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Pretende-se realizar a 3ª edição do projeto "O Foco é: Gestão, Produção e Elaboração de Projetos Culturais pelas Mesorregiões de Mato Grosso do Sul", a fim de capacitar jovens artistas e produtores culturais, com idades entre 15 e 29 anos. O público-alvo inclui lideranças de grupos, coletivos e movimentos sociais ligados às culturas indígenas, quilombolas, de matriz africana, populares e folclóricas, de rua, urbanas e periféricas, LGBTQIAPN+ e pessoas com deficiência. Como ação complementar, o projeto oferecerá mentoria para o acompanhamento dos projetos que serão desenvolvidos durante o curso. Todas as ações serão gratuitas.
Segue abaixo uma breve descrição dos módulos que serão desenvolvidos no projeto O Foco é: Gestão, Produção e Elaboração de projetos culturais. MÓDULO I - GESTÃO CULTURAL Quando falamos da palavra gestão? O que é que lhe vem à cabeça? A origem da palavra gestão (etimologia) deriva do latim gestio, onis, com o sentido de ação de gerir, de administrar. Ela vem do latim gestio, “ato de administrar, de gerenciar”, de gerere, “levar, realizar”. No dicionário: Ação de gerir, de administrar, de governar ou de dirigir negócios públicos ou particulares; administração. Função ou exercício da pessoa responsável pela administração; gerência. Período em que um político exerce o seu mandato: o governo atual culpa a gestão anterior. A gestão está ligada à área administrativa, mas nem por isso, condicionada ou exclusiva de ações no campo de exatas, muito pelo contrário, está transversalmente ligada à várias áreas afins. Em quais áreas podemos supostamente atuar com a gestão? Gestão de carreira – Gestão de empresas – Gestão de projetos – Gestão de espaços culturais – Gestão financeira – Gestão de Marketing – Gestor de logística – Gestão ambiental – Gestão de negócios – Gestão Pública etc. MÓDULO II - ELABORAÇÃO DE PROJETOS O que é um projeto? Todo mundo faz projeto desde aqueles que sonharam em colocar o pé na lua até os que sonham em se casar, em escrever um livro e/ou plantar uma árvore. Projeto (cultural) é uma série de procedimentos definidos no tempo, com princípio, meio e fim, relacionados a um objetivo e que vai gerar um resultado, output, saída, produto, claramente identificável em termos de custos, prazos e qualidade. A proposta resultante do processo de planejamento, na qual se comunica todas as características do produto cultural. Uma organização transitória, que compreende uma sequência de atividades dirigidas à geração de um produto singular em um tempo dado. Um esforço temporário empreendido para criar um produto, serviço ou resultado exclusivo. Um projeto é, basicamente, a descrição dos recursos e dos passos necessários para se alcançar um determinado objetivo. Quais as qualidades que um elaborador de projeto deve ter? Gostar de ler, de escrever e de pesquisar. Ser/estar curioso. Se interessar por legislação (Marcos Legais: Constituição Federal, ONU, Unesco, Lei(s) Federal, Estadual e Municipal de cultura) MÓDULO III - PRODUÇÃO CULTURAL As produções culturais estão cada vez mais diversificadas, principalmente, viabilizadas por meio das leis de incentivo à cultura, patrocínio coletivo, direto, entre outras formas de captação de recursos, que tem contribuído com a realização desses eventos no País. Essa realidade gera uma demanda no mercado por um profissional que saiba como realizar a produção e gestão desses eventos culturais, dando atenção as suas especificidades e objetivos. Por isso, é primordial que o produtor de eventos culturais esteja sempre atento a esse cenário e saiba como planejar, organizar e acompanhar todas as etapas da realização de um evento cultural, desde a pré-produção até a finalização. Em seu sentido mais amplo, a palavra evento envolve pessoas tanto na sua organização e preparação quanto na participação propriamente dita. É uma forma efetiva de integração de ideias, conceitos e conhecimentos.
Objetivo Geral: Realizar o curso O Foco é: Gestão, Produção e Elaboração de projetos culturais com o intuito de capacitar jovens artistas/produtores de 15 a 29 anos, líderes de grupos ligados às culturas indígenas, quilombolas e de matriz africana, popular e folclórica, de rua, urbana e periférica, LGBTQIAPN+ e pessoas com deficiência, das 05 mesoregiões do estado de Mato Grosso do Sul, mais especificamente das cidades de Campo Grande, Dourados, Corumbá, Três Lagoas e Coxim em áreas técnicas importantes para a profissionalização da cena artística e cultural do Estado. Objetivos Específicos: - Capacitar 150 jovens artistas/produtores de 15 a 29 anos nas áreas técnicas da gestão, produção e elaboração de projetos culturais, durante 12 meses, prazo de realização do projeto; - Realizar o curso o Foco é: gestão, produção e elaboração de projetos culturais com 140 horas de duração; sendo 60 horas em Campo Grande (divididas em 03 módulos) e 20 horas em cada cidade do interior do Estado: Dourados, Corumbá, Três Lagoas e Coxim; - Atender às 05 mesoregiões de Mato Grosso do Sul, contemplando as cidades de Campo Grande, Dourados, Corumbá, Coxim e Três Lagoas; - Mobilizar coletivos de artistas, líderes de grupos de movimentos sociais ligados às culturas indígenas, quilombolas e de matriz africana, popular e folclórica, de rua, urbana e periférica, LGBTQIAPN+ e pessoas com deficiência;
A experiência de mais de 12 (doze) anos da Associação Arado Cultural em gestão, produção, elaboração e captação de recursos na área da cultura motivou a equipe de produtores para a apresentação deste projeto de capacitação de jovens artistas/produtores, líderes de grupos, de coletivos e de movimentos sociais em início de carreira na área socio-artístico-cultural do estado de Mato Grosso do Sul. Na carteira de projetos da Arado Cultural estão várias realizações na área da dança, principalmente, entre eles, o Festival Dança Três, a Cerrado Abierto - Mostra de Danças Contemporâneas - , o Dancidades _ Dança e Cidadania, contemplados em editais nacionais como Prêmio Funarte de Dança Klauss Vianna, Edital Rumos Itaú Cultural, Edital Iberescena, entre outros. Esse percurso fez com que os produtores observassem uma grande carência de capacitações/formações na área técnica, principalmente para produtores e artistas iniciantes, para os quais existem recursos na área cultural por meio dos editais públicos e de empresas privadas e dos quais tem pouco ou nenhum acesso. Mesmo sabendo da existência de inúmeros cursos na área da gestão, produção e elaboração de projetos, disponíveis na internet, principalmente, a equipe da Arado observa que esses materiais não chegam a quem realmente precisa, pois o conteúdo na maioria dos casos, é extremamente técnico e com metodologias excludentes, que não avaliam as particularidades/potências de cada contexto e generalizam a feitura de cada projeto. Como estratégia, de acesso, divulgação e alcance do público-alvo, o projeto fará uma parceria com a CUFA _ Central Única das Favelas de Mato Grosso do Sul para sensibilização desses jovens a fim de que possam vislumbrar caminhos para a realização de seus projetos e que tenham acesso ao curso. Além disso, o curso será realizado de maneira presencial e disponibilizará ajuda de custo para os interessados que residem nas cidades do interior de Mato Grosso do Sul, para participarem dos módulos do curso que acontecerão em Campo Grande. A ajuda de custo é para hospedagem, alimentação e translado das cidades dos residentes até a capital sulmatogrossense. O projeto disponibilizará material didático, específico sobre as temáticas, produzido para que os participantes possam ter acesso aos conteúdos, registrar suas questões, comentários e anotações, construindo junto com os orientadores, o seu conhecimento, personalizando o material em uma espécie de apostila/caderno/diário. Como contrapartida, o projeto oferecerá 20 horas de mentoria no modo online para que os participantes possam conversar e tirar dúvidas sobre suas propostas. Portanto, o objetivo do projeto é capacitar e profissionalizar um grupo de aproximadamente 150 jovens artistas/produtores entre 15 a 29 anos, líderes de grupos, de coletivos e de movimentos sociais ligados às culturas indígenas, quilombolas e de matriz africana, popular e folclórica, de rua, urbana e periférica, LGBTQIAPN+ e pessoas com deficiência do estado de Mato Grosso do Sul e instrumentalizá-los para a gestão de seus grupos, coletivos e movimentos sociais, para a produção de eventos e elaboração de projetos e assim proporcionar que mais pessoas acessem os recursos nas áreas sociais e da cultura. É certo que isso contribuirá para o desenvolvimento sociocultural de agentes, produtores e artistas de Mato Grosso do Sul, já que muitos desses jovens atuam em bairros periféricos, comunidades, grupos e coletivos que trabalham diretamente com projetos socioculturais. Com isso, haverá também um impacto econômico pois os recursos, passarão a chegar, num futuro breve, em mais pessoas, que por estarem fora do eixo de produção mais efervecente tem menor acesso aos recursos. Dessa forma o projeto atende aos requisitos do Art. 1° do Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a:I. contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II. promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III. apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;IV. proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;V. salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;VI. preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro;VII. desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações;VIII. estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;IX. priorizar o produto cultural originário do País. Bem como, o Art. 3º que prevê: Para o cumprimento das finalidades expressas no art. 1º desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão os seguintes objetivos:I - incentivo à formação artística e cultural, mediante:a) concessão de bolsas de estudo, pesquisa e trabalho, no Brasil ou no exterior, a autores, artistas e técnicos brasileiros ou estrangeiros residentes no Brasil;d) estímulo à participação de artistas locais e regionais em projetos desenvolvidos por instituições públicas de educação básica que visem ao desenvolvimento artístico e cultural dos alunos, bem como em projetos sociais promovidos por entidades sem fins lucrativos que visem à inclusão social de crianças e adolescentes; (Incluída pela Lei nº 14.568, de 2023)IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos;V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante:b) contratação de serviços para elaboração de projetos culturais;c) ações não previstas nos incisos anteriores e consideradas relevantes pelo Ministro de Estado da Cultura, consultada a Comissão Nacional de Apoio à Cultura. (Redação dada pela Lei nº 9.874, de 1999)
Histórico das edições anteriores A primeira edição do curso O Foco é: gestão, produção e elaboração de projetos culturais foi realizada presencialmente, nos meses de fevereiro e março de 2021. Anterior ao curso, como meio de atrair mais jovens, organizamos uma live com o tema "A Cultura e a arte no processo de desenvolvimento da cidade", pela plataforma Zoom. O projeto foi pensado para atingir um público de jovens artistas/produtores em início de carreira de comunidades dos bairros da cidade, líderes de grupos, coletivos e de movimentos sociais, bem como de pessoas ligadas às ações afirmativas, LGBTQIAPN+, pessoas negras, quilombolas e de matriz africana, representantes da cultura indígena, popular e folclórica, de rua, urbana e periférica e pessoas com deficiência. Recebemos 108 inscrições por meio do envio/recebimento de formulário do google amplamente divulgado em campanha nas redes sociais, Instagram e Facebook, distribuição de release para a imprensa escrita, falada e televisada, envio de mensagens de WhatsApp em grupos de comunidades, e pelo boca-a-boca entre as pessoas interessadas. Selecionamos 30 pessoas e destas 22 pessoas concluiram todos os módulos. O público diretamente atingido pelo projeto foi de 54 pessoas, sendo 29 no curso e 25 na Live. 11 pessoas trabalharam diretamente na produção/realização do curso e 15 pessoas indiretamente. Fato relevante foi que o grupo permaneceu durante todo o período no local de realização, pois proporcionamos lanches pela manhã e tarde e refeição no almoço, dadas as condições desfavoráveis de alguns relacionadas à distância entre suas residências e o local de realização do curso. Destacamos abaixo alguns comentários: "Achei a metodologia muito boa. Já colocamos a mão na massa e isso é importantíssimo pra aprender e fixar os conteúdos. O espaço foi muito bem aproveitado também e as conversas fluíram." "... há tempos não sentia meu coração vibrando de felicidade, há tempos não acreditava que projetar algo pro futuro era possível. ... Meu coração e mente estão fervorosos e acredito que o curso será apenas o início de uma trajetória cultural. Parabéns mais uma vez!" "Equipe preparadíssima! Alto nível! Muito amor pela causa e pelo trabalho." Link com registro videográfico desta edição: https://drive.google.com/file/d/1quG6oDc1Z7t0PYN-8nzsYXTOBqrNB4D3/view?usp=sharing A segunda edição aconteceu no modo on-line: O FOCO É MODO ON: curso + mentoria coletiva + mentoria individual. Foram 8 encontros de 3 horas, sendo 7 encontros de curso + 1 encontro de mentoria coletiva, pela plataforma Zoom. Link com os portfólios dos ministrantes/coordenadores do curso: https://drive.google.com/file/d/104MUXTOx26bK5HHwNRs-2vjmUlgmAtEx/view?usp=sharing
Curso: Gestão Cultural, Produção e Elaboração de Projetos Culturais Carga horária total: 140 horas Modalidade: presencial Público-alvo: jovens artistas/produtores entre 15 a 29 anos, líderes de grupos, de coletivos e de movimentos sociais ligados às culturas indígenas, quilombolas e de matriz africana, popular e folclórica, de rua, urbana e periférica, LGBTQIAPN+ e pessoas com deficiência. Objetivo Geral: Capacitar jovens artistas/produtores entre 15 a 29 anos, para a gestão, produção e elaboração de projetos culturais, promovendo o desenvolvimento de habilidades técnicas, estratégicas e criativas que contribuam para fortalecer suas ações e suas comunidades. Objetivos Específicos: Apresentar conceitos fundamentais de gestão cultural e suas aplicações práticas;Desenvolver habilidades na elaboração de projetos culturais, incluindo planejamento, orçamento e documentação;Capacitar os participantes na organização e produção de eventos culturais, considerando logística, equipe e recursos;Orientar sobre estratégias de captação de recursos, parcerias e financiamento de projetos culturais;Promover o uso de ferramentas de comunicação e divulgação para ampliar o alcance e impacto dos projetos;Estimular a troca de experiências e o fortalecimento de redes entre jovens artistas e agentes culturais de diferentes comunidades. Justificativa: A juventude brasileira, especialmente na faixa etária de 18 a 29 anos, representa uma parcela significativa da população economicamente ativa, criativa e empreendedora. No entanto, muitos jovens ainda enfrentam barreiras no acesso à formação profissional, especialmente em áreas da economia criativa e da cultura — setores que, apesar do grande potencial de crescimento, ainda carecem de políticas contínuas de formação, fomento e inclusão. O campo da gestão e produção cultural, assim como a elaboração de projetos culturais, exige conhecimentos técnicos específicos e atualizados sobre políticas públicas, legislação, captação de recursos e metodologias de planejamento e execução. Tais competências são pouco exploradas nas formações tradicionais e, ao mesmo tempo, são essenciais para que jovens possam acessar oportunidades nos editais de fomento, nas leis de incentivo e em iniciativas da economia criativa. Além disso, o fortalecimento de agentes culturais jovens contribui diretamente para a diversificação das vozes e narrativas nos espaços culturais, promovendo a inclusão de periferias, juventudes negras, indígenas e LGBTQIAPN+ no circuito cultural formal. Este projeto pedagógico justifica-se pela necessidade urgente de democratizar o conhecimento sobre a gestão cultural, de modo a empoderar jovens a transformarem ideias em ações culturais viáveis, sustentáveis e de impacto social positivo. Ao capacitá-los em gestão, produção e elaboração de projetos, ampliamos seu repertório técnico, suas possibilidades de atuação profissional e sua autonomia criativa. Além do desenvolvimento técnico, o curso também favorece a formação cidadã, o senso de pertencimento e o fortalecimento de redes colaborativas nos territórios onde esses jovens atuam. Portanto, investir na formação de jovens em gestão e produção cultural é investir na renovação do setor cultural com protagonismo juvenil, inovação e justiça social. Conteúdo programático 1. Gestão Cultural Introdução à cultura e seus conceitos;Cultura, identidade e território;História da gestão cultural no Brasil;Panorama da cultura brasileira e políticas públicas. 2. Elaboração de Projetos CulturaisO que é um projeto cultural?Estrutura básica: título, justificativa, objetivos, atividades, cronograma e orçamento;Adequação do projeto ao edital;Redação técnica e argumentativa;Exercícios práticos com análise de editais reais. 3. Produção Cultural O papel do produtor cultural;Etapas da produção: pré-produção, execução e pós-produção;Montagem de equipe e definição de funções;Cronograma, orçamento e prestação de contas;Gestão de eventos e infraestrutura técnica. Critério de seleção: Faixa Etária: Jovens entre 15 e 29 anos; Vinculação às ações afirmativas: estar ligado a grupos sociais prioritários, como negros, indígenas, pessoas com deficiência, LGBTQIAPN+, populações em situação de vulnerabilidade social, entre outros; Residir no estado de Mato Grosso do Sul; Motivação e interesse na área cultural: apresentar uma carta de motivação que demonstre interesse pela área cultural e pelo desenvolvimento de projetos culturais; Comprometimento com o curso: participação ativa durante o curso e disposição para aplicar os conhecimentos adquiridos em projetos culturais na comunidade. Metodologias de ensino: - Aulas expositivas dialogadas - Estudos de caso - Oficinas práticas - Análise de editais reais -Desenvolvimento colaborativo de projetos - Leitura e discussão de textos base - Simulação de apresentação de projetos para a turma. Material didático: Apostila sobre as temáticas, produzida para que os participantes possam ter acesso aos conteúdos, registrar suas questões e comentários, construindo, junto com os orientadores, o seu conhecimento, personalizando o material, em uma espécie de apostila/caderno/diário. Ministrantes: Nome: Marcos Flávio de Mattos Bezerra Breve currículo: Bacharel e Licenciado em Educação Física pela UCDB. Pós-graduado em dança pela Universidade Católica Dom Bosco. Mestrando em Administração e Controladoria com enfase em Gestão Cultural. Foi diretor e gestor da Cia. Dançurbana, companhia de dança existente de 2002 a 2023. É integrante do Conectivo Corpomancia, eixo colaborativo de artistas. Produtor, idealizador e curador dos seguintes festivais de dança: Cerrado Abierto- Mostra de danças contemporâneas, Festival Dança Três, Dancidades: Dança e cidadania e Urbandance, pela produtora Arado Cultural. É coordenador geral das atividades da Casa de Ensaio. Ministrante do Curso “Dramaturgias em dança” pelo Sesc Nacional. Integrante do Fórum Nacional de Dança, representando Mato Grosso do Sul. Nome: Renata Wilwerth Leoni Breve currículo: É artista da dança, produtora e gestora cultural em Campo Grande, capital do Mato Grosso do Sul. Pós-graduada em dança pela Universidade Católica Dom Bosco (2010) em Campo Grande. Desenvolve trabalhos de elaboração de projetos e produção executiva na associação de produtores Arado Cultural a partir de Campo Grande. Foi gerente do Núcleo de Dança da Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul (2007-2010) e gestora também na Secretaria Municipal de Cultura e Turismo de Campo Grande, na gerência do Fundo Municipal de Investimentos Culturais (2017-2019). Coordenou o XII Seminário de Dança da 36 edição do Festival de Dança de Joinville, com o Tema “A Dança da Rede – As Redes da Dança” (2018). Nome: Roberta Siqueira Breve currículo: Graduada em Administração e pós-graduada em dança pela Universidade Católica Dom Bosco (2010) em Campo Grande (MS). Artista da dança e produtora cultural em Campo Grande (MS). Foi bailarina da Ginga Cia de Dança de 1986 a 1994. Integra o Conectivo Corpomancia, eixo colaborativo de artistas e a equipe da Cia Dançurbana. Foi membro da comissão executiva do Colegiado Setorial Municipal de Dança de Campo Grande (MS) e gestora financeira do Centro de Arte, Educação, Cultura, Social e Meio Ambiente – Casa de Ensaio. Tem experiência em elaboração e gestão financeira de projetos, especialmente, e captação de recursos. Junto a Arado Cultural é idealizadora e curadora dos seguintes festivais de dança: Cerrado Abierto Mostra de danças contemporâneas, Festival Dança Três, Dancidades: Dança e cidadania, desde 2012. Compôs a equipe do espetáculo “Procedimento #6” como produtora executiva, que circulou pelo Palco Giratório do SESC em 2024.
Produto CURSO/OFICINA/CAPACITAÇÃO: I - MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO:As ações explicitadas no plano de trabalho para a terceira edição do O Foco é: Gestão, Produção e Elaboração de projetos culturais, serão realizadas em espaços distintos conforme a disponibilidade e parcerias com as cidades escolhidas para realização das ações formativas. Os espaços serão direcionados pela gestão pública de cada localidade e de acordo com a Lei de Acessibilidade nº 10.098, de 2000, é obrigação do estado assegurar a acessibilidade de todas as pessoas em lugares públicos. Mesmo assim, a equipe do projeto se compromete junto aos parceiros locais, escolher espaços físicos acessíveis que tenham rampas de acesso, banheiros adaptados para pessoas com deficiência e uma sala confortável para a realização do curso. II - MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO COMUNICACIONAL E DE CONTEÚDO: As ações do projeto terão como medida de acesso ao conteúdo um intérprete de libras à disposição, a partir das necessidades identificadas nas fichas de inscrições, que serão encaminhadas por e-mail; Será priorizado o exercício da auto-descrição por parte dos artistas envolvidos e de seus participantes; Para pessoas com deficiência intelectual e autistas: monitoria especializada inclusiva ao longo das atividades com uso de “Linguagem Simples” (recurso da acessibilidade cognitiva, criado para facilitar a comunicação das pessoas com deficiência intelectual); Serão disponibilizadas cadeiras na primeira fileira para pessoas com TEA e seu acompanhante em locais com iluminação amena, menos barulho ou aglomerações; Disponibilização de protetores auriculares ou fones de ouvido para diminuição de ruído para pessoas com TEA. III - MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO DE COMUNICAÇÃO E DIVULGAÇÃO ACESSÍVEIS: A divulgação das ações do projeto nas redes sociais e em demais veículos eletrônicos priorizará legendas e interpretação em libras; Adesão a campanha #pracegover.
As ações do projeto serão realizadas em 05 mesoregiões do estado de Mato Grosso do Sul, oficinas com carga horária de 20 horas, em cada cidade contemplada, descentralizando as ações para além da capital. Em Campo Grande, capital de Mato Grosso do Sul, a ação formativa será dividida em 03 módulos de 20 horas cada, sempre aos finais de semana, para facilitar a participação dos interessados. Serão selecionados 20 jovens artistas/produtores de cidades do interior de MS e 10 de Campo Grande. Os inscritos que não residirem em Campo Grande receberão uma ajuda de custo para financiar as passagens, hospedagem e alimentação, para participarem dos três módulos. Implementamos esta ação pensando no perfil do público que o projeto irá atender, tendo em vista os diferentes contextos dos jovens artistas/produtores. Além disso, o projeto disponibilizará 20 horas de mentoria online para tirar dúvidas relacionados as temáticas que foram abordadas durante o curso. Todas as ações do projeto serão oferecidas gratuitamente. Além disso, informamos as medidas de ampliação do acesso conforme artigo 47 da IN 23/2025, que serão adotadas: II - oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos, incluindo os seus acompanhantes;V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições e oficinas;VI - realizar ação cultural voltada para crianças, adolescentes, jovens e seus educadores;VIII - estabelecer parceria visando à formação de agentes culturais em iniciativas financiadas pelo poder público;IX - oferecer bolsas de formação, inserção e difusão para o mundo do trabalho em cultura voltadas para a pesquisa e a qualificação técnica, artística e cultural, que alcancem públicos prioritários e vulneráveis.
FICHA ARTÍSTICA E TÉCNICA Nome: Associação Arado Cultural Função: Coordenação Geral Breve Curriculo: Formalizada em 2012, a ARADO CULTURAL é uma associação de artistas produtores de dança de Campo Grande, que atua desde 2009 na produção, elaboração e gestão de projetos culturais. Realiza ações que fomentam e disseminam as artes cênicas em geral, sobretudo a dança e está apta a oferecer soluções que ampliem o acesso a cultura e que garantam retorno à empresas comprometidas com a responsabilidade sócio-cultural, para o artista e o público. Nome: Marcos Flávio de Mattos Bezerra Função: Coordenação pedagógica e Ministrante de curso Gênero: Homem Cisgênero Gay Breve currículo: Bacharel e Licenciado em Educação Física pela UCDB. Pós-graduado em dança pela Universidade Católica Dom Bosco. Mestrando em Administração e Controladoria com enfase em Gestão Cultural. Foi diretor e gestor da Cia. Dançurbana, companhia de dança existente de 2002 a 2023. É integrante do Conectivo Corpomancia, eixo colaborativo de artistas. Produtor, idealizador e curador dos seguintes festivais de dança: Cerrado Abierto- Mostra de danças contemporâneas, Festival Dança Três, Dancidades: Dança e cidadania e Urbandance, pela produtora Arado Cultural. É coordenador geral das atividades da Casa de Ensaio. Ministrante do Curso “Dramaturgias em dança” pelo Sesc Nacional. Integrante do Fórum Nacional de Dança, representando Mato Grosso do Sul. Nome: Renata Wilwerth Leoni Função: Coordenação de comunicação Gênero: Mulher Cisgênero Currículo: É artista da dança, produtora e gestora cultural em Campo Grande, capital do Mato Grosso do Sul. Pós-graduada em dança pela Universidade Católica Dom Bosco (2010) em Campo Grande. Desenvolve trabalhos de elaboração de projetos e produção executiva na associação de produtores Arado Cultural a partir de Campo Grande. Foi gerente do Núcleo de Dança da Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul (2007-2010) e gestora também na Secretaria Municipal de Cultura e Turismo de Campo Grande, na gerência do Fundo Municipal de Investimentos Culturais (2017-2019). Coordenou o XII Seminário de Dança da 36 edição do Festival de Dança de Joinville, com o Tema “A Dança da Rede – As Redes da Dança” (2018). Nome: Roberta Siqueira Função: Coordenação de produção e Ministrante de curso Gênero: Mulher Cisgênero Currículo: Graduada em Administração e pós-graduada em dança pela Universidade Católica Dom Bosco (2010) em Campo Grande (MS). Artista da dança e produtora cultural em Campo Grande (MS). Foi bailarina da Ginga Cia de Dança de 1986 a 1994. Integra o Conectivo Corpomancia, eixo colaborativo de artistas e a equipe da Cia Dançurbana. Atuou recentemente no espetáculo “Cavucada – a festa não serão amanhã” da Cia Dançurbana. Foi membro da comissão executiva do Colegiado Setorial Municipal de Dança de Campo Grande (MS) e gestora financeira do Centro de Arte, Educação, Cultura, Social e Meio Ambiente – Casa de Ensaio. Tem experiência em elaboração e gestão financeira de projetos, especialmente, e captação de recursos. Junto a Arado Cultural é idealizadora e curadora dos seguintes festivais de dança: Cerrado Abierto Mostra de danças contemporâneas, Festival Dança Três, Dancidades: Dança e cidadania, desde 2012. Compôs a equipe do espetáculo “Procedimento #6” como produtora executiva, que circulou pelo Palco Giratório do SESC em 2024. Nome: Maura Menezes Função: Produtora Gênero: Mulher Cisgênero Curriculo: Graduanda Psicologia na Faculdade Unigran Capital Interprete Criadora da Cia Dançurbana desde 2008 e integrante do coletivo de mulheres Coletivo FEMME; Participou do Grupo Expressão de Rua durante 05 anos. Coordenou a Casa de Arte Dançurbana por 3 anos. Dançou nos Espetáculos: Urbanóides (2008), Plágium?(2009), 5 Minutos, Cia. Dançurbana e Coletivo Corpomancia,4ª Mostra SESC Terena de Artes (2010), Subversivos (2010) e Singulares (2012) Espetaculo de Passagem (2016) Espetaculo Poracê (2017). Participando de festivais, como Festival de Inverno de Bonito, e Festival America do Sul. Participou de festivais competitivos como, MS Street Dance Fest e Festival Internacional de HIP Hop de Curitiba, recentemente participou de duas turnês a nível nacional SESC Amazônia das Artes (2012), Palco Giratório (2014) realizado pelo SESC e Espetáculo De Passagem (2015), Mostra Brasileira de Dança de Recife (2015), ministrou oficinas para crianças e adolescentes de Danças Urbanas no Projeto Social DOCA. Hoje realiza açõesna produção de eventos culturais no Estado de Mato Grosso do Sul pela produtora Arado Cultural, Ministra aulas de Danças Urbanas no Projeto Social Happy Hop realizado pelo Projeto Coletivo. Nome: Juveirce Christiane Medeiros Ramos Condi Gênero: Mulher Cisgênero Função: Intérprete de Libras e consultora Breve currículo: Atualmente é Intérprete de Libras pela Subsecretaria Municipal de Direitos Humanos (SDHU) de Campo Grande (MS) no Centro Municipal de Interpretação de Libras (atendimento da pessoa surda em várias esferas, municipal, estadual e federal). Em 2022 atuou como professora acadêmica da disciplina de Libras (UEMS) no curso de Letras Espanhol - Licenciatura. É graduada em Pedagogia (2019) e licenciada em Letras Libras pela UNIASSELVI (2020). Possui graduação em História - Licenciatura pela UNIASSELVI (2010) e graduação em Ciência Econômicas pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (1997). Nome: Marcus Vinícius Sudário PerezFunção: Assistência de produção Gênero: não-binária Breve currículo: Artista da cena, produtora cultural e professora, é licenciada em Artes Cênicas pela Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul. Pesquisadora e intérprete-criadora do grupo Renda que Roda. Atuou como coordenadora pedagógica em diversos projetos culturais voltados para a Arte e Educação, como o Programa Brincaturas&Teatrices, da Casa de Ensaio, e do Programa Educativo do projeto nacional Artes nas Estações. Está em cartaz com os espetáculos GUAPERI, com direção de Gabriela Salvador (MS), e “Cabeça de Toco”, com direção de Eduardo Fukushima (SP). Nome:Emy Mateus Santos Nome social: Emy Mateus Santos Gênero: Mulher Transexual Função: Mobilizadora de público Breve currículo: Uma multi-artista travesti, preta, brasileira que produz a partir das multi- linguagens artísticas e da necessidade política de criar possibilidades de trabalhos coletivos para pessoas marginalizadas trabalhando em projetos culturais e artísticos. É graduanda do curso de Artes Cênicas da UEMS (Universidade Estadual de Mato Grosso Do Sul) e pesquisadora na área de Arte, das questões interseccionais como gênero, sexualidade e etnia racial no grupo de pesquisa Corpo Sendo (CNPQ). É produtora de eventos para comunidade preta/LGBTQIAPN+, periférica. Trabalha com Arte, dança e performance com o intuito de denunciar as violências sociais a partir de seu trabalho. Nome: Kaique Andrade Gênero: Homem Transexual Função: Registros audiovisuais Breve currículo: Kaique é transmasculino, 25 anos, e trabalha como fotógrafo e videomaker na cidade de Campo Grande, em Mato Grosso do Sul. Atualmente é fotógrafo no berçário Escola Baby Time. Tem especialidade em fotografar eventos culturais, festas noturnas, retratos, paisagens e ensaios fotográficos. Produtor de eventos para comunidade LGBTQIAPN+ na produtora Night Queer, foi coroado como Mister Trans Mato Grosso do Sul no ano de 2023 e acredita que através deste título possa trazer visibilidade e mudanças para comunidade trans afro-brasileira. O Projeto é majoritariamente composto por mulheres e pessoas LGBTQIAPN+.
Transferência de recursos entre conta captação e conta movimento no valor de R$199.561,60 em 22/04/2026.