| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 33931478000194 | SALOBO METAIS S/A | 1900-01-01 | R$ 330,0 mil |
O projeto consiste na realização do Festival de Dança Amazônia Verde Para Sempre, contemplando apresentações de dança, shows músicais, presentações artísticas, oficinas, rodas de conversa, feira de economia criativa, produtos digitais (VR, jogo, podcast), ações pedagógicas, acessibilidade, documentação audiovisual, articulação territorial e redes de cooperação associados às práticas da dança e das tradições amazônicas.
O projeto reúne atividades formativas e artísticas que integram espetáculo de dança, oficinas pedagógicas, seminários e ações de mediação cultural voltadas à valorização das tradições regionais e à promoção da diversidade. A obra central é um espetáculo de dança contemporânea com forte influência das matrizes populares brasileiras, que dialoga com o universo folclórico e com as identidades locais, trazendo em cena coreografias inéditas, figurinos autorais e cenografia inspirada nas culturas tradicionais. Além da apresentação artística, o projeto contempla oficinas de dança inclusiva, palestras sobre produção cultural e intercâmbio de saberes com mestres da cultura popular. Voltado a públicos de todas as idades, o conjunto das atividades é acessível e fomenta a formação de plateia, ampliando o acesso à cultura e incentivando a reflexão sobre identidade, memória e pertencimento.
OBJETIVO GERALValorizar, preservar e difundir as danças, artesanatos e saberes indígenas da região de Vitória do Xingu, promovendo o protagonismo dos povos originários, o fortalecimento identitário e o desenvolvimento sociocultural sustentável, por meio de um festival que integra arte, educação, economia criativa, tecnologia e acessibilidade.OBJETIVOS ESPECÍFICOS- Realizar um festival presencial no segundo semestre de 2026 em Vitória do Xingu, reunindo apresentações artísticas, oficinas e rodas de conversa com mestres indígenas.- Realizar apresentações musicais ao vivo com artistas e grupos indígenas, valorizando repertório tradicionais e comtemporâneos, promovendo intercâmbio culturale fortalecimento das identidades originárias. - Oferecer 04 oficinas culturais e pedagógicas, com a participação de pelo menos 450 pessoas entre jovens, idosos, pessoas com deficiência e comunidades vulneráveis.- Montar uma Feira de Economia Criativa, beneficiando diretamente pelo menos 60 artesãos indígenas com geração de renda e visibilidade para suas produções.- Produzir e disponibilizar três produtos culturais inovadores: experiência em realidade virtual, jogo educativo e podcasts bilíngues (português/línguas indígenas), distribuídos em escolas públicas e plataformas digitais.- Garantir acessibilidade plena em todas as etapas do projeto, com intérpretes de Libras, audiodescrição, materiais em Braille e sinalização tátil.- Documentar todas as atividades em registros audiovisuais e digitais, alcançando pelo menos 5.000 pessoas online.- Estimular o turismo cultural e fortalecer redes de cooperação entre comunidades indígenas, instituições locais e agentes culturais, ampliando os impactos socioeconômicos da iniciativa.
A Amazônia pulsa em cada gesto, canto e corpo que dança. O Festival de Dança Amazônia Verde Para Sempre nasce desse pulsar, impulsionado pela urgência de dar visibilidade às expressões artísticas e rituais dos povos indígenas de Vitória do Xingu. Em um território marcado por transformações ambientais, sociais e econômicas, a arte afirma-se como eixo de resistência, pertencimento e memória. A dança indígena, carregada de simbolismo e força ancestral, extrapola a dimensão estética para expressar cosmovisões, vínculos com o território, narrativas míticas e modos de existir que integram natureza e espiritualidade. Ao promover sua difusão, o festival reafirma a cultura originária como parte constitutiva da identidade brasileira, em consonância com o inciso I do Art. 1º da Lei 8.313/91, ao valorizar e difundir o patrimônio cultural brasileiro, e com o inciso III do mesmo artigo, ao estimular a produção cultural regional e suas especificidades.Vitória do Xingu foi escolhida não apenas como local de realização, mas como território simbólico onde se encontram comunidades indígenas, ribeirinhas e urbanas que formam um mosaico cultural potente e ainda pouco visibilizado no cenário nacional. Ao trazer essas vozes ao centro, o festival atende ao objetivo do Art. 3º da Lei 8.313/91 de promover o acesso à cultura e democratizar sua fruição, ampliando oportunidades para que públicos diversos entrem em contato com universos culturais frequentemente marginalizados. A pertinência do projeto se revela na necessidade de articular tradição e contemporaneidade sem submeter os saberes ancestrais à lógica de folclorização, mas garantindo que permaneçam vivos, atualizados e reconhecidos como patrimônio imaterial fundamental para a formação cultural brasileira, reafirmando também o objetivo de contribuir para a preservação e circulação de bens culturais.O festival ultrapassa a lógica de um evento isolado e estrutura-se como processo contínuo de salvaguarda, criação e circulação. As apresentações de dança são entrelaçadas com oficinas, rodas de conversa, atividades educativas, além de produtos digitais como experiências em realidade virtual, jogos educativos e podcasts bilíngues. Essa dinâmica atende ao inciso II do Art. 1º da Lei ao democratizar a produção e o acesso às manifestações culturais, e encontra respaldo no objetivo do Art. 3º de estimular a criatividade, a formação cultural e o desenvolvimento artístico de jovens, estudantes e comunidades tradicionais. A presença de mestres indígenas conduzindo atividades formativas amplia a dimensão pedagógica e reforça o caráter intergeracional do festival, assegurando que a transmissão dos saberes envolva tanto técnica quanto filosofia, espiritualidade e modos de vida.O componente econômico do projeto também se articula com a perspectiva contemporânea da economia da cultura. A realização da Feira de Economia Criativa proporciona um ambiente de valorização dos artesãos indígenas, promovendo o reconhecimento de produtos que carregam memória, técnica e simbologia. A comercialização direta fortalece a autonomia financeira dessas comunidades e dialoga com o inciso IV do Art. 1º, que trata da promoção de atividades culturais que contribuam para o desenvolvimento socioeconômico, além de atender ao objetivo do Art. 3º de fomentar a produção cultural como estratégia de desenvolvimento sustentável. Dessa forma, o festival contribui para que a cultura deixe de ocupar um lugar periférico e seja compreendida como ativo estratégico para a geração de renda, inclusão social e fortalecimento territorial.Outro pilar essencial é a acessibilidade plena. Todas as ações contam com tradução em Libras, audiodescrição, materiais adaptados e mediação especializada, garantindo que pessoas com deficiência tenham acesso integral à programação. Esse compromisso atende diretamente ao objetivo do Art. 3º de ampliar o alcance social das políticas culturais e democratizar o acesso de grupos historicamente excluídos. O festival busca, assim, consolidar uma cultura que se realiza para todos e com todos, reforçando também a função social da Lei Rouanet como instrumento de inclusão.A integração entre arte indígena e tecnologia amplia o diálogo com a juventude e com novos públicos, utilizando ferramentas contemporâneas como realidade virtual, produção audiovisual e narrativas digitais bilíngues para reforçar a conexão entre memória ancestral e inovação. Essa convergência ressignifica a experiência cultural e fortalece o objetivo do Art. 3º de incentivar novas linguagens e formas de expressão artística, garantindo que as tradições encontrem caminhos de permanência no tempo presente e alcancem outras gerações.O festival ainda se propõe a fortalecer redes de cooperação entre comunidades indígenas, instituições culturais, escolas, pesquisadores, artistas e gestores públicos. Ao fazê-lo, promove intercâmbios duradouros e contribui para a consolidação de um circuito cultural amazônico integrado, capaz de atrair novos investimentos, incentivar políticas de preservação e ampliar o impacto social da cultura. Essa articulação se alinha ao objetivo do Art. 3º de estimular a articulação entre agentes culturais e consolidar ações estruturantes para o campo da cultura.No contexto amazônico, onde desafios ambientais e disputas territoriais afetam diretamente modos de vida tradicionais, o festival assume também uma dimensão política, ao reafirmar a indissociabilidade entre cultura, território e natureza. A dança, o artesanato e as narrativas indígenas revelam a profunda conexão entre corpo, floresta e ancestralidade, reforçando valores de preservação ambiental e sustentabilidade. Nesse sentido, o projeto dialoga com o inciso V do Art. 1º, que incentiva iniciativas voltadas à preservação da memória cultural e do patrimônio ambiental, reconhecendo que a cultura dos povos originários é parte essencial da proteção ambiental na Amazônia.Com expectativa de impacto direto sobre milhares de pessoas, entre público presencial, estudantes da rede pública, participantes das oficinas e usuários dos conteúdos digitais, o festival consolida-se como ação cultural estratégica para a região. A documentação audiovisual prevista reforça a circulação dos conteúdos para além do espaço físico do evento, ampliando sua repercussão e seu legado. Assim, o festival cumpre objetivos estruturantes da Lei 8.313/91 ao democratizar o acesso, fortalecer identidades culturais diversas, promover inclusão e estimular cadeias econômicas da cultura.O Festival de Dança Amazônia Verde Para Sempre afirma-se, portanto, como uma iniciativa necessária, atual e socialmente relevante, capaz de conjugar preservação, inovação, formação, circulação e desenvolvimento. Trata-se de um gesto de reconhecimento e respeito à cultura indígena, que devolve a esse patrimônio o lugar de centralidade que sempre lhe pertenceu, reafirmando a cultura como força viva, criadora e indispensável para o futuro da Amazônia e do país.
O Festival de Dança Amazônia Verde Para Sempre se distingue por integrar arte, educação e economia criativa em uma proposta de impacto sociocultural amplo. Além das apresentações, oficinas e ações formativas já descritas, o projeto prevê iniciativas complementares que reforçam a relevância cultural e social da proposta. Entre elas, destaca-se a criação de redes de cooperação entre instituições locais, organizações não governamentais e comunidades indígenas, promovendo articulação contínua para fortalecimento de projetos culturais e comerciais locais.O projeto investe na documentação de todas as atividades, por meio de registros fotográficos, audiovisuais e conteúdos digitais interativos, permitindo que os resultados transcendem o evento presencial, alcançando escolas, universidades, instituições culturais e público em geral, com estimativa de mais de 5.000 pessoas impactadas online. Essa estratégia amplia a visibilidade da cultura indígena e assegura legado educativo e patrimonial.Outro diferencial reside na atenção à acessibilidade plena, contemplando intérpretes de Libras, audiodescrição, legendagem e materiais digitais adaptados, garantindo participação inclusiva de pessoas com deficiência. A integração desses recursos tecnológicos e pedagógicos cria experiências culturais sensíveis e abrangentes, fomentando compreensão, respeito e valorização das tradições regionais.O projeto também contribui para a economia criativa local: a Feira de Economia Criativa prevê comercialização direta de artesanato indígena, beneficiando pelo menos 60 artesãos, gerando renda, visibilidade e oportunidade de continuidade para suas atividades culturais. Ao mesmo tempo, o projeto valoriza saberes tradicionais por meio do protagonismo de mestres indígenas e lideranças comunitárias, promovendo transferência de conhecimento e preservação cultural.O festival é uma iniciativa inédita em Vitória do Xingu, oferecendo experiências integradas que unem produção artística, educação e inovação tecnológica. A proposta reforça o compromisso com a formação cultural de públicos diversos, o fortalecimento da identidade étnica, a inclusão social e o desenvolvimento sustentável, evidenciando sua pertinência e relevância como projeto de impacto regional e nacional.
Especificações técnicas do produto- Espetáculo de dança: duração aproximada de 60 minutos, com classificação etária livre. Palco italiano ou arena adaptável, iluminação cênica em 12 refletores LED, sistema de som com 4 caixas de retorno e projeção sonora frontal. Figurinos confeccionados em tecidos leves de alta mobilidade e cenografia modular em madeira e tecidos.- Oficinas pedagógicas: carga horária de 12 horas por turma, divididas em 4 encontros de 3 horas. Material didático em apostila digital (20 páginas), disponibilizada em PDF acessível (com audiodescrição e texto compatível com leitores de tela). Conteúdo programático: fundamentos da dança, práticas de criação coletiva, noções de produção cultural e mediação com as tradições populares.- Seminários/Palestras: duração de 2 horas cada, com mesa de convidados especialistas em cultura popular, dança contemporânea e produção cultural. Recursos audiovisuais: projetor multimídia, microfones headset e ambiente acessível com intérprete de Libras e legendagem simultânea.- Projeto pedagógico: estruturado a partir da metodologia participativa, integrando teoria e prática, com foco em três eixos principais: 1) valorização das identidades culturais locais; 2) democratização do acesso à produção artística; 3) incentivo à formação de plateia crítica.
A proposta compreende a acessibilidade como um eixo fundamental de sua realização, entendendo que a democratização cultural só se concretiza de forma plena quando todos os públicos podem vivenciar a experiência artística em igualdade de condições. Nesse sentido, o projeto foi concebido com atenção integral tanto à acessibilidade física quanto à acessibilidade de conteúdo, assegurando que o espaço e as ações programadas sejam inclusivos e respeitem as múltiplas necessidades dos espectadores.Na dimensão da acessibilidade física, os espaços de realização das atividades culturais serão criteriosamente preparados para garantir circulação adequada, contemplando rampas de acesso, banheiros adaptados, sinalização tátil e pisos que favoreçam a mobilidade de pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida. O projeto prevê ainda a presença de profissionais capacitados para orientar o público, oferecendo um atendimento atencioso e humanizado, que permita aos participantes deslocarem-se com segurança e autonomia em todos os ambientes.No campo da acessibilidade de conteúdo, o compromisso é assegurar que as mensagens artísticas e pedagógicas do projeto possam ser absorvidas e celebradas por todos os espectadores. Para tanto, serão disponibilizados intérpretes de Libras durante os eventos, permitindo que a comunidade surda acompanhe integralmente as apresentações e atividades formativas. Além disso, os conteúdos audiovisuais contarão com legendas descritivas, e sempre que necessário, recursos de audiodescrição serão incorporados, garantindo que pessoas com deficiência visual tenham acesso às narrativas, sensações e atmosferas criadas pelas obras.Essas medidas vão além de obrigações técnicas: constituem um gesto de respeito e reconhecimento à diversidade de públicos que compõem a sociedade. A arte, em sua essência, não pode se restringir a alguns; ela floresce no encontro de olhares, gestos e vozes plurais. O projeto reafirma esse princípio ao inserir a acessibilidade como valor central, fortalecendo sua dimensão social e ampliando sua potência cultural.A acessibilidade aqui não é um complemento, mas parte estruturante da proposta, assegurando que cada pessoa, independentemente de suas condições, encontre caminhos para participar ativamente, interpretar o conteúdo, emocionar-se e compartilhar da riqueza artística que será apresentada.
A democratização de acesso é um dos pilares centrais desta proposta, estruturada para garantir que diferentes públicos tenham condições de participar, interagir e se beneficiar das ações culturais desenvolvidas. A estratégia contempla tanto a distribuição e comercialização dos produtos quanto iniciativas complementares de formação e difusão.No que se refere à distribuição, os ingressos das apresentações presenciais serão disponibilizados de forma gratuita ou a preços populares, possibilitando o alcance de públicos de diferentes faixas socioeconômicas. Haverá também a adoção de mecanismos inclusivos, como cotas de ingressos destinados a comunidades em situação de vulnerabilidade social, instituições de ensino público, associações culturais e organizações voltadas a pessoas com deficiência. Essa medida assegura que o acesso ao conteúdo artístico seja efetivamente democrático e diversificado.Para ampliar ainda mais o alcance, parte da programação contará com transmissão online, permitindo que espectadores de diferentes localidades do Brasil possam acompanhar o projeto. A gravação e disponibilização de conteúdos em plataformas digitais ampliam a vida útil do projeto e democratizam o acesso para além do espaço físico do evento, alcançando comunidades que, de outra forma, não teriam contato com a iniciativa.Complementando essas estratégias, serão realizadas ações paralelas de formação, como oficinas, rodas de conversa e palestras, que possibilitam uma vivência mais profunda e educativa com o conteúdo artístico. Essas atividades são abertas ao público e especialmente voltadas a jovens, educadores e artistas emergentes, criando um espaço de troca de saberes, estímulo à criatividade e fortalecimento de redes culturais.Além disso, está prevista a realização de ensaios abertos, nos quais estudantes e comunidades locais poderão acompanhar o processo criativo dos artistas. Essa prática aproxima o público do fazer artístico e promove um olhar mais crítico e sensível sobre a arte.Combinando essas medidas, o projeto reafirma seu compromisso com a inclusão e a descentralização cultural, assegurando que a arte circule de maneira ampla, participativa e acessível, alcançando tanto quem está nos grandes centros quanto quem se encontra em regiões periféricas ou de difícil acesso.
José Antonio Serrão Carneiro – Coordenador GeralFormação: Graduado em Pedagogia e pós-graduado em Gestão Cultural.Atua como produtor cultural há mais de 20 anos. É presidente do Grupo Folclórico Explosão Vitoriense e coordenador do Intercâmbio Cultural Filhos do Xingu, liderando projetos voltados para a difusão e preservação cultural.Thayse de Souza – Produtora ExecutivaGraduada em Gestão Pública e Produção Cultural.Membro do Conselho Municipal de Cultura e da Comissão Especial da Lei Aldir Blanc. Especialista em leis de incentivo fiscal. Atua como diretora artística e produtora desde 2013, com ampla experiência na gestão de projetos culturais.Erick Gama Gomes – Professor de Dança e CenógrafoBacharel em Biologia e Dança.Ministra aulas de Ballet Clássico e Jazz Dance há 5 anos. Possui formação pela Royal Academy of Dance e experiência em cenografia para quadrilhas juninas e eventos culturais regionais.Francileia Borges da Silva – Coordenadora PedagógicaPós-graduada em Psicopedagogia e Educação Especial.Atua com ensino de dança inclusiva e mediação cultural. Já desenvolveu projetos educacionais em comunidades indígenas e ribeirinhas, com foco em inclusão e acessibilidade cultural.Prícila de Paula Soares da Costa – Figurinista e Diretora ArtísticaFigurinista de espetáculos teatrais e curtas-metragens premiados.Desenvolveu coleções autorais apresentadas no Festival Rec Beat e na Fenearte em Vitória do Xingu. Seu trabalho é voltado para design cultural e criação de figurinos inspirados na identidade regional.Victor Hugo Sousa de Carvalho – Coreógrafo e Mestre de CerimôniaEstudante de Artes Cênicas e bailarino formado em Ballet Clássico pelos métodos cubano e Vaganova.Atua também com Jazz Dance, Dança Contemporânea e Dança Afro-brasileira. É responsável pela linha estética e coreográfica dos espetáculos.Wildson Gomes da Silva – Fotógrafo/VideomakerEspecialista em marketing digital e produção audiovisual.Atua como coordenador de comunicação do grupo, responsável pelos registros fotográficos, filmagens e pela divulgação digital das atividades culturais.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.