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O ECO² JAZZ FESTIVAL é um festival de música instrumental que celebra o feminino e a ecologia, por meio de apresentações de música instrumental brasileira e latino-americana de musicistas mulheres, que ocorrerão em um espaço verde da cidade de São Paulo. Assim, pretendemos trabalhar a conscientização ambiental, a importância das áreas verdes urbanas, bem como trazer mulheres musicistas para o centro desta discussão, promovendo assim o protagonismo feminino. Com a curadoria artística sendo desenvolvida pela pesquisadora musical e apresentadora Roberta Martinelli, o projeto ganha uma relevância com seu olhar apurado para talentos femininos.
O ECO² JAZZ FESTIVAL é um festival de música instrumental que celebra o feminino e a ecologia, por meio de apresentações de música instrumental brasileira e latino-americana de musicistas mulheres, que ocorrerão em uma praça da cidade de São Paulo. Assim, pretendemos trabalhar a conscientização ambiental, a importância das áreas verdes urbanas, bem como trazer mulheres musicistas para o centro desta discussão, promovendo assim o protagonismo feminino.Ao longo de 3 meses de temporada, o festival oferece 25 shows gratuitos, na Praça Alexandre de Gusmão, todos os sábados e domingos. Cada apresentação, embalada pela melodia de grandes talentos, serve como um convite à reflexão. Tudo isso acontece em Eco Palcos inovadores do PROJETO S.I.R.I., construídos com materiais reutilizáveis, demonstrando que cultura e sustentabilidade podem caminhar de mãos dadas. Com a curadoria artística sendo desenvolvida pela pesquisadora musical e apresentadora Roberta Martinelli, o projeto ganha uma relevância com seu olhar apurado para novos femininos.
Objetivo GeralPromover a conscientização ambiental e o protagonismo feminino por meio de apresentações de música instrumental brasileira e latino-americana feitas por musicistas mulheres em uma praça da cidade de São Paulo.Objetivos EspecíficosRealizar 25 apresentações de música instrumental brasileira e latino-americana, feitas por musicistas mulheres, na Praça Alexandre de Gusmão, em São Paulo-SP.Utilizar EcoPalcos do PROJETO S.I.R.I., garantindo a construção com materiais reutilizáveis.Estabelecer parcerias estratégicas com organizações ambientais, instituições de ensino e o poder público para potencializar o impacto do projeto.Assegurar a plena acessibilidade para pessoas com deficiência em todas as áreas do evento e nas comunicações.Gerar empregos diretos e indiretos, fomentando a cadeia produtiva da cultura e da sustentabilidade.
JustificativaConsiderando o contexto de aquecimento global, a Relevância e a necessidade do apoio da Lei Rouanet e do Ministério da Cultura e o apoio dessa instituição é fundamental para este projeto por diversas razões:- O Festival oferece uma plataforma de visibilidade e valorização para a música instrumental brasileira e latino-americana feminina, um gênero de inegável qualidade artística que muitas vezes encontra dificuldades em alcançar um público mais amplo. A diversidade de estilos e talentos a serem apresentados contribui para a formação cultural e o enriquecimento do repertório musical da população.- O projeto busca o alinhamento das Políticas Públicas de Cultura e Meio Ambiente, uma vez que o apoio do Ministério da Cultura demonstra o alinhamento do projeto com as políticas públicas voltadas para a valorização do patrimônio natural e cultural brasileiro, bem como para a promoção da educação ambiental e do desenvolvimento sustentável.- Ao trazer arte para os parques, o festival contribui para a valorização destes espaços, tornando-os mais atrativos, seguros e frequentados pela comunidade. Isso fortalece o senso de pertencimento e apropriação dos espaços públicos pela população.- O uso dos Eco Palcos do PROJETO S.I.R.I. posiciona de forma mais forte o ECO² JAZZ FESTIVAL como um projeto de fusão de cultura e sustentabilidade.- Além do impacto cultural e ambiental, o festival gera empregos diretos e indiretos, fomenta o turismo local e estimula a economia criativa, especialmente através da venda de produtos sustentáveis e do envolvimento de artistas e fornecedores locais.- As medidas de democratização de acesso são significativas, com destaque para o oferecimento de participação gratuita de aproximadamente 12,5 mil participantes. Projetos culturais desta escala e gratuitos, como o ECO² JAZZ FESTIVAL, demandam investimentos significativos que dependem de incentivo fiscal para atrair a iniciativa privada como financiadora. A Lei Rouanet oferece um mecanismo de incentivo fiscal que permite a captação de recursos junto a empresas, tornando o projeto financeiramente viável.- A aprovação do Ministério da Cultura e o apoio da Lei Rouanet conferem ao projeto reconhecimento institucional e credibilidade perante o público, as empresas e outras organizações. Isso facilita a busca por parcerias, o engajamento da comunidade e a divulgação da iniciativa. Muitas empresas, inclusive, só apoiam projetos deste porte com a aprovação da Lei Rouanet.
Os contratos de Direito Autoral ou Carta de Anuência, contendo a assinatura do autor, autorizando a empresa/instituição, serão apresentados assim que selecionados os grupos artísticos que farão parte deste projeto. A seleção acontecerá durante a pré-produção, conforme demonstrado no cronograma, no item "etapas do trabalho".Justificativa de cargos e saláriosColocamos aqui a justificativa de alguns valores de profissionais, pois o campo de justificativa da planilha orçamentária é limitada em poucos caracteres.Nosso coordenador do projeto é do Rio de Janeiro - RJ. O valor médio para este profissional, para este tipo de produto e para o Rio de Janeiro, é de R$ 7.113,63/mês, conforme o SALIC (https://aplicacoes.cultura.gov.br/comparar/salicnet/) , enquanto os valores máximos são de dezenas de milhares de reais. Nosso diretor de produção é de São Paulo - SP. O valor médio para este profissional, para este tipo de produto e para a São Paulo, onde está situado, é de R$ 8.658,75, conforme o SALIC (https://aplicacoes.cultura.gov.br/comparar/salicnet/), enquanto os valores máximos são de dezenas de milhares de reais. Nosso diretor geral é de São Paulo - SP. O valor médio para este profissional, para espetáculos de artes cênicas para São Paulo, onde está situado, é de R$ 8.287,25/mês, conforme o SALIC (https://aplicacoes.cultura.gov.br/comparar/salicnet/), enquanto os valores máximos são de dezenas de milhares de reais. Os valores médios do SALIC para estas 3 rubricas estão próximos aos valores apresentados por nós. Consideramos nosso orçamento para estes 3 cargos, portanto, de acordo com as práticas de mercado 2 razoável, considerando também o tamanho do projeto e as responsabilidades envolvidas.Nossa pesquisa foi feita em https://aplicacoes.cultura.gov.br/comparar/salicnet/ depois filtramos "projeto> item orçamentário> intem orçamentário por produto> Festivais, Bienal, Festa ou Feira"
O ECOOA JAZZ FESTIVAL, como um movimento de regeneração urbana que une arte e consciência ambiental, apresenta os seguintes produtos detalhados para fins de enquadramento na Lei Rouanet: Dados gerais: Serão realizados 25 shows ao longo de uma temporada de 3 meses, nos sábados e domingos, na Praça Alexandre de Gusmão em São Paulo-SP.Duração: Cada show terá a duração mínima de 60 minutos e máxima de 90 minutos, incluindo a apresentação musical e eventuais interações com o público sobre a temática ambiental.Artístico: As apresentações contarão com a participação de artistas e grupos musicais de jazz instrumental brasileiro e latino-americano, selecionados por sua qualidade artística e alinhamento com a proposta do festival. Serão fornecidos cachês, passagens, hospedagens, alimentação e equipamentos de som e luz para os artistas.Estrutural: Os shows acontecerão em EcoPalcos inovadores do PROJETO S.I.R.I., construídos com materiais reutilizáveis e operando com emissão zero de carbono. Estes palcos serão compostos por estruturas modulares, sonorização profissional de alta qualidade, O material de montagem e desmontagem dos palcos será reutilizado em todas as edições do festival, minimizando o descarte.Divulgação: Prioritariamente digital (posts para redes sociais, website, vídeos promocionais) e assessoria de imprensa serão utilizados para ampla divulgação dos eventos. Todos os materiais físicos serão produzidos com o mínimo impacto ambiental, preferencialmente utilizando papéis reciclados e tintas à base de água.
Plano de Acessibilidade ECO² JAZZ FESTIVALGarantir que o ECO² JAZZ FESTIVAL seja um evento verdadeiramente inclusivo é fundamental. Dada a premissa de que a praça já possui uma estrutura definida, nosso plano de acessibilidade foca em otimizar e complementar essas estruturas existentes para atender a todas as pessoas, com ou sem deficiência.1. Acessibilidade Física e MobilidadeNossa prioridade é assegurar que todos possam desfrutar do festival com autonomia e segurança.Rotas Acessíveis: Antes de cada evento, nossa equipe fará uma inspeção detalhada dos EcoPalcos e arredores para identificar e sinalizar as rotas mais acessíveis. Isso inclui a verificação de rampas de acesso, pisos táteis em bom estado e ausência de obstáculos no percurso.Sanitários Acessíveis: Mapearemos e sinalizaremos claramente os sanitários acessíveis existentes na praça. Caso o número seja insuficiente ou a qualidade não atenda aos padrões, providenciaremos a instalação de unidades complementares adaptadas.Assentos Prioritários: Serão reservados e sinalizados locais prioritários em locais com boa visibilidade e fácil acesso para pessoas com deficiência, idosos, gestantes e pessoas com crianças de colo.Estacionamento Acessível: Informaremos no material de divulgação sobre as vagas de estacionamento acessível mais próximas dos locais do festival, orientando o público sobre as melhores opções. 2. Acessibilidade Comunicacional A informação deve ser clara e acessível a todos.Audiodescrição: Consideramos a inclusão de audiodescrição em momentos específicos, como a apresentação dos artistas, a descrição do ambiente e a explicação das ações no palco, para pessoas com deficiência visual através de QR code instalado no ECOPALCO.Materiais em Formatos Acessíveis: Toda a comunicação do festival – programação, mapas, informações sobre o programa pedagógico – será disponibilizada em formatos acessíveis, incluindo letras ampliadas, contrastes adequados e, se possível, QR codes para acesso a conteúdo em áudio ou digital compatível com leitores de tela.Equipe de Apoio Capacitada: Nossa equipe de produção e voluntários receberá treinamento específico sobre como abordar e auxiliar pessoas com diferentes tipos de deficiência, garantindo um atendimento respeitoso e eficaz. 3. Acessibilidade Atitudinal e Sensibilização A verdadeira inclusão começa na atitude.Parceria com Organizações: Buscaremos parceria com organizações e associações ligadas à pessoa com deficiência para obter orientações e feedback sobre as melhores práticas, garantindo que o plano seja continuamente aprimorado.Canais de Feedback Acessíveis: Estabeleceremos canais de comunicação (e-mail, telefone, formulário online) de fácil acesso para que o público possa enviar sugestões e relatos sobre a experiência de acessibilidade no festival.
Plano de Democratização ao AcessoO caráter 100% gratuito do ECO² JAZZ FESTIVAL é a base de nossa democratização ao acesso. Além disso, implementaremos as seguintes estratégias:Localização Estratégica: A localização do evento será de fácil acesso por transporte público.Ampla Divulgação em Diversos Canais:Programas Sociais: Divulgação para públicos de regiões periféricas.Canais Digitais: Campanha robusta nas redes sociais e no site do festival, com conteúdo acessível e compartilhável.Horários Flexíveis: A programação das apresentações será pensada para atender a diferentes públicos.Incentivo ao Transporte Sustentável: Divulgação de informações sobre linhas de ônibus, metrô e ciclofaixas próximas aos parques, incentivando o uso de transporte público ou bicicletas para acesso ao festival.
a) Papel do proponente no projeto A SITAWI coordena a administração financeira do projeto. Daniel Carvalho, nosso consultor de projetos culturais e de sustentabilidade, desempenha a função de diretor-geral. Rony, como Coordenador Administrativo Financeiro, supervisiona o controle financeiro, incluindo recebimentos e pagamentos, com o suporte de nossa equipe administrativa. Esta equipe também se encarregará da elaboração de relatórios financeiros e da organização de comprovantes essenciais para a gestão e prestação de contas do projeto. b) Atribuições e currículos da equipeDiretor Geral: Daniel CarvalhoCoordenador Administrativo Financeiro: Rony Raposo da SilvaDiretor de Produção: Guilherme SandlerDireção Artistica: Pedro GranatoCuradoria Musical: Roberta MartinelliCenografia: Igor GramaniATRIBUIÇÕESDiretor Geral - Daniel Carvalho- Conduzir o planejamento do Festival.- Buscar patrocínios, apoios e colaborações- Ser o porta-voz do evento em mídias e cerimônias.- Analisar relatórios de impacto e verificar compliance.Pedro Granato - Diretor Artística- Junto aos artistas, erá o responsável pela construção de narrativas que aliam arte e sustentabilidade.- Acompanhará o desenvolvimento de catálogos e materiais informativos junto ao time de marketing.Roberta Martinelli - Curadoria Musical- Sera responsavel pela selecao e curadoria das bandas e musicos convidados- Acompanhar os Shows e fazer uma interfac com o projeto e seu cronograma- Realizar entrevistas curtas com os artistas participantes.Guilherme Sandler - Diretor de Produção- Responsável geral pela operação- Aprovar e supervisionar o planejamento financeiro.- Ser o porta-voz do evento em mídias e cerimônias.- Analisar relatórios de impacto e verificar compliance.Coordenação Administrativa Financeira - Rony Raposo da Silva- Executar compras e contratações.- Realizar os pagamentos conforme orçamento aprovado.- Gerir as operações administrativas e financeiras do projeto.- Manter registros detalhados de todas as transações financeiras.- Elaborar relatórios financeiros.- Prestar contas da utilização dos recursos.Cenografia - Igor Gramani- Construir e desenvolver o ECOPALCOs e sua cenografia sustentável.- Cuidar na manutenção e reparos necessários ao longo dos meses de temporada.CURRÍCULOSRony Raposo da Silvahttps://www.linkedin.com/in/rony-raposo-silva/Profissional com mais de 15 anos de experiência consolidada em gestão financeira, controle orçamentário einovação em processos, atualmente como Gerente de Operações na área de Gestão de Filantropia na SITAWIFinanças do Bem. Possui expertise na administração de fundos filantrópicos de grandes parceiros como Facebook eBMW Foundation. Economista e contador, com MBA em Auditoria e Data Driven. Demonstra histórico de sucesso emgestão de projetos, incluindo a implementação do ERP SAP, e na criação de relatórios gerenciais eficazes em Excele Power BI. Gerente proativo, com foco no desenvolvimento de equipes, promovendo a melhoria contínua dosprocessos diários. Experiência na análise de indicadores de desempenho e no acompanhamento de metas,implementando estratégias diversificadas para otimizar resultados.Daniel Carvalho Santoshttps://www.linkedin.com/in/daniel-carvalho-4881891b6/Possui formação em Artes Cênicas e cursos em marketing cultural e digital, com habilidades em planejamento deeventos, marketing digital, leis de incentivo e consultoria cultural. Entre 2010 e 2012, atuou como GerenteComercial/Curador artístico no Centro Cultural Casa do Núcleo, em São Paulo. De 2013 a 2015, foi sócio e gerentecomercial do Bar UMBABARAUMA, cuidando da curadoria artística, eventos e redes sociais. Em 2017/2018, atuoucomo Produtor Cultural na Agência Inhaus, e em 2018/2019, como Diretor de Sustentabilidade da marca SOB,promovendo moda sustentável. Desde 2019, é Diretor de Criação na Agência Telecoteco, gerenciando artistas eprojetos culturais.Guilherme Sandlerhttps://www.linkedin.com/in/guilherme-sandler-ab021521/Guilherme Sandler tem mestrado em aprendizagem criativa da geografia pela Universidade de São Paulo, MBA emgestão em tecnologias ambientais e um fellowship no MIT Media Lab também em aprendizagem criativa, comenfoque em computação criativa, o que orientou sua prática docente e trabalho no terceiro setor, na RedeBrasileira de Aprendizagem Criativa. Lá, trabalhou por anos com formação de docentes e com a gestão de umacomunidade focada em práticas educativas mão na massa e baseadas no aprendizado em pares. Para isso, promoviacampanhas e eventos, como Meetups (reuniões temáticas de interessados em um tema) e Festivais de Invenção eCriatividade (FICs).Atualmente ele trabalha como consultor pela Art.Edu, seu CNPJ por onde, dentre outras atividades, vemexplorando as atividades de educação, artes e sustentabilidade. Guilherme é também diretor da OSC Dirce -https://www.dirce.org.br/, focada em projetos de direito à cidade, cultura e educação.Pedro Granatohttps://www.linkedin.com/in/pedro-granato-418102246/?originalSubdomain=brÉ um renomado diretor de teatro, dramaturgo e produtor cultural, com formação em Cinema e Vídeo pela ECA-USP. Possui vasta experiência em gestão cultural, políticas públicas e produção de eventos, com reconhecimento nacional e internacional.Fundador e Diretor do Teatro Pequeno Ato (desde 2013): Duas vezes premiado pela APCA e destaque em publicações como Veja e Folha de SP. Apresentou peças em 8 países (Inglaterra, África do Sul, EUA, Argentina, Espanha, França, Uruguai, México).Experiência Internacional: Participou do Directors LAB no Lincoln Center (NY, 2014), sendo o único representante brasileiro.Gestão Pública e Políticas Culturais (Secretaria Municipal de Cultura de SP):Coordenador de Centros Culturais e Teatros (2019-2020) e Formação Cultural (2021-2022).Liderou a inauguração de 4 novos espaços culturais (Centro Cultural da Diversidade, Circo Palhaço Agenor, Cine Sabotage, Vitrine do Circo) e reabertura/reforma de outros (Teatro Paulo Eiró, Teatro Arthur Azevedo).Geriu o Inciso II da Lei Aldir Blanc (mais de 900 coletivos e espaços) e atuou na formulação de editais para espaços independentes.Roberta Martinelli É uma renomada apresentadora e produtora cultural brasileira, reconhecida por sua atuação marcante em programas que exploram a diversidade da música e da cultura. Com uma carreira consolidada, ela se destaca pela curadoria apurada e pela capacidade de conectar o público a novos talentos e sonoridades, consolidando-se como uma voz influente no cenário cultural do país.Apresentadora - Cultura Livre (TV Cultura)[Período de atuação, ex: 2012 - Atualmente]Condução do programa que se tornou referência na divulgação da música independente brasileira, com entrevistas, performances e debates sobre o cenário cultural.Curadoria de artistas e pautas, contribuindo para a visibilidade de novos talentos e gêneros musicais.Apresentadora - Som a Pino (Rádio Eldorado)[Período de atuação, ex: 2008 - 2020]Criação e apresentação de programa com foco em [mencione o foco principal, ex: música brasileira contemporânea, MPB, world music], promovendo artistas e discussões relevantes sobre o setor.[Adicione uma ou duas responsabilidades ou conquistas específicas, ex: Entrevistas com grandes nomes da música, cobertura de festivais, produção de conteúdo exclusivo.]Igor GramaniExperiência ProfissionalProjeto S.I.R.I. (Desde 2024): Idealizador e Produtor. Desenvolve projetos de sustentabilidade, criando esculturas com plástico reciclado e conduzindo workshops de "plasticaria" para promover a economia circular e a conscientização ambiental (ex: Festival de Inverno de Bonito).Studio Curva (Desde antes de 2018): Produtor Audiovisual. Atua na produção de videoclipes, com créditos em projetos de grande alcance para artistas como Edi Rock, Projota, As Baías e Flay.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.