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Projeto propõe a realização ao longo de 10 meses, de 4 oficinas práticas e teóricas, 2 artísticas (percussão, canto e danças de ritmos da cultura popular e afro-brasileira), 1 de gastronomia afro-brasileira, 1 sobre letramento racial. As oficinas culturais terão programação com encontros semanais de 3 horas de duração. As atividades de letramento, sendo mensais com a mesma duração. Todas ofertadas gratuitamente ao público.Visamos atender 315 alunos a partir de 16 anos, entre estudantes, professores, arte-educadores e entusiastas da cultura popular e afro. A iniciativa busca valorizar e preservar os saberes ancestrais, e possibilitar acesso a formações artísticas, culturais e humanísticas de cunho patrimonial e histórico.Uma produção da do proponente em parceira com o Centro Cultural Reino de Oxossi, com 6 anos de existência, e sua equipe composta por profissionais experientes para o seu desenvolvimento. Objetivando atender a comunidade do município de Indaial-SC e regiões próximas.
O projeto consiste em um programa de formação sobre saberes culturais e ancestrais da cultura popular e afro-brasileira, acrescida de atividade de educação antirracista. O projeto possui duração de 10 meses entre atividades de pré-produção, produção e pós-produção, com 8 meses de atividades voltadas a dança, percussão de ritmos da cultura popular e de matriz africana como jongo, samba de roda, maracatu, samba coco, samba reggae, ijexá, ilú, adarrum, entre outros, em formato modular, em encontros semanais, com duração de 3 horas ao longo de 8 meses. Oficina de gastronomia de sabores tradicionais da cozinha afro-brasileira, também em encontros semanais com a mesma duração e período. Tanto nas atividades de dança e percussão como na formação de gastronomia, serão mescladas atividades práticas e teóricas, onde também abordaremos os valores históricos pertinentes a cada um dos ritmos e pratos abordados nas atividades. Ao encerramento de cada módulo, será realizado um encontro de vivência e troca de experiências, reunindo os alunos das atividades de percussão, dança, canto e gastronomia, para de forma brincante e lúdica desfrutarmos dos saberes desenvolvidos em um momento festivo aberto a comunidade.Em conjunto a programação artística, serão realizadas atividades de cunho educativo antirracista por meio formações e rodas de conversa sobre de letramento racial, em encontros mensais, voltados para agentes culturais, professores, agentes públicos, agentes culturais e o público em geral.As atividades serão realizadas no Centro Cultural Reino de Oxossi, que em seus 6 de experiência em atividades culturais, artísticas e educacionais, conta com uma equipe de profissionais habilitada para realização dessa empreitada. Visamos atender a um público de 315 alunos a partir dos 16 anos. Onde todas nossas atividades serão gratuitas ao público, destinadas a população residente em Indaial – SC e regiões próximas.
GeralPromover programa de formações artísticas, culturais e de educação patrimonial e antirracista, baseada em elementos, saberes e expressões da cultura popular e afro-brasileira, durante 10 meses de projetos (8 meses de produção), atendendo 315 beneficiários, contribuindo para difusão e preservação desses saberes ancestrais.Específicos- Realizar 3 oficinas de formação artística e cultural, sobre percussão, dança e gastronomia popular e afro-brasileira;- Oferecer atividades mensais de letramento racial e educação antirracista ao longo de 8 meses;- Produzir conteúdos educativos e informativos em formato digital sobre cultura popular e afro-brasileira;- Reunir 25 alunos para 8 meses de oficinas de percussão;- Reunir 25 alunos para 8 meses de oficinas de dança;- Reunir 25 alunos para 8 meses de oficinas de gastronomia;- Promover 8 atividades entre rodas de conversas e formações sobre letramento racial para 30 participantes totalizando 240 participantes;- Atender diretamente de forma gratuita a 315 beneficiários diretos;- Produzir e divulgar 32 conteúdos digitais, ao longo de 8 meses entre vídeos e postagens, relacionados a letramento racial e cultura popular brasileira e de matriz africana.
A cultura de matriz africana é um dos pilares da formação da cultura popular onde podemos denominar a mescla desses saberes como cultura afro-brasileira. Onde tais manifestações são por sua vez, são parte deste mosaico de saberes, fazeres e expressões que formam nossa identidade nacional. No entanto, historicamente, essas manifestações têm enfrentado desafios como invisibilidade, desvalorização, preconceito o que por vezes dificulta o acesso a programas e recursos para sua difusão e preservação. Sendo na nossa proposta uma forma de contribuir para superação dessas barreiras que infelizmente ainda se impõem.Para aprofundar a justificativa para a realização de nossa iniciativa, podemos aprofundar sua necessidade de execução nos seguintes pontos:Preservação e Transmissão de Saberes _ Tais tradições, em grande parte são transmitidas via oralidade e por meio da vivência prática. Nosso projeto visa estruturar e sistematizar a transmissão e o registro desses saberes, onde de forma contínua, preservando os laços com a tradição, garantir o acesso deses saberes as futuras gerações, evitando a perda de um patrimônio imaterial inestimável. Via a difusão, registro e sistematização do conhecimento e formação de novos brincantes e futuros mestres.Formação de Novos Brincantes, Agentes Culturais e Futuros Mestres _ Ao ofertarmos tais atividades formativas em gastronomia e linguagens artísticas, dos saberes culturais tradicionais, o projeto não apenas ensina técnicas, mas também busca formar indivíduos capazes de se tornarem multiplicadores desses saberes, fortalecendo as comunidades e o cenário cultural local e regional.Democratização do Acesso à Cultura _ Ofertar gratuitamente atividades de formação artística, cultural e humanística, destinadas a prioritariamente a população em situação de vulnerabilidade socioeconômica, assim garantindo a democratização de acesso à cultura e educação de qualidade e complementar a formação fornecida pelas unidades de ensino formal. Onde oferecemos possibilidades de inclusão social e cultural por meio de atividades de qualidade tanto para o entretenimento quanto de formação.Desenvolvimento Humanístico e Social _ A participação em atividades culturais, especialmente aquelas que envolvem a vivência em coletividade e a expressão artística, comprovadamente contribuem para o desenvolvimento de habilidades socioemocionais, autoestima, senso de pertencimento e cidadania.Fomento à Economia da Cultura _ Ao buscarmos capacitar indivíduos em diversas áreas culturais, como a música, a dança e gastronomia. Estimulamos a economia criativa, possibilitando novas oportunidades de trabalho e renda para os participantes, sejam estes futuros artistas, multiplicadores ou profissionais da gastronomia. Assim desenvolvendo a cadeia produtiva da cultura.Combate ao Racismo e A Intolerância _ A valorização e o ensino da cultura afro-brasileira, são ferramentas poderosas para o enfrentamento do racismo e da intolerância religiosa. Ao promovermos o conhecimento e o respeito às diversas manifestações culturais, e as suas relações com a construção histórica da identidade nacional, o projeto contribui para desconstrução de preconceitos visando a promoção de uma sociedade mais plural e inclusiva. O letramento racial, em particular, visa a capacitação dos participantes a identificar e combater as manifestações de racismo muitas vezes implícitas e normalizadas em nosso cotidiano.Ineditismo da Proposta _ A proposta apesar de consistir em um esforço de nossa organização ao longo dos anos, se faz inédita em seu todo quanto a visão de sistematizar e unir aspectos e linguagens presentes na cultura popular e afro-brasileira, e organiza los de forma a constituir um programa continuo de ensino, sem abrir mão de sua herança ancestral. Mas o principal traço de ineditismo se mostrar ao ser a única desta monta não apenas no estado de Santa Catarina, como na região Sul, o que possibilita uma futura expansão desta experiência.Diante de todo argumento exposto, a relevância deste projeto transcende o cultural, impactando positivamente as esferas social e educacional, alinhando-se diretamente aos princípios presentes ao plano nacional de cultura e de leis de fomento quanto à produção, preservação e difusão da cultura nacional.Dialogando diretamente com a lei 8313/91 em seu artigo 1º nos relacionamos com seguintes itens:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiroVIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória.Ainda em relação ao Art 3º, dialogamos com: III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos;
SustentabilidadeSerão promovidas ações que valorizem e promovam a difusão dos valores dos povos tradicionais e originários quanto o respeito ao meio ambiente e a sua preservação, como roda de conversa e campanha sobre o tema. Adotaremos o uso de materiais didáticos em formato digital/pdf e/ou impressos em papel com certificação de produção com celulose oriunda de reflorestamento ou reciclado.Substituiremos copos e talheres descartáveis por de materiais de uso permanente como canecas e garrafas pertencentes a cada participante do projeto sejam alunos e da equipe técnica. Ainda, será promovida a coleta seletiva de materiais, buscando destinar os materiais passiveis de reciclagem, como plásticos e as lonas de banners para cooperativas de reciclagem e coleta seletiva.
ResumoProjeto propõe a realização ao longo de 10 meses, de 4 oficinas práticas e teóricas, 2 artísticas (percussão, canto e danças de ritmos da cultura popular e afro-brasileira), 1 de gastronomia afro-brasileira, 1 sobre letramento racial. As oficinas culturais terão programação com encontros semanais de 3 horas de duração. As atividades de letramento, sendo mensais com a mesma duração. Todas ofertadas gratuitamente ao público.Visamos atender 315 alunos a partir de 16 anos, entre estudantes, professores, arte-educadores e entusiastas da cultura popular e afro-brasileira. A iniciativa busca valorizar e preservar os saberes ancestrais, e possibilitar acesso a formações artísticas, culturais e humanísticas de cunho patrimonial e histórico.ObjetivosGeralPromover programa de formações artísticas, culturais e de educação patrimonial e antirracista, baseada em elementos, saberes e expressões da cultura popular e afro-brasileira, durante 10 meses de projetos, atendendo 315 beneficiários, contribuindo para difusão e preservação desses saberes ancestrais.Específicos- Realizar 3 oficinas de formação artística e cultural, sobre percussão, dança e gastronomia popular e afro-brasileira;- Oferecer atividades mensais de letramento racial e educação antirracista ao longo de 8 meses;- Produzir conteúdos educativos e informativos em formato digital sobre cultura popular e afro-brasileira;- Promover o acesso gratuito de 315 beneficiários a nossas atividades;- Reunir 25 alunos para 8 meses de oficinas de percussão;- Reunir 25 alunos para 8 meses de oficinas de dança;- Reunir 25 alunos para 8 meses de oficinas de gastronomia;- Promover 8 atividades entre rodas de conversas e formações sobre letramento racial para 30 participantes em cada;- Atender diretamente 315 beneficiários diretos;Justificativa:Nossa proposta visa promover, difundir, preservar e produzir ações artísticas e de cunho de educação patrimonial, direitos humanos e respeito a diversidade, por meio de suas oficinas de dança, percussão, gastronomia e letramento racial ao longo de 10 meses de projeto no município de Indaial-SC, na região do Vale do Itajaí, onde somos, segundo dados do mapa de pontos de cultura e da rede das artes, ambos pertencentes ao Minc, a única instituição da região a desenvolver trabalhos ligados a cultura afro-brasileira e de matriz africana. Assim possibilitando o acesso e um olhar diferenciado e alternativo a cultura clássica e de origem europeia que predomina na região.Nossa proposta dialoga com os objetivos dos plano de cultura vigente até a escrita e a politica cultura viva, quanto a proteção, difusão, promoção, preservação e democratização de acesso quanto entretenimento ou formativo, de elementos da cultura popular brasileira e dos elementos que contribuem para seu desenvolvimento.Carga HoráriaAtividades de Dança, percussão, e gastronomia – 3 horas semanais por 8 meses – total de 96 horas cada oficina.Atividades de Letramento Racial – 3 horas cada, atividades mensais – 24 horas de atividades ao todo.Carga horária de atividades do projeto – 120 de atividades totais ao longo de 8 meses de execução.Publico- AlvoVisamos atender 315 alunos a partir de 16 anos, entre estudantes, professores, arte-educadores e entusiastas da cultura popular e afro-brasileira.MetodologiaNossa metodologia mescla a tradição das comunidades tradicionais e povos de terreiro, onde a prática e a vivência se constitui como processo de aprendizado cultural e de formação humanística, quanto o respeito a diversidade e as diferenças, E na roda que aprendemos lições da cultura, da dança, da linguística da música, da expressão corpórea e o respeito entre nós e valorização de nossa tradição e dos ancestrais.Poderíamos dizer que utilizamos o Método Suzuki, marcado pela ludicidade, com ênfase na audição, imitação e repetição. A prática se concentra na experiência direta com o instrumento ou em nosso caso, na dança, por meio do movimento e do ritmo, incentivando a musicalidade e o desenvolvimento inato, introduzindo a parte teórica de forma gradual. Onde a marca, além da ludicidade, é a atividade em grupo, para interação social e a construção de habilidades como respeito, colaboração e empatia.Quanto a metodologia das oficinas de letramento, serão realizados por meio expositivo do facilitador apresentando a proposta de conteúdo, adequando a episódios de nossas rotinas, para desconstrução de conceitos do racismo estrutural e sua relação com as legislações especificas ao tema e a construção desenvolvida pelos movimentos sociais e direitos humanos quanto ao enfrentamento e superação do racismo.Recursos didáticosOficinas de Percussão: Serão usados instrumentos como atabaques, caixa, tarol, xequerê, surdo, agogô duplo e repiniques, com exposição oral e prática dos ritmos pelo facilitador;Oficina de Dança: Utilização de exposição oral e prática, pela repetição dos movimentos de educação corporal e movimentos de dança, em espaço amplo para prática.Oficina de Canto: Será utilizado a exposição oral, folhas impressas com as letras a serem desenvolvvidas durante as aulas;Oficina de Gastronomia: Cozinha coletiva adequado para aulas práticas, com panelas, mesa e fogão industrial, uso de coletivos de utensílios e outros a individuais dos educandos. Apostilas para acompanhamento das receitas e instruções de preparo.Oficinas de Letramento Racial: Exposição oral em roda de conversa, com auxilio de projetor, computador e slides a serem utilizados pelo palestrante. Uso de cadeiras para acomodação do público.Profissionais EnvolvidosDavid José dos Santos - Coordenador de Projetos e Facilitador de Percussão, formado em História pela UFRJ e Prod. Cultural pelo IFRJ, possui certificação internacional Project Dpro/PMANGOS com Gerente de projetos de impacto social. Com 10 anos de experiência como produtor cultural e gestor. Fundador do Ponto de Cultura Omo Obá 2018 a 2024, Produtor e Percussionista do Afoxé Filhos de Gandhi – RJ 2017/2023. Formado pela Escola Vila Lobos RJ em percussão de ritmos da cultura popular com Mestre Riko 2016. Produtor e oficineiro do projeto Batuque dos Engenhos 2018/2022/2023.Audri lara rodrigues – Facilitadora de dança afro e letramento racial - Professora, pós graduada na área da educação, educação inclusiva e liderança de equipes, estudante de Pedagogia- IFC Blumenau. Atuou ministrando aulas de dança afro e tradicionais africanas nos seguintes projetos Coordenador do Projeto de Danças e Percussão – Da boca aos Ouvidos – Indaial 2024. – 2025. e da Escola de Cultura Popular e Saberes Tradicionais Afro Brasileiros -ESCPOTAB 23-25. Sendo responsável pela formação do futuro corpo da cia de dança da escola.NOME: Sara Elis Ferreira - Coordenação pedagógica - formadas em pedagogia / Univerisdade Estácio, experiência nos projetos da instituição,em 2024/25 Escola de Tradições de Matriz Africana, 2024 – Oficina de projetos, em 2025 – da Boca aos Ouvidos oficinas de Dança e Percussão e Cultura Viva/Formação de agentes culturais e coletivos e Escola de Cultura Popular e Saberes Tradicionais Afro Brasileiros -ESCPOTABAlmir Leite– consultor de cultura afro/ ensino patrimonialMestre em saberes tradicionais de matriz africana, jurema e cultura popular, com reconhecimento pela Fundação de Cultura de Santa Catarina, via edital 2025. Fundador em 2004 da Comunidade Tradicional que deu origem a associação cultural reino de oxossi, sendo seu primeiro presidente. E membro do Conselho de Cultura de Indaial e Gestor do Ponto de Cultura ARÔ. Coordenador do Projeto de Danças e Percussão – Da boca aos Ouvidos – Indaial 2024. Projeto Cultura Viva – formação de agentes e coletivos de Indaial – 2025. Um dos Idealizadores do Projeto Escola de Cultura Popular e Saberes Tradicionais Afro Brasileiros -ESCPOTAB. Curador da Exposição Orixás – Brusque e Indaial – 2017 / 2019, Curadoria do Espetáculo Criação do Mundo segundo os Yorubás-2009.
Seguindo a Instrução Normativa 10/2023 do Ministério da Cultura, segundo o art. 19 Nosso projeto buscara as seguinte ações em consonância com a Instrução Normativa 10/2023 do Ministério da Cultura, segundo o seu art. 19.I) acessibilidade arquitetônica: Nosso espaço consta com áreas amplas que possibilitam a circulação de cadeirantes, o projeto prevê a adoção de sinalização em libras e rampas de acesso a espaços coletivos para facilitar o acesso de cadeirantes e público idoso. E prevemos a realização de adaptações quanto a sinalização e construção de rampas de acesso outras medidas necessárias. As atividades que necessitarem, como as oficinas de letramento, serão realizadas em espaços e escolas as quais possuam medidas de acessibilidade.II) Acessibilidade comunicacional: A) língua brasileira de sinais- Libras ( por meio de contratação de profissionais para as oficinas; e) legendas para surdos e ensurdecidos F) linguagem simples G) textos adaptados para leitor de tela( para nossos materiais de comunicação online)III) Acessibilidade Atitudinal : A) capacitação de equipes atuantes no projeto cultural; b) contratação de profissionais com deficiência e profissionais especializados em acessibilidade cultural; d) outras medidas que evitem eliminação de atitudes capacititistas
As atividades serão gratuitas, como também os conteúdos digitais produzidos. Onde teremos como critérios de seleção prioridade de preenchimento de vagas por educadores e alunos da rede pública, pessoas residentes em comunidades periféricas e territórios em risco socioeconômico, população lgbtqiapn+, mulheres cis e trans, pessoas autodeclaradas negras e pardas e originárias de comunidades tradicionais.Com a destinação de 65 % das vagas distribuídas da seguinte forma: 15% das vagas para pessoas negras e de comunidades tradicionais, 10% para o público LGBTQIAPN+, 10 % para mulheres cis e trans, 10% para professores da rede pública de ensino, 10 % para alunos da rede pública de ensino, 10%público pcd.
NOME: David Santos FUNÇÃO: coordenador de projetosDavid José dos Santos - Coordenador de Projetos e Facilitador de Percussão, formado em História pela UFRJ e Prod. Cultural pelo IFRJ, possui certificação internacional Project Dpro/PMANGOS com Gerente de projetos de impacto social. Com 10 anos de experiência como produtor cultural e gestor. Fundador do Ponto de Cultura Omo Obá 2018 a 2024, Produtor e Percussionista do Afoxé Filhos de Gandhi – RJ 2017/2023. Formado pela Escola Vila Lobos RJ em percussão de ritmos da cultura popular com Mestre Riko 2016. Produtor e oficineiro do projeto Batuque dos Engenhos 2018/2022/2023.NOME: Sara Elis Ferreira FUNÇÃO: Coordenação pedagógicaformadas em pedagogia / Univerisdade EstácioCom experiência nos projetos da instituição, atuando nos projetos 2024/25 Escola de Tradições de Matriz Africana, 2024 – Oficina de projetos, em 2025 – da Boca aos Ouvidos oficinas de Dança e Percussão e Cultura Viva/Formação de agentes culturais e coletivos e Escola de Cultura Popular e Saberes Tradicionais Afro Brasileiros -ESCPOTABAlmir Leite– consultor de cultura afro/ ensino patrimonialMestre em saberes tradicionais de matriz africana, jurema e cultura popular, com reconhecimento pela Fundação de Cultura de Santa Catarina, via edital 2025. Fundador em 2004 da Comunidade Tradicional que deu origem a associação cultural reino de oxossi, sendo seu primeiro presidente. E membro do Conselho de Cultura de Indaial e Gestor do Ponto de Cultura ARÔ. Coordenador do Projeto de Danças e Percussão – Da boca aos Ouvidos – Indaial 2024. Projeto Cultura Viva – formação de agentes e coletivos de Indaial – 2025. Um dos Idealizadores do Projeto Escola de Cultura Popular e Saberes Tradicionais Afro Brasileiros -ESCPOTAB. Curador da Exposição Orixás – Brusque e Indaial – 2017 / 2019, Curadoria do Espetáculo Criação do Mundo segundo os Yorubás-2009.NOME:Elisângela Reis FUNÇÃO: Assistente AdministrativoElisangela reis – Produtora, proprietária da Elis Eventos, empresa de eventos socioculturais na cidade de Indaial a 10 anos, é responsável pela produção executiva das apresentações artísticas, exposições promovidos pela Instituição desde o período de coletivo informal em 2014. Da boca aos Ouvidos – Indaial 2024. Assistente de Produção do Projeto Cultura Viva – formação de agentes e coletivos de Indaial – 2025. Uma das Idealizadoras do Projeto da Escola de Cultura Popular e Saberes Tradicionais Afro Brasileiros -ESCPOTAB. Produção da Exposição Orixás – Brusque e Indaial – 2017 / 2019, Produção do Espetáculo Criação do Mundo segundo os Yorubás-2009.Flaviane Pimentel e Silva Warmling – Coordenação de Comunicação e patrimônio: Formada em Administração com especialização em Tecnologias Digitais Aplicadas à Educação, é responsável pelo setor de comunicação da instituição desde 2019, também desenvolve projetos de mídia sociais e produção de conteúdos para empreendedores culturais da cidade de Indaial. 2022 – Encontro Estadual do Potmas/Povos Tradicionais de Matriz Africana/SC e Cultura, 2023/2024/25 Escola de Cultura Popular e Saberes Tradicionais Afro Brasileiros -ESCPOTAB, 2024 – Oficina de projetos e em 2025 – da Boca aos Ouvidos oficinas de Dança e Percussão e Cultura Viva/Formação de agentes culturais e coletivos.Audri lara rodrigues – Facilitadora de dança afro e letramento racial - Professora, pós graduada na área da educação, educação inclusiva e liderança de equipes, estudante de Pedagogia- IFC Blumenau. Atuou ministrando aulas de dança afro e tradicionais africanas nos seguintes projetos Coordenador do Projeto de Danças e Percussão – Da boca aos Ouvidos – Indaial 2024. – 2025. e da Escola de Cultura Popular e Saberes Tradicionais Afro Brasileiros -ESCPOTAB 23-25. Sendo responsável pela formação do futuro corpo da cia de dança da escola.Larissa Paula Corbari, - Designer Gráfico, Com Graduação em design, experiência de 5 anos no setor. Desenvolve o projetos gráficos da instituição junto ao setor de comunicação e pedagógico, desde 2023. Responsável pela comunicação visual dos seguintes projetos - Da boca aos Ouvidos – Indaial 2024. Projeto Cultura Viva – formação de agentes e coletivos de Indaial – 2025. Escola de Cultura Popular e Saberes Tradicionais Afro Brasileiros -ESCPOTAB
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.