Metis
metis
Inteligência cultural
Início
  • Meus projetos
  • Nova análiseAI
  • Prestação contas
  • Alertas
  • Favoritos
  • Chat IAAI
  • Insights IAAI
  • Newsletter
  • Relatórios
  • Oportunidades🔥
  • Projetos
  • Proponentes
  • Incentivadores
  • Fornecedores
  • Segmentos
  • Locais
  • Mapa Brasil
  • Estatísticas
  • Comparativos
  • Visão geral
  • Comparar
  • PNAB (Aldir Blanc)
  • Lei Paulo Gustavo
  • Cultura Afro
  • Bolsas
  • Minha conta
  • Filtros salvos
  • Configurações
Voltar📄 Gerar Relatório Completo
PRONAC 258264Projeto liberado para adequação à realidade de execução.Mecenato

Oficinas e Exposição de Fotografia Olhares Negros 2ª Edição

LUTA PELA PAZ
Solicitado
R$ 1,71 mi
Aprovado
R$ 1,71 mi
Captado
R$ 737,8 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (3)
CNPJ/CPFNomeDataValor
34276448000154GENOA CAPITAL GESTORA DE RECURSOS LTDA1900-01-01R$ 550,0 mil
12330774000160SPX GESTAO DE RECURSOS LTDA1900-01-01R$ 180,0 mil
10732233000132ESCOLHERSEGURO CORRETORA DE SEGUROS S.A.1900-01-01R$ 7,8 mil

Eficiência de captação

43.1%

Classificação

Área
—
Segmento
Empreend Ações Educ-Cult/Capacitação/Treinamento
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos educativos, incluindo cursos, oficinas e outras atividades pedagógicas
Ano
25

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2026-01-05
Término

Resumo

Oficinas de fotografia para jovens de periferias, com objetivo de fomentar o desenvolvimento de habilidades fotográficas nos jovens, para que possam se mobilizar para divulgarem suas próprias histórias e realidades, mostrando a beleza de espaços marginalizados através da fotografia. Ao final, será realizada uma exposição gratuita onde serão expostas as imagens feitas pelos jovens durante as oficinas de fotografia.

Sinopse

As oficinas serão uma oportunidade para que jovens moradores de favelas possam desenvolver habilidades fotográficas e se mobilizem para divulgarem suas próprias histórias e realidades, mostrando a beleza de espaços marginalizados através da fotografia. Ao final, será realizada uma exposição gratuita ondeserão expostas as imagens feitas pelos jovens durante as oficinas de fotografia.Oficinas de fotografia: - Aulas de fotografia:foco no desenvolvimento de habilidades técnicas e o protagonismo na construção de narrativas visuais sobre seus territórios. - Aulas de desenvolvimento pessoal: abordagens pedagógicas que promovem o desenvolvimento integral de jovens, por meio de saberes e práticas antirracistas e comprometidas com a equidade racial. Exposição de fotografia: Culminância das oficinas de fotografia em uma exposição gratuita com as imagens produzidas ao longo da formação, intitulada "Olhares Negros". Classificação indicativa do Projeto é livre para exposição e a partir de 16 anos para as oficinas.

Objetivos

Objetivo geral:O projeto busca ampliar o acesso de jovens moradores da Maré às oportunidades de formação artística e inserção sociocultural, através da realização de oficinas de capacitação em fotografia. As oficinas irão contribuir para o desenvolvimento de formas de criação e interpretação da realidade cultural, bem como para a valorização e preservação do patrimônio cultural brasileiro. Trata-se de uma estratégia que reconhece o potencial transformador da arte e da cultura como instrumentos de emancipação e protagonismo juvenil.Objetivos específicos:- Realizar, gratuitamente, 40 oficinas de fotografia com desenvolvimento pessoal para adolescentes e jovens de 16 a 29 anos, da Maré;- Oferecer 4 turmas, com até 25 vagas para adolescentes e jovens de 16 a 29 anos, da Maré;- Promover o engajamento e fortalecimento do vínculo dos jovens com a cultura local por meio de encontros semanais durante as oficinas, totalizando 100 horas de formação;- Realizar uma exposição gratuita com as fotografias produzidas, e de convidados, no Complexo da Maré e em centro cultural na cidade do Rio de Janeiro;- Atingir um público estimado de 3000 pessoas na exposição.

Justificativa

O Projeto vai, através das oficinas de capacitação no âmbito da fotografia, desenvolver as formas de expressão, os modos de criar e fazer, os processos de preservação e proteção do patrimônio cultural brasileiro, e os estudos e métodos de interpretação da realidade cultural, bem como contribuir para propiciar meios, à população em geral, que permitam o conhecimento dos bens de valores artísticos e culturais. (Lei nº 8313, de 23 de dezembro de 1991 _ Art. 25, caput) Através da inclusão e valorização social dos jovens marginalizados e moradores de favelas nesta importante iniciativa, será possível contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais. (Lei nº 8.313 - Art. 1° - inciso I) Com as oficinas de capacitação que visam a formação e fomento em fotografia e a exposição gratuita, o Projeto vai apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores. (Lei nº 8.313 - Art. 1° - inciso III) Com isso, o Projeto vai estimular e difundir a produção de bens culturais através das atividades desenvolvidas pelas oficinas. Com as atividades culturais propostas, o Projeto aproxima essa população da capacitação na área da cultura e estimula um contato maior com as artes e a cultura brasileira. (Lei nº 8.313 - Art. 1° - inciso VIII) A exposição final, com fotografias capturadas pelos alunos das oficinas, será totalmente gratuita ao público, o que contribuirá e facilitará, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais. (inciso I do Art.1º da Lei 8.313/ 91) Por fim, importante destacar que as atividades do Projeto vão promover a instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura. (Lei nº 8.313 - Art. 3° - inciso I, alínea c) Com a realização da exposição, o Projeto fomenta a produção cultural e artística. (inciso II, alínea c, do Art. 3° da Lei 8.313/91)

Estratégia de execução

Conteúdo Programático:Introdução:OFICINA - Olhar PrimeiroEnquadrar a luz, o foco, a sombra. Usar o que temos — o celular na mão, a rua viva, a casa por dentro. Pequenos exercícios ajudam a descobrir que fotografar é também se escutar. OFICINA – Retratos de NósFotografamos o que nos forma: os vizinhos, os encontros, os detalhes do cotidiano que sustentam a vida. Desenvolvimento:OFICINA – Imagem e EdiçãoEditar é olhar de novo. Será usado aplicativos simples para ajustar cor, corte, luz. OFICINA – O Que a Imagem DizNesta oficina, escutamos o que a imagem carrega — de beleza, de violência, de memória. Conversamos sobre como fomos retratados ao longo da história e como podemos contar diferente. OFICINA – Arquivo VivoToda imagem é memória. Aqui falamos de arquivos — pessoais e coletivos — como ferramenta de resistência. Pensamos em como organizar nossas fotos, emcomo preservar e compartilhar nossas histórias sem perdê-las.OFICINA – Inventar FuturosFotografia para imaginar mundos. Criação de cenas, misturando realidade e invenção.OFICINA – Fazer com ImagemComo transformar o que amamos em sustento? Nesta oficina, será abordado sobre trabalho, renda e caminhos possíveis com a fotografia. Como se divulgar, montar um portfólio, pensar propostas. OFICINA – Aprender com os AncestraisInspiração por nomes como Pierre Verger e por fotógrafas e fotógrafos negros e indígenas, entendemos a imagem como escuta. Prática:OFICINA – Caminho de MemóriaSaida em caminhada pelos bairros do porto — Saúde, Gamboa, Santo Cristo — Visitar o Cais do Valongo e o Instituto dos Pretos Novos.OFICINA – Corpo PresenteExperimentar a fotografia em diálogo com o gesto, com o movimento, com o estar presente. Criação de autorretratos e imagens que nos afirmam.OFICINA – Montar JuntoEdição coletiva. Reunir as imagens feitas, escutar o que elas querem contar e montar juntas e juntos. OFICINA – Pensar o Espaço ExpositivoFinalizamos com a montagem da exposição feita pelos alunos. Pensar em como organizar, mostrar e apresentar nossas imagens ao público.

Especificação técnica

O presente Projeto está legalmente autorizado a superar o limite de custo per capta no valor de R$ 300,00, por tratar-se de projeto educativo e ação de capacitação cultural, nos termos do Art. 18, inciso LXVII do Anexo I da IN nº 01/2025.

Acessibilidade

Produto: Oficinas de fotografia - Acessibilidade física: O local de realização (sede da proponente) das oficinas e acessível para deficientes físicos, já que o mesmo possui rampas, elevadores e piso tátil direcional. - Acessibilidade para PCDs visuais: As oficinas disponibilizarão Monitores sensibilizados para o acompanhamento de pessoas com deficiência visual. - Acessibilidade para PCDs auditivos: As oficinas vão disponibilizar intérprete de Libras. Produto: Exposição de fotografia - Acessibilidade física: O proponente vai selecionar local que possua rampa de acesso, corrimão, elevadores, banheiros para cadeirantes. Além disso, a sede da proponente, que também receberá a exposição, já possui rampas de acesso, elevadores, corrimão e piso tátil direcional. - Acessibilidade para PCDs visuais: A exposição contará com legendas em sistema braile das fotografias expostas.

Democratização do acesso

As oficinas e as exposições finais, que integram o Projeto, serão realizadas de forma inteiramente gratuita, visando a inclusão cultural irrestrita e a valorização social dos beneficiários. Logo, trata-se de Projeto essencialmente democrático e acessível ao público. Além disso, em cumprimento ao Artigo 47 da IN nº 01/2025, incisos V e IX, a proponente também vai adotar as seguintes medidas de ampliação do acesso: disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais da exposição e das oficinas. Além disso, as turmas de fotografia serão compostas, em sua maioria, por um público infantojuvenil, entre 16 e 29 anos, moradores do Complexo da Maré.

Ficha técnica

Direção Geral: Gabriela Pinheiro Formada em Relações Internacionais pela Universidade Estácio de Sá. É mestre em Direitos Humanos pela Central European University (Budapeste). Gabriela é fellow do Open Society Institute. Diretora Operacional: Gabriela Peixinho Administradora (UFRJ) com mais de 12 anos de experiência de trabalho na área social. Mestre em Políticas Públicas (UFRJ) e especialista em Sustentabilidade (FGV) com experiência gerencial em programas corporativos de responsabilidade social. Gerente de Projetos: Taís de AlmeidaGraduação: Bacharel em Direito pela UGF. Pós-graduação em Gestão de Projetos pela USP. Atualmente é Gerente de Portfólio dos projetos da organização Luta pela Paz, responsável pela estruturação da área, desenvolvimento dos processos e ferramentas de controle.Coordenadora de Pedagógica: Fernanda Santiago França Graduação: Bacharelado em Ciências Biológicas. Universidade do Estado do Rio de Janeiro – UERJ Graduação: Licenciatura em Ciências Biológicas. Universidade Federal do Rio de Janeiro – UFRJ Formação complementar - Curso de Mediação em Museus de Ciências e Centros de Ciências e Tecnologia. Instituto Federal do Rio de Janeiro (IFRJ). Período: setembro 2014 Formação “Circuito Pequena África” - Grupo Raça e Etnia – Luta Pela Paz. Período: Março 2018. Carga horária: 4 horas.Curadoria: Jean CarlosPesquisador e educador. Cria da Maré e morador do subúrbio carioca, atua como curador na ELÃ – Escola Livre de Artes / Galpão Bela Maré e como curador assistente no Museu de Arte do Rio – MAR. Doutorando no Programa de Pós-Graduação em Literatura, Cultura e Contemporaneidade da PUC-Rio, desenvolve pesquisas e contornos conceituais em curadoria e educação a partir de uma perspectiva contra-colonial, articulando ideias e práticas que afirmam e fortalecem as presenças negra, indígena e dissidente na composição política de outras cenas da arte contemporânea.

Providência

Projeto liberado para o proponente adequar à realidade de execução.

2026-12-31
Locais de realização (1)
Rio de Janeiro Rio de Janeiro