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O projeto "Capítulo 3: Nem Meu Nome Eu Falo Hoje _ Circulação São Paulo e Brasília" prevê a circulação e difusão do espetáculo teatral homônimo, realizado pela Maldita Cia de Investigação Teatral, grupo sediado em Belo Horizonte/MG com 24 anos de trajetória. A proposta contempla a realização de 30 apresentações (15 em São Paulo e 15 em Brasília), 02 exibições comentadas do filme DOPS: Uma Arqueologia da Violência e 02 oficinas de dramaturgia ministradas pelos integrantes do grupo. A peça aborda memórias da ditadura militar brasileira a partir do Capítulo 3 do Relatório da Comissão da Verdade em Minas Gerais (COVEMG), entrelaçando relatos documentais e autobiográficos. O projeto tem como objetivo sensibilizar o público sobre democracia, direitos humanos e memória. Como contrapartida, realiza oficinas gratuitas de dramaturgia, exibição comentada de documentário, e ações de acessibilidade cultural, garantindo a participação de públicos diversos, em especial estudantes, pesquisadores e comunidade interessada na temática.
Espetáculo teatral Capítulo 3: nem meu nome eu falo hoje A peça faz uma travessia pelo Capítulo 3 do relatório final da Comissão da Verdade em Minas Gerais, intitulado “Tortura e violência institucional aos opositores à ditadura em Minas Gerais”, coordenado por Emely Vieira Salazar. Emely é cantora, trabalhadora dos direitos humanos, foi presa política e integra o elenco do espetáculo, que convida à escuta de seus depoimentos biográficos, trechos do Relatório da COVEMG e passagens biográficas da atriz Elba Rocha Vieira. Nos perguntamos: Como construir um destino a partir do absurdo? O que resta da ditadura em nós? O que a arte tem a dizer, ou fazer, diante dos sistemas de esquecimento e violência que assolam a América Latina? Este trabalho reverbera a experiência do grupo, que conduziu uma residência artística no prédio da Avenida Afonso Pena, 2351, Belo Horizonte, Minas Gerais, endereço que sediou o DOPS-MG, a política política da ditadura militar em Belo Horizonte. Essa peça é dedicada à Emely Vieira Salazar e Herculano Mourão SalazarFilme documentárioDOPS: Uma arqueologia da violência (Documentário - Brasil, 2024 - 75min/4K/5.1)O Departamento de Ordem Política e Social (DOPS) foi criado na década de 1920 para vigiar grevistas, membros do recém criado Partido Comunista e intelectuais de esquerda. O filme contrasta o discurso da instituição no início da década de 1970 com o testemunho de dois presos políticos que por lá passaram no mesmo período. O documentário busca expor o modo de funcionamento desta polícia política, destacando os abusos de sua força repressiva durante e após o regime militar (1964-1985) e a disputa narrativa que se deu durante as investigações da CPI do Sistema Carcerário de Minas Gerais em 1997.OficinaDramaturgias da memória No processo da arte documental, mais importante do que acumular arquivos, é entender quais perguntas queremos fazer a eles - essa foi uma premissa da pesquisa do espetáculo Capítulo 3: Nem meu nome eu falo hoje. Perpassando conceitos de autobiografia, biodrama e autoficção, a oficina propõe ativar arquivos pessoais e públicos para escrita de exercícios dramatúrgicos que entrelaçam as histórias pessoais dos participantes, trechos do Relatório Final da Comissão da Verdade em São Paulo, e do Relatório da Comissão da Anísio Teixeira em Brasília. Para tanto, os ministrantes propõem exercícios de escrita criativa, derivas e estratégias performativas, que refletem suas pesquisas como artistas e educadores. A oficina partilha alguns procedimentos de criação da peça Capítulo 3: Nem meu nome eu falo hoje, para refletir sobre estratégias de memória no teatro documentário e performativo. Com duração de 16h, no encerramento da oficina acontecerá uma leitura performativa dos trechos dramatúrgicos construídos pelos participantes ao longo do processo.
OBJETIVO GERALPromover a circulação e difusão do espetáculo teatral "Capítulo 3: Nem Meu Nome Eu Falo Hoje", ampliando o acesso do público ao trabalho de um grupo de teatro com 24 anos de experiência, valorizando os Relatórios das Comissões da Verdade brasileiras, e incentivando a reflexão crítica sobre a memória histórica, democracia e os direitos humanos no Brasil.OBJETIVOS ESPECÍFICOS- Realizar a circulação do espetáculo teatral "Capítulo 3: Nem Meu Nome Eu Falo Hoje" nas cidades de São Paulo e Brasília, com a realização de 30 sessões abertas ao público.- Estimular a reflexão crítica sobre a memória da ditadura militar e luta pela democracia brasileira, por meio da arte e do diálogo com documentos históricos e relatos pessoais.- Realizar 02 oficinas gratuitas de dramaturgia, voltadas para estudantes, artistas e interessados, como forma de formação e compartilhamento de saberes.- Exibir e debater o filme "DOPS: Uma Arqueologia da Violência" em 02 sessões comentadas, ampliando a compreensão do público sobre o tema.- Consolidar a trajetória da Maldita Cia de Investigação Teatral como grupo de referência em teatro documental e pesquisa de memórias da América Latina.- Promover a democratização do acesso à cultura, garantindo ações de acessibilidade e contrapartidas sociais.- Garantir acessibilidade PCD em todas as ações do projeto, ampliando e democratizando o acesso, promovendo: 09 apresentações do espetáculo com intérprete em Libras; 12 apresentações do espetáculo com audiodescrição; Impressão de programas em braile; Intérprete em libras para acompanhar toda a oficina; Intérprete em libras na exibição e nos comentários pós-exibição do documentário.Fomentar o trabalho de artistas acima de 60 anos (a equipe é formada por 3 pessoas 60+)- Oportunizar o exercício do direito constitucional à memória e à verdade- Criar um diálogo entre diferentes gerações sobre a importância da preservação da memória histórica.- Promover diálogos sobre as diferenças e pontos em comum das memórias da ditadura militar em São Paulo, Brasília e Belo Horizonte- Divulgar documentário que trata da história recente do Brasil- Valorizar memórias de vítimas da repressão no período da ditadura militar- Estimular a reflexão crítica sobre a história política do Brasil e suas repercussões no presente e no futuro- Promover o acesso democrático a conteúdos históricos e culturais.- Sensibilizar o público sobre os direitos humanos e democracia no Brasil
O projeto tem grande interesse público, por tratar da memória da ditadura militar brasileira a partir do Capítulo 3 do Relatório da Comissão da Verdade em Minas Gerais (COVEMG), entrelaçando documentos oficiais, relatos autobiográficos e experiências artísticas. A circulação em São Paulo e Brasília, cidades de grande importância cultural e política, amplia o acesso do público a um espetáculo que transversaliza arte, história e identidade coletiva.O Brasil foi um dos últimos países da América Latina a criar uma Comissão da Verdade pós ditadura militar. "Capítulo 3" reconhece a contribuição dos relatórios das comissões da verdade para o atendimento ao direito constitucional à memória e à verdade, e facilita o acesso a esse documento tão extenso e complexo através da arte e sensibilização.A proposta contribui para o fortalecimento do teatro documental como linguagem crítica e formativa, promovendo o debate sobre direitos humanos e a luta democrática. As ações formativas (oficinas de dramaturgia) e as exibições comentadas do filme "DOPS: Uma Arqueologia da Violência" ampliam o impacto educativo e social do projeto.Com 24 anos de trajetória, a Maldita Cia de Investigação Teatral possui experiência consolidada em pesquisa artística sobre memória e ditaduras na América Latina. A iniciativa, portanto, justifica-se pela sua pertinência social, cultural e política, bem como pelo seu potencial de democratização do acesso e formação de novos públicos.A proposta se enquadra nas finalidades previstas no Art. 1º da Lei nº 8.313/91, especialmente nos seguintes incisos:I _ contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais — O projeto prevê a circulação do espetáculo teatral por duas importantes cidades brasileiras, a preços populares, com reserva de 10% dos ingressos a serem distribuídos gratuitamente. As oficinas realizadas pelo projeto e as exibições do filme documentário, terão acesso gratuito para os interessados. O projeto garante, ainda, ações de acessibilidade devidamente especificadas no devido campo.III _ apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores — O projeto promove a difusão do trabalho de grupo teatral com 24 anos de trajetória, valorizando o trabalho de uma equipe de 25 pessoas, entre artistas criadores do espetáculo teatral, do filme documentário, equipes técnicas e de produção. Entre esses artistas, 04 pessoas idosas. Em seu escopo, contempla ações de formação, difusão teatral e, secundariamente, difusão audiovisual.VI _ preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro — A valorização da memória e história política da democracia brasileira é eixo central deste projeto. O espetáculo "Capítulo 3: Nem meu nome eu falo hoje" veicula documentos compilados pelo Relatório Final da Comissão da Verdade em Minas Gerais, agenciando em cena tanto documentos históricos, que tratam da memória coletiva e da história oficial, quanto relatos biográficos, que tocam na subjetividade de pessoas que viveram o período da ditadura militar. A oficina "Dramaturgia da memória" convida os participantes a manipular diretamente alguns desses documentos históricos, associando suas histórias pessoais a eles, promovendo a formação de identidade e memória coletiva.VIII _ estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória — Como citado no item anterior, todo o projeto está baseado na transmissão e reflexão sobre a memória política da luta pela democracia brasileira, facilitando o acesso a documentos e informações históricas. Quanto aos objetivos do Art. 3º da Lei nº 8.313/91, o projeto atende, em especial, a:II _ fomento à produção cultural e artística, especificamente:e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; O projeto prevê circulação de espetáculo teatral em duas regiões do país, com programação educativa associada composta por oficina gratuita de dramaturgia e exibição comentada de filme documentário.I _ incentivo à formação artística e cultural, pois promove a realização de duas oficinas gratuitas de dramaturgia, oferecendo formação gratuita para público de artistas e estudantes.IV _ estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, por:a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos — O projeto prevê distribuição gratuita de 10% dos ingressos, além de acesso gratuito às oficinas e sessões comentadas do filme.
Este projeto está concorrendo ao edital do Centro Cultural Banco do Brasil 2026-2027.
1. Espetáculo Teatral “Capítulo 3: Nem Meu Nome Eu Falo Hoje”Formato: espetáculo teatral documental performativo.Duração: aproximadamente 80 minutos.Público estimado por sessão: aproximadamente 200 pessoas.Quantidade: 30 apresentações (15 em São Paulo e 15 em Brasília).Espaço necessário: teatro equipado com palco italiano ou caixa preta, capacidade mínima de 200 lugares.Acessibilidade: sessões com intérprete de Libras ou audiodescrição2. Oficina de DramaturgiaFormato: oficina prática e teórica ministrada por integrantes da Maldita Cia.Carga horária: 12 horas (divididas em 4 encontros de 3 horas).Público estimado: até 30 participantes por cidade.Pré-requisitos: inscrição gratuita, aberta a estudantes, artistas e público interessado.Espaço necessário: sala multiuso ou sala de ensaio com cadeiras, mesas e acesso a projetor multimídia.Acessibilidade: acompanhamento de intérprete de Libras3. Exibição comentada do filme “DOPS: Uma Arqueologia da Violência”Formato: sessão audiovisual seguida de debate com integrantes da companhia.Duração: 125 minutos (filme: 75 min + debate: 60 min).Quantidade: 2 exibições (1 em São Paulo e 1 em Brasília).Público estimado por sessão: 100 pessoas.Espaço necessário: sala de cinema, auditório ou teatro adaptado para projeção.Acessibilidade: intérprete de Libras no debate e legendagem do filme
ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO- NAS APRESENTAÇÕES DO ESPETÁCULO:Realização de 18 apresentações com intérprete em LibrasRealização de 12 apresentações semanais com audiodescriçãoImpressão de programas em braileContratação de monitores treinados para recepção de pessoas com deficiência intelectual, visual e auditiva, desde a bilheteria do teatro, em todas as sessões do espetáculo- NA OFICINAIntérprete em libras para acompanhar toda a oficina em suas 02 edições- NA EXIBIÇÃO DO DOCUMENTÁRIOIntérprete em libras na exibição e nos comentários pós-exibição em suas 02 edições - NA COMUNICAÇÃOContratação de assessoria especializada para adequação das peças comunicação online para acessibilidade de pessoas com deficiência visual e auditivaLegendagem de todo conteúdo publicado em redes sociaisPublicação de textos em linguagem simples nas redes sociaisACESSIBILIDADE FÍSICAO projeto será realizado nos CCBB São Paulo e Brasília, locais com acessibilidade física arquitetônica, como banheiros adaptados, rampas ou elevadores e guias táteis.
Número total de apresentações: 30 sessões (15 em São Paulo e 15 em Brasília).Distribuição:- 30% gratuitos, totalizando aproximadamente 1800 ingressos, sendo 5% serão disponibilizados gratuitamente para professores e alunos do ensino médio das redes públicas de ensino- 20% a até R$ 50,00 : 1.200 ingressos vendidos a preços populares, respeitadas sempre a meia-entrada legal (estudantes, idosos, PcD, etc.).- 50% com valores compatíveis com o mercado local, totalizando aproximadamente 3000 ingressos, respeitadas sempre a meia-entrada legal (estudantes, idosos, PcD, etc.).- Realização de 2 oficinas gratuitas de dramaturgia e 2 exibições comentadas gratuitas do filme DOPS: Uma Arqueologia da Violência, abertas ao público mediante inscrição prévia.
FICHA TÉCNICAObra de Autoria ColetivaAtuantes: Elba Rocha Vieira e Lenine MartinsAtuante convidada: Emely Vieira SalazarDireção: Amaury BorgesDramaturgia: Anderson Feliciano e Elba RochaPesquisa documental: Elba RochaAssessoria histórica: Natália BarudTrilha sonora: Javier GalindoMusicistas convidadas: Alexandre Salles, Rita Silva, Pedro de Filippis, Rafael Dutra, Admar FernandesCâmera ao vivo e audiovisual: Davi FuzariCenografia: Maldita Cia com colaboração de Morgana MafraFigurinos: Maldita Cia com colaboração de Victor Medeiros e Marie MendesSonorização: Rafael DutraIluminação: Juliano CoelhoCoordenação de produção: Ricelli PivaCoordenação técnica: Marina BragaGestão da Maldita Cia: Elba Rocha e Ricelli PivaMinistrantes oficina “Dramaturgias da memória”: Anderson Feliciano, Elba Rocha e Amaury BorgesAssessoria de imprensa e coordenação de comunicação: Cristiane SanchesGestão de redes sociais: Paloma MoraisElba Rocha (Atuação, dramaturgia e gestão do projeto)39 anos, integra a Maldita Cia de Investigação Teatral desde 2012, trabalhando nas funções de atuação, dramaturgia e gestão cultural. É graduada em Licenciatura em Teatro pela Universidade Federal de Minas Gerais em 2009. Iniciou sua carreira teatral em 2002, trabalhou com diretores Antônio Hildebrando, Amaury Borges, Wester de Castro, Ana Domitila. No cinema, integra o elenco de Sussuarana (2023), de Clarissa Campolina e Sérgio Borges, Sonâmbulos (2018), de Tiago Mata Machado, Guignard Imaginário (2014), de Isabel Lacerda, entre outros. Tem larga experiência como professora de teatro, leciona na Área de Teatro da Escola Livre de Artes/Arena da Cultura-BH, desde 2017, entre 2009 e 2018 lecionou curso Técnico em Artes Dramáticas do Cefart/Palácio das Artes, no curso básico de teatro para adolescentes no Centro de Formação Artística da Fundação Clóvis Salgado/Palácio das Artes, no Centro Interescolar de Cultura Arte e Tecnologia/Valores de Minas, além de oficinas ministradas pela Maldita Cia sobre processos de criação colaborativa, dramaturgia e atuação. Como produtora cultural, tem experiência em produção executiva, coordenação de comunicação e gestão de projetos. Faz elaboração e gestão de projetos da Maldita Cia de Investigação Teatral desde 2017, como produtora executiva trabalhou na Mostra Cantautores anualmente entre 2013 e 2015; produziu a Mostra BH em 2011, os espetáculos Desassossegados, direção de Cristiano Peixoto (2009), Cara Preta, Maldita Cia (2017 a 2019), o grupo Asterisco Cia de Teatro entre 2010 e 2016, entre outros. Como dramaturga, trabalhou nos espetáculos Ensaios Para Ela, direção Elba Rocha (2023), cena curta e experimentação teatral online Transe, Maldita Cia (2019 a 2022), Chuvas Viagens Sovacos e Cebolas, Asterisco Cia de Teatro (2008), Quando Fala Nazareth. Direção: Sérgio Andrade Silva Nicácio. (2009), A Casa do Sol. Direção Wester de Castro (2012), Emely Vieira (atriz convidada)83 anos, Servidora aposentada da Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Minas Gerais, integrante voluntária da equipe do Napem (Núcleo de apoio psicopedagógico aos estudantes da faculdade de medicina da UFMG), fundadora da Pastoral dos Direitos Humanos da Arquidiocese de Belo Horizonte, onde leciona no curso de Educação Popular em Direitos Humanos. Foi membro da Comissão da Verdade de Minas Gerais, como coordenadora do capítulo “Tortura e violência institucional aos opositores da ditadura militar em Minas Gerais”. Participou do documentário “Dops, uma arqueologia da violência”, direção de Sânzio Cânfora, atua na peça Capítulo 3: Nem meu nome eu falo hoje, pela Maldita Cia de Investigação Teatral. Cantora autodidata, cantou na antiga Rádio Guarani em Belo Horizonte nos anos 1950, participa como cantora do CD Ciclo do boi de Alexandre Salles, e coordena o coral infantil da paróquia no bairro Trevo.Amaury Borges (direção)62 anos, graduado em Artes Cênicas – Bacharelado em Direção Teatral da UFOP, Universidade Federal de Ouro Preto, Minas Gerais (DATA). Ator pelo curso profissionalizante Teatro Universitário da UFMG Universidade Federal de Minas Gerais, Minas Gerais (DATA). É integrante fundador da Maldita Cia de Investigação Teatral (DATA de fundação), está como coordenador da área de teatro da Escola Livre de Artes Arena da Cultura desde 2021. Dirigiu os espetáculos "Maxilar Viril" (2015) da Maldita Cia de Investigação Teatral; "Zucco?documenta rastros do sujeito em condições de objeto" (DATA) no Oficinão do Galpão Cine Horto; "Cara Preta" (2009) da Maldita Cia. De Investigação Teatral,; Direção e atuação em "O Bicho" (1995) – Espetáculo de Rua da Tal Cia de Teatro; "Ubu Rei@rouba.comam.merdra" (1992) Espetáculo e rua do Grupo Kabana; "MEDÉIZONAMORTA' (DATA) do Grupo Teatro Invertido. Integrou a Catibrum Teatro de Bonecos e o grupo Teatro Kabana, onde trabalhou como ator e diretor teatral. Foi professor de interpretação teatral no curso profissionalizante em teatro da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais entre 2005 e 2020, no Centro de Formação Artística/Cefart da Fundação Clóvis Salgado em Belo Horizonte de 2018 a 2019, e na Escola Livre de Artes Arena da Cultura entre 2015 e 2020, onde atualmente é coordenador da área de Teatro. Dirige o espetáculo "Cap3: nem meu nome eu falo hoje" (2024) da Maldita Cia de Investigação Teatral.Anderson Feliciano (dramaturgia)41 anos. Mestrando em Artes Cênicas no Programa de Pós-Graduação da Universidade Federal de Ouro Preto e também em Dramaturgia na Universidad Nacional de las Artes em Buenos Aires, pós-graduado em Estudos Africanos e Afro-brasileiros (2009) e graduado em Letras/ Literaturas de língua portuguesa (2007) pela PUC – Minas. Coordenador do Núcleo de Pesquisa em Performatividades Negras do Galpão Cine Horto. Participou do eixo Olhares Críticos/Prática da crítica na 9° edição da Mostra Internacional de Teatro de São Paulo (MITsp/2024). Em 2023, participou da residência artística Sala Taller do Espacio de Arte Contemporanéa de Montevidéu (UY). No ano de 2019 foi convidado a fazer parte da residência artística Terrestre, na universidade de Princeton em New Jersey. Como performer, participou de festivais em países da América Latina, Europa e também dos Estados Unidos. Fez curadorias para a Mostra Polifônica Negra (Brasil), Plataforma Nacional de Artes Negras (Brasil), Festival Internacional de Artes Cênicas Negras e Mapuches Kurüche em (Chile) e o Projeto Terrestre (Estados Unidos). É autor de Pôr do Sol (Mazza edições/2024), O início em parceria com Mário Rosa (2022), Tropeço (editora Javali/2020). Já recebeu o Prêmio Ledas Maria Martins por Prelúdio a Ismael Ivo (2023), InSã: o universo do Rosário em nós (2020), Ensaio sobre fragilidades (2019) e Apologia III (2018). A dirigente Elba Rocha Vieira irá trabalhar no projeto como atriz do espetáculo teatral, e como gestora do projeto, acompanhando toda a execução e prestação de contas, tabalhando na liderança da equipe e articulação entre equipes. É também criadora da dramaturgia do espetáculo
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.