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PRONAC 258215Autorizada a captação residual dos recursosMecenato

Orquestra de Berimbau do Recôncavo (OBRE): saberes e fazeres da capoeira

GRUPO DE CAPOEIRA E MANIFESTACOES CULTURAIS TRADICAO QUILOMBOLA
Solicitado
R$ 2,03 mi
Aprovado
R$ 2,03 mi
Captado
R$ 40,0 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

2.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Ações de Educação Patrimonial
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Patrimônio cultural
Ano
25

Localização e período

UF principal
BA
Município
Santo Amaro
Início
2026-01-01
Término

Resumo

O projeto sociocultura OBRE (Orquestra de Berimbau do Recôncavo) de realização no Território do Recôncavo e em Salvador, oferta aos jovens de 15 a 29 anos, os saberes da capoeira e suas práticas culturais e transversalidade com foco na ancestralidade e na educação afro-centrada em ação de enfrentamento a exclusão de acesso à cultura, atenderá 60 alunos um espaço de transformação e empoderamento cultural.

Sinopse

A proposta do projeto nasce da reflexão crítica do cenário brasileiro, da identificando das estrições multiplicas de direitos a certos eixos populacionais, compreendendo os resquícios sociais herdado do período colonial e as mudanças do setor econômico vinculada ao um sistema capitalista, que afetada diferentemente as diversas classes econômicas. Concluindo, que existem fatores importantes para um crescimento e convívio social saudável.Oportunidade, acesso, continuidade, distribuição, qualidade, existência, preservação, identificação e permanência, assim nasce o projeto Orquestra de Berimbau do Recôncavo (OBRE): Saberes e Fazeres da Capoeira, que intui via os conceitos da educação afro centrada que abordam uma pedagógica que prioriza a história, a cultura, os valores e a centralidade dos povos africanos e afrodescendentes e objetiva o fortalecimento da identidade e da autoestima de crianças e jovens negros, e incentiva a descolonização de currículos e mentalidades, englobando ao conceito da educação indígena que apresenta características únicas que refletem o respeito e a valorização das culturas originárias, a interculturalidade, valorização dos saberes transmitidos pelos mais velhos e as experiências do cotidiano, a preservação e a perpetuação cultural para serem mantidas e transmitidas às futuras gerações.Assim, Desenhamos a ideologia do projeto, unificando esses exemplos educacionais em ação, chegando à 3ª, edição do projeto OBRE, que:Incentiva: Os saberes da cultura popular, ancestral, material, imaterial e natural.Fortalece: A cultura, a educação, a saúde, o bem-estar e seus provedores e atores, regiões e pluralidades.Produz: Troca de sabres, descentralização cultural, fomento econômico, diversidade cultural, valorização artística.Gera: Participação, pertencimento, difusão, equidade, afirmação identitária.Preserva: o coletivo e comunitário, o caráter multiplicador, o participativo, o conceito de pertencimento, o conhecimento e a existência.Assim, em busca de atender a população residente e descendente de comunidades tradicionais, PCDs, atores do setor cultural popular e tradicional, o OBRE oferta a prática de saberes orais, vivência, e práticas de trocas de saberes com: a capoeira; a confecção de instrumentos; a musicalidade instrumental; com a História e Cultura Afro-Brasileira; Práticas de Canto, para atender 60 jovens, com acompanhamento pedagógico e psicológico, integrando a formação cultural, salvaguarda de saberes tradicionais e inclusão produtiva.

Objetivos

O projeto OBRE em iniciativa de realizar a sua 3ª Edição ampliando sua área de ação geográfica, visa contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura, promover e estimular a regionalização da produção cultural com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; pluralizar a cultura nacional; fortalecer dos modos de criar, fazer e viver via ao setor cultural, preservar o patrimônio cultural e histórico brasileiro; expandir o respeito aos valores culturais Ancestrais, afro-brasileiros. Afro-indígenas e estimular a difusão da memória e saberes culturais. A estrutura ideológica de nosso projeto, descrita acima, se desenha na estrutura objetiva específica do fazer:Gerar uma prática de ensino humanizado, ancestral de saberes culturais nos municípios e distritos: Santiago do Iguape - (Cachoeira); São Francisco do Paraguaçu (Cachoeira); Santo Amaro (Santo Amaro) _ Território de identidade 21- Recôncavo e São Francisco do Conde (SFC) - Território de identidade 26-Salvador) - formação de caráter cultura popular e artístico, destinados a ensino, saberes, especialização e aperfeiçoamento sem fins lucrativos;Estímulo à participação de artistas/mestres locais e regionais, gerando participação direta de contrato de serviço temporário de no mínimo 15 atuantes da área de saberes culturais (entre Mestres, Artesões, Historiadora, auxiliares) visando à inclusão social de até 60 alunos (jovem entre 15 a 29 anos);Concessões de bolsas sociais aos alunos participantes, no valor de R$ 700,00, em busca de auxiliar a participação e permanência no projeto.Preservação e difusão do patrimônio artístico e saberes populares ofertando Curso/Oficina/Praticas/Vivências:Capoeira: encontros semanais (3x vezes por semana) com duração de 4 horas por dia, com carga horária total de 384 horas de formação.Confecção de instrumentos _ encontros quinzenais com 4 horas por dia, com carga horária total de 28 horas.Musicalidade instrumental _ encontros mensais, com 4 horas por dia, com carga horária total de 20 horas.História e Cultura Afro-Brasileira: encontros mensais de 4 horas por dia, com carga horária total de 24 horas.Canto: encontros quinzenais com 4 horas por dia, com carga horaria total de 24 horas.Ensaio: Encontro de ensaio do grupo, com total de 24 horas.Apresentação Musical: Evento artística, livre e aberta ao público, da Orquestra de Berimbau do Recôncavo, de apresentação dos concluintes/formados do projeto.O projeto OBRE é um difusor da cultura e tradições populares nacionais de ação de proteção, fomento, difusão, salvaguarda e continuidade, de formação de novas gerações de fazedores e mestres dos saberes populares com a carga horaria total de 504h.

Justificativa

O projeto OBRE nasce de uma visão regional de fortalecimento e estímulo de ampliação de troca de sabres, com a missão de contribuir para a preservação e proteção do patrimônio cultural e histórico brasileiro; produzindo uma iniciativa que volte os olhares e a atenção a importância da descentralização cultural e a estimulação de fomento econômico ao setor regional, demostrando as potências existentes fora dos eixos habituais (Estaduais e Nacional) em busca de uma equidade de produção que favoreça os recursos humanos na área da cultura, da criatividade e na diversidade cultural brasileira. De interesse coletivo, os aspectos socioculturais desdobram dentro do projeto, reafirmando a importância do caráter multiplicador, participativo, de pertencimento, conhecimento e existência, assim se estabelece o planejamento da terceira edição do projeto. O Recôncavo Baiano é um território fundamental na formação da cultura afro-brasileira, com manifestações como a capoeira, o samba de roda e a produção artesanal, preservadas há séculos como práticas de afirmação identitária, a cidade de Santo Amaro berço de muitas destas culturais, e a nossa sede e cidade principal do projeto e é a parti dela que ocorrerão as ramificações as outras cidades, a ampliação geográfica proposta está vinculada ao enfrentamento das ameaças relacionadas à descaracterização dos territórios tradicionais e à homogeneização cultural, fenômenos apontados pelo IPHAN (Plano de Salvaguarda da Capoeira na Bahia, 2014) e pela UNESCO (Relatório Global sobre a Salvaguarda do Patrimônio Cultural Imaterial, 2021), que destacam a influência crescente de padrões culturais globais sobre as práticas locais. Esse cenário exige a criação de espaços formativos que reconheçam mestres e mestras da cultura popular como educadores e agentes dos saberes.A Orquestra de Berimbau do Recôncavo (OBRE): Saberes e Fazeres da Capoeira propõe-se ser um projeto estruturado no campo formativo comunitário, humanizado e complementar, em consonância com a Lei n.º 10.639/2003, a Lei n.º 14.341/2021 (Lei Moa do Katendê na Bahia), o Plano Nacional de Cultura, os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável e os princípios da Década Internacional dos Afrodescendentes (ONU). O projeto incorpora estratégias de inclusão produtiva por meio de ensino com a oralidade, vivencia e práticas, afins da continuidade dos Saberes tradicionais e populares, em sentido transversal os ganhos materiais do projeto agrega o ensinamento do pertencimento do fazer, com práticas de confecção artesanal de instrumentos populares, imersando no conceito do modelo econômico que se baseia na criatividade, na cultura e no capital intelectual para gerar valor econômico, apresentando a economia criativa como possibilidades de renda e emprego a seus futuros participantes, o conteúdo crítico, intelectual, histórico, abrange uma abordagem educacional que coloca a cultura, história e experiências dos povos africanos/afrodescendentes e Afro-indígena no centro do processo de ensino-aprendizagem, em prol da ampliação de conhecimento, valorização da identidade cultural, combate ao racismo e ressignificação da história da população negra e indígena no Brasil, com uma abordagem educacional Afrocentrada, em estímulo a participação e permanência o projeto ofertará a ação de bolsa social continuada pelo período de execução do projeto, proposta pazeada no programa Bolsa Permanência (PBP Prouni), se entendendo que as regiões participativas e vinculadas ao projeto apresentam um cenário econômica que se destaca por: terciário (tendo dos pilares da economia local, abrangendo serviços e comércio); agropecuária (produção Rural, agricultura familiar e pequenos produtores) Concentração Econômica (fator histórico vinculado ao período escravocrata); desigualdade social (alto nível e moderado de desigualdade econômica conforme a região) direcionando assim aos 60 estudantes, ampliação de ocupação, carreira/ofício, subsistência. Na continuidade das ações de inclusão será ofertado na inscrição ao projeto cotas para PCDs, luta a inclusão social e combate ao Capacitismo, nossas estratégias de ação estão vinculadas e enquadras no Art. 1º da Lei nº 8.313/91, nos incisos: I _ contribuir para facilitar a todos os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II _ promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;IV _ proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e do pluralismo nacional, e também está consoante ao Art. 3º, inciso I, alínea "a" da Lei n.º 8.313/91, ao estimular a formação do cidadão e o fortalecimento dos vínculos entre cultura e educação.

Estratégia de execução

O projeto atenderá jovens de 15 a 29 anos, deferindo as seguintes regras inclusas na ficha de inscrição.NomeIndicação de idade.Gênero.Identificação de raça.Indicação de participação de cota PCD.Descrição de PCDinformações especiais do PCD.Indicado de participação de comunidade tradicional.Região de inscrição principal.Endereço.TelefoneEm caso de jovem menor que 18 anos - dados do responsável legal. Termo de aceite de responsabilidade e/ou autorização do responsável.Em caso de estudante ativo/matriculado - Nome da escola, turno e turma.Em caso de estudante, termo de aceite que a realização e a participação do projeto não ofertam ônus à participação do candidato à escola ou instituição de ensino regular.OrçamentoNa rubrica de administração no valor de 4% do projeto prevê:INSScustos de frete + carretolicenças + taxas publicas + direitos autoraisAssessoria jurídicaTécnico Financeiro e Prestação de ContasAdaptações estruturais e elétricasImpressos, papelarias, recarga de celularNa rubrica de acessibilidade e comunicação no valor de 15% do projeto prevê:Monitores para PCDsconsultoria de acessibilidadeverba de adaptação de inclusão PCDMateriais de Ambientação e Orientação - comunicacional, promocionalMídias impressasMídias digitais Comunicação externacomunicação visual evento Assessoria de imprensa catalogo de execução do projeto

Especificação técnica

A pedagogia oral e ancestral é um modelo educativo vinculada a educação Afro centrada e Indígena. Em contraste com a educação formal tradicional, que se baseia na sistematização e no ensino escrito, esta abordagem prioriza a oralidade, as narrativas, os cantos e a memória coletiva, enfatizando a vivência e os saberes comunitários.O modelo pedagógico parte da oralidade como veículo de transmissão de conhecimento, o fortalecimento da identidade cultural e da ancestralidade, e o reconhecimento dos saberes locais e comunitários, ofertado pelos Mestres e mestras griôs e/ atores culturais que desempenham um papel central, sendo portadores e mediadores de saberes ancestrais, podendo ser transmitida dentro ou fora dos espaços convencionais escolares buscando integrar saberes comunitários presentes no cotidiano em redes de afeto, promovendo o diálogo entre culturas e gerações, fortalecendo a identidade e o empoderamento social.Este modelo incluem saberes formais e tradicionais sem hierarquias de conhecimento, empoderar comunidades na criação de espaços de partilha e valorizar mestres griôs como detentores essenciais da tradição oral.Práticas de capoeira.Objetivo Geral: Ofertar curso de formação em capoeira.Objetivos específicos:Trabalhar o corpo todo, estimulando o aumentando, a resistência cardiorrespiratória, a força muscular, a flexibilidade e a coordenação motora. Aceleração do Metabolismo: Ajuda a queimar calorias, a definir o corpo e a estimular a massa magra em conexão do corpo e mente e saúde. Reduz o estresse, a ansiedade e a timidez, promovendo o bem-estar e a melhoria do humor. Consciência Corporal e Equilíbrio.Afirmação de Resistência e Identidade: interação social e a propagação da filosofia da capoeira.AutoconfiançaPrática de raciocínio. Promovendo a disciplina e o respeito pelo próximo.Práticas de confecção de instrumentos.Objetivo Geral: Ofertar o ensino e a prática de confeccionar os instrumentos utilizados na capoeira e samba (berimbau; pandeiro; reco-reco, caxixi).Objetivos específicos: Confecção de instrumentos artesanal. Percepção musical. Preparação de matéria-prima. Criar e moldar as partes que compõem o instrumento. Montagem. Realizar ajustes para garantir o bom funcionamento e a estética do instrumento Acabamento: Aplicar os toques finais para aprimorar a superfície e o visual do instrumento. Afinação: Ajustar as cordas e as partes relevantes para que o instrumento produza os sons corretos. Controle de qualidade: avaliar a qualidade final do instrumento e corrigir quaisquer imperfeições. Práticas de musicalidade.Objetivo Geral: Ofertar o ensino do uso dos instrumentos dentro dos segmentos culturais capoeira e samba (berimbau; pandeiro; reco-reco, caxixi).Objetivos específicos:Berimbau. Toque e o ritmo da roda, funcionando como o "maestro" do jogo. Variação no timbre do berimbau.Pandeiro. Cadência, som e ritmo. Improviso Floreios. Viradas. Performance musical.Reco-reco Função. Ritmo Sonoridade. Caxixi.Função. Manuseio e uso. Rítmica e sonoridade.Práticas de Canto.Objetivo Geral: Ofertar o ensino da musicalidade do samba de roda.Objetivos específicos: Conhecimento da musicalidade. Canto. Narrativas nas letras. Engajamento coletivo. Tradições sociais e religiosas. Estrutura de canto (puxador e coro) Funções na condução da roda. Condução e Animação:Compartilham saberes.Preservando a memória e as tradições culturais. Práticas de ensino da história e da cultura afro-brasileiraObjetivo Geral: Ofertar o ensino Afro centrado na história, cultural, saúde e economia.Objetivos Específicos: Cultura afro-brasileira, Cultural africana, Cultura indígena, História de formação do Brasil. Construção da Identidade, Economia criativa, Saúde afro centrada Diversas matrizes culturais Democrática e igualitáriaConsciência Afro-Brasileira Atendimento psicológicoOfertar de atendimento psicológico gratuito a afins de atuar no autoconhecimento, regulação emocional, melhora dos relacionamentos e da autoestima, além de auxiliar na redução de sintomas de transtornos mentais como ansiedade e depressão. O acompanhamento profissional proporciona um espaço seguro para lidar com conflitos, gerenciar traumas e desenvolver habilidades sociais, resultando numa melhor qualidade de vida e crescimento pessoa.( Atendimento a combinar)Cronograma – fluxogramaPráticas da capoeira – realização em 4 regiões – com 15 alunos em cada, total 60 alunos, encontro semanal – 3x por semana com 4 horas aula – pelo período do 3º mês ao 8º mês - com carga horária total de 384 hora. Confecção de instrumentos – realização em local único com 60 alunos, encontros quinzenais com 4 horas por dia – pelo período do 3º Mês ao 6º Mês com carga horária total de 28 horas.Musicalidade instrumental – realização em local único com 60 alunos, mensal, com 4 horas por dia, pelo período do 4º Mês ao 8º Mês, com carga horária total de 20 horas.História e Cultura Afro-Brasileira: mensal de 4 horas por dia, pelo período do 3º Mês ao 8º Mês, com carga horária total de 24 horas. Estrutura dos oficineiros Oficina de capoeira Rogério Siqueira de Carvalho Junior - Instrutor de capoeira/ Santo AmaroAlana Almeida dos Santos Instrutora de capoeira/ SFCErick Silva Souza - Instrutor de capoeira/São Francisco do ParaguaçuToni do Quilombo – Mestre de Capoeira/Santiago do IguapeOficina de instrumentosIvan Raimundo Sales - reco-recoEdmilson Antônio Francisco (Dimas) - caxixiSidney de Jesus - berimbauJosé Arcanjo Dos Santos Costa (Zé Do Pandeiro) - pandeirooficina de canto Luana de Brito - instrutora de cantoRita Maria dos Santos - instrutora de cantooficina de musicalidadeSilvio do pandeiro - pandeiroMestre primeiro - PandeiroSidney de Jesus - berimbauEdmilson Antônio Francisco (Dimas) - reco-reco, caxixi

Acessibilidade

Ações atitudinais.O projeto realizará via consultoria de acessibilidade uma formação para os membros participantes do projeto de informação e ensino contra o capacitismo e ideias acessíveis, consultoria de indicadores positivos para a comunicação, consultoria espacial e estrutural para adaptações assertivas para acesso livre. Este item se encontra no orçamento sobre a rubrica Consultoria de acessibilidade nos 20% da comunicação e acessibilidade.O projeto realizará contratação de serviço de apoio de acessibilidade com chamamento de monitórios capacitados para auxílio e suporte aos alunos PCDs conforme a necessidade indicada, seguindo o parâmetro base de: (1 monitor para PCD visual) (1 monitor para até 5 PCD físico) (1 monitor para até 5 PCD intelectual) (2 monitores para PCDs auditivos) * podendo variar o quantitativo de monitores segundo a necessidade apresentada. Este item se encontra no orçamento sobre a rubrica Monitoria de inclusão social nos 20% da comunicação e acessibilidade.Ações arquitetônicas.Buscar espaços que possuam estrutura adequada ao acesso para pessoas com PCD de acordo com Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (LBI), Lei n.º 13.146/2015. Este item se encontra no orçamento sobre a rubrica Espaço de ocupação.Promover adaptações sem alteração estrutural de acordo com edificação para garantir o acesso e a permanência de pessoas PCDs. Tais como: sinalização, equipamentos de auxílio (ex cadeira de rodas, fones abafadores de ruídos...), comandos sonoros e recursos táteis de orientação, ambientes com cores suaves, iluminação ajustável, organização espacial, recursos sensoriais (como texturas e objetos de apego). Este item se encontra no orçamento via a rubrica Ações de adaptações de inclusão nos 20% da comunicação e acessibilidade.Ações comunicacionais.Materiais de audiovisual contarão com Opened Caption (legendas visíveis) em português e/ou áudio descritivo de conteúdo.- Serviço vinculado a produção audiovisualPostagens em Redes sócias terão textos Alternativos, com descrições textuais para imagens em plataformas digitais, muitas vezes utilizando a hashtag #PraCegoVer quando a plataforma não possui recurso ativo. - Serviço vinculado a comunicação.Material de divulgação – linguagem simples, fontes simples e cores contrastantes para facilitar a leitura - Serviço linguado a comunicação.Indicação informativa – inclusão do logotipo de acessibilidade em todos os materiais de comunicação do projeto, indicando inclusão social - Ação vinculada a comunicação.Ações metodológicas. Gerar um ambiente seguro e de acolhimento.Atuar na autonomia e autoestima.Estabelecer o Desenvolvimento Individual (PDI) que permite o acompanhamento personalizado do aprendizado.Desenvolvimento físico de melhoria da coordenação motora, equilíbrio, força e flexibilidade, respeitando a diversidade corpórea e restrições motoras. Desenvolvimento cognitivo de estímulo do ritmo, concentração e capacidade de aprender novos movimentos em processos individuas e coletivos.Desenvolvimento social e emocional de apoio à interação social.PRODUTO - Apresentação Musical (Orquestra de Berimbau do Recôncavo): • Local de realização de fácil acesso a todos. • Área vip reservada a PCDs. • Audiodescrição de ambientação. • Interpretante de libras.

Democratização do acesso

Realização do projeto nas regiões: Santiago do Iguape; São Francisco do Paraguaçu; Santo Amaro, São Francisco do Conde. Inscrição virtual de fácil acesso. Pontos de inscrição - via apoio das secretarias de culturas municipais ou pontos de cultura municipais para democratização da realização da inscrição, com apoio de equipamento e atendimento para atender ao público que tenha restrição ou analfabetismo digital. O projeto oferta 60 vagas gratuitas de participação. Bolsa social no valor de R$ 700,00. Cota social para PCD – 30%. Publico alvo jovens negros, residentes e descendentes de comunidades tradicionais. Entrega de instrumentos de auto confecção (berimbau; pandeiro, reco-reco- caxixi). Entrega de kit do estudante (uniforme, caderno, lápis, borracha, caneta, garrafa reutilizável e bolsa ecológica). Transporte gratuito de descolamento cidade de origem para cidade sede do projeto para as aulas coletivas. Evento - Apresentação musical – gratuito e livre. Área vip para PCD e acompanhantes – distribuição gratuita de pulseiras identificadoras no local do evento, com capacidade mínima para 50 pessoas.Apresentação ao vivo (Live streaming) da apresentação musical (evento) em espaço virtual.O projeto OBRE inova no sentido do conceito de democratização de acesso, em foco no social e saúde, complementando as ações apresentadas, iremos realizar pelo período de execução dos encontros de saberes, um programa de atendimento psicológico focado na população jovem negra, com letramento racial, que atenderão os 15 jovens por região selecionados do projeto, essa ação busca combater os impactos do racismo na saúde mental, promover justiça social e construir uma sociedade mais inclusiva, onde todos tenham acesso ao cuidado psicológico adequado, com sessões semanais (online ou presenciais) realizadas por profissionais qualificados, visando a contratação local regional.

Ficha técnica

O Grupo de Capoeira Tradição Quilombola, atuante desde 2013, dedica-se à valorização e preservação da capoeira e suas raízes ancestrais, promovendo ações culturais que fortalecem a identidade e a memória popular. Em 2014, lançou a primeira edição do projeto OBRE, iniciativa que reflete seu compromisso com a juventude e a pluralização da cultura tradicional. Por meio de parcerias estratégicas, como com o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Bahia (IFBA) Campus Santo Amaro e entre outros, o grupo amplia sua atuação sociocultural. Entre as atividades realizadas ( IFBA), destaca-se a Oficina de Ritmo e Percussão em 2022 , que fomentou a integração entre saberes locais e práticas artísticas. A associação, representada por seu gestor, reafirma o compromisso com a execução de projetos que promovam a cultura popular e os conhecimentos ancestrais, fortalecendo redes comunitárias e incentivando o diálogo entre gerações.Equipe de coordenação do projetoSidney de Jesus - DIRIGENTE RESPONSÁVEL/COORDENADOR GERALMestre de capoeira com mais de três décadas dedicadas à valorização da cultura afro-brasileira no Recôncavo Baiano, é fundador do Grupo de Capoeira Tradição Quilombola, sediado em Santo Amaro. Por meio de ações formativas, apresentações culturais e projetos comunitários, promove saberes como capoeira, samba de roda, maculelê e a confecção artesanal de instrumentos musicais, entre outros, com foco em territórios quilombolas, escolas e universidades. Educador popular e conselheiro do Monumento Natural de Santo Amaro, também atua em produções audiovisuais, como o filme “A Verdadeira História de Besouro Mangangá” (2022). Michele Sodré Das Neves - Coordenação Pedagógica e Facilitadora educacional de história e AncestralidadeLicenciada E Mestra Em História Pela Ufba, Com Complementação Em Pedagogia. Professora De História E Ciências Humanas Aplicadas Na Rede Sesi De Educação, Roteirista Audiovisual contemplada na Lei Paulo Gustavo, Voluntária Na Anistia Internacional Brasil, Membro Da Avicca (Associação Das Vítimas E Familiares Contaminados Por Chumbo Em Santo Amaro) E Integrante Do Programa De Lideranças Negras Do Instituto Identidades Do Brasil (Id_Br). Desenvolve Materiais Paradidáticos E Articula Educação Formal E Não Formal. Idealizadora Do Projeto “Valorização Das Comunidades Quilombolas Nos Espaços Escolares”, Premiado Em Boas Práticas Da Educação Básica. Coordena A Linha De Pesquisa De Iniciação Científica Júnior “Soy Loco Por Ti, América: Cultura E Sociedade”, Com Equipes Premiadas Em Eventos Científicos Nacionais E Internacionais E Com Bolsas Do Cnpq.Débora Medeiros – ProduçãoEmpreendedora Cultural, Articuladora Sociocultural e Multi-criadora Artística.Formação: Designer de interior -UCAM/RJ; Bacharel em Cultura -CECULT.UFRB/BA; Técnica das Artes do Espetáculo.-CECULT.UFRB/BA;Suziane Martins- Coordenação De ComunicaçãoBacharel Em Cultura, Linguagem E Tecnologias Aplicadas Pela Ufrb E Em Formação No 2º Ciclo Em Política E Gestão Cultural Pela Mesma Instituição. Produtora Cultural Formada Pelo Ptca – Práticas E Técnicas Para As Artes Cênicas (Instituto Do Teatro Brasileiro), Com Experiência Em Produção Cultural, Curadoria E Direção Audiovisual. Coordenou A Curadoria Do “Musicalidade Baiana” (2020) E Dirigiu O Curta-Metragem “A Feira Livre É O Coração Da Cidade” (2024). Equipe pedagógica popular Ivan Raimundo Sales (Mestre Ivan) - Facilitador Na Confecção De Instrumentos e instrutor musicalMestre De Capoeira Angola, Artesão E Facilitador De Oficinas De Instrumentos No Brasil E Na Europa. Descendente De Mestre Ferreirinha, É Reconhecido Pela Confecção Artesanal De Instrumentos Afro-Brasileiros .Edmilson Antônio Francisco (Mestre Dimas) - Facilitador Na Confecção De Instrumentos e instrutor musicalMestre Do Grupo Raízes Da Terra, Fundado Em 1988. Iniciou Na Capoeira Aos 9 Anos E Desenvolveu Paixão Pelo Berimbau Antes Mesmo Da Prática Da Capoeira, Incentivado Por Mestres E Referências Culturais. Comprometido Em Ensinar Toques E A Arte De Tocar O Berimbau, Preservando Saberes Tradicionais.José Arcanjo Dos Santos Costa (Zé Do Pandeiro) - Facilitador Na Confecção De InstrumentosArtesão E Músico Popular Do Vale Do Iguape, Especializado Na Confecção Artesanal De Pandeiros E Tambores. Iniciou O Ofício Aos 10 Anos, Aprendendo Com O Avô João Pequeno E O Pai José Carlos (Zeca Do Pandeiro). Seus Instrumentos Já Circularam Por Cidades Da Bahia E De Outros Estados, Além De Países Como Itália E Estados Unidos.Antonio Carlos das Dores da Silva ( Silvio do pandeiro) - instrutor de musicalidadeBacharel em Cultura, Linguagens e Tecnologias Aplicadas pela UFRB e formado em Artes pela FACIIP, atualmente graduando em Produção Musical e em Docência no Ensino de Teatro. Atua como professor de Artes na rede municipal de Santo Amaro e supervisor do PIBID/UFRB em Artes. Foi secretário do Conselho Municipal de Cultura de Santo Amaro. É pesquisador do Samba de Roda do Recôncavo Baiano, desenvolvendo iniciativas como o Encontro Sambado, Palestra Cantada e o Laboratório de Samba de Roda. Luana de Brito - instrutora de cantoArte educadora, produtora cultural, atriz, escritora, dramaturga, sambadeira e cantadora de samba do Recôncavo Baiano. Natural de Santo Amaro da Purificação, é candomblecista, ativista cultural e idealizadora da Rede Chei de Art. Atuou como arte educadora na Rede AfroCiclo (2020–2022), assistente de produção na Casa La Frida Recôncavo (2019–2020) e estagiária de produção cultural no Bembé do Mercado (2024–2025). Também integrou a Ayó Educação e Cultura (2023–2024). Rogério Siqueira de Carvalho Junior - Instrutor de capoeiraLicenciado em Educação Física pela UNIJORGE, atuando como professor e oficineiro em escolas públicas e projetos sociais de Santo Amaro (BA). Tem experiência como professor de Educação Física em diferentes unidades da rede municipal (2018–2024), professor na APAE de Santo Amaro (2023–2024) e oficineiro de capoeira no Projeto Educa Mais Bahia (2022–2024). Participou da Orquestra de Berimbau do Recôncavo: Saberes e Fazeres da Capoeira (2016) e é Contra-Mestre de Capoeira do Grupo Tradição Quilombola.Antonio de Oliveira Junior (Toni do Quilombo) - instrutor de capoeira Museólogo em formação pela Universidade Federal da Bahia (UFBA) e técnico em Conservação e Restauração. Atua em projetos culturais e educacionais desde 2002, com destaque para o Projeto Paraguaçu, o Projeto Educa Mais Bahia (Capoterapia), o Grupo Tradição Quilombola e o Projeto Educativo Elas Negras Reflexões (2025). Alana Almeida dos Santos Instrutora de capoeiraGraduanda em Pedagogia pela UNILAB, com experiência em reforço escolar, alfabetização e letramento, além de atuação como professora pedagoga no Centro Educacional Pró Mira. Participou do PIBID – Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (2024) e integra o Grupo de Capoeira Tradição Quilombola como professora. Possui cursos de qualificação pelo SENAI nas áreas de logística, administração e controle de estoque.Rita Maria dos Santos - instrutora de cantoSambadeira com 35 anos de trajetória dedicada ao samba de roda e ao maculelê. Natural de Santo Amaro da Purificação (BA), se apresentou em diversos estados brasileiros, incluindo Bahia, São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Pernambuco, Santa Catarina e Rio Grande do Norte. Reconhecida por sua longa vivência no samba, destaca-se pela habilidade de comunicação, expressão artística e pelo papel de guardiã das tradições culturais do Recôncavo BaianoErick Silva Souza - Instrutor de capoeiraé professor de Capoeira com 19 anos de experiência. Desenvolve há 3 anos um projeto social voltado para jovens, crianças e adultos na comunidade de São Francisco do Paraguaçu (Cachoeira/BA). Também possui experiência como pescador, articulando saberes tradicionais e práticas comunitárias.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.

2026-12-31
Locais de realização (4)
Cabaceiras do Paraguaçu BahiaCachoeira BahiaSanto Amaro BahiaSão Francisco do Conde Bahia