Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.
O Baile da Narih é uma turnê nacional gratuita de música pop-funk comandada pela cantora Narih, com apresentações ao ar livre em praças e espaços urbanos de grande circulação. O projeto integra música, dança, moda e empoderamento feminino, promovendo cultura urbana, diversidade e inclusão. A iniciativa oferece experiências artísticas acessíveis e democráticas para todos os públicos.
O Baile da Narih (Ritmo de Rua) é uma turnê nacional gratuita de música pop-funk, unindo canto, dança e moda em apresentações ao ar livre. Comandado pela cantora Narih, o projeto transforma praças e espaços urbanos em palcos acessíveis, promovendo cultura, diversidade e protagonismo feminino. Cada show oferece experiências artísticas completas, com participação de artistas independentes e ações de inclusão, como intérpretes de Libras e espaços acessíveis, garantindo que a arte chegue a todos os públicos.
Objetivos principais 1. Democratizar o acesso à música pop e funk brasileiros* Levar apresentações gratuitas em espaços públicos, garantindo acesso igualitário à arte, especialmente em regiões com pouca oferta cultural. 2. Valorizar artistas independentes e periféricos* Dar visibilidade a talentos emergentes fora do circuito mainstream, fortalecendo a cena artística local e incentivando a diversidade cultural. 3. Fomentar o protagonismo feminino na música* Evidenciar a força de artistas mulheres no cenário musical, ampliando espaços de expressão, representatividade e liderança feminina no setor cultural. 4. Estimular a ocupação cultural de espaços públicos* Transformar praças e áreas urbanas em palcos de encontro artístico e social, promovendo convivência comunitária por meio da cultura.
O Baile da Narih surge da necessidade de ampliar o acesso à cultura musical contemporânea em territórios onde a oferta cultural é limitada. O projeto tem como foco a música pop-funk, gênero que dialoga diretamente com a juventude e com a cultura urbana brasileira, mas que ainda enfrenta barreiras de reconhecimento no circuito cultural tradicional.Além de democratizar o acesso por meio de apresentações gratuitas em espaços públicos de grande circulação, a iniciativa valoriza artistas independentes e periféricos, fortalecendo a diversidade cultural e incentivando novas vozes no cenário musical.Outro aspecto central é o protagonismo feminino: ao ser liderado por uma artista mulher, o projeto contribui para ampliar a representatividade e os espaços de liderança feminina no setor cultural, promovendo empoderamento e inspiração para novas gerações.Por fim, ao ocupar praças e áreas urbanas, o Baile da Narih transforma o espaço público em palco de convivência comunitária, criando experiências artísticas acessíveis e inclusivas que estimulam pertencimento, cidadania e integração social.
Seleção das cidades e locais:O projeto será realizado em dez capitais brasileiras, representando todas as regiões do país. Os locais escolhidos são praças centrais e/ ou parques populares de fácil acesso, que permitam circulação segura do público e infraestrutura mínima para montagem de palco e equipamentos. A seleção levará em consideração diversidade regional, potencial de público, apoio local e tradição cultural da cidade.Exemplos de cidades previstas (sujeito à autorização municipal):• São Paulo (SP) – Parque Villa-Lobos: local amplo, com boa infraestrutura e tradição em eventos culturais.• Rio de Janeiro (RJ) – Praça XV ou Campo de Santana: locais com ampla circulação e tradição em eventos ao ar livre.• Salvador (BA) – Praça no Campo Grande ou Largo do Pelourinho: Locais icônicos, com relevância histórica e circulação turística/local, fortalecendo a identidade cultural do evento.• Recife (PE) – Praça do Entroncamento: Praça tombada com valor paisagístico e localização estratégica, refletindo tradição urbana e potencial de público.• Brasília (DF) – Praça dos Três Poderes: Capital federal com forte agenda cultural e público diverso. Ideal para ações públicas de impacto nacional e valorização da arte independente.• Belo Horizonte (MG) – Praça da Estação ou Parque Municipal Américo Renné Giannetti: Polo criativo com tradição em festivais e público engajado, conectando diretamente com a cena pop e urbana brasileira.• Manaus (AM) – Largo de São Sebastião ou Praça Heliodoro Balbi (Praça da Polícia): Centro cultural da região Norte, com público receptivo e crescente valorização da música nacional, expandindo o alcance do projeto fora do eixo Sul-Sudeste.• Belém (PA) – Praça da República: Berço dos ritmos populares e expressão artística intensa. Ideal para promover diversidade regional e fortalecer a presença feminina na música.• Curitiba (PR) – Praça Santos Andrade ou Praça Generoso Marques (em frente ao Paço da Liberdade): Cidade moderna, com estrutura para grandes eventos e público conectado à inovação cultural. Excelente para experiências pop acessíveis e sensoriais.• Fortaleza (CE) – Aterrinho da Praia de Iracema: Capital vibrante, com público dançante e tradição em eventos ao ar livre, potencializando a proposta de empoderamento e celebração do corpo.Divulgação e engajamento:O projeto contará com estratégia de divulgação digital nas redes sociais da artista e dos parceiros locais, incluindo anúncios segmentados, postagens interativas, lives e teasers dos ensaios. Serão produzidos materiais gráficos digitais e vídeos curtos para ampliar o alcance, além de ações de convite para escolas, jovens artistas e comunidades locais, garantindo maior participação do público.Sustentabilidade:As ações do projeto considerarão práticas sustentáveis, como transporte planejado para reduzir deslocamentos desnecessários, utilização consciente de materiais de palco e divulgação digital para minimizar impressão de materiais físicos. Também será priorizada a gestão adequada de resíduos gerados durante os eventos.Acessibilidade:Todos os shows contarão com intérprete de Libras em tempo real, rampas de acesso ao palco e áreas reservadas para cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida. Banheiros acessíveis estarão disponíveis em parceria com as prefeituras ou em estrutura contratada, e todos os materiais digitais produzidos, como PDFs de divulgação, serão compatíveis com leitores de tela para pessoas com deficiência visual.
• Produto principal: Turnê de shows gratuitos “Baile da Narih (Ritmo de Rua)”. • Duração de cada apresentação: aproximadamente 1 hora. • Formato: Shows ao vivo em praças, parques e espaços urbanos, com palco modular, som, luz e cenografia adequados ao espaço. • Materiais utilizados: equipamentos de som e luz, backdrops, figurinos, material gráfico digital para divulgação e PDFs acessíveis. • Projeto pedagógico/social: Inclusão de intérpretes de Libras, espaços acessíveis para cadeirantes e ações educativas de valorização da cultura pop-funk e protagonismo feminino. • Registro: Filmagem e fotos profissionais de cada show para divulgação e prestação de contas.
O projeto Baile da Narih adota medidas de responsabilidade social e acessibilidade para garantir que todos os públicos possam participar das atividades culturais, incluindo pessoas com deficiência.• Intérprete de Libras em tempo real em todos os shows. • Estrutura com rampas de acesso ao palco e áreas reservadas para cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida. • Banheiros acessíveis, em parceria com as prefeituras ou estrutura contratada. • Materiais gráficos digitais acessíveis, incluindo PDFs compatíveis com leitores de tela para pessoas com deficiência visual.
• Todas as apresentações serão gratuitas e abertas ao público, realizadas em praças e espaços urbanos de grande circulação.• Divulgação ampla por redes sociais, rádios locais e parcerias com escolas e centros comunitários para alcançar diferentes públicos.• Inclusão de artistas independentes e periféricos, promovendo diversidade cultural e oferecendo oportunidades para talentos fora do circuito mainstream.• Espaços organizados para atender todos os públicos, garantindo participação igualitária independentemente de idade, gênero, classe social ou região.
• Artista principal: Narih – Cantora, líder do projeto e responsável pela direção artística. • Direção de produção: a definir – Coordena equipe, logística, contratos e planejamento de shows. • Direção musical: a definir – Arranjos, ensaios e acompanhamento das apresentações. • Coreógrafo(a): a definir – Criação e ensaio das performances de dança. • Técnico(a) de som: a definir – Operação de áudio durante os shows, montagem e manutenção de equipamentos. • Técnico(a) de luz: a definir – Iluminação dos palcos e cenografia. • Assistente de produção: a definir – Apoio em logística, transporte, hospedagem e comunicação com artistas. • Assessoria de imprensa e redes sociais: a definir – Divulgação, conteúdo digital e captação de público. • Intérprete de Libras: a definir – Tradução em tempo real em todas as apresentações.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.