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O projeto Orquestra: Que Bixo É Esse? conta com apresentações gratuitas da Camerata Jovem de Campinas, com repertório de clássicos do rock nacional e internacional em arranjos orquestrais interativos, com a participação ativa do público. Além dos concertos instrumentais, serão realizadas oficinas de apreciação de instrumentos musicais em escolas públicas, promovendo educação musical, inclusão e formação de novas plateias.
Apresentações Musicais – "Orquestra: Que Bicho É Esse?" Concertos interativos que unem música orquestral e clássicos do rock, aproximando o público desse universo por meio de arranjos acessíveis e participação ativa durante as execuções.Oficinas de Apreciação de Instrumentos Musicais Atividades educativas em escolas públicas que apresentam os instrumentos orquestrais, suas sonoridades e funções, despertando o interesse de crianças e adolescentes para o aprendizado musical e a vivência artística.
Objetivo Geral Promover a democratização do acesso à música orquestral por meio de apresentações interativas e oficinas educativas, aproximando o público da linguagem musical e estimulando a formação de novas plateias, especialmente entre crianças e jovens. Objetivos Específicos Apresentação MusicalRealizar 7 apresentações gratuitas da Camerata Jovem de Campinas em 7 cidades, alcançando cerca de 1.750 pessoas;Promover a descentralização cultural, levando música orquestral a regiões com menor oferta de ações culturais; Valorizar e difundir a música orquestral como ferramenta de desenvolvimento cultural e socialOficina Oferecer 28 oficinas de apreciação de instrumentos musicais em escolas públicas (4 em cada cidade), atendendo aproximadamente 1.400 crianças e professores - 100% gratuito; Estimular a participação ativa do público durante as apresentações, utilizando recursos como percussão corporal;Promover a descentralização cultural, levando música orquestral a regiões com menor oferta de ações culturais; Valorizar e difundir a música orquestral como ferramenta de desenvolvimento cultural e social
O projeto tem como finalidade democratizar o acesso à música orquestral e formar novas plateias, oferecendo 7 apresentações gratuitas e 28 oficinas de apreciação de instrumentos musicais em escolas públicas, alcançando públicos de diferentes regiões do Brasil. O uso da Lei de Incentivo à Cultura é fundamental para garantir a viabilidade financeira do projeto, assegurando a realização das atividades planejadas e seu impacto positivo na formação de público, na descentralização do acesso cultural e na valorização da diversidade musical brasileira. Por se tratar de uma proposta gratuita, educativa, formativa e descentralizadora, sua execução depende diretamente do financiamento via Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais, previsto na Lei nº 8.313/1991.O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei nº 8.313/91:Inciso II _ Fomento à produção cultural e artística;Inciso III _ Proteção e valorização da expressão cultural dos diferentes grupos formadores da sociedade brasileira;Inciso V _ Estímulo à produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;Inciso VIII _ Garantia do pleno exercício dos direitos culturais e acesso às fontes da cultura nacional.Atende, ainda, aos objetivos do Art. 3º da referida lei:I _ Facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II _ Promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III _ Apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;V _ Priorizar o apoio a projetos culturais de caráter educativo e cultural, especialmente os que promovam a inclusão social.
Espetáculo Musical – “Orquestra: Que Bicho É Esse?”Apresentação orquestral interativa da Camerata Jovem de Campinas, com arranjos de clássicos do Rock Nacional e Internacional, que incluem participação ativa do público por meio de percussão corporal. O concerto busca aproximar diferentes públicos da música orquestral de forma acessível, lúdica e inclusiva, permitindo que espectadores de todas as idades façam parte do espetáculo.Classificação indicativa: Livre.Duração: 90 minutos.Quantidade: 7 apresentações gratuitas em 7 cidades.Oficinas de Apreciação de Instrumentos MusicaisAtividades educativas realizadas em escolas públicas, conduzidas por músicos da Camerata Jovem de Campinas, apresentando os instrumentos, suas sonoridades e a função de cada um dentro da orquestra. As oficinas permitem que crianças e adolescentes conheçam os instrumentos de perto, manipulem alguns deles e compreendam a diversidade sonora do conjunto orquestral.Classificação indicativa: Livre.Duração: 1 hora por oficina.Quantidade: 28 oficinas (4 em cada cidade).
APRESENTAÇÕESAcessibilidade Física - Todas as apresentações e oficinas serão realizadas em espaços públicos previamente avaliados, que atendem aos requisitos mínimos de acessibilidade, incluindo: - Rampas de acesso ou plataformas elevatórias para cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida; - Banheiros adaptados; - Sinalização visual clara e adequada para orientação do público; - Parceria com as Secretarias Municipais para viabilizar transporte de grupos com necessidades especiais, incluindo idosos e alunos da rede pública. Acessibilidade de Conteúdo - Para garantir a plena compreensão do projeto por todos os públicos, serão implementadas as seguintes medidas: - Presença de intérprete de Libras e audiodescrição em todas as apresentaçõesOFICINAS- Acessibilidade Física - Todas as oficinas serão realizadas em espaços públicos previamente avaliados, que atendem aos requisitos mínimos de acessibilidade, incluindo: - Rampas de acesso ou plataformas elevatórias para cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida; - Banheiros adaptados; - Sinalização visual clara e adequada para orientação do público;- Oficinas adaptadas, com linguagem facilitada. - Explicação acessível sobre os instrumentos, repertório e dinâmica da Camerata, disponibilizada em linguagem simples para escolas e instituições sociais; - Participação sensorial nas apresentações, por meio da percussão corporal, possibilitando engajamento inclusivo e acessível a diferentes perfis de público. Será contratada uma assessoria especializada que fará a condução dos profissionais que serão contratados de acordo com a demanda das inscrições, lembrando que as escolas geralmente tem acompanhamento especializado para os alunos - mesmo assim o proifissional fará contato com a instituição para dar subsídios para que o profissional da escola já conheça o trabalho e suas particulariedades.
O projeto não prevê comercialização de ingressos ou produtos culturais, sendo todas as ações 100% gratuitas ao público.Forma de Distribuição:A entrada será gratuita, respeitando a capacidade dos espaços.Haverá distribuição antecipada de convites por meio das Secretarias Municipais de Cultura e Educação, priorizando escolas públicas, instituições sociais, grupos de idosos e pessoas com deficiência.Ampla divulgação em mídias locais, redes sociais e imprensa, garantindo que a população tenha conhecimento das atividades.Serão realizadas 28 oficinas em escolas públicas, com linguagem acessível, metodologia lúdica e presença de intérprete de Libras quando necessário, garantindo a formação de novas plateias.
Moises Roth Cantos 049.908.908-17 - maestroReginaldo Costa Menegazzo 315.208.878-76 - produtor executivoMúsicos já definidos:Acauan Fortes Normanton 387.260.268-30Ana Luísa Nobre Santos 411.512.308-71Anderson Figueredo 297.973.138-24Everton dos Santos Macedo 336.964.868-76Leandro de Souza Pereira 406.526.768-47Pedro Fleury Moreira 058.223.151-51Rodrigo Vasques Leite 327.549.358.27Thiago Alves da Costa 223.083.498-32Currículos:- Moisés Cantos iniciou seus estudos de música em 1989 com a Prof. Dra. Sandy Simmons, trompista e compositora norte-americana. Estudou regência coral na Faculdade Teológica Batista de São Paulo com os maestros Elias Moreira e Urgél Rúsi Lótal R. 1997, já na Unicamp, aperfeiçoou seus estudos como aluno de regência orquestral do Prof. Dr. Eduardo Ostergren e música de câmara barroca com o Prof. Dr. Edmundo Hora. De 2000 a 2008, regeu o coro de alunos e foi professor de regência, história da música ocidental e história da música brasileira na Faculdade Teológica Batista de Campinas. Organizou a Seconda Prattica Coro e Orquestra, coletivo orquestral e vocal dedicado a interpretação da música dos períodos barroco e clássico e atuou como maestro assistente da Orquestra Sinfônica de Bragança Paulista. 2009, começou a reger a Big Band da PUC-Campinas. 2010 e 2011, foi maestro titular da Orquestra Filarmônica de Valinhos - grupo formado por 17 integrantes. Como educador musical, de 2008 a 2010 desenvolveu projetos em escolas públicas voltados para música e educação com o apoio da Fundação FEAC. Publicação sob o título “Music Education in Brazil: Music as A Tool for the Complete Development of Students” (ISSN 2255-033X) pela Global Education Magazine, uma publicação trimestral da ONU que aborda questões como educação, violência, pobreza e saúde. Como musicólogo, tem colaborado com a Internacional Music Score Library Project (IMSLP), organização internacional responsável pela manutenção e divulgação do acervo de partituras de compositores como Handel, Bach, Vivaldi e Beethoven, dentre muitos outros. - REGINALDO COSTA MENEGAZZO, nascido em 15 de fevereiro de 1983 em Campinas, residente em Campinas/SP, é Ator (DRT ATOR: 35189/SP) / Produtor Cultural / Historiador / Contador CRC 1SP324790 . Atuante na área cultural desde 2001, graduadoem História pela PUC Campinas e Ciências Contábeis pela Unip. Atua como administrador, idealizador e realizador de diversos projetos culturais de teatro, dança, artes visuais, música e cinema. Ministra oficinas de formatação, produção, gerenciamento e prestação de contas de projetos culturais. Administrou espaço cênico na cidade de Campinas pelo período de três anos. Tem diversos produtos culturais, resultados de projetos e leis de incentivos, editais, entre outros. Mantenedor do site www.producaocultural.com.br desde 2008. Trabalhos recentes e ativos: Teatro infantil “BATENDO PERNAS” (ator e produtor); “O QUE SERÁ?” (ator, produtor e roteirista); Autor do livro CULTURA E BUROCRACIA: EXPERIÊNCIA COMPARTILHADA; Produtor do CORAL VOZ LIVRE CAMPINAS, canal no Youtube SPOTIKO, projeto FEIJÃO LETRADO, Orquestra SECONDA PRATTICA e CAMERATA JOVEM DE CAMPINAS- Acauan Fortes Normanton: Violinísta Formado pela Unicamp em Violino no ano de 2013 vem, desde então atuando em diversas orquestras do interior paulista, com destaque da Orquestra Sinfônica de Sorocaba, Filarmônica de São José do Rio Preto, Orquestra Filarmônica de Valinhos, Orquestra Sinfônica da Unicamp. Hoje atua como violinista da recém formada Jazz sinfônica de Valinhos, Camerata Jovem da Campinas e como convidado na Orquestra Sinfônica de Bragança Paulista, onde além de ministrar aulas de instrumento colabora na elaboração e execução dos ensaios. Em sua formação, além da graduação, passou por diversos festivais, entre eles Festival Oficina de música de Curitiba (edição de 2000), Festival de música antiga e colonial de Juiz de Fora (edições de 2006 , 2008 e 2009), Festival Brasil instrumental (edição 2010), Festival de música de Piracicaba FEIMEP (edição de 2011), V e VI Encontro Internacional de Música Antiga da Emesp (2017 e 2018)- Ana Luísa Nobre começou seus estudos de música na Escola de Música de Jundiaí, com a professora de musicalização infantil Josette Feres. Aos 8 anos começou a estudar oboé, aluna de Gabriel Marcaccini. Foi aluna também de Natan Albuquerque, pela EMESP, de João Goehring e Martin Lazarov, pela ELM. Atuou como primeiro oboé em diversos projetos, dentre eles o Conjunto de Música Popular da EMJ; Grupo de Referência do polo Jundiaiense do Projeto Guri; Orquestra Circuito das Águas e outros. Atualmente cursa o terceiro ano de bacharelado em Composição combinado com Regência, na Unicamp e estagia como regente do grupo de sopros e percussão, no Projeto Primeira Nota. Participa ainda, como primeiro oboé da Orquestra do Departamento de Música da Unicamp.- Anderson de Lima Ao longo de sua carreira, apresentou-se como solista no “X Festival de la Asociación Argentina de laúdes y Guitarras Antigas (AALGA)”, Primeiro Encontro de Alaudistas de São Paulo, VI Festival internacional de Violão de Natal, foi convidado para a IV Semana de música Barroca da UNIRIO com os professores do “Centre de musique barroque de Versailes” sob direção de Mira Glodeanu. Participou do “XX e XXI Festival Amazonas de Ópera” junto à orquestra de Câmara do teatro Amazonas. Em 2018 e 2019, foi músico convidado na “Oficina de Música de Curitiba. Em de 2019, realizou uma turnê no México, onde participou do festival “Guitarras en Otoño” da “Temporada de Otoño de 2019”, do Departamento de Música da Universidade de Guadalajara e realizou um recital extraordinário na IMER (Instituto Mexicano de la Radio) na Cidade do México com transmissão nacional ao vivo por radio e internet. Formado em música pela Universidade Cruzeiro do Sul e no curso de cordas dedilhadas antigas da EMESP Tom Jobim (Escola de Música do Estado de São Paulo). Estudou de 2015 a 2018 no conservatório Manuel de Falla em Buenos Aires, Argentina.- Everton Macedo, natural de Jundiaí/SP, iniciou violino com Gilberto Estefani, Casa da Cultura de Jundiaí. Conservatório de Tatuí - aulas com Wanderlei Pizzigatti. Aulas particulares com Nadilson Gama violinista Orquestra Sinfônica Municipal de São Paulo, Maria Vassileva (DMA) Membro ativo da American Strings Teachers Association (ASTA), Yuriy Rachevich, Concertino da (OSESP), e tem aulas com Artur Huf Spalla - Orquestra Sinfônica de Campinas. Cursa Licenciatura em Música pela Universidade Metropolitana de Santos. Foi instrutor violino Projeto Guri Polo Jundiaí. Violinista - atuou na Orquestra de Cordas João Del Fiol em Tatuí, Camerata Callis em São Paulo, Orquestra Jovem Tom Jobim e Orquestra Jovem do Estado de São Paulo - 2008 a 2011. É chefe de naipe dos segundos violinos na Orquestra de Câmara da PUC-Campinas e da Camerata Jovem de Campinas, concertino na Orquestra Filarmônica de Valinhos e atua como músico convidado na Orquestra Sinfônica de Bragança Paulista.- Leandro de Souza Pereira iniciou seus estudos de violoncelo ainda muito novo. Atualmente é violoncelista de diversas orquestras onde atua como músico e solista. Além de sua atuação como instrumentista, trabalha como professor de violoncelo em escolas municipais e na Associação Suzuki das Américas. - Pedro Fleury Moreira é graduado em Música Popular pela Unicamp com concertação em baixo elétrico. Como instrumentista tem atuado com grandes músicos como Zé Alexandre dentre outros e participado de bandas e grupos de diferentes formações, inclusive com orquestra, como a Camerata Jovem de Campinas.- Rodrigo Leitte estudou violino no Conservatório Musical Carlos Gomes de Campinas e é Bacharel pela Faculdade Mozarteum de São Paulo. Atua como solista e camerista em orquestras no Brasil e exterior. Teve continuidade em sua formação na Escola Municipal de Música de São Paulo na classe da violinista Cecilia Guida, foi aluno de regência de Olivier Toni e detém o título de Comendador pela Ordem do Mérito Cultural Carlos Gomes. Especializou-se na Accademia Musicale Chigiana na Itália com o renomado violinista Salvatore Accardo e em Salzburg com um dos maiores pedagogos do violino, Igor Ozim. Atualmente é diretor artístico da Orquestra Filarmônica de Valinhos e fundador e diretor geral da Academia de Cordas de São Paulo.- Thiago Alves da Costa é formado em música pela UNIMEP com concentração em contrabaixo acústico. É Pós-Graduado em Ensino da Música pela FACEL. Iniciou seus estudos de música aos 15 anos e tem participado de diversos grupos musicais, de diferentes formações, e atuado em orquestras como a Orquestra Filarmônica de Valinhos e Camerata Jovem de Campinas. Atualmente é professor de música no Liceu Salesiano em Campinas.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.