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PRONAC 258081Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Chénjìn: uma viagem imersiva por 1.500 anos de pintura chinesa

JUPTER - ENTRETENIMENTO, COMUNICACAO E CULTURA LTDA
Solicitado
R$ 650,0 mil
Aprovado
R$ 650,0 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

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Classificação

Área
—
Segmento
Exposição Cultural / Artística
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Exposições de artes visuais, culturais, com museografia ou acervos de museus
Ano
25

Localização e período

UF principal
MG
Município
Pouso Alegre
Início
2025-11-15
Término
2026-12-31
Locais de realização (1)
Pouso Alegre Minas Gerais

Resumo

O projeto Chénjìn: uma viagem imersiva por 1.500 anos de pintura chinesa propõe a realização de uma exposição imersiva gratuita em Pouso Alegre (MG), apresentando um percurso histórico da pintura chinesa por meio de projeções 360º, trilhas sonoras e recursos interativos. A mostra terá duração de 4 semanas em espaço de grande circulação, com catálogo digital acessível e ações de mediação voltadas para escolas públicas.Como medida de ampliação de acesso, jovens estagiários matriculados em cursos de História serão selecionados via edital público para atuarem como monitores, recebendo bolsa formativa e promovendo articulação entre prática profissional e formação acadêmica.

Sinopse

A exposição Chénjìn será realizada em Pouso Alegre (MG) e apresentará um recorte de 1.500 anos da pintura chinesa, em projeções 360º de alta definição com sonorização multicanal e recursos interativos. O projeto propõe gratuidade integral, acessibilidade plena e contrapartidas sociais, em consonância com a Lei nº 8.313/91 e a Instrução Normativa MinC nº 23/2025.Produtos do Projeto1. Exposição ImersivaMostra gratuita de 4 semanas em espaço de grande circulação, reunindo obras oriundas de acervos internacionais de domínio público (Metropolitan Museum of Art, LACMA, Cleveland Museum of Art e National Palace Museum). A narrativa será apresentada por meio de projeções imersivas e conteúdos multimídia.Classificação indicativa: Livre.Projeção de Público: 10 mil pessoas. Recursos de acessibilidade do produto: O espaço expositivo contará com acessibilidade física, sendo localizado em área térrea e/ou equipado com rampas de acesso. Toda a equipe de produção e os mediadores passarão por treinamento conduzido pela coordenação pedagógica especialista em acessibilidade, assegurando atendimento qualificado a diferentes públicos. Estão previstos ainda recursos de audiodescrição durante a exposição, material promocional em Braille que redireciona pessoas com deficiência visual para a experiência de audiodescrição, e fones individuais com audiodescrição disponíveis no local para visitantes que necessitem deste suporte.2. Catálogo AcessívelProdução de 3.000 exemplares impressos e versão digital (PT/EN) com audiodescrição e QR Codes para materiais multimídia. Distribuição gratuita a visitantes, escolas públicas e bibliotecas, reforçando o caráter educativo do projeto.Classificação indicativa: Livre. 3. Visitas Mediadas e Contrapartidas Atendimento especial a escolas públicas da região, com transporte garantido na primeira semana (cinco ônibus) e possibilidade de receber uma turma por dia ao longo da temporada. A mediação será conduzida por monitores de História, selecionados via edital público com foco em jovens universitários matriculados em cursos de História. Eles receberão bolsa formativa (Art. 24, V da IN 23/2025), atuando como mediadores e ganhando experiência prática em curadoria e educação patrimonial, além de serem capacitados por uma coordenadora pedagógica especialista em acessibilidade.Classificação indicativa: Livre.Atividades complementares: Encontros educativos com os historiadores do projeto e a coordenação pedagógica, destinados a estudantes e ao público geral. As atividades complementares reforçam a difusão de conhecimento e cumprem a função social prevista em contrapartidas culturais.Classificação indicativa: Livre.

Objetivos

Objetivo GeralPromover o acesso democrático e gratuito à arte chinesa em Pouso Alegre (MG), por meio da exposição Chénjìn: uma viagem imersiva por 1.500 anos de pintura chinesa, utilizando recursos tecnológicos e acessíveis. O projeto tem como foco a educação cultural, a valorização do intercâmbio Brasil_China e a formação prática de jovens universitários, em consonância com as diretrizes da Lei Rouanet para difusão cultural, democratização de acesso e contrapartidas formativas.Objetivos Específicos1. Realizar a exposição imersiva gratuita Chénjìn em espaço de grande circulação de Pouso Alegre, com duração de 4 semanas.2. Exibir obras históricas da pintura chinesa em projeções 360º, a partir de acervos internacionais reconhecidos e disponíveis em domínio público.3. Produzir catálogo digital acessível (PT), com audiodescrição e recursos multimídia.4. Oferecer ações de mediação cultural voltadas a escolas públicas e comunidades locais.5. Selecionar e capacitar jovens estagiários matriculados em cursos de História, via edital público, para atuarem como monitores durante a exposição.6. Garantir acessibilidade plena, com audiodescrição, Libras, materiais táteis e visitas sensoriais adaptadas.7. Divulgar o projeto por meio de campanha digital e mídia regional, assegurando amplo alcance do público.8. Produzir relatório final com dados de público, clipping de mídia e resultados educacionais, garantindo a prestação de contas e a mensuração do impacto cultural. Fundamentação LegalLei nº 8.313/91 (Lei Rouanet)Art. 1º, I _ livre acesso às fontes da cultura (gratuidade da exposição).Art. 1º, III _ apoio e difusão de manifestações culturais (difusão da pintura chinesa).Art. 1º, VII _ desenvolvimento da consciência internacional e respeito aos valores culturais de outros povos (intercâmbio Brasil_China).Art. 1º, VIII _ estímulo à difusão de bens culturais de valor universal (pintura chinesa como patrimônio da humanidade).Art. 3º, II _ fomento à produção cultural e artística (exposição de artes visuais).Art. 3º, IV _ estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais (ações educativas e materiais acessíveis).

Justificativa

A exposição Chénjìn: uma viagem imersiva por 1.500 anos de pintura chinesa, gratuita e sediada em Pouso Alegre (MG), envolve custos significativos com curadoria especializada, adaptação de acervos de obras disponibilizadas em domínio público por museus reconhecidos internacionalmente, criação audiovisual, projeções 360º de alta definição, sonorização multicanal, estrutura de acessibilidade e contratação de equipe técnica e pedagógica. Entre os acervos utilizados destacam-se instituições como o The Metropolitan Museum of Art (Nova York), o Cleveland Museum of Art (Ohio), o Los Angeles County Museum of Art _ LACMA (Califórnia) e o National Palace Museum (Taiwan), que disponibilizam imagens históricas da pintura chinesa em plataformas digitais com acesso livre. O projeto também prevê a seleção de estagiários de História, via edital público, que atuarão como monitores mediante bolsa remunerada, em consonância com a Instrução Normativa MinC nº 23/2025, que autoriza bolsas de formação e estágio em gestão cultural e artes como medidas de democratização e contrapartida social. Sem o apoio do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais, a viabilidade financeira e a gratuidade da mostra estariam comprometidas, restringindo o acesso da comunidade a uma experiência cultural de padrão internacional. Relevância do formato imersivoAs exposições imersivas têm se consolidado como fenômeno cultural, combinando inovação tecnológica e forte impacto educacional. Casos recentes confirmam essa tendência:"Beyond Van Gogh" (São Paulo, 2022): 100 mil ingressos vendidos em 18 dias, com expectativa de 400 mil visitantes. Esse desempenho atesta o grande interesse do público por experiências imersivas que aliam arte e tecnologia."Van Gogh & Impressionistas" (circuito nacional): aproximadamente 700 mil visitantes em capitais brasileiras, com projeções em 360º e trilha sonora, mostrando o alcance nacional do formato."Leonardo da Vinci _ 500 anos de um gênio" (MIS Experience, SP): mais de 400 mil visitantes em quatro meses. A mostra inaugurou o primeiro espaço dedicado a experiências imersivas na América Latina, destacando-se pelo caráter educativo, com 18 áreas interativas sobre invenções e obras de Da Vinci.Esses benchmarks confirmam o potencial de público, o impacto educativo e o valor cultural das exposições imersivas, demonstrando que projetos com esse perfil são capazes de atrair públicos amplos e diversos, consolidando novos hábitos de consumo cultural. Impacto esperado em Pouso AlegreA realização de Chénjìn em Pouso Alegre, município do sul de Minas Gerais, amplia a interiorização da cultura, levando ao público regional um evento de qualidade internacional em uma cidade fora dos grandes eixos de circulação cultural. A proposta democratiza o acesso às artes visuais e à tradição chinesa, beneficiando estudantes, famílias e turistas. A oferta de bolsas para estagiários de História fortalece a dimensão pedagógica, associando formação prática a vivência profissional. Além disso, a gratuidade integral da mostra garante que barreiras econômicas não impeçam a participação.Sem o incentivo fiscal, a produção dependeria de cobrança de ingressos ou de fontes de financiamento limitadas, o que reduziria o alcance social. Com a Lei Rouanet, será possível viabilizar a montagem técnica, assegurar acessibilidade (audiodescrição, Libras, materiais táteis, sessões sensoriais adaptadas), realizar ações educativas, produzir catálogo digital acessível e estruturar um plano de comunicação que atinja diferentes públicos. Pontos de Alinhamento com a Lei Rouanet e IN 23/20251. Gratuidade e democratização de acessoArt. 1º, I da Lei 8.313/91: garante livre acesso às fontes da cultura.Art. 3º, IV da Lei 8.313/91: estimula o conhecimento dos bens culturais pela gratuidade.IN 23/2025, Art. 23, §1º: reconhece ações de democratização como visitas escolares e distribuição gratuita de produtos.2. Difusão internacional e intercâmbio culturalArt. 1º, III e VII da Lei 8.313/91: apoio e difusão de manifestações culturais e respeito aos valores de outros povos.Art. 1º, VIII da Lei 8.313/91: difusão de bens culturais de valor universal.3. Uso de acervos internacionais em domínio públicoIN 23/2025, Art. 22: custos com direitos autorais são admitidos; no caso, como o acervo é em domínio público, não haverá ônus, mas a previsão reforça a legalidade da utilização.4. Acessibilidade plenaIN 23/2025, Art. 18: exige medidas de acessibilidade física e de conteúdo.Aqui, o projeto atende com audiodescrição, Libras, materiais táteis e sessões sensoriais adaptadas.5. Bolsas formativas para estagiáriosIN 23/2025, Art. 24, V: permite bolsas de formação e estágio em gestão cultural e artes como contrapartida social.Isso legitima a contratação de estagiários de História como monitores.6. Comunicação e divulgaçãoIN 23/2025, Art. 30: prevê custos de comunicação e divulgação como despesas admitidas.A campanha digital e regional está de acordo com esse dispositivo.7. Relatório final e prestação de contasIN 23/2025, Art. 33: determina apresentação de relatório com dados de público, resultados educacionais e clipping de mídia.O projeto antecipa essa entrega como parte da sua metodologia. ConclusãoO uso da Lei de Incentivo à Cultura é, portanto, essencial para garantir que a exposição Chénjìn seja gratuita, acessível e com contrapartidas sociais robustas. A iniciativa reforça a interiorização da cultura, amplia a formação de público, promove intercâmbio internacional e fortalece direitos culturais. As evidências apresentadas — alinhadas aos incisos do Art. 1º e aos objetivos do Art. 3º da Lei nº 8.313/91 — asseguram a pertinência do pleito. Com o incentivo fiscal, o projeto poderá atingir seu pleno potencial de impacto cultural, educativo e social, tornando-se um marco para o cenário cultural regional e um exemplo de democratização do acesso à arte. Fontes e ReferênciasBRASIL. Lei nº 8.313, de 23 de dezembro de 1991. Institui o Programa Nacional de Apoio à Cultura _ PRONAC. Diário Oficial da União: seção 1, Brasília, DF, 24 dez. 1991. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l8313cons.htm. Acesso em: 8 set. 2025.SATED/RJ _ Sindicato dos Artistas e Técnicos em Espetáculos de Diversões do Estado do Rio de Janeiro. Lei Rouanet _ Lei nº 8.313/91. Rio de Janeiro: SATED/RJ, [s.d.]. Disponível em: https://www.satedrj.org.br. Acesso em: 8 set. 2025.VEJA. Mostra imersiva de Van Gogh bate 100 mil ingressos vendidos. São Paulo: Abril, 6 abr. 2022. Disponível em: https://veja.abril.com.br/cultura/mostra-imersiva-de-van-gogh-bate-100-mil-ingressos-vendidos/. Acesso em: 8 set. 2025.NATAL SHOPPING. Exposição imersiva Van Gogh & Impressionistas já foi aclamada por 700 mil pessoas no Brasil. Natal: Natal Shopping, ago. 2024. Disponível em: https://www.natalshopping.com.br/noticias/exposicao-imersiva-van-gogh-impressionistas-ja-foi-aclamada-por-700-mil-pessoas-no-brasil. Acesso em: 8 set. 2025.REVISTA CONCERTO. MIS Experience prorroga mostra Leonardo da Vinci _ 500 anos de um gênio (recorde de público). São Paulo: Concerto, 28 fev. 2020. Disponível em: https://www.concerto.com.br/noticias/mis-experience-prorroga-mostra-leonardo-da-vinci-500-anos-de-um-genio-recorde-de-publico. Acesso em: 8 set. 2025.

Estratégia de execução

Não foram inseridos custos referentes ao ECAD (Escritório Central de Arrecadação e Distribuição) e à sonorização do espaço expositivo por razões técnicas e de enquadramento legal.No caso da sonorização, os valores já estão contemplados na diária de locação dos equipamentos de projeção, que inclui o fornecimento de som ambiente necessário para a experiência imersiva. Dessa forma, não há necessidade de uma rubrica específica para este item, evitando duplicidade de custos.Quanto ao ECAD, não há incidência de cobrança, uma vez que serão utilizados exclusivamente sons e músicas em domínio público, oriundos de acervos livres de direitos autorais e devidamente identificados. Isso garante a conformidade legal e a correta aplicação dos recursos incentivados, em alinhamento com a Instrução Normativa MinC nº 23/2025, que permite apenas a cobertura de direitos autorais quando de fato aplicáveis.Assim, a não previsão destes custos no orçamento não compromete a execução do projeto, ao contrário, assegura uso eficiente e transparente dos recursos públicos, evitando despesas desnecessárias. Plano PromocionalA divulgação da exposição Chénjìn: uma viagem imersiva por 1.500 anos de pintura chinesa tem como objetivo assegurar amplo alcance de público, valorizando o caráter educativo, acessível e gratuito do projeto. O plano promocional foi estruturado de forma integrada, combinando meios tradicionais (rádio, televisão e outdoor) e estratégias digitais (tráfego pago em redes sociais e buscadores), a fim de atingir diferentes perfis de público — estudantes, famílias, educadores e turistas da região de Pouso Alegre e municípios vizinhos.Considerando a obrigatoriedade de acessibilidade na comunicação cultural (conforme Art. 18 da IN MinC nº 23/2025), parte dos recursos será destinada à produção de materiais acessíveis, como vídeos com interpretação em Libras, legendas descritivas, posts em linguagem simples e conteúdos com audiodescrição. Essa medida garante que as ações de divulgação sejam inclusivas e democratizem o acesso à informação sobre a exposição.Além disso, a estratégia contempla ações educativas e institucionais, com foco em escolas públicas e comunidades locais, reforçando a dimensão social do projeto. A reserva de recursos entre diferentes canais assegura equilíbrio entre visibilidade regional e engajamento digital, permitindo que a exposição alcance tanto públicos espontâneos quanto grupos organizados.Por fim, destaca-se que a distribuição orçamentária proposta poderá ser ajustada de acordo com as definições e interesses do patrocinador, sem comprometer os princípios de gratuidade, acessibilidade e interiorização cultural que orientam o projeto.

Especificação técnica

A) Exposição PrincipalA exposição em artes visuais constitui o eixo central do projeto. Será realizada em espaço acessível, com obras selecionadas por curadoria especializada. O espaço contará com infraestrutura inclusiva (rampas, banheiros adaptados, sinalização tátil e equipe treinada para acessibilidade). O catálogo impresso e digital apresentará conteúdos complementares, incluindo audiodescrição e QR Codes. A mostra terá duração de 1 mês, aberta gratuitamente ao público em geral, com classificação etária Livre.Duração: 1 mês. Material: painéis expositivos, estruturas modulares e equipamentos de iluminação. Projeto pedagógico: visitas mediadas para escolas e público espontâneo. B) Contrapartida: Semana de Atendimento às Escolas Públicas (Vernissage Educativa)/ Mediações CulturaisSerá dedicada uma semana exclusiva para alunos de escolas públicas de zonas rurais e periféricas. O projeto garantirá transporte e lanche para os estudantes, além de mediações educativas planejadas pela equipe pedagógica. O objetivo é democratizar o acesso à arte e incentivar a formação cultural de jovens em situação de vulnerabilidade. Classificação etária Livre.Duração: 1 semana. Material: transporte escolar, lanche e catálogo, que será usado como material de apoio pedagógico. Projeto pedagógico: plano de mediações com linguagem acessível, adaptado ao público escolar.Durante todo o período expositivo, serão realizadas mediações culturais com foco em acessibilidade e inclusão. A equipe mediadora, treinada em atendimento a pessoas com deficiência visual e física, conduzirá visitas mediadas e rodas de conversa com o público. As ações de mediação têm como objetivo ampliar a compreensão das obras, aproximando diferentes públicos da produção artística contemporânea. As mediações serão realizadas por estudantes universitários de História ou pessoas com até 1 ano de formados na área, selecionados por meio de chamada pública a ser divulgada no site oficial do projeto. Classificação etária Livre.Duração: contínua durante a exposição. Material: recursos táteis, material gráfico acessível e suporte digital. Projeto pedagógico: metodologia de mediação cultural crítica e inclusiva. D) Catálogo Acessível (Impresso e Digital)O catálogo funcionará como registro e material educativo da mostra. Será produzido em versão impressa com tiragem limitada e em versão digital de acesso gratuito. O material incluirá textos críticos, imagens das obras, entrevistas com artistas e recursos de acessibilidade como QR Codes para audiodescrição. O catálogo ampliará o alcance do projeto, servindo também como acervo para bibliotecas, escolas e centros culturais. Classificação etária Livre.Paginação: entre 40 e 60 páginas. Material: impressão em papel couché com acabamento simples; versão digital em PDF acessível. Projeto pedagógico: textos críticos e obras. Outras ações/ações complementares: Todo o processo do projeto — da pré-produção até a realização da mostra — será devidamente registrado em fotografia e vídeo, resultando em um material audiovisual de 5 a 10 minutos de duração, disponibilizado nas redes sociais e enviado a parceiros institucionais. Além disso, será elaborado um relatório final contendo dados quantitativos (público alcançado, escolas atendidas, acessos digitais) e qualitativos (avaliação de impacto, depoimentos e registros fotográficos), em versão digital e impressa restrita. Essas ações cumprem função de difusão, memória e transparência, atendendo às exigências de prestação de contas e possibilitando a avaliação e a replicabilidade da iniciativa.

Acessibilidade

Acessibilidade FísicaA exposição será realizada em área térrea, facilitando o acesso universal. O espaço contará com rampas, banheiros adaptados, áreas de circulação ampla e guias táteis no piso para orientar pessoas com deficiência visual. A montagem será planejada para garantir mobilidade segura a cadeirantes, idosos e pessoas com mobilidade reduzida, assegurando conforto e autonomia durante todo o percurso.Será disponibilizado um folder impresso em Braille, que direcionará a pessoa com deficiência visual para a experiência completa de audiodescrição do catálogo e do conteúdo da mostra, garantindo acessibilidade ao material educativo em diferentes formatos.Acessibilidade de ConteúdoA exposição oferecerá múltiplos recursos de acessibilidade comunicacional:Intérprete de Libras em atividades educativas e visitas mediadas, função assumida pela coordenadora pedagógica especialista na área;Catálogo acessível, com versão em Braille e edição digital com audiodescrição;Visitas sensoriais adaptadas, com mediação pedagógica específica para pessoas com deficiência visual e intelectual. Equipe treinada em acessibilidadeA equipe de produção e os mediadores serão capacitados pela coordenação pedagógica para receber adequadamente pessoas com deficiência visual e física, proporcionando uma experiência mais inclusiva e acolhedora ao público.

Democratização do acesso

A exposição Chénjìn: uma viagem imersiva por 1.500 anos de pintura chinesa será totalmente gratuita, sem cobrança de ingressos em nenhum momento. A distribuição de convites será feita prioritariamente junto a escolas públicas da região de Pouso Alegre (MG), garantindo que crianças e jovens tenham acesso assegurado ao espaço expositivo. O público em geral terá livre acesso mediante entrada espontânea durante todo o período de funcionamento. Como produto complementar, serão produzidos 3.000 catálogos impressos, distribuídos gratuitamente em bibliotecas, escolas públicas, centros culturais e para os visitantes da mostra. Uma versão digital acessível (com audiodescrição e QR Codes) será disponibilizada em site do projeto, permitindo acesso remoto a todo o conteúdo.Para ampliar o alcance do projeto, serão organizadas visitas mediadas exclusivas para escolas públicas, com transporte garantido para grupos previamente agendados. Além disso, o projeto prevê oficinas paralelas e rodas de conversa com os historiadores, a coordenadora pedagógica e os estagiários, aproximando estudantes e comunidade do conteúdo da exposição.

Ficha técnica

Julio Cesar Pires (Dirigente da Proponente, Coordenador de Comunicação e Curador)Homem LGBT periférico. Publicitário (São Camilo/ES, 2012), com pós-graduação em Gestão Cultural e Indústrias Criativas (PUC-Rio, 2024) e residência artística na Universidade de Salamanca (2017). Formação complementar em Fotografia e Memória (USP), Estéticas das Mídias (PUC-SP) e Gestão Estratégica de Negócios (PUC-MG). Atua desde 2009 como curador, produtor cultural e fotógrafo, dirigindo sua produtora desde 2019.Foi curador de exposições urbanas Pride.Art (2024) e Rua Orgulho (2025), focadas em artistas LGBTQIAP+. Criou e produziu o Festival Moqueca Pop (2023), patrocinado pela ES Gás via LICC, e curou o Projeto Reencontros (MUCANE, 2023), com foco em artistas negros. Idealizou o CULT LAB (2023), programa de formação em audiovisual, e o Projeto HOJE (2023), oficinas de poesia em escolas públicas. Possui experiência internacional em Bogotá, Santiago, Cidade do México e Lima. Entre suas premiações, estão o 1º lugar no Salão Nacional Levino Fanzeres (2019) e no Concurso Nacional de Arte Fotográfica sobre Direitos Humanos (2016).Na produção artística, destacam-se a exposição RUA BRASIL (2019, México), mostras LABOR (Chile e Colômbia) e o fotolivro Venicunca, publicado na Revista Studium (Unicamp). Rosely Ferreira (Coordenadora Pedagógica e Intérprete de Libras)Mulher periférica com autismo. Formada em Pedagogia (2018) e pós-graduada em Gestão do Trabalho Pedagógico (2018). Atua em projetos culturais com foco em acessibilidade: Festival Moqueca Pop (Anchieta, 2025) como intérprete de Libras e coordenadora de acessibilidade; Pride.Art (2025); Circuito Luz del Fuego (2021) via Lei Aldir Blanc; e projetos LAB.028 e HUB.028 (FUNCULTURA).Possui formação complementar em Libras (básico ao avançado), Comunicação Alternativa, Deficiência Intelectual, Física e Auditiva/Surdez, além de Transtornos Globais do Desenvolvimento. É especialista em acessibilidade cultural, com experiência em coordenação pedagógica e tradução em Libras em eventos de grande porte. Elisa Sampaio (Designer/Diretora de Arte)Mulher negra nordestina. Bacharel em Design pela UFRN (2015), com atuação em design gráfico, programação visual e serviços. Experiência no Hyfen Studios (2014–atual), no Pearl Studios (2013) e como bolsista em projetos de design na UFRN.Participou do Projeto Vernáculo (2013–2014), de documentação e promoção da arte popular do RN, com exposição no Museu Câmara Cascudo. Atuou na Empresa Júnior de Design Caroá (2012) e organizou eventos como a Semana de Design da UFRN (2010–2012) e o RDesign Norte/Nordeste (2012).Fundadora do Estúdio Proa de Design, dedica-se a projetos gráficos, catálogos e identidade visual de iniciativas culturais, com interesse em design participativo e transformação social. Lucilene Dias (Produtora Executiva e Gestora Administrativa)Mulher indígena e periférica. Bacharel em Administração, pós-graduanda em Marketing e Eventos (conclusão prevista em 2027). Formação complementar em Gestão Financeira, Marketing Digital e Captação de Recursos. Participou do Fórum de Gestão e Inovação Cultural da Caixa Cultural (2024).Foi membro titular da Comissão de Eventos de Cachoeiro de Itapemirim (2017–2024), atuando em grandes eventos como os shows de Roberto Carlos, Festa de Cachoeiro e Feira da Bondade. É produtora executiva do Festival Moqueca Pop (2023 e 2024) via LICC, curadora do Moqueca Pop Verão (Anchieta, 2025) e curadora da etapa musical do Festival Reencontros (UFES, 2024).Reconhecida em editais, conquistou o 1º lugar no Edital Estadual de Artes Visuais (SECULT-ES) com projeto de artistas indígenas e o 2º lugar no Edital Estadual Paulo Gustavo – Artes Integradas. Pesquisadores/HistoriadoresNo momento da inscrição, optou-se por não apresentar nomes específicos, pois a seleção será realizada em universidades, especialmente em Pouso Alegre e em São Paulo, para garantir profissionais com especialização em História da China. Essa decisão assegura rigor histórico e consistência pedagógica, evitando nomeações sem o devido aprofundamento técnico.Serão contratados dois historiadores, que atuarão em:Pesquisa e elaboração de textos curatoriais e do catálogo;Assessoria crítica na adaptação de conteúdos para os recursos imersivos;Treinamento pedagógico de dois monitores/estagiários de História, selecionados via edital.Assim, o núcleo de pesquisa será composto por quatro profissionais de História: dois pesquisadores de referência e dois monitores/estagiários. Essa escolha reflete o compromisso do projeto em buscar a melhor adequação técnica e científica, garantindo rigor histórico, impacto educativo e qualidade cultural.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.