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PRONAC 258626Autorizada a captação residual dos recursosMecenato

OFICINA DE CHORO 2026

CARLOS BRANCO & CIA LTDA
Solicitado
R$ 748,4 mil
Aprovado
R$ 702,8 mil
Captado
R$ 230,0 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

32.7%

Classificação

Área
—
Segmento
Empreend Ações Educ-Cult/Capacitação/Treinamento
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
RS
Município
Porto Alegre
Início
2026-01-01
Término
2026-12-31
Locais de realização (1)
Porto Alegre Rio Grande do Sul

Resumo

Realizar a vigésima segunda edição da Oficina de Choro de Porto Alegre, que vêm, ano a ano, revelando jovens talentos da música instrumental brasileira e que conta anualmente com cerca de 300 alunos, que estudam gratuitamente o choro e outros gêneros da música brasileira.

Sinopse

As oficinas de choro são realizadas nas quartas e sábados, com duração semanal de seis horas aula, com os conteúdos listados noprojeto pedagógico abaixo. São dirigidas a instrumentistas de todos os instrumentos, do cavaquinho ao baixo tuba, desde que a pessoa tenha uma leitura minima de notas e cifras, que lhe dêem condições de acompanhar os conteúdos abordados.Os shows serão realizados mensalmente, no Instituto Ling, visando atingir um público de 4.000 pessoas ao final do ano.

Objetivos

OBJETIVO GERALDar continuidade a Oficina de Choro, que é realizada há vinte e um anos na cidade de Porto Alegre, para revelar jovens instrumentistas,visando a profissionalização dos mesmos e a criação de novos grupos dedicados ao gênero. OBJETIVOS ESPECÍFICOS- Revelar pelo menos 10 jovens instrumentistas;- Colaborar no surgimento de pelo menos 05 novos grupos musicais ligados aos gêneros choro e samba;- Compor coletivamente cerca de 10 novos choros e seus subgêneros;- Oportunizar a cerca de 300 pessoas o contato com a música brasileira, seus principais gêneros e formas musicais;- Realizar 05 espetáculos dedicados ao gênero choro, na cidade de Porto Alegre, para um público previsto de 4.000 pessoas.

Justificativa

A Oficina de Choro de Porto Alegre tem por finalidade o acesso de toda população aos diferentes gêneros e estilos musicais da música brasileira, com ênfase no choro e no samba, para que a população possa ter um desenvolvimento pleno em todos os aspectos. Além de atender a cerca de 300 alunos, a oficina realiza espetáculos dedicados ao choro, com os grupos que se formam na oficina e seus convidados, o que contribui para a formação destes alunos, ao mesmo tempo que possibilita a população o contato com músicos deexpressão.Está alinhada com o Pronac nos incisos:I. contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;III. apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;VIII. estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos:- incentivo à formação artística e cultural, mediante:a) concessão de bolsas de estudo, pesquisa e trabalho, no Brasil ou no exterior, a autores, artistas e técnicos brasileiros ou estrangeiros residentes no Brasil;c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos;II - fomento à produção cultural e artística, mediante:d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais;IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:c) ações não previstas nos incisos anteriores e consideradas relevantes pelo Ministro de Estado da Cultura, consultada a ComissãoNacional de Apoio à Cultura. (Redação dada pela Lei nº 9.874,de 1999)Contar com a Lei Federal de Incentivos Culturais é essencial para a realização do projeto, já que o projeto é inteiramente gratuíto, atendendo cerca de 300 alunos e ainda cerca de 4.000 pessoas nos shows. Sem a Lei Federal de Incentivos Culturais não seria possível buscar a realização deste importante evento.

Estratégia de execução

PROJETO PEDAGÓGICOO nascimento do choro e sua história.Choro, a base de toda música brasileira e os gêneros que nasceram a partir deleHarmonia, melodia e ritmoPrática de conjuntoTécnica de instrumentosLeitura a primeira vistaLeitura de cifrasImprovisaçãoComposição coletiva

Especificação técnica

A Oficina de Choro de Porto Alegre é um dos mais bem sucedidos e longevos projetos da música brasileira, em atividade no país hoje. Com ampla participação popular e englobando diferentes faixas etárias e classes sociais, é um projeto democrático de inserção das pessoas no universo da cultura brasileira.

Acessibilidade

ACESSIBILIDADE FÍSICAAs oficinas são realizadas no Instituto Ling, que possui todos os facilitadores para a locomoção em seu espaço, tais como rampas, guiastateis, elevadores e banheiros com amplo acesso e adaptados para pessoas com necessidades especiais. ACESSIBILIDADE CONTEÚDONo momento da inscrição gratuíta na oficina, o aluno deverá definir se precisará de intérprete de libras e audiodescrição, para que possamos disponibilizar nas aulas.De qualquer foma, em muitas aulas são disponibilizados, já que podem aparecer alunos de última hora. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA INTELECTUALNo momento da inscrição, é verificado se algum aluno necessita do instrutor, que estará a disposição. Temos um aluno que é autista e vêm frequentando todas as aulas, sem necessidade de acompanhamento pelo profissional.

Democratização do acesso

Todas as inscrições são inteiramente gratuítas, com amplo acesso de todos a todas as etapas do projeto, tanto aulas como shows.

Ficha técnica

CARLOS FERNANDO BERWANGER BRANCO - Dirigente, executará as funções de direção geral, captação e coordenação financeira do projetoCarlos Branco possui títulos de Licenciatura em Educação Artística e de Bacharelado em Instrumentos, tendo sido músico e professor de música, com larga atuação no estado do Rio Grande do Sul. Como compositor, tem músicas gravadas no Brasil e exterior. Escreveu um livro denominado A Censura na MPB, publicado em 1993, pela Editora Alcance, além de vários artigos para jornais, livros e revistas. Foi,de 1989 a 1994, Diretor do Auditório Araújo Vianna e Coordenador de Música da Secretaria Municipal da Cultura, da Prefeitura de Porto Alegre, onde criou inúmeros projetos, tendo realizado cerca de 1.500 eventos, entre oficinas, workshops, shows, produção e lançamento de discos e outras promoções, sempre com grande sucesso.Foi também Gerente de Programas Culturais da Fundação Mauricio Sirotsky, do grupo RBS, nos anos de 1994 e 1995. Participa também de outros projetos na área social e cultural, tendo sido, por exemplo, curador do Projeto Rumos Musicais, do Itaú Cultural, curador daárea cultural do SESI Nacional e diretor regional da ABMI (Associação Brasileira da Música Independente). Foi curador e produtor de diversas instituições culturais no país, com sua empresa Branco Produções. Foi o único produtor cultural brasileiro convidado para a Bafim (Feira Internacional de Música de Buenos Aires), em 2019. Foi o único produtor cultural da América do Sul convidado para curador do Jazz Ahead 2023, um dos mais importantes festivais de jazz, realizado anualmente em Bremen, Alemanha. Em 2025, foi convidado pela Embaixada da França no Brasil para participar da edição do Jazz à Vienne, em Vienne, na França. Já participou da produção de cerca de 120 discos, entre LPs e CDs, foi empresário do pianista Miguel Proença e do grupo de jazz e bossa nova Delicatessen, que obteve projeção nacional e internacional. Desde 1994, é diretor da Branco Produções. Com larga experiência na produção de shows, festivais, centros culturais, eventos e discos, já trouxe a Porto Alegre artistas internacionais, como B. B. King, Paco de Lucia,Buddy Guy, America, Betty Carter, Joe Henderson, The Commitments, Johnny Rivers, Men at Work, Martha Argerich, John Mayall,Johnny Winter, John Pizzarelli, El Viejo Almacén, Jon Anderson, Jean Luc Ponty, Ron Carter, Ravi Coltrane, Dave Holland, Harold Lopez-Nussa, Lucho Gatica, John McLaughlin e Laurie Anderson, entre inúmeros outros, além de artistas nacionais, como Caetano Veloso, João Bosco, João Gilberto, Arnaldo Cohen, Nelson Freire, Simone, Djavan, Cássia Eller, Adriana Calcanhoto, Gal Costa, Hermeto Paschoal e Maria Bethânia, entre outros. Espetáculos de teatro e dança, como Grupo Corpo, O Grande Circo Místico, Cia. Deborah Colker, Cena 11, Quasar e 1ºAto também tiveram a produção da empresa na cidade de Porto Alegre. Além disso, a empresa participou da produção do Porto Alegre Em Cena, Tim Blues Festival, Réveillon em Florianópolis e Carnaval de Porto Alegre, inauguração do espaço cultural denominado Santander Cultural, no ano de 2001, além de produzir, durante vários anos, os projetos programados pelo Serviço Social da Indústria em seu teatro, o Teatro do Sesi (Porto Alegre), entre inúmeros outros festivais e eventos. De 2001 à 2018, a empresa foi responsável pela curadoria e produção da programação musical do Santander Cultural, em Porto Alegre, que atingiu grande sucesso em todo o país. De 2010 a 2014, coordenou também a programação musical do Santander Cultural e, de 2014 à 2017, a programação musical do Museu do Estado de Pernambuco, na cidade de Recife/PE. Nos anos de 2000 e 2001, foi proprietária da casa noturna denominada Teatro de Elis e, de 2008 a 2010, administrou a programação cultural do TEATRO CIEE, cuidando de toda implementação do projeto deste novo teatro na cidade de Porto Alegre. Desde 2014, é responsável pela curadoria e produção da programação musical do Instituto Ling, importante centro cultural sediado em Porto Alegre. No ano de 2022, realizou a curadoria e produção da programação dos 25 anos do Teatro doSesi, em Porto Alegre, com quatorze espetáculos de música, dança e teatro .Já realizou inúmeras tournées internacionais em toda a América Latina e na área fonográfica produziu cerca de 120 LPs e CDs, para artistas e empresas. Com o selo discográfico próprio – Barulhinho, a Branco Produções gravou e distribuiu obras de artistas do Rio Grande do Sul, tendo feito o lançamento de 27 títulos. Produziu a série Piano Brasil, com o pianista Miguel Proença, que teve oito edições, tendo sido um dos projetos mais longevos na área de música erudita no país. Na área de administração de carreiras, foi responsável por artistas como o pianista Miguel Proença e o grupo Delicatessen. Atualmente, a Branco Produções faz a curadoria e a produção, ao lado de produtoras parceiras, de seis importantes festivais musicais: Pianístico (Joinville, Santa Catarina), Poa Jazz Festival (Porto Alegre/RS), Paralelo Festival (São Francisco dePaula/RS), Festival de Choro da Serra Gaúcha (São Francisco de Paula/RS), Harmonia Jazz Festival (Joinville/SC) e Santa Cruz Jazz’n’blues (Santa Cruz do Sul/RS). MATHIAS PINTO - Coordenador Pedagógico e ProfessorCompositor e violonista porto-alegrense, licenciado em música pelo Instituto Porto-Alegre, coordenador da Oficina de choro de PortoAlegre. No ano de 2017 lançou seu disco de estreia chamado “Falso Folião” e disco “Valentia” da cantora Nani Medeiros ambos com composições próprias. Neste mesmo ano participou do festival Internacional de Choro em NY/EUA. Em 2018 participou do Festival LatinFlute - em Toronto/Canadá, Festival Pepsi Twist Land, fez a direção musical do longa metragem “Plauto, um sopro musical” sobre a vida do flautista Plauto Cruz e gravou o disco de estreia do Sexteto Gaúcho: “Bicho Solto”. Em 2019 criou a OCPA - Orquestra de choro de Porto Alegre realizando o concerto Baile Brasileiro junto ao maestro Nailor Proveta. Curador do projeto Unimúsica 2019 com a edição samba-choro. Em 2020 realizou aula na universidade Oxford/Inglaterra com foco na composição de choro e foi jurado no festival Moenda da Canção (RS). Prêmio Açorianos 2020 de melhor produtor musical. Entre outras produções estão: Palestra na inauguração da Casa do Choro/RJ (2013), show “Na Onda do Choro” com Luiz Carlos Borges, show “Discutindo a relação: com Ayres Potthof e Luiz Augusto Fischer, direção musical nos musicais “Lupi, o musical”(2014) e “Estação Brasil”(2015), Coordenador da Oficina de Choro no festival internacional SESC de música (de 2018 à 2025).Como acompanhador esteve ao lado de artistas como Ângela Maria, Luciana Rabello, Jorginho do Pandeiro, Pedro Miranda, João de Almeida Neto, Roberta Sá, Nina Wirtti, Grazie Wirtti, Luis Barcelos, Ronaldo do Bandolim e Nilze Carvalho. FÁBIO SCHEIN - Coordenador TécnicoUm dos mais importantes operadores de som e diretores de palco do cenário musical gaúcho, participou de inúmeras tournéss nacionais e internacionais e tem atuado em praticamente todos os estados do país. Atualmente, faz a operação de som de grupos como Os Fagundes e Mathias 7 Cordas, além de atuar em projetos no Instituto Ling, Sinduscom RS, Theatro São Pedro e diversos festivais, como Pianístico de Joinville, Poa Jazz Festival, Santa Cruz Jazz'n'Blues, Paralelo Festival, Mês do Gaúcho, Expointer, entre inúmeros outros.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.