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O projeto pretende realizar a 11ª edição do Kino Beat, festival de arte contemporânea que cruza diversas linguagens artísticas para a promoção de artistas do RS, em intercâmbio com a produção nacional e internacional. A programação majoritariamente gratuita será composta por residência artística, performances, instalações, apresentações sonoras e atividades formativas.
3ª edição da Residência artística Formigueiro e instalaçõesA residência artística, idealizada na 8º edição do Kino Beat, se firma como um dos pilares do festival. A residência tem como objetivo, através do campo da arte, propor formas de entendimento, reflexão e sensibilização à emergência climática. Com a percepção de que apenas a política e a economia não bastam para lidar com os efeitos da alteração do clima, postulamos por meio da arte e cultura, colaborar nas discussões que definem os rumos da nossa cidade. Hoje, as catástrofes ecológicas desafiam-nos a repensar o espaço que as nossas sociedades têm atribuído à arte. A criatividade, o pensamento crítico, a troca, a transcendência, a relação com o outro e com a história, são valores intrínsecos à prática artística que já se provam de vital importância para o futuro da humanidade. Essas características, podem ser um indicativo de uma resposta em permanente construção, do lugar na arte em tempos de emergência climática, e são as premissas da Residência Formigueiro. A temática da 3ª Residência Formigueiro, que teve como foco na 1º edição, a relação da cidade com não humanos, e na 2º edição às águas do Guaíba, será construída a partir da análise e pesquisa do Atlas Ambiental de Porto Alegre. O livro pioneiro, elaborado em 1998, a partir de imagens de satélite da NASA, mostrou a capital gaúcha no centro do mundo. O atlas inspirou obras similares em mais de 60 cidades pelo mundo, e serve para conhecer o ambiente natural da cidade, podendo nortear projetos de educação ambiental, guiar edificações e planificações urbanas, bem como embasar pesquisas científicas, e agora uma residência em arte. A composição da residência será feita por convites diretos e os resultados serão apresentados como 4 instalações artísticas. Atividades formativas abertas ao público, e falas dos residentes durante o processo de pesquisa e criação das obras serão realizadas. Instalação fachada Instituto Ling Dando continuidade ao projeto lançado em 2024, na 9º edição, e na atual 10º edição do festival, será realizada uma intervenção em grande escala na fachada de mais de 30 metros do prédio da instituição. A proposta segue com enfoque em práticas artísticas que aproximam tecnologias emergentes e arquitetura. Espetáculo de abertura do festivalDando continuidade ao formato de sucesso da corrente 10º edição, que recebeu um artista renomado para uma performance com mais de 1000 pessoas, realizaremos um show/espetáculo que tenha relação com o tema anual a ser definido. Encerramento do festivalUm dia de ocupação artística em um espaço cultural, com apresentações musicais e performances relacionadas ao tema central. Performances híbridas Projetos que serão comissionados e desenvolvidos a partir das premissas conceituais desta edição, cruzando artes cênicas, imagem e som.
Objetivo geralRealizar a 11ª edição do Festival Kino Beat, em seu 17º ano de história da marca, em diferentes locações espalhadas por Porto Alegre. A programação irá promover performances, instalações artísticas, apresentações musicais e atividades formativas com acesso majoritariamente gratuito.Objetivos específicos - Realizar uma residência artística voltada para 4 artistas e desenvolvimento de novos trabalhos;- Realizar uma exposição artística coletiva com entrada franca, resultante da residência artística;- Realizar uma instalação visual de grande escala na fachada do Instituto Ling, a ser realizada por artista convidado pela curadoria, com acesso gratuito; - Realizar performances híbridas de artes cênicas, audiovisual e som, com entrada gratuita, ao longo do Festival;- Realizar uma apresentação musical de abertura do festival, com ingresso a preço popular, para um público estimado de 500 pessoas;- Realizar um evento de encerramento do festival, com apresentações musicais definidas pela curadoria, com ingresso a preço popular, para um público estimado de 1.000 pessoas;- Realizar um ciclo de atividades formativas relacionadas à temática do festival, a serem definidas pela curadoria, com acesso gratuito;- Realizar ações formativas como contrapartida social, para escolas e instituições sociais e públicas;
É fundamental e decisivo o uso da lei de incentivo à cultura para a continuidade e expansão do Festival Kino Beat, em sua décima primeira edição, que dá continuidade a um histórico de 16 anos de produções únicas no Rio Grande do Sul e com reverberações internacionais. O carácter inovador do festival, que aproxima diversas linguagens artísticas a partir de conceitos, temas e discurso curatorial, foi reconhecido com os prêmios de Destaque em Curadoria e Ações de Inovação e Difusão no 13 ̊ Prêmio Açorianos de Artes Plásticas da Secretaria Municipal de Cultura de Porto Alegre em 2020. A 11ª edição do festival dá continuidade a uma trajetória que fomenta um universo artístico único na cidade e no Estado, e com reverberações internacionais. O Kino Beat segue com as suas premissas de transformações e inovações no campo da arte e cultura que o caracterizam desde a sua criação. A programação tem o compromisso de privilegiar propostas e artistas emergentes, ou já consolidados, mas com pouca visibilidade em Porto Alegre e no RS. O Festival tem como missão proporcionar experiências, surpreender e desafiar, ao mesmo tempo tem a necessidade de formar e consolidar públicos, ser um agente estimulador para artistas locais e um ponto de conexão com o mundo. Através da confluência de distintas linguagens artísticas e locações pela cidade, o festival aposta na potência da diversidade, forçando a expansão do nicho para contemplar diferentes classes sociais e interesses culturais. Com a presença de artistas locais, de fora do Estado e do país, o festival reafirma a sua missão de ser uma ponte com o resto do mundo, trazendo circulação de outras perspectivas criativas e promovendo encontros com o público que só seriam possíveis fora da cidade. A 11º edição em formato de festival, é mais um marco na história do Kino Beat. Criado em 2009 como um mostra de filmes relacionados à música, a marca vem se desenvolvendo ao longo dos últimos 16 anos, transformando seus formatos e propostas a cada ano. Em 2025, com a realização da 10º edição, o festival se consolidou ainda mais no calendário da cidade, e projeta articulações e parcerias com antigos parceiros da cidade, patrocinadores e colaborações internacionais.A programação será estruturada através de pesquisa curatorial, de forma a contemplar os eixos que o festival desenvolve ao longo da sua história: artes visuais, arte sonora, arte comunitária, arte e natureza, arte digital, performances híbridas, música experimental e atividades formativas e de reflexão crítica. A programação envolve ações performáticas híbridas e apresentações musicais experimentais. Com essas apresentações, propõe-se ao público, experiências estéticas inusitadas, em que o cruzamento de linguagens visuais, sonoras e do corpo, serão fatores predominantes. Buscando incentivar artistas residentes no estado do RS, a residência terá reserva de metade das vagas para artistas regionais, proporcionando visibilidade e estrutura para divulgarem seus trabalhos, e lhes dando a oportunidade de intercambiar processos de pesquisa e criação com artistas de outras partes do Brasil e de fora. Também serão realizadas instalações de artes visuais e digitais, de artistas locais e de fora da cidade.O projeto vai envolver e contratar de forma direta e indireta, mais de 150 profissionais ligados à cultura, entre eles, equipe de produção e técnicos, artistas, pesquisadores e fornecedores. A programação acontecerá de forma majoritariamente gratuita, ao longo de dois meses em diferentes locais espalhados pela cidade, com participação de artistas gaúchos, nacionais e internacionais propondo apresentações de projetos comissionados, convidados a pensar suas produções em harmonia com as especificidades técnicas e espaciais de teatros, museus, galerias, e espaços públicos variados. Contemplando também atividades formativas e de reflexão, derivadas da programação artística e do tema anual. Ao longo dos últimos dezesseis anos, o Kino Beat desenvolveu de forma gradual a sua identidade e os seus espaços de atuação. Originalmente criado como uma mostra de cinema, com filmes relacionados à música, a marca atualmente se posiciona como um festival de arte contemporânea, e articula a arte do seu tempo, independente da linguagem. As programações se manifestam como: exposições, instalações, performances, espetáculos, shows, mostras, residência artística, ações formativas, e outros formatos, que a cada ano se somam e reinventam o festival. O conteúdo das atividades, derivam da ampla relação que o significado do seu próprio nome estabelece: KINO (imagem, movimento) BEAT (ritmo, som). Com abordagens transdisciplinares e reflexão crítica indisciplinada, a curadoria e os artistas envolvidos, movimentam-se na busca por experimentações, para a produção e difusão de obras, perspectivas, vozes, afetos e ideias sobre e para o mundo.Durante a sua história, em corrente décima edição como festival, promoveu centenas de atividades com artistas locais, de diversas partes do Brasil e do mundo, movimentando milhares de pessoas em eventos gratuitos. O Festival tem como missão, surpreender e desafiar, ao mesmo tempo, tem a necessidade de formar e consolidar públicos, e ser um agente catalisador para artistas locais e um ponto de conexão com o exterior. Ainda, cabe ressaltar que o projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;IX - priorizar o produto cultural originário do País. Também, o projeto atende aos seguintes objetivos do Art. 3º da Lei 8313/91I - incentivo à formação artística e cultural, mediante:a) concessão de bolsas de estudo, pesquisa e trabalho, no Brasil ou no exterior, a autores, artistas e técnicos brasileiros ou estrangeiros residentes no Brasil;c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres;III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante:IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;
Histórico Kino Beat Ao longo dos últimos 16 anos, o Kino Beat desenvolveu de forma gradual a sua identidade e os seus espaços de atuação. A marca surgiu em 2009, na Sala P.F Gastal da Usina do Gasômetro, como Mostra Kino Beat (2009-2011) de filmes, documentários e clipes relacionados à música eletrônica. Foram três edições com esse formato. Na época, a Mostra reuniu a maior seleção de obras audiovisuais relacionadas à música eletrônica já feita no Brasil. Na segunda edição, em 2010, a Mostra expandiu os limites do gênero musical eletrônico e se tornou uma mostra de filmes sobre música, em toda a sua amplitude. A terceira edição da Mostra Kino Beat, em 2011, aconteceu fora de Porto Alegre, com edições em Belo Horizonte no Sesc Palladium e em Caxias do Sul no Centro de Cultura Ordovás. Em 2012, foi criado o projeto Kino Beat ao Vivo (2012-2013), que aproximava artistas visuais e sonoros em apresentações efêmeras e com base na livre improvisação. O formato das apresentações era um misto de concerto audiovisual e happening, com elementos de cinema expandido, música experimental e artes visuais. Com estreia na Sala P.F Gastal, o projeto teve cinco edições, passando também pelo Instituto Goethe, Galeria Ecarta e Museu Joaquim José Felizardo. No ano de 2014, o Kino Beat se consolidou como um festival anual, através de uma parceria de financiamento e co-realização com o Sesc/RS, que durou por quatro edições. O então Festival Kino Beat - Imagem e Som em Movimento, nasceu com uma plataforma para investigação e fomento de artistas e ações ligadas principalmente ao universo da arte digital, música contemporânea e audiovisual ao vivo. Com a prevalência de atividades performáticas no Teatro do Sesc Centro. A partir de sua segunda edição, em 2015, o Festival começou a percorrer outros espaços pela cidade e a incluir propostas expositivas e educativas na sua programação. Exposições, oficinas, seminários, residências e projetos comissionados se tornaram parte da gramática do Kino Beat. Em 2017, a quarta edição introduziu o exercício curatorial de forma mais visível para o público. O festival foi pensado através de três eixos conceituais, que agrupavam por afinidades poéticas os artistas. A criação e divulgação dos eixos sinalizou um tipo de formato que iria se expandir no ano seguinte. Na sua quinta edição, em 2018, a mudança do subtítulo para Festival Kino Beat - Arte em Movimento, consolidou uma nova fase, em que a música, o audiovisual e as tecnologias digitais dividiam o protagonismo na programação com outras linguagens e formas de criação artística e de conhecimento. A programação se desdobrou em torno de um tema central, uma palavra-recorte que deu unidade a uma multiplicidade de atividades expositivas e performáticas. Outra novidade, foi a duração alargada de sua programação, espraiada ao longo de três meses, ao invés dos poucos dias corridos das outras edições. Porém, a principal inovação desta edição, e que se mantém até hoje, veio no modo mais determinado de se posicionar como um espaço possível para reflexão crítica do mundo contemporâneo. Na 7a e 8a edição, o festival executou mais uma de suas viradas programáticas, tendo como tema principal questões que se desdobram através da observação/desconstrução da ideia de natureza, para criar investigações e criações conceituais de distintas poéticas visuais, sonoras e performáticas, e suas interfaces na produção contemporânea da arte e cultura. Atualmente o Kino Beat não utiliza subtítulos, e deriva suas atividades de forma livre em relação a etimologia do seu próprio nome: KINO (movimento, imagem) BEAT (ritmo, som). E se posiciona como um festival de arte contemporânea, articulando a arte do seu tempo, independente da linguagem. Com abordagens multidisciplinares e indisciplinadas, a curadoria e os artistas envolvidos se movimentam na busca por experimentações, rupturas e inovações para a produção e difusão de experiências, obras, perspectivas, vozes, afetos e ideias sobre e para o mundo. Desde a sua criação, o Kino Beat apostou no trânsito de artistas estrangeiros e nacionais, sempre com a presença de talentos locais. Parcerias com instituições e representações de outros países são constantes, tais como: Embaixada e Consulado Geral da França, Aliança Francesa, Embaixada da Suécia, Pro Helvetia Suíça, Arts Council Canada, British Council, Instituto Goethe e Embaixada da Espanha e Instituto Cervantes. Além do festival anual, o Kino Beat realizou algumas atividades pontuais entre as suas edições: shows, espetáculos audiovisuais, coletâneas e apoios a outros eventos e artistas. Em 2019 o festival foi indicado nas categorias de Inovação e Difusão e Destaque em Curadoria do Prêmio Açorianos de Artes Plásticas da Secretaria de Cultura de Porto Alegre, e em 2020 foi premiado nas duas categorias. Catálogo Kino Beat 11 anos (2009 a 2020) Registro completo e em ordem cronológica das iniciativas com a chancela Kino Beat: Mostra Kino Beat de filmes, Kino Beat ao Vivo, seis festivais Kino Beat e Kino Beat apresenta. Uma edição atualizada com toda a programação de 15 anos, será produzida na 9º edição do festival em 2024. https://issuu.com/capsmc/docs/cat_logo_kino_beat_11_anos_menor Site https://kinobeat.com/ Redes Sociais https://www.instagram.com/kinobeatfestival/ https://www.youtube.com/@KinoBeatFestival
Os produtos da programação se baseiam em argumento curatorial e no tema anual, que ainda será desenvolvido, para no seguinte momento, iniciar a criação processual artística e de atividades formativas. Os produtos finais serão aprofundados e definidos durante as etapas de pré-produção e produção. As atividades formativas serão desenvolvidas pela APPH, levando-se em consideração a temática do festival. APPH, a Associação de Pesquisas e Práticas em Humanidades é uma instituição sem fins lucrativos dedicada à pesquisa e ao ensino. Há mais de 10 anos, oferecem serviços e atividades, muitas delas gratuitas, que estimulam o pensamento crítico e pragmático quanto a questões contemporâneas. Com cursos, grupos de pesquisa, seminários, aulas de idiomas, atendimento psicanalítico, buscam construir coletiva e independentemente uma nova possibilidade para a investigação e o aprendizado.
PRODUTO: FESTIVALACESSIBILIDADE ARQUITETÔNICA: todas as atividades do festival serão definidas em espaços que possuem acessibilidade a portadores de deficiência física (rampas, elevador e banheiro PcD).ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Contratação de serviço de audiodescrição para as instalações, e narração antes das performances.ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: O projeto prevê a contratação de intérprete de libras.ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: Contratação de monitores qualificados para atendimento de pessoas que apresentem espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações.PRODUTO: EXPOSIÇÃO DE ARTESACESSIBILIDADE ARQUITETÔNICA: todas as instalações do festival serão definidas em espaços que possuem acessibilidade a portadores de deficiência física (rampas, elevador e banheiro PcD).ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Contratação de serviço de audiodescrição para as instalações, quando técnicamente viável;ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Uso de legenda em caso de produtos audiovisuais e contratação de intérprete de libras caso haja cerimônia de aberturaACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: Contratação de monitores qualificados para atendimento de pessoas que apresentem espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações.PRODUTO: ARTES CÊNICASACESSIBILIDADE ARQUITETÔNICA: todas as atividades performáticas serão definidas em espaços que possuem acessibilidade a portadores de deficiência física (rampas, elevador e banheiro PcD).ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Contratação de serviço de narração visual antes das performances ou audiodescrição caso se aplique. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: O projeto prevê a contratação de intérprete de libras, em caso de atividade que utilize a voz.ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: Contratação de monitores qualificados para atendimento de pessoas que apresentem espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações.PRODUTO: APRESENTAÇÃO MUSICALACESSIBILIDADE ARQUITETÔNICA: todas as atividades performáticas serão definidas em espaços que possuem acessibilidade a portadores de deficiência física (rampas, elevador e banheiro PcD).ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: O público poderá ser contemplado com as ações musicais.ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: O projeto prevê a contratação de intérprete de libras, em caso de atividade que utilize a voz.ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: Contratação de monitores qualificados para atendimento de pessoas que apresentem espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações.PRODUTO: OFICINA / PALESTRAACESSIBILIDADE ARQUITETÔNICA: todas as atividades formativas serão definidas em espaços que possuem acessibilidade a portadores de deficiência física (rampas, elevador e banheiro PcD) ou acontecerão em formato online e acessível.ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Caso haja demanda nas inscrições, será contratado monitor capacitado para acompanhamento ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Caso haja demanda nas inscrições, será contratado intérprete de libras para acompanhamento.ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: Contratação de monitores qualificados para atendimento de pessoas que apresentem espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações
Durante toda a sua história o festival teve como a principal medida de democratização do acesso do festival a disponibilidade de toda a sua programação de forma gratuita. Esse formato acompanha o Kino Beat desde o seu lançamento e vem se mostrando eficiente, tanto para a lotação das atividades, quanto para uma circulação mais ampla de classes sociais, não restringindo um festival de arte contemporânea, normalmente associados a classe A, a um nicho. Para manter essa medida que já é uma tradição do festival, mas ainda sim conseguir equilibrar receitas, faremos apenas duas atividades com cobrança no valor máximo de R$ 150 , na abertura e no encerramento, com doação de 20% da bilheteria para escolas e instituições sociais e públicas, e o resto da programação será com entrada franca. Ainda, o projeto atende os seguintes artigos da IN 23/2025. Art. 47. Em complemento às medidas de democratização de acesso, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso:I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, além do previsto no art. 46, inciso III, totalizando 20% (vinte por cento); Como o projeto prevê uma programação formativa, não haverá contrapartida social, de acordo com o Art. 49, § 3º, da IN 23/2025.§ 3º Excluem-se da obrigatoriedade os projetos que contenham ações formativas ou programas educativos gratuitos.
Gabriel Cevallos - Diretor, Curador e Coordenador geralGraduado em Cinema e Produção Audiovisual pela PUCRS, pós-graduado em Práticas Curatoriais pelo Instituto de Artes da UFRGS, e mestre em Artes Visuais na área de História, Teoria e Crítica pelo mesmo programa. Atua há mais de 15 anos de forma multidisciplinar na criação, curadoria e produção de iniciativas ligadas à arte contemporânea, música e audiovisual. É idealizador, diretor e curador do Festival de artes integradas Kino Beat. É também idealizador, diretor e curador do festival de música Avante e do projeto continuado de música e performances audiovisuais Farol.live. Recebeu os prêmios de Destaque em Curadoria e Ações de Inovação e Difusão no 13 ̊ Prêmio Açorianos de Artes Plásticas da Secretaria Municipal de Cultura de Porto Alegre em 2020. Liége Biasotto - Produtora Executiva Liége Biasotto é Relações Públicas pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul e trabalha na área de produção cultural desde 2007. Em 2010 abriu a CUCO Produções, empresa focada em produção cultural, elaboração e gestão de projetos culturais e consultoria. Com uma ampla experiência na cena musical, responde pela direção de produção do Projeto Farol.Live, Festival Kino Beat, Festival de Música de Nova Prata, Projeto Circuitos Musicais e do projeto social OUVIRAVIDA - Educação Musical Popular. Ainda, é gestora de projetos incentivados do Museu do Hip Hop do RS, Casa da Cultura Hip Hop de Esteio, Casa de Cultura Mario Quintana e Vila Flores. Adauany Zimovski - Diretora de Produção Doutora em Artes Visuais pelo Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, na área de História, Teoria e Crítica, dentro da linha de pesquisa Imagens, Culturas e Memória. Foi pesquisadora visitante na Columbia University, em Nova York, onde realizou sua pesquisa de doutorado-sanduíche (bolsista CAPES-PRINT) entre 2021 e 2022. Durante cinco anos, foi artista integrante e co-gestora do Atelier Subterrânea, onde desenvolveu projetos e diversas atividades como exposições, cursos, palestras e performances. Em Porto Alegre, atuou como produtora executiva nos Festivais Cine Esquema Novo e Kino Beat, e em diversas edições da Bienal de Artes Visuais do Mercosul. Ananda Aliardi - Gestão redes sociaisArtista visual formada pela UFRGS e trabalha com arte, design e gestão de redes sociais desde 2014. Em seu trabalho com design, atende os mais diversos tipos de clientes, criando suas identidades visuais, ilustrações e artes de divulgação de todos os tipos. Trabalha ainda como social media para áreas diferentes, com foco no setor cultural. Ananda também é participante ativa do cenário cultural de Porto Alegre, sendo percussionista do Bloco da Laje, do qual também assina a comunicação visual e a gestão das redes sociais. Gabriel Filipe - Designer Desenvolve planejamento criativo e direção de arte para marcas, como: Google, Youtube, BRF, Bauducco, Santander. Trabalha desde 2019 desenvolvendo a identidade visual e direção de arte do Kino Beat.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.