de imagens programadas, em que a juventude e a perfeição são exigências inatingíveis. Malu Rogers cria figuras que apresentam simultaneamente opressão e resistência, encenando a performance do feminino como um campo de disputa entre desejo e controle, identidade e apagamento. A pergunta “Posso falar?” ressoa como uma provocação à cultura do silenciamento e convida o público a refletir sobre os mecanismos de poder que moldam os corpos para o consumo.- Palestra com a artista Malu Rogers e com a curadora Claudia Calirman Evento gratuito e aberto ao público, com tradução simultânea em Libras, no qual a artista e a curadora compartilharão seus processos criativos, trajetória profissional, pesquisas estéticas e os temas que permeiam a obra. A palestra será registrada em vídeo com legendas, disponibilizada na versão digital do projeto.- Programa de visitas mediadas Serão realizadas visitas guiadas por educadores com formação em mediação cultural e acessibilidade, voltadas a escolas públicas, universidades, ONGs, coletivos de mulheres, grupos LGBTQIA+ e outras instituições sociais parceiras. As mediações buscam criar um espaço de escuta, acolhimento e troca de experiências a partir das obras expostas, com ênfase na valorização da diversidade e na reflexão crítica sobre padrões de beleza, silenciamento e representação.- Versão digital acessível da exposição A mostra será registrada e transformada em uma visita virtual interativa, com recursos de acessibilidade como audiodescrição, Libras e legendas. Essa versão ampliará o acesso ao público de outras localidades e pessoas com mobilidade reduzida.- Registro e difusão Serão realizados registros fotográficos e audiovisuais das etapas do projeto, com foco nas atividades educativas e nas interações com o público. Parte desse material será compartilhada nas redes sociais e canais da artista e dos parceiros institucionais, criando um acervo documental e ampliando o impacto do projeto.- Classificação indicativa A exposição possui classificação livre, entretanto a faixa etária preferencial está entre 12 e 40 anos. Trata-se de um projeto voltado especialmente a pessoas interessadas em arte contemporânea, questões sociais, estudos de gênero, diversidade e direitos humanos. O perfil do público esperado inclui jovens e adultos com sensibilidade para debates sobre representatividade, corpo, identidade e crítica cultural — além de estudantes, artistas, pesquisadores, educadores e integrantes de movimentos sociais.A programação educativa e os recursos de acessibilidade também tornam a mostra mais ampla e inclusiva, alcançando pessoas com deficiência visual, auditiva ou mobilidade reduzida. Além disso, por meio de parcerias com organizações locais, coletivos e espaços comunitários, o projeto se conecta com públicos que muitas vezes têm menos acesso a espaços culturais institucionais, promovendo o encontro entre arte e território. A versão digital da exposição também possibilita o acesso remoto, ampliando o alcance geográfico e geracional da proposta
Objetivo geral: Promover o acesso à arte contemporânea e estimular reflexões críticas sobre os mecanismos de silenciamento, padronização estética e autoimagem feminina por meio da realização da exposição "Posso Falar?", de Malu Rogers, com curadoria de Claudia Calirman, em edição presencial no Rio de Janeiro, além de uma versão digital acessível da mostra.Objetivos específicos: - Realizar uma (1) edição presencial da exposição "Posso Falar?" com entrada gratuita no Centro Cultural Correios Rio de Janeiro, com duração de um (1) mês.- Montar a exposição com cerca de vinte (20) obras, incluindo esculturas, pinturas, objetos instalativos e vídeos.- Desenvolver uma (1) versão digital acessível da mostra, com audiodescrição e legendas, hospedada em plataforma online.- Oferecer dez (10) visitas mediadas gratuitas, voltadas a escolas públicas, ONGs, coletivos culturais e públicos em situação de vulnerabilidade social.- Produzir e distribuir gratuitamente um (1) catálogo digital da mostra, contendo textos curatoriais e imagens das obras.- Realizar uma (1) palestra gratuita com a artista e a curadora da exposição.- Elaborar materiais educativos acessíveis, como folders em braile e conteúdos digitais adaptados.- Garantir ampla acessibilidade física e comunicacional em todos os ambientes expositivos.- Divulgar amplamente a exposição por meio de mídias sociais, assessoria de imprensa, produção gráfica e parcerias institucionais.- Fortalecer a visibilidade institucional dos parceiros e apoiadores por meio de inserção da marca em todos os materiais gráficos, digitais e nas ações educativas.
A realização da exposição "Posso Falar?", de Malu Rogers, com curadoria de Claudia Calirman, demanda um investimento significativo em infraestrutura, transporte de obras, acessibilidade, comunicação, montagem e ações formativas. O apoio por meio da Lei de Incentivo à Cultura é essencial para viabilizar a execução do projeto com a qualidade e o alcance pretendidos, garantindo entrada gratuita, acessibilidade plena e ações educativas que favorecem a democratização do acesso à arte contemporânea.O projeto se enquadra nos incisos I e II do Art. 1º da Lei nº 8.313/91, ao compreender ações que visam à produção e difusão de bens culturais, bem como a formação de plateias e valorização de expressões artísticas relevantes no campo das artes visuais. A proposta também atende aos objetivos descritos no Art. 3º da referida lei, especialmente:● Inciso I _ contribuir para o pleno exercício dos direitos culturais, ao oferecer acesso gratuito e acessível à população, com foco em públicos em situação de vulnerabilidade social;● Inciso II _ promover e estimular a regionalização da produção cultural, ao realizar a exposição presencial com circulação nacional por meio da versão digital acessível;● Inciso III _ apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais brasileiras, ao abordar temas contemporâneos ligados à identidade, ao corpo e ao enfrentamento de violências estéticas e abstratas;● Inciso VI _ estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;O projeto também pretende estimular o desenvolvimento da economia criativa e a sustentabilidade dos agentes culturais envolvidos, incluindo artistas, curadoras, técnicos, produtores, educadores e prestadores de serviços culturais.Além disso, a exposição propõe um programa educativo, com ações de mediação, palestra, materiais acessíveis e diálogo direto com comunidades locais e coletivos sociais, garantindo impacto cultural, social e formativo.
O projeto consiste na exposição “Posso Falar?”, da artista Malu Rogers com curadoria de Claudia Calirman, abordando de maneira sensível os dispositivos de silenciamento e padronização que moldam os corpos femininos na sociedade. Por meio de pinturas, esculturas e objetos, a mostra questiona os padrões de beleza impostos às mulheres, a padronização estética e os dispositivos de silenciamento que afetam, sobretudo, corpos femininos, LGBTQIA+ e em situação de vulnerabilidade social. Na exposição, rostos e bocas uniformizados denunciam um universo de imagens programadas, em que a juventude e a perfeição são exigências inatingíveis. Malu Rogers cria figuras que apresentam simultaneamente opressão e resistência, encenando a performance do feminino como um campo de disputa entre desejo e controle, identidade e apagamento. A pergunta “Posso falar?” ressoa como uma provocação à cultura do silenciamento e convida o público a refletir sobre os mecanismos de poder que moldam os corpos para o consumo. A mostra é acompanhada por um programa educativo e de acessibilidade com visitas mediadas com educadores capacitados para atuar com diferentes faixas etárias e públicos com deficiência; como audiodescrição de obras; tradução em Libras das palestras; além de uma palestra gratuita com a artista e curadora sobre seus processos criativos e pesquisas. O projeto também conta com uma versão digital da exposição, que amplia a capilaridade e acessibilidade nacional, democratizando o acesso ao conteúdo artístico e crítico. A lista com todas obras, incluindo fotos e detalhes técnicos, está anexa a essa proposta.
O projeto “Posso Falar?” assegura acessibilidade integral, contemplando tanto a acessibilidade física quanto a acessibilidade de conteúdo, com o objetivo de garantir uma experiência inclusiva para todos os públicos.Acessibilidade física:A exposição será realizada no espaço cultural dos Correios, que dispõe de infraestrutura acessível, incluindo rampas, elevadores, banheiros adaptados e sinalização tátil. A montagem da mostra considerará a circulação segura de cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida, com adaptação da altura das obras, disposição do mobiliário e espaçamento entre peças.Acessibilidade de conteúdo:● Audiodescrição de obras via QR Code.● Tradução em Libras para a palestra.● Legendas em vídeos e demais mídias sonoras da exposição.● Catálogo digital acessível, com versão em áudio e leitura facilitada.● Folders e textos em braile, distribuídos gratuitamente no local da exposição.● Visitas sensoriais mediadas com educadores capacitados.
A exposição “Posso Falar?” será inteiramente gratuita e aberta ao público em todas as suas edições, tanto presenciais (no espaço cultural dos Correios no Rio de Janeiro) quanto na versão digital. Não haverá cobrança de ingresso, garantindo o livre acesso a todas as atividades. Entre as ações voltadas à democratização do acesso, o projeto prevê:● Exposição digital gratuita, com tour virtual acessível, incluindo audiodescrição, Libras e legendas, hospedado em plataforma própria e/ou nas redes sociais da artista e dos espaços parceiros;● Palestra pública e gratuita com a artista Malu Rogers e a curadora Claudia Calirman, com tradução em Libras;● Visitas mediadas gratuitas, agendadas para grupos escolares, coletivos culturais, ONGs, instituições voltadas a mulheres, pessoas LGBTQIA+ e públicos em situação de vulnerabilidade social;● Distribuição gratuita de catálogo digital, acessível em múltiplos formatos (áudio e leitura facilitada), disponível online e por QR Code no espaço expositivo;● Material educativo acessível, como folders impressos (em tinta e braile), distribuídos gratuitamente ao público visitante;● Ações de relacionamento com coletivos locais, que serão convidados a participar das visitas mediadas e da palestra, promovendo o diálogo direto com a comunidade;● Ampliação da difusão por meios digitais, com publicação de conteúdos em redes sociais, vídeos com bastidores, trechos da palestra e entrevistas com a artista e a curadora.
Artista visual, diretora geral e palestrante: Malu Rogers formada em publicidade, é artista visual, faz parte do grupo de estudo de Charles Watson há quatro anos, e tem formação artística pela The Art Students League of New York e pela The Art Studio NY. Suas obras pretendem entender e questionar as fronteiras e origens do comportamento humano atual. Olhares, expressões, maquiagens, excessos, julgamentos, fama, fracasso, busca pela perfeição são temas abordados. A invisibiidade do ser humano, em diferentes contextos, é assunto recorrente em sua obra. A artista faz uma crítica caricata à futilidade humana na sua complexa dimensão. De maneira dialética, os trabalhos da artista englobam as polaridades “real x artificial” do comportamento humano moderno. Com Exposições Nacionais e Internacionais de suas obras no currículo, também desenvolve e realiza Projetos de Arte com objetivo de aproximar as pessoas da arte de uma forma leve e descomplicada. Atualmente trabalha no Projeto aprovado pela Lei de Incentivo à Cultura, "Não sou invísivel", que aborda a invisibilidade das pessoas em situação de rua. Dois de seus Projetos realizados nos últimos anos são, o Pintando o Futuro que permite que crianças, principalmente de Escolas Públicas, tenham contato com a arte de forma participativa e o Arte sem frescura onde fala sobre diversos assuntos relacionados à arte sempre com uma linguagem simples e acessível. Foiembaixadora de Arte na revista Topview por quase três anos, colaborando com artigos periodicamente e também com dicas de programas culturais em várias cidades. Algumas das Exposições Coletivas em que Malu Rogers participou apresentando seus trabalhos são, Flags of Arts em Veneza no ano de 2017 com curadoria de Enock Sacramento, Projeto dog.art no Conjunto Nacional e Instituto Gustavo Rosa em 2017, Mysterious Nature Parasol Projects Bowery em New York, Parallax Art Fair London - Inglaterra em 2019 e Exposição Individual Facetas no Espaço Ícaro em Curitiba, Projeto de Arthur Casas em 2018. Curadora e palestrante: Claudia Calirman é historiadora da arte, professora e curadora especializada em arte brasileira e latino-americana. Doutora em História da Arte pela City University of New York (CUNY), é professora titular e diretora do Departamento de Arte e Música do John Jay College, em Nova York, onde também atua como curadora da Andrew and Anya Shiva Gallery. É autora de livros e artigos reconhecidos internacionalmente, com destaque para Dissident Practices: Brazilian Women Artists, 1960s–2020s (Duke University Press, 2023), fruto de anos de pesquisa premiada. Como curadora, realizou exposições em Nova York, São Paulo e outras cidades, abordando temas como arte e ditadura, práticas dissidentes e violências de gênero. Sua atuação se destaca pela ênfase em artistas mulheres, justiça social e cruzamentos entre arte e política. Recebeu prêmios de instituições como a Creative Capital/Andy Warhol Foundation, CUNY e Harvard University. É membro de associações internacionais de crítica e história da arte, como AICA, CAA, ALAA e LASA. Coordenadora: Tânia Sciacco Studio atua há mais de 20 anos em organização e curadoria de exposições nacionais e internacionais (Berlim, Chicago, Las Vegas, Lisboa, Londres, Miami, Nashville, Nova York, Paris, Porto, Toronto, Veneza), em Galerias e Feiras de Arte. Visa desenvolver a carreira dos artistas exibindo seus trabalhos para um vasto público, através de livros de arte, agendas e catálogos, divulgando sua arte em sites, mídias sociais e criando projetos diferentes e especiais que ampliam o público alcançado.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.