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O Festival Zabumbada valoriza o São João maranhense, com foco no Bumba Meu Boi, Tambor de Crioula e Cacuriá. Realizado em São Luís, aproxima o público urbano das tradições afro-indígenas com programação gratuita: shows, feira criativa e oficinas para escolas públicas, comunidades e agentes culturais. Surgiu do desejo de criar um espaço autônomo e acessível para difundir culturas historicamente invisibilizadas. O evento fortalece a economia criativa e ocupa simbolicamente a Praça das Mercês, marco da resistência negra onde já foi porto de navio com pessoas escravizadas. Mais que um arraial, é um ato político que forma novas plateias,valoriza mestres e brincantes como patrimônio vivo e celebra o folclore como expressão dinâmica da cultura brasileira.
FESTIVAL: O Zabumbada é realizado na Praça das Mercês, local marcado na história do Maranhão por ter sido porto de navio com pessoas escravizadas. O arraial tem objetivo de enaltecer e proporcionar visibilidade a cultura popular originada a partir da diáspora africana e convergência indígena.Apresenta-se em formato de festival da cultura popular com grupos de: Bumba Meu Boi, Tambor de Crioula, Cacuriá, forró pé de serra e shows regionais além da feirinha criativa. Classificação indicativa: Livre EDUCATIVO:São oferecidas oficinas dentro da temática bumba meu boi, as de dança são: caboclo de pena e caboclo de fita e miolo do boi, as de música são: zabumba e pandeirão. As atividades são ministradas por mestres e mestras de grupos de boi de renome em São Luís, para crianças de escolas da rede pública de ensino. O objetivo deste projeto é expandir o costume proporcionando experiências sensoriais, através do bailado, do ver as indumentárias, do tocar e manusear os instrumentos construindo a aproximação e consciência da importância do Bumba Meu Boi. A caravana Zabumbada proporciona ampliação e acesso ao conhecimento desta cultura popular. Classificação indicativa: crianças de 6 a 10 anos de escolas públicas. Vamos oferecer 03 workshops na área técnica de produção de eventos com intuito de capacitação do profissional para o mercado de trabalho no Maranhão. Classificação indicativa: 18 a 50 anos para agentes da cultura popular.
OBJETIVOS GERAIS* O Festival Zabumbada tem como principal objetivo fomentar, democratizar e ampliar o acesso às manifestações da cultura popular maranhense, com ênfase nas tradições do Bumba Meu Boi e do Tambor de Crioula. O projeto nasce do desejo de aproximar o público urbano e periférico desses saberes e práticas, rompendo com a lógica de distanciamento que muitas vezes isola os grupos populares dos grandes espaços de visibilidade na cidade.* Além da valorização simbólica, o festival atua também como um vetor de fortalecimento comunitário, ao incentivar o trabalho em rede entre artistas, produtores, moradores e coletivos locais. Essa articulação gera impactos positivos na economia criativa da região, especialmente no bairro do Centro Histórico de São Luís, onde o evento é realizado, movimentando comércio, turismo e serviços locais.* Outro pilar fundamental é a valorização das expressões culturais de matriz afro-diaspórica e indígena, assegurando espaço e visibilidade para grupos e artistas que representam a pluralidade de vertentes da cultura popular, tanto em nível regional quanto nacional. O festival se compromete com uma curadoria que celebra a diversidade e fortalece identidades historicamente marginalizadas.*Por fim, o Zabumbada também se propõe a estender o ciclo das festas juninas para o mês de julho, dialogando com o calendário turístico da cidade e aproveitando o período de férias escolares e universitárias. Dessa forma, o festival amplia o tempo de fruição da cultura popular, contribuindo para sua valorização contínua e para a construção de um calendário cultural mais diverso, descentralizado e acessível.Este projeto se enquadra nos incisos descritos abaixo do artigo 03 do Decreto 11.453, de 2023:I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão;II - estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira;IV - promover o restauro, a preservação e o uso sustentável do patrimônio cultural brasileiro em suas dimensões material e imaterial;V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais;VI - fomentar atividades culturais afirmativas para a promoção da cidadania cultural, da acessibilidade às atividades artísticas e da diversidade cultural;VII - desenvolver atividades que fortaleçam e articulem as cadeias produtivas e os arranjos produtivos locais, nos diversos segmentos culturais;XII - impulsionar a preparação e o aperfeiçoamento de recursos humanos para a produção e a difusão culturais;XIV - estimular ações com vistas a valorizar artistas, mestres de culturas populares tradicionais, técnicos e estudiosos da cultura brasileira;XV - apoiar o desenvolvimento de ações que integrem cultura e educação; OBJETIVOS ESPECIFICOSFESTA POPULAR:- Realizar 03 dias de evento gratuito com qualidade técnica de grandes festivais.- Apresentar 12 grupos de Bumba Meu Boi - Apresentar 03 grupos de Dança (quadrilha, cacuriá e lelê)- Apresentar 03 grupos de tambor de crioula- Apresentar 06 shows de música regional- Criar oportunidade de trabalho no mercado cultural na cidade, contratar produtores, equipe de segurança, brigadistas e demais fornecedores de forma inclusiva e democrática, respeitado e incluindo minorias.- Oferecer aos turistas oportunidade de conhecer a cultura popular do Maranhão, que por ser um mês de férias, estão em numero maior em São Luís.- Oferecer aos próprios moradores de São Luís a oportunidade de frequentar a festa junina no mês de Julho, onde o ludovicense aproveita as férias escolares para passeios em família.- Oferecer estrutura de qualidade para os dançarinos com intuito de ter o melhor local e excelência para as apresentações - Colocar 2 palcos- Colocar estrutura de Telão de Led com transmissão simultânea para que o público possa assistir de todos os espaços, proporcionando conforto para o público.- Oferecer estrutura de barracas para compor a tradicional vila de comidas típicas. CONTRAPARTIDA SOCIAL:- Realizar 03 oficinas de dança referente aos personagens do bumba meu boi para alunos da rede pública.- Realizar 02 oficinas de instrumentos de percussão do bumba meu boi para alunos da rede pública.- A contrapartida social será a Caravana Zabumbada: onde o projeto passará pelas escolas e comunidades ministrando as oficinas , no total de 04 escolas e 1.000 alunos alcançados. - Para o púbico adulto será oferecida capacitação através de 03 workshops com profissionais de renome no mercado de festivais de música e cultura popular.
O formato do Zabumbada começou a ser desenhado unindo o desejo de promover um arraial com identidade própria e uma profunda escuta sobre o território e suas urgências.Tradicionalmente, as festividades juninas ocorrem em junho, mas a proposta do Zabumbada optou por realizar o evento em julho, durante o período de férias escolares e universitárias, ampliando o potencial de participação do público local e fortalecendo a conexão com o turismo cultural, outro eixo estratégico do projeto. O festival foi pensado como um espaço democrático, intergeracional e acessível a diferentes públicos — das famílias aos jovens, dos moradores da cidade aos visitantes. Outro elemento fundamental na concepção do festival foi a escolha da Praça das Mercês, no Centro Histórico de São Luís. Durante a pandemia, a praça passou por um processo de requalificação urbana. Pesquisas realizadas revelaram que o local foi um dos pontos de atracagem de navios com pessoas escravizadas. Diante desse dado, o Festival Zabumbada decidiu ocupar a praça não apenas como um palco físico, mas como um território de memória, resistência e afirmação cultural.Assim, a realização do evento naquele espaço torna-se também um gesto político: dar visibilidade à história das populações negras escravizadas e, sobretudo, celebrar a resistência que se manifesta até hoje por meio da fé, da arte e da cultura popular. A escolha da Praça das Mercês representa o compromisso do festival com a valorização dos territórios esquecidos e com a construção de narrativas que ressignificam o passado a partir da potência criativa de seus herdeiros.O Zabumbada, portanto, surge não apenas como mais um arraial, mas como um movimento cultural estruturado, com forte senso de missão, que alia celebração, memória, arte e pertencimento.O recurso financeiro via Lei Federal de Incentivo a Cultura proporciona credibilidade para realizar a ação cultural do modo gratuito e acessível para o público e justo para os grupos de cultura popular. Este projeto se enquadra em todos os incisos do Art. 1, Lei 8313/91 I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País Este projeto se enquadra nos seguintes objetivos do Art. 3 da Lei 8313/91 II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante:d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;
Este projeto possui data fixa, sendo de suma importância que a etapa educativa aconteça nas escolas no inicio do mês de Junho, periodo em que as professoras estão trabalhando o conteúdo de festas juninas. É importante elencarmos que este projeto visa a formação de platéia para a culminancia da etapa festiva do Zabumbada, as oficinas tem intuito de fomentar a cultura no ambiente escolar para que se replique no ambiente familiar e o público alvo seja atingido também com a divulgação espontânea. Segundo pesquisas de Edson Carneiro, etnólogo que escreveu sobre a cultura afro-brasileira e Arthur Ramos folclorista e antropólogo, o Bumba Meu Boi surgiu da cultura africana especificamente no povo bantu que cultuava o Boi em manifestações religiosas e faziam dele um totem (significa o símbolo sagrado adotado como emblema por tribos ou clãs por considerarem como seus ancestrais e protetores). O Bumba-meu-boi tem seu primeiro registro publicado em pequena nota no jornal “Farol Maranhense”, no Maranhão, em 1829.Bumba meu boi ou Boi-bumbá é uma dança surgida no século XVIII na região Nordeste. Nesse período o boi tinha grande importância simbólica e econômica (Ciclo do Gado) e tinha como grandes criadores os colonizadores que faziam uso de mão de obra escrava. Por ser uma festa de origem negra, o Bumba Meu Boi já sofreu perseguição das elites nordestinas e também da polícia, chegando a ser proibido de 1861 a 1868. O bumba meu boi tem influências das culturas africana, europeia e indígena. (via Fundação Palmares Cultural)O Festival Zabumbada é uma tentativa de resgate e valorização do folclore que tanto luta para se manter atuante. Proporcionamos aos brincantes aproximação com o público, cultivamos o sentimento de pertencimento e entregamos aos protagonistas um espaço com excelência para manter o fomento a cultura popular. O Festival Zabumbada advém da cultura popular e almeja ser um evento com as características dos grandes festivais porém democrático e acessível, sendo totalmente gratuito. Os vendedores ambulantes, expositores, pequenos comerciantes e empreendedores de marcas maranhenses são convidados pelo Zabumbada para o fortalecimento comunitário e trabalho em rede gerando renda para economia local, atingindo o entorno da Praça das Mercês de forma positiva para os moradores do bairro do Desterro e Centro. Existem mais de 400 grupos de Bumba Meu Boi no Maranhão, com diversos sotaques e características. Estes grupos se apresentam de forma intensa no período das festas Juninas na sua maioria em formato de espetáculo: em cima do palco com a platéia assistindo. Atualmente existe um distanciamento do expectador com o grupo de Boi que foi aquecido pelas mudanças temporais: turismo, crescimento cultural e valorização da manifestação. O Zabumbada é um projeto que desafia o status quo, provoca a aproximação do todas as classes sociais com o Bumba meu Boi através do fomento, oficinas para crianças, apresentações no chão próximas ao público. O objetivo do nosso projeto é a valorização da cultura popular originada da diáspora africana e convergência indígena proporcionando espaço e visibilidade para artistas de vertentes regionais e nacionais dentro da pauta convergente do Zabumbada. A equipe é formada majoritariamente por mulheres e pessoas negras em cargos de liderança como: direção geral, coordenação de produção, diretora de palco, assessoria de imprensa, ilustração, mestres de cerimônia e outros. Na primeira e segunda edição, contabilizando cultura popular e shows, tivemos cerca de 70% de artistas negros compondo a programação. Na feira criativa do Zabumbada contamos com expositores e vendedores dos grupos: LGBTQIAP+, pessoas indígenas, pessoas negras e mulheres empreendedoras. Dentre os beneficiários podemos citar a área preferencial onde dispomos de vaga para 60 pessoas com mobilidade reduzida, idosos, gravidas e pessoas com deficiência. Dispomos de intérpretes de libras, audiodescrição e equipe especializada em atendimento a prioridades por lei. PASSAGENS AEREAS: A rubrica de passagens será para custear as despesas de deslocamento de artistas que virão de outros Estados como Bahia e Pernambuco.
A programação do evento será definida na etapa de pre-produção após a contratação do profissional que fará a curadoria, segue o modelo base: DIA 01PALCO ZABUMBADA01 grupo de tambor de crioula01 grupo de cacuriá04 Bumba meu boi 01 show regional01 show de são joão PALCO FORRÓ02 bandas de forró regionais DIA 02PALCO ZABUMBADA01 grupo de tambor de crioula01 grupo de dança do lelê04 Bumba meu boi 01 show regional01 show de são joão PALCO FORRÓ02 bandas de forró regionais DIA 03PALCO ZABUMBADA01 grupo de tambor de crioula01 grupo de quadrilha04 Bumba meu boi 01 show regional01 show de são joão PALCO FORRÓ02 bandas de forró regionais
FESTA POPULAR: Acessibilidade arquitetônica: a Praça das Mercês, local onde o evento é realizado há 3 anos, possui um planejamento arquitetônico de acessibilidade, com rampas, piso tátil e vagas exclusivas. Iremos proporcionar o espaço dedicado com espaço de manobras para cadeiras, banheiros quimicos adaptados e iluminação adequada. Acessibilidade comunicacional: no orçamento está previsto a contratação de 2 intérpretes de libras para o evento. Legendas em todos os vídeos das redes sociais.Acessibilidade atitudinal: o coordenador de acessibilidade é uma pessoa com deficiência que já trabalha na equipe desde a edição de 2024, contrataremos profissionais especializados no receptivo a pessoas com deficiência. CONTRAPARTIDA SOCIAL:Acessibilidade arquitetônica: As aulas serão ministradas em escolas com rampas de acesso e assentos para portadores de necessidades físicas ou baixa mobilidade. Item custeado com recursos próprios. Acessibilidade para deficientes visuais: audiodescrição das propagandas nas redes sociais e as aulas serão ministradas em escolas com piso tátil. Item custeado da rubrica audiodescriçãoAcessibilidade para deficientes auditivos: Intérprete de libras para tradução das aulas. Item custeado da rubrica interprete de libras. Acessibilidade de conteúdo: legenda descritiva nas redes sociais Como medida para promoção e acesso ao conteúdo do evento, o espaço para o evento deverá possuir rampas de acesso, vamos oferecer lugares reservados com acento para acompanhante, banheiros acessíveis a cadeirantes e piso tátil para deficientes visuais. Para atendimento aos deficientes auditivos o projeto prevê contratação de interprete de libras durante todo o evento conforme indicado na planilha orçamentária. As medidas de acessibilidade serão adotadas para 100% do projeto.Este projeto atende a LEI Nº 13.146, DE 6 DE JULHO DE 2015 : Art. 44. Nos teatros, cinemas, auditórios, estádios, ginásios de esporte, locais de espetáculos e de conferências e similares, serão reservados espaços livres e assentos para a pessoa com deficiência, de acordo com a capacidade de lotação da edificação, observado o disposto em regulamento.§ 1º Os espaços e assentos a que se refere este artigo devem ser distribuídos pelo recinto em locais diversos, de boa visibilidade, em todos os setores, próximos aos corredores, devidamente sinalizados, evitando-se áreas segregadas de público e obstrução das saídas, em conformidade com as normas de acessibilidade.§ 3º Os espaços e assentos a que se refere este artigo devem situar-se em locais que garantam a acomodação de, no mínimo, 1 (um) acompanhante da pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida, resguardado o direito de se acomodar proximamente a grupo familiar e comunitário.§ 4º Nos locais referidos no caput deste artigo, deve haver, obrigatoriamente, rotas de fuga e saídas de emergência acessíveis, conforme padrões das normas de acessibilidade, a fim de permitir a saída segura da pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida, em caso de emergência. DECRETO Nº 9.404, DE 11 DE JUNHO DE 2018 § 1º Os espaços e os assentos a que se refere o caput , a serem instalados e sinalizados conforme os requisitos estabelecidos nas normas técnicas de acessibilidade da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT, devem:I - ser disponibilizados, no caso de edificações com capacidade de lotação de até mil lugares, na proporção de:a) dois por cento de espaços para pessoas em cadeira de rodas, com a garantia de, no mínimo, um espaço; eb) dois por cento de assentos para pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida, com a garantia de, no mínimo, um assento;
O Festival acontecerá no centro da cidade, ao lado do terminal de transporte público. As oficinas serão ministradas para crianças e professores da rede pública de ensino sendo 100% da ação sem cobrança de ingresso e com caráter educativo. A etapa cultural do festival será totalmente gratuita e realizada em praça pública. Como medidas de ampliação de acesso conforme o Art. 47. da IN 2025 , prevemos: I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, além do previsto no art. 46, inciso III, totalizando 20% (vinte por cento)· 100% dos produtos culturais serão doados, com entrada e inscrições gratuitas.III - disponibilizar, na internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referentes ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição;· A etapa educativa será disponibilizada na internet.IV - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos;V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições e oficinas;· Estágio: vamos oferecer 14 vagas para monitores na área de produção cultural, para trabalhar em diversas áreas como: montagem, backstage, logística, receptivo e palco.VI - realizar ação cultural voltada para crianças, adolescentes, jovens e seus educadores;· As oficinas serão voltadas para crianças de 6 a 10 anos.IX - oferecer bolsas de formação, inserção e difusão para o mundo do trabalho em cultura voltadas para a pesquisa e a qualificação técnica, artística e cultural, que alcancem públicos prioritários e vulneráveis; · As 3 oficinas de capacitação serão voltadas para agentes culturais de periferias e territórios quilombolas.
ADMINISTRADORA DO PROJETO - CAROLINE DE OLIVEIRA MARQUES BRITO: Atividade remunerada correspondente a proponente do projeto, funções administrativas: gestão do projeto junto a lei de incentivo, relacionamento com o patrocinador (tratativas quanto a documentação, negociação de mídia e gestão do recurso), elaboração de contratos, abertura de conta, gerenciamento de pagamentos junto ao contador, contratos dos artistas e equipe. A Temporana Produções Culturais tem atuação exclusivamente em projetos realizados através de leis de incentivo a cultura, tanto na esfera estadual quanto federal. A empresa é especialista em gestão de projetos, pagamentos, administração e prestação de contas de acordo com a legislação vigente. Atua também na área executiva buscando fornecedores, elaborando cronogramas de montagem, gerenciando equipe e dirigindo a produção do evento desde a sua pré-produção até sua realização e desmontagem. Carol Marques, diretora da Temporana Produções Culturais é maranhense, Pós Graduada em Gestão e Produção Cultural pela Universidade Estácio de Sá RJ (2009), graduada em Publicidade e Propaganda pelo Ceuma – MA (2006). Atuante em gestão e produção cultural profissionalmente há 16 anos, tem como os principais projetos: Academia Jovem Concertante (projeto nacional de orquestra da pianista Simone Leitão) onde faz a produção executiva desde 2015, Festival BR135 (maior festival de música independente do Maranhão) fazendo administração e produção executiva desde o ano de 2014, São João, Natal e Reveillon do Maranhão onde atuou por 6 anos.É idealizadora do projeto Zabumbada, um festival de cultura popular que em sua primeira edição teve um público de 60 mil pessoas. Iniciou sua carreira no Rio de Janeiro trabalhando com grandes produtores como Marcus Montenegro e Nilson Raman. Durante 5 anos, prestou serviços de produção executiva para projetos de Betty Faria, Nathalia Timberg, Rosamaria Murtinho, trabalhou em 3 edições do Amazonas Film Festival, 2 edições do Festival Veja Rio Búzios e foi produtora de Jane Duboc, Danilo Caymmi, Roberta Miranda e Tania Alves. Fora do Brasil já fez show da Jane Duboc no Funchal Jazz Festival em Portugal, em Nova York produziu o Show da Zabelê e de Criolina no Brasil Summer Festival e a Exposição de artistas brasileiros na Sede da ONU. COORDENADORA ARTÍSTICA: Larissa Ferreira é arte-educadora, produtora cultural e multiartista maranhense, com formação em Licenciatura em Teatro pela Universidade Federal do Maranhão. Atua nas áreas de teatro, dança, circo, capoeira e cultura popular, com experiência em criação cênica, coordenação e produção artística. Integra o Grupo Cena Aberta como atriz, pesquisadora e produtora, além de colaborar com projetos voltados à valorização das manifestações culturais do Maranhão. Já participou de importantes eventos como o Festival Zabumbada, Festival Sim Salabim, Sesc Circo e a Caravana “O Circo Tá na Rua”, desenvolvendo ações artísticas e formativas voltadas à democratização do acesso à cultura.COORDENADORA DE BACKSTAGE: Helen Maria possui graduação em Comunicação Social pela UFMA, formação técnica em Produção Cultural pelo IEMA e atualmente pós-graduanda em Gestão de Projetos Sociais e Culturais pela UNIFG. Com uma trajetória de 07 anos no setor cultural e audiovisual, possui experiência em uma ampla gama de projetos como produtora e protura executiva, incluindo eventos, filmes e oficinas no Maranhão.Fundou a agência criativa antirracista Manguezá, que desde 2015 além de prestar serviços na área das artes, organiza projetos própios como o "Festival Andar de Cima", a "Mostra de Cinema Mumbi – Mulheres Negras no Audiovisual" e o filme "Akomabu - A cultura não deve morrer", sobre o primeiro bloco afro do MA. DIRETORA DE PALCO: JESSYCA MEIRELES, é Paraense, tem formação em Produção Fonográfica, Trilha Sonora para Cinema e TV e Pós Graduação em Cinema e Linguagem Audiovisual. Atuou em Festivais como: Psica, Circuito Mangueirosa, Sonido, Serasgum, Lambateria, Tim Music. PRODUÇÃO ETAPA EDUCATIVA: MARCIA REGINA MOREIRA DE AQUINO Licenciada em Educação Artística com habilitação em artes cênicas pela Ufma. Formada em balé clássico pelo Centro de Artes do Maranhão Reynaldo Faray. Professora de Balé Clássico do Centro de Criatividade Odylo Costa filho desde 2004. Performer cuja pesquisa é voltada para a rua. Desenvolve pesquisas em performance com artistas visuais. Integra o Coletivo Linhas que consiste em pensar soluções e provocações com intervenção urbana através do crochê. PROFESSORES DAS OFICINASBumba-meu-boi da FlorestaTalyene Cruz Melônio Produtora Cultural, Administradora, Mestranda em Artes Cênicas, Bailarina Popular, Artesã, Professora de Danças Populares e Palestrante. Iniciou sua carreira cultural na infância, através da integração nos grupos de Bumba-meu-boi da Floresta, e Tambor de crioula Prazer de São Benedito do Mestre Apolônio Melonio, onde atua como Índia, coordenadora e coreógrafa de um dos principais folguedos maranhense. Atua em diversas funções, como produtora, administradora executiva e financeira e oficineira nos projetos culturais e educacionais com a empresa de produção Preta Cultura e Arte. Atua também como Madrinha e Coordenadora da Ala de Passistas Magno Aires na SRES Favela do Samba.________BigornaMúsico e professor de Música, graduado pela Universidade Federal do Maranhão - UFMA atualmente leciona a disciplina de Arte no Instituto de Educação Ciência e Tecnologia do Maranhão - IEMA, com trabalho voltado pra educação patrimonial, sobretudo com a prática de ritmos do Maranhão. Atuante na cultura popular há mais de 15 anos, passando por diversos grupos como Cia Barrica, Boi de São Simão, Boi de Presidente Juscelino, Vagabundos do Jegue, entre outros. Membro da Diretoria da Fábrica de Arte, projeto da comunidade do Desterro, que trabalha a formação de crianças, jovens e adultos da Comunidade do Centro Histórico de São Luís, a partir da prática do Tambor de Crioula, sotaques de Bumba-Meu-Boi, Bateria de Escola de Samba, entre outros.________Bumba Meu Boi da Fé em DeusTaina RedondoCoreira, multiplicadora cultural e zabumbeira no Bumba Meu Boi da Fé em Deus há 8 anos. É também fundadora do projeto ZABUMBEIRAS onde ao lado de outras mulheres, como oficineira, trabalha na manutenção e salvaguarda do sotaque, fazendo repasse e a conscientização dentro dos espaços culturais sobre os papéis e as contribuições das mulheres fazedoras de cultura.________Boi de Maracanã Jhonatan Oliveira tem 25 anos, estudante em dança contemporânea e popular maranhense, neto do mestre Humberto de Maracanã, dançarino no boi desde 2003, herdou da família o amor pela cultura maranhense.Atualmente além de dança de caboclo de pena, ministra as oficinas “NO BAILADO DO CABOCLO DE PENA”, onde leva pra diversos lugares tais como São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro etc. valorizando a cultura e a historia do personagem.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.