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"O Que Fazer?" é um curta-metragem de ficção científica e suspense feminista que acompanha Alice, uma jovem universitária que entra em um jogo no qual ser mulher significa jogar em desvantagem. A narrativa mistura realidade e universo virtual, refletindo os desafios cotidianos de segurança enfrentados pelas mulheres. O projeto prevê a realização do filme (aprox. 15 minutos), com produção da Loba Produções, para circulação em festivais e lançamento nacional e internacional.
1. Curta-metragem “O Que Fazer?”Gênero: Ficção científica / Suspense feministaDuração: aproximadamente 15 minutosSinopse: Alice, uma jovem universitária, entra em um jogo em que ser mulher significa jogar em desvantagem. A narrativa mistura realidade e universo virtual, refletindo os desafios cotidianos de segurança enfrentados pelas mulheres.Classificação indicativa: 14 anos (violência implícita e tensão psicológica).Realização de pelo menos 1 sessão gratuita em instituição cultural de São Paulo, seguida de debate com a equipe criativa. O debate terá foco em segurança feminina, representatividade no audiovisual e o processo de realização do filme.2. Oficina de Introdução ao Audiovisual e Representatividade FemininaAtividade paralela voltada a jovens estudantes, com duração de 4h, abordando temas como roteiro, direção e representatividade feminina nas telas.Ministrada por profissionais da equipe do curta.Público estimado: 30 participantes.Classificação indicativa: Livre.
Objetivo Geral Realizar o curta-metragem "O Que Fazer?", de ficção científica e suspense feminista, com a finalidade de promover reflexões sobre a segurança feminina e os desafios cotidianos enfrentados pelas mulheres, utilizando a linguagem audiovisual como ferramenta de sensibilização e transformação social. Objetivos Específicos - Produzir um curta-metragem de aproximadamente 15 minutos. Finalizar o curta em padrões técnicos de exibição nacional e internacional (edição, mixagem, correção de cor e legendagem) e também garantir acessibilidade por meio de legendas descritivas, audiodescrição e Libras. - Promover ao menos uma oficina pública gratuita em instituição cultural, com exibição do filme e seguida de debate com a equipe.
JustificativaO curta-metragem "O Que Fazer?" necessita do apoio da Lei Federal de Incentivo à Cultura para sua realização, pois aborda um tema de grande relevância social e cultural — a segurança das mulheres e os desafios cotidianos de gênero — utilizando a linguagem audiovisual como instrumento de sensibilização e transformação.O projeto se enquadra no Art. 1º da Lei 8.313/91, inciso I ("incentivo à produção cultural e artística") e inciso III ("difusão de bens culturais"), visto que propõe a criação de uma obra cinematográfica inédita e sua disponibilização em espaços de acesso público.Atende, ainda, aos objetivos do Art. 3º da mesma Lei, especialmente:Inciso I: estimular a produção e difusão da cultura nacional;Inciso II: proteger e valorizar a diversidade cultural e étnica;Inciso IV: ampliar o acesso da população aos bens culturais;Inciso V: apoiar prioritariamente projetos realizados por mulheres, contribuindo para a redução das desigualdades no setor cultural.O uso do mecanismo de incentivo é essencial para viabilizar financeiramente a obra, considerando a alta complexidade técnica de produção audiovisual, os custos de acessibilidade obrigatória e o compromisso de circulação gratuita em instituições culturais, garantindo que o retorno social seja ampliado e devidamente mensurado.
Perfeito, Mandi. Como você já delimitou dois produtos, agora precisamos dar detalhamento técnico de cada um — formato, duração, materiais gerados e, no caso da oficina, o projeto pedagógico. Aqui vai uma versão ajustada para edital: Especificações Técnicas dos Produtos1. Curta-metragem “O Que Fazer?”Gênero: Ficção científica / Suspense feministaDuração: aproximadamente 15 minutosFormato de captação: Digital, 4K, som estéreo 5.1Finalização: DCP (Digital Cinema Package) para exibições em salas de cinema; arquivo em HD para exibições online; legendagem descritiva, audiodescrição e tradução em Libras incorporadas.Materiais complementares: cartaz oficial, teaser e fotos de cena para divulgação.Classificação indicativa: 14 anos (violência implícita e tensão psicológica).Contrapartida: realização de 1 sessão gratuita em instituição cultural de São Paulo, seguida de debate com a equipe criativa.2. Oficina de Introdução ao Audiovisual e Representatividade FemininaFormato: atividade presencial com carga horária de 4 horas.Metodologia: aula expositiva e prática, combinando apresentação audiovisual, análise de trechos de filmes e exercícios criativos.Materiais: apostila digital em PDF acessível, projetor multimídia, recursos audiovisuais de apoio.Projeto pedagógico: introduzir conceitos básicos de roteiro e direção, debater representatividade feminina nas telas e estimular a criação de narrativas próprias entre jovens estudantes.Público estimado: até 30 participantes.Classificação indicativa: Livre.
A exibição pública do curta-metragem “O Que Fazer?” serão realizadas em instituições culturais que possuam infraestrutura adequada, com acessos adaptados para pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, incluindo rampas, banheiros acessíveis e, sempre que possível, guias táteis. A escolha do espaço parceiro priorizará locais que atendam às normas de acessibilidade vigentes, garantindo pleno acesso do público.O projeto assegura recursos de acessibilidade comunicacional, contemplando:- Audiodescrição para pessoas com deficiência visual;- Legendagem descritiva para pessoas surdas e ensurdecidas;- Interpretação em Libras nas exibições com debate;- Material de divulgação acessível em PDF pesquisável e fonte ampliada;
O curta-metragem “O Que Fazer?” terá como prioridade a ampla circulação e o acesso gratuito ao público. Para isso, estão previstas as seguintes ações:- Exibição pública gratuita em instituições culturais parceiras na cidade de São Paulo, seguidas de debate com a equipe criativa, abertas à comunidade local.- Inscrição em festivais de cinema nacionais e internacionais, garantindo difusão e reconhecimento artístico.- Oficina paralela sobre audiovisual e representatividade feminina, voltada a jovens estudantes, em parceria com espaços culturais.- Material digital acessível (com legendas, audiodescrição e Libras) para assegurar inclusão de pessoas com deficiência.
Atividade da Instituição ProponenteA Loba Produções Culturais e Cinematográficas Ltda., na condição de proponente, será responsável pela coordenação geral do projeto, contemplando:- Gestão administrativa, financeira e jurídica do curta-metragem “O Que Fazer?”;- Elaboração e acompanhamento de contratos com equipe técnica e artística;- Coordenação executiva de todas as etapas do projeto (pré-produção, execução e pós-produção);- Supervisão do plano de acessibilidade (Libras, audiodescrição, legendagem descritiva);- Planejamento e realização das exibições públicas gratuitas e debates;- Prestação de contas junto aos órgãos competentes. Ficha Técnica (Principais Participantes)Diretora – Mandi Castro Produtora executiva e diretora. Cofundadora da Loba Produções, atua no setor audiovisual desde 2018, com experiência em produtoras como Gullane, Endemol Shine e Pródigo Filmes. É graduada em Contabilidade (USP) e Produção Cinematográfica, com pós-graduações em Roteiro Audiovisual e Gestão de Projetos. Participou de laboratórios internacionais como CICAE (Itália) e B3 Hessen Lab (Alemanha). Dirige seu primeiro curta-metragem autoral “O Que Fazer?”, selecionado para o B3 Hessen Lab 2024.Roteirista – Bia Matera Roteirista formada em Audiovisual, com experiência em narrativas feministas e híbridas entre realidade e ficção. Coautora do roteiro de “O Que Fazer?”, participou do B3 Hessen Lab 2024 ao lado da diretora, desenvolvendo o projeto em ambiente internacional de coprodução.Produtora Executiva – Kathelyn Rosa de Assis Produtora especializada em projetos incentivados e gestão cultural. Responsável pela execução administrativa e financeira de projetos da Loba Produções, atua na coordenação de editais como ProAC, Lei Paulo Gustavo e Lei Rouanet.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.