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O projeto "Caraça: Cultura e Natureza em Valor Universal Excepcional" propõe a realização de uma ampla pesquisa histórica, artística e documental sobre o Santuário do Caraça, que completou 250 anos em 2024. O resultado será um box editorial composto por dois volumes complementares: um livro de capa dura, bilíngue (português e inglês), com narrativas históricas, fotografias autorais e mapas temáticos; e um catálogo brochura com inventário gráfico de obras, documentos e peças do acervo histórico do Santuário. Ambos os volumes serão distribuídos gratuitamente a instituições públicas e também disponibilizados em formato digital acessível, ampliando o acesso ao conteúdo. A proposta visa valorizar o patrimônio cultural e natural do Caraça por meio de uma publicação de referência, ancorada em pesquisa rigorosa e produção editorial qualificada.
“Caraça: Cultura e Natureza em Valor Universal Excepcional” é uma obra editorial bilíngue (português e inglês), dividida em dois volumes complementares, que celebra os 250 anos do Santuário do Caraça, localizado entre os municípios mineiros de Catas Altas e Santa Bárbara. Resultado de um intenso trabalho de pesquisa documental, histórica e iconográfica, o projeto busca registrar e valorizar a dimensão cultural e ambiental desse bem singular do patrimônio brasileiro.O Volume I, em capa dura, apresenta uma narrativa histórica cuidadosamente construída, ilustrada com fotografias autorais, imagens de acervo e mapas temáticos que revelam a trajetória do Santuário desde sua fundação, passando pela arquitetura neogótica de sua igreja, o antigo colégio, os visitantes ilustres, a vida religiosa e educativa, até sua inserção ecológica em uma das mais importantes Reservas Particulares do Patrimônio Natural (RPPN) do país.O Volume II, em brochura, organiza e apresenta um inventário gráfico e documental de peças artísticas, objetos litúrgicos, obras de arte sacra, manuscritos e registros históricos preservados no acervo do Santuário. Esse catálogo técnico, também bilíngue, tem valor tanto científico quanto cultural e educativo, tornando-se referência para pesquisadores, gestores do patrimônio e público geral.Os dois volumes serão acondicionados em um box de alta qualidade gráfica e distribuídos gratuitamente a instituições culturais, educacionais e patrimoniais, além de estarem disponíveis em versão digital acessível. A publicação visa reforçar a identidade histórica e simbólica do Caraça e contribuir para sua projeção nacional e internacional como um bem de valor universal.
OBJETIVO GERALValorizar, preservar e difundir a importância histórica, cultural e ambiental do Santuário do Caraça, que completou 250 anos em 2024, por meio da realização de uma pesquisa aprofundada e da produção de uma publicação editorial bilíngue em dois volumes, consolidando o bem como referência singular do patrimônio brasileiro.OBJETIVOS ESPECÍFICOS- Realizar pesquisa documental, histórica e iconográfica sobre o Santuário do Caraça, abrangendo sua trajetória religiosa, arquitetônica, natural e simbólica, com base em fontes primárias e acervos institucionais.- Produzir um box editorial com dois volumes bilíngues (português e inglês), composto por: livro capa dura, com cerca de 250 páginas, contendo textos analíticos, fotografias autorais e mapas temáticos. catálogo brochura, com cerca de 200 páginas, contendo o inventário comentado de obras, documentos e peças do acervo histórico do Santuário.- Imprimir tiragem de 1.000 unidades do conjunto editorial completo (box com 2 volumes), garantindo acabamento de alta qualidade e longevidade do material.- Disponibilizar gratuitamente os dois volumes em formato digital acessível, com compatibilidade para leitores de tela e download livre em plataforma online.- Criar um banco de imagens e mapas temáticos, com parte do acervo visual incorporado ao livro e parte disponibilizada online para uso educacional e cultural.
O Santuário do Caraça, localizado entre os municípios mineiros de Catas Altas e Santa Bárbara, celebrou 250 anos em 2024. Combinando valores históricos, arquitetônicos, religiosos e ambientais, trata-se de um dos bens patrimoniais mais singulares do Brasil. Sua igreja neogótica — a primeira do país nesse estilo —, o antigo colégio que formou presidentes da República, o acervo de arte sacra e documentos raros, bem como a RPPN que abriga rica biodiversidade entre a Mata Atlântica e o Cerrado, tornam o Caraça um verdadeiro símbolo da integração entre cultura e natureza.Apesar de sua relevância, o Caraça ainda carece de um registro editorial sistematizado e bilíngue que o apresente ao Brasil e ao mundo com profundidade histórica e qualidade gráfica. Este projeto propõe suprir essa lacuna com a produção de um box editorial composto por dois volumes complementares — um livro de capa dura com textos analíticos, fotografias e mapas; e um catálogo brochura com inventário gráfico e documental — resultado de pesquisa rigorosa conduzida por equipe especializada.A proposta se enquadra nos incisos I e III do art. 1º da Lei nº 8.313/91, por:I _ Incentivar a formação, produção, preservação e difusão de bens culturais de natureza material e imaterial;III _ Promover e difundir a cultura nacional e regional.Atende também aos objetivos do art. 3º, em especial:I _ Contribuir para a formação do cidadão;III _ Apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais dos diferentes grupos formadores da sociedade brasileira;VI _ Preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro;IX _ Estimular a ampliação do acesso da população aos bens culturais.O apoio por meio da Lei de Incentivo à Cultura é fundamental para viabilizar um projeto com esta envergadura, que alia excelência editorial, compromisso com a preservação da memória nacional e democratização do acesso. Com tiragem de 1.000 exemplares físicos, distribuição gratuita e versão digital acessível, o projeto amplia o alcance do conteúdo a públicos diversos — do meio acadêmico ao educacional, do turismo patrimonial às comunidades locais — consolidando o Santuário do Caraça como um bem de valor cultural e natural de reconhecimento nacional e potencial internacional.
Prezado(a) Senhor(a):Este projeto é muito importante para a valorização de um patrimônio brasileiro de valor universal. Ele conta com imporantes parceiros, como a Associação Comercial de Minas Gerais, o que nos levou a arquivar diversos projetos aprovados na IN anterior que nos permitia até 18 projetos ativos.O produto final do projeto - os livros - poderá servir de subsídio para uma pretensa incrição na UNESCO pleiteando o reconhecimento do Caraça como Patrimônio Cultural da Humanidade. A escolha dos projetos que seriam arquivados e alguns problemas técnicos do Salic acabou nos atrasando com o envio da proposta, razão pela qual pedimos uma atenção especial, além da costumeira, com a presente proposta. Desde já agradecemos.
(1) Volume I - Livro bilíngue “Caraça: Cultura e Natureza em Valor Universal Excepcional”Formato: 19 x 25 cm (fechado), capa dura.Papel: Miolo em papel couché fosco 115g; Páginas: Aproximadamente 250 páginas, com textos em português e inglês, dispostos lado a lado.Conteúdo: Textos autorais resultantes da pesquisa histórica, artística e ambiental; imagens atuais e de arquivo; mapas temáticos; depoimentos e fotografias autorais.Tiragem: 1.000 exemplares. (2) Volume II – Livro/catálogo inventário bilíngue “Caraça: Cultura e Natureza em Valor Universal Excepcional”Formato: 19 x 25 cm (fechado), capa brochura.Papel: Miolo em papel couché fosco 115g; Páginas: Aproximadamente 200 páginas, com textos em português e inglês, dispostos lado a lado.Conteúdo: inventário com obras e documentos históricos. Tiragem: 1.000 exemplares. (3) Box: em papel de alta gramatura para acondicionar os dois volumes. (4) Versão digital: PDF e DOSVOX, gratuito, com compatibilidade para leitores de tela. (5) Banco de imagens e mapas temáticosConteúdo: Aproximadamente 50 fotografias em alta resolução, registros de campo e acervo digitalizados; aproximadamente 5 mapas temáticos sobre o Santuário do Caraça e seus atrativos.
Acessibilidade de Conteúdo A proposta inclui ações que garantem o acesso de pessoas com deficiência sensorial ou cognitiva ao conteúdo cultural produzido, tais como:Produção de versão digital acessível do livro (PDF e DOSVOX compatível com leitores de tela);
O projeto assegura ampla democratização do acesso aos seus produtos e atividades, priorizando a gratuidade, a descentralização e a acessibilidade digital.20% da tiragem do livro impresso será destinada, gratuitamente, para instituições públicas, entre bibliotecas municipais, escolas, universidades, centros culturais e ONGs, com atenção especial a localidades do interior de Minas Gerais. As versões digitais PDF e DOSVOX serão disponibilizadas gratuitamente para download no site do proponente.Como forma adicional de ampliar o acesso, será criado um repositório online gratuito com parte do banco de imagens e mapas temáticos produzidos, incluindo licenças para uso educacional e não comercial.
COORDENAÇÃO GERAL | PROPONENTE: Raphael Simões, Turismólogo, empresário e produtor cultural, é Produtor Executivo / Gestor do Museu das Reduções de Ouro Preto, onde atua com a elaboração e a execução de Projetos Culturais nas Leis Estadual, MG (LEIC/MG) e Federal de incentivo à Cultura (LFIC), bem como por meio de patrocínio direto, desde a elaboração, execução, até a prestação de contas final, beneficiando cerca de 40 mil alunos de Escolas Públicas; Desde 2012, é Coordenador de produção, projeto gráfico, diagramação e produção do site da “Revista Memória CULT” (www.memoriacult.com.br); Diretor do Museu Aleijadinho, Ouro Preto, MG (2005 – 2008); Diretor do Museu Casa dos Contos de Ouro Preto, Ministério da Fazenda em Minas Gerais (2008 – 2011); Coordenação, edição, projeto gráfico, diagramação e revisão de diversos livros; Coordenação e execução de vários projetos nas Leis de Incentivo à Cultura, Federal e Estadual. Confirar portfólico completo em: artsrealiza.com.br/quem-somos-arts/.COORDENAÇÃO DE PESQUISA: Silvania Capanema, publicou dois livros de ficção: Tutankhamon - A Maldição do Anel ( 2017) e De Encontro ao Acaso (2018). Blogueira de gastronomia (www.salcomalho.com) desde 2013 e de Música ( www.myjazzclub.wordpress.com) desde abril de 2019. Cursa Comunicação Social e Jornalismo em Belo Horizonte e escreve artigos sobre gastronomia e viagens para mídias. Trabalhou com Arquitetura e Construção de 1980 até 2004 e com Hotelaria de 2002 a 2013. Diretora da Seta Empreendimentos ( investimentos e administração imobiliária) desde 1993.Especializações: Marketing PRODUÇÃO DE TEXTO: Mauro Werkema, Jornalista, psicólogo e administrador. Trabalhou em vários veículos, entre eles a TV Globo e o Estado de Minas, onde foi editor-chefe. Integrou o Instituto de Desenvolvimento Industrial de MG e o BDMG e a Secretara de Estado de Indústria, Comércio e Turismo. Foi diretor em Ouro Preto e em Minas do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), secretário de Cultura e Turismo de Ouro Preto, presidente da Belotur e da Fundação Municipal de Cultura de BH e, por duas vezes, presidente da Fundação Clóvis Salgado (Palácio das Artes). Trabalhou nas Secretarias de Estado de Cultura e de Turismo. É autor dos livros “História, arte e sonho na formação de Minas Gerais”, de 2010, e “Ouro Preto na história, protagonismos, paradigmas e revisões”, de 2018, e coautor dos livros “Aleijadinho - 200 anos”, “Igrejas e Capelas de Ouro Preto”, “Museus de Ouro Preto”, História da Escola de Minas”, da Graphar Editora, entre outras publicações sobre História, Arte e Cultura mineiras. Coordenou, pela Secretaria de Estado de Turismo, a elaboração do Plano Diretor de Turismo para Minas Gerais, em 2007. Foi presidente da Casa do Jornalista de MG em 2015/2017. Recentemente escreveu o livro “História e Formação de Minas Gerais em 300 anos da Capitania – origens e trajetória”, dentre vários outros títulos; PESQUISA: Maria Elisa Ordones de Oliveira, turismóloga, Fundadora e Diretora das Empresas Tecnitur Eventos e Tecnitur Tecnologia e Empreendimentos de Turismo; Fundadora da Associação Brasileira de Empresas de Eventos – ABEOC Reg MG; Fundadora do BHCVB – BH Convention & Visitors Bureau; Vice-presidente da ABEOC Nacional e Vocal da COCAL – Federacion de Entidades Organizadoras de Congresos Y Afines de America; Integrante do Conselho Empresarial de Turismo da ACMinas; Fundadora e Gerente do Centro Municipal de Informação Turística de Belo Horizonte na Belotur, tendo participado de ações importantes para o setor como a implantação do Centro de Informação Turística e a Estruturação do Turismo no município - de Secretaria a empresa gestora das políticas públicas no município. Membro da diretoria do BHCVB em diferentes gestões; Organizadora de feiras de moda, geologia, agricultura familiar e transportes, e PROMOTORA das feiras: Unilar – Feira Nacional de Decoração, Móveis e Equipamentos do Lar; Femina – Feira da Beleza Feminina; Fetec – Feira Técnica da Construção; Constru-Rio – Feira Internacional da Construção e Habitação; MultiMinas – Feira Nacional de Turismo; AgroPec e PetVet – Feira de Agronegócios e Setor Pet; Criação do Belo Horizonte Convention e Visitors Bureau; Participação na construção do Centro de Feiras e Exposições Expominas e Operacionalização do Espaço – estrutura funcional e instrumentos comerciais e financeiros; Participação do Grupo de Trabalho de Consultoria para implantação do Centro de Convenções de Ouro preto da UFOP; Participação do Grupo de Trabalho na Assembleia Legislativa de Minas Gerais, para implantação da Secretaria de Turismo de Minas Gerais; Especialização no Turismo de Eventos: Programa de Capacitação para Formação da Rede de Turismo de Negócios e Eventos de Belo Horizonte pela Fundação Dom Cabral; Trabalho em rede para a Competitividade Territorial de Belo Horizonte, com o IEL / FIEMG, com fundos do Banco Interamericano de Desenvolvimento. PESQUISA: Cláudia de Cássia Pessoa, jornalista e turismóloga. Em 2017, organiza o 34º Congresso Nacional de Espeleologia em Ouro Preto e, promove evento cultural educativo dentro da programação dos 80 anos da Sociedade Excursionista e espeleológica da Escola de minas de ouro preto, na função de coordenadora, levou o projeto às escolas públicas da cidade de Ouro Preto, ministrou palestras, oficinas e visita guiada à um sítio arqueológico. Em 2018, participou como coordenadora do II Fórum da Sustentabilidade das Cidades Históricas que ocorreu no Parque Nacional das Cavernas do Peruaçu na cidade de Januária. Também em 2018 integrou a equipe organizadora do Festival de inverno de OURO PRETO. Em 2019, organizou o 35º Congresso Nacional de Espeleolgia em Bonito, MS. Em 2021, organizou feiras e encontros sobre economia criativa voltada para o turismo em Ouro Preto como esforço para a retomada do turismo no pós pandemia. Além de uma importante experiência em audiovisuais. Em 2014, deu-se sua primeira atividade de trabalho formalizada no audiovisual como Assistente de Produção no longa metragem “Bach in Brazil”, Direção de Ansgar Ahlers, que durou até Junho de 2014 na cidade de Ouro Preto. Neste mesmo ano iniciou o curso de jornalismo, com ênfase em audiovisual, pela Universidade Federal de ouro Preto, realizado durante o curso várias pesquisas históricas e produzindo documentários e telejornais experimentais e como bolsista em festivais de cinema e teatro. Em 2015 participou do documentário “A memória do olhar” dentro da programação do 14º CineOP em Ouro Preto, nas funções de direção e produção. A partir de novembro 2015 até a presente data, começa a integrar a equipe do documentário “Barragem” referente ao desastre da barragem da empresa Samarco em Mariana, Direção de Eduardo Ades, como Assistente de produção, função que ocupa até apresente data, pois as filmagens do referido documentário serão finalizadas quando da entrega das novas casas dos atingidos.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.