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PRONAC 258451Projeto incluído em pauta para avaliação da CNICMecenato

Festival Filmes Incríveis (FFI)

CENTRO DE CULTURA BELAS ARTES CINEMAS
Solicitado
R$ 414,4 mil
Aprovado
R$ 599,9 mil
Captado
R$ 950,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.2%

Classificação

Área
—
Segmento
Difusão de acerv e conteúdo AV diver meios/suporte
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Festival, bienal, festa ou Feira
Ano
25

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2026-04-01
Término
2026-09-01
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

O Festival Filmes Incríveis _ 3ª Edição exibirá 15 longas-metragens inéditos no circuito comercial, cada um de uma nacionalidade distinta, ao longo de duas semanas no Cine Belas Artes, em São Paulo. Com 4 sessões diárias, o evento oferecerá ingressos populares (R$ 20 / R$ 10) e 10% de gratuidade a estudantes de escolas e universidades públicas.A programação contará ainda com sessões comentadas (Q&A) com convidados internacionais, a Sessão Cinéfilo, filme surpresa seguido de debate com críticos, e o Prêmio do Público. Com curadoria qualificada, acessibilidade em duas obras e ampla campanha de divulgação, o festival democratiza o acesso ao cinema contemporâneo global e fortalece a diversidade cultural na cidade.

Sinopse

O Festival Filmes Incríveis – 3ª Edição é um festival de cinema dedicado à difusão de obras inéditas no circuito brasileiro, apresentando 15 longas-metragens de 15 países distintos, selecionados por sua relevância cultural, estética e temática. Realizado no Cine Belas Artes (SP) ao longo de 15 dias, o evento terá 4 sessões diárias, com ingressos a preços populares (R$ 20 / R$ 10) e distribuição gratuita de 10% para estudantes de escolas e universidades públicas.A programação inclui ainda atividades especiais: sessões comentadas (Q&A) com convidados internacionais, a Sessão Cinéfilo (exibição surpresa seguida de debate crítico) e o Prêmio do Público, que elege o filme favorito dos espectadores por meio de votação. Duas obras contarão com pacote completo de acessibilidade (audiodescrição, legendas descritivas e Libras). O festival reafirma sua vocação como espaço de difusão do cinema contemporâneo global, de formação de público e de inclusão cultural.

Objetivos

Objetivo geral: Difundir de forma democrática e acessível a diversidade cultural do cinema contemporâneo mundial, por meio da realização de um festival que apresenta ao público brasileiro obras autorais de 15 países, fortalecendo a formação de público, o intercâmbio cultural e a reflexão crítica por meio do audiovisual.Objetivos específicos conforme produtos cadastrados no Plano de Distribuição:1. FESTIVAL/MOSTRA - AUDIOVISUAL - INGRESSOS - PROGRAMAÇÃO REGULAR 1.1. Curadoria e Licenciamento- Selecionar 15 filmes de 15 países distintos, priorizando obras premiadas ou de destaque em festivais internacionais, ainda inéditas no circuito comercial brasileiro; - Negociar e formalizar contratos/licenciamentos com agentes de vendas, produtoras e distribuidoras, assegurando os direitos de exibição.1.2. Preparação Técnica e Acessibilidade- Receber os arquivos/cópias dos filmes em formatos técnicos adequados e realizar processos de tradução e legendagem em português; - Produzir pacote completo de acessibilidade (audiodescrição, legendas descritivas e Libras) para pelo menos 2 filmes da programação, garantindo sessões plenamente acessíveis; - Testar todas as cópias em projeção para assegurar a qualidade técnica (imagem e som); 1.3. Planejamento da Programação- Elaborar grade de programação de 15 dias de festival, com 4 sessões diárias (totalizando até 5.760 lugares ofertados).- Incluir sessões regulares, Q&As com convidados, Sessão Cinéfilo e sessão de encerramento com entrega do Prêmio do Público.1.4. Produção e Realização- Coordenar a execução das sessões, assegurando equipe técnica presente em todas as exibições para recepção de público e suporte operacional; - Organizar pelo menos 2 sessões comentadas (Q&A) com diretores, atores ou produtores; - Realizar 1 Sessão Cinéfilo, com exibição surpresa e debate crítico; - Conduzir a votação para o Prêmio do Público, por meio de cédulas distribuídas ao final das sessões; 1.5. Comunicação e Democratização de Acesso- Desenvolver e implementar identidade visual exclusiva para a edição, aplicada em cartaz, catálogo e materiais digitais; - Executar campanha de comunicação multiplataforma, utilizando redes sociais, site do Cine Belas Artes, imprensa especializada e newsletters, com materiais acessíveis (#pracegover, vídeos legendados, descrição de imagens); - Garantir política de preços populares (R$ 20 / R$ 10) e distribuir 10% de ingressos gratuitos a estudantes de escolas e universidades públicas, em parceria com instituições de ensino; 1.6. Gestão e Monitoramento- Acompanhar diariamente os números de público e coletar feedback em votações e debates; - Documentar a execução por meio de fotos, vídeos, clipping de imprensa e borderôs de bilheteria; - Elaborar relatório final com indicadores quantitativos (número de sessões, público, ingressos gratuitos, sessões acessíveis) e qualitativos (formação de público, repercussão na mídia); - Apresentar prestação de contas financeiras conforme as normas da Lei Rouanet.2. CONTRAPARTIDAS SOCIAIS 2.1. Ingressos gratuitos: serão distribuídos gratuitamente 10% do total de ingressos a estudantes de escolas e universidades públicas. A distribuição será realizada de forma ativa, em parceria com instituições de ensino, ampliando o alcance para jovens de baixa renda que dificilmente teriam acesso ao circuito de cinema internacional.2.2. Atividades gratuitas e participativas: além das sessões regulares, o festival oferecerá experiências formativas e inclusivas, como:- Sessões comentadas (Q&A) com diretores, atores ou produtores convidados, abertas ao público;- Sessão Cinéfilo, que promove debate crítico após a exibição surpresa de um filme;- Prêmio do Público, com votação aberta em todas as sessões, estimulando a participação ativa da audiência.

Justificativa

O Festival Filmes Incríveis _ 3ª Edição justifica-se pela necessidade de ampliar o acesso do público brasileiro a obras internacionais independentes e autorais que, embora reconhecidas em festivais de prestígio como Cannes, Berlim e Sundance, raramente chegam ao circuito exibidor nacional. Em um mercado marcado pela predominância de blockbusters e por barreiras de distribuição, o festival cria um espaço de circulação cultural essencial, oferecendo ao público brasileiro uma janela para cinematografias diversas e inovadoras, que ampliam horizontes e promovem o diálogo intercultural.A proposta se enquadra plenamente nos objetivos da Lei 8.313/91:Art. 1º, incisos I, III, VII e VIII: ao facilitar o livre acesso às fontes da cultura; apoiar, valorizar e difundir manifestações culturais; desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos; e estimular a produção e difusão de bens culturais de caráter universal.Art. 3º, incisos II, IV e V: ao garantir a democratização do acesso aos bens culturais por meio da prática de ingressos populares e da distribuição gratuita de 10% da bilheteria; estimular o conhecimento e a fruição de obras audiovisuais contemporâneas de relevância cultural; e fomentar a formação de público crítico e diversificado.O uso do mecanismo de incentivo é imprescindível diante dos custos elevados envolvidos: aquisição de direitos de exibição internacionais, tradução e legendagem, produção de recursos de acessibilidade, realização de sessões comentadas e debates, além da ampla campanha de comunicação necessária para alcançar públicos diversos. Sem o apoio fiscal, seria inviável praticar ingressos a preços populares e oferecer contrapartidas gratuitas, comprometendo a função social e formativa do evento.Ao viabilizar o festival, a Lei de Incentivo à Cultura permite que a sociedade tenha acesso a um recorte de cinematografias globais que dialogam com temas urgentes de nosso tempo (identidades, memórias, conflitos, afetos e transformações sociais). Assim, o projeto difunde a produção cultural contemporânea e promove inclusão, diversidade e consciência crítica, consolidando o Festival como polo de difusão cultural e garantindo retorno social compatível com a política cultural brasileira.

Acessibilidade

O Festival Filmes Incríveis – 3ª Edição assegurará plena acessibilidade, tanto no espaço físico do evento quanto no conteúdo programático.Acessibilidade física: o Cine Belas Artes, sede do festival, já possui infraestrutura arquitetônica adequada, com rampas de acesso, elevadores, banheiros adaptados, assentos reservados para pessoas com deficiência e sinalização tátil. A escolha do local garante condições de mobilidade e conforto a todos os públicos, em conformidade com a legislação vigente.Acessibilidade de conteúdo: serão implementados recursos específicos para que pessoas com deficiência auditiva, visual ou comunicacional possam fruir integralmente da programação. Pelo menos dois filmes da seleção contarão com pacote completo de acessibilidade, incluindo:- Audiodescrição em português, transmitida por receptores individuais;- Legendas descritivas (closed caption), contemplando sons, falas e efeitos;- Tradução em Libras, especialmente nas sessões comentadas e debates presenciais.Acessibilidade digital: toda a comunicação online será planejada de forma inclusiva. Os posts em redes sociais incluirão descrição de imagens e a hashtag #pracegover; os vídeos terão legendas; e o catálogo/programação digital será produzido em formato acessível (com compatibilidade para leitores de tela).Com essas medidas, o festival garante que pessoas com deficiência possam participar de forma equitativa da experiência cultural, em conformidade com a Lei Brasileira de Inclusão (Lei nº 13.146/2015) e com os parâmetros da Lei Rouanet (IN nº 23/2025).

Democratização do acesso

O Festival Filmes Incríveis adota um conjunto de ações para assegurar que o acesso ao projeto seja democrático, inclusivo e socialmente justo.Política de ingressos: os valores serão populares e abaixo da média de mercado — R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia-entrada) — o que corresponde a menos da metade do valor praticado regularmente no Cine Belas Artes. Essa medida garante a acessibilidade econômica, permitindo que diferentes perfis sociais possam frequentar o festival.Ingressos gratuitos (contrapartida social): serão distribuídos gratuitamente 10% do total de ingressos a estudantes de escolas e universidades públicas. A distribuição será realizada de forma ativa, em parceria com instituições de ensino, ampliando o alcance para jovens de baixa renda que dificilmente teriam acesso ao circuito de cinema internacional.Atividades gratuitas e participativas: além das sessões regulares, o festival oferecerá experiências formativas e inclusivas, como:- Sessões comentadas (Q&A) com diretores, atores ou produtores convidados, abertas ao público;- Sessão Cinéfilo, que promove debate crítico após a exibição surpresa de um filme;- Prêmio do Público, com votação aberta em todas as sessões, estimulando a participação ativa da audiência.Acessibilidade territorial: a realização no Cine Belas Artes, localizado na Avenida Paulista, garante fácil acesso por transporte público (metrô e ônibus), o que facilita a presença de moradores de diversas regiões da cidade e da Grande São Paulo.Divulgação inclusiva: a campanha de comunicação dará destaque às medidas de democratização, enfatizando preços populares, gratuidades e recursos de acessibilidade. Serão utilizados canais de grande alcance, bem como parcerias com universidades, veículos culturais e imprensa especializada, assegurando que as oportunidades de acesso sejam amplamente conhecidas.Essas ações integram um plano de democratização abrangente, que combina acessibilidade econômica, física, digital e cultural, consolidando o festival como espaço público de difusão artística e de formação de plateias.

Ficha técnica

Diretora Geral – Juliana Martins de BritoDiretora Executiva do Belas Artes Grupo, que integra a Pandora Filmes, o Cine Belas Artes e a plataforma À La Carte. Formada em Cinema pela FAAP, com especialização em Propaganda e Marketing pela AIPE (Austrália). Atua há mais de 15 anos no setor audiovisual, tendo iniciado na Pandora Filmes na programação e curadoria. Desde 2018 é responsável pela gestão e expansão das atividades do Belas Artes Grupo.Coordenação Geral – Mayara ReginaProdutora cultural com experiência em gestão administrativa e execução de projetos incentivados. Atuou no Museu da Imagem e do Som e na Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo. Desde 2019 integra a equipe do Belas Artes Grupo, sendo responsável pelo acompanhamento de projetos culturais e prestação de contas em programas como PROMAC, Lei Rouanet e Lei Paulo Gustavo.Coordenação de Produção – Marina Castro AlvesJornalista com MBA em Comunicação Corporativa. Atua há mais de 15 anos no setor cultural, tendo passado por instituições como Museu da Imagem e do Som de São Paulo e agências de comunicação. Hoje é Coordenadora Executiva do Belas Artes Grupo, responsável por comunicação, parcerias e produção de eventos.Designer Gráfico – Viviane Isoda LopesDesigner e diretora de arte com mais de 20 anos de experiência em criação de peças gráficas para revistas, espetáculos musicais e projetos culturais. Atuou na Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo, sendo responsável pelo design de grandes eventos como a Virada Cultural. Atualmente dirige o Pulsa Estúdio, responsável pela identidade visual do Cine Belas Artes e da plataforma À La Carte.Curadoria – Léo MendesConsultor de aquisições internacionais da Pandora Filmes desde 1991 e programador do Noitão Belas Artes desde 2004. Foi curador de mostras temáticas e exposições de cartazes cinematográficos em São Paulo. Especialista em programação e difusão cinematográfica, com foco em diversidade cultural e social.Programador – Vinicius FanteziaAtua em programação de cinema desde 2008. Trabalhou no Telecine, Bonfilm e em festivais como Festival do Rio e Varilux de Cinema Francês. Desde 2021 é gerente de programação do Cine Belas Artes e da Pandora Filmes, responsável pela seleção de títulos e curadoria de eventos especiais.Coordenação Administrativa – Murilo Brum BarrionuevoAdvogado formado pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, especializado em direito cultural e entretenimento. Coordena os projetos jurídicos e culturais do Belas Artes Grupo, com experiência em editais públicos, orçamentos e prestação de contas (Lei Rouanet, ProAC, FSA/BRDE, Lei Paulo Gustavo).

Providência

Análise técnica concluída