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PRONAC 258189Arquivado - solicitação de desistência do proponenteMecenato

Festival Construção Nacional da Cultura Hip-Hop! 52 anos - A AFRICA NUNCA! NUNCA VAI MORRER!!! 26 estados mais Brasí­lia DF!!!

INSTITUTO RECREATIVO, CULTURAL E ESPORTIVO FUZAO BRAZIL - I.F.B
Solicitado
R$ 3,66 mi
Aprovado
R$ 3,66 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação Música Popular Cantada
Enquadramento
Artigo 26
Tipologia
Festival, bienal, festa ou Feira
Ano
25

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2026-01-02
Término

Resumo

Realizar um seminário e um festival sobre a cultura Hip-Hop, em comemoração aos 52 anos da criação do movimento mundialmente e 42 anos no Brasil. O festival de 2 dias vai contar com artistas nacionais, incluindo os 5 elementos do movimento: MC, DJ, breaking, graffiti e o conhecimento. O seminário de 3 dias vai debater empreendedorismo e cultura hip-hop periférica.

Sinopse

Proposta geral SeminárioProporcionar um espaço, ao longo de 05 dias, onde o empreendedor periférico possa realizar uma verdadeira jornada do conhecimento para, através do que lhe for ofertado, possa melhorar, tirar do papel ou impulsionar o seu negócio. Propomos como tema principal o EMPREENDEDORISMO CULTURAL. Tratando o assunto de forma lúdica com jogos, oficinas e palestras. A proposta é realizar uma verdadeira Zona de Propulsão. Com maratonas gratuitas e convergentes com o mercado da cultura, com espaço para game devs, empreendedores, hackers e quem mais quiser colaborar com oportunidades, conhecimento, serviços, ferramentas, novas tecnologias, oportunidades de parcerias, entre outras ações que possam criar um ambiente favorável aos empreendedores periféricos de diversas áreas. Premiando as melhores soluções e ajudando a implementar ideias reais de impacto cultural e social.FestivalAtividade composta de diversas atrações culturais relacionadas à cultura urbana: grafite, cultura Hip Hop, reggae, rock e culturas populares relacionadas com o local de realização da atividade, a cidade de Recife - a maior periferia que possui forte influência de culturas de outras regiões brasileiras, mas principalmente do nordeste.Oficinas Movimente-seOficinas de produção de eventos, roadie e cenografia, que vão dar suporte à realização do festival e do seminário. Para jovens de periferia entre 18 e 29 anos, a ação compõe uma estratégia que trabalha com a cultura como vetor de transformação social.

Objetivos

Objetivo GeralO Festival Nacional do Cinquentenário da Cultura Hip-Hop tem como objetivo principal a promoção de um evento de grande impacto cultural, que celebra os cinquenta e dois anos dessa importante manifestação artística e social. Além disso, busca-se a realização de atividades externas, nas periferias de Recife e em escolas públicas, que visam aprofundar o entendimento sobre a cultura Hip-Hop e estimular o debate sobre questões relevantes para a comunidade. Por meio de uma programação diversificada e inclusiva, almeja-se valorizar e difundir a cultura, incentivando o diálogo e o intercâmbio de conhecimentos entre artistas, atletas e a população. O projeto visa fomentar o engajamento, a conscientização e o fortalecimento dessa cultura, proporcionando um espaço de encontro e celebração, onde a criatividade, a expressão e a diversidade possam florescer. Objetivos Específicos- Celebrar os cinquenta e dois anos da Cultura Hip-Hop no Brasil, reconhecendo sua influência e importância na sociedade contemporânea;- Proporcionar um espaço de expressão e valorização para os elementos fundamentais da Cultura Hip-Hop, como o DJ, Breaking, MC, Graffiti e Conhecimento;- Estimular o debate e a reflexão sobre questões sociais, raciais, culturais e artísticas presentes na Cultura Hip-Hop, promovendo a conscientização e o engajamento do público;- Incentivar a formação de novos talentos e o desenvolvimento de projetos artísticos e culturais no âmbito da Cultura Hip-Hop, oferecendo oportunidades de capacitação e aprimoramento;- Promover a inclusão social, proporcionando espaços de participação e visibilidade para comunidades periféricas, grupos marginalizados e minorias dentro da Cultura Hip-Hop;- Fomentar o intercâmbio cultural e a troca de experiências entre artistas, espectadores e profissionais envolvidos na Cultura Hip-Hop, fortalecendo a conexão entre diferentes manifestações e estilos;- Estabelecer parcerias e conexões com outros festivais, eventos e instituições que valorizem a Cultura Hip-Hop, visando ampliar sua presença e reconhecimento no cenário artístico e cultural nacional e internacional;- Proporcionar um ambiente de celebração e união, onde pessoas de diferentes origens e idades possam vivenciar a energia, a criatividade e a diversidade que a Cultura Hip-Hop tem a oferecer.

Justificativa

Lei de Incentivo à Cultura e o Festival Nacional do Cinquentenário da Cultura Hip-HopA Lei de Incentivo à Cultura é um mecanismo fundamental para a implementação deste modelo de projeto, que requer um aporte de recursos para viabilizar as diversas ações e a infraestrutura necessária. Os shows programados misturam artistas locais com talentos de renome nacional, oferecendo mais de 50 atrações. Assim, a Lei de Incentivo à Cultura, por proporcionar isenção fiscal a quem apoia a proposta, se torna quase a única alternativa viável para a realização de projetos desse tipo.Incisos da Lei 8313/91Os incisos do Art. 1º da Lei 8313/91 aos quais a proposta se adapta são:I - Facilitar o livre acesso às fontes culturais e o pleno exercício dos direitos culturais.II - Promover a regionalização da produção cultural e artística brasileira, valorizando recursos humanos e conteúdos locais.III - Apoiar, valorizar e difundir as manifestações culturais e seus criadores.IV - Proteger as expressões culturais dos grupos que compõem a sociedade brasileira e que sustentam o pluralismo da cultura nacional.VIII - Estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, que formam e informam conhecimento, cultura e memória.IX - Priorizar o produto cultural originário do País.Objetivos da Lei 8313/91Os objetivos do Art. 3º da Lei 8313/91 que serão alcançados com o projeto incluem:I - Incentivar a formação artística e cultural, por meio de:c) Instalação e manutenção de cursos culturais ou artísticos, voltados à formação e aperfeiçoamento de profissionais da área, em instituições sem fins lucrativos;Produto - (colocar o produto aqui)II - Fomentar a produção cultural e artística, através de:c) Realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, música e folclore;Produto - Festival/MostraIV - Estimular o conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) Distribuição gratuita de ingressos para eventos culturais e artísticos;Todos os produtos da proposta são gratuitos.b) Levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e arte e seus segmentos;Produto - (colocar o produto aqui)Importância do ProjetoO projeto do Festival Nacional do Cinquentenário da Cultura Hip-Hop e das oficinas deve ser realizado em virtude da importância desse movimento sociocultural e político. A Cultura Hip-Hop abrange uma variedade de manifestações artísticas, políticas e sociais, promovendo:- A inclusão cultural, social e individual.- A democratização do conhecimento e da arte.- Mobilização de discussões sociais sobre políticas culturais.Ela fortalece a busca por igualdade e combate às violências, valorizando a diversidade de atuação e expressão, além de aprofundar a interação entre a comunidade artística e as comunidades local e nacional.Acreditamos no potencial do projeto, que está alinhado aos princípios da Cultura Hip-Hop, incluindo a efetivação dos direitos culturais e a promoção dos direitos humanos.Contexto SocioculturalO projeto se insere na Cultura Hip-Hop brasileira e suas conexões com identidades negro-juvenis e territórios periféricos. Busca valorizar a cultura negra e periférica, promover a paz, os direitos humanos e o respeito à diversidade cultural. O Festival e as oficinas se alinham com a agenda do Cinquentenário da Cultura Hip-Hop, celebrando os 50 anos deste movimento mundial no Brasil.Considerando que:- O marco histórico dos 52 anos do Hip-Hop ocorreu no famoso "Baile" de 11 de agosto de 1973, na Sedgwick Avenue, Bronx, Nova York, produzido por Cindy Campbell com destaque para o DJ Kool Herc.- Em 12 de novembro, se comemora o Dia Internacional da Cultura Hip-Hop, data de fundação da Zulu Nation, criada por Afrika Bambaataa.- O projeto se encerra em 10 de dezembro, celebrando o Dia Internacional dos Direitos Humanos.Essas datas são cruciais na história da cultura Hip-Hop, tornando a realização deste projeto ainda mais significativa.Contribuições do ProjetoO projeto desempenha um papel essencial na democratização do cenário artístico-cultural, proporcionando maior acesso da população aos bens e serviços culturais. O Festival e as oficinas terão como objetivo principal:- Fomentar a formação artístico-cultural.- Oferecer oportunidades de capacitação.- Incentivar o intercâmbio entre agentes culturais.Além disso, o projeto fortalecerá redes de organizações da sociedade civil, coletivos e grupos informais que atuam na cultura Hip-Hop. Também impulsionará a economia criativa, estimulando o empreendedorismo, o turismo, a inovação e promovendo arranjos produtivos e territórios criativos.Uma das principais contribuições do projeto será o incentivo à pesquisa e à difusão de informações culturais, enriquecendo e valorizando ainda mais a Cultura Hip-Hop no Brasil. Assim, o projeto desempenha um papel vital na promoção do patrimônio cultural, na valorização da diversidade artística e na criação de um ambiente propício ao desenvolvimento e reconhecimento dos talentos presentes nessa vibrante cultura.

Especificação técnica

Proposta geral Seminário Proporcionar um espaço, ao longo de 02 dias, onde o público possa ter acesso às cinco vertentes principais do hip-hop: breaking, graffiti, rap e conhecimento. Além de temas relacionados a empreendedorismo periférico relacionados à cultura hip-hop no Brasil. As rodas de conversa e palestras serão realizadas por profissionais proeminentes em cada uma de suas áreas, tratando temas que possam contribuir com o desenvolvimento cultural e profissional de cada um dos participantes. Festival Atividade composta de diversas atrações culturais relacionadas à cultura hip-hop nacional: Serão selecionadas, via curadoria, 5 atrações de cada estado, uma de cada categoria que compõe o movimento, como: breaking, graffiti, rap e conhecimento, totalizando 52 atrações, onde cada uma das apresentações será realizada simultaneamente no mesmo palco. Enquanto o grupo de rap canta, estarão presentes, além do MC, DJ, graffiti ao vivo e crew de breaking.

Acessibilidade

As ações de acessibilidade visam atender à INSTRUÇÃO NORMATIVA MINC Nº 11, DE 30 DE JANEIRO DE 2024, CAPÍTULO IV, DA ACESSIBILIDADE E DEMOCRATIZAÇÃO DO ACESSO À CULTURA. Seção II - no aspecto arquitetônico, recursos de acessibilidade às pessoas com deficiência, com mobilidade reduzida ou idosas para permitir o acesso aos locais onde se realizam as atividades culturais e espaços acessórios como banheiros, áreas de alimentação e circulação; 1.Produto - Seminário / Simpósio / Encontro / Congresso / Palestra:2.1. Acessibilidade física. Será realizado na Arena Pernambuco, estádio construído há 11 anos, atendendo a todas as prerrogativas legais de acessibilidade, local de fácil acesso, com estacionamento reservado e sinalizado para idosos e portadores de deficiência, rampas de acesso, banheiros PCD, piso tátil, mapa tátil e placas de sinalização. O festival vai disponibilizar equipe de brigadistas e atendimento pré-hospitalar de emergência.3.2. Deficientes auditivos. Língua Brasileira de Sinais - LIBRAS: serão disponibilizados tradutores em todas as rodas de bate-papo e debates.4.2.2. Medidas de promoção para acesso ao conteúdo. Serão transmitidas as principais rodas de bate-papo via internet e com ampla divulgação. Será produzido material em vídeo de pós-evento com legendas. Será permitida a captação de conteúdo durante todas as rodas de bate-papo e palestras. Todas as medidas de acessibilidade serão amplamente divulgadas no material de divulgação.5. Produto: Festival/Mostra:6.1. Acessibilidade física. Será realizado na Arena Pernambuco, estádio construído há 11 anos, atendendo a todas as prerrogativas legais de acessibilidade, local de fácil acesso, com estacionamento reservado e sinalizado para idosos e portadores de deficiência, rampas de acesso, banheiros PCD, piso tátil, mapa tátil e placas de sinalização. O festival vai disponibilizar equipe de brigadistas e atendimento pré-hospitalar de emergência. Está prevista no orçamento a locação de um elevador para acesso aos cadeirantes em frente ao palco principal, assim como um coordenador de acessibilidade, que deve desenvolver as melhores práticas de acessibilidade.7.2. Acessibilidade para deficientes visuais. Piso tátil, rampas de acesso, vagas em estacionamento reservadas e folheto de programação em braille.8.3. Acessibilidade para deficientes auditivos. Todos os shows terão interpretação em Libras.9.4. Medidas de promoção para acesso ao conteúdo. Todas as atrações serão transmitidas em tempo real via internet, com ampla divulgação, e será produzido material em vídeo de pós-evento com legendas. Essas medidas atendem aos incisos: V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22; VI - oferecer bolsas de estudo ou estágio a estudantes da rede pública ou privada de ensino em atividades educacionais, profissionais ou de gestão cultural e artes desenvolvidas na proposta cultural; VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil.Itens na planilha orçamentária:Seminário / Simpósio / Encontro / Congresso / Palestra: 05 - Bombeiro; 11 - Intérprete de libras; 23 - Registro e documentação fotográfica; 24 - Registro videográfico.Festival/Mostra: 51 - Intérprete de libras; 34 - Diretor de Acessibilidade; 26 - Aluguel de ônibus; 40 - Ambulância; 44 - Bombeiro; 64 - Segurança.

Democratização do acesso

As ações de acessibilidade visam atender à INSTRUÇÃO NORMATIVA MINC Nº 11, DE 30 DE JANEIRO DE 2024, CAPÍTULO IV, DA ACESSIBILIDADE E DEMOCRATIZAÇÃO DO ACESSO À CULTURA. Seção II Das Medidas de Democratização de Acesso Art. 29. O plano de distribuição da proposta deve prever medidas de democratização do acesso aos produtos, bens, serviços e ações culturais produzidos, contendo as estimativas da quantidade total de ingressos ou produtos culturais previstos.1. Produto - Seminário / Simpósio / Encontro / Congresso / Palestra:2.1. Todo acesso será gratuito, sem cobrança de taxas ou quaisquer custos. As inscrições serão online e amplamente divulgadas, além da possibilidade de acesso direto ao local de realização, podendo se inscrever no local e participar das formações e rodas de bate-papo. Não será disponibilizada porcentagem mínima para imprensa, parceiros ou patrocinadores.3.2. O seminário conta com parcerias de Casas de Hip-Hop e agentes da cultura atuantes nas periferias de Recife. Esses trabalham com a formação de jovens para o mercado da cultura (agentes culturais), oferecendo bolsas para as áreas de produção, cobertura audiovisual e fotográfica. Será disponibilizado transporte gratuito e com acessibilidade para acesso ao evento durante os dois dias de seminário. Além das ações acima citadas, serão garantidas, de acordo com o Artigo 30 da Instrução Normativa nº 2/2019, as seguintes medidas: II - oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos, incluindo os seus acompanhantes;III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos referentes ao produto principal, acompanhados de libras e audiodescrição;IV - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos;1. Produto: Festival/Mostra:2.1. Todo acesso será gratuito, sem cobrança de taxas ou quaisquer custos. Não haverá nenhum tipo de bilhete, ficando o acesso ao evento totalmente livre e amplamente divulgado. Não será disponibilizada porcentagem mínima para imprensa, parceiros ou patrocinadores.3.2. Terá apresentação de agentes culturais do movimento Hip-Hop de todos os estados, além de disponibilidade de caravanas, custeadas pela produção do evento.4.3. Além do transporte interestadual, serão disponibilizados ônibus, com acessibilidade, saindo das principais periferias de Recife e imediações. Além das ações acima citadas, serão garantidas, de acordo com o Artigo 30 da Instrução Normativa nº 2/2019, as seguintes medidas:II - oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos, incluindo os seus acompanhantes;III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos referentes ao produto principal, acompanhados de libras e audiodescrição;IV - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos;Todas as medidas de acessibilidade serão amplamente divulgadas no material de divulgação.

Ficha técnica

Proponente/Coordenador Administrativo/Financeiro: Vanderlei Santos GarridoResponsável pela administração financeira do projeto, desde a contratação de pessoal até a prestação de contas financeira.Currículo resumido: Produtora Cultural RU com atuação no Brasil. Experiência na área de práticas culturais voltadas para juventude, redução de desigualdades e direito à cidade. Pedagoga e Especialista em Políticas Públicas, Infância, Juventude e Diversidade. Atua em diferentes linguagens artísticas: artes visuais, audiovisual, dança, música, literatura e oralidade.Coordenação do projeto: José Carlos Cardoso dos Santos é o coordenador geral do projeto e um dos responsáveis legais do Instituto Recreativo Cultural e Esportivo Fuzão Brasil (IFB). Com MBA em Gestão Empresarial/Marketing, ele é um dos mentores e fundadores da iniciativa de Construção Nacional da Cultura Hip Hop, que uniu 26 estados e o Distrito Federal em busca de políticas públicas para o Hip Hop. Ele também é um dos fundadores da Corporação das Casas de Cultura Hip Hop, atuando em todos os 27 estados do Brasil entre 2022 e 2025.Com mais de 30 anos de experiência em oficinas educativas, José Carlos é músico rapper, vocalista e fundador do grupo Rosana Bronk's. Ele demonstra facilidade de comunicação, bom relacionamento profissional e pessoal, e desenvoltura no trabalho em equipe, além de planejar e desenvolver oficinas de hip hop. É dirigente e produtor da FESTA DA PAZ DO JD. ROSANA, um evento anual que atrai milhares de pessoas. Sua experiência inclui a produção e direção da equipe de montagem do cenário favela para os shows dos Racionais MC's por cinco anos, e a produção executiva do DVD "1000 Trutas 1000 Tretas" (2007) do mesmo grupo. Além disso, é fundador da ONG 100% Favela Ativa e da Primeira Universidade Hip-Hop Brasil – da América Latina – localizada em Salvador, BA.Antônio de Pádua Oliveira Sá, Entre fevereiro de 2018 e junho de 2019, atuou como Produtora Assistente na Desvio Produções, gerenciando a administração financeira de projetos culturais como Plano das Artes, Dragão Floresta Abundante, Prêmio de Arte Contemporânea Transborda Brasília e Ciclo de Formação Técnica em Exposições. Também foi responsável pela produção executiva dos espetáculos Mimosa, Merda!, Entre Quartos e Inquietações. Adicionalmente, entre fevereiro e maio de 2019, foi produtora local e tutora do projeto Usina de Projetos Culturais.Viviane Lima de Morais: historiadora, educadora e empreendedora social, com mais de duas décadas dedicadas à valorização da educação, da memória e da diversidade. Doutora em História Social pela PUC-SP, licenciada em História pela Universidade Federal do Ceará e atualmente pós-graduanda em Neurociências e Comportamento pela FAAP. Construiu sua trajetória em instituições como a Fundação Bunge, Fundações da Energia, Museu Afro Brasil e universidades públicas e privadas.É co-fundadora e Diretora de Conteúdos do Afrofile, edtech de impacto social que alia tecnologia e educação para combater o racismo e promover equidade étnico-racial e de gênero. Sob sua liderança, o Afrofile alcançou mais de 2 milhões de pessoas, produziu conteúdos em parceria com o Portal Terra e foi reconhecido em programas de aceleração de startups de impacto.Sua atuação também inclui consultorias em políticas culturais, como no projeto de constituição das Casas de Cultura Hip-Hop Brasil (C3H2B), além de curadorias de exposições, registro de patrimônio cultural imaterial, publicações e formações para educadores. Reconhecida pela capacidade de unir história, memória e inovação, Viviane tem como propósito transformar conhecimento em ferramentas de emancipação e pertencimento.Alyne Sakura: arte-educadora, fotógrafa, documentarista, pesquisadora, comunicadora popular, atriz, produtora cultural, artivista, rapper e escritora. Iniciou sua trajetória em 2007, no Quintal Cultural, compreendendo desde cedo a arte como ferramenta de formação, informação e transformação social. Formada pela Rede de Educação Cidadã (RECID), ministra oficinas que unem teatro, música e política, com foco no fortalecimento comunitário e na formação crítica.Desde 2008, atua ativamente na cultura Hip-Hop, com destaque para o protagonismo feminino e a valorização das vozes periféricas. Idealizadora de ações culturais, integra o Fórum Nacional de Elaboração de Políticas Públicas para Mulheres do Movimento Hip-Hop no Ministério das Mulheres e a Construção Nacional de Hip-Hop, participando de eventos, fóruns e projetos em diversas cidades do Brasil.Como criadora do Blog da Sakura e do Programa Conexão Periferia, fortalece a visibilidade da arte e da cultura das comunidades, incentivando parcerias, produção colaborativa e resistência cultural. Sua trajetória é marcada pelo compromisso político, poético e pedagógico, unindo arte, pesquisa, consciência e mobilização social.Yala: rapper, slammer, arte-educadora e produtora cultural de Aracaju/SE. Moradora da zona norte da cidade, cresceu na ocupação da Matinha, no bairro Industrial, onde iniciou sua trajetória no movimento hip-hop em 2013. Graduada em Ciências Sociais pela Universidade Federal de Sergipe e pós-graduada em Educação, Cultura e Diversidade, transforma suas vivências como mulher negra e periférica em poesia, música e ação cultural.Em 2017 lançou o EP “Estamos Vivos”, com o grupo Relato Verdadeiro, trazendo letras que abordam racismo, desigualdade e resistência. No campo da poesia falada, conquistou o título de campeã do Slam Sergipe 2023, representando o estado no Slam Brasil, além de criar o Slam de Duplas Aracaju, primeira competição de poesia em duplas do Nordeste. É também slammaster do Slam da Norte, o primeiro slam de Sergipe com acessibilidade linguística, realizado sob a ponte Aracaju-Barra, na zona norte da capital.Yala é criadora do Projeto Sankofa, que leva a pedagogia do hip-hop e oficinas de poesia slam para escolas públicas, unindo arte, educação e ancestralidade africana.Seu trabalho já recebeu diversas homenagens, como a Comenda da Semana Municipal do Hip-Hop (2019), a Menção Honrosa Mulheres Diversas (2023) e o Título de Honraria Cultural da Fundação Cultural Cidade de Aracaju (2024).MC WHO: Do Grupo “O Credo” cantor e compositor. Produtor e artista participante do LP “Hip-Hop Cultura de rua”,primeiro registro fonográfico do Brasil. Autor do Livro “Hip-Hop Cultura de Rua #2”. Co-autor do livro “Nossa Cidade Nossa Casa”. Orientações técnicas e inspirações afetivas para cuidado com a cidade. Atuação voluntária Membro Fundador e Secretário Geral da ONG- PRESERVASP - Associação que visa proteger o patrimônio Histórico e a paisagem Urbana de São Paulo. Membro fundador do coletivo Hip Hop Cultura de Rua -.Arte educação e difusão da cultura Hip-Hop. Membro Fundador do coletivo carnavalesco ‘Bloco Quero Morrer Amigo”.Carnaval de rua e ação social.Edilson Alves de Oliveira: Nascido em Ceilândia, a maior cidade de Brasília-DF, Edilson Alves de Oliveira é um chef de cozinha com mais de 30 anos de experiência. Formado em gastronomia em Águas de São Pedro, Edilson é especializado em hospitalidade e serviços de hotelaria, com vasto conhecimento em cozinha nacional e internacional, panificação e confeitaria. Ao longo de sua carreira, ele atuou como consultor master de Alimentos e Bebidas (A&B), ajudando a elevar o nível de excelência em diversas cozinhas. Como proprietário da renomada Osteria Vicenza, Edilson lidera a criação deexperiências gastronômicas que combinam a tradição da cozinha . Mediterrânea com inovações contemporâneas. Ele também é filiado à Federazione Italiana Cuochi (FIC), reconhecida pela World Association Chefs Society (WACS).

Providência

Abertura de conta bancária de livre movimentação em 17/10/2025. Solicitamos ao proponente que compareça a sua agência de relacionamento e faça a regularidade do cadastro com a apresentação de documentos e assinaturas (conformidade das contas). Para que seja possível prosseguir com o recebimento de aporte e a transferência de recursos.

2026-04-30
Locais de realização (2)
Recife PernambucoSão Paulo São Paulo