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PRONAC 258171Autorizada a captação total dos recursosMecenato

13ª Festa da Tainha - Evento mais que morador

ASSOCIACAO COMUNITARIA DO PONTAL DO NORTE E FIGUEIRA DO PONTAL
Solicitado
R$ 483,5 mil
Aprovado
R$ 483,5 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Gastronomia de valor cultural
Enquadramento
Artigo 26
Tipologia
Caiçaras
Ano
25

Localização e período

UF principal
SC
Município
Itapoá
Início
2026-01-05
Término
2026-12-31
Locais de realização (1)
Itapoá Santa Catarina

Resumo

O projeto tem como objetivo realizar a 13ª Festa da Tainha de Itapoá/SC - evento mais que morador, promovendo a cultura caiçara.

Sinopse

A 13ª Festa da Tainha de Itapoá reúne em sua programação atrações que valorizam a cultura, a gastronomia e as tradições locais, com destaque para a Feira de Gastronomia, onde o público poderá saborear pratos típicos à base de tainha e outros sabores regionais; o Concurso Gastronômico de Pratos Típicos Caiçara, que incentiva a criatividade e a preservação da culinária tradicional; e as apresentações musicais, incluindo o baile de Fandango Caiçara com o grupo Fandango chimarrita do Pontal e convidados, celebrando a riqueza do patrimônio cultural imaterial da região. Classificação indicativa: Livre.

Objetivos

Objetivo Geral: Promover a valorização e preservação da cultura e tradição caiçara de Itapoá, por meio da realização da 13ª Festa da Tainha - Evento mais que morador, fortalecendo a identidade cultural local, contribuindo para o desenvolvimento econômico e social da comunidade.Objetivo Específico:1) Instalar ao lado da associação comunitária estrutura complementar necessária para a realização do evento;2) Realizar a feira de gastronomia com aproximadamente 15 tendas;3) Realizar o concurso gastronomico de típicos caiçara;4) Realizar apresentações artísticas.

Justificativa

A "Festa da Tainha - Evento Mais Que Morador" é um evento que realizado pela ACOPOF - Associação Comunitária do Pontal do Norte e Figueira do Pontal e pelo trabalho voluntário das famílias nativas caiçaras. A festa está na sua 13ª edição e foi criada pelos moradores mais antigos para que os jovens da comunidade pudessem se reconectar às suas raízes, se reconhecessem como detentores do saber e do fazer cultural, criando um sentimento de pertencimento, visto que os avanços urbanos e o desenvolvimento imobiliário na região avançam exponencialmente. Itapoá, segundo o senso 2022 foi o município que mais cresceu em Santa Catarina e o quinto no Brasil.O apoio da Lei de Incentivo/Lei Rouanet para a Festa da Tainha - Evento Mais que Morador respalda, colabora e incentiva a continuidade de um evento que nasceu de forma comunitária e se mantém até hoje pela vontade dos nativos. A festa passou a ser um símbolo de identidade e pertencimento de uma comunidade que resiste por anos com sua tradição caiçara, sua história e valor social, atendendo ao Artigo 3 da Lei nº 8.313/91, inciso III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais. Atendendo também ao Art. 1, inciso IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional e inciso III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores. A realização da festa promove a integração entre os pescadores e complementa a renda familiar durante a baixa temporada. Com o crescimento do evento nas últimas edições, aumentaram significativamente as demandas por recursos, estrutura e serviços, tornando inviável sua organização apenas com trabalho voluntário. Diante disso, tornou-se necessária a captação de apoio por meio da Lei Rouanet, essencial para a continuidade de um evento que simboliza a força da comunidade. O apoio público é indispensável, A "Festa da Tainha - Evento Mais Que Morador" é um evento que realizado pela ACOPOF - Associação Comunitária do Pontal do Norte e Figueira do Pontal e pelo trabalho voluntário das famílias nativas caiçaras. A festa está na sua 13ª edição e foi criada pelos moradores mais antigos para que os jovens da comunidade pudessem se reconectar às suas raízes, se reconhecessem como detentores do saber e do fazer cultural, criando um sentimento de pertencimento, visto que os avanços urbanos e o desenvolvimento imobiliário na região avançam exponencialmente. Itapoá, segundo o senso 2022 foi o município que mais cresceu em Santa Catarina e o quinto no Brasil. O apoio da Lei de Incentivo/Lei Rouanet para a Festa da Tainha - Evento Mais que Morador respalda, colabora e incentiva a continuidade de um evento que nasceu de forma comunitária e se mantém até hoje pela vontade dos nativos. A festa passou a ser um símbolo de identidade e pertencimento de uma comunidade que resiste por anos com sua tradição caiçara, sua história e valor social, atendendo ao Artigo 3 da Lei nº 8.313/91, inciso III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais. Atendendo também ao Art. 1, inciso IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional e inciso III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores. A realização da festa promove a integração entre os pescadores e complementa a renda familiar durante a baixa temporada. Com o crescimento do evento nas últimas edições, aumentaram significativamente as demandas por recursos, estrutura e serviços, tornando inviável sua organização apenas com trabalho voluntário. Diante disso, tornou-se necessária a captação de apoio por meio da Lei Rouanet, essencial para a continuidade de um evento que simboliza a força da comunidade. O apoio público é indispensável, pois trata-se da preservação de um bem cultural de natureza imaterial, conforme estabelece a Constituição Federal (Art. 216), que reconhece como patrimônio cultural brasileiro os modos de criar, fazer e viver dos diferentes grupos formadores da sociedade.Proporcionar aos moradores de Itapoá o conhecimento e a experimentação durante os três dias de festa das tradições caiçaras com a comercialização de pratos a base de tainha, baile de fandango, apresentações de grupos culturais das comunidades, entre outros, fortalece o respeito à história de vida do nativo itapoaense, atendendo especialmente à Lei 8.313/91 - Art. 1, inciso II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; e inciso III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; e inciso VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; inciso VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória.Diante do exposto, a Festa da Tainha _ Evento mais que morador atende aos objetivos do Art. 3º nos incisos II - fomento à produção cultural e artística, mediante: alínea c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: alínea d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: alínea a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos. Assim, a ACOPOF, Associação Comunitária do Pontal do Norte e Figueira do Pontal, representando os nativos caiçaras, apresenta este projeto de extrema importância, para usufruir do mecanismo do incentivo fiscal a fim de viabilizar plenamente a 13ª Festa da Tainha - Evento Mais que Morador.

Especificação técnica

Não se aplica.

Acessibilidade

Acessibilidade física:Informamos que o local onde serão realizadas as atividades descritas neste projeto contará com infraestrutura acessível, incluindo a locação de banheiros químicos adaptados, vagas de estacionamento exclusivas para idosos e pessoas com deficiência (PCDs), além de áreas de circulação amplas e desobstruídas para facilitar a locomoção. Essas medidas visam proporcionar um ambiente seguro e confortável para todos os participantes, garantindo a acessibilidade e o bem-estar durante a realização das atividades.Acessibilidade de conteúdo:Durante a abertura e cerimoniais do evento, haverá tradução simultânea realizada por um intérprete de Libras.

Democratização do acesso

A Festa da Tainha de Itapoá terá acesso gratuito ao público, permitindo a participação de toda a comunidade local e visitantes.

Ficha técnica

Associação comunitária do pontal do norte e figueira do pontal:Função: Proponente e administradora da proposta culturalFundada pela união de um grupo de nativos das comunidades do Pontal e Figueira do Pontal, em 22 de dezembro de 1984, antes mesmo da emancipação do município, a ACOPOF é a mais antiga associação comunitária de Itapoá e se mantem pela união e resiliência das comunidades. Oficialmente passou a existir desde 17 de abril de 1985. Localizada nas margens da Baia da Babitonga, no bairro Pontal do Norte ao lado de um antigo Farol, sendo este, o maior símbolo do patrimônio material que o município possui.A ACOPOF desde sua existência é o berço do grupo fandango caiçara de Itapoá com a guarda dos figurinos, reuniões e ensaios. Antigamente realizava também os bailes fandangueiros, matinês e carnavais. Com quase 40 anos de existência é um símbolo do trabalho comunitário e resiliente prestado pelas comunidades. Possui uma pequena cancha de areia para jogos recreativos de futebol. Até a atualidade é o único local que abriga reuniões e audiências das comunidades com órgãos públicos e privados para indicar, discutir e reivindicar melhorias, bem como, atende as famílias com recreação e cultura. Proporciona festas natalinas com a distribuição de brinquedos para crianças; apoio as festas tradicionais dos santos padroeiros da igreja católica; realiza desde a organização e a realização por meio de mão de obra voluntária as tradicionais festas, Mais que Morador e a Festa da Tainha, além de abrigar cursos de formação para pescadores e agricultores; cursos de artesanato durante a baixa temporada e realiza feiras de artesanato para geração de renda especialmente na alta temporada, além de ceder o espaço para professores das comunidades, que sem espaço próprio, ministram pequenas oficinas gratuitas de música, teatro, ginastica, entre outras.Vale salientar que Itapoá possui 32 quilômetros de praias e as comunidades do Pontal e Figueira, estão localizadas geograficamente mais distante do centro urbano, ficando na extremidade, na ponta, no início onde chegaram os primeiros açorianos e constituíram famílias, muitas dessas famílias foram fundadoras ou passaram pela presidência da ACOPOF deixando para a associação o título da mais antiga associação da cidade. O município de Itapoá, segundo o censo IBGE 2023 foi a cidade que mais cresceu no estado de Santa Catarina e a 5ª do Brasil, tendo o ingresso de outras culturas e modos de vida, tornando a ACOPOF um símbolo da resistência cultural e comunitária.Gabriel Godoi da SilvaFunção: Diretor de produçãoFormação: É mestre em Turismo e Hospitalidade da Universidade de Caxias do Sul (PPGTURH), Pesquisador colaborador no núcleo de pesquisa: Educação, hospitalidade e turismo: estudos sobre eixos constitutivos do desenvolvimento turístico (EDUHTUR), sob coordenação da Professora Doutora Luciane Todeschini. É Graduado em Curso Superior de Tecnologia em Gestão de Turismo pela Universidade Federal do Pampa, onde foi bolsista de gestão em apoio a coordenação acadêmica do curso e colaborador voluntário no projeto de pesquisa: Lazer na fronteira: compreensões a partir do couchsurfing. Atuou profissionalmente como Turismólogo na Prefeitura Municipal de Itapoá-SC, vinculado à Secretaria de Turismo e Cultura (2018-2022).Atuação:2018 a 2023 - Equipe de produção do Festival Gastronômico Sabores de Itapoá 2a, 3a, 4a e 5a edição;2020 - Equipe de produção do documentário “Minha itapoá tem história ep. 1;2021 - Equipe de produção do documentário “Minha itapoá tem história ep. 2;2022 - Equipe de produção do projeto “Mãos à Obra: Catálogo de Artesanato itapoaense”;2022 - Proponente e pesquisador “Inventário Gastronômico da Região Turística Caminho dos Príncipes”;2022 - Equipe de produção do projeto “Memórias do Fandango Chimarrita do Pontal”;2022 - Apoio a pesquisa para o livro “Fandango de Itapoá: Resgate histórico, cultural e artístico;2022 - Produção das oficinas “Desmistificando Projetos Culturais”, ministradas por Geane Silva em 04 municípios do norte catarinense;2022 - Ministrante do Curso “Serviço de Camareira” para o Programa de Capacitação em Turismo e Hospitalidade;2022 - Ministrante da palestra “Desafios da vida profissional em turismo e hospitalidade”. Geane Silva (Saggioratto) Função: Coordenadora geral Formação:É Bacharel em Artes Cênicas (interpretação) pela PUC/PR em 1994 e Direção de Produção pelo SATED/PR (Sindicato dos Artistas e Técnicos em Espetáculos de Diversão no Estado do Paraná) em 1994. Pós Graduação em Gestão, Produção e Promoção Cultural pela UTP (Universidade Tuiuti do Paraná) 2009. Foi Membro da Comissão Julgadora do festival de teatro Amador, Curitiba emCena. 2003. Foi Membro da Banca Examinadora para o Concurso Público para professores não titulares da FAP – Faculdades de Artes do Paraná, para a matéria Indumentária. Em 2010 foi Membro da banca de avaliadores do Trabalho de Conclusão de Curso intitulado Projeto de Divulgação da feira do Largo da Ordem nas Escolas Públicas Municipais de Curitiba. ESEEI 2010. Atuação:Desenvolve projetos para o público adulto e para crianças nas áreas de artes cênicas, música, audiovisual, artes plásticas, Patrimônio e literatura. Atua na elaboração, formatação e gestão de projetos, coordenação de produção,consultoria, palestras e oficinas, primando sempre em seus trabalhos pela interação entre o humano, a comunicação e a arte, com o objetivo de borrar os limites entre essas extensões, aproximando as áreas de cultura e responsabilidade social. Ampla experiência com teatro, atuou como atriz amadora desde os 16 anos de idade e profissionalmente de 1994 até 2008; Atua como Diretora de produção e gestora de projetos em várias áreas artísticas desde 1994 em vários estados e em Lisboa/ Portugal. Convidada para palestrar no projeto Conversa de Fotógrafo, para o curso de Tecnologia em Fotografia da Universidade Tuiuti do Paraná, em 2011 e se mantém ativa na arte de passar conhecimento nos fazeres da produção cultural até hoje. Realiza palestras, aulas e workshops. De 2008 a 2007 e 2008 trabalhou para a Editora Medusa, em 2015 ministrou aulas de teatro para a Secretária de Assistência Social (CRAS) de Itapoá. Ministra a oficina de interpretação teatral para atores iniciantes, em outubro/novembro/2016 Itapoá/SC. Proferiu palestras sobre “O Artista Empreendedor” e “ Os Fazeres da Produção Cultural” desde 2013 para diversas instituições em diferentes cidades do Paraná. Em 2017 ministrou duas oficinas, intituladas “ Como elaborar projetos culturais”, para a Contacto Associação Cultural. Ministrou a oficina O Artista Empreendedor em vários municípios do estado de Santa Catarina pelo Prêmio Elisabete Anderle 2018. Em 2021 atuou nos projetos “A arte de transformar ideias em projetos” e “Memórias do Fandango Chimarrita do Pontal” pelo prêmio Elisabete Anderle. Premiações1995, indicada ao Troféu Gralha Azul – Melhores do Paraná/Centro Cultural Teatro Guaíra,pela produção do espetáculo teatral Oito Baixas e Não temos Cavalo.1996 foi indicada ao Troféu Gralha Azul pelo espetáculo de teatro Mulheres de Lorca, dirigido por Sandra Pires, recebendo neste, o Prêmio de Melhor Produtora do Paraná.1998 produziu o espetáculo O Mágico de Oz, vencedor do Prêmio Gralha Azul em várias categorias.1999 o espetáculo Dorotéia, vencedor do Prêmio Gralha Azul em várias categorias.2001 o espetáculo Epifânia ou o livro dos prazeres, vencedor do Prêmio Gralha Azul em várias categorias.2018 é selecionada para o Prêmio Elisabete Anderle para a oficina de produção cultural O Artista Empreendedor.2021 é selecionada para o Prêmio Elisabete Anderle com os projetos “Desmistificando projetos culturais” e “Memórias do Fandango Chimarrita do Pontal”.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.