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PRONAC 258254Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Amazônia das Mulheres: Vozes, Saberes e Resistências na Floresta

INSTITUTO PHYSIS CULTURA & AMBIENTE
Solicitado
R$ 1,38 mi
Aprovado
R$ 1,38 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Ações Educ-Cult em Humanidades em geral
Enquadramento
Artigo 26
Tipologia
Pesquisas
Ano
25

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2026-01-05
Término
2026-12-31
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

"Amazônia das Mulheres" é um projeto de pesquisa cultural que registra, em acervo fotográfico (cerca de 300 imagens) e conteúdos audiovisuais, as trajetórias de mulheres indígenas, ribeirinhas, quilombolas e urbanas de 15 territórios amazônicos. Através de entrevistas profundas, retratos sensíveis e registros sonoros, a obra revela como essas guardiãs da floresta protegem saberes ancestrais, resistem a ameaças ambientais e constroem alternativas de vida sustentável. O material se ser produzido, com QR codes para microdocumentários e/ou podcasts, será distribuído para 1.500 bibliotecas e escolas públicas. Desenvolvido pelo Instituto Physis em parceria a Cátedra Sustentabilidade da Universidade Federal de São Paulo e com lideranças locais, o projeto gera ferramentas pedagógicas, fortalece redes de solidariedade, destacando o protagonismo feminino na defesa da Amazônia e na construção de um novo paradigma civilizatório.

Sinopse

SINOPSE DOS PRODUTOS – PROJETO "AMAZÔNIA DAS MULHERES"1. ACERVO FOTOGRÁFICO-DOCUMENTALTítulo: "Amazônia das Mulheres: Vozes que Teceram a Floresta"Formato: relatório final impresso cujo texto terá cerca de 300 páginas (capa dura, 21x28 cm) com 150 fotografias em alta resolução, textos bilíngues (português e espanhol) e 20 QR codes para conteúdos extras.Conteúdo: Retrata a vida de 15 mulheres de territórios amazônicos — indígenas, quilombolas, ribeirinhas e urbanas — através de imagens e narrativas sobre resistência, saberes ancestrais e lutas socioambientais. Inclui ensaios de pesquisadores como Zysman Neiman, Juliana Maria de Barros Freire e Andrea Rabinovici.Classificação Indicativa: Livre (com alerta para relatos de violência territorial).2. MINIDOCUMENTÁRIOSTítulo: "Elas São a Floresta" (série de 10 episódios, 5-10 min cada)Formato: Disponível via QR code no livro e no YouTube. Legendas em PT.Conteúdo: Documentários poéticos sobre o cotidiano das mulheres retratadas.Classificação Indicativa: Livre.3. PODCAST NARRATIVOTítulo: "Puxando o Fio: Histórias das Mulheres Amazônidas" (5 episódios de 30 min)Formato: Plataformas de streaming (Spotify, Deezer) com transcrição em PDF.Conteúdo: Paisagens sonoras da floresta misturadas a depoimentos.Classificação Indicativa: Livre.4. WEBSITE INTERATIVOEndereço: www.physis.org.br/amazoniadasmulheresRecursos:Galeria virtual com fotos e vídeos;Mapa interativo dos territórios;Download gratuito dos cadernos pedagógicos.Classificação Indicativa: Livre.

Objetivos

Objetivo Geral:Produção de um acervo de imagens e texto de modo a valorizar, documentar e amplificar as vozes, saberes e práticas de mulheres amazônidas - indígenas, ribeirinhas, quilombolas, extrativistas, urbanas e periféricas - que atuam como protagonistas na proteção de seus territórios e na construção de alternativas sustentáveis, sociais e culturais para a Amazônia contemporânea, e divulgar os conteúdos também por meio de registros fotográficos, audiovisuais e/ou narrativas orais.Objetivos Específicos:Registrar e divulgar narrativas de vida, práticas cotidianas e formas de resistência de mulheres amazônidas através de entrevistas, fotografias, vídeos e ilustrações, para difundir o conhecimento produzido e fomentar o debate sobre gênero, território, justiça climática e direitos humanos;Produzir material multissensorial (com QR codes para vídeos, áudios e mapas digitais) que atue como documento político e instrumento pedagógico;Fortalecer redes de solidariedade, reconhecimento e articulação entre mulheres amazônidas e organizações sociais, ambientais e culturais de outras regiões do Brasil e do mundo, por meio da articulação via redes sociais e pela Plataforma Aliá-r, do Instituto Physis - Cultura & Ambiente;

Justificativa

Relevância Cultural e Urgência HistóricaA Amazônia brasileira, reconhecida como patrimônio socioambiental global, é palco de crises convergentes: desmatamento acelerado, violação de direitos territoriais e apagamento sistemático de suas populações tradicionais. Nesse contexto, as mulheres amazônidas — indígenas, ribeirinhas, quilombolas, extrativistas e urbanas — emergem como guardiãs não apenas da biodiversidade, mas de saberes ancestrais e alternativas civilizatórias. O projeto "Amazônia das Mulheres" se justifica pela necessidade premente de:1) Combater a InvisibilizaçãoApesar de serem as principais gestoras dos territórios (responsáveis por 80% da segurança alimentar nas comunidades, segundo a FAO), suas vozes permanecem marginalizadas nos debates sobre a Amazônia. Documentar suas trajetórias é reparar uma dívida histórica e desconstruir narrativas hegemônicas que as reduzem a vítimas ou coadjuvantes.2) Preservar Memórias AmeaçadasCom o avanço do garimpo, grilagem e mudanças climáticas, saberes transmitidos oralmente por gerações — de manejo agroflorestal a medicina tradicional — estão em risco. O projeto atua como "arca memorialística", registrando esses conhecimentos em formato acessível (livro eaudiovisual).3)Fortalecer a Resistência PolíticaMulheres amazônidas lideram 67% das mobilizações contra a destruição ambiental (dados do Conselho Indigenista Missionário), mas enfrentam violência política e de gênero. Ao amplificar suas estratégias de luta, o projeto as reconhece como sujeitos políticos plenos. Inovação e Abordagem MultidisciplinarO projeto diferencia-se por:- Linguagem Híbrida: Combina fotografia documental, narrativas orais (transcritas com respeito à oralidade), QR codes com vídeos e paisagens sonoras, criando uma experiência imersiva.- Metodologia Participativa: As 15 mulheres retratadas co-criam os conteúdos, assegurando que a representação seja fiel a suas perspectivas. Inclui devolutivas às comunidades.- Abordagem Interseccional: Explora como gênero, raça, classe e território se entrelaçam nas experiências das participantes, revelando padrões de desigualdade e agência transformadora. Impacto Social e EducativoO projeto foi concebido como ferramenta de transformação social através de:- Democratização do Acesso e Formação de Educadores: Distribuição gratuita de todo o acervo produzido para escolas públicas e bibliotecas comunitárias na Amazônia Legal, garantindo que as próprias comunidades retratadas acessem os resultados;- Influência em Políticas Públicas: Os produtos serão encaminhados a órgãos como o Ministério dos Povos Indígenas e o MMA, oferecendo subsídios para políticas com perspectiva de gênero. Sustentabilidade e LegadoAlém dos produtos culturais tangíveis, o projeto deixa legados duradouros:- Rede de Solidariedade: A plataforma digital Aliá-r (do Instituto Physis) manterá o diálogo entre as mulheres retratadas e apoiadoras globais, fomentando trocas econômicas justas (ex.: venda de artesanato);- Banco de Dados Aberto: Todo o acervo (entrevistas, imagens) será disponibilizado para pesquisadores, sob consentimento das participantes, enriquecendo estudos sobre gênero e ambiente;- Replicabilidade: A metodologia poderá ser adaptada para outros biomas (Cerrado, Mata Atlântica), criando um movimento nacional de visibilização de mulheres guardiãs. Conclusão"Amazônia das Mulheres" não é apenas um projeto cultural - é um ato político de reparação epistêmica e ambiental. Ao centrar as vozes femininas como narradoras de suas próprias histórias, desafia hierarquias de poder e oferece alternativas concretas para um desenvolvimento sustentável. Seu potencial de impacto se mede não apenas nos produtos entregues, mas na capacidade de ressignificar o imaginário sobre a Amazônia e suas protagonistas, inspirando novas formas de habitar o planeta.

Estratégia de execução

OUTRAS INFORMAÇÕES RELEVANTES1. PARCERIAS ESTRATÉGICASApoio Institucional: Organizações de Mulheres na Amazônia, Universidades (UFAM - Grupo de Estudos em Gênero e Amazônia, e UNIFESP - Cátedra Sustentabilidade) para validação científica dos conteúdos.Apoio Logístico:Transporte: Parceria com voadeiras comunitárias e pequenas empresas aéreas regionais para acesso a áreas remotas.Hospedagem: Rede de casas de apoio de lideranças locais, reduzindo custos e fortalecendo vínculos. 2. INOVAÇÕES METODOLÓGICASProtocolos Éticos:Consentimento Livre e Esclarecido Dinâmico: Assinatura digital (via app offline) e registro audiovisual de autorizações, respeitando culturas orais.Devolutiva Circular: Cada participante receberá um arquivo digital (pendrive com fotos e entrevistas) durante as expedições.Tecnologia Adaptada:Aplicativo Offline para registro em campo (com georreferenciamento e catalogação automática). 3. SUSTENTABILIDADE PÓS-PROJETOPlataforma de Comercialização:Site permanente para venda de artesanatos, com 100% dos lucros revertidos às comunidades. 4. DADOS DE IMPACTO (PROJEÇÕES)Quantitativo:15 mulheres diretamente retratadas5.000 pessoas alcançadas pela exposição500 escolas com materiais pedagógicos do acervo6. CERTIFICAÇÕES PREVISTASSelos:Carbon Free (compensação de emissões das expedições)Fair Trade (para comercialização de produtos derivados) OBSERVAÇÃO FINAL:Este projeto foi construído em cocriação com as mulheres amazônidas desde 2022, através de 8 encontros preparatórios. Seus depoimentos orientaram toda a estrutura aqui apresentada, garantindo que a proposta não seja "sobre elas", mas feita por e para elas.

Especificação técnica

ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS DOS PRODUTOS – PROJETO "AMAZÔNIA DAS MULHERES"1. ACERVO FOTOGRÁFICO-DOCUMENTALTítulo: "Amazônia das Mulheres: Vozes que Teceram a Floresta"Formato do relatório impresso: 21 x 28 cm (fechado)Páginas: 300 (incluindo capa)Papel: Couchê fosco 150g (miolo) e capa em papelão reciclado com verniz localizadoImpressão: 4 cores (CMYK), 1500 exemplares do relatório para distribuiçao gratuitaRecursos:20 QR codes vinculados a vídeos e podcastsTextos em português (fonte 12pt, alto contraste)Projeto Pedagógico: Inclui glossário de termos indígenas e guia de discussão para escolas 2. MICRODOCUMENTÁRIOSTítulo: "Elas São a Floresta"Formato: Full HD (1920x1080), codec H.264Duração: 10 episódios de 5-10 minutosÁudio: Stereo 2.0 (com opção de descrição sonora)R ecursos:Legendas em PT (arquivo .srt)Disponíveis via streaming (bitrate 8Mbps) 3. PODCAST NARRATIVOTítulo: "Puxando o Fio: Histórias das Mulheres Amazônidas"Formato: MP3 (bitrate 128kbps)Duração: 5 episódios de 30 minutosEstrutura:Abertura com paisagem sonora da floresta (30")Narração principal + depoimentos (20min)Encerramento com chamada para ação (2min)Acessibilidade: Transcrição em PDF com marcação de tempo 4. WEBSITE INTERATIVODomínio: www.physis.org.br/amazoniadasmulheresTecnologias:HTML5/CSS3 (frontend)Player de vídeo com controle de velocidadeMapa georreferenciado (Leaflet.js)DETALHES ADICIONAISSustentabilidade:Tintas vegetais na impressão do relatório com o acervoCertificação FSC para todo material impresso

Acessibilidade

1. ACESSIBILIDADE FÍSICAPara garantir a inclusão nos eventuais eventos presenciais do projeto (lançamentos e oficinas), serão adotadas as seguintes medidas:Espaços acessíveis: Todos os locais de eventos terão:Rampas ou elevadores para cadeirantes;Banheiros adaptados;Piso tátil para pessoas com deficiência visual;Espaços reservados para cadeiras de rodas nas áreas de circulação e plateia.2. ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDOPara assegurar que os produtos do projeto sejam acessíveis a todos os públicos, incluindo pessoas com deficiências sensoriais, serão implementadas:Para o ACERVOO:Audiodescrição: Os QR codes incluirão versões em áudio com descrição detalhada das imagens e gráficos.Para a EXPOSIÇÃO ITINERANTE:Recursos multissensoriais:Áudio-guia com audiodescrição das imagens;Para os VÍDEOS E PODCASTS:Legendas descritivas: Todos os vídeos terão legendas em português.Transcrições textuais: Os podcasts terão versões em PDF para leitura.JUSTIFICATIVA:As medidas acima não apenas cumprem a legislação (Lei Brasileira de Inclusão/2015), mas reforçam o compromisso ético do projeto em garantir que os saberes das mulheres amazônidas cheguem a todos, sem exclusão. A acessibilidade é tratada como eixo transversal, desde a concepção até a distribuição dos produtos.

Democratização do acesso

1. DISTRIBUIÇÃO DOS PRODUTOSAcervo Fotográfico e textos produzidos (QR codes)Distribuição gratuita para:escolas públicas e bibliotecas comunitárias (priorizando municípios com IDH baixo);pontos de cultura, coletivos femininos e organizações indígenas;universidades e pesquisadores em estudos amazônicos.Além disso, todo o conteúdo será também produzido em formato de digital, que estará gratuitamente disponível na página da internet do Projeto, hospedada no site do Instituto Physis - Cultura & Ambiente e no canal on-line da Cátedra Sustentabilidade e Visões de Futuro da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp);Comercialização futura (450 exemplares impressos do texto com fotografias):Preço popular (R$ 150,00, abaixo do custo de produção);Vendas em instituições parceiras e site do projeto, com opção de "compra solidária" (o público pode pagar por exemplares extras para doação).Conteúdos Digitais (vídeos e/ou podcasts) com disponibilização gratuita no site do projeto e plataformas como YouTube e Spotify; 2. MEDIDAS COMPLEMENTARES DE AMPLIAÇÃO DE ACESSOGaleria digital das fotografias;Banco de narrativas em áudio;Materiais pedagógicos para download (PDF acessível). 3. CRITÉRIOS DE PRIORIZAÇÃOPúblicos estratégicos: Escolas públicas, movimentos sociais e Centros de Cultura receberão kits especiais do livro;Licença aberta: Todo conteúdo digital terá licença Creative Commons (exceto imagens com restrições éticas).

Ficha técnica

Coordenação Geral: Zysman Neiman (responsável pela gestão do processo decisório, incluindo atividade técnico-financeira).Possui pós-doutorado em Conservação Ambiental e Sustentabilidade pela Escola Superior de Conservação Ambiental e Sustentabilidade (2024). É Doutor em Psicologia (Psicologia Experimental com pesquisa em Educação Ambiental) (2007), têm passagem pelo programa de doutorado em Ciência Ambiental (2000-2004), é mestre em Psicologia (Psicologia Experimental, com ênfase em Ecologia Comportamental) (1991), Licenciado em Ciências (1986), Licenciado em Biologia (1986), e Bacharel em Ciências Biológicas (1986), todos pela Universidade de São Paulo (USP). Atualmente é Pesquisador e Professor Titular do Departamento de Ciências Ambientais da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), e Coordenador da Cátedra "Sustentabilidade e Visões de Futuro", com aposentadoria já aprovada e que será iniciada em 2025. Na Unifesp foi coordenador (2014-2016) e atua como professor no curso de Bacharelado em Ciências Ambientais e de Licenciatura Plena em Ciências, é pesquisador e professor do Programa de Pós-Graduação em Análise Ambiental Integrada - PPGAAI, e participou do Programa de Pós-Graduação em Ensino de Ciências e Matemática - PECMA, todos no campus Diadema da Unifesp. Foi Coordenador do Curso de Pós-Graduação lato sensu em Educação Socioambiental e Sustentabilidade (Unifesp), e Coordenador do Comitê de apoio à implantação do Instituto das Cidades - Unifesp câmpus Zona Leste (2017-2019). Teve grande atuação como Educador no Ensino de Ciências e Biologia (1985-1996). Foi Professor Adjunto da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) lotado no Centro de Ciências e Tecnologias para a Sustentabilidade (CCTS), onde coordenou o Laboratório de Ecologia, Percepção e Educação Ambiental - LEPEA. Foi Vice-Coordenador, docente e pesquisador do Programa de Pós-Graduação em Sustentabilidade na Gestão Ambiental - PROSGAM-UFSCar. Também atuou no Programa de Pós-Graduação em Educação do CCTS - UFSCar e é colaborador do Programa de Pós-Graduação em Conservação da Biodiversidade e Desenvolvimento Sustentável da Escola Superior de Conservação Ambiental e Sustentabilidade (ESCAS) e do Programa de Pós-Graduação em Movimento Social e Participação Política, na Escola de Humanidades, Artes e Ciências da Universidade de São Paulo (ProMuSPP-EACH-USP). Atua como membro do núcleo de pesquisa do Observatório de Parcerias em Áreas Protegidas - OPAP. Foi Membro do Comitê Interinstitucional de Educação Ambiental do Estado de São Paulo (CIEA-SP), do Fórum Brasileiro de Mudança do Clima (FBMC), do Grupo de Trabalho Intersecretarial, para a elaboração do PMEA Plano Municipal de Educação Ambiental da cidade de São Paulo, e da Comissão Municipal para os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) de São Paulo. É ponto Focal do Grupo de Trabalho da Sociedade Civil para a Agenda 2030 (GTSC A2030). É Presidente do Conselho Curador do Instituto Physis - Cultura Ambiente. Foi um dos redatores do Tema Transversal "Meio Ambiente", dos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN) para o Ensino Fundamental do MEC (1998). É Editor Chefe da Revista Brasileira de Educação Ambiental e autor de diversos livros na área de Ecologia, Educação, Meio Ambiente e Sustentabilidade, dentre as quais "Amazônia das Crianças - Guia de Navegação", obra que será utilizada nas orifivas do presente projeto. Coordenação Administrativa: Ruth GoldbergMestranda em Mudança Social e Participação Política pela Escola de Artes, Ciências e Humanidades da Universidade de São Paulo (EACH - USP), Formada em Terapia Ocupacional (USP), com especialização em Saúde Pública (USP) e Gestão de Entidades sem Fins Lucrativos (FGV-SP) e MBA em Gestão e Empreendedorismo Social (FIA-FEA USP). Profissional com mais de 30 anos de experiência atuando na interface entre o terceiro setor, a iniciativa privada e a esfera governamental. Atuação na gestão de organizações sem fins lucrativos, na área de cidadania e sustentabilidade em empresas, consultoria para grande, medias e pequenas corporações, transitando como profissional e voluntária em iniciativas relevantes para o país, nos campos da sustentabilidade, governança, responsabilidade social, direitos humanos, investimento social privado e investimento social familiar. Atualmente é Diretora de Projetos da Fundação Fernando Henrique Cardoso e Diretora Presidente do Instituto Physis - Cultura & Ambiente.Coordenação do trabalho de Campo: Juliana Maria de Barros Freire Diretora administrativa do Instituto Physis Cultura e Ambiente. É Mestre em Ciências com ênfase em Análise Ambiental Integrada pela Universidade Federal de São Paulo. Possui graduação em Direito e é Sócia da empresa Cikla – Desenvolvimento e Conteúdo em Sustentabilidade Ltda., e da Barros Freire Advogados. Foi colaboradora do Instituto de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá na elaboração de projetos em comunidades na Amazônia. Atualmente é doutoranda no Programa de Pós-Graduação em Mudança Social e Participação Política – EACH-USP, desenvolvendo, desde 2015, pesquisas com experiências de sociobioeconomia dos povos da floresta, durante as quais teve oportunidade de se aproximar e conhecer o território amazônico. Em 2024 percorreu as principais capitais da Amazônia brasileira já desenvolvendo as jornadas de formação do Projeto Amazônia das Crianças.Coordenação de Comunicação: Mara PradoGraduada em Jornalismo, especializou-se em Governo e Poder Legislativo pela UNESP. Atua há 30 anos na área de comunicação e há 20 anos em política e meio ambiente com experiência nos poderes Legislativo (Assembléia Legislativa de SP e Câmara Municipal de São Paulo, onde foi chefe de gabinete) e Executivo como diretora de departamento de comunicação e gestora de equipe na Secretaria Estadual do Meio Ambiente. Possui experiência como docente em cursos técnicos e universitários de graduação em Jornalismo, Publicidade e Propaganda, Rádio e TV. Também faz consultoria de comunicação, gestão e desenvolvimento de projetos no terceiro setor, planejamento estratégico de comunicação institucional, assessoria de imprensa e Media Training. Acumula ainda experiência em emissoras de Rádio e TV como jornalista, produtora, roteirista e diretora de projetos especiais.Cordenação Científica: Andrea RabinoviciÉ Cientista social, com ênfase em antropologia (Universidade Estadual de Campinas, Unicamp), Especialista em Turismo Ambiental (Serviço nacional do Comércio, Senac-SP), Mestra em Ciência Ambiental (Universidade de São Paulo, USP) e Doutora em Ambiente e Sociedade (Unicamp). Pós-doutora em Memória Social na Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro, a Unirio. Na Universidade Federal de São Paulo, Unifesp é pesquisadora e docente do Departamento de Ciências Ambientais e do Programa de Pós-Graduação em Análise Ambiental Integrada. É Co-coordenadora da Cátedra Sustentabilidade e foi vice-reitora, pró-reitora de assuntos estudantis e chefe de gabinete. Tem livros e artigos publicados nas áreas de pesquisa, que estão na interface das ciências sociais, meio ambiente, turismo e museologia, com temas variados tais como ambientalismo, Organizações Não Governamentais, processos participativos, populações tradicionais, turismo de base comunitária, áreas protegidas, inclusão social e educação ambiental.Com o tema de Museus Orgânicos tem atuado desde 2022 e publicou 2 artigos científicos, tem outro submetido, tem 2 capítulos de livro sobre o assunto aceitos, um deles em livro internacional. Tem projetos de extensão com mulheres artesãs tradicionais do Cariri cearense, para o qual angariou recursos da União Europeia, por meio de edital, junto ao Instituto Physis.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.