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O projeto pretende despertar consciência sobre o nosso consumo e nosso lixo gerado durante toda a vida por meio de exposições de fotografia e de instalações sobre o tema; e também oficinas educativas para jovens e crianças de instituições públicas.
Não se aplica
OBJETIVOS GERAISRealizar exposições fotográficas e de obras que possam conscientizar as pessoas sobre questões ambientais e de consumo. Em 2020, o fotógrafo e ativista Alex Fisberg juntou todo o plástico que consumiu em sua vida. A partir da contagem de quantos produtos usava em média por mês e por ano, o fotógrafo calculou sua pegada plástica e, com a ajuda de catadores de material reciclável, coletou esses materiais e levou para sua casa para serem fotografados nos ambientes em que vivia, seguindo a lógica de que não existe fora. As fotografias e a campanha virtual tiveram um amplo alcance nas redes sociais e na imprensa especializada, mas o momento da pandemia não permitia levar a ação para o presencial. Este projeto tem como objetivo se aprofundar e se atualizar nas questões documentadas em 2020, levar os aprendizados, reflexões e o impacto social e cultural dessa experiência para um público mais amplo, realizando exposições, uma série de instalações artísticas e oficinas formativas com crianças e adolescentes sobre as questões relacionadas aos impactos socioambientais do plástico. A partir de uma experiência pessoal satirizada, será possível engajar um grande público com um assunto de ampla relevância em tempos de mudanças climáticas e caos ambiental. Objetivos específicos: . realizar uma grande exposição fotográfica e com instalações em um centro cultural de São Paulo, impactando cerca de 1.500 pessoas; . realizar 3 grandes exposições fotográficas em locais de grande circulação de pessoas, ampliando ainda mais a discussão provocada pelo projeto para pessoas que não estão em ambientes culturais, gerando acessibilidade e ampliando repercussão, impactando cerca de 30 mil pessoas; . realizar oficinas educativas e palestras para crianças e jovens de 08 instituições públicas de São Paulo, impactando cerca de 1.920 pessoas fora do circuito de arte e cultura, ampliando acesso à temática do projeto. . criar um catálogo da exposição do projeto que servirá como material de apoio para visitantes da exposição no centro cultural e poderá ser utilizado nas instituições públicas atendidas pelo projeto.
O projeto busca, por meio de uma abordagem criativa e reflexiva sobre o consumo e a sustentabilidade, trazer ao espectador concretude e conhecimento sobre uma temática tão importante frente às questões relacionadas ao Meio Ambiente e às Mudanças Climáticas. Hoje, parte dos problemas sociais e ambientais que a sociedade enfrenta estão diretamente relacionados com a forma como aprendemos a lidar com nosso entorno e o Meio Ambiente. É por meio da cultura, da arte e da reflexão que podemos alterar o olhar e o entendimento sobre estas questões fundamentais para a melhoria das condições de vida da população.O projeto se enquadra no artigo 1º da Lei 8313/91 pelos seguintes motivos: Item I - pois contribui para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais, Item II - promove e estimula a da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; Item III - apoia e valoriza o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores. O projeto também se enquadra no artigo 3º da Lei 8313/91: I - Incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore. Ademais, o projeto se propõe a oferecer todas as suas atividades de maneira gratuita para todos os participantes, ocorrendo não somente em um centro de cultura, mas chegando a locais e pessoas que acessam pouco os equipamentos culturais, como espaço de grande circulação de pessoas e instituições públicas.
Exposição em espaço cultural: 20 placas expositivas no formato 40 x 60 cm, sendo 18 fotografias, uma placa de apresentação do projeto e uma placa de créditos e acessibilidade. 6 instalações que simulam espaços de uma casa que nunca descartou nada consumido no lixo. Exposição em locais de grande circulação: 20 placas expositivas no formato 70 x 95 cm, sendo 18 fotografias, uma placa de apresentação do projeto e uma placa de créditos e acessibilidade. As impressões serão feitas em papel fotográfico ou couchê, definidos em pré-produção. Nestes locais não teremos as instalações por serem espaços de grande circulação de pessoas.*(proposta Museográfica detalhada em documento anexo)PROJETO PEDAGÓGICOO quê: oficinas culturais educativas Onde: Instituições públicas na cidade de São Paulo, principalmente escolas Quantidade de locais atendidos: 08 Estimativa de público: 240 pessoas por local, totalizando 1.920 pessoas atendidas diretamente Número e quantidade de pessoas por turma: 30 pessoas por turma, cerca de 8 turmas em cada instituição atendida; sendo 240 pessoas por instituição e 1.920 total Carga horária: 60 minutos por cada turma, totalizando um mínimo de 3.840 minutos de atendimento. Cronograma de atendimento: trabalharemos em 08 instituições públicas, preferencialmente escolas, ao longo de 2 meses e entre 2 e 3 dias em cada local. Atenderemos 2 turmas pela manhã e 2 turmas à tarde por dois dias. Teremos um dia extra provisionado no cronograma caso a escola necessite alguma adaptação de nossa parte. Público-alvo: adolescentes e jovens em situação de vulnerabilidade social e cultural. Objetivo: Serão desenvolvidas ações culturais nas quais a equipe realizará atividades com aparelhos de celulares, incitando a produção de imagens que traduzam os diversos pontos de vista, sensações e sentimentos que envolvem temas relacionados as exposições de imagens do projeto. Atividades: . apresentação do projeto – temática de sustentabilidade e consumo e a relação com nosso dia a dia . bate-papo – discutir relação do homem com o meio ambiente, estilo de vida e nossa relação de consumo . quiz – jogo de perguntas e resposta com o tema abordado . calculadora de consumo – mostrar ferramenta para calcular sua pegada de consumo até o momento . encerramento do projeto – roda de avaliação, distribuição de material educativo e finalização.
Acessibilidade física e estrutural: Todas as atividades serão realizadas em espaços acessíveis a cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida, com circulação facilitada nos ambientes do hospital e escolas. Haverá sinalização tátil e visual quando necessário, especialmente em espaços de exposições fotográficas e oficinas. Os locais de realização das ações contarão com cadeiras adaptadas e mesas adequadas para diferentes perfis de participantes (incluindo idosos e pessoas com deficiência). Acessibilidade comunicacional: Intérprete de Libras: Teremos intérprete de Libras durante as atividades caso seja necessário; Material Visual Acessível: Uso de cartazes e informativos com linguagem simples e ilustrações para facilitar a compreensão por diferentes faixas etárias e níveis de letramento, visando atender também pessoas com deficiência intelectual. Materiais gráficos (convites, folders, painéis das exposições, placas informativas) terão versão em Braille e fonte ampliada, conforme a demanda do público. Acessibilidade digital e tecnológica: Se houver registro audiovisual das atividades (como cobertura de exposições), esses conteúdos terão legenda, audiodescrição e tradução em Libras. Formação da equipe com olhar inclusivo: A equipe do projeto será sensibilizada e orientada quanto à importância da inclusão e às boas práticas de atendimento ao público com deficiência, com o suporte de profissionais da área de acessibilidade sempre que necessário. Serão priorizados arte-educadores e contadores de histórias com experiência em acessibilidade cultural e inclusão. Participação ativa de públicos diversos: As atividades foram pensadas para acolher e envolver diferentes perfis, como crianças e jovens, pessoas com deficiência e acompanhantes com baixa escolaridade, criando um ambiente de respeito à diversidade e estímulo à participação.
O projeto e destinado para pessoas sem restrição de idade. Ele será totalmente gratuito e alinhado à IN 23 de 05 fevereiro de 2025. O projeto inclui como medidas de democratização: Artigo 46: o projeto será totalmente gratuito e destinado a pessoas em vulnerabilidade cultural. Artigo 47 (Medidas de ampliação de acesso), destacamos os seguintes itens: III - disponibilizar, na internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referentes ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições e oficinas; VI - realizar ação cultural voltada para crianças, adolescentes, jovens e seus educadores; No artigo 48 consideramos os seguintes itens: I - de caráter social a distribuição de ingressos e produtos culturais para pessoas de grupos minoritários ou comunidades em vulnerabilidade social, tais como pessoas negras, povos indígenas, comunidades quilombolas, povos e comunidades tradicionais, populações nômades, pessoas em situação de rua, pessoas LGBTQIAPN+, pessoas com deficiência, beneficiários do Bolsa Família e inscritos no CadÚnico; e II - de caráter educativo, a distribuição a professores e alunos da rede pública de ensino fundamental, médio ou superior.
Coordenação Geral / Remuneração do proponente: O proponente será remunerado pela rubrica de Coordenador Geral, além da função do Coordenador Geral, o proponente também terá a responsabilidade de fazer a gestão de toda parte financeira do projeto, incluindo negociação e pagamento dos fornecedores e ajustes orçamentários se for necessário. Produtor: Andreza Portela – possui experiência em planejamento, gerenciamento e coordenação de projetos sociais e culturais nas áreas de educação, cultura e saúde. Coordenou o projeto FotoArte (Lei Rouanet) em 2018 e o projeto Circuito PhotoTruck (Proac) realizado em 2017, dentre outros. Assistente: Mariana Brazil – Psicóloga de formação, atua com arte educação desde o início de 2020 com o projeto Conexões do Cuidar aprovado pelo Proac/ICMS e o projeto Escola do Olhar (LIC 2021). Atualmente trabalha como produtora de diversos projetos socioculturais pelo Brasil. Assistente: Igor Paixão – formado em Rádio, TV e Internet pela Universidade Cruzeiro do Sul, o profissional é produtor audiovisual e produtor cultural. Atuou como arte educador do projeto Conexões do Olhar e assistente do projeto Contos e Olhares, todos projetos culturais itinerantes. Curador: Paula Poleto – formada em Jornalismo pela PUC-SP (2006), pós-graduação em Crítica de Cinema pela Faap (2009), MBA Executivo pelo Insper (2022), trabalha com projetos culturais desde 2008. Realizou curadoria das exposições Ubuntu – Nós somos porque eu sou (2022) e Nós somos porque eu sou (2024), do fotógrafo André François e do projeto Conexões do Olhar (2024) junto à fotógrafa holandesa Corinne Noordenbos. Fotógrafo / artista: Alex Fisberg: Fotógrafo e comunicador social pela PUC-SP, tem pós-graduação em Urbanização de Favelas pela Escola da Cidade-SP e especialização em Empreendedorismo Social e Investimento de Impacto pelo Insper. Atuou em diversas organizações sociais no Brasil (inclusive Amazônia), Índia, Oriente Médio e África. Arte Educador 1: Gleice Lacerda - graduada em Produção Cultural pela Universidade Cruzeiro do Sul de São Paulo. Sua carreira no setor cultural teve início em 2021, quando atuou como coordenadora do StudioK Escola de Dança. Ao longo dos anos, desempenhando diversas funções como produtora, acumulando experiência valiosa em diferentes aspectos da produção cultural. No início de 2024, ela começou a se especializar na produção de projetos incentivados, incluindo a gestão e prestação de contas, ampliando ainda mais seu conhecimento e competência na área. Arte Educador 2: André Pinto – formação em artes visuais (cultura e criação) pelo Senac de São Paulo e licenciatura em Filosofia pela Universidade de Sorocaba. Tem experiencia em oficinas culturais viajando pelo Brasil anualmente por diversos projetos. É autor de diversos livros sendo um deles “invisível visível” lançado em 2022. Arte Educador 3: Eliana Stolagli – Produtora cultural desde 2018 sendo proponente, responsável técnica e coordenadora geral dos projetos FotoSocial e Olhares que inspiram (Proac/SP). Atua também como arte educadora de projetos socioculturais.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.