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O projeto LIVRO: MUSEUS ORGÂNICOS DO CEARÁ visa a criação, edição, impressão de livro em português com texto e imagens inéditos sobre os mais de vinte e quatro Museus Orgânicos do Ceará. Esses Museus constituem uma iniciativa pioneira de extrema importância para a cultura brasileira, pois contribuem para a manutenção de saberes e fazeres de mestres da cultura popular reconhecidos oficialmente ou pela comunidade. Será feita uma versão do livro em inglês, no formato de e-book, a ser disponibilizado gratuitamente e versão em audiolivro (livro falado). Promover Rodas de Conversa/Palestras sobre o conceito de Museus Orgânicos, aproximando comunidades, pesquisadores, artistas e gestores culturais, a partir da experiência relatada no livro. Todas as atividades serão gratuitas.
1) produto LIVRO e E-book.O livro provisóriamente chamado de: MUSEUS ORGÂNICOS: CANDEEIROS ALUMIANDO TERRITÓRIOS DO CEARÁ já está com grande parte da pesquisa em estágio avançado e, com o texto esboçado, ainda a ser revisado e finalizado pela autora e para ele precisarão ser confeccionadas fotografias profissionais a serem captadas por fotógrafo da região do Cariri Cearense. O livro busca explicar o que são os Museus Orgânicos, que novidades revelam, como são planejados e implementados, do que tratam e quais temáticas apresentam, sem "engarrafar", "encaixotar" ou tirar a riqueza e a organicidade do projeto, porém de forma didática e reflexiva. A quem eles servem e se e como impactam as comunidades dos territórios onde se situam? Como funcionam (como visitar, quem realiza e financia sua manutenção entre outros)? Quais são os seus desafios? Tudo isso debatido por meio das narrativas dos 28 mestres e mestras da cultura e responsáveis pelo projeto entrevistados pela autora em sua pesquisa de pós-doutoramento em memória social. O livro inédito é um registro e uma homenagem aos mestres e mestras da cultura e aos membros da Fundação Casa Grande, que criou o conceito, que sonham e realizam projetos incríveis, fazem tudo acontecer, em parceria com instituições importantíssimas para a cultura brasileira, como o Sesc e o Fecomércio. Os textos e as imagens buscarão aproximar as pessoas de riqueza cultural do Ceará, que poucos conhecem, inclusive os próprios cearenses. Ali é um Estado que tem políticas públicas muito importantes para a cultura. O livro convida a pensar em nossos patrimônios, tanto em seu valor per si, como alternativa promissora de futuro, ao se reinventar e permitir que as pessoas possam viver do seu jeito, sobreviver e tecer caminhos a partir de seus saberes e fazeres. O entendimento é de que os Museus Orgânicos são tecnologias e inovações socioterritoriais.O livro terá 3 partes:Parte 1: apresenta a Fundação Casa Grande (FCG), alguns de seus fundadores, implementadores e especialistas. Apresenta a Arqueologia Social Inclusiva que é o conceito que orienta as atividades da FCG e os Museus Orgânicos, por meio de texto, imagens, linha do tempo e mapas, para que os leitores, especialmente os que não conhecem a região, possam acompanhar da melhor forma esta viagem e compreender o que são os Museus.Parte 2: traz reflexões e aprendizados mais aprofundados e traz questões como: os Museus Orgânicos são ou não Museus? Como o turismo entra nesta história? Qual o(s) futuro(s) deles e de que forma eles retratam (ou não) o Nordeste brasileiro.Parte 3: são apresentados os 24 Museus Orgânicos existentes e seus mestres, como um catálogo para que possam ter maior concretude, localizá-los e apreciar, e que provoque seu interesse, seu olhar e, a visita a eles in loco, se possível for.O livro será complementado por imagens dos Museus Orgânicos e dos Mestres, no total de 100 imagens, especialmente captadas pelo fotógrafo Augusto Pessoa, que já fez vários trabalhos com o tema, inclusive, a maioria dos Museus Orgânicos tem na expografia, fotografias tiradas por ele.
Objetivo Geral:O objetivo geral deste projeto é a redação, edição, ilustração, impressão, publicação lançamento e distribuição de livro em português, uma versão de e-book em inglês e um audiolivro para pessoas cegas, com deficiências visuais e com alfabetização precária ou inexistente. Promover diálogos sobre o conceito de Museus Orgânicos, aproximando comunidades, pesquisadores, artistas e gestores culturais, a partir da experiência relatada no livro. Todas as atividades serão gratuitas. Objetivos Específicos:1- Produto Livro: - Livro impresso - Criação, edição, ilustração, impressão de 1500 exemplares com texto em português e imagens inéditos- E-book em inglês: versão adaptada e reduzida do livro em inglês para disponibilizar gratuitamente.- Audiolivro: versão resumida para acesso de pessoas não letradas, cegas ou com deficiência visual2 - Contrapartida Rodas de Conversa/Palestras - Promover diálogos sobre o conceito de Museus Orgânicos, aproximando comunidades, pesquisadores, artistas e gestores culturais, a partir da experiência relatada no livro em 3 cidades do Brasil, São Paulo (SP), Fortaleza (CE) e Nova Olinda (CE).
Conforme estabelecido nos Incisos do Art. 1° da Lei 8313/91 segue abaixo onde o projeto se enquadra: l- contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitosculturais;ll - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursoshumanos e conteúdos locais;lll - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelopluralismo da cultura nacional;V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores deconhecimento, cultura e memória;IX - priorizar o produto cultural originário do País.O projeto também atende o estabelecido no Art. 3º da Lei 8.313/91 para cumprimento das finalidades expressas no art. 1º desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos:ll · fomento à produção cultural e artística, mediante:b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes;llll - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante:d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais;IV - estimulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos;Os Museus Orgânicos (MOs) são uma experiência recente e ainda pouco conhecida. Até o final de 2025 serão 28 Museus no Ceará. O primeiro foi criado em 2014. A ideia originada na Fundação Casa Grande (FCG), uma ONG situada em Nova Olinda, Ceará, que existe desde 1992 na região do Cariri, tem atuação importante em prol da geração de renda, trabalho e desenvolvimento social, sendo a visitação aos Museus Orgânicos uma das principais vertentes do projeto. Os MOs são casas, oficinas, terreiros, comércios entre outros selecionados nos territórios, para serem Museus. Neles habitam famílias de mestres da cultura popular reconhecidos por seus saberes e fazeres. Tais espaços passam por pequenas adaptações, uma curadoria, pesquisa histórica, montagem de acervo e expografia com os objetos escolhidos, além de imagens e textos especialmente produzidos. Após a inauguração, passam a ser (mais) visitados, integrando roteiro turístico para que as pessoas possam conhecer os mestres, suas histórias, os territórios e paisagens. São considerados tecnologias e inovações sociais, pois por meio desta iniciativa ocorre a geração de renda e inclusão social, já que enquanto museus, podem oferecer produtos e serviços, além de concorrerem a editais de fomento a cultura. Como locais de salvaguarda da memória, também muitos deles se tornam pontos de cultura, ou pontos de memória. Cada Museu Orgânico tem uma vocação, celebra alguma tradição popular, conta sobre algum ciclo econômico, como o do algodão, do ferro, do barro, da cana de açúcar, boi etc., ou sobre alguém que se destaque por seus talentos diversos e invenções, como brinquedos, brincadeiras, maquinários para enfrentar a seca, tocar rabeca, dançar o coco, produzir mel e outros de forma sustentável entre outros. Circular por eles leva a conhecer o Brasil profundo, repleto de riquezas, com seus patrimônios culturais e naturais - tangíveis e intangíveis. Os Museus Orgânicos também contribuem para salvaguardar patrimônios e são muito simples de criar, de manter e têm resultados importantes que merecem ser conhecidos. São 24 Museus só no Ceará e já há outros em vias de inaugurar. Até o final de 2025 serão no total 28 Museus. O projeto está sendo replicado em Pernambuco e será, em breve, no Piauí. Iniciou no Cariri cearense mas se espalhou por todo o Ceará, envolvendo 13 municípios que em breve serão 15. Os Museus são viabilizados com apoio do Sesc-CE e Fecomércio-CE que custeam a sua estruturação (reformas e expografia), festa de inauguração e divulgação e, depois, incluem os Museus em várias de suas atividades de turismo social entre outras. Esta rica experiência ainda precisa ser melhor conhecida do grande público, pois há poucos registros e estudos sobre ela. Apesar de alguns Museus serem muito visitados, eles ainda precisam ser conhecidos por mais pessoas dentro e fora do Brasil. A iniciativa também, por ser um conceito novo de museus, tem provocado debates entre especialistas acadêmicos ou não. Afinal, é Museu ou não é? Congela tradições, a identidade e a cultura local? Tem promovido o desenvolvimento social? Tem melhorado a vida dos mestres da cultura e de suas comunidades? Se sim, como? Muitas são as perguntas possíveis e cabíveis, por ser uma experiência nova e interessante. O que dizer sobre os Museus Orgânicos? Quais características reúnem? Que histórias nos contam? Quem são seus idealizadores, implementadores, pensadores e incentivadores? Qual será o futuro deles? Quais transformações têm provocado? Estas e outras perguntas foram realizadas e ainda precisam ser aprofundadas em pesquisa específica para o livro. O livro está sendo elaborado pela professora e pesquisadora Andrea Rabinovici em pesquisa de pós-doutoramento. Ela percorreu todo o Ceará conversando com os protagonistas do projeto e dos MOs. Ela visitou todos os 23 Museus já inaugurados e 2 ainda em montagem. Andrea foi a vários Museus Orgânicos em Pernambuco. Nas visitas perguntou muito, ouviu todos os responsáveis, concluiu coisas e ficou com novas dúvidas. O que ouviu e aprendeu resultará na redação de um livro que pretende, a partir da ótica de seus entrevistados e sua, contar de forma reflexiva esta experiência dos Museus Orgânicos. O livro traz uma composição de ideias e narrativas, imagens e provocações a partir da oralidade dos entrevistados. O livro também é uma homenagem aos mestres e mestras da cultura e aos membros da Fundação Casa Grande e o reconhecimento e o registro dos parceiros, instituições importantíssimas para a cultura brasileira, como o Sesc e o Fecomércio do Ceará. Os textos e as imagens buscarão aproximar as pessoas da diversidade e riqueza cultural pouco conhecidas do Ceará, inclusive pouco conhecidas pelos próprios cearenses. O livro convida a pensar em nossos patrimônios, tanto em seu valor em si, mas também enquanto alternativa promissora de futuro, ao se reinventar e permitir que as pessoas possam viver do seu jeito, sobreviver e tecer caminhos a partir de seus saberes e fazeres ancestrais mantidos e renovados na contemporaneidade. Por ser um tema inovador e, para alguns polêmico (afinal é ou não um Museu "de verdade"?), o livro ajudará a conhecer e refletir sobre o tema, divulgando e informando os leitores sobre o projeto, por meio de seus protagonistas e da autora. É fato o grande interesse pelo assunto por parte de acadêmicos e profissionais de diversas áreas (museologia, turismo, patrimônio, cultura, economia criativa entre outros) e o conteúdo do livro servirá de referência para a constituição de políticas públicas e a replicação da proposta. A autora pôde constatar o grande interesse pelo assunto, pois, tem sido muito procurada para palestras e lives, por profissionais brasileiros e estrangeiros que querem saber mais sobre a iniciativa, de uma forma analítica e reflexiva, porém em linguagem acessível a todos os públicos interessados. Textos científicos da autora têm sido bastante procurados, mas é importante que haja um texto menos acadêmico, em uma obra mais acessível e em dois idiomas (português e versão enxuta em inglês). A presidente do IBRAM - Instituto Brasileito de Museus tem falado da iniciativa dos Museus Orgânicos em suas palestras no Brasil e afora e procurou a autora para conversar sobre o potencial de vir a se tornar uma política pública de interesse do Ministério da Cultura, especialmente em sua pasta. São várias as demonstrações de que é hora de escrever, analisar e compartilhar isso com o público. Por fim, vale ressaltar que o projeto contribui para o incentivo a leitura, ação fundamental para os tempos atuais em nosso país, nos quais esse hábito têm se tornado cada vez menos frequente, segundo dados de especialistas e instituições de educação.
Como serão realizados como Contrapartida 3 de Rodas de Conversa/Palestras em municípios diferentes: Nova Olinda e Fortaleza no Ceará e São Paulo, SP, haverá necessidade da presença da autora e da Editora a ser contratada e, se possível, do fotógrafo. Afora o fotógrafo, todos os demais residem em São Paulo. O fotógrafo reside no Crato, CE. Desta forma os eventos em Nova Olinda e em Fortaleza, necessitam de passagens e diárias de ida e volta para 2 ou 3 pessoas, por em torno de três dias de estadia para os eventos, no caso do fotógrafo, o seu deslocamento para São Paulo e para Fortaleza, a partir de Juazeiro do Norte, onde há o aeroporto mais próximo do município do Nova Olinda.
LIVRO250 a 290 páginasEurobulk, 135 gr1500 exemplares.Colorido100 imagensE-bookVersão do livro, com até 150 páginas, em inglês.Áudio LivroVersão resumida do livro em formato de áudio livro.
As medidas de acessibilidade previstas são:- Produto Audiolivro: Acessibilidade para PcD visuais: Versão resumida para acesso de pessoas não letradas, cegas ou com deficiência visual - Contrapartida - Rodas de conversa:Acessibilidade para PcD auditivos: terá uma intérprete em libras durante as Rodas de Conversa.Acessibilidade física: os espaços previstos para o lançamento contam com a acessibilidade para pessoas com deficiência ou dificuldades de mobilidade.
O Plano de Distribuição da proposta a estimativa da quantidade de beneficiários por ação é:1- Produto LivroDistribuição gratuita 450 livros correpondentes a 30% da tiragem de 1500 exemplares para em bibliotecas e espaços ou centros culturais, museus orgânicos e similares nos municípios do Ceará que têm museus orgânicos.2- Produto E-book em inglês: Distribuição gratuita.3- Produto Audiolivro: Distribuição gratuita.4- Contrapartida - Rodas de Conversa/Palestras em 3 cidades do BrasilEstimativa de público de 300 pessoasEvento gratuito
MADÁ EDITORAFUNÇÃO NO PROJETO: COORDENAÇÃO EDITORIAL E PRODUÇÃO EXECUTIVAO proponente, a Madá Editora, têm propósito o desenvolvimento de projetos de artistas, autores e pesquisadores que queiram apresentar seus trabalhos por meio de livros e fotollvros, com acompanhamento personalizado que abordem as especificidades e necessidades de cada projeto. Carrnen Negrão e Viviane Vilela, sócias da editora, trabalham com fotografia há mais de 20 anos e atuam em diversas funções do setor que vão desde a produção de eventos, concepção, coordenação e produção de livros e exposições de fotografia. ANDREA RABINOVICI FUNÇÃO NO PROJETO: PESQUISADORA/AUTORA LIVRO/PALESTRANTE/CURADORA E RESPONSÁVEL TÉCNICA PELO PROJETO É Cientista social, com ênfase em antropologia (Universidade Estadual de Campinas, Unicamp), Especialista em Turismo Ambiental (Serviço nacional do Comércio, Senac-SP), Mestra em Ciência Ambiental (Universidade de São Paulo, USP) e Doutora em Ambiente e Sociedade (Unicamp). Pós-doutora em Memória Social na Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro, a Unirio. Na Universidade Federal de São Paulo, Unifesp é pesquisadora e docente do Departamento de Ciências Ambientais e do Programa de Pós-Graduação em Análise Ambiental Integrada. É Co-coordenadora da Cátedra Sustentabilidade e foi vice-reitora, pró-reitora de assuntos estudantis e chefe de gabinete. Tem livros e artigos publicados nas áreas de pesquisa, que estão na interface das ciências sociais, meio ambiente, turismo e museologia, com temas variados tais como ambientalismo, Organizações Não Governamentais, processos participativos, populações tradicionais, turismo de base comunitária, áreas protegidas, inclusão social e educação ambiental. Com o tema de Museus Orgânicos tem atuado desde 2022 e publicou 2 artigos científicos, tem outro submetido, tem 2 capítulos de livro sobre o assunto aceitos, um deles em livro internacional. Tem projetos de extensão com mulheres artesãs tradicionais do Cariri cearense, para o qual angariou recursos da União Europeia, por meio de edital, junto ao Instituto Physis - Cultura & Ambiente. NOME COMPLETO: AUGUSTO PESSOA FUNÇÃO NO PROJETO: FOTÓGRAFO DO LIVRO: Jornalista e fotógrafo, natural de Campina Grande, PB, fotografa profissionalmente desde 1994, tendo integrado as equipes de foto-jornalistas de diversos jornais nordestinos (Correio da Paraíba PB 1997-1999 / Meio Norte PI 2000-2002 / Jornal do Cariri CE 2002-2004). Atualmente trabalha como repórter e fotógrafo para as Revistas National Geographic, Vida Simples, Continente, entre outras, além de prestar serviços jornalísticos para ONGs e instituições públicas e privadas. Desenvolve desde 1999 um trabalho autoral de documentação no Nordeste brasileiro. Vencedor de alguns dos mais importantes prêmios de jornalismo do Brasil, Pessoa navega desde 2010 pelo universo audiovisual. Em 2011 finalizou o documentário O Pau da Bandeira, vencedor dos festivais Curta Canoa, no Ceará, o Festival Latino Americano de Cinema da Amazônia e o Festival de Cinema de Paraty, no Rio de Janeiro. Realizou Série de mini-documentários para o projeto GEFLO no Amapá, com comunidades indígenas e ribeirinhas atendidas pela ONG na Amazônia. Produção de conteúdo para as ações sociais da SUZANO nos estados do Maranhão e Pará, em comunidades indígenas e quilombolas. Levantamento jornalístico para o IPHAN, sobre o potencial cultural e arqueológico das comunidades circunvizinhas ao projeto Cinturão das Águas, CE. Identidade visual do projeto Arqueologia Social Inclusiva - Nova Olinda, CE. Prêmios por reportagens e ensaios: AETC de Jornalismo PB - 2006/2007; Prêmio ABRIL de Jornalismo SP - 2008; Um Olhar Sobre a Cultura Popular Nordestina BA - 2008; Prêmio Pérsio Galembeck SP - 2010; Prêmio Terra Viva Yázigi SP - 2010; Prix Photo Web Aliança Francesa BRA/FR - 2011; Curta Canoa - Festival de Cinema CE - 2012; Festival de Cinema de Paraty RJ - 2012 e Prêmio Fotografe o Brasil - Getty Imagens SP - 2013
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.