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O projeto "Barbatuques - Circulação de Shows" propõe a realização de uma turnê nacional do consagrado Grupo Barbatuques, apresentando dois formatos de espetáculo: "Barbatuques 25 anos" e "Tum Pá", além de oficinas de percussão corporal. A iniciativa visa democratizar o acesso à cultura e promover a linguagem da percussão corporal em diversas cidades do Brasil.
Barbatuques 25 anosO espetáculo "Barbatuques 25 anos" celebra a trajetória do grupo, apresentando um repertório que abrange seus maiores sucessos e novas composições. É uma experiência musical envolvente, onde o público é convidado a explorar a riqueza da percussão corporal, transformando o corpo em um instrumento versátil e inovador. O show intercala números musicais com momentos de interação, convidando a plateia a participar ativamente da criação sonora, descobrindo os timbres do corpo através de palmas, estalos, sons vocais e sapateados. Classificação: Livre. Duração: 60 minutos. Tum Pá (Infantil)"Tum Pá" é um espetáculo lúdico e interativo, especialmente desenvolvido para o público infantil. Através de brincadeiras musicais e histórias, o Grupo Barbatuques convida as crianças a vivenciarem a percussão corporal de forma divertida e educativa. O show estimula a criatividade, a coordenação motora e a percepção rítmica, mostrando como o corpo pode ser uma fonte inesgotável de sons. O repertório inclui canções do álbum "Tum Pá" e outras composições que encantam e engajam os pequenos.Classificação: Livre. Duração: 50 minutos.
OBJETIVO GERAL Realizar uma circulação nacional de shows e oficinas do Grupo Barbatuques, ampliando o alcance de sua arte e metodologia, e promovendo a democratização do acesso à cultura em diferentes regiões do país. OBJETIVOS ESPECÍFICOS- Realizar 4 shows em cada uma das 10 cidades selecionadas, sendo 2 apresentações do espetáculo "Barbatuques 25 anos" (público geral) e 2 apresentações do espetáculo "Tum Pá" (Infantil);- Realizar de maneira gratuita 2 oficinas de formação em música corporal por cidade, sendo uma oficina voltada para o público infantil e outra para todas as idades, visando multiplicar as técnicas e a metodologia lúdica desenvolvida pelo grupo;- Produzir registro fotográfico e videográfico de todo o projeto;- Realizar a manutenção das redes sociais e canais de divulgação do grupo;- Promover a formação de novas plateias e capacitar educadores e interessados na linguagem da percussão corporal;- Contribuir para a difusão da arte da percussão corporal em nível nacional.
Fundado em 1995 na cidade de São Paulo, o Grupo Barbatuques consolidou-se como referência internacional na linguagem artística da percussão corporal, técnica desenvolvida a partir das pesquisas pioneiras de Fernando Barba e Stênio Mendes. Ao combinar ritmos corporais, vocalizações, sapateado e improvisação, o grupo transforma o corpo humano em um instrumento versátil, criando um repertório único e inovador.Ao longo de quase três décadas, o Barbatuques expandiu seu impacto artístico e educativo. Com apresentações em mais de 20 países e a produção de álbuns conceituais, o grupo tornou-se um expoente da música corporal no cenário global. Sua metodologia educacional, reconhecida por sua acessibilidade, baixo custo e simplicidade, é adotada em escolas públicas e privadas, promovendo o desenvolvimento psicomotor, a criatividade e a consciência coletiva. Mais do que entretenimento, sua abordagem tornou-se uma ferramenta de transformação sociocultural.O projeto "Barbatuques - Circulação Nacional" dá continuidade a essa trajetória, levando a arte da percussão corporal para diversas cidades do Brasil. Através da circulação dos espetáculos "Barbatuques 25 anos" e "Tum Pá (Infantil)", e da realização de oficinas, a proposta amplia o repertório de escuta infantil e para todas as idades, indo além da música comercial e estimulando novas experiências estéticas. Além disso, reforça a democratização do acesso à cultura, difundindo a percussão corporal para um público cada vez maior em diferentes regiões do país.Como o Grupo utiliza a exclusivamente a percussão corporal e instrumentos musicais não convencionais, enquadramos o projeto como música instrumental. Entendemos o corpo como o principal instrumento desta linguagem artística reconhecida internacionalmente. Com esse projeto o Barbatuques reafirma seu compromisso com a inovação artística, a educação e a democratização cultural.O projeto está alinhado aos objetivos da Lei 8.313/91 (Rouanet), em especial ao Art. 1º, que prevê o livre acesso à cultura e o exercício dos direitos culturais, a valorização da produção artística brasileira com recursos humanos e conteúdos locais, e a difusão de manifestações culturais e seus criadores. Também atende ao Art. 3º, que incentiva a formação artística e cultural por meio de cursos sem fins lucrativos e fomenta a produção musical, incluindo espetáculos de música instrumental _ neste caso, com o corpo como principal instrumento.
Mais sobre o trabalho do Barbatuques:Site: www.barbatuques.com.brYoutube: www.youtube.com/@barbatuquesInstagram: www.instagram.com/barbatuques/
OFICINAS DE PERCUSSÃO CORPORAL - Contrapartida socialConceitoO núcleo oferece uma proposta pedagógica baseada na utilização do corpo como instrumento musical. De forma prática e coletiva, as oficinas proporcionam aos participantes a exploração e descoberta dos inúmeros sons produzidos pelo corpo: palmas, estalos, batidas, sapateados, recursos vocais entre outros; e a utilização deles na produção de ritmos e melodias.As oficinas Barbatuques acontecem desde 1995, com grupos formados por adultos e crianças, em várias partes do Brasil e no exterior. Escolas, empresas, ONGs, corais, espaços culturais e grupos artísticos das mais variadas áreas já vivenciaram esse trabalho (como o elenco do espetáculo Saltimbanco do Cirque de Soleil). São indicadas a qualquer pessoa, independentemente da idade e formação, principalmente a quem deseja desenvolver a capacidade rítmica e de improvisação, aprimorar a coordenação motora e conhecer uma forma ampla de musicalizar-se. Profissionais educadores, das mais variadas áreas, podem enriquecer sua didática com elementos da percussão corporal. O conteúdo das oficinas atende ainda, com bastante aproveitamento, grupos específicos, como em projetos sociais, turmas infantis e grupos artísticos.O corpo humano pode ser considerado nosso primeiro instrumento musical. Temos nele, desde o início, a presença do ritmo como a batida do coração, a respiração e o caminhar. São processos que envolvem regularidade, repetição e que trazem referências rítmicas. Não é a toa que no vocabulário musical são utilizadas as palavras pulsação e andamento.A criança explora ludicamente os sons do corpo e dos objetos ao seu redor, o adulto também utiliza sons corporais em seu cotidiano para se comunicar ou fazer música. As oficinas Barbatuques resgatam esta percepção e o momento infantil de brincar sonoramente com o corpo, revivendo sons familiares e gerando novos sons para nosso repertório.Pesquisando os sons produzidos pelo corpo, entramos em contato com nossas características e sotaques. Cada pessoa tem um corpo diferente, com tamanho e dimensões individuais, timbre de voz, facilidade para produzir certos sons e dificuldades com outros. A prática em grupo nas oficinas Barbatuques promove a convivência entre esses diferentes corpos sonoros e intenções que se chocam e se complementam. Ouvindo o colega, o participante exercita o diálogo musical, a cooperação e a concentração.O aprendizado de diversos ritmos e dos jogos de improvisação estimula a capacidade de criar, ouvir e interagir em grupo. Além disso, a prática da percussão corporal trabalha a percepção musical.A linguagem artística e a técnica específica, utilizada pelo Barbatuques, foi desenvolvida pelo músico Fernando Barba com base em pesquisas que realiza desde 1988, as oficinas são ministradas por dois músicos do grupo. Objetivos didáticos- Promover o aprendizado do amplo repertório de sons que podem ser produzidos pelo corpo.- Estimular o contato do aluno com seu próprio corpo.- Promover a integração desses sons corporais com a intenção de produzir ritmos e melodias.- Estimular a capacidade de memorização, concentração e assimilação corporal do ritmo.- Desenvolver a coordenação motora e a percepção rítmica, melódica e harmônica- Incentivar a capacidade de criação musical espontânea, individualmente e em grupo.- Despertar no aluno a atitude lúdica e cooperativa, incentivando-o a se expressar musicalmente em grupo, considerando as diferentes qualidades de seus integrantes. CONTEÚDO- Aquecimento: preparação corporal para atividade com alongamentos, movimentos, respirações, vocalizações e exercícios que trabalham a percepção, o olhar e o andar. - Coordenação motora: exercícios de independência rítmica, trabalhando a coordenação entre pés, mãos e voz.- Repertório de sons corporais: tipos de palmas (grave, estrela, estalada, flecha etc.), estalos de dedo, sapateados, vácuos de boca, estalos de língua, batidas no peito e bochecha, percussão vocal, assobios, sopros, línguas fictícias, sonoplastia corporal.- Montagem de ritmos: adaptação de ritmos para o universo da percussão corporal. Os ritmos brasileiros (samba ,baião, maracatu, afoxé, etc.) são trabalhados com prioridade, além dos ritmos de etnias diversas: funk, rock, salsa, reggae, música árabe, africana, mediterrânea, latina, indígena, etc. Os ritmos são trabalhados individualmente e em naipes (grupos), a criação é estimulada.- Jogos: exercícios que trabalham atenção, reflexo, memorização e relacionam sons com movimentos (flechas, relógio, sequência linear).- Improvisações: exercícios de criação e composição utilizando os sons e ritmos estudados. São voltados para aplicação e sintetização do conteúdo aprendido, estimulando a expressão individual nessa linguagem. Visa ainda o desenvolvimento da percepção, o senso de escuta dentro de um grupo e a prática de produzir música coletivamente(sequência minimal, maestro, ecos, naipes, contágio livre). PÚBLICO E DURAÇÃO- Público: uma oficina será direcionada para o público infantil e outra para todas as idades.- Duração: cada oficina terá a duração de até 2 (duas) horas. METODOLOGIAO grupo Barbatuques oferece uma proposta pedagógica baseada na utilização do corpo como instrumento musical. De forma prática, tal vivência proporciona aos participantes a exploração e descoberta dos inúmeros sons produzidos pelo corpo, como palmas, estalos, batidas, sapateados, recursos vocais entre outros; e a utilização deles na produção de ritmos e melodias.
Para fins de promoção ao acesso aos produtos culturais do projeto serão adotadas as seguintes medidas de acessibilidade física e de conteúdo:Comunicação: serão utilizados os caracteres ampliados, os dispositivos multimídia, assim como a linguagem simples, escrita e oral.Adequações do espaço: os espaços onde acontecerão as atividades terão sua estrutura adaptada com rampas de acesso, barras de apoio, corrimões para receber pessoas com limitações física motoras e portadores de necessidades especiais. Espaços em que há maior facilidade de acesso serão reservadas para acomodar pessoas que tenham limitações físico-motoras, deficiências, idosos e gestantes.Conteúdo: Acompanhamento de Intérprete em Libras (Língua Brasileira de sinais) em todas as apresentações dos espetáculos.
As atividades do projeto são desenvolvidas com o propósito de democratizar o acesso aos públicos diversos. O projeto prevê as seguintes medidas de ampliação do acesso: - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, além do previsto no art. 46, inciso III, totalizando 20% (vinte por cento) de distribuição gratuita;- disponibilizar, na internet, registros audiovisuais dos espetáculos, acompanhado com libras; - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; - realizar, gratuitamente, oficinas de formação como atividades paralelas aos projetos;- estabelecer parceria visando à formação de agentes culturais em iniciativas financiadas pelo poder público.
- Idealização, Gestão e Direção Musical: Barbatuques (proponente)- Músicos: André Hosoi, André Venegas, Charles Raszl, Giba Alves, Helô Ribeiro, João Simão, Lu Cestari, Lu Horta, Mairah Rocha, Marcelo Pretto, Maurício Maas, Renato Epstein e Tais Baliero. - Produção Executiva: Renata Pimenta Observação: A equipe dos shows será formada por: 10 músicos integrantes do Barbatuques, 1 produtor, 4 técnicos – total: 15 profissionais. As oficinas serão ministradas por 2 integrantes cada uma.CURRÍCULOS ANDRÉ HOSOI - Músico, compositor e arte educador, é coordenador geral do Barbatuques e integrante do grupo desde sua formação. Seus últimos trabalhos incluem a produção da trilha do game “Angry Birds Rio 2”, juntamente com Renato Epstein e a composição da música “Beautiful Creatures”, em parceria com Renato Epstein e Taura Stinson, que entrou na trilha do filme Rio 2, de Carlos Saldanha. Foi produtor do segundo disco do Barbatuques, “O Seguinte é Esse” (2005), junto com Fernando Barba e Bruno Buarque. Além de compor para o Barbatuques, tem um disco solo chamado “Junina”, com coprodução de Sérgio Reze, do qual participam André Mehmari, Monica Salmaso, Luciana Alves, Mané Silveira, entre outros. Também fez trilha para diversos filmes e espetáculos. Há 13 anos toca com o grupo Cochichando, na renomada casa de São Paulo, Ó do Borogodó. Como produtor gráfico, fez mais de 50 capas de CDs. Educador, trabalha como professor na Formação de Músicos Educadores da Espaço Musical, sob coordenação de Ricardo Breim, no Colégio Vera Cruz e na pós-graduação da Faculdade Cantareira.HELÔ RIBEIRO - Cantora e compositora, é integrante do Barbatuques desde sua formação, em 1995, com o qual se apresenta e ministra workshops regularmente no Brasil e no exterior. Fez aula de canto erudito com Ula Wolff e Neyde Thomaz e popular com Ná Ozzetti, Regina Machado e Beth Amin. Estudou flauta transversal com Maicira Trevisan e Zélia Brandão, e teoria e percepção musical com Ricardo Breim e Aída Machado. Desenvolve um trabalho solo autoral e lançou em 2012 o CD “Espaço Invade”, produzido por Rô Fonseca. Faz parte, ao lado da compositora Vanessa Bumagny e do escritor André Sant’Anna, do projeto “Sons e Furyas”, que reúne música e literatura e conta com a participação dos músicos Zeca Loureiro, Henrique Alves e Rogério Bastos. Cantou nos grupos vocais femininos Arirê e Noivas do Allfreeddo (este último em Curitiba, com o qual montou o show “Flores pro Zé”, com repertório inédito de José Eduardo Gramani).JOÃO SIMÃO - Graduado em licenciatura pela faculdade de Educação Física da UNICAMP e mestre em Educação pela Faculdade de Educação na UNICAMP, desenvolveu sua pesquisa de mestrado sobre a percussão corporal do Barbatuques. Entre 1995 e 2001 atuou como dançarino, capoeirista, acrobata e músico em grupos de dança e percussão brasileiras: Abaçaí – Bale Folclórico de São Paulo, Cia de Artes Baque Bolado, Cia. Cênica Nau de Ícaros, entre outros. Desde 2003 atua como professor de capoeira e atividades circenses no colégio Oswald de Andrade. Atualmente é professor colaborador da UFSCar – Universidade Aberta do Brasil, atuando no curso de Licenciatura em Educação Musical a distância, na disciplina “Percussão 4 – Percussão.LU CESTARI - Cantora, flautista e arte-educadora, esteve no Barbatuques entre 2000 e 2001, retornando ao grupo em 2011, com o qual vem se apresentando e ministrando oficinas no Brasil e no exterior. Além de intérprete, atua também na área de elaboração de projetos do grupo. É formada no curso de Licenciatura em Educação Musical, pela UNESP –SP, e em Ciências Sociais pela USP – SP. Estuda canto com Lu Horta desde 1996 e já participou de workshops de técnica vocal e interpretação com renomados professores, como Thomas Adam, Madalena Bernardes e Felipe Abreu. Estudou violão com Remo Pellegrini, Danilo Moraes e John Flavin; flauta transversal com Maicira Trevisan e Élsio de La Torre; e teoria e percepção com Ana Fridman e Ricardo Breim. Foi uma das fundadoras do grupo de circoteatro Cia. Nau de Ícaros, em 1992, atuando nos espetáculos do grupo até 1996. MAIRAH ROCHA - Iniciou seus estudos musicais ainda criança e ao longo dos anos estudou piano, violão, gaita, canto e percussão até formar-se em Canto Popular pela Faculdade Santa Marcelina, em São Paulo. Por cinco anos foi backing vocal da banda de reggae Afetos. Como cantora, participou dos grupos Tricô, Seus Cometas e Grupo Cardume e como percussionista e vocalista, dos grupos: Baque Bolado, Olho da Rua e Comadre Fulozinha. Já cantou em discos de compositores como Joao Bá, Péricles Cavalcanti, Zeca Baleiro, Lu Horta, Éder “O” Rocha, Manu Maltez e Grupo Cardume, Mariana Aydar, Pipo Pegoraro e Katya Teixeira. Como backing vocal, também cantou ao lado de Hélio Ziskind, Renata Rosa, Helô Ribeiro e Massa Rock. Como professora de musicalização já deu aulas para grupos particulares e nas escolas Teca- Oficina de Música, Espaço Brincar e Te-Arte.MAURÍCIO MAAS - Maurício (Macalé) pesquisa, desde 1997, sobre as possibilidades de integração entre as linguagens cênica e musical e desde 1994 atua em espetáculos teatrais, seja como ator, na direção musical, sonoplastia e trilhas sonoras. A peça “A Rua é um Rio” do grupo Tablado de Arruar e “O Mágico de Nós” da Companhia do Quintal, são um dos seus trabalhos mais recentes. Também é músico-palhaço substituto no espetáculo “Jogando no Quintal”. Como instrumentista participou de diversas bandas, entre estas: Na Roda, Thiago Pethit, Flávio Tris, Kailash, Banda Gigante e Comadre Fulozinha. Leciona teatro e música.RENATO EPSTEIN - Compositor, violonista e arranjador, atua desde 1989 na área da música popular brasileira. É integrante do Barbatuques desde sua fundação, em 1995, com o qual vem realizando shows e oficinas pelo Brasil e exterior. É também um dos responsáveis pela produção internacional do grupo. Compôs, juntamente com André Hosoi, a música “Beautiful Creatures”, considerada um dos principais temas do filme “Rio 2” da FOX, lançado em 2014. Coordenou, juntamente com André Hosoi, o arranjo e a gravação do tema “Angry Birds Rio 2”, lançado no início de 2014. Em 2012, participou como compositor e arranjador de diversas faixas do CD infantil “TUM PÁ”, do Barbatuques. Como violonista, acompanhou o trabalho da cantora Fabiana Cozza durante dez anos, tendo participado da gravação de seus dois CDs, “O samba é meu dom” e “Quando o céu clarear”, e de seu DVD, lançado em 2010. Também integra o grupo de música judaica Zamarim, formado em 1997, do qual é um dos sócios fundadores. TAÍS BALIEIRO - Tais Balieiro, além de arquiteta, é bailarina profissional de sapateado e percussionista. Realiza shows com o Barbatuques desde 2012, passando a integrar o grupo em 2013. Professora e coreógrafa de sapateado para crianças e adultos. Participou de cursos e workshops com importantes nomes do sapateado nacional e internacional. Integrou o grupo de música, dança e teatro Troupe Dhapé, onde teve o primeiro contato com a percussão corporal. Na Espanha, onde morou durante nove anos, fundou o grupo TOK, de percussão corporal, atuou em vários grupos de música, entre eles Tambor de Saia e Mandacarú, de música tradicional brasileira e foi cocriadora do Musical Infantil autoral EPA. É integrante da Orquestra do Corpo, dirigida por Fernando Barba.MARCELO PRETTO - Cantor autodidata, além de integrante do Barbatuques desde 1999, faz parte do grupo A Barca, que pesquisa a música brasileira tradicional há mais de 15 anos. Desenvolve uma série de outros projetos, em trabalhos com forró ou samba, além de um show solo, onde canta com diferentes acompanhamentos, como: violão, percussão corporal, pedal de ‘Loop’, berimbau de boca e à capela. Tem um DVD ao vivo, com várias participações, produzido no Itaú Cultural e lançado pela MCD. Tem um duo de voz e violão com Swami Jr.com um CD gravado,” A Carne das Canções”(2014), produzido por Beto Villares. Por conta deste trabalho, recebeu o Troféu Cata-Vento 2014,de melhor cantor, pela Rádio Cultura AM. Participou em mais de cinquenta CDs de artistas, no Brasil e fora dele e inúmeros shows, também, como, por exemplo: pocket shows de abertura da turnê “Le Fille”,de Camille(FR),março de 2006;shows com Sandra Nkake, Vincent Segal; participações com Guinga, Dominguinhos, Ná Ozzetti e outros; videoclipe com Le Frère Guissé, gravado no Senegal em 2010. Foi um dos cinco finalistas do “Prêmio Visa-Edição Intérpretes” (2002). Ganhou o prêmio de Melhor Intérprete “Festival da Cultura” (2005). GIBA ALVES - Baterista e produtor musical, está no Barbatuques desde sua primeira formação, em 1995, onde atua como arte educador e compositor, além de ser responsável pela comunicação do grupo. Desde então, já ministrou oficinas e workshops e fez apresentações em diversos países da América, Europa, Ásia e África. É graduado em bateria pela Los Angeles Music Academy (LAMA) e formado em Produção Musical pela Universidade Anhembi Morumbi. Trabalhou como músico e compositor no programa “ É tudo improviso”, da TV Band; foi monitor de Ivaldo Bertazzo no espetáculo “Mae Gentil”; além de ter se apresentado ao lado de nomes como Bobby Mcferrin, Keith Terry, Carl Smith (Stomp) Çudamani, Banda Gigante, Jogando no quintal, Palhaça Rubra, Badi Assad, Chico César, Estênio Mendes, Marku Ribas, Isadora Canto, Karina Zeviani, Jazzy quartet, entre outros. ANDRÉ VENEGAS - Músico, ator e arte-educador, ingressou no Barbatuques em 2001, através da Orquestra Orgânica Performática da Universidade Livre de Música, coordenada por Stênio Mendes e Fernando Barba. Com o Barbatuques, participou de shows e oficinas dentro e fora do Brasil, ministrando aulas para os públicos mais variados, de crianças a grupos de 3a idade, de artistas e educadores a diretores de empresas. Trabalhou por muitos anos na Oficina dos Menestréis, fazendo musicais como: “Good Morning São Paulo”; “1492”; “Putsi”; “A Televisão matou a Janela” e “Noturno”, este com direção de Oswaldo Montenegro. Foi assistente de direção na Cia de Artes em 2002 e 2003 e, entre 1995 e 2003, trabalhou com o ilusionista Issao Imamura. Realizou oficinas de percussão corporal dentro dos projetos “Joaninha” e “Professor Criativo” do Ballet Stagium, direcionado a crianças e educadores.LU HORTA - Cantora e compositora, é uma das fundadoras do Barbatuques. É também educadora e preparadora vocal há mais 15 anos, com formação em arte-educação; canto-terapia; rítmica; percussão vocal e corporal; e técnica vocal. Bacharel em Música Popular pela Unicamp, também se formou em canto-terapia pela “Escola Raphael de Canto e Cantoterapia (Brasil/Alemanha). Estudo técnica vocal com Maurício Martinazzo; arte-educação com Ricardo Breim (Método PAM); canto com Thomas Adam (Alemanha); rítmica com José Eduardo Gramani e cumpriu o módulo 1 de “Audio Vocal” do Instituto Tomatis em Paris. Junto com Fernando Barba, fez a direção musical do show “TUM PÁ (2011)” e do DVD “TUM PÁ ao Vivo”(2014). Em seu trabalho solo gravou os discos: “Lu Horta” (2003) e “Paraíso Eu” (2009). Em 2013, começou a lançar as faixas e clipes de seu mais novo projeto, “A Noiva da Cidade”, e foi selecionada para turnê no SXSW, um dos maiores festivais de música independente do mundo.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.