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PRONAC 258298Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Ô de Casa: Ô de Dentro e Ô de Fora.

GAVIAO PINHEIRO PRODUCAO CULTURAL LTDA
Solicitado
R$ 297,5 mil
Aprovado
R$ 297,5 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição Cultural / Artística
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
PR
Município
Curitiba
Início
2026-04-14
Término
2026-12-21
Locais de realização (1)
Curitiba Paraná

Resumo

O projeto realiza duas exposições de artes visuais — Ô de casa: Ô de dentro e Ô de casa: Ô de fora — no Espaço Cultural BRDE - Palacete dos Leões, articuladas a um programa educativo com oficinas, palestras e bate-papos. A proposta ativa poeticamente o patrimônio histórico, explorando a casa como território simbólico e político, e promove experiências estéticas e formativas que conectam arquitetura, memória e arte contemporânea, garantindo acesso democrático e diálogo com a comunidade.

Sinopse

Anexado a proposta; todos os detalhes do processo educativo.Apresentação do Programa EducativoNosso projeto educativo propõe um conjunto plural de ações formativas voltadas à ampliação do acesso, à mediação cultural e ao diálogo com os públicos do Espaço Cultural BRDE – Palacete dos Leões. Estruturado a partir dos pilares conceituais do edital — casa, memória e visões reinventadas —, o programa contempla oficinas, palestras e bate-papos com uma ampla gama de profissionais, incluindo artistas e curadores das exposições, visando promover experiências significativas de fruição, criação e pertencimento.Com foco na diversidade de públicos, as atividades abrangem desde crianças e adolescentes com deficiência visual, auditiva ou neurodivergência, até professores da rede pública, estudantes de artes, jovens e adultos em geral. Cada ação parte das obras em exposição e das especificidades do Palacete como patrimônio histórico, ativando o espaço como território de encontro, memória e invenção.As oficinas sensoriais, as práticas têxteis, as experimentações em videoarte e as propostas de educação patrimonial foram desenhadas por um grupo multidisciplinar de artistas, educadores e pesquisadores, com o compromisso de estimular o pensamento crítico e sensível sobre os modos de habitar o mundo. Ao articular afeto, estética e inclusão, o programa educativo fortalece a missão do projeto como um espaço expandido de cultura e cidadania.

Objetivos

Objetivo Geral:O projeto propõe a realização de duas exposições de artes visuais e um programa educativo articulado, com o objetivo de transformar o Espaço Cultural BRDE _ Palacete dos Leões em um espaço sensível de escuta, criação e reflexão crítica sobre os modos de habitar. Mais do que uma celebração do espaço monumental, busca-se ativar poética e politicamente o patrimônio histórico por meio de obras que tratam da casa como território simbólico e pele sensível da memória — coletiva, familiar e social.A proposta pretende oferecer ao público experiências estéticas e educativas que conectem a arquitetura do Palacete com as muitas histórias evocadas pelos trabalhos em exposição. O conjunto de ações visa, assim, tornar o Palacete dos Leões um espaço de diálogo entre tempos, memórias e materialidades, promovendo acesso democrático à arte contemporânea e ao patrimônio cultural.A primeira exposição, "Ô de casa: Ô de dentro", convida o público a adentrar o espaço íntimo da casa a partir do olhar de quatro mulheres artistas. Em suas obras — bordado, pintura, instalação, cerâmica — o lar se torna lugar de sonho, de trabalho invisível, de ancestralidade, de luta. Já a segunda mostra, "Ô de casa: Ô de fora", desloca o foco para o exterior, onde artistas como João Miguel Santana, Fábio Noronha, Marília Diaz e José Cavalhero escavam, desmontam e remontam as estruturas simbólicas e materiais da habitação, tratando-a como fronteira porosa entre dentro e fora, entre história oficial e vivência encarnada.As exposições serão acompanhadas por um robusto programa educativo composto por oficinas, palestras e bate-papos, que articulam arte, memória e cidadania. Atividades voltadas a públicos diversos — incluindo crianças, pessoas com deficiência e professores da rede pública — convidam à criação de narrativas próprias, à escuta de saberes locais e à experimentação sensorial e crítica. Ao promover a interação entre artistas, educadores, comunidade e o espaço do Palacete, o projeto pretende fortalecer os vínculos afetivos com o patrimônio, estimular o pensamento artístico e valorizar a pluralidade dos modos de vida.Em síntese, o projeto visa ampliar o acesso à arte contemporânea e à educação patrimonial, fomentar o diálogo entre linguagens artísticas e histórias locais e promover um olhar renovado sobre a casa como campo simbólico, político e poético — tanto no plano íntimo quanto coletivo.Objetivos específicos: Realizar duas exposições coletivas de artes visuais no Espaço Cultural BRDE -Palacete dos Leões, cada uma com duração de 90 dias, totalizando 180 dias de visitação pública gratuita: ○ Exposição 1: "Ô de casa: Ô de dentro" _ com obras de 4 artistas mulheres, abordando a casa como espaço simbólico e íntimo. ○ Exposição 2: "Ô de casa: Ô de fora" _ com obras de 4 artistas que tratam a casa como território expandido, fronteira entre memória e cidade. Apresentar obras inéditas e site-specific em diálogo com a arquitetura do Palacete, incluindo: ○ 1 performance duracional de 51 dias úteis ("Desmontar", de João Miguel Santana). ○ 1 videoarte (Fábio Noronha + AMPA). Executar 18 ações educativas gratuitas para diferentes públicos, divididas em: ○ 12 oficinas com vagas limitadas (média de 15 a 20 pessoas por ação), incluindo: ■ Oficinas com argila, bordado, fotografia, conservação de pinturas, modelagem, videoarte e patrimônio cultural. ■ Oficinas acessíveis para públicos neurodivergentes, pessoas com baixa visão e deficiência auditiva. ○ 4 palestras com artistas, curadores e especialistas, com estimativa de público entre 30 e 50 pessoas por encontro. ○ 2 bate-papos temáticos, um para cada exposição, com artistas e curadora. Elaborar e divulgar materiais de mediação e comunicação acessíveis, incluindo: ○ 2 textos curatoriais (um por exposição). ○ 1 conjunto de recursos acessíveis (áudio-descrição, libras, fonte ampliada). ○ 1 campanha de divulgação com identidade visual própria (redes sociais, e-mails, mídias locais e cartazes no entorno). Ampliar o acesso e democratizar a participação, com metas de público de: ○ 5.000 visitantes durante os 6 meses de exposições. ○ 360 participantes nas oficinas e encontros educativos. ○ Registro fotográfico e audiovisual dos processos para prestação de contas e memória institucional. Doar materiais educativos e artísticos ao Setor Educativo do Palacete dos Leões, como: ○ 10 modelos em gesso de elementos arquitetônicos do Palacete. ○ kits adquiridos dos materiais das oficina Implementar ações de sustentabilidade e inclusão, como: ○ Doação dos tijolos utilizados na performance à Secretaria de Ação Social de Colombo. ○ Utilização de materiais recicláveis e reaproveitados nas oficinas (caixas, lãs, tecidos). ○ Prioridade de contratação de profissionais locais e com atuação em projetos inclusivos.

Justificativa

O projeto "Ô de casa _ Ô de dentro / Ô de fora" propõe uma ativação artística e educativa do Palacete dos Leões. Ao ocupar com arte contemporânea um espaço patrimonial tombado, promove o cruzamento entre memória, cidade, modos de habitar e questões de pertencimento. Trata-se de uma proposta que articula patrimônio histórico e práticas artísticas contemporâneas comprometidas com a escuta sensível das histórias invisibilizadas, dos saberes afetivos e das subjetividades em deslocamento..A casa, tema central das exposições e do programa educativo, é explorada de modo amplo: espaço íntimo de afeto e memória, espaço político de apagamento. Ao reunir artistas que investigam a domesticidade, a construção e o apagamento da memória em diferentes escalas — do corpo à cidade —, o projeto contribui com a ampliação de repertórios estéticos e com a valorização de narrativas plurais sobre o habitar, em sintonia com debates da contemporaneidade.A realização desse projeto por meio do Mecanismo de Incentivo à Cultura é fundamental por três razões principais:Acesso e democratização: o projeto garante gratuidade integral das atividades (incluindo os materiais necessários para as oficinas) e prevê ações de mediação e acessibilidade para públicos diversos, inclusive neurodivergentes e pessoas com deficiência. Sem o financiamento público, a oferta ampla e gratuita de oficinas, exposições e encontros seria inviável, restringindo o alcance social da proposta. Valorização do patrimônio e da arte brasileira: ao colocar em diálogo artistas contemporâneos com um edifício de relevância histórica e arquitetônica, o projeto contribui para a preservação ativa do patrimônio cultural. A Lei de Incentivo viabiliza esse tipo de ocupação qualificada de espaços públicos, aproximando arte e memória, tradição e experimentação. Fomento à cadeia produtiva da cultura local: o projeto envolve mais de 30 profissionais entre artistas, educadores, curadores, produtores, técnicos e prestadores de serviço — todos com atuação no Paraná. A viabilização por meio da Lei Rouanet fortalece a economia da cultura, com geração de renda, visibilidade e valorização da produção artística regional. Dado seu caráter transdisciplinar e socialmente comprometido, este projeto dificilmente encontraria financiamento direto via bilheteria, comercialização ou editais tradicionais. A Lei de Incentivo à Cultura, nesse contexto, se mostra como o instrumento mais adequado para viabilizar uma proposta com forte impacto simbólico, educativo e cultural, que valoriza a arte brasileira contemporânea, amplia o acesso à cultura e ativa um espaço público com histórias a serem recontadas e reinventadas.

Especificação técnica

Anexado a proposta todo o projeto pedagógico / educativo.Oficinas:1.Cartografias afetivas: casas e cidadesOficina para público neurodivergente (autistas)Apresentação:Oficina inclusiva voltada a crianças e adolescentes autistas acompanhados de seus familiares. A partir dos temas “casa” e “cidade”, os participantes serão divididos em dois grupos: um trabalhará com caixas para criar uma maquete urbana no chão da sala; o outro utilizará argila para modelar personagens, árvores e animais. Ao final, os grupos se reencontram para integrar os resultados, construindo uma narrativa coletiva. As famílias serão incentivadas a registrar o processo em fotografias.2. Memórias em relevo: o Palacete pelos sentidosOficina para crianças e adolescentes com baixa visãoApresentação:Oficina para crianças e adolescentes com baixa visão, buscando valorizar o contato tátil como estratégia de mediação patrimonial. A oficina será realizada a partir do reconhecimento de réplicas em gesso de alguns elementos ornamentais do Palacete dos Leões – capitéis coríntios, balaústres, conchas, medalhões, jarros, cones espiralados e leões. Em seguida, os participantes irão criar os elementos ornamentais em argila. Os trabalhos criados poderão ser levados para casa.3.Casa para passarinhos: ninhos nos jardins do PalaceteOficina para crianças e adolescentes com deficiência auditivaApresentação: A oficina propõe reflexões sobre o conceito de moradia a partir de uma visita ao Palacete dos Leões e à exposição “Ô de Casa”. Após conversa sobre casas humanas e abrigos animais, crianças e adolescentes com deficiência auditiva construirão ninhos têxteis com materiais reutilizáveis, a serem instalados no jardim do Palacete, mediante autorização da administração. Em caso negativo, os participantes levarão os ninhos para casa.4. Memórias bordadas: cidade, casa e históriasOficina de bordado criativo para professoresApresentação:A oficina propõe a articulação entre memórias individuais e experiências urbanas por meio de práticas artísticas têxteis. A partir de relatos e lembranças dos participantes relacionados à vivência na cidade e à história pessoal de cada um, serão produzidos registros gráficos em papel que posteriormente servirão como base para composições em bordado criativo e experimentações com materiais têxteis diversos5.Cuidar é preservar: oficina básica de conservação de pinturasOficina aberta ao público geralApresentação:Esta oficina apresenta noções fundamentais de conservação preventiva de pinturas (óleo, acrílica, têmpera), voltada para educadores, artistas visuais e interessados em patrimônio cultural. Através da identificação de materiais e suportes, situações de risco e métodos simples de conservação, buscamos despertar o olhar cuidadoso e o protagonismo comunitário na preservação de obras de arte. 6. Aia: nosso planeta, nossa casaOficina com argila para criançasApresentação:Inspirada nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU, esta oficina utiliza a modelagem em argila para conectar infância, planeta e lar. Parte da ideia de que a Terra é a casa comum de todos os seres vivos e busca despertar, desde cedo, a consciência ambiental nas crianças. A argila, material natural vinculado ao elemento terra, favorece a concentração e o equilíbrio emocional. A atividade propõe a criação de paisagens e seres em argila a partir de narrativas coletivas, incentivando atitudes sustentáveis e o cuidado com o mundo que habitamos.7. Oficina de videoarte: corpo, tempo e espaçoOficina aberta ao público geralApresentação:A oficina propõe uma experiência imersiva de criação em videoarte a partir do espaço do Palacete dos Leões. Serão apresentados os conceitos fundamentais da videoarte contemporânea, explorando a presença do corpo e a percepção do espaço. Em seguida, os participantes vão criar peças audiovisuais utilizando a câmera de seus celulares, ressignificando seu uso cotidiano e compreendendo o dispositivo móvel como ferramenta de expressão estética e política. A proposta pretende desenvolver a sensibilidade para o gesto, o enquadramento e a construção de sentido a partir da imagem em movimento. Trata-se de uma ativação do espaço patrimonial como plataforma de experimentação artística8. Mundos em miniatura: construindo terráriosOficina ecológica para jovens e adultosApresentação:A oficina propõe uma experiência sensível de invenção de mundos a partir da criação de terrários (ecossistemas artificiais autorregulados). Em diálogo com o campo expandido da colagem e da instalação, a atividade parte da observação de formas de vida vegetal e dos elementos arquitetônicos do Palacete dos Leões para incentivar composições visuais com objetos naturais e artificiais. Cada participante vai construir seu próprio terrário, articulando subjetividade, memória e paisagem, numa atividade de caráter coletivo e experimental.9. Oficina criativa a partir de fotografias e objetos de memóriaOficina aberta ao público geralApresentação:A oficina propõe um percurso sensível e criativo pelas memórias familiares, a partir de fotografias e objetos guardados. Por meio desses itens de afeto, os participantes serão convidados a refletir sobre as imagens, objetos e lembranças que colecionaram ao longo do tempo. A partir dos materiais trazidos para a oficina, serão provocados a imaginar e construir outras narrativas sobre si e sua história. O foco será a ressignificação desse acervo pessoal como experiência artística e autobiográfica, explorando possibilidades contemporâneas de recomposição da memória.10. Patrimônio Material e Imaterial dos lugares que habitamos OFICINA DE INTRODUÇÃO AO PATRIMÔNIO CULTURALApresentação:A oficina propõe uma introdução acessível e interativa ao conceito de patrimônio cultural, combinando fundamentos teóricos e experiências práticas. Os participantes serão convidados a refletir sobre os bens culturais que integram suas paisagens cotidianas, mobilizando memórias e vivências dos espaços que habitam. A partir de uma abordagem que valoriza os aspectos históricos, simbólicos, sociais e afetivos desses bens, a atividade inclui a observação e interpretação do Palacete dos Leões, que será acionado como estudo de caso durante o encontro.11. Criação de narrativas visuais: um olhar sobre o Palacete dos LeõesOFICINA PARA PROFESSORES E ALUNOS DE ARTES VISUAISApresentação:A constatação de que vivemos em uma sociedade onde cada vez mais proliferam as imagens, tem impulsionado o ensino de arte a conferir importância significativa a sua leitura,como forma de promover uma atuação mais crítica e reflexiva na interação com o meio. A oficina visa discutir a arquitetura do Palacere dos Leões estimulando o pensamento presentacional mediante o contato com a imagem, sua interpretação, descrição, construção e novas leituras.12. Em Foco: Fotografando interiores e exterioresOficina de fotografia no Palacete dos LeõesApresentação:A oficina propõe um percurso fotográfico pelo Palacete dos Leões. Por meio de exercícios de observação e composição, os participantes serão convidados a explorar a arquitetura, os detalhes ornamentais e os espaços internos e externos do Palacete, registrando imagens que dialoguem com memórias, afetos e modos de habitar. Além de uma introdução aos fundamentos da fotografia (enquadramento, luz, ponto de vista e narrativa visual), a oficina também abordará aspectos históricos do espaço, propondo uma escuta sensível do lugar como disparador poético

Acessibilidade

O projeto contempla ações de acessibilidade de forma transversal, em diálogo com as diretrizes da Lei Rouanet e do Edital BRDE Cultural – Palacete dos Leões, que destacam a ampliação de acesso e a inclusão como pilares fundamentais. Todas as palestras e bate-papos contarão com tradução simultânea em Libras, e os vídeos desses encontros, posteriormente disponibilizados online, terão legenda e interpretação em Libras incorporadas. Serão realizadas oficinas específicas para crianças neurodivergentes, surdas e pessoas com deficiência visual, conduzidas por profissionais especializados, com uso de materiais táteis e modelos em relevo — além de etiquetas em Braile nas exposições para identificação de obras selecionadas. Oficinas com tradução em Libras serão garantidas sempre que necessário, conforme demanda identificada. A mediação educativa também será preparada para acolher públicos diversos, com linguagem acessível e estratégias sensoriais. Tais ações garantem uma fruição cultural mais ampla, equitativa e respeito

Democratização do acesso

O projeto Ô de casa – Ô de dentro / Ô de fora foi concebido com base no princípio da democratização da cultura, assegurando o acesso amplo, gratuito e inclusivo às exposições e às atividades do programa educativo. Todas as ações ocorrerão no Espaço Cultural BRDE – Palacete dos Leões, com entrada franca durante os 180 dias de exibição, permitindo que diferentes públicos possam fruir das mostras e participar das oficinas, palestras, bate-papos e visitas mediadas sem qualquer custo.A proposta prevê a gravação de todas as palestras e bate-papos, que serão disponibilizados gratuitamente no YouTube com legendas em português e tradução em Libras, garantindo acessibilidade comunicacional e possibilitando o alcance de públicos que não puderem estar presencialmente no evento, incluindo pessoas com deficiência auditiva, moradores de outras cidades ou com mobilidade reduzida.Com o intuito de expandir ainda mais o alcance territorial do projeto, será produzido e divulgado um tour virtual 360º das duas exposições, com interface amigável e acessível. Essa ferramenta permitirá que escolas, universidades, instituições culturais e o público em geral explorem o conteúdo das mostras em diferentes contextos e tempos, inclusive como apoio à práticas pedagógicas. A divulgação será feita por meio de redes sociais, imprensa local e parceria com instituições de ensino e cultura, ampliando a circulação do conteúdo artístico.O Programa Educativo foi especialmente estruturado para contemplar diversidade de faixas etárias e perfis de público, incluindo crianças e adolescentes neurodivergentes, pessoas com deficiência auditiva e visual, educadores da rede pública, artistas em formação e o público em geral. A metodologia valoriza práticas coletivas, escuta ativa, experiências sensoriais e o uso de materiais acessíveis e recicláveis, promovendo o protagonismo dos participantes.Além disso, a equipe educativa será capacitada para acolher diferentes públicos, e todo o projeto terá sua comunicação institucional orientada pela clareza, empatia e acolhimento, com identidade visual acessível e conteúdos informativos amplamente divulgados.Ao considerar o acesso não apenas como presença física, mas como participação crítica, simbólica e sensível, o projeto reafirma o compromisso com a democratização da cultura como direito humano, conectando arte, memória, patrimônio e cidadania.

Ficha técnica

Coordenação Geral e Produção executiva (portfólio anexado) Gavião Pinheiro Produção Cultural Curadoria Marília Diaz:é artista plástica, ceramista, escritora e educadora, mestre em Educação pela UFPR. Sua pesquisa e obra exploram arte, memória, afetividade e ensino, transitando entre cerâmica, escrita, instalação e arte pedagógica. Professora e curadora, com extensa atuação em exposições, acervos institucionais e publicações literárias.Amélia Siegel Corrêa:Socióloga, pesquisadora na área de artes visuais e patrimônio histórico, curadora. Escreveu o livro "Alto da Glória:fragmentos de uma história"e produziu o documentário homônimo. Ambos contam a história do bairro e das famílias com foco especial no Palacete dos Leões.Artistas Participantes:Claudia Lara: artista visual, licenciada em Educação Artística pela Faculdade de Educação Musical do Paraná e pós-graduada em História da Arte Moderna e Contemporânea pela EMBAP. Participou de exposições individuais e coletivas no Brasil, América Latina, Europa e Estados Unidos. Carmen Fortes: Bacharel em Pintura pela Unespar, transita entre a pintura e a vídeo‑arte. Investiga o universo doméstico e o cotidiano feminino em cenas poéticas e críticas, apresentou a individual “Mecanismo” no Palacete dos Leões e no Museu de Arte de Blumenau, lançou “A Dança (da vida)” e “Desobediência”.Teca Sandrini: Pintora, gravadora, escultora e educadora, com mais de 60 anos de carreira. Formada pela EMBAP é ex-diretora do MON. Sua obra reflete sobre o feminino, o cotidiano e a sensibilidade visual. Mesmo enfrentando limitações de visão, Teca utiliza sua arte para compartilhar memória e emoção. Glaucia Flügel: artista visual de Curitiba, atua desde 2001 e trabalha com escultura, cerâmica, gravura (principalmente metal) e desenho. É formada em Escultura pela EMBAP (Escola de Música e Belas Artes do Paraná) e possui especialização em História da Arte do Século XX, também pela EMBAP. Jomi: João Miguel Santana é artista visual, mestre pelo Programa de Pós-Graduação em Cinema e Artes do Vídeo pela UNESPAR. É bacharel em Cinema e Vídeo pela mesma instituição e técnico em Design de Interiores pelo Senac-PR. Diretor ficcional do Museu de Arte Contemporânea DEPARTAMENTO DOS ESPELHOS.José Cavalhero é artista visual, educador e psicanalista em formação. Graduado em Artes Plásticas pela FAAP - SP, tem mestrado em Psicologia Clínica pela PUC-SP. Desde 2011 desenvolve a série Casas, iniciada a partir da memória de uma gravura vista na infância: uma casa nunca habitada fisicamente, mas vivida pelo imaginário.Fábio Noronha é artista visual, pesquisador e professor. Atua no Programa de Pós-Graduação em Cinema e Artes do Vídeo e no Bacharelado em Artes Visuais da UNESPAR. Possui doutorado e mestrado em Poéticas Visuais pela UFRGS e pós-doutorado em Processos Artísticos Contemporâneos pela UDESC. Marília Diaz é artista plástica, ceramista, escritora e educadora, mestre em Educação pela UFPR. Sua pesquisa e obra exploram arte, memória, afetividade e ensino, transitando entre cerâmica, escrita, instalação e arte pedagógica. Professora e curadora, com extensa atuação em exposições, acervos institucionais e publicações literárias. Expografia Gabriela Koentopp Educativo – Coordenação Marília DiazMinistrantes de oficinas (além dos artistas e das curadoras) Roberta Lise – arteterapeuta, mãe atípica Guadalupe Presas - artista visual e fotógrafaAna Caniatti - museóloga e restauradora de obras de arte Ana Paula Peters - professora da Unespar Rodrigo Ramirez - fotógrafo Sandra Marchi - especialista em educação - deficiência visualRonaldo Silva - Tradutor de libras

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.