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PRONAC 258508Projeto liberado para adequação à realidade de execução.Mecenato

LER É VIVER

INSTITUTO GIL NOGUEIRA
Solicitado
R$ 1,74 mi
Aprovado
R$ 1,74 mi
Captado
R$ 182,7 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

10.5%

Classificação

Área
—
Segmento
Doação ou Aquis Acervos p/ Bibli e Arquiv públicos
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Açoes de incentivo à leitura
Ano
25

Localização e período

UF principal
MG
Município
Belo Horizonte
Início
2027-01-01
Término
2027-12-31
Locais de realização (16)
Barbacena Minas GeraisBelo Horizonte Minas GeraisConceição do Mato Dentro Minas GeraisContagem Minas GeraisCordisburgo Minas GeraisDivinópolis Minas GeraisDom Joaquim Minas GeraisItabira Minas GeraisItabirito

Resumo

Realizar a continuidade da circulação das atividades do projeto Ler é Viver em Belo Horizonte e mais 15 cidades mineiras do interior de Minas Gerais, sendo elas Belo Horizonte, Barbacena, Conceição do Mato Dentro, Contagem, Cordisburgo, Divinópolis, Dom Joaquim, Itabira, Itabirito, Itaúna, Janaúba, João Monlevade, Ouro Preto, Paineiras, Passa Tempo, Santa Luzia. Serão atendidas 28 escolas públicas, e um total de aproximadamente 5391 alunos, fornecidos 15360 livros para serem lidos e interpretados. Realizadas aproximadamente 395 contações de histórias para incentivar a ludicidade e a leitura e 78 apresentações cênicas para os eventos de premiação dos alunos. Todas as atividades serão gratuitas. O projeto contribui para o acesso à literatura infantojuvenil de qualidade, promovendo o desenvolvimento do hábito da leitura desde os primeiros anos escolares. Ao estimular o interesse pelos livros, amplia-se o vocabulário, a imaginação, a capacidade de interpretação e o pensamento crítico das crianças.

Sinopse

TREINAMENTO DOS PROFESSORESO treinamento dos professores tem o objetivo de proporcionar o desenvolvimento e execução das atividades propostas pelo projeto Ler é Viver. A equipe pedagógica do Instituto Gil Nogueira realiza treinamentos contínuos através de rodas de conversas, reuniões e encontros – a fim de promover uma discussão ampla e esclarecedora de temas importantes para o sucesso do projeto. A prática da leitura na formação cidadã dos alunos; a importância da imaginação e da ludicidade na constituição intelectual e social do indivíduo; bem como as influências da leitura e da interpretação no processo de aprendizagem – são algumas das abordagens levantadas nestas capacitações.Os encontros iniciam juntos com as atividades do projeto nas escolas. Na primeira reunião o projeto é amplamente apresentado aos professores. São descritos e esclarecidos os objetivos, as regras, as oficinas, o evento de premiação, as metodologias e as estratégias para desenvolvimento do trabalho em sala de aula e em casa. No decorrer do semestre, enquanto os alunos participam das Contações de Histórias, são promovidos os encontros com os professores. Nestes encontros, são esclarecidas dúvidas que possam surgir durante a execução das atividades, bem como promover discussões sobre alternativas pedagógicas para um melhor aproveitamento do projeto na escola. CONTAÇÃO DE HISTÓRIASA contação de histórias é um instrumento muito importante no estímulo a leitura e acesso à cultura. Desenvolve a linguagem e é um passaporte para a leitura e escrita. Desperta o senso crítico e principalmente: faz a criança sonhar. O contador de histórias, caracterizado pelo tema apresentado, tem a tarefa de envolver o público na história dando vida aos personagens. As histórias contadas de forma interativa, traz informações novidades e fantasias ao ouvinte atento.São contadas histórias do imaginário coletivo e contos, que acrescentam informações e reflexões sobre: racismo, bullying, preservação do meio ambiente, preconceitos em geral, relações humanas. Classificação livre – Duração média de 20 minutos cada. ATRAÇÃO CULTURALAs atrações culturais que irão compor as apresentações cênicas serão definidas ao longo da execução do projeto, com temáticas alinhadas aos objetivos propostos e adequadas à faixa etária dos alunos. Essas apresentações acontecem juntamente com o evento de premiação, realizado uma vez por semestre em cada turno que tenham turmas participantes do projeto.Além de valorizar e celebrar o desempenho dos estudantes, as atrações culturais têm um papel fundamental ao proporcionar a crianças e adolescentes – muitos dos quais têm pouco ou nenhum acesso a esse tipo de experiência – a oportunidade de vivenciar o universo artístico. Esse contato é essencial para ampliar horizontes, estimular a sensibilidade, a criatividade e o senso crítico, contribuindo de forma significativa para a formação integral dos alunos.

Objetivos

OBJETIVO GERAL:Realizar a circulação das atividades do projeto Ler é Viver em Belo Horizonte e mais 15 cidades mineiras para democratizar o acesso à literatura infanto-juvenil de qualidade, contribuindo de forma significativa com a redução no analfabetismo funcional entre os alunos matriculados no 1º ao 5º ano do ensino fundamental I.OBJETIVOS ESPECÍFICOS:- Descentralizar e ampliar as atividades culturais;- Promover o acesso a bens e produtos culturais, ofertando atividades artísticas relacionadas aos contextos literários presentes nos livros trabalhados pelo projeto;- Beneficiar 28 escolas públicas de 16 cidades de Minas Gerais com a diversificação de suas atividades culturais formativas para alunos e professores;- Disponibilizar aproximadamente 15360 livros para cerca de 5391 alunos beneficiados pelo Ler é Viver em atividades nas salas de aula, podendo ser extensivas a residência;- Estimular o hábito da leitura e fomentar as práticas de interpretação de textos;- Realizar aproximadamente 395 contações de histórias, durante o ano, nas escolas abarcadas pela proposta;- Democratizar o acesso a diversão e o lazer por meio de apresentações culturais abertas à comunidade escolar;- Contribuir para a formação cidadã e o desenvolvimento humano dos estudantes e professores de Belo Horizonte e cidades do interior;- Ampliar a capacidade de comunicação, de convivência e respeito às diferenças por meio das atividades desenvolvidas pelo projeto.- Melhorar o direito ao acesso à educação e cultura, conforme preconiza o estatuto da criança e do adolescente;- Realizar aproximadamente 78 apresentações teatrais anualmente nas 28 escolas participantes do projeto, com a premiação dos alunos e professores abertas à comunidade escolar;- Democratizar o acesso dos alunos das escolas participantes do projeto aos livros, com o objetivo de desenvolver, por meio do hábito da leitura, o gosto pela literatura;- Ampliar a capacidade de entendimento e interpretação de textos pelos seus participantes;- Fomentar o acesso a atividades culturais com o objetivo de melhorar o desempenho e o rendimento escolar, ampliar o vocabulário, estimular a criatividade, o raciocínio e a escrita;- Incentivar a formação de cidadãos com maior análise crítica e interpretativa dos fatos.- Mensurar o desempenho dos alunos através de avaliações adequadas ao público participante.

Justificativa

O projeto Ler é Viver nasceu da constatação de que um dos geradores de desigualdade social, exclusão e violência no Brasil é o analfabetismo funcional. Pesquisas comprovam que boa parte dos cidadãos brasileiros estão privados de uma leitura com capacidade de interpretação, o que interfere diretamente em seu aprendizado, expressão e desenvolvimento intelectual. Reverter esse cenário é o objetivo primeiro do Instituto Gil Nogueira por meio do Projeto Ler é Viver.A proposta é dar continuidade à circulação do projeto Ler é Viver, que há 19 anos atua em Belo Horizonte, e realizar o décimo ano consecutivo de ações em cidades do interior de Minas Gerais. O objetivo é ampliar o alcance e os benefícios da iniciativa, promovendo o acesso à arte e à leitura em regiões onde a oferta de atividades culturais ainda é limitada ou inexistente.A iniciativa incentiva o hábito da leitura para contribuir com um bom desenvolvimento escolar, a formação do senso crítico e o acesso a bens culturais. Desperta o imaginário, as habilidades de criação e melhora a escrita. Como um dos objetivos é circular, a proposta proporciona a democratização do acesso e a descentralização da cultura ao levar atividades lúdicas para lugares mais necessitados contribuindo assim, para o desenvolvimento cultural, educacional e social em diferentes cidades de Minas Gerais.O projeto Ler é Viver resgata a literatura dos clássicos e folclore apresentando aos alunos títulos consagrados e atuais, selecionados de acordo com a faixa etária dos participantes do projeto. A equipe pedagógica do Instituto Gil Nogueira faz uma seleção cuidadosa da base dos livros por meio de curadoria _ não havendo temáticas com cunho religioso, menção à violência explicita ou qualquer tipo de preconceito. Atuando nas escolas com pouco ou nenhum acervo literário, o projeto Ler é Viver, reforça o conceito e a concepção da cultura como lugar de reafirmação e diálogo entre as diferentes identidades culturais. Por meio da capacitação dos professores, estimula a formação e o aperfeiçoamento de profissionais da educação. Democratizando o acesso aos bens e serviços culturais, o projeto Ler é Viver possibilita e colabora para o exercício do direito à cidadania. A seleção das escolas tem como referência a análise dos resultados do IDEB (Índice de Desenvolvimento do Ensino Básico), mensurado através das provas do PROALFA e PROEB, priorizando sempre escolas menos favorecidas, em locais com alto índice de vulnerabilidade social e pouco/nenhum acervo bibliográfico. O projeto teve início em 2007, com duas escolas participantes e 661 alunos contemplados, aumentando gradativamente o número de beneficiários nos anos seguintes. No total de sua existência, o projeto já beneficiou 98 escolas, mais de 107 mil alunos assistidos, com a incrível marca de 1.596.282 de livros lidos e interpretados. Foi através dos resultados adquiridos ao longo dos anos que pôde se tornar um projeto consolidado, reconhecido e premiado. No decorrer dessa trajetória, possibilitou a milhares de alunos, bem como o público indireto _ seus familiares e professores _ o acesso à arte, literatura e as manifestações culturais. O Instituto Gil Nogueira acredita que adquirir o hábito da leitura é um atributo que os beneficiários do projeto poderão levar para a vida. O despertar para as práticas literárias reforça a formação do indivíduo e os torna mais inseridos no contexto cultural.

Estratégia de execução

Aquisição/doação de livro: Será doado em torno de 10% dos livros às bibliotecas das escolas públicas participantes Todas as atividades serão oferecidas gratuitamente. A aquisição de livros e de transporte deste material por questões de melhoraria na logistica, serão centralizados na cidade de Belo Horizonte para distribuição nas demais cidades.Este projeto está sendo escrito para execução no ano de 2027, tendo em vista dar continuidade ao projeto anterior.

Especificação técnica

1ª meta - Fornecer aproximadamente 15360 livros– entre obras locais, clássicos e infanto-juvenil – para cada sala/turma do 1º ao 5º ano durante o período letivo de 12 meses. 2ª meta - Realizar uma média de 395 de contação de histórias de aproximadamente 20 minutos cada, sendo em média 01 por mês para os alunos matriculados do 1º ao 5º das Escolas participantes 3ª meta - Realizar aproximadamente 78 eventos para premiação dos alunos do projeto com uma apresentação cultural (aberta à comunidade)4ª meta - Fornecer 01 (uma) medalha como prêmio para cada aluno que alcançar a nota mínima de 06 pontos obtidos por meio da avaliação individual, realizada semestralmente pelo projeto. 5ª meta - Fornecer 01 (um) item simbólico como prêmio para cada professor das Escolas participantes ao atingir a meta de 10 livros lidos e interpretados por turma. 6ª meta – Realizar a doação de 1.500 livros para escolas e/ou ONGs onde o acervo literário seja escasso e/ou inexistente.

Acessibilidade

Este projeto é realizado em escolas públicas, assim, o público atendido são definidos pelas escolas, sem interferência do proponente, não podemos garantir a necessidade de disponibilização de intérpretes de libras, audiodescrição ou demais acessibilidades. No caso de escola pública. Quando existe algum aluno com estas necessidades, normalmente a escola já disponibiliza o acompanhamento de professores especializados.No entanto está garantido o atendimento às acessibilidades necessárias caso estas sejam informadas pelas escolas. Além disso, garantimos as seguintes ações em escolhas que são especializadas:Acessibilidade física:Ação na APAE (Rua Cristal, 78, Santa Tereza, Belo Horizonte): Oficina de Contação de histórias com atividades de interação, visando proporcionar aos participantes vivências sociais, culturais e de lazer.Doação de 100 livros (cem livros) para compor o acervo literário da instituição;Acessibilidade para deficientes visuais:Ação no Instituto São Rafael (Av. Augusto de Lima, 2109 - Bairro Barro Preto, Belo Horizonte):Oficina de Contação de histórias / musicalização com foco no estímulo da memória, incentivando os participantes a decorarem as melodias e as letras das canções;Doação de 100 livros (cem livros) em braile para compor o acervo literário da instituição;Oficina reflexiva com foco no aprendizado, incentivando o autoconhecimento, a autoconfiança através de atividades lúdicas; Acessibilidade para deficientes Auditivos:Ação na Escola Francisco Sales (Rua Guajajaras 1887 Barro Preto, Belo Horizonte):Oficina de Contação de histórias com intérprete de libras, promovendo o acesso ao lazer e cultura;Doação de 100 livros (cem livros) para compor o acervo literário da instituição; Acessibilidade para pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos assim como pessoas que desconhecem as linguagens ou idiomas dos conteúdos:Ação no Instituto Mano Down (R. Urucuia, 62 - Floresta, Belo Horizonte)Oficina de contação de histórias para incentivar a ludicidade e levar acesso a bens culturais;Doação de 100 livros (cem livros) para compor o acervo literário da instituição;

Democratização do acesso

Democratização do Acesso:Projeto prevê as seguintes medidas de democratização de acesso conforme prevê os artigos 46 e 47 da IN 23/2025;III - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, incluindo professores de instituição públicas de ensino;VI - Realizar ação cultural voltada para crianças, adolescentes, jovens e seus educadores. As atividades do projeto são realizadas nas escolas participantes, permitindo o acesso de todo e qualquer público, de qualquer cor, idade, classe social, raça e gênero.Além disso, as apresentações cênicas poderão ser assistidas também pela comunidade escolar e familiares, fomentando o conhecimento e ampliando o acesso à cultura para todos da comunidade.O projeto Ler é Viver é contínuo e irá beneficiar aproximadamente 5391 alunos diretamente. As atividades do projeto acontecem nas escolas públicas, são gratuitas e voltadas para a promoção da leitura e disponibilizam acervo literário para escolas com pouco ou nenhum acervo.

Ficha técnica

Proponente: Instituto Gil Nogueira - Por meio dos seus representantes listados abaixo, o IGN é o idealizador e responsável pelo projeto Ler é Viver em toda a sua extensão: - Realiza a promoção, agenciamento e consultoria das atividades; - Define e acompanha as contratações e aquisições para o projeto; - Acompanha diariamente a prestação de contas; - Capta recursos; - Produção Executiva; - Coordenação Geral; Responsável pela elaboração do Plano de Comunicação, aprovação junto ao MINC de logomarcas, elaboração e atualização do conteúdo para o site, divulgação e mobilização do projeto para a comunidade; acompanhamento das demandas da Assessoria de Imprensa; elaboração de relatórios trimestrais e finais e relacionamento com os patrocinadores. O projeto teve início em 2007, com duas escolas participantes e 661 alunos contemplados, aumentando gradativamente o número de beneficiários nos anos seguintes. No total de sua existência, o projeto já beneficiou 98 escolas, mais de 107 mil alunos assistidos, com a incrível marca de 1.596.282 de livros lidos e interpretados. Conselho Diretor (voluntário): *Presidente – Patrícia Nogueira Meloni Fundadora responsável por acompanhar as atividades do Instituto Gil Nogueira em todas as áreas. Atua diariamente nas decisões, na busca de apoios e patrocínios, realização de eventos e atividades do projeto Ler é Viver. Formação: Psicologia. *Vice-Presidente – Alessia Nogueira Zech Coelho Fundadora responsável por acompanhar as atividades operacionais do Instituto Gil Nogueira. Atua nas decisões e atividades em geral do projeto Ler é Viver e na busca de patrocínios de apoios. Formação: Administração. *Diretor Geral – Franco Gamba Ciravegna Fundador responsável por acompanhar as atividades financeiras do Instituto Gil Nogueira. Atua diariamente na gestão financeira e nas regras de compliance. Formação: Administração e Contabilidade. Equipe CLT: *Diretora Geral – Gerente Geral: Carmen Cristina Soares Lima. Diretora responsável pelo planejamento, coordenação e execução das atividades do projeto Ler é Viver juntamente com a equipe pedagógica. Atua há mais de 9 anos na instituição, principal responsável pelo crescimento do projeto nos últimos anos. Formação: Administração. *Analistas Pedagógicos: Acácia Cristina de Oliveira Conceição e Carolina Gomes Goulart Ferreira. Atua diretamente nas escolas junto a supervisão pedagógica responsável pelo projeto para acompanhamento e avaliação dos resultados alcançados pelos alunos beneficiados pelo projeto Ler é Viver. Suporte na curadoria dos livros, treinamento da equipe de avaliadores, oficinas e curso de capacitação dos professores. Formação: Pedagogia * Supervisor Pedagógico: Vincius Allen Costa Pacheco.Atua diretamente nas escolas junto aos analistas Pedagógicos acompanhando e avaliando os resultados alcançados pelos alunos beneficiados pelo projeto Ler é Viver. Suporte na curadoria dos livros, treinamento da equipe de avaliadores, oficinas e curso de capacitação dos professores. Formação: Pedagogia *Auxiliar de serviços gerais - Berenice de Fátima Gonçalves Dutra Limpeza, organização e conservação da sede administrativa do Instituto Gil Nogueira. Atua há mais de 10 anos no projeto. Formação: Ensino fundamental II. *Analista de Projetos - Fernanda Mesquita de Assis RoqueAcompanhamento e análise dos projetos que serão executados, rotinas administrativas e gerenciamento e controle dos contratos. Formação: Engenharia de Produção. Prestadores de Serviços: *Contadora de Histórias – Aline Sheilla dos Santos Medeiros Participa das oficinas de contação de histórias do projeto há mais de 10 anos. Contadora de histórias há 20 anos, a também atriz, pedagoga e arte-educadora, narra histórias conhecidas e passadas de geração para geração em escolas, livrarias, editoras e projetos literários. Formação: Pedagogia e Música (em curso). *Contadora de Histórias – Heloisa Danielle da Silva Estudiosa e praticante das artes da cena desde a infância, comecei a ministrar aulas de teatro no final na adolescência. Possuo experiência com crianças de diferentes faixas etárias em contextos sociais diversos e tenho habilidades na aplicação de jogos teatrais, direção de espetáculo e amplo conhecimento na linguagem da palhaçaria. Formação: Artes Cênicas, com habilitação em Direção teatral. Licenciatura em Artes Visuais em Curso. *Contador – LBHZ Contabilidade. Prestador de serviços. Responsável pela emissão dos holerites, impostos e guias. Formação: contabilidade.

Providência

Projeto liberado para o proponente adequar à realidade de execução.

Minas Gerais
Itaúna Minas Gerais
Janaúba Minas Gerais
João Monlevade Minas Gerais
Ouro Preto Minas Gerais
Paineiras Minas Gerais
Passa Tempo Minas Gerais
Santa Luzia Minas Gerais