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PRONAC 258075Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Povo Negro

INSTITUTO UM CULTURAL CONECTA LTDA
Solicitado
R$ 1,50 mi
Aprovado
R$ 1,50 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Livro/Obra Refer impres/eletrôni valor Art/Lit/Hum
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
RS
Município
Novo Hamburgo
Início
2025-07-01
Término
2026-12-31
Locais de realização (1)
Novo Hamburgo Rio Grande do Sul

Resumo

O Projeto Povo Negro consiste na produção de um livro fotográfico sobre a história presença da população negra do Rio Grande do Sul e registre sua trajetória na busca pela sua ancestralidade.

Sinopse

PRODUTO LIVROContar a história do Povo Preto contemporâneo do Rio Grande do Sul através de imagens da vida cotidiana dos afrodescendentes em busca de suas origens. Assim, o projeto buscará até 1000 pessoas negras gaúchas dos mais diferentes segmentos. E oportunizará a cada uma delas o conhecimento sobre suas raízes, sua ancestralidade e seu lugar na história do mundo. Toda essa busca será realizada através da testagem genética, que identificará as origens das famílias negras gaúchas, enquanto registra em imagens, audiovisual e entrevistas esta trajetória e pequenas história dessa parte da população privada de suas origens e sua ancestralidade. Parte destes registros (imagens e textos) se transformará no livro, enquanto os registros audiovisuais serão compartilhados em tempo real com o grande público através das redes sociais e plataformas digitais. O livro será o maior registro até então sobre a população negra do Rio Grande do Sul.A escrita e fotografia do livro serão realizadas por um escritor e um fotógrafo profisisonal, após orientação de historiadores e antropólogos que realizarão a primeira etapa de pesquisa. Produto Seminário Ao fim da etapa de testagem genética, uma equipe composta por historiadores, antropólogos e produtores será responsável por catalogar os resultados, identificando as origens regionais, países, localidades e etnias mais encontrados dentre as famílias negras gaúchas. Os resultados serão apresentados em um Seminário Multicultural Internacional. O objetivo é que, mais do compreenderem sua ancestralidade, os participantes possam conhecer a cultura do seu local de origem, as tradições, a memória e o fazer artístico das localidades originárias. Desta forma, o Seminário buscará representantes destas culturas em um espaço de integração entre as nações, estimulando o intercâmbio cultural, permitindo aos participantes aprofundarem os saberes sobre suas raízes.Importante destacar que o seminário será gratuito a todos os públicos.

Objetivos

Objetivos específicos: - Produzir um livro sobre a história presença do Povo Preto do Rio Grande do Sul; - Registrar em imagens, áudio, vídeo e entrevistas as histórias de personalidades negras gaúchas e pessoas comuns que serão os personagens do livro; - Desenvolver as redes sociais do projeto para compartilhar a experiência em tempo real com o público; - Realizar até 1000 testes genéticos sob a coordenação do laboratório da Universidade Feevale para identificar a origem ancestral de parte da população negra gaúcha; - Realizar um seminário internacional, com representantes dos povos/etnias mais encontrados entre os ancestrais das pessoas testadas; - Realizar 10 encontros/bate-papos com comunidades afro-brasileiras e/ou quilombolas do Rio Grande do Sul sobre a importância das descobertas da população negra gaúcha (contrapartida social); - Valorizar a história negra no Rio Grande do Sul, um estado reconhecido apenas majoritariamente pelas colonizações alemãs e italianas; - Incentivar o resgate histórico e cultural ancestral de um importante parte da população gaúcha, ainda invisibilizada; - Proporcionar o aprendizado cultural aos participantes e ao grande público, através do Seminário Étnico Internacional; - Realizar um registro inédito e de grandes proporções sobre a população preta e sua presença no Sul do país;

Justificativa

Segundo os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), a população negra correspondia a 56,7% da população de nosso país no segundo semestre de 2024. No Rio Grande do Sul, local da realização do projeto, os dados estatísticos e sociais se misturam de maneira preocupante. Conforme a Doutora em História (PUC/RS _ 2008) Lúcia Regina Brito Pereira, o Rio Grande do Sul tem uma população de 11, 29 milhões de pessoas, sendo 22% negras. A população quilombola no Estado é de 17,5 mil pessoas, distribuídas em 146 comunidades quilombolas, localizadas em 70 municípios. Porto Alegre concentra o maior número de quilombolas, com 2,2 mil pessoas distribuídas em 11 comunidades, incluindo o Quilombo da Família Silva, o primeiro quilombo urbano titulado do Brasil. Em outro dado importante, o Rio Grande do Sul também é o Estado com a maior desigualdade racial do país. Na capital, por exemplo, o Indice de Desenvolvimento Humano (IDH) da população preta é 18,2% inferior ao da população branca (dados do IBGE). Observando estas informações e estatísticas, fica evidente que o RS tem ainda enraizado o legado escravagista em sua história. É preciso lembrar que o Estado era considerado o "castigo" para pessoas negras escravizadas, já que, ao trabalharem nos campos de charque e curtimento do couro, utilizando sal, as feridas causadas pelas chibatadas ardiam ainda mais. Assim, aqueles que eram considerados os "piores escravos" eram enviados para o Rio Grande do Sul. Ainda que estejamos a um século de história de distância dessa realidade, a invisibilização desta população e destruição de sua história, registros e ancestralidade é evidente, não apenas no RS mas em todo o Brasil. O presente projeto busca justamente resgatar esta história. O objetivo é convidar até 1000 personalidades e pessoas comuns, negras e gaúchas, e contar suas histórias na busca pela sua ancestralidade. A busca por essas histórias e ancestralidades se dará através da testagem genética, realizada em laboratório, em parceria com a Universidade Feevale, referência no país, para que seja identificada a etnia, o local geográfico de origem das famílias e, com auxílio de antropólogos e historiadores, buscar identificar os povos de origem do público participante do projeto. Todo o processo, desde a busca pelos participantes, a testagem genética, a revelação dos resultados será o ponto de partida para um Seminário multicultural internacional, com a presença de representantes dos povos, países, etnias mais encontradas durante a testagem, e também para um grande livro sobre a história presença do Povo Preto do Rio Grande do Sul.Considerando tudo isso, o projeto busca um objetivo audacioso, que vai impactar diretamente até 1000 famílias negras gaúchas, podendo ultrapassar as 100 mil pessoas negras (indiretamente) no Rio Grande do Sul. O projeto busca uma completa mudança de paradigma na busca pela história e ancestralidade negra no Estado. Assim, se faz necessária a utilização dos mecanismos de incentivo para viabilizar um projeto deste porte. O presente projeto se enquadra na Lei 8.313/91 em diversos artigos, como: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País.

Estratégia de execução

Não se aplica

Especificação técnica

Todas as especificações técnicas do produto LIVRO serão definidas na etapa de Produção, de acordo com a orientação técnica de diagramadores, escritor e fotógrafo

Acessibilidade

PRODUTO LIVRO ACESSO PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA VISUAL Versão acessível do Livro disponível para download gratuito, oportunizando a leitura através de aplicativos e programas compatíveis ACESSO PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA AUDITIVA: O produto cultural já é naturalmente acessível para essa população PRODUTO SEMINÁRIO ACESSO FÍSICO: O Seminário será realizado em espaço com acesso físico inclusivo completo, incluindo: - rotas acessíveis, com espaço de manobra para cadeiras de rodas; - rampas; - elevadores adequados à pessoa com deficiência; - banheiros femininos e masculinos adaptados para PCD’s; - vagas de estacionamento para PCD’s; - assentos prioritários para PCD’s, - Iluminação adequada. ACESSO PESSOA COM DEFICIÊNCIA AUDITIVA: O seminário terá intérprete de libras durante as falas da mesa principal

Democratização do acesso

Democratização de Acesso - Até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores, havendo mais de um receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado; - Até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto; - Mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, incluindo professores de instituição públicas de ensino; - De todos os exemplares produzidos, 40% será doado para o Coletivo Aya, representação negra no Vale do Rio dos Sinos, região metropolitana de Porto Alegre. - As unidades restantes do produto cultural resultante serão destinadas a comercialização ao valor de R$ 140,00. Medidas de Ampliação de Acesso Conforme art. 47 da IN, sessão III, será oferecido I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, além do previsto no art. 46, inciso III, totalizando 20% (vinte por cento) III - disponibilizar, na internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referentes ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição; IV - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; Contrapartida social - Realizar 10 encontros/bate-papos com comunidades afro-brasileiras e/ou quilombolas do Rio Grande do Sul sobre a importância das descobertas da ancestralidade da população negra gaúcha (contrapartida social);

Ficha técnica

Um Cultural – Proponente, coordenação geral, gestão cultural e administrativa, Produção Executiva e captação de recursos Currículo: A Um Cultural é uma empresa situada em Novo Hamburgo, Rio Grande do Sul, que atua em todas as etapas de projetos e atividades culturais e socioculturais. Há dezessete anos no mercado, tem conquistado um espaço representativo no segmento cultural, inclusive em outros estados brasileiros. Realizou diversos eventos, dos quais podem ser destacados: três edições do Festival de Cinema de Gramado; quatro edições da Feira Regional do Livro de Novo Hamburgo; dez edições Kerb de São Miguel; dez edições Natal dos Anjos; duas edições da Noite do Centro Histórico; uma edição da Festimar, entre outros. Dos projetos socioculturais se destacam a Casa de Cultura e Arte; Banda Musical Auxiliadora, entre outros. Produziu também a circulação de grupos teatrais pelo interior do estado e rotinas culturais na região do Vale dos Sinos. Editou e participou da publicação de uma série de livros, dos quais podem ser mencionados: Novo Hamburgo – a cidade se revela, com textos de Henrique Schneider, São Leopoldo a cidade se revela, com textos de Ruy Carlos Ostermann, ambos com fotos de Joel e Isa Reichert; Costa do Brasil, de Ita Kirsch; A História do Rubi de Ragank, de Simone Saueressig; entre muitos outros. É a produtora responsável pelo projeto de restauro do Museu Casa do Imigrante, de São Leopoldo, e da Igreja Evangélica Luterana do Redentor de Fazenda Padre Eterno, de Nova Hartz, RS. Coletivo Aya – Coordenação de Produção Responsável pela coordenação e seleção da equipe de produção que mobilizará as comunidades locais, selecionará os representantes que deverão ter material coletado e fará os diálogos nos territórios falando da importância do resgate proposto pelo projeto. Fernando R. Spilki – Coordenador técnico (testagem genética e triagem) Currículo: Virologista, Doutor em Genética e Biologia Molecular, pela Universidade Estadual de Campinas (2006). Pró-Reitor de Pesquisa Pós-Graduação e Extensão da Universidade Feevale, Novo Hamburgo. Membro da equipe de especialistas da Rede Vírus do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). Coordenador da Rede Corona-ômica.BR/MCTI e do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia para Vigilância Genômica de Vírus e Saúde Única (INCT-One). Leonardo Rosa – Fotógrafo e jornalista Currículo: Jornalista, Fotógrafo e Mestre em Processos e Manifestações Culturais. Especialista em protagonismo negro através da imagem. Atuou em jornais como NH e VS e outras editorias do Grupo Editorial Sinos. Foi coordenador da Unisul Virtual (Polo Sapucaia do Sul) e da Agência A4 Unisc – Núcleo de Fotografia. Atuou como professor de Fotografia no Senac Taquara e no curso de Fotografia e Comunicação Social da UNISC. Foi Diretor Geral da Secrataria de Justiça, Cidadania e Direitos da Assembleia Legislativa do RS.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.