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PRONAC 258234Autorizada a captação total dos recursosMecenato

CORO HAMORNÍA

PRODUCOES GRAOS DA IMAGEM LTDA
Solicitado
R$ 2,88 mi
Aprovado
R$ 2,88 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Seleção Petrobrás Cultural - Novos Eixos 2025
Ano
25

Localização e período

UF principal
MG
Município
Belo Horizonte
Início
2026-03-01
Término
2028-03-01
Locais de realização (6)
Manaus AmazonasSalvador BahiaBelo Horizonte Minas GeraisBelém ParáRecife PernambucoSão Paulo São Paulo

Resumo

Coro Harmonía propõe a criação de um dispositivo performático que reúne comunidades artísticas negras em cena, integrando artes visuais, cênicas, música e dança. Em seis meses, em Belo Horizonte, serão desenvolvidos três atos performativos que culminarão em um espetáculo final com seis sessões na capital, antes de circular por Recife, Salvador, Belém, Manaus e São Paulo, com duas encenações em cada localidade. Em cada cidade, artistas locais serão incorporados, ampliando o alcance, a diversidade e a potência da criação coletiva. O público de BH poderá acompanhar ainda ao menos três ensaios abertos mensais. Serão oferecidos, em cada cidade, três laboratórios criativos: graffiti, danças urbanas e percussão; promovendo a formação de público e a aproximação entre artistas e comunidades. A última sessão, em São Paulo, contará com transmissão online, ampliando o alcance nacional. Todas as atividades são gratuitas.

Sinopse

SINOPSE DO ESPETÁCULOCORO HAMORNÍA é um dispositivo performático que propõe um mergulho nas potências da cultura brasileira, com ênfase na cultura negra como força estruturante da nossa identidade. A partir de uma estrutura dramatúrgica fixa, composta por discursos, entrevistas e falas públicas proferidas entre 1888, ano da polêmica “Lei Áurea”, até o os dias de hoje, o espetáculo será construído a partir de 3 atos ou movimentos, que serão apresentados em formato de ensaios abertos, como forma de fortalecer a formação de público. Ao final, o processo resultará em uma obra única, que circulará por 6 capitais brasileiras, incluindo Belo Horizonte, onde o projeto será concebido.Com direção e dramaturgia de Grace Passô, a criação transita entre o texto, a música, o corpo e as artes visuais, compondo um espaço cênico em que memória e presente se entrelaçam em improvisos e adaptações, sempre em diálogo com cada território por onde circula. Em cada cidade, são incorporados ao espetáculo artistas locais, formando um coro vivo que desafia narrativas oficiais e desperta no público um olhar crítico e sensível.Classificação indicativa: 14 anosSINOPSE DOS LABORATÓRIOS CRIATIVOS:Três laboratórios criativos integram o projeto, aprofundando a troca entre artistas e público. O Laboratório de Gafitti, ministrado por Wanatta, apresenta técnicas e conceitos dessa linguagem urbana como expressão estética e política. O Laboratório de Danças Urbanas, conduzido por Vic Alves, explora o corpo em movimento como espaço de identidade e coletividade. Já o Laboratório de Percussão, orientado por Maurício Badé, mergulha em ritmos afro-brasileiros, conectando tradição e experimentação.Cada laboratório terá duração de 12 horas, com vagas gratuitas em cada cidade, destinadas a pessoas a partir de 16 anos, interessadas em vivenciar e dialogar com o processo criativo da obra.

Objetivos

OBJETIVO GERAL:Promover a valorização da cultura negra e a democratização do acesso à arte por meio da criação, temporada e circulação nacional do espetáculo Coro Harmonía, reunindo múltiplas linguagens artísticas em um processo colaborativo e gratuito, que fortalece o protagonismo de artistas negros(as) e amplia a formação de público em teatros históricos e espaços culturais brasileiros.OBJETIVOS ESPECÍFICOS:- Criar 3 atos performáticos em Belo Horizonte, cidade da proponente deste projeto, que resultem em um espetáculo final, denominado Coro Hamornía;- Realizar 6 apresentações em Belo Horizonte;- Circular com o espetáculo por 5 capitais brasileiras (Recife, Salvador, Belém, Manaus e São Paulo), com 2 apresentações em cada cidade, totalizando 10 apresentações;- Integrar artistas locais em todas as cidades, ampliando a diversidade da criação;- Oferecer, em Belo Horizonte, ao menos 3 ensaios abertos ao público, sendo um para cada ato performático;- Ministrar 3 laboratórios criativos (grafitti, dança urbanas e percussão) em cada cidade da circulação, totalizando 18 laboratórios;- Garantir a gratuidade de todas as atividades (apresentações, ensaios abertos e laboratórios);- Transmitir online a última apresentação em São Paulo, ampliando o alcance em nível nacional.

Justificativa

A realização do projeto Coro Hamornía só é possível por meio do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais, uma vez que o projeto envolve grande número de artistas, longa temporada em Belo Horizonte, considerando ensaios abertos e apresentações, circulação nacional em cinco capitais, além de ações formativas gratuitas, exigindo aporte financeiro que não poderia ser viabilizado apenas por meio de bilheteria ou patrocínios diretos.O projeto se enquadra nos incisos do Art. 1º da Lei 8.313/91, ao:I- contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II- promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III_ apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;IV- proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;V- salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;VI- preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro;VIII- estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;IX- priorizar o produto cultural originário do País.Quanto aos objetivos do Art. 3º, o projeto contribui para: II- fomento à produção cultural e atística, mediante:c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folcloree) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres.IV- estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos.

Estratégia de execução

PRÉ PRODUÇÃO:—---- Etapa Belo Horizonte:Mauricio Badé (direção musical): 4 trechos (2 idas e voltas) - SP-BH-SPMúsico de fora: 4 trechos (2 idas e voltas) - SP-BH-SPTotal de trechos SP-BH-SP na pré: 8 (4 idas e 4 voltas)PRODUÇÃO:—---- Etapa Recife:Grace Passô (direção geral e elenco): 2 trechos (1 ida de volta) - BH-REC-BHMauricio Badé (direção musical e laboratório criativo): 2 trechos (1 ida de volta) - SP-REC-SPVic Alves (elenco e laboratório criativo): 2 trechos (1 ida de volta) - BH-REC-BHWannata (direção de arte e laboratório criativo): 2 trechos (1 ida de volta) - BH-REC-BHNina Bittencourt (produtora): 2 trechos (1 ida de volta) - BH-REC-BHDiretor de Produção: 2 trechos (1 ida de volta) - BH-REC-BHOperador de luz: 2 trechos (1 ida de volta) - BH-REC-BHOperador de som: 2 trechos (1 ida de volta) - BH-REC-BH8 pessoas do elenco a serem definidas:2 trechos cada (1 ida de volta cada) - BH-REC-BHTotal de trechos BH-REC-BH: 30 (15 idas e voltas)Total de trechos SP-REC-SP: 2 (1 ida e volta)—---- Etapa Salvador:Grace Passô (direção geral e elenco): 2 trechos (1 ida e volta) - BH-SSA-BHMauricio Badé (direção musical e laboratório criativo): 2 trechos (1 ida e volta) - SP-SSA-SPVic Alves (elenco e laboratório criativo): 2 trechos (1 ida e volta) - BH-SSA-BHWannata (direção de arte e laboratório criativo): 2 trechos (1 ida e volta) - BH-SSA-BHNina Bittencourt (produtora): 2 trechos (1 ida e volta) - BH-SSA-BHDiretor de Produção: 2 trechos (1 ida e volta) - BH-SSA-BHOperador de luz: 2 trechos (1 ida e volta) - BH-SSA-BHOperador de som: 2 trechos (1 ida e volta) - BH-SSA-BH8 pessoas do elenco a serem definidas:2 trechos cada (1 ida e volta cada) - BH-SSA-BHTotal de trechos BH-SSA-BH: 30 (15 idas e voltas)Total de trechos SP-SSA-SP: 2 (1 ida e volta)—---- Etapa Belém:Grace Passô (direção geral e elenco): 2 trechos (1 ida e volta) - BH-BEL-BHMauricio Badé (direção musical e laboratório criativo): 2 trechos (1 ida e volta) - SP-BEL-SPVic Alves (elenco e laboratório criativo): 2 trechos (1 ida e volta) - BH-BEL-BHWannata (direção de arte e laboratório criativo): 2 trechos (1 ida e volta) - BH-BEL-BHNina Bittencourt (produtora): 2 trechos (1 ida e volta) - BH-BEL-BHDiretor de Produção: 2 trechos (1 ida e volta) - BH-BEL-BHOperador de luz: 2 trechos (1 ida e volta) - BH-BEL-BHOperador de som: 2 trechos (1 ida e volta) - BH-BEL-BH8 pessoas do elenco a serem definidas: 2 trechos cada (1 ida e volta cada) - BH-BEL-BHTotal de trechos BH-BEL-BH: 30 (15 idas e voltas)Total de trechos SP-BEL-SP: 2 (1 ida e volta)—---- Etapa Manaus:Grace Passô (direção geral e elenco): 2 trechos (1 ida e volta) - BH-MAO-BHMauricio Badé (direção musical e laboratório criativo): 2 trechos (1 ida e volta) - SP-MAO-SPVic Alves (elenco e laboratório criativo): 2 trechos (1 ida e volta) - BH-MAO-BHWannata (direção de arte e laboratório criativo): 2 trechos (1 ida e volta) - BH-MAO-BHNina Bittencourt (produtora): 2 trechos (1 ida e volta) - BH-MAO-BHDiretor de Produção: 2 trechos (1 ida e volta) - BH-MAO-BHOperador de luz: 2 trechos (1 ida e volta) - BH-MAO-BHOperador de som: 2 trechos (1 ida e volta) - BH-MAO-BH8 pessoas do elenco a serem definidas:2 trechos cada (1 ida e volta cada) - BH-MAO-BHTotal de trechos BH-MAO-BH: 30 (15 idas e voltas)Total de trechos SP-MAO-SP: 2 (1 ida e volta)—---- Etapa São Paulo:Grace Passô (direção geral e elenco): 2 trechos (1 ida e volta) - BH-SP-BHVic Alves (elenco e laboratório criativo): 2 trechos (1 ida e volta) - BH-SP-BHWannata (direção de arte e laboratório criativo): 2 trechos (1 ida e volta) - BH-SP-BHNina Bittencourt (produtora): 2 trechos (1 ida e volta) - BH-SP-BHDiretor de Produção: 2 trechos (1 ida e volta) - BH-SP-BHOperador de luz: 2 trechos (1 ida e volta) - BH-SP-BHOperador de som: 2 trechos (1 ida e volta) - BH-SP-BH8 pessoas do elenco a serem definidas:2 trechos cada (1 ida e volta cada) - BH-SP-BHTotal de trechos BH-SP-BH: 30 (15 idas e voltas)TOTAL GERAL DE TRECHOS: 166Obs: Durante a pré-produção em Belo Horizonte, considerando o período de estadia prolongado, está prevista a hospedagem em apartamentos de temporada. Nas demais cidades, a equipe será hospedada em hotéis com café da manhã incluso. Além disso, o projeto contempla verba destinada a refeições (almoço e jantar) durante as viagens.Obs 2: Ressalta-se que os trechos, os beneficiários e as diárias apresentados constituem uma previsão, podendo sofrer ajustes sempre que necessário para garantir a boa execução do projeto.Prezados,Reencaminho o projeto anteriormente enviado. Reforço que o mesmo já havia sido publicado no Diário Oficial da União e liberado para captação. Como não houve qualquer apontamento na aba de Diligências, não foram realizadas alterações no conteúdo do projeto.Aproveito para informar que realizamos os procedimentos junto à agência bancária para regularização da abertura das contas de captação e movimentação, que já se encontram devidamente liberadas para uso.Colocamo-nos à disposição para quaisquer esclarecimentos adicionais e reiteramos nosso cronograma de execução, com início previsto para março de 2026.Atenciosamente, Equipe Grãos da Imagem

Especificação técnica

CORO HAMORNÍA é um dispositivo performático que propõe um mergulho nas potências da cultura brasileira, com ênfase na cultura negra como força estruturante da nossa identidade. A partir de uma estrutura dramatúrgica fixa, composta por discursos, entrevistas e falas públicas proferidas entre 1888, ano da polêmica “Lei Áurea”, até o os dias de hoje, o espetáculo será construído a partir de 3 atos ou movimentos, que serão apresentados em formato de ensaios abertos, como forma de fortalecer a formação de público. Ao final, o processo resultará em uma obra única, que circulará por 6 capitais brasileiras, incluindo Belo Horizonte, onde o projeto será concebido.Com direção e dramaturgia de Grace Passô, a criação transita entre o texto, a música, o corpo e as artes visuais, compondo um espaço cênico em que memória e presente se entrelaçam em improvisos e adaptações, sempre em diálogo com cada território por onde circula. Em cada cidade, são incorporados ao espetáculo artistas locais, formando um coro vivo que desafia narrativas oficiais e desperta no público um olhar crítico e sensível.Classificação indicativa: 14 anosA duração do espetáculo será definida ao longo do processo de criação, realizado em quatro meses na cidade de Belo Horizonte, onde a dramaturgia será construída de forma processual, a partir das pesquisas dramatúrgicas desenvolvidas nesse período.Três laboratórios criativos integram o projeto, aprofundando a troca entre artistas e público. O Laboratório de Gafitti, ministrado por Wanatta, apresenta técnicas e conceitos dessa linguagem urbana como expressão estética e política. O Laboratório de Danças Urbanas, conduzido por Vic Alves, explora o corpo em movimento como espaço de identidade e coletividade. Já o Laboratório de Percussão, orientado por Maurício Badé, mergulha em ritmos afro-brasileiros, conectando tradição e experimentação.Cada laboratório terá duração de 12 horas, com vagas gratuitas em cada cidade, destinadas a pessoas a partir de 16 anos, interessadas em vivenciar e dialogar com o processo criativo da obra.

Acessibilidade

Este projeto contempla medidas de acessibilidades, da seguinte maneira:APRESENTAÇÕES:- Acessibilidade do aspecto arquitetônico: Todas as 16 apresentações (6 na cidade de Belo Horizonte e 2 em cada uma das capitais: Recife, Salvador, Belém, Manaus e São Paulo) serão realizadas em espaços com rampas, adaptados, bem como espaços próprios para cadeira de rodas.- Acessibilidade para deficientes auditivos: será contratado profissional intérprete de Libras para as 16 apresentações previstas neste projeto.- Acessibilidade para pessoas com Transtorno do Espectro Autista: Em cada apresentação, serão ofertados 05 fones com ANC, que diminuem o desconforto diante de sons para o público com Transtorno do Espectro Autista- Acessibilidade para pessoas com deficiência visual: disponibilização de folder/programa digital da peça em PDF acessível, disponível para download, que permita a leitura por meio de softwares de leitura de tela.LABORATÓRIOS CRIATIVOS:- Acessibilidade do aspecto arquitetônico: Todos laboratórios criativos serão realizados em espaços com rampas, adaptados, bem como espaços próprios para cadeira de rodas.- Acessibilidade para pessoas com Transtorno do Espectro Autista: Em cada laboratório, serão ofertados 05 fones com ANC, que diminuem o desconforto diante de sons para o público com Transtorno do Espectro Autista

Democratização do acesso

Em conformidade à Instrução Normativa MinC nº 23, de 05 de fevereiro de de 2025, Art. 46, serão adotadas as seguintes ações de democratização neste projeto:Todas as 16 apresentações previstas neste projeto serão gratuitas, garantindo 10% de distribuição para patrocinador, 10% para ações de divulgação do projeto e 10% com caráter social ou educativo.Em conformidade à Instrução Normativa MinC nº 11, de 30 de janeiro de de 2024, Art. 47, serão adotadas as seguintes ações de democratização neste projeto:Serão garantidos outros 10% dos ingressos, que serão gratuitos, com caráter social ou educativo, totalizando 20%.Serão realizados ao menos 3 ensaios abertos na cidade de Belo Horizonte, com entrada gratuita.Serão realizados 3 laboratórios criativos (grafitti, dança urbanas e percussão) em cada cidade da circulação, totalizando 18 laboratórios, com entrada totalmente gratuita.A última apresentação do projeto, prevista para ser realizada na cidade de São Paulo, contará com transmissão online por meio de rede social do projeto.Os ingressos destinados ao público geral serão retirados por ordem de chegada às apresentaçõesConforme Instrução Normativa MinC nº 11, de 30 de janeiro de de 2024, Art. 48:“Para os efeitos desta Seção, considera-se:I - de caráter social a distribuição de ingressos e produtos culturais para pessoas de grupos minoritários ou comunidades em vulnerabilidade social, tais como pessoas negras, povos indígenas, comunidades quilombolas, povos e comunidades tradicionais, populações nômades, pessoas em situação de rua, pessoas LGBTQIAPN+, pessoas com deficiência, beneficiários do Bolsa Família e inscritos no CadÚnico; eII - de caráter educativo, a distribuição a professores e alunos da rede pública de ensino fundamental, médio ou superior.Parágrafo único. A distribuição de caráter social ou educativo será realizada por meio de órgão ou entidade representativa do grupo ou comunidade ou escolas da rede pública de ensino.”

Ficha técnica

DIREÇÃO GERAL: Grace PassôDIREÇÃO DE ARTE: WanattaDIREÇÃO MUSICAL: Maurício BadéPREPARAÇÃO CORPORAL/ DIREÇÃO DE MOVIMENTO: Vic AlvesELENCO: Grace Passô + artistas a serem selecionados por meio de chamamentoCOORDENAÇÃO DE COMUNICAÇÃO: Sandra NascimentoPRODUÇÃO: Nina BittencourtAlém da equipe descrita, serão contratados apoio de produção, direção, dramaturgia, comunicação, além de figurinista, cenógrafo, iluminador e equipe técnica. Em cada cidade, produção e assessoria locais.GRACE PASSÔAtriz, diretora, dramaturga e roteirista, com atuação marcante no teatro e no cinema. Autora de peças teatrais premiadas como Vaga Carne, Por Elise e Amores Surdos, tem obras publicadas no Brasil e no exterior, traduzidas para diversos idiomas. Recebeu prêmios como Shell (é a primeira artista negra a ganhar o Prêmio Shell), APCA, Cesgranrio e Candango. No cinema, atuou em filmes como Temporada, Levante e O Dia Que Te Conheci, além de codirigir com Ricardo Alves Jr. o média-metragem Vaga Carne, que teve estreia Internacional no Festival de Berlim. Coautora de séries e documentários, participou da 34ª Bienal de SP e foi homenageada na Mostra de Tiradentes 2019. Hoje dirige projetos como Herança, O Fim é Uma Outra Coisa e finaliza seu primeiro longa, Amores 1500. Sua obra investiga as potências da linguagem, do corpo e da negritude na arte contemporânea brasileira. Atualmente, está a frente da direção da ópera Porgy & Bess, com estrei prevista para setembro, no Theatro Municipal de São Paulo.WANATTAGrafiteiro, cria do Alto Vera Cruz e um dos atuais nomes mineiros na Cena do Graliti Nacional, com atuação principal na cultura Hip Hop, Wanatta também é arte educador, além de transitar pela performance e o universo da ilustração, conta em seu currículo com participação em festivais, residências e exposições nacionais e internacionais como o festivais Origrales, Meeting of style, Meenting of Favela, Bienal Internacional de Graliti Fine Art , Museu de arte de rua de SP e a Exposição "MURRO- Mostra arte in Minas" Palácio das Artes. Entre suas últimas produções estão aCollab Quebrada Cria com Havaianas Alpargatas e o Cartaz para o filme "Marte 1, fora participações em residências como a "Muvuca de Pretuntu- FAN 2022 , VAC- Verão de Arte Contemporânea em 2023 eo Festival de Cenas Curtas do Galpão Cine Horto BH.MAURICIO BADÉPercussionista pernambucano de consolidada carreira nacional e internacional com quase 30 anos de atuação, nasceu e cresceu num complexo de pequenas comunidades com forte tradição de manifestações populares, como Afoxés, Cocos de Roda, Blocos Afros, Maracatus de Baque Solto ou Nação e Caboclinhos. A partir dessa experiência, começou a trilhar o seu caminho profissional com bandas como ãngaatãnamu e Mestre Ambrósio. Após chegar em São Paulo, fez parte da Orquestra Heartbreakers, Cia Abieié, Abaçaí Cultura e Arte, Coco Seco. Desde então, vem participando de trabalhos com diversos artistas, tendo a oportunidade de trabalhar com Beto Villares, Céu, Itamar Assumpção, Iara Rennó, Luciana Oliveira, Russo Passapusso, Celso Sim, Yaniel Matos, Alessandra Leão, Héloa, Karina Bhur, Criolo, Clarianas, entre outros. Fundou grupos e trabalhos autorais tais como a Batucada Tamarindo, o Grupo Afroelectro e o Bloco Kazunji, mesclando música, dança e performance, além de atuar com criação e performance em espetáculos musicais, de dança e teatro, tais como: Ludus e Histórias da Meia-Noite, de Jorge Garcia; Baile Estelar, de Guga Stroiter; Baderna, de Luis Ferron; Alumeia de Irineu Nogueira; e Pretoperitamar - O Camiho Que Veio dar Aqui, de Anelis Assumpção, Grace Passô e grande elenco.VIC ALVESArtista dançarino das Danças Urbanas (Street Dance), diretor da Laia Cia. de Danças Urbanas e idealizador, professor e diretor do Espaço Laia de Danças Urbanas. Vic Alves é estudante das Danças Urbanas há mais há 20. Teve experiências como dançarino, coreografo, intérprete dançarino em espetáculos cênicos, juntamente com artistas da música, do teatro e de linguagens corporais variadas. Também como preparador corporal para processos criativos. Além das Danças Urbanas, já estudou ballet, contemporâneo e Danças Africanas. Ministra aulas, workshop´s e compõe banca de jurado. Atuou na elaboração e execução de projetos contemplado por editais da Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Belo Horizonte, Rumos Itaú Cultural e Edital de Cultura Urbana do Governo de Minas. Tem experiência como Arte Educador, no trabalho de ensino de dança, para crianças e jovens moradores de áreas de vulnerabilidade social.SANDRA NASCIMENTONa Comunicação, atuou por cerca de 20 anos em redação de veículos de imprensa, com ênfase na área de Cultura. Trabalhou como repórter e editora para a revista Veja, jornal Hoje Em Dia e jornal Super. Profissional contratada para Assessoria de Comunicação e produção de conteúdo digital no Instituto Estadual do Patrimônio Artístico e Cultural de Minas Gerais (Iepha-MG). Foi chefe de Programação AM e FM da Rádio Inconfidência.Como assessora de imprensa, tem entre seus principais trabalhos, o Projeto Grãos da Imagem/Grace Passô/Vaga Carne; a Quixote DO Editoras Associadas (assessoria para lançamentos e criação de conteúdo para redes sociais); o 22o FestCurtasBH da Fundação Clóvis Salgado; duas edições do Festival de Jazz do Café com Letras; CineFoot Mulheres - Festival de filmes com apoio da Organização das Nações Unidas (ONU); o Festival Nacional Dança em Trânsito; o selo Rocinante no Clube de Jazz do Café com Letras; além da assessoria de comunicação para diversos espetáculos nacionais em cartaz na cidade de Belo Horizonte, sendo os últimos “Babilônia Tropical - A Nostalgia do Açúcar” e “Marku Musical”, ambos com estreia nacional no CCBB-BH. Foi uma das idealizadoras do projeto de música e poesia Juntas na Fita (2023), que reuniu nomes como Grace Passô, Nivea Sabino e Erika Machado. Fez parte do júri do Prêmio BDMG Instrumental, prêmio reconhecido em Minas Gerais e no Brasil por sua importância no fomento e na valorização da produção da música instrumental. Integrou ainda a comissão julgadora nas edições de 2007 (presidido por Nelson Ayres), de 2008 (presidida pelo músico Guinga) e de 2009 (presidida por Danilo Caymmi). Atualmente, atua como assessora de Comunicação na Assessoria de Imprensa da APPA - Cultura & Patrimônio. NINA BITTENCOURTSocióloga e produtora cultural, com atuação destacada em projetos de alcance nacional e internacional nas áreas do teatro, cinema e artes integradas.No teatro, integrou a produção do espetáculo SARABANDA, criado em parceria com Grace Passô e Ricardo Alves Jr., inspirado no filme de Ingmar Bergman. Produziu o premiado espetáculo VAGA CARNE, com ampla repercussão crítica e circulação por diversas capitais brasileiras, além de Portugal e Alemanha, integrando também seu núcleo de criação. Produziu os trabalhos FREQUÊNCIA 20.20 e RETROSPECTIVA PRETA, ambos de Grace Passô, com quem colabora também na pesquisa de projetos.Em 2021, produziu a performance FICÇÕES SÔNICAS, exibida na 34ª Bienal de São Paulo, e o espetáculo MARKU MUSICAL (patrocínio CCBB), indicado ao Prêmio Shell na categoria Destaque Nacional. Foi idealizadora e produtora do projeto JUNTAS NA FITA, que promove o encontro entre música e literatura.No cinema, produziu o média-metragem VAGA CARNE, com estreia internacional no Festival de Berlim. Foi diretora de produção dos longas TUDO O QUE VOCÊ PODIA SER e PARQUE DE DIVERSÕES, dirigidos por Ricardo Alves Jr. Coordenou a produção executiva do longa AMORES 1500 (Grace Passô), com lançamento previsto para o próximo ano, e atuou como assistente de produção executiva em A TERRA GASTA (João Dumans), também em fase de finalização.Atualmente, assina a produção do filme doc-fic em fase de desenvolvimento O BARULHO DOS OUTROS; e integra a equipe de produção executiva do longa A PROFESSORA DE FRANCÊS, de Ricardo Alves Jr., em filmagem.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.