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PRONAC 258355Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Ricardo III

ESTUFA IDEIAS E SOLUCOES CULTURAIS LTDA
Solicitado
R$ 2,59 mi
Aprovado
R$ 2,59 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Espetáculos artísticos / musicais com itinerância mínima em 2 regiões
Ano
25

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2026-03-01
Término
2027-12-31
Locais de realização (3)
Salvador BahiaRio de Janeiro Rio de JaneiroSão Paulo São Paulo

Resumo

Montagem, temporada e circulação do espetáculo de teatro Ricardo III. A peça pretende provocar reflexão sobre os tempos atuais, por meio de um espetáculo vivo, que valoriza o texto e a trama, com uma encenação vigorosa, recheada de ação e suspense, lutas, discussões, traições e tramoias — características marcantes do autor — e que seguem prendendo o público até os dias de hoje. Um Shakespeare atual, cujos assuntos levantados há mais de 500 anos, em um país distante e frio, magistralmente colocados no verbo, na poesia e na ação, continuam, quando transpostos para os dias de hoje e para este lado do oceano, a revelar sua potência como teatro, permanecendo atual e relevante ao provocar reflexões sobre temas humanos e universais, sempre presentes em nossa sociedade.

Sinopse

Na Inglaterra do século XV, Ricardo, Duque de Gloucester, ambiciona tomar o trono a qualquer custo. Cínico, manipulador e implacável, ele arquiteta uma série de traições, assassinatos e alianças falsas para eliminar todos os que estão à sua frente na linha sucessória. Ao longo da trama, vemos sua ascensão implacável ao poder — e sua consequente queda. Ricardo III é uma das mais impactantes tragédias históricas de Shakespeare, revelando os bastidores da política e da sede de poder, com reflexões profundas sobre ambição, mentira e corrupção.Classificação Indicativa: 16 Anos

Objetivos

Objetivo Geral:Realizar a montagem, temporada e circulação do espetáculo Ricardo III, de William Shakespeare, protagonizado pelo ator Mateus Solano e dirigido por Renato Carrera, promovendo o acesso à cultura, a valorização do teatro contemporâneo brasileiro e a reflexão crítica sobre temas atuais por meio de uma encenação acessível, inclusiva e de alta qualidade artística. Objetivos Específicos:Realizar a adaptação, montagem e apresentações do espetáculo Ricardo III, com direção de Renato Carrera e protagonizado por Mateus Solano;Realizar temporada de 20 apresentações na cidade do Rio de Janeiro;Realizar temporada de 20 apresentações na cidade do São Paulo;Realizar 3 apresentações na cidade de Salvador;Oferecer sessões com recursos de acessibilidade, como tradução em Libras, audiodescrição, abafadores de ouvido e óculos de proteção para pessoas com neurodivergência ou hipersensibilidade sensorial;Promover dois ensaios abertos, seguidos de palestra com elenco e equipe técnica, voltados para estudantes e professores da rede pública, estudantes de artes e participantes de projetos sociais na área cultural;Contratar uma equipe artística e técnica de notório reconhecimento e com atuação consolidada no teatro brasileiro;Alcançar um público estimado em 10.000 pessoas ao longo do projeto;Gerar trabalho e renda para aproximadamente 50 profissionais da cultura;Valorizar o teatro como ferramenta de reflexão crítica sobre temas sociais e políticos contemporâneos, por meio de uma abordagem atual da obra de Shakespeare.

Justificativa

A montagem de Ricardo III propõe um diálogo direto entre um dos maiores clássicos da dramaturgia mundial e a sociedade brasileira contemporânea, atualizando a obra de Shakespeare a partir de uma tradução inédita e de uma encenação que aproxima o público da cena e dos temas propostos. Ao transpor a trama do século XV para os dias atuais, o espetáculo lança luz sobre questões urgentes e universais, como corrupção, disputa pelo poder, fake news, violência política, manipulação midiática e desigualdades sociais, permitindo que o público se reconheça nas situações apresentadas.A encenação adota uma linguagem acessível e dinâmica, inspirada em filmes de ação e suspense, combinando elementos audiovisuais, música ao vivo e recursos cênicos que favorecem a imersão do espectador, convidado a participar ativamente da narrativa, inclusive nos atos finais, quando parte da encenação ocorre fora do palco convencional. Essa proposta de envolvimento direto do público reflete o compromisso do projeto com a democratização do acesso à cultura e ao pensamento crítico, aspectos que dialogam com a missão do MinC de fomentar produções culturais relevantes, acessíveis e conectadas com os desafios e as reflexões da sociedade brasileira.Ao apresentar uma leitura potente e atualizada de um clássico universal, o projeto reafirma a importância do teatro como instrumento de reflexão social, educação crítica e ampliação do repertório cultural do público.O projeto atende aos Incisos I, III, VIII do Art. 1º da Lei 8313/91, a saber:III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;O projeto também atende às finalidades expressas no Artigo 3º da Lei 8313/91, da referida norma, a saber:II - fomento à produção cultural e artística, mediante:c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;

Especificação técnica

A encenação terá como tratamento cênico principal a relação física entre ator e texto, sua comunicação direta com o público, tendo como ponto de partida o teatro desenvolvido por Bertolt Brecht. Renato Carrera dá continuidade a suas recentes montagens que dialogam com a realidade brasileira e seu momento atual, como Tybyra – Uma Tragédia Indígena Brasileira, de Juão Nyn, que abordava o primeiro caso de homofobia registrado no país; Os Bruzundangas, de Lima Barreto, comédia musical satírica sobre o Brasil do início da república, traçando paralelos com os dias de hoje; e, mais recentemente, Irmãs, inspirado em As Três Irmãs, de Tchekhov, protagonizado por três atrizes negras de diferentes países que revelam suas vivências sobre o racismo no mercado artístico. Nesta montagem, Carrera valoriza o texto a partir de uma tradução inédita, feita especialmente para o espetáculo. A trama, originalmente ambientada no século XV, no fim da Idade Média, é transposta para os tempos atuais, com referências diretas à realidade brasileira. Com uma encenação vibrante e, ao mesmo tempo, tensa, o público se tornará atuante e participante ativo do espetáculo. Inspirada em filmes de ação e suspense, a história é contada no proscênio, próxima da plateia, que se identifica com a linguagem popular e com referências contemporâneas. Intrigas e tramoias que sempre fizeram parte da história do poder político brasileiro — brigas entre famílias dominantes, associações com milícias e crime organizado — são trazidas à cena com sua característica violência, que hoje já se internacionaliza, moldada por dinâmicas antes atribuídas à máfia. Camuflado pelos esconderijos da família real, Ricardo também pode ser comparado a empresários de multinacionais ou presidentes de grandes nações que insistem em manter seu poder por meio de estratégias bélicas, instaurando guerras e disputas a qualquer custo. Mentiras, fake news, corrupção e o uso político das redes sociais invadem o palco como referências na encenação. O texto e a estrutura dramática serão mantidos o mais fiel possível ao original, sem interferências diretas. As referências contemporâneas aparecem nas cenas por meio de projeções de vídeos, imagens, símbolos, música tocada e cantada ao vivo, além da proximidade dos atores com a plateia — que, nos dois últimos atos, será convidada a sair do teatro e seguir para o "campo de batalha", onde parte da encenação acontecerá ao ar livre. No embate final, os atores se misturam ao público, no saguão do teatro.

Acessibilidade

Em atendimento ao Art. 42 da IN 23/2025 e, adotando a recomendação da Norma Brasileira 15599:2008 da ABNT, o projeto adotará as seguintes medidas em benefício das pessoas idosas e/ou com deficiência:ESPETÁCULOS DE ARTES CÊNICASACESSIBILIDADE FÍSICA: O critério de escolha dos locais para a realização dos espetáculos levará em consideração a acessibilidade para pessoas com deficiência física ou mobilidade reduzida.ACESSIBILIDADE AUDITIVA: O espetáculo contará com tradução para Libras.ACESSIBILIDADE VISUAL: O espetáculo contará com audiodescrição das cenas. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: A equipe de produção será treinada para o auxílio de pessoas com dificuldades cognitivas durante as apresentações dos espetáculos. CONTRAPARTIDA SOCIAL ACESSIBILIDADE FÍSICA: O critério de escolha dos locais para a realização dos ensaios abertos levará em consideração a acessibilidade para pessoas com deficiência física ou mobilidade reduzida.ACESSIBILIDADE AUDITIVA: Os ensaios abertos contarão com tradução para Libras.ACESSIBILIDADE VISUAL: Os ensaios abertos contarão com audiodescrição das cenas. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: A equipe de produção será treinada para o auxílio de pessoas com dificuldades cognitivas durante as apresentações dos espetáculos.

Democratização do acesso

A montagem pretende atualizar o clássico Ricardo III, de William Shakespeare, trazendo o texto e seus temas — como poder, corrupção, desejo e violência — para os dias de hoje, a partir de uma perspectiva brasileira. Essa abordagem torna a obra mais próxima e acessível ao público contemporâneo, favorecendo a identificação com a trama e seus personagens. Além disso, o espetáculo conta com uma linguagem popular e recursos de acessibilidade. A realização de ensaios abertos e palestras para estudantes de escolas públicas e integrantes de projetos sociais também amplia o acesso e democratiza a fruição cultural, garantindo que o projeto seja acessível a públicos diversos, independentemente de sua condição social, cultural ou econômica.Em atendimento ao Artigo 47 da IN 23/2025, o projeto prevê:III - disponibilizar, na internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referentes ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição;IV - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos.

Ficha técnica

Texto: William ShakespeareDireção: Renato CarreraAtor Protagonista: Mateus Solano (Ricardo III)Elenco: à definirDireção de Arte: Daniel de JesusDireção de Movimento: Toni RodriguesFigurino: Bruno Perlatto (Proponente)Coordenação Geral: Natália Simonete (Proponente)Mateus Solano (Ator Protagonista): Mateus Solano é ator de teatro, cinema e televisão, conhecido por sua versatilidade e intensidade cênica. No teatro, destacou-se em montagens como Hamlet, Selfie, O Mistério de Irma Vap e, mais recentemente, no monólogo O Figurante. No cinema, atuou em Linha de Passe, Benzinho, Em Nome da Lei e Talvez uma História de Amor, além de dublagens em animações como Tito e os Pássaros. Na TV Globo, brilhou em produções como Maysa, Gabriela, Liberdade, Liberdade e Amor à Vida, onde viveu Félix, papel que lhe rendeu diversos prêmios. Também foi jurado do The Masked Singer Brasil e protagonista nas novelas Pega Pega e Quanto Mais Vida, Melhor. Ambientalista ativo, é embaixador do projeto Mares Limpos da ONU Meio Ambiente, utilizando sua voz para causas socioambientais com engajamento e responsabilidade.Renato Carrera (Diretor e ator): Renato Carrera é ator, diretor e dramaturgo, com 37 anos de carreira. Formado em Interpretação Teatral pela Uni-Rio, venceu dois Prêmios Questão de Crítica (Melhor Espetáculo e Melhor Ator) e foi indicado aos prêmios Shell, Cesgranrio e APTR. Dirigiu mais de 50 espetáculos, incluindo Malala, Gisberta, Savana Glacial (texto vencedor do Shell), Guerras (CCBB RJ) e O Balcão (SESC). Em 2024, estreou Os Bruzundangas, com circulação nacional e participação no Festival de Teatro de Bogotá. Em 2025, dirige Tybyra (Sesc Av. Paulista), Irmãs (Sesc Copacabana) e As Bruxas de Salém (Teatro Casa Grande). Foi ator da Cia. Teatral do Movimento por 10 anos e é professor convidado da Escola Sesc de Artes Dramáticas.Natália Simonete (Coordenação Geral – Proponente): Natália Simonete é gestora de projetos culturais, formada em Artes Cênicas pela UNIRIO e pós-graduada em Administração de Empresas pela FGV. Atua na área desde 2009 e já coordenou projetos em 15 estados brasileiros. Foi parecerista da Lei Federal de Incentivo à Cultura (2010–2022) e ministra cursos em instituições como UFSM, Sesc, Escola Sesc e CAL. À frente da Estufa de Ideias, realizou projetos como Ficções (com Vera Holtz), Cine Quatro Estações Mangaratiba, Narrando Mulheres (Canal Futura), Almanaque do Circo, Redondilhas e Teatro do Saara, que promoveu 240 apresentações em 4 meses. Seu trabalho é marcado pela articulação nacional, acessibilidade e inovação na produção cultural.Daniel de Jesus (Direção de Arte): Daniel de Jesus é diretor de arte, cenógrafo e designer com ampla atuação no teatro brasileiro. Trabalhou em espetáculos como Fides, Os Bruzundangas, Guerras, Malala, A Falecida e Ricardo III, dirigidos por nomes como Renato Carrera, João Fonseca e Marco André Nunes. Também assinou a programação visual de peças do Grupo Galpão, Armazém Cia de Teatro, e projetos internacionais como Brazil Diversity (Londres). É vencedor do Prêmio APTR (2016) e do Concurso Internacional Outros Territórios (2019), além de indicado ao Prêmio CBTIJ e ao Profissionais do Ano da Globo. Em 2020, estreou como diretor no média-metragem Jardim do Crime, exibido no MAM. Também criou capas de livros de Carla Madeira para a Editora Record. Seu trabalho é marcado por inovação estética, forte diálogo com o público e excelência técnica.Toni Rodrigues (Direção de Movimento): Artista, professor e terapeuta. Preparador corporal, coreógrafo e diretor de movimento em vários espetáculos no Brasil e no exterior, com diretores diversos. Bailarino, coreógrafo e diretor de diversas companhias do Rio de Janeiro. Formado em licenciatura em dança- Faculdade Angel Vianna. Pós-graduado em arte/dança contemporânea- UNIVERCIDADE. Formado em cadeias musculares e articulares e aspectos comportamentais GDS - Mme Stuyff. Formado em experiência somática- SE- ABT- Peter Levine Bruno Perlatto (Proponente): Formado em Design de Moda pelo SENAI-CETIQT e em Artes Cênicas pela UNIRIO. No teatro assinou o figurino de Tom na Fazenda (2017 - indicado ao prêmio Botequim Cultural de melhor figurino e Um sonho para Méliès (2016 - vencedor do prêmio de melhor figurino CBTIJ de teatro para crianças 2016). Em sua trajetória, esteve em grandes eventos internacionais, como o 26th Arabian Gulf Cup (Kuwait 2024), Asian Cup (Qatar 2023), Jogos Pan-Americanos (Chile 2023), 5th Asian Indoor and Martial Games (Turcomenistão 2017) e Olímpiadas Rio 2016. Na TV colaborou em produções premiadas como Caminho das Índias e no programa Esquenta.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.