Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.
O Festival Me Chama! é um evento multicultural gratuito voltado à comunidade LGBTQIAPN+, que reúne os quatro selos da produtora Ready 2 Go: Me Chama de Pop, Me Chama de Carnaval, Sarração e Puro Suco. Realizado ao longo de dois dias, o festival contará com uma programação diversa que inclui shows musicais, performances artísticas, discotecagens, oficinas criativas, rodas de conversa, feira de economia criativa e ações formativas. O evento será realizado em espaço de fácil acesso, com estimativa de público superior a 4 mil pessoas. A proposta valoriza a representatividade de artistas LGBTQIAPN+, pessoas negras e periféricas, promovendo acesso à cultura, geração de renda e experiências de pertencimento por meio da ocupação de espaços urbanos com arte, celebração e inclusão.
O Festival Me Chama! contempla uma programação ampla e diversa, com foco em linguagens urbanas, música, performance, formação e economia criativa, voltada especialmente à comunidade LGBTQIAPN+, pessoas negras e periféricas. Todos os produtos previstos contribuem para o fortalecimento da diversidade cultural, da representatividade e do protagonismo de grupos historicamente marginalizados.1. Shows musicais Serão realizados 4 shows ao vivo com artistas LGBTQIAPN+, negros e periféricos, de diferentes estilos musicais (pop, funk, eletrônico e brasilidades), em dois dias de programação. Os shows compõem os núcleos dos selos da produtora Ready 2 Go: Me Chama de Pop, Me Chama de Carnaval, Sarração e Puro Suco. As apresentações valorizam a diversidade de expressões artísticas e reforçam o pertencimento de públicos historicamente excluídos.2. Performances artísticas 4 espetáculos de performance e arte drag, voguing e intervenções urbanas ocorrerão entre os intervalos dos shows e nas áreas externas durante os dois dias de festival. Essas ações exploram temas como identidade de gênero, sexualidade, resistência e celebração da diversidade, com linguagem artística contemporânea e provocadora.3. Discotecagens 12 DJs LGBTQIAPN+ se apresentam ao longo dos dois dias de festival, promovendo experiências musicais para o público, com repertório que atravessa gêneros como pop, funk, eletrônico e afrobeat. As discotecagens dialogam com os diferentes selos do evento e promovem interação e celebração coletiva.4. Oficinas criativas (Contrapartida Social) Serão oferecidas 2 oficinas gratuitas com temáticas ligadas à criatividade, arte e cultura urbana: A Arte do DJ e Empreendedorismo LGBTQIAPN+. As oficinas terão caráter formativo, com duração de até 2 horas, vagas limitadas e com destinação aos estudantes de instituição pública de ensino e professores.5. Rodas de conversa e painéis temáticos Serão promovidas 2 rodas de conversa abertas ao público, com participação de artistas, lideranças sociais e pesquisadores, abordando temas como identidade de gênero, políticas públicas para a cultura, antirracismo, direitos LGBTQIAPN+ e economia criativa. As atividades visam fomentar reflexão, escuta e troca de experiências.6. Feira de economia criativa A feira reunirá empreendedores LGBTQIAPN+ e negros com produtos como moda, arte, acessórios, cosméticos naturais, gastronomia e literatura. A ação busca incentivar o consumo consciente, a valorização de produções locais e a geração de renda para coletivos e empreendedores independentes.7. Ações de acessibilidade e inclusão Todos os conteúdos contarão com recursos de acessibilidade (Intérprete de Libras), além de garantir o acesso ao público com deficiência, essas ações reforçam o caráter inclusivo e plural do festival.
Objetivo GeralO Festival Me Chama! tem como principal objetivo promover a valorização, visibilidade e fortalecimento da cultura LGBTQIAPN+, negra e periférica por meio da realização de um evento multicultural gratuito, de dois dias, que integra música, artes cênicas, economia criativa e formação cultural. A finalidade é ampliar o acesso à cultura e à arte para públicos historicamente marginalizados, promovendo a inclusão social, o empoderamento coletivo e a ocupação democrática de espaços públicos. O festival busca também estimular o desenvolvimento econômico local, fomentando a geração de renda e o fortalecimento de redes colaborativas entre artistas, empreendedores e o público participante. Dessa forma, contribui para a construção de uma sociedade mais justa, diversa e plural, combatendo o preconceito, a discriminação e as desigualdades sociais por meio da cultura e da arte. Objetivos EspecíficosRealizar um festival de dois dias, reunindo os quatro selos da produtora Ready 2 Go — Me Chama de Pop, Me Chama de Carnaval, Sarração e Puro Suco — com uma programação diversificada que terá 4 apresentações musicais (show), 4 performances artísticas e 12 DJs, atraindo um público estimado superior a 4 mil pessoas, com ampla diversidade de faixa etária, gênero e origem social.Promover, durante o festival, 2 oficinas criativas e ações formativas destinadas a jovens e adultos da comunidade LGBTQIAPN+, negra e periférica, com foco em temas como produção cultural, empreendedorismo, ativismo social, inclusão digital e desenvolvimento pessoal, contribuindo para a qualificação técnica e o fortalecimento de competências socioemocionais dos participantes.Realizar 2 rodas de conversa com especialistas, artistas e representantes das comunidades atendidas, abordando questões relacionadas à diversidade, direitos humanos, cultura popular, economia criativa e políticas públicas, estimulando o debate, a reflexão crítica e a troca de experiências entre os participantes.Organizar uma feira de economia criativa com a participação de 10 empreendedores e microempreendedores LGBTQIAPN+, negros e periféricos, fomentando a geração de renda, a visibilidade dos negócios locais, o acesso a novos públicos e a valorização de produtos culturais produzidos por esses grupos.Garantir a acessibilidade plena do evento, escolhendo espaço público de fácil acesso, com infraestrutura adequada para receber pessoas com deficiência, idosos, famílias e grupos diversos, promovendo a democratização do acesso à cultura e assegurando a participação inclusiva de todos os públicos.Estimular a participação e protagonismo de artistas e profissionais LGBTQIAPN+, negros e periféricos em todas as etapas do projeto, desde a curadoria e produção até a execução e comunicação, fortalecendo redes colaborativas, ampliando oportunidades de trabalho e fomentando o desenvolvimento artístico e profissional desses grupos.Promover ações de comunicação inclusivas e estratégicas, por meio de canais digitais, redes sociais e mídias tradicionais, que alcancem pelo menos 10 mil pessoas, ampliando o alcance e o impacto do festival nas comunidades-alvo, sensibilizando a sociedade em geral sobre a importância da diversidade, do respeito e da valorização cultural.Documentar todas as etapas do festival por meio de registros fotográficos, audiovisuais e depoimentos, para subsidiar a prestação de contas, produzir conteúdo para divulgação futura, fortalecer a memória cultural do evento e inspirar outras iniciativas culturais voltadas à inclusão e à diversidade.
O Festival Me Chama! surge em um contexto social em que a cultura LGBTQIAPN+, negra e periférica ainda enfrenta inúmeros desafios relacionados à invisibilidade, à exclusão social e à dificuldade de acesso a espaços culturais e econômicos de destaque. Essas comunidades, embora ricas em manifestações culturais, artísticas e identitárias, sofrem com a precarização de suas expressões e a limitada oferta de oportunidades para o desenvolvimento artístico e empreendedor. Nesse cenário, o uso do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais previsto na Lei nº 8.313/91 — conhecida como Lei Rouanet — torna-se imprescindível para viabilizar um projeto que, pela sua dimensão e abrangência, requer aporte financeiro significativo e suporte técnico para sua execução.A Lei de Incentivo à Cultura possibilita a captação de recursos de pessoas físicas e jurídicas por meio da renúncia fiscal, o que viabiliza a concretização de eventos culturais com impacto social e artístico de grande alcance, sem onerar diretamente o orçamento público. No caso do Festival Me Chama!, o financiamento via Lei Rouanet é fundamental para assegurar que o evento seja a baixo custo e acessível, promovendo a democratização do acesso à cultura e fortalecendo a economia criativa das comunidades atendidas. Sem essa forma de incentivo, a realização do festival em um espaço público, com infraestrutura adequada e programação diversificada, seria inviável ou limitadíssima, reduzindo drasticamente seu potencial transformador.O projeto se enquadra diretamente nos incisos do Artigo 1º da Lei nº 8.313/91, que definem as áreas prioritárias para o incentivo cultural:Inciso I: "a proteção, preservação e difusão do patrimônio cultural brasileiro" — o festival valoriza e difunde expressões culturais que representam a diversidade identitária do país, especialmente aquelas vinculadas às comunidades LGBTQIAPN+, negra e periférica, que são parte integrante do patrimônio cultural imaterial brasileiro;Inciso II: "a produção e a difusão de obras artísticas, literárias e científicas" — ao promover apresentações musicais, performances, oficinas e rodas de conversa, o evento fomenta a produção e difusão artística e cultural, criando espaços para novos conteúdos e narrativas;Inciso III: "a valorização das manifestações culturais populares e tradicionais" — o festival fortalece manifestações populares que dialogam com a cultura urbana e periférica, destacando identidades historicamente marginalizadas e suas linguagens culturais;Inciso V: "a promoção do acesso às manifestações culturais" — ao realizar o evento em espaço público e gratuitamente, garante a ampla participação do público, especialmente aqueles que, em condições normais, teriam acesso restrito a eventos culturais.No que tange aos objetivos previstos no Artigo 3º da Lei nº 8.313/91, o Festival Me Chama! contribui para:I. "a preservação, difusão e valorização das manifestações culturais brasileiras" — o evento atua na valorização e disseminação das expressões culturais LGBTQIAPN+, negras e periféricas, fortalecendo identidades e promovendo o reconhecimento social dessas culturas;II. "a formação e o desenvolvimento cultural e artístico da população" — por meio de oficinas, ações formativas e rodas de conversa, o projeto investe na capacitação técnica e no desenvolvimento pessoal dos participantes, fomentando o crescimento cultural e artístico;IV. "a democratização do acesso às manifestações culturais" — o formato gratuito, em espaço público e acessível, amplia o alcance do evento, garantindo que pessoas de diferentes perfis socioeconômicos tenham acesso à programação cultural;V. "a valorização e o estímulo à diversidade cultural e artística do país" — o festival coloca em destaque a pluralidade cultural brasileira, promovendo o respeito e o reconhecimento à diversidade de gênero, raça e origem social.Além do forte impacto cultural, o projeto tem relevância social e econômica. A realização do festival gera oportunidades de emprego e renda para artistas, produtores culturais e empreendedores da comunidade LGBTQIAPN+, negra e periférica, contribuindo para o fortalecimento da economia criativa local. Ademais, o festival atua como um espaço de resistência e afirmação identitária, proporcionando experiências de pertencimento e acolhimento para grupos marginalizados, e fomentando o diálogo intercultural e o combate às discriminações.Assim, o uso do mecanismo da Lei Rouanet é não apenas uma necessidade técnica para viabilizar o projeto, mas também um instrumento estratégico para potencializar seu impacto cultural, social e econômico. O incentivo fiscal permite que o Festival Me Chama! alcance sua plena dimensão, beneficiando milhares de pessoas e contribuindo para a construção de uma sociedade mais justa, diversa, inclusiva e plural.
1. Shows MusicaisDuração total: Aproximadamente 4 horas de música ao vivo divididas em dois dias (2h/dia)Formato: Palco principal com estrutura de som e luz profissionalConteúdo: Repertório variado com artistas LGBTQIAPN+, negros e periféricos, abrangendo gêneros como pop, funk, axé, eletrônico e brasilidadesMateriais: Equipamentos de som, luz, instrumentos musicais, estrutura de palco, camarim e segurança técnica2. Performances ArtísticasDuração total: 4 performances de 15 a 30 minutos cada, distribuídas entre os dois diasFormato: Intervenções cênicas no palcoConteúdo: Arte drag, vogue, dança experimental, poesia falada e manifestações corporais de resistência e identidadeMateriais: Figurinos, maquiagem artística, acessórios cênicos, iluminação pontual3. Discotecagens (DJ Sets)Duração total: 12 DJs, sendo 7 no sábado e 5 no domingo, se revezando com sets de 60 minutosFormato: DJ sets ao vivo com equipamentos profissionais (CDJs, mixer, monitores)Conteúdo: Música eletrônica, funk, pop e brasilidadesMateriais: Rider técnico padrão para DJs, cabine de som, mesa de som4. Oficinas CriativasDuração: Cada oficina terá duração média de 2 horasFormato: Aulas práticas com 200 participantes por turma, com inscrições antecipadas e gratuitasConteúdo: Iniciação à prática de DJ e Empreendedorismo Cultural LGBTQIAPN+Materiais: Equipamento de Som e ImagemProjeto pedagógico: Encontros formativos baseados na valorização da identidade, expressão artística e autonomia criativa. O conteúdo será transmitido por facilitadores especializados, com vivência comunitária, e priorizará metodologias participativas, não-hierárquicas e acessíveis.Número de oficinas: 2 (1 por dia)5. Rodas de Conversa / Painéis TemáticosDuração: Aproximadamente 1h por encontroFormato: Espaço estruturado com som, microfone, cadeiras e intérprete de LibrasConteúdo: Temas como políticas públicas LGBTQIAPN+, cultura e território, saúde mental, antirracismo, economia criativa e empreendedorismoMateriais: Microfone, estrutura de som, mesas, água, equipamentos de gravação, material de apoio impresso ou digitalProjeto pedagógico: Construção coletiva do conhecimento, com participação ativa do público e convidados com atuação em territórios e comunidades. A mediação será inclusiva, com linguagem acessível e foco na escuta ativaNúmero de rodas: 2 (1 por dia)6. Feira de Economia CriativaDuração: Dois dias de atividade durante todo o horário do festival (8h/dia)Formato: Barracas ou estandes modulares para exposição e venda de produtos de empreendedores LGBTQIAPN+ e periféricosConteúdo: Moda, arte, gastronomia, literatura, cosméticos naturais, acessórios e produtos autoraisMateriais: Tendas padronizadas, mobiliário, tomadas, sinalizaçãoPaginação: 10 expositores7. Ações de Acessibilidade de ConteúdoDuração: Durante todas as atividades do festivalFormato: Presença contínua de profissionais e recursos de acessibilidadeConteúdo: Interpretação em Libras nos palcos, nas oficinas e shows.Materiais IntérpretesProjeto pedagógico: Promover o acesso pleno à experiência cultural, respeitando as diferenças e garantindo autonomia do público com deficiência
O Festival Me Chama! compromete-se integralmente com a acessibilidade, garantindo que todas as pessoas, independentemente de suas condições físicas ou sensoriais, possam participar e vivenciar o evento com autonomia, conforto e inclusão.Acessibilidade Física: O local do evento será um espaço público devidamente adaptado para garantir a circulação segura e confortável de pessoas com deficiência física, mobilidade reduzida, idosos, gestantes e famílias com crianças pequenas. Para isso, serão disponibilizados:- Rampas de acesso e corredores amplos que possibilitam a circulação de cadeirantes e pessoas com auxílio de dispositivos de mobilidade;- Banheiros acessíveis equipados com barras de apoio e espaço adequado para circulação;- Sinalização visual clara e em local de fácil leitura para orientação no espaço;- Espaços reservados e acessíveis para público em cadeiras de rodas próximos ao palco e às áreas de atividades.Acessibilidade de Conteúdo: O festival adotará medidas para garantir que as atividades culturais e formativas sejam compreensíveis e inclusivas para pessoas com diferentes necessidades sensoriais e cognitivas, incluindo:- Disponibilização de intérpretes de Libras durante as principais apresentações, oficinas e rodas de conversa;- Legendas descritivas em vídeos e transmissões ao vivo das atividades;A integração dessas ações tem como objetivo assegurar que o Festival Me Chama! seja um espaço verdadeiramente inclusivo, representativo e acolhedor, em consonância com os princípios da Lei Brasileira de Inclusão (Lei nº 13.146/2015) e das melhores práticas em acessibilidade cultural.
O Festival Me Chama! tem como princípio fundamental a democratização do acesso à cultura, garantindo que sua programação e atividades sejam amplamente acessíveis e inclusivas para públicos diversos, em especial a comunidade LGBTQIAPN+, pessoas negras, periféricas e demais grupos historicamente marginalizados.Para assegurar essa democratização, o festival será realizado em espaço público de fácil acesso, localizado em região central ou com boa conexão por transporte público, reduzindo barreiras geográficas e financeiras. O evento será inteiramente gratuito, eliminando qualquer impedimento econômico que possa restringir a participação da população.A programação do festival será divulgada amplamente por meio de canais digitais, redes sociais, mídias comunitárias e parcerias com organizações locais, ampliando o alcance e a visibilidade do evento. Serão realizadas ações de comunicação inclusivas, que contemplam diferentes formatos e linguagens, para alcançar públicos variados, incluindo aqueles com menor acesso às plataformas digitais convencionais.Além disso, o festival promoverá atividades específicas para diferentes faixas etárias, perfis socioculturais e necessidades, incluindo oficinas, rodas de conversa, shows e feiras que dialogam diretamente com as vivências e demandas dos públicos atendidos. A infraestrutura do evento será planejada para garantir conforto, segurança e acessibilidade física e sensorial, permitindo a participação de pessoas com deficiência e mobilidade reduzida.O Festival Me Chama! reforça o compromisso com a pluralidade cultural e social, atuando para reduzir desigualdades no acesso à cultura e para fortalecer o protagonismo de grupos que historicamente têm sido excluídos dos espaços culturais tradicionais. Dessa forma, contribui para a construção de uma sociedade mais justa, diversa e inclusiva, em sintonia com as políticas públicas de democratização cultural e direitos humanos.
Diretor Geral – Roberto Costa Publicitário com MBA em Gestão de Negócios e Pós-graduação em Marketing. Atua há mais de 15 anos na liderança e coordenação de equipes em produção cultural, gestão administrativa e logística. Produziu eventos nacionais como Mercado Cultural Miscelânea Brasil (SP), Camarote Rio Samba e Carnaval (RJ) e ações no Centro Cultural Dragão do Mar (CE). Dirigiu o documentário Anônimas, premiado no Delhi Shorts Film Festival (2018). É gestor da Ready 2 Go, onde idealiza e coordena os selos Me Chama de Pop, Me Chama de Carnaval, Me Chama de Fervo, Sarração e Puro Suco, com forte apelo de diversidade e protagonismo LGBTQIAPN+. Sua experiência em planejamento, captação, curadoria e gestão estratégica o posiciona como liderança executiva do projeto.Direção Artística – Felippe Vaz Produtor cultural, gestor e fundador da Ready 2 Go, com sólida atuação em produção executiva, marketing e direção artística. Trabalhou em grandes eventos como Rock in Rio e em projetos para marcas como Deezer e Nívea. É idealizador de festas de referência na cena carioca, como Me Chama de Pop, Me Chama de Fervo e Dendê, reconhecidas pelo protagonismo LGBTQIAPN+. Atuou como gestor de marketing e produção da casa The Week e criou projetos híbridos na pandemia. Formado em Artes Cênicas e Marketing Digital, reúne competências em planejamento, articulação e inovação criativa. 👉 Atuação no projeto: além de assinar a Direção Artística, Felippe, enquanto dirigente da proponente, contribuirá ativamente na concepção e curadoria geral do evento, articulação com marcas, artistas e coletivos parceiros, bem como na gestão integrada entre produção, comunicação e execução. Sua participação será voluntária, sem remuneração, reforçando o compromisso institucional com os objetivos do projeto.Coordenador de Produção – André de Lima Cineasta formado pela UFF, com mais de 15 anos de experiência em produção audiovisual. Integra a equipe da Crystal Cinematográfica desde 2008, atuando com a cineasta Ana Carolina como gerente de produção e assistente de direção. Especialista em elaboração e gestão de projetos para mecanismos de fomento (Rouanet, FSA, PROAC, Natura, Itaú Cultural). Curador do Samba Capitu, evento dedicado ao protagonismo feminino no samba. Foi também curador do Festival Araribóia Cine e colaborador do Festival Anima Mundi. Experiência consolidada em finalização, lançamento e preservação de obras audiovisuais.Curador – Wesllen Silva de Oliveira (Wes Silva) Produtor cultural, designer e fundador do Coletivo Kilariô, referência em valorização da cultura afro-brasileira. Há mais de 10 anos realiza o Kilariô Festival, com mais de 30 edições em diferentes cidades. É sócio-produtor do BDP Festival, Mourisco Mar e Hills Rio, além de promover rodas de samba e experiências culturais no estado do Rio. Sua curadoria combina criatividade, impacto social e protagonismo negro, sempre com foco em acessibilidade e inclusão.Produtor Executivo – Esdras Sottnas Profissional com mais de 10 anos no mercado audiovisual, especialista em gestão financeira e de equipes em filmes, séries e TV. Produtor Executivo de Traces of Love (2024) e Controller em Nosso Lar 2 (2024), com experiência em grandes produções nacionais. Atuou como assistente de produção executiva em obras como Macabro (2019), Domingo (2018) e Redemoinho (2016). Competências em controle orçamentário, planejamento estratégico, coordenação de set e prestação de contas.Coordenadora de Comunicação – Mariana Joaquim Designer Gráfica e Editora de Vídeo, especializada em identidades visuais, materiais digitais e impressos. Tem 7 anos de experiência em projetos culturais, corporativos e artísticos. Atua com artistas como Lexa, Diego Martins e Pabllo Vittar, além de eventos como Será Que Abre (Trio Megablocos) e campanhas especiais para Popline, Grindr e Nicole Bahls. Experiência na criação de materiais de comunicação para festivais, camarotes e prefeituras. Forte atuação em identidade visual, audiovisual promocional e estratégias de divulgação.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.