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O projeto prevê a montagem e temporada do espetáculo "MEU DEUS", pela cidade de São Paulo Porto Alegre, Curitiba e Recife.
Bianca Bin e Sergio Guizé, encabeçam o elenco da desta peça da dramaturga israelense Anat Gov, que será dirigida por Elias Andreato. A história é um texto espirituoso, às vezes cínico e muito verdadeiro, mesmo sendo improvável: DEUS, o próprio, resolve fazer terapia, pois tem estado bem deprimido nos últimos 2000 mil anos.Entre o terapeuta, interpretada por Bianca Bin e Deus, personagem de Sergio Guizé acontece uma inusitada sessão de terapia e a metáfora é clara: até mesmo o todo-poderoso poderia sofrer, deprimir com as situações que acontecem ao seu redor. O paradoxo é executado ao longo de uma hora divertida e com revelações surpreendentes de como seria realmente encontrar com DEUS!A personagem de Bianca Bin perguntará ao Todo Poderoso questões que provavelmente qualquer mortal quisesse saber. Uma história rica em possibilidades onde o público ri e pode se emocionar com a revelação final. Ana é mãe de filho autista e essa condição é também colocada em discussão em cena, o que é um rico fator a ser explorado pela produção para esclarecimentos à sociedade.
Objetivos Gerais:Realizar a Montagem e temporada do espetáculo "MEU DEUS", de Anat Gov, tradução Eloisa Canton, Adaptação Célia Regina Forte, direção Elias Andreato, totalizando assim 30 apresentações.Objetivos específicos:- Realizar 24 apresentações na cidade de São Paulo;- Realizar 2 apresentações em Porto Alegre;- Realizar 2 apresentações em Curitiba;- Realizar 2 apresentações em Recife.- Ficar em cartaz em teatro de fácil localização e acesso;- FORMAR PÚBLICO através de ações de contra partida e acesso a população de baixa renda, conforme posteriormente sinalizado nesse projeto, através de sessões bate papo e doações de ingressos;- Oferecer uma oportunidade de debate, realizado pelas ações de ensaio aberto e bate papo, descritas nas ações de contra partida;- Geração de emprego para cerca de 30 profissionais diretos e 70 indiretos.
De acordo com o Art. 1º da Lei 8313/91, o projeto pretende:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;IX - priorizar o produto cultural originário do País.Pois trata-se de um espetáculo teatral com dramaturgia Brasileira.E ainda, De acordo com o Art. 3º da Lei 8313/91, para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão à:"II - fomento à produção cultural e artística, mediante:c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres;"O projeto trata-se da realização de uma temporada e circulação de espetáculo de artes cênicas. JUSTIFICATIVA DO PROJETO (INTERESSE ARTÍSTICO)O que você faria se um dia recebesse Deus em seu consultório ou casa ou nos dois ao mesmo tempo? Isso é o que o Brasil saberá a partir de março de 2014 no Teatro Frei Caneca em São Paulo e no Teatro dos Quatro em setembro de 2014no Rio de Janeiro.E quem receberá DEUS em seu consultório de psicologia, localizado da sala de sua casa, será a atriz Irene Ravache. DEUS, será consultado pela, no início, incrédula psicóloga que marca a consulta para um homem que está passando por alta crise existencial. Por mais fantasiosa que a história nos parece no início, no decorrer da peça, plateias do Mundo inteiro acreditam nesse inusitado encontro. Surpreendem-se, riem, e finalmente, se emocionam com essa plausível sessão de terapia. Oh, My Good, título original, Diós Mio, em espanhol ou Meu Deus!?, versão brasileira, a personagem que será interpretada por Bianca Bin mãe de um jovem autista. Um dia recebe um telefonema misterioso de um homem desesperado, que insiste em marcar uma consulta com ela no mesmo dial. O homem só dá a primeira letra do seu nome (D), e ela imagina que é um homem muito influente que não quer se identificar. Quando ele chega, apresenta-se como sendo Deus. Deus profundamente deprimido com a situação e caminho que a humanidade tomou, por isso quer acabar com sua vida. Ela tem apenas uma hora para convencê-lo do contrário e salvar o mundo. Com um olhar cômico, e com humor ácido, o livro analisa a imagem de Deus e sua relação inconsistente com as pessoas.Nessa sessão, ela vai descobrir que está diante de Deus, mas não uma divindade cheia de espírito esclarecedor, mas sim, um Deus em crise e pronto para terminar com toda a criação.Ela, então, tenta salvar o suposto criador do mundo, que está à beira de uma crise e com falta de autoestima. Mostra-lhe as razões que o levaram a conceber o homem e a mulher, que são, sem dúvida, uma das mais emocionantes criações da existência junto com os mistérios do universo.Com final surpreendente e emocionante, acreditamos que MEU DEUS!? Será destaque de mídia e público nas produções que serão apresentadas nos próximos anos no Brasil, assim como tem sido em todos os Países que foi montada.
Duração: 70 minutosClassificação indicativa: 16 anos
Para as ações de acessibilidade o espetáculo contará com 3 frentes:ESPETÁCULO TEATRAL (PRODUTO PRINCIPAL)1) Acessibilidade física.O espetáculo ficará em cartaz em teatro que comporte acesso a pessoas portadoras de necessidades especiais e movimentos reduzidos, garantindo acessibilidade físicas como rampas de acesso, poltronas especiais, banheiros apropriados e de fácil acesso, tanto para portadores de necessidades especiais como idosos. 2) Acessibilidade Comunicacional:A) Para portadores de deficiências visuais.Todos as apresentações contará com aplicativo (estilo Rybaná), de inteligência conduzida e programada, com áudio descrição contendo descritivo de todo cenário, figurinos, personagens, indicações musicais e atos, de forma que o usuário poderá acompanhar todo o espetáculo com informações precisas sobre seu conteúdo.B) Para portadores de deficiência auditiva.Todas as apresentações contaram com aplicativo (estilo Rybaná), de inteligência conduzida e programada, onde o surdo poderá optar pela forma que lhe for de condução que lhe for pertinente, podendo escolher entre libras ou legenda.Além disso, sempre será disponibilizados os acentos próximo ao palco para que possa ter mais facilidade na leitura labial, preferência comum para surtos oralizados.3) Acessibilidade atitudinalTodas as apresentações contará um produtor/instrutor devidamente capacitado para atendimento acessível.ENSAIO ABERTO E BATE PAPO (CONTRAPARTIDAS)1) Acessibilidade física.As ações acontecerão em teatro que comporte acesso a pessoas portadoras de necessidades especiais e movimentos reduzidos, garantindo acessibilidade físicas como rampas de acesso, poltronas especiais, banheiros apropriados e de fácil acesso, tanto para portadores de necessidades especiais como idosos. 2) Acessibilidade Comunicacional:A) Para portadores de deficiências visuais.Não será necessário tal acessibilidade uma vez que todo conteúdo será falado e portanto a leitura visual não se faz necessária.B) Para portadores de deficiência auditiva.Será disponibilizado aplicativo (estilo Rybaná), de inteligência conduzida e programada, onde o surdo poderá optar pela forma que lhe for de condução que lhe for pertinente, podendo escolher entre libras ou legenda.3) Acessibilidade atitudinalTodas as ações terão um produtor devidamente capacitado para atendimento acessível.Todas as ações serão amplamente divulgadas junto às instituições que trabalhem com portadores de necessidades especiais. Também será informado no release, site de vendas, mídias sociais do espetáculo e bilheteria do teatro. Caso o deficiente não possua consigo um device, ou fones (para o caso de áudio descrição), será destinado tablets e fones de ouvido.
Como medidas de Democratização de Acesso serão seguidas as seguintes instruções, de acordo com a INSTRUÇÃO NORMATIVA MINC Nº 23, DE 5 DE FEVEREIRO DE 2025.Art. 46. O plano de distribuiçãoSerá seguido de acordo com a legislação apontada abaixo:I - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores, havendo mais de um receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado;II - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto;III - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, incluindo professores de instituição públicas de ensino;IV - mínimo de 20% (vinte por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem R$ 50,00 (cinquenta reais).Das Medidas de Ampliação de Acesso:De acordo com no Artigo 47/IN 2025, será realizado:Parágrafo V - "realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições e oficinas;""Portanto realizaresmo 1 ensaio aberto para público informado no ARTIGO 48:" I - de caráter social a distribuição de ingressos e produtos culturais para pessoas de grupos minoritários ou comunidades em vulnerabilidade social, tais como pessoas negras, povos indígenas, comunidades quilombolas, povos e comunidades tradicionais, populações nômades, pessoas em situação de rua, pessoas LGBTQIAPN+, pessoas com deficiência, beneficiários do Bolsa Família e inscritos no CadÚnico; eII - de caráter educativo, a distribuição a professores e alunos da rede pública de ensino fundamental, médio ou superior.Parágrafo único. A distribuição de caráter social ou educativo será realizada por meio de órgão ou entidade representativa do grupo ou comunidade ou escolas da rede pública de ensino. Das medidas de Contrapartida de ação formativa do Artigo 49 / IN 2025, será realizado de acordo com a LEI:§ 1º As ações formativas culturais deverão corresponder a pelo menos 10% (dez por cento) do quantitativo de público previsto no plano de distribuição do produto principal, contemplando no mínimo 20 (vinte) e no máximo 500 (quinhentos) beneficiários, podendo o quantitativo máximo ser superado a critério do proponente.§ 2º As ações formativas culturais destinam-se aos estudantes e professores de instituições públicas de ensino, que não se confundem com as medidas de ampliação do acesso contidas no art. 47, inciso V desta Instrução Normativa, podendo abranger uma das seguintes ações:"II - oferecer ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições e oficinas;"Portanto será oferecido 1 Palestra PRESENCIAL E GRATUITA para alunos e professores da rede pública de ensino, nas quantidades determinadas no § 1º desse artigo.
FICHA TÉCNICATexto: Anat GoVAdaptação: Célia Regina ForteDireção: Elias AndreatoElenco: Bianca Bin e Sergio Guizé.Sobre a autora Anat GovNasceu em Tiberíades, Israel em 1953 e faleceu em 2012 como uma das maiores jornalistas e dramaturgas daquele país. Começou sua carreira como atriz, mas desistiu depois de sua primeira performance. O primeiro livro que escreveu foi O Amor Mortal, apresentado em Jerusalém.Em 1999 encenou Melhores amigos de trabalho, sobre três amigos de juventude que se reencontram após vários anos. Anat continuou escrevendo especialmente dramas com uma mensagem social e dedicou a maior parte de suas obras para as relações humanas. Em Lisístrata 2000 fez uma adaptação livre do clássico anti- guerra e feministas Lisístrata Aristófanes, em que as mulheres de Atenas tentam forçar aos homens a paz através da greve de sexo. Em Dona de casa é um aviador aposentado que não consegue se adaptar à rotina da vida familiar.Em 2011, ganhou um prêmio por seu trabalho Final Feliz, que mostra o confronto entre o protagonista e um câncer, e foi escrito por Gov para lidar com a própria doença e seu tratamento. Na obra, o personagem principal sucumbe à doença, ao se recusar a aceitar a quimioterapia e preferir a qualidade de vida, em uma luta longa e difícil contra a doença.Em 2012 ganhou o prêmio de Artes concedido pelo município de Tel Aviv. Sobre a Adaptadora Célia Regina ForteCélia Forte, nascida em São Paulo em 1961, é formada em Jornalismo e Relações Públicas pela Faculdade Cásper Líbero. Em 1985, fundou, ao lado de Selma Morente, a Morente Forte Comunicações, atuando como assessora de imprensa e produtora para grandes nomes do teatro brasileiro. Em 2004, escreveu seu primeiro texto teatral, Amigas, pero no mucho, sucesso de público e crítica por mais de 12 anos em cartaz. Em 2011, lançou Ciranda, consagrada pela crítica como um dos melhores espetáculos do ano em São Paulo. Participou de diversas edições do Dramamix/Satyrianas, com textos encenados por artistas renomados. Possui dez peças escritas, incluindo montagens internacionais e traduções, Num Lago Dourado. Sua obra, marcada pelo olhar sensível e bem-humorado sobre o universo feminino, combina profundidade e leveza, conquistando público e crítica. Durante a pandemia, apresentou seu texto A Torta em formato de leitura online. Atualmente, segue criando e encenando novas produções.Sobre a Atriz Bianca BinComeçou no teatro aos 12 anos e, aos 16, mudou-se para São Paulo. Em 2009, já no Rio de Janeiro, ingressou na Oficina de Atores da Rede Globo e protagonizou Malhação. Em 2010, integrou o elenco de Passione e, no ano seguinte, viveu a protagonista Açucena/Aurora em Cordel Encantado. Depois, atuou como vilã em Guerra dos Sexos (2012) e voltou a protagonizar em Joia Rara (2013), Boogie Oogie (2014) e Êta Mundo Bom! (2016). Em O Outro Lado do Paraíso (2017), interpretou Clara, papel de grande repercussão. No cinema, trabalhou em Assalto na Paulista, As Verdades e O Amante de Júlia. No teatro, estreou em 2021 com O Homem que Matou Liberty Valence, seguida por Jardim de Inverno e O Nome do Bebê. Participou de Terra e Paixão (2023), narrou o audiolivro O Morro dos Ventos Uivantes e gravou Dona Beja. Em 2024, atuou na segunda temporada da série Colônia.Sobre o Ator Sergio GuizéFormado pela Escola Livre de Teatro de Santo André e pela Fundação das Artes de São Caetano do Sul, Sérgio estreou no teatro em 1998 em O Beijo no Asfalto. Atuou em diversas peças e, desde 2001, é vocalista e guitarrista da banda punk Tio Chê. Na TV, estreou em Pícara Sonhadora (2001) e fez participações em novelas e séries como Da Cor do Pecado, Caminho das Índias e Tapas & Beijos. No cinema, destacou-se em Os Inquilinos e Quanto Dura o Amor? (2009), O Abismo Prateado, Bruna Surfistinha e Onde Está a Felicidade? (2011), além de Macbeto (2012), seu primeiro protagonista. Ganhou notoriedade em Sessão de Terapia (2012) e protagonizou Saramandaia (2013), Alto Astral (2014) e Êta Mundo Bom! (2016), seu maior sucesso. Em O Outro Lado do Paraíso (2017) interpretou Gael, personagem polêmico. Depois, foi Chiclete em A Dona do Pedaço (2019) e Ariel em Verdades Secretas II (2021). Em 2022, protagonizou Mar do Sertão como Zé Paulino.Sobre o diretor Elias AndreatoElias Vicente Andreato, nascido em Rolândia em 8 de março de 1955, é ator e diretor teatral, irmão do ilustrador Elifas Andreato. Estreou profissionalmente no teatro em 1977, na peça Pequenos Burgueses, dirigida por Renato Borghi. No cinema, iniciou em Shock: Diversão Diabólica (1984) e, na TV, em Helena (1987). Ao longo da carreira, transitou entre teatro, cinema e televisão, participando de produções como os filmes Sábado (1997) e Boleiros – Era uma Vez o Futebol... (1998), além de novelas e séries como Suave Veneno (1999) e A Muralha (2000). Reconhecido por sua versatilidade, recebeu o Prêmio Shell de Melhor Ator (1990), o Prêmio da Associação Paulista de Críticos de Arte e da Associação dos Produtores de Espetáculos Teatrais de São Paulo, no mesmo ano, e o Prêmio IBEU de Melhor Direção (1996). Sua trajetória é marcada pela consistência artística e pela contribuição expressiva ao teatro brasileiro.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.