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PRONAC 258023Autorizada a captação total dos recursosMecenato

POROROCA

SEVENX PRODUCOES ARTISTICAS LTDA
Solicitado
R$ 1,98 mi
Aprovado
R$ 1,98 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Espetáculos artísticos / musicais com itinerância mínima em 2 regiões
Ano
25

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2026-04-01
Término
2027-03-31
Locais de realização (6)
Salvador BahiaBrasília Distrito FederalGoiânia GoiásBelo Horizonte Minas GeraisRio de Janeiro Rio de JaneiroSão Paulo São Paulo

Resumo

Montagem e circulação da comédia teatral Pororoca. Transformando a simplicidade em poesia cênica, a peça apresenta uma cidade fora do mapa, habitada por personagens excêntricos e fascinantes. Dois atores conduzem a encenação em ritmo frenético, entre jogo e brincadeira, para dar voz a essas figuras inabituais, resultando em uma comédia rasgada, emocionante e surpreendente. O projeto prevê temporada e circulação, ampliando o acesso ao espetáculo em diferentes capitais brasileiras.

Sinopse

“Pororoca” é uma cidadezinha fora do mapa, que está para entrar na história mundial com o recorde da mulher mais velha do mundo. Dona Zefa afirma sua idade com 150 anos, mas sem papel para provar conta com ajuda da cidade e o testemunho de Makiba, a jabuti que também tem 150 anos e pode ajudar Dona Zefa a virar história mundial.Através do realismo fantástico, “POROROCA” enaltece a amizade como ponto de partida para uma divertida aventura nessa terra cercada por água doce, o mar e o mangue. O grande evento da cidadezinha é justamente ver a pororoca acontecer. Todos se reúnem, como um ano novo, na contagem regressiva do evento magistral da natureza.Dona Zefa é parteira e para cada um que ela ajudou a parir, dona Zefa plantou uma árvore. Os moradores ganham a alcunha das árvores que receberam ao nascer. Assim, Nininha Mexerica, Junior Acerola, Bete Beterra, os cajus das gêmeas Emili e Emilim, Celinho da Jaca o agiota, a Miss pororoca Penélope Petúnia, entre outros moradores formam um mosaico que identifica a cidade como bem maior e a luta dos seus conterrâneos contra a gentrificação eminente. O dinheiro do prêmio de mulher mais velha do mundo será usado para impedir um desastre ambiental, onde empreiteiros pretendem aterrar o mangue para fazer um spa com heliporto. A ignorância dos empreiteiros em reconhecer o mangue como peça fundamental para o ecossistema , une os moradores de Pororoca , que farão de tudo para impedir tal disparate.Com irreverência e leveza, Pororoca é um convite ao público para mergulhar nessas águas, onde a felicidade se expressa na sutileza dos detalhes.Classificação Indicativa: 12 Anos

Objetivos

Objetivo Geral:Montagem e circulação da comédia teatral Pororoca. Transformando a simplicidade em poesia cênica, a peça apresenta uma cidade fora do mapa, habitada por personagens excêntricos e fascinantes. Dois atores conduzem a encenação em ritmo frenético, entre jogo e brincadeira, para dar voz a essas figuras inabituais, resultando em uma comédia rasgada, emocionante e surpreendente. O projeto prevê temporada no Rio de Janeiro e em São Paulo, além de circulação em Salvador, Belo Horizonte, Goiânia e Brasília, ampliando o acesso ao espetáculo em diferentes capitais brasileiras.Objetivos Específicos:Montagem do espetáculo inédito Pororoca, escrito por Jô Bilac e dirigido por Rodrigo Portella;Realizar temporada de 20 apresentações na cidade do Rio de Janeiro;Realizar temporada de 20 apresentações na cidade de São Paulo;Realizar 03 apresentações na cidade de Salvador;Realizar 03 apresentações na cidade de Belo Horizonte;Realizar 03 apresentações na cidade de Goiânia;Realizar 03 apresentações na cidade de Brasília;Realizar 02 ensaios abertos para estudantes e professores de instituições públicas de ensino.

Justificativa

O espetáculo Pororoca se apoia na tradição do realismo fantástico para propor uma reflexão contemporânea sobre amizade, pertencimento, preservação ambiental e resistência cultural. A narrativa apresenta uma cidade fictícia, fora do mapa, que se torna palco de personagens inusitados, liderados por Dona Zefa, parteira centenária que encarna a memória e a força coletiva de sua comunidade. Essa trama simbólica, ao mesmo tempo cômica e poética, coloca em cena temas urgentes como a gentrificação, a especulação imobiliária e a devastação de ecossistemas frágeis, como o mangue - fundamentais para o equilíbrio ambiental.Ao resgatar figuras caricatas, nomes populares e cantos da cultura oral, o espetáculo dialoga com a tradição brasileira de contar histórias e com a estética popular do teatro, em uma encenação frenética e irreverente que mescla humor e crítica social. Mais do que um entretenimento, Pororoca convida o público a refletir sobre a importância da coletividade frente a interesses econômicos predatórios e sobre a valorização das raízes culturais como forma de resistência.A montagem, ao circular por diferentes capitais do país, amplia o acesso ao teatro e reafirma a potência da arte como espaço de memória, diversidade e engajamento. Pororoca é, assim, um projeto que conecta passado e presente, fantasia e realidade, para oferecer uma experiência artística transformadora, que une leveza, crítica e emoção.O projeto atende aos Incisos I, III, VIII do Art. 1º da Lei 8313/91, a saber:III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;O projeto também atende às finalidades expressas no Artigo 3º da Lei 8313/91, da referida norma, a saber:II - fomento à produção cultural e artística, mediante:c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;

Especificação técnica

Anexo, o primeiro tratamento do texto do espetáculo. Como se trata de uma montagem inédita, os cenários, figurinos, iluminação e demais elementos serão criados ao longo do processo de ensaios do espetáculo.

Acessibilidade

Em atendimento ao Art. 42 da IN 23/2025 e, adotando a recomendação da Norma Brasileira 15599:2008 da ABNT, o projeto adotará as seguintes medidas em benefício das pessoas idosas e/ou com deficiência:ESPETÁCULOS DE ARTES CÊNICASACESSIBILIDADE FÍSICA: O critério de escolha dos locais para a realização dos espetáculos levará em consideração a acessibilidade para pessoas com deficiência física ou mobilidade reduzida.ACESSIBILIDADE AUDITIVA: O espetáculo contará com tradução para Libras.ACESSIBILIDADE VISUAL: O espetáculo contará com audiodescrição das cenas. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: A equipe de produção será treinada para o auxílio de pessoas com dificuldades cognitivas durante as apresentações dos espetáculos. CONTRAPARTIDA SOCIAL ACESSIBILIDADE FÍSICA: O critério de escolha dos locais para a realização dos ensaios abertos levará em consideração a acessibilidade para pessoas com deficiência física ou mobilidade reduzida.ACESSIBILIDADE AUDITIVA: Os ensaios abertos contarão com tradução para Libras.ACESSIBILIDADE VISUAL: Os ensaios abertos contarão com audiodescrição das cenas. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: A equipe de produção será treinada para o auxílio de pessoas com dificuldades cognitivas durante as apresentações dos espetáculos.

Democratização do acesso

Em atendimento ao Artigo 47 da IN 23/2025, o projeto prevê:III - disponibilizar, na internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referentes ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição;IV - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos.

Ficha técnica

Dramaturgia: Jô Bilac Começou a estudar atuação na Escola de Teatro Martins Pena, no Rio de Janeiro. Aos 18 anos escreveu sua primeira peça ‘Os Mamutes’ que se tornou um grande sucesso nacional, sendo a peça mais encenada no Brasil atualmente. Com 19 anos escreveu 'Sangue em caixa de areia' e recebeu o prêmio de destaque carioca como melhor autor. Como palestrante convidado Jô foi ao Salão do livro em Paris, França; Feira do Livro em Frankfurt, Alemanha; Feira do Livro em Gotemburgo, Suécia; Festival Ibero Americano Bogotá, Colômbia; Literatura e Arte de Bolonha, Itália; Dramaturgia Mundial Universidade de NY, EUA; Publicação Internacional em Yale, EUA, FLUP Museu MAR RJ. Trabalhou como roteirista na GNT e atualmente é roteirista criador na Rede Globo da série ‘Segunda Chamada’ com protagonismo de Débora Bloch. Atriz: Débora LammMais de 40 espetáculos como atriz e diretora teatral, Debora Lamm também é integrante e fundadora da Cia OmondÉ. Diversos personagens no cinema, entre eles as protagonistas do sucesso de bilheteria “Muita Calma Nessa Hora”, do premiado “Seja o Que Deus Quiser” de Murilo Sales, sua parceria com a diretora Júlia Rezende em “Como é Cruel Viver Assim”, lhe rendeu a indicação de melhor atriz no festival internacional de cinema da África do Sul. É uma das protagonistas do sucesso de público e crítica da Netflix “Todo Dia a Mesma Noite”, série ficcional baseada na tragédia da Boate Kiss e do próximo lançamento da Conspiração Filmes e do Globoplay “Juntas e Separadas”. Na TV Globo, atuou entre séries e novelas com Mauricio Farias, Walter Carvalho, Dennis Carvalho, Antônio Calmon, Denise Saraceni, Zé Luís Villamarim, Flávia Lacerda, Gilberto Braga, Amora Mautner, Guel Arraes, entre outros. Nos últimos anos participou da novela de Manuela Dias “Amor de Mãe”, “Quanto mais Vida Melhor” com direção de Alan Fiterman, da minissérie “Histórias Impossíveis” com direção de Luisa Lima, da novela “Mania de Você” de João Emanuel Carneiro e mais recentemente fez parte da equipe de direção do último projeto de humor de Jorge Furtado e Regina Casé. Durante 4 anos, ao lado de Bruno Mazzeo, encabeçou o primeiro programa de dramaturgia da TV a cabo brasileira, o sucesso Cilada que, recentemente, depois de 15 anos voltou em edição comemorativa com mais duas temporadas inéditas pelo Multishow e Globoplay. No teatro foi dirigida por Domingos Oliveira, Monique Gardenberg, Hamilton Vaz Pereira, Adriano Guimarães, Inez Viana, Ivan Sugahara, César Augusto, Guida Vianna, Cacá Mourthe, Guilherme Leme Garcia, Georgette Fadel, Grace Passô, entre outros. Sua carreira como diretora teatral começa em 2013. Já esteve à frente de quinze montagens teatrais que lhe renderam indicações e prêmios, sendo as mais recentes “Gostava mais dos Pais” com Bruno Mazzeo e Lúcio Mauro Filho, “Férias” de Jô Bilac com Drica Moraes e Fábio Assunção, que dirigiu juntamente com Enrique Diaz e “Toda Donzela tem um pai que é uma Fera” de Glaucio Gil projeto de reabertura do Teatro Glaucio Gil no Rio de Janeiro. Em 2025 completa 28 anos de carreira.Ator: Luis Miranda Luís Miranda, bahiano, começou sua carreira no teatro, com destaque para suas performances em "Terça Insana", "7 conto" e "Mistério de Irma Vap". Na televisão, participou de novelas como "Geração Brasil" e séries como "Mister Brau" e "Encantado's". No cinema, atuou em filmes como "Carandiru", "Jean Charles" e "O Auto da Compadecida 2".Direção e cenário:Rodrigo Portella Dirigiu 18 espetáculos, recebeu mais de 150 prêmios em festivais de teatro nacionais e internacionais, além de duas indicações ao Prêmio Shell (RJ): Melhor Direção por Uma história Oficial e Melhor Texto por Antes da Chuva, uma indicação ao Prêmio APTR pela iluminação do espetáculo Na solidão dos campos de algodão dirigida por Caco Ciocler e outra ao Prêmio Cesgranrio pelo Texto de Alice Mandou Um Beijo. Atualmente trabalha na produção de Tom Na Fazenda (Tom à la Ferme), do canadense Michel Marc Bouchard, do qual também é diretor. Portella dinamizou dezenas de oficinas, cursos e workshops nas áreas de interpretação, dramaturgia, direção e iluminação em diversas cidades brasileiras e no exterior - Passau (Alemanha), Buenos Aires (Argentina), Quito (Equador) e La Serena (Chile).Coordenação Artística: Felipe Heráclito Lima (Proponente)Criador da Sevenx Produções Artísticas, é formado em Artes Cênicas pela Casa das Artes de Laranjeiras (CAL), em 2004. Faz cursos no Tablado e com os diretores Marcus Alvisi, Moacyr Góes, Ana Kfouri, Camilla Amado e Celina Sodré, com quem trabalhou por mais de um ano como ator, nas peças "Cartas de Tchekhov" e "Ophelia by Hamlet", e como assistente de direção em " Ophelia by Hamlet" e "A Opera dos Três Vinténs". Em 2006, passa um ano estudando em Nova York e Los Angeles e, em 2007, forma-se em Publicidade e Propaganda pela PUC-RJ. Estuda canto com Vera do Canto e Mello, dança contemporânea na Academia Débora Colker e tecido com a Intrépida Trupe na Fundição Progresso. Participou dos filmes " Pode Crer" e "Divã". Em 2009 foi assistente de direção da peça "Shirley Valentine". Ainda em 2009 cria a Sevenx Produções e através da empresa idealizou e produziu os espetáculos “R&J de Shakespeare” (2011), “Cock- Briga de Galo” (2014), “Mas Por Quê? A História de Elvis” (2015), “Memórias de Adriano” (2015/2016), “Lá Dentro Tem Coisa” (2017/2018), “Dogville” (2018/2019), “Fim de Caso” (2019), “Baile Partimcundum” (2019), “Ficções” (2022), “12 Anos” (2022), “Ray” (2024).Direção de Produção: Alessandra Reis Produtora há mais de trinta anos, produziu entre os anos 80 e 90 as montagens originais dos icônicos espetáculos do teatro brasileiro “O Mistério de Irma Vap”, "Nardja Zulpério” e “5 x Comédia”. Nos últimos dez anos, foi diretora de produção dos seguintes espetáculos: "Não sou feliz mas tenho marido", monólogo de grande sucesso com a atriz Zezé Polessa (2007 a 2010); "Velha é a mãe", monólogo com a atriz Louise Cardoso (2010 a 2013); "À primeira vista", espetáculo com Drica Moraes, Mariana Lima e Henrique Dias (2013); “O Impecável", monólogo com o ator Luiz Fernando Guimarães (2014 a 2017); "Os Realistas", espetáculo com a atriz Débora Bloch (2015 a 2017); "Festival da Lua Cheia”, série de shows musicais nos shoppings VillageMall, no Rio de Janeiro (2017 a 2019); “Malala- a menina que queria ir para a escola”, espetáculo infantil vencedor do Prêmio CBTIJ 2019 de melhor Direção de Produção (2018 a 2019); “Recital da Onça”, monólogo com a atriz Regina Casé (2018 a 2019).Coordenação de Produção: Wesley CardozoAtor, professor de teatro Formado em Bacharel e Licenciatura em Artes ambos pela UNIRIO. Nos últimos 15 anos, tem trabalhado como Produtor de eventos culturais e corporativos. Sua experiência foi construída com trabalhos em agências como V3A, New Quality Eventos, 03 Eventos, Carioca Entretenimento, D´talhe Eventos, Forma Ideal e outras. No teatro, cuidou de produções como Menino Chamado Drummond, Chiquinho, quinta-feira e atualmente com o projeto BAQUAQUA. Atuou em alguns espetáculos como: Nossa Cidade(Dir.: Francoise Forton e Delson Antunes), Um menino chamado Drummond (Dir.: Bruno Rodrigues); Chiquinho,quinta-feira (Dir.: Aramis David Correia); Toré (Dir.: Zéca Ligiéro), Belazarte, me contou (Dir.: André Paes Leme) e BAQUAQUA (Dir.: Aramis David Correia). Diante da pandemia, tornou-se um dos fundadores e voluntários do coletivo SALVE PRODUÇÃO.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.