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Festival gratuito de 2 dias, ao ar livre, na praça de eventos de Aracaju/SE, que celebra a cultura negra e as matrizes tradicionais do Nordeste. Programação: shows musicais, rodas de conversa (música, grafite, dança e artes visuais), batalhas de DJs e de break 2×2, apresentações de samba de coco, batucada e pisa pólvora, além do CeloGrafitti — competição com 10 artistas pintando ao vivo em painéis de celofane, com júri e voto popular. Haverá oficinas relâmpago (grafite, discotecagem, rima e percussão), feira de economia criativa e ações de formação. Acesso 100% gratuito, sem retirada de ingressos. Medidas de acessibilidade: Libras em todas as falas de palco, audiodescrição e legendas em conteúdos expositivos, sinalização acessível e ponto de descompressão. O projeto gera visibilidade e renda para artistas locais, amplia o acesso cultural de públicos de baixa renda e fortalece tradições e estéticas periféricas.
.1) Rodas de Conversa (3 encontros)Sinopse: Mesas de diálogo sobre Audiovisual Negro, Música & Dança e Artes Visuais & Grafite, com artistas, produtores e pesquisadores, abordando criação, mercado, políticas públicas e redes.Formato/duração: 3 encontros de 90 min.Classificação indicativa: Livre.Acessibilidade: janela de Libras, moderação em linguagem simples e recursos de apoio visual. 2) Oficinas gratuitas (4)Sinopse:Grafite seguro: técnicas, materiais, segurança e intervenção efêmera.Discotecagem (DJ): noções de mixagem, repertório e performance.Rima & poesia falada: escrita, flow e microfone.Percussão de matrizes: toques tradicionais e prática coletiva.Formato/duração: 4 turmas, 60–120 min cada (vagas priorizadas para escolas públicas e juventudes periféricas).Classificação indicativa: Livre.Acessibilidade: Libras, material didático em PDF acessível; mediação para público iniciante. 3) CeloGrafitti – competição ao vivo (10 artistas)Sinopse: Batalha de grafite em painéis transparentes de celofane (ceno-grafite), com criação ao vivo, júri técnico e voto popular, celebrando estética urbana e narrativas negras.Formato/duração: eliminatória + final dentro dos 2 dias; premiações (1º, 2º, 3º e Voto Popular).Classificação indicativa: Livre.Acessibilidade: área de observação para PCD; catálogo digital posterior com fotos e minibiografias. 4) Batalha de DJsSinopse: Disputa performática de discotecagem com ênfase em repertórios da música negra brasileira e global, valorizando mixagem, scratch, seleção e presença de palco.Formato/duração: eliminatórias e final (palco principal).Classificação indicativa: Livre.Acessibilidade: Libras nas falas de palco; sinalização e área reservada PCD. 5) Batalha de Break 2×2Sinopse: Competição de dança urbana (breaking) com cyphers e finais, avaliando musicalidade, criatividade e técnica, fortalecendo a cena local.Formato/duração: eliminatórias e final.Classificação indicativa: Livre.Acessibilidade: área reservada PCD; mediação cultural para o público. 6) Apresentações de grupos tradicionaisSinopse: Samba de coco, batucada e pisa-pólvora apresentam repertório de matrizes afro-indígenas-nordestinas, com canto, percussão e dança, promovendo transmissão de saberes e celebração comunitária.Formato/duração: 3 números ao longo dos 2 dias.Classificação indicativa: Livre.Acessibilidade: Libras nas falas de palco; mediação contextual sobre os grupos. 7) Shows musicais (abertura e encerramento)Sinopse: Concertos com artistas negros(as) da cena nordestina, mesclando tradições e linguagens contemporâneas (hip hop, r&b, samba, ijexá, afrobeats).Formato/duração: 2 shows (um por dia).Classificação indicativa: Livre.Acessibilidade: área PCD; iluminação e áudio calibrados; Libras nas interações com o público. 8) Feira de Economia CriativaSinopse: 30 empreendimentos locais (artes visuais, design, moda autoral, impressos, gastronomia leve) para circulação de renda e difusão de marcas independentes.Formato/duração: funcionamento contínuo nos 2 dias.Classificação indicativa: Livre.Acessibilidade: circulação acessível, pictogramas e mapa tátil no ponto de informações.9) Mediação Cultural & Visita SensorialSinopse: Atividade guiada para escolas públicas e públicos prioritários (PCD, idosos, famílias com crianças), com percurso explicativo, audiodescrição ao vivo, texturas e samples sonoros dos equipamentos de palco.Formato/duração: turmas agendadas, 40–60 min.Classificação indicativa: Livre.Acessibilidade: foco em acessibilidade de conteúdo e acolhimento. 10) Catálogo Digital CeloGrafitti (pós-evento)Sinopse: Publicação digital gratuita com registro fotográfico das obras efêmeras, miniperfis dos 10 artistas e textos críticos curtos sobre intervenção urbana e cultura negra.Formato/duração: PDF para download; publicação até 60 dias após o evento.Classificação indicativa: Livre.Acessibilidade: PDF acessível (estrutura semântica, texto alternativo e contraste).
Objetivo Geral:Promover, em Aracaju/SE, um festival 100% gratuito de 2 dias que valoriza a criação negra e as matrizes tradicionais nordestinas, amplia o acesso do público à cultura (cinema, música, dança, grafite), assegura acessibilidade e formação, e fortalece a economia criativa local por meio da contratação de artistas, técnicos e fornecedores sergipanos, com foco em diversidade, equidade e inclusão. Objetivos Específicos:Realização do eventoRealizar 1 festival presencial de 2 dias (mín. 8h/dia), com público estimado de 6.000 pessoas no total.Implantar 2 palcos/áreas de programação (música/urbanidades + cinema/debates).Cinema & debatesRodas de conversa (formação)Realizar 3 rodas de conversa (Audiovisual Negro; Música & Dança; Artes Visuais & Grafite), com 90 min cada.Envolver ≥ 12 convidados(as) (artistas, técnicos e pesquisadores).Alcançar ≥ 300 participantes no total (listas de presença).Oficinas relâmpago (100% gratuitas)Ofertar 4 oficinas (grafite seguro; discotecagem/DJ; rima & poesia falada; percussão), de 60_120 min cada.Disponibilizar ≥ 120 vagas (média 30 por oficina) com emissão de certificado de participação.Competições e performances urbanasBatalha de DJs (eliminatórias + final) com ≥ 8 DJs e 3 jurados.Batalha de Break 2×2 (eliminatórias + final) com ≥ 16 dançarinos(as) e 3 jurados.CeloGrafitti: competição com 10 grafiteiros(as) em painéis de celofane transparente, com 4 prêmios (1º, 2º, 3º e Voto Popular); registro audiovisual e catálogo digital pós-evento.Matrizes tradicionaisRealizar 3 apresentações de grupos tradicionais sergipanos: 1 samba de coco, 1 batucada e 1 pisa-pólvora.Shows musicaisProduzir 2 shows (abertura e encerramento) com artistas da cena negra nordestina (≥ 50% de artistas sergipanos).Feira & economia criativaMontar 1 feira criativa com ≥ 30 empreendimentos locais (artesanato, moda, impressos, gastronomia), com taxa zero para expositores selecionados via chamada pública.Acessibilidade & democratização do acesso (100% gratuito)Garantir intérprete de Libras em 100% das rodas de conversa, competições e falas de palco.Implantar área reservada PCD, sinalização acessível e ponto de descompressão.Disponibilizar materiais de comunicação em linguagem simples e versões digitais acessíveis.Contrapartidas sociais & inclusão educativaReservar ≥ 400 vagas (rodas + oficinas) para escolas públicas, CRAS/CREAS e coletivos de juventude negra, com agendamento prévio e mediação.Realizar 1 sessão guiada de bastidores/estrutura técnica para alunos(as) do ensino médio técnico (produção de eventos/áudio/iluminação).Equipe, fornecedores e boas práticasCompor equipe com ≥ 50% de mulheres e pessoas negras em curadoria, produção e técnica.Efetivar ≥ 20 contratações artísticas locais e priorizar fornecedores de Aracaju/SE (≥ 60% do total de fornecedores).Sustentabilidade & gestão de resíduosOperar pontos de coleta seletiva e logística de resíduos, reduzindo em ≥ 30% o volume de descartáveis (meta comparativa por estimativa técnica).Proibir brindes de plástico de uso único nas áreas geridas pela produção.Comunicação & formação de públicoExecutar 1 plano de comunicação com peças acessíveis (cards com Libras/legenda), 2 releases e ≥ 100 mil de alcance digital estimado (orgânico + impulsionado).Produzir relatórios de alcance e registro audiovisual completo do festival.Monitoramento & avaliaçãoAplicar pesquisa de público (≥ 800 respondentes) e pesquisa com expositores/oficineiros para avaliar satisfação, perfil e impactos.Entregar relatório final com indicadores (participação, acessibilidade, economia criativa, formação) e acervo de comprovações (fotos/vídeos/listas/clipping/contratos).Comprovação: listas de presença, registros foto/vídeo, relatórios de execução, clipping, contratos/NOTAS fiscais, declarações de acessibilidade, catálogo digital do CeloGrafitti e pesquisas aplicadas.
JustificativaO Aracaju Open Air é um festival multicultural gratuito de dois dias que promove música, artes visuais, dança, grafite (com a competição "Celografitti"), batalhas de break e DJs, rodas de conversa e oficinas formativas com realizadores(as) negros(as) e artistas locais, regionais e nacionais. Todas as atividades — shows, ações formativas e mediações — são 100% gratuitas, garantindo acesso amplo e sem barreiras econômicas a públicos diversos, com foco especial em juventudes, comunidades periféricas, população negra e pessoas com deficiência.A opção pela Lei de Incentivo à Cultura (Pronac) é essencial porque o desenho curatorial prioriza gratuidade total e robustas medidas de acessibilidade (Libras, audiodescrição, legendagem, materiais em linguagem simples e adequações arquitetônicas e comunicacionais), além de contrapartidas formativas e sociais. Esse arranjo reduz ou elimina receitas de bilheteria e patrocínios comerciais usuais, ao mesmo tempo em que eleva custos fixos de produção, acessibilidade e mediação cultural. O mecanismo de incentivo fiscal permite viabilizar a proposta sem onerar o público, garantindo qualidade técnica, segurança, inclusão e a remuneração justa da cadeia criativa local — metas que dificilmente seriam alcançadas apenas com recursos próprios ou mercado.Enquadramento nas finalidades do Art. 1º da Lei 8.313/91 (PRONAC): o projeto atende especialmente aos incisos I(facilitar o acesso às fontes da cultura), II (promover a regionalização da produção cultural brasileira), III (apoiar, valorizar e difundir as manifestações culturais), IV (proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira), V (preservar bens e referências culturais), VII (estimular a presença do produto cultural no mercado interno) e IX (assegurar a todos os brasileiros o pleno exercício dos direitos culturais). Catálogo IpeaAtendimento aos objetivos do Art. 3º da Lei 8.313/91:II, "c" _ realização de festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore (núcleo do festival);IV, "a" _ distribuição gratuita e pública de ingressos (a proposta é integralmente gratuita);I, "c" _ instalação e manutenção de cursos/ações formativas em estabelecimentos sem fins lucrativos (oficinas, masterclasses e rodas de conversa);I, "b" _ concessão de prêmios em concursos e festivais (premiações nas batalhas e no Celografitti). JurisHandA proposta também está alinhada à Instrução Normativa MinC nº 23/2025, ao prever:Medidas de acessibilidade, comunicação e divulgação acessíveis desde o planejamento até a execução;Democratização e ampliação de acesso por meio de gratuidade integral, ações formativas e mediação cultural;Contrapartidas sociais dirigidas a estudantes e docentes da rede pública, com acompanhamento e comprovação de resultados.Em Aracaju e no Nordeste, onde a base de patrocinadores privados é mais restrita, o incentivo fiscal cumpre papel estruturante ao descentralizar investimentos, fortalecer economias criativas locais (contratação de artistas, técnicos e fornecedores da região) e induzir diversidade e equidade (protagonismo de criadores(as) negros(as), grupos tradicionais como samba de coco, batucada e pisa-pólvora, e coletivos urbanos). Ao assegurar acesso gratuito e inclusivo a um festival de alta qualidade, o projeto realiza a finalidade pública do Pronac: ampliar direitos culturais, qualificar a experiência do público e deixar legado formativo e simbólico para a cidade.
.O Aracaju Open Air é integralmente gratuito (100%) — shows, mostras, rodas de conversa, oficinas, batalhas e vivências. Em um cenário de restrição orçamentária das famílias, a isenção total de custos é determinante para garantir o direito de fruição cultural de públicos de baixa renda e em situação de vulnerabilidade (juventudes periféricas, estudantes de escolas públicas, PCDs atendidos por CRAS/CREAS, populações negras e tradicionais). Não haverá cobrança de ingresso, taxa de inscrição, “couvert cultural” nem qualquer mecanismo pago de participação; até o voto popular do CeloGrafitti será gratuito, feito por QR Code acessível e sem coleta de dados sensíveis.A realização em espaço aberto, em ponto turístico de grande circulação (praça de eventos na orla/centro turístico, mediante autorizações municipais), potencializa a visibilidade pública de linguagens historicamente invisibilizadas — cinema negro, grafite, culturas urbanas, matrizes tradicionais — aproximando moradores e visitantes e reposicionando a imagem da cidade como polo de cultura, inovação e diversidade. O recorte curatorial e as escolhas de programação têm caráter afirmativo, priorizando artistas, técnicos e empreendedores negros, mulheres e juventudes periféricas, e fortalecendo a economia criativa local (feira de 30 empreendimentos com taxa zero e mentoria básica de exposição e atendimento inclusivo).Para garantir equidade de acesso, serão reservadas vagas institucionais nas atividades formativas (rodas e oficinas) para escolas públicas e equipamentos socioassistenciais; haverá mediação cultural com linguagem simples, intérpretes de Libras em 100% das falas de palco e debates, áreas reservadas PCD, mapa do evento com sinalização acessível e visita sensorial guiada. O plano de cuidado e segurança inclui brigadistas, bombeiro civil, ambulância, equipe de mediação e protocolo antiassédio. Em sustentabilidade, prevê-se coleta seletiva, redução de resíduos (sprays base d’água e EPI nas oficinas) e reuso de estruturas.Como legado, além da formação prática gratuita, será produzido um Catálogo Digital CeloGrafitti (PDF acessível) e disponibilizados melhores momentos em VOD por 30 dias, ampliando alcance para quem não pôde comparecer. A avaliação de resultados contemplará métricas de acesso e diversidade (perfil de público, participação de escolas/CRAS, contratações locais por gênero/raça) e relatório de acessibilidade, assegurando transparência e prestação de contas orientada a impacto social. Em síntese, a proposta transforma um cartão-postal da cidade em vitrine de cidadania cultural, com barreiras zero de preço e alto potencial de inclusão, formação e circulação.
.1) Rodas de Conversa (3 encontros)Formato/Duração: 3 mesas, 90 min cada; plateia até 200 pessoas.Infra: tenda climatizada; 6 microfones sem fio (4 mesa + 2 público); mesa 16ch; 2 caixas de retorno; telão 120" (slides).Acessibilidade: dupla de intérpretes de Libras; mediação em linguagem simples; cadeira reservada PCD; conteúdo visual com contraste. 2) Oficinas Gratuitas (4 turmas) — com Projeto Pedagógico(a) Grafite seguro | (b) Discotecagem (DJ) | (c) Rima & poesia falada | (d) Percussão de matrizesCarga horária: 60–120 min por turma | Vagas: ~30 por oficina.Espaço: tenda 6×6 m (ou sala multiuso), mesas, cadeiras, tomada 127/220 V; piso protegido.Materiais (exemplos):Grafite seguro: sprays base d’água, marcadores, EPI (luvas/óculos/máscaras PFF2), bastidores em PVC 3×2 m com celofane duplo.DJ: 1 mixer padrão (DJM) + 2 CDJ/2 toca-discos ou 2 controladoras, fones, notebook (conteúdo didático), 2 monitores near-field.Rima/poesia: microfone + caixa amplificada, flip-chart/cartolinas, canetas.Percussão: alfaias/pandeiros/agogôs/agbês (kit coletivo higienizado).Projeto pedagógico (todas):Objetivos: iniciação prática; noções de linguagem/segurança/ética; estímulo à autoria e à escuta.Conteúdos: fundamentos técnicos; prática guiada; breve história e referências; cuidados com equipamentos/ambiente; “como continuar depois”.Metodologia: demonstração → prática em grupos → compartilhamento → feedback.Avaliação: participação e entrega prática final (cypher/mini-set/peça gráfica/ritmo coletivo).Resultados: emissão de declaração de participação (PDF acessível); registro foto/vídeo. 3) CeloGrafitti – competição ao vivo (10 artistas)Formato/Duração: eliminatória + final (2 blocos de 90–120 min).Infra/Materiais: 10 bastidores PVC 3×2 m com celofane transparente dupla camada; sprays base d’água; EPI; área ventilada; cercamento de segurança; iluminação difusa.Júri: 3 jurados técnicos + voto popular (QR Code).Saída cultural: catálogo digital pós-evento (ver item 12).Acessibilidade: área de observação PCD; mediação explicativa. 4) Batalha de DJsFormato: eliminatórias + final; sets de 5–7 min; 8 participantes; 3 jurados.Backline: 2 toca-discos padrão (ex.: SL-1200) ou 2 CDJ 2000 + mixer 4ch; 2 monitores de referência; 2 mics.Som/Luz: PA do palco principal; iluminação de efeito e key-light para transmissão.Acessibilidade: Libras na fala de palco; piso nivelado. 5) Batalha de Break 2×2Formato: cyphers + chave eliminatória até final; 16 dançarinos(as); 3 jurados + 1 DJ.Piso: tapete vinílico 6×6 m (ou Marley), antiderrapante.Som/MC: PA do palco principal; 2 mics; retorno para DJ.Acessibilidade: área reservada PCD; mediação sobre regras. 6) Apresentações de Grupos Tradicionais (samba de coco, batucada, pisa-pólvora)Formato/Duração: 3 números, 40–60 min cada.Som: 8–12 microfones (percussão/vocais), 4 DIs; 4 monitores; mesa 24ch; técnico de palco.Cenotécnica: palco 10×8 m; praticáveis; cobertura.Acessibilidade: Libras nas falas; mediação contextual. 7) Shows Musicais (abertura e encerramento)Formato/Duração: 2 shows, 60–75 min cada.PA/Luz: PA somado ≥ 20–30 kW; mesa digital 32ch; 6 retornos; Iluminação: 24 PAR LED + 8 moving heads + 4 Fresnel + 2 follow; haze controlado.Backline (base): bateria completa, 2 amps guitarra, 1 amp baixo, 2 teclados + 2 DIs, 6 mics vocais, 8 mics instrumentos; patch conforme rider.Acessibilidade: áreas PCD (frente/platô lateral); Libras nas interações. 8) Feira de Economia CriativaFormato: 8 estandes 10×10 m (tenda padronizada), 1 mesa + 2 cadeiras por estande, iluminação e ponto de energia 127/220 V; taxa zero para expositores selecionados.Serviços: limpeza, coleta seletiva, extintores, sinalização acessível; curadoria e manual do expositor.Acessibilidade: corredores livres (≥ 1,20 m), balcões acessíveis, pictogramas, mapa tátil no info-point. 9) Mediação Cultural & Visita SensorialFormato/Duração: turmas de 20–25 pessoas, 40–60 min por circuito; agendamento (escolas/CRAS/CREAS).Recursos: kit tátil (texturas/cabos/mini-mic/partitura visual), fones, roteiro em linguagem simples; apoio de 2 mediadores.Acessibilidade: audiodescrição ao vivo; Libras; área de descompressão; banheiros acessíveis próximos. 10) Catálogo Digital CeloGrafitti (pós-evento)Paginação/Formato: 40 páginas, A4, PDF acessível (estrutura semântica, leitura por leitor de tela, contraste, textos alternativos); 300 dpi (imagens).Conteúdo: ensaio curatorial (6–8 págs), registro de cada obra (10 artistas × 2–3 págs), making-of, júri e critérios, ficha técnica completa; créditos; licença CC BY-NC.Entrega: até 60 dias após o evento; download gratuito no site/redes. Requisitos estruturais gerais do evento (open air)Palco principal: 10×8 m, boca 10 m, altura 1,2 m; grid 8 m; cobertura; coxia; rampas de acesso PCD.Energia: 1 gerador ≥ 150 kVA (show/som/luz) + 1 gerador ≥ 62,5 kVA (apoio/feira/backstage), com cabos, aterramento e técnico residente.Backstage/apoio: 2 camarins, produção, imprensa, posto médico, guarda-volumes, limpeza; pontos de água.Segurança/SSC: brigadistas, bombeiro civil, controle de acesso, plano de evacuação, ambulância com motorista e técnico.Acessibilidade universal: piso nivelado, áreas reservadas, banheiros acessíveis, sinalização tátil/visual, Libras nas falas, materiais em linguagem simples; procedimentos antiassédio.Observação: todos os itens serão dimensionados conforme laudo técnico, ART/RRT e as autorizações municipais, garantindo viabilidade técnica, segurança e acessibilidade em espaço público aberto.
.Responsabilidade SocialGratuidade 100%: todas as atividades do festival (shows, batalhas, rodas de conversa, exibições e oficinas) são inteiramente gratuitas, eliminando barreiras econômicas de acesso.Públicos prioritários: reserva de ≥ 400 vagas (rodas + oficinas) para escolas públicas, CRAS/CREAS, juventudes periféricas e coletivos de pessoas negras e PCD, com mediação e transporte articulado com as redes locais (quando disponível).Equidade e diversidade: curadoria, equipe e palcos com ≥ 50% de mulheres e pessoas negras; valorização de grupos tradicionais (samba de coco, batucada, pisa-pólvora) e linguagens urbanas (DJ, break, grafite).Economia criativa local: priorização de fornecedores sergipanos (meta ≥ 60%) e ≥ 20 contratações artísticas locais.Ambiente seguro e acolhedor: política antiassédio e antidiscriminação visível nos materiais e sinalização; canal de acolhimento no local; equipe treinada para atendimento a PCD, idosos, famílias com crianças e pessoas neurodivergentes (inclui ponto de descompressão).Sustentabilidade: pontos de coleta seletiva, redução de descartáveis (meta ≥ 30%), proibição de plástico de uso único nas áreas geridas pela produção.Transparência e dados abertos: aplicação de pesquisa de público (≥ 800 respostas) e relatório final com indicadores de participação, acessibilidade e impacto socioeconômico. Acessibilidade FísicaAcesso ao local: rotas acessíveis sinalizadas desde as entradas; rampas/plataformas elevatórias quando necessário; guias/pisos táteis (direcional e de alerta) em trajetos estratégicos; guarda-corpos e corrimãos conforme norma.Sanitários e mobiliário: banheiros acessíveis próximos às áreas de maior fluxo; balcões/mesas de atendimento em altura acessível; bebedouros e áreas de descanso inclusivas.Áreas reservadas: setor PCD em frente ao palco com visão desobstruída e espaço para cadeiras de rodas + acompanhante; fila preferencial em atividades concorridas.Sinalização física acessível: placas com alto-relevo e braille, pictogramas universais, contraste de cor e iluminação adequada; mapa tátil simples do evento no ponto de informações.Mobilidade e chegada: comunicação prévia de rotas de transporte público, pontos de embarque/desembarqueacessíveis e indicação de vagas preferenciais (quando houver).Equipe e protocolos: brigada de emergência com plano de evacuação assistida; kit de acessibilidade (cadeiras de rodas para empréstimo rápido, abafadores de ruído, capas de chuva, lanternas) no posto de atendimento. Acessibilidade de ConteúdoLibras em 100% das falas de palco, aberturas, rodas de conversa e cerimônias (intérpretes presenciais e janela de Libras reproduzida nos telões).Audiodescrição ao vivo para shows de abertura/encerramento, cerimônias e highlights das competições (via rádio/APP e ponto dedicado), com roteiro prévio produzido pela equipe.Legendagem/CC: obras da Mostra de Cinema Negro com ≥ 70% de legenda descritiva; vídeos institucionais e chamadas com closed caption.Materiais acessíveis: programação, mapa e regulamentos em linguagem simples, fonte ampliada e PDF acessível; tiragem limitada em braille do guia; QR Codes para versões digitais acessíveis e áudios-guia.Visita sensorial guiada: antes da abertura oficial, visita sensorial para pessoas cegas/baixa visão e neurodivergentes, com apresentação de instrumentos, texturas, samples sonoros e explicação dos elementos cênicos; no Celografitti, disponibilização de amostras táteis (suportes e ferramentas) e descrição guiada das criações ao vivo.Comunicação inclusiva: site/redes e inscrições com recomendações de WCAG 2.1 AA (contraste, navegação por teclado, textos alternativos).Acolhimento a pessoas autistas: ponto de descompressão sinalizado, abafadores de ruído para empréstimo, comunicação visual preditiva (rotina/cronograma), estímulos reduzidos em áreas específicas. ComprovaçãoChecklists de acessibilidade, plantas e fotos das adaptações; laudos/declarações dos intérpretes de Libras e da equipe de audiodescrição; registros foto/vídeo das ações; cópias dos materiais acessíveis (PDF/impresso/braille) e relatório de atendimento (quantidade de mediações, empréstimos de kit, visitas sensoriais).
.Democratização de Acesso (evento aberto em praça pública, sem ingresso)1) Acesso e circulação do públicoAcesso livre e 100% gratuito: por se tratar de praça de eventos pública em Aracaju/SE, não haverá bilheteria nem retirada/controle de ingressos. A entrada é franca durante todo o horário de programação.Gestão de fluxo inclusiva: sinalização ampla, áreas reservadas para PCD (visão desobstruída + acompanhante), fila preferencial em atividades muito concorridas, e ponto de informações com mapa acessível.Capacidade e segurança: dimensionamento de áreas, barreiras e rotas de circulação para garantir conforto e segurança; contagem amostral de público por equipe de produção para fins de relatório.2) Distribuição e “comercialização” dos produtos culturaisProdutos do projeto: programação artística, mostras, batalhas (DJs e Break), CeloGrafitti ao vivo, rodas de conversa e oficinas — todos gratuitos.Sem venda ao público: não haverá cobrança por acesso a nenhuma atividade; preço público praticado = R$ 0,00.Equivalência às cotas (IN/Art. 46) sem ticket físico:Até 10% – Patrocinadores (promoção gratuita): distribuição não onerosa de materiais institucionais e convites para sessões/visitas mediadas (sem venda).Até 10% – Proponente (divulgação gratuita): ações de imprensa, lideranças comunitárias e utilidade pública.Mínimo 10% – Social/Educativa: janelas dedicadas (horários/áreas) para escolas públicas, CRAS/CREAS e coletivos de juventude negra, com mediação cultural.Mínimo 20% – Popular: como o acesso é livre e gratuito, a faixa popular é cumprida com preço de R$ 0,00 em 100% das atividades.Produtos derivados gratuitos: catálogo digital do CeloGrafitti (download livre), release/guia de programação acessível (PDF), e certificados de participação nas oficinas (sem custo).3) Medidas de ampliação de acessoEnsaios abertos: ao menos 1 ensaio aberto por show de abertura/encerramento com apresentação das funções técnicas (som, luz, palco) e tiras de linguagem simples.Oficinas paralelas (100% gratuitas): 4 oficinas (grafite seguro; discotecagem/DJ; rima & poesia falada; percussão) com chamada pública e prioridade para rede pública e territórios periféricos.Transmissão pela internet: streaming do palco principal, finais das batalhas e rodas de conversa, com janela de Libras e legenda ao vivo quando tecnicamente viável; melhores momentos em VOD por 30 dias.Visita sensorial guiada: antes da abertura oficial, visita para pessoas cegas/baixa visão e neurodivergentes (audiodescrição ao vivo, texturas, samples sonoros, explicação dos elementos cênicos).Mediação cultural itinerante: equipe circulante para orientar o público, divulgar a programação e apoiar PCD, idosos, famílias com crianças e primeira infância.4) Comunicação inclusivaMateriais acessíveis: grade/guia em linguagem simples, fonte ampliada e PDF acessível; tiragem reduzida em braille; QR Codes com audioversões e mapa.Sinalização no local: pictogramas universais, contraste adequado e mapa tátil no ponto de informações.5) ComprovaçãoRegistros foto/vídeo, relatórios de contagem amostral de público, comprovação das janelas sociais/educativas(programação/relatórios de mediação), links e capturas do streaming/VOD, cópias dos materiais acessíveis(PDF/braille) e catálogo digital do CeloGrafitti.
.Atividade do dirigente/proponente (o que fará no projeto)Jorge Oliveira Silva — Diretor de Produção / Produtor Geral (dirigente do proponente)Responsável por: coordenação geral; planejamento e execução do cronograma; gestão de equipe e contratos; interface com MinC/Salic (adequação à IN MinC nº 23/2025, monitoramento, readequações, comprovações e prestação de contas); curadoria executiva das frentes negras e tradições populares; pactuação de contrapartidas sociais; governança de acessibilidade (garantia de Libras, legendas, audiodescrição e sinalização); gestão de riscos (segurança, saúde, seguros, licenças); articulação com poder público local e comunidade; supervisão de comunicação e captação complementar.Estrutura de coordenaçãoDireção de Produção / Produtor Geral: Jorge Oliveira Silva (dirigente) — coordenação macro, compliance e resultados.Produtora Executiva: Cacilda de Jesus — operação financeira, contratos, logística, cronograma fino e fluxo de pagamentos.Coordenação Artística / Curadoria de Programação: Bruno Kelvernek — curadoria de shows, batalhas, rodas de conversa e mostras.Produção de Palco / Conteúdo: Jonta Oliveira — roteiro de palco, time de palco/backline e coordenação de registros.Direção Musical / Técnico de Som: Antônio de Souza — advancing técnico, mapas de palco, soundcheck e qualidade de áudio.Instrutor / Assistência de Produção: Lucas Rafael Dória — apoio a oficinas, som e produção de campo.Assessoria de Imprensa e Comunicação: Walter Lopes — plano de mídia, relacionamento e clipping.Apresentação / Mestre de Cerimônias: Kassem Afif — condução de palco e mediações.Mediação Cultural / Instrutor: Isaac J. Serrão — mobilização de escolas e público prioritário; mediação de rodas.Observação: intérpretes de Libras (dupla), consultoria de acessibilidade, equipe de vídeo/foto, iluminação, rigging, brigadistas, seguranças, produção de base, carregadores, limpeza, ASO/ambulância, e operador de gerador serão contratados localmente, priorizando fornecedores e profissionais de Aracaju/SE. Mini-currículos (resumo)Jorge Oliveira (Produtor Geral): roteirista, diretor e DOP com 12+ anos; fundador da Bipolar Filmes; séries e docs premiados; idealizador do Aracaju Open Air.Cacilda de Jesus (Prod. Executiva): produtora executiva/roteirista; experiência em Prodav, TV pública e longas; atuação em prestação de contas e logística.Bruno Kelvernek (Coord. Artística): ator/diretor com 20+ peças e curtas; experiência em programação e logística de set.Jonta Oliveira (Palco/Conteúdo): ator, roteirista e diretor teatral; especialista em direção de atores para TV e cinema.Antônio de Souza (Som/Direção Musical): músico e técnico de som; som direto em curtas e docs regionais.Lucas Rafael Dória (Oficinas/Produção): produtor musical e diretor de som há 15+ anos; trilhas para TV e docs.Walter Lopes (Imprensa/Com): produtor de TV e fotógrafo; passagens por TVs Sergipe, Atalaia e Cidade; logística de produção.Kassem Afif (MC/Host): ator/diretor; mestre de cerimônias com 20 anos; roteirista e humorista.Isaac J. Serrão (Mediação/Oficina): professor de Letras, graduando em Teatro (UFS); fundador da Cia de Teatro Aurora; experiência em mobilização comunitária.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.